quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Noite Carioca

autor desconhecido

Meu nome é Mônica, moro em Ipanema, tenho vinte e três
anos, sou estudante de administração e faço dança do
ventre a sete anos. Sou morena clara, cabelos e olhos
castanhos escuros, meço um metro e setenta e cinco
centímetros, tenho seios fartos, de bicos rosados,
coxas grossas, bunda grande, arrebitada e durinha
apesar do peso... sou gordinha, peso oitenta e três
kg. Bom, feita a minha descrição, vamos a estorinha
(totalmente verídica por sinal!)...
Tinha terminado um namoro rápido com um carinha q me
deixava louca, nossa... ele me alucinava! Fiquei
arrasada, por isso uma amiga minha a Mariana me
convidou pra sair, fomos eu ela e mais três amigas a
uma boite aqui do rio chamada Provisório, chegando lá
encontramos com mais três amigos dela, inclusive um
que me chamou atenção... o nome dele é Julian, e ele é
MARAVILHOSO, tipo gato pardo, todo fortão, com uma
cara de macho safado (daqueles que cospem no chão,
cosam o saco e batem em putas), ele era moreno, alto e
de olhos azuis... DELICIOSO.
Sentei sem muita vontade de ficar por lá, então
comecei a beber (tava com vontade de ficar torta),
Julian sentou entre a Mariana e eu, e paquerava
descaradamente minha amiga, lá pelas tantas da noite
começou a alisar bem de leve a minha coxa (detalhe...
ele ainda cantava a minha amiga!!!), não entendi muito
bem, mas também não encrenquei com isso. Foi quando
sem nenhuma cerimonia o carinha enfiou a mão com toda
vontade na minha buceta e deu uma apertadinha nela,
depois tirou a mão , levou até a boca e lambeu o dedo
e ainda sorriu meio de lado e NEM olhou pra mim!
Aquilo me irritou tanto! Mas ao mesmo tempo me deixou
louca de tesão, e fez os bicos dos meus seios
endurecerem na mesma hora, me deixando com mais tesão
ainda! Não me fiz de rogada (acho que a bebida ajudou
um pouco) comecei a acariciar e a apertar o pau dele
até ficar bem duro, olhei nos olhos dele enquanto
apertava aquele cacete delicioso, fiz cara de safada,
mordi os lábios e passei a lingua pela minha boca e
imediatamente depois fui dançar.
Acho que ele não entendeu nada, eu louca de tesão
dançando com um carinha que chegou em mim sem tirar os
olhos dele. Colei a bunda no pau do cara (que eu nem
sei o nome) e comecei a me esfregar freneticamente, o
pau do cara era bem grande, e já tava duro como pedra
quando Julian se levantou e veio dançar também, não
quis nem saber... segurei firme aquele cacete (segurei
de tal forma que Julian pudesse ver o que eu tava
fazendo) que me apertava a bunda e levei o cara para
um canto da boite, fiz o cara encostar na parede e
meti a mão por dentro da sua calça e comecei a tocar
punhetinha pra ele, sem tirar os olhos de Julian, que
já nem dançava mais. Fiquei assim um bom tempo,
esfregando a minha bunda inteira nele, e punhetando o
seu cacete, tudo sem tirar os olhos do meu gatinho
parado na pista de dança com cara de bobo. Foi quando
o cara me avisou que iria gozar e eu toquei loucamente
até ele esporrar a minha mão toda, virei de frente pra
ele dei-lhe um estalinho e disse "amei
a noite, mas tenho realmente que ir ", fui em direção
a Julian (com a mão toda melada), parei do seu lado
sorri e lambi o dedo... ouvi quando ele soltou um
gemido que mais parecia de dor que tesão, continuei
andando e fui me despedir da galera. Falei pra Mari
que ela não precisava me levar em casa, pois pegaria
taxi, sai da boite.
Quando estava já pra entrar no taxi senti uma mão no
meu ombro e a voz de Julian...
"Onde pensa que vai?" ele me perguntou, e eu respondi
com cara de cadela no cio... " Vou pra cama", ele
então me olhou com olhos de canibal e disse "Só vai se
for pra minha!". Ele então me segurou forte pelos
braços (ai que tesão) e me levou pro seu carro.
Entrei, sentei, sorri e perguntei pra ele o que ele
ainda esperava? Ele não falou nada, só ligou o carro e
saiu a toda velocidade. Eu já tava toda molhada pelo
ocorrido e cheia de tesão (a esse ponto já sentia a
minha buceta latejar!) abri a calça dele e comecei a
chupar aquele pau delicioso (devia Ter uns vinte
centómetros, era grosso e todo rosinha, era LINDO!!!),
ele diminuiu a velocidade do carro pra aproveitar
melhor o boquete (esse pra mim é o melhor tipo de
forma de prazer! AMO CHUPAR!!!), e a cada gemido que
ele dava eu molhava mais a minha calcinha. Chupei como
nunca na minha vida, mordi, lambi muito tanto o pau
quanto o saco dele, até ele me avisar entre gemidos e
sussurros que gozaria (PRONTO... fiquei alucinada,
  acreditem ou não... gozei ali mesmo, sem nem tocar
na minha buceta... só de saber que ele tava pra
gozar... hummmmmm...) aumentei o rítimo até ele tentar
puxar a minha cabeça pra que eu pudesse tirar seu
mastro da minha boca (até parece que eu tiraria ele de
dentro da minha garganta!), olhei pra ele bem nos
olhos e falei " vai meu safado... vai... goza pra sua
putinha, vai... e me da logo seu leite...", abocanhei
outra vez o mastro do meu macho a tempo de sentir a
mão dele puxando meu cabelo, e aquele jato quente
inundando a minha boca e garganta (quase gozei
novamente!), e como toda boa putinha... bebi todo o
leite do meu macho, e ainda lambi os lábios com
vontade de quero mais!
Ainda ouço aqueles gemidinhos maravilhosos, e sempre
fico cheia de tesão só de pensar. Bom, nessa noite
acabou acontecendo muito, mais muito mais que isso
entre eu e Julian, só que o resto eu conto numa
próxima vez.


UMA NOITE ESPECIAL

autor desconhecido

" Na véspera do ultimo Natal eu tomava vinho com um
amigo, quando minha vizinha Ana trouxe sua cunhada
Claudia para conhecer-me. Embora morassemos no mesmo
andar, nao tinhamos intimidade, e aquele gesto foi para
mim uma grande surpresa. Enquanto conversavamos,
disfarçadamente analisei Claudia: loura, 19 anos, olhos
azuis, seios firmes e pequenos, bumbum arrebitado do
tipo das cariocas. Usava um short bem curtinho que
deixava a mostra metade de sua bela bundinha. Senti
imediatamente uma vontade enorme de morder aquelas
curvinhas e prometi a mim mesmo que o faria assim que
tivesse uma oportunidade. Mas, para minha decepçao, foi
Ana quem veio encostar-se em mim, enquanto Carlos, o
meu amigo, arrastava Claudia para outra parte do
apartamento. Concentrei minha atençao em Ana e desci-
lhe a blusa, apertei um dos biquinhos dos seios,
mordisquei o outro e apertei minhas coxas entre as
suas. Quando a penetrei de um so golpe, fui envolvido
por suas pernas, enquanto ela cadenciava nossos
  movimentos. Dando um grito rouco, ela me apertou
ainda mais como que a me avisar que estava gozando.
Levantei-me para ir ao banheiro, mas como Carlos ja
estava la dei uma olhada para dentro do quarto e quando
vi a Claudia deitada na cama, de pernas abertas, nua em
pelo. Os seus mamilos estavam tremulos, seus pelos
pubianos brilhavam intensamente, talvez pelo suor do
seu corpo; sua respiraçao estava ofegante e todo o seu
corpo tremia de excitaçao. Sentei-me ao seu lado e
disse: "Acho que voce nao conseguiu gozar". Claudia
assustou-se, uma vez que estava com os olhos fechados.
Recobrada do susto, disse em voz entrecortada: "Näo,
não cosegui gozar. Seu amigo parece um galinho. Foi so
por o cacete dentro de mim que acabou num instante e
nem deu tempo para que eu sentisse um pouquinho de
prazer" Debrucei-me sobre aquele corpo delicioso,
beijei-lhe os cabelos, os olhos, o nariz, a boca e,
lentamente desci para seus pequenos seios, sugandn-os
alternadamente. Claudia tremeu dos pés
  a cabeça e pediu para que eu a penetrasse.
Delicadamente introduzi um, depois dois e em seguida
tres dedos em sua xoxota umida, ao mesmo tempo em que
pressionava o seu clitoris. Retirei os dedos, abrindo
os grandes labios e liberei aquele mimoso botäo rosado
que implorava por uma soberba lambida. Claudia
enlouquecia de prazer a cada contato de minha lingua
com seu clitoris. Quando introduzi meu penis em sua
boceta. Tinha inundada daquele liquido espesso, ela
parecia quer traga-lo de uma so vez. Enlaçando-me pela
cintura com as pernas, Claudia enfiou as unhas nas
minhas costas e corneçou a morder meu membro
delicadamente. De repente, ela crispou os labios e,
gemendo, faiou bem alto: "Estou gozando, estou gozando,
meu macho... " Quase no mesmo instante, senti uma onda
percorrer meu corpo. Meu pau avolumou-se em sua boceta
os movimentos de vaivém começaram a intensificar-se e,
com um gemido sufocado inundei sua xoxota de esperma.
Exaustos e ainda abraçados, adormecemos. Pouco
tempo depois acordei com sua respiraçäo tranqiiila
junto de minha boca. Comecei a acaricia-la na bundinha
e ela, percebendo minha intençao, disse que nao
conseguida agiientar meu cacete em seu cuzinho, pois
seu buraco era virgem. Ignorei suas palavras, virei-a
de costas e comecei a beijar-1he a cintura, com o dedo
indicador passei a fazer movimenfos circulares na
pontinha do seu anus com leves introduçoes. Sentia na
ponta do dedo seu cuzinho contrair-se e quando coloquei
minha lingua naquele botao marrom-escuro, senti
escorrer de sua boceta o liquido lubrificante,
indispensavel para que eu pudesse penetra-la por tras.
Com os dedos em sua boceta, Claudia levantou levemente
a bunda e pensei comigo: "É agora". Puxei-a para a
beira da cama, de maneira a deixa-la de joelhos no chao
e com o resto do corpo sobre a cama e fui explorando
delicadamente seu cuzinho com a cabeça do meu pau.
Sempre com o maior cuidado possivel, fui forçando a
passagem até entäo inexplorada, e logo senti
minhas bolas batendo contra a abertura de sua
bocetinha. Meus movimentos de vaivém fizeram com que
ela gritasse um pouco mais alto enquanto dizia coisas
desconexas, como "me fode", "me rasga", "fala que voce
gosta de mulher tarada", "me chama de puta e enterra
esta pica no meu cu", e assim por diante. Mordi sua
nuca, apertei ainda mais seu clitoris e enfiei de uma
vez meu cacete naquele cuzinho apertado. Claudia gemeu
alto. Eu dei um urro e despejei toda a minha carga de
esperma no seu reto. Claudia viajou logo depois do
Natal e nunca mais a encontrei.

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