quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Noite Carioca

autor desconhecido

Meu nome é Mônica, moro em Ipanema, tenho vinte e três
anos, sou estudante de administração e faço dança do
ventre a sete anos. Sou morena clara, cabelos e olhos
castanhos escuros, meço um metro e setenta e cinco
centímetros, tenho seios fartos, de bicos rosados,
coxas grossas, bunda grande, arrebitada e durinha
apesar do peso... sou gordinha, peso oitenta e três
kg. Bom, feita a minha descrição, vamos a estorinha
(totalmente verídica por sinal!)...
Tinha terminado um namoro rápido com um carinha q me
deixava louca, nossa... ele me alucinava! Fiquei
arrasada, por isso uma amiga minha a Mariana me
convidou pra sair, fomos eu ela e mais três amigas a
uma boite aqui do rio chamada Provisório, chegando lá
encontramos com mais três amigos dela, inclusive um
que me chamou atenção... o nome dele é Julian, e ele é
MARAVILHOSO, tipo gato pardo, todo fortão, com uma
cara de macho safado (daqueles que cospem no chão,
cosam o saco e batem em putas), ele era moreno, alto e
de olhos azuis... DELICIOSO.
Sentei sem muita vontade de ficar por lá, então
comecei a beber (tava com vontade de ficar torta),
Julian sentou entre a Mariana e eu, e paquerava
descaradamente minha amiga, lá pelas tantas da noite
começou a alisar bem de leve a minha coxa (detalhe...
ele ainda cantava a minha amiga!!!), não entendi muito
bem, mas também não encrenquei com isso. Foi quando
sem nenhuma cerimonia o carinha enfiou a mão com toda
vontade na minha buceta e deu uma apertadinha nela,
depois tirou a mão , levou até a boca e lambeu o dedo
e ainda sorriu meio de lado e NEM olhou pra mim!
Aquilo me irritou tanto! Mas ao mesmo tempo me deixou
louca de tesão, e fez os bicos dos meus seios
endurecerem na mesma hora, me deixando com mais tesão
ainda! Não me fiz de rogada (acho que a bebida ajudou
um pouco) comecei a acariciar e a apertar o pau dele
até ficar bem duro, olhei nos olhos dele enquanto
apertava aquele cacete delicioso, fiz cara de safada,
mordi os lábios e passei a lingua pela minha boca e
imediatamente depois fui dançar.
Acho que ele não entendeu nada, eu louca de tesão
dançando com um carinha que chegou em mim sem tirar os
olhos dele. Colei a bunda no pau do cara (que eu nem
sei o nome) e comecei a me esfregar freneticamente, o
pau do cara era bem grande, e já tava duro como pedra
quando Julian se levantou e veio dançar também, não
quis nem saber... segurei firme aquele cacete (segurei
de tal forma que Julian pudesse ver o que eu tava
fazendo) que me apertava a bunda e levei o cara para
um canto da boite, fiz o cara encostar na parede e
meti a mão por dentro da sua calça e comecei a tocar
punhetinha pra ele, sem tirar os olhos de Julian, que
já nem dançava mais. Fiquei assim um bom tempo,
esfregando a minha bunda inteira nele, e punhetando o
seu cacete, tudo sem tirar os olhos do meu gatinho
parado na pista de dança com cara de bobo. Foi quando
o cara me avisou que iria gozar e eu toquei loucamente
até ele esporrar a minha mão toda, virei de frente pra
ele dei-lhe um estalinho e disse "amei
a noite, mas tenho realmente que ir ", fui em direção
a Julian (com a mão toda melada), parei do seu lado
sorri e lambi o dedo... ouvi quando ele soltou um
gemido que mais parecia de dor que tesão, continuei
andando e fui me despedir da galera. Falei pra Mari
que ela não precisava me levar em casa, pois pegaria
taxi, sai da boite.
Quando estava já pra entrar no taxi senti uma mão no
meu ombro e a voz de Julian...
"Onde pensa que vai?" ele me perguntou, e eu respondi
com cara de cadela no cio... " Vou pra cama", ele
então me olhou com olhos de canibal e disse "Só vai se
for pra minha!". Ele então me segurou forte pelos
braços (ai que tesão) e me levou pro seu carro.
Entrei, sentei, sorri e perguntei pra ele o que ele
ainda esperava? Ele não falou nada, só ligou o carro e
saiu a toda velocidade. Eu já tava toda molhada pelo
ocorrido e cheia de tesão (a esse ponto já sentia a
minha buceta latejar!) abri a calça dele e comecei a
chupar aquele pau delicioso (devia Ter uns vinte
centómetros, era grosso e todo rosinha, era LINDO!!!),
ele diminuiu a velocidade do carro pra aproveitar
melhor o boquete (esse pra mim é o melhor tipo de
forma de prazer! AMO CHUPAR!!!), e a cada gemido que
ele dava eu molhava mais a minha calcinha. Chupei como
nunca na minha vida, mordi, lambi muito tanto o pau
quanto o saco dele, até ele me avisar entre gemidos e
sussurros que gozaria (PRONTO... fiquei alucinada,
  acreditem ou não... gozei ali mesmo, sem nem tocar
na minha buceta... só de saber que ele tava pra
gozar... hummmmmm...) aumentei o rítimo até ele tentar
puxar a minha cabeça pra que eu pudesse tirar seu
mastro da minha boca (até parece que eu tiraria ele de
dentro da minha garganta!), olhei pra ele bem nos
olhos e falei " vai meu safado... vai... goza pra sua
putinha, vai... e me da logo seu leite...", abocanhei
outra vez o mastro do meu macho a tempo de sentir a
mão dele puxando meu cabelo, e aquele jato quente
inundando a minha boca e garganta (quase gozei
novamente!), e como toda boa putinha... bebi todo o
leite do meu macho, e ainda lambi os lábios com
vontade de quero mais!
Ainda ouço aqueles gemidinhos maravilhosos, e sempre
fico cheia de tesão só de pensar. Bom, nessa noite
acabou acontecendo muito, mais muito mais que isso
entre eu e Julian, só que o resto eu conto numa
próxima vez.


UMA NOITE ESPECIAL

autor desconhecido

" Na véspera do ultimo Natal eu tomava vinho com um
amigo, quando minha vizinha Ana trouxe sua cunhada
Claudia para conhecer-me. Embora morassemos no mesmo
andar, nao tinhamos intimidade, e aquele gesto foi para
mim uma grande surpresa. Enquanto conversavamos,
disfarçadamente analisei Claudia: loura, 19 anos, olhos
azuis, seios firmes e pequenos, bumbum arrebitado do
tipo das cariocas. Usava um short bem curtinho que
deixava a mostra metade de sua bela bundinha. Senti
imediatamente uma vontade enorme de morder aquelas
curvinhas e prometi a mim mesmo que o faria assim que
tivesse uma oportunidade. Mas, para minha decepçao, foi
Ana quem veio encostar-se em mim, enquanto Carlos, o
meu amigo, arrastava Claudia para outra parte do
apartamento. Concentrei minha atençao em Ana e desci-
lhe a blusa, apertei um dos biquinhos dos seios,
mordisquei o outro e apertei minhas coxas entre as
suas. Quando a penetrei de um so golpe, fui envolvido
por suas pernas, enquanto ela cadenciava nossos
  movimentos. Dando um grito rouco, ela me apertou
ainda mais como que a me avisar que estava gozando.
Levantei-me para ir ao banheiro, mas como Carlos ja
estava la dei uma olhada para dentro do quarto e quando
vi a Claudia deitada na cama, de pernas abertas, nua em
pelo. Os seus mamilos estavam tremulos, seus pelos
pubianos brilhavam intensamente, talvez pelo suor do
seu corpo; sua respiraçao estava ofegante e todo o seu
corpo tremia de excitaçao. Sentei-me ao seu lado e
disse: "Acho que voce nao conseguiu gozar". Claudia
assustou-se, uma vez que estava com os olhos fechados.
Recobrada do susto, disse em voz entrecortada: "Näo,
não cosegui gozar. Seu amigo parece um galinho. Foi so
por o cacete dentro de mim que acabou num instante e
nem deu tempo para que eu sentisse um pouquinho de
prazer" Debrucei-me sobre aquele corpo delicioso,
beijei-lhe os cabelos, os olhos, o nariz, a boca e,
lentamente desci para seus pequenos seios, sugandn-os
alternadamente. Claudia tremeu dos pés
  a cabeça e pediu para que eu a penetrasse.
Delicadamente introduzi um, depois dois e em seguida
tres dedos em sua xoxota umida, ao mesmo tempo em que
pressionava o seu clitoris. Retirei os dedos, abrindo
os grandes labios e liberei aquele mimoso botäo rosado
que implorava por uma soberba lambida. Claudia
enlouquecia de prazer a cada contato de minha lingua
com seu clitoris. Quando introduzi meu penis em sua
boceta. Tinha inundada daquele liquido espesso, ela
parecia quer traga-lo de uma so vez. Enlaçando-me pela
cintura com as pernas, Claudia enfiou as unhas nas
minhas costas e corneçou a morder meu membro
delicadamente. De repente, ela crispou os labios e,
gemendo, faiou bem alto: "Estou gozando, estou gozando,
meu macho... " Quase no mesmo instante, senti uma onda
percorrer meu corpo. Meu pau avolumou-se em sua boceta
os movimentos de vaivém começaram a intensificar-se e,
com um gemido sufocado inundei sua xoxota de esperma.
Exaustos e ainda abraçados, adormecemos. Pouco
tempo depois acordei com sua respiraçäo tranqiiila
junto de minha boca. Comecei a acaricia-la na bundinha
e ela, percebendo minha intençao, disse que nao
conseguida agiientar meu cacete em seu cuzinho, pois
seu buraco era virgem. Ignorei suas palavras, virei-a
de costas e comecei a beijar-1he a cintura, com o dedo
indicador passei a fazer movimenfos circulares na
pontinha do seu anus com leves introduçoes. Sentia na
ponta do dedo seu cuzinho contrair-se e quando coloquei
minha lingua naquele botao marrom-escuro, senti
escorrer de sua boceta o liquido lubrificante,
indispensavel para que eu pudesse penetra-la por tras.
Com os dedos em sua boceta, Claudia levantou levemente
a bunda e pensei comigo: "É agora". Puxei-a para a
beira da cama, de maneira a deixa-la de joelhos no chao
e com o resto do corpo sobre a cama e fui explorando
delicadamente seu cuzinho com a cabeça do meu pau.
Sempre com o maior cuidado possivel, fui forçando a
passagem até entäo inexplorada, e logo senti
minhas bolas batendo contra a abertura de sua
bocetinha. Meus movimentos de vaivém fizeram com que
ela gritasse um pouco mais alto enquanto dizia coisas
desconexas, como "me fode", "me rasga", "fala que voce
gosta de mulher tarada", "me chama de puta e enterra
esta pica no meu cu", e assim por diante. Mordi sua
nuca, apertei ainda mais seu clitoris e enfiei de uma
vez meu cacete naquele cuzinho apertado. Claudia gemeu
alto. Eu dei um urro e despejei toda a minha carga de
esperma no seu reto. Claudia viajou logo depois do
Natal e nunca mais a encontrei.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Viagem a trabalho c/ uma gatinha

autor desconhecido

Tenho 37 anos, bem posicionado profissionalmente, boa
aparência, com 1,80 metros de altura, corpo cuidado em
academia e, modéstia parte, desperto a atenção das
mulheres. Há algum tempo atrás tive uma colega de
trabalho e viajamos sozinhos juntos para o interior de
Minas para fazer um trabalho. Ela era bem mais nova, 19
anos, tinha acabado de entrar na empresa e tinha sido
designada como minha assistente para aquele trabalho.
Pelo contato muito próximo nesses dias, acabou rolando
um jogo de sedução. Passávamos o dia inteiro juntos na
empresa que estávamos dando consultoria. A cidade era
pequena e não havia muito o que fazer fora trabalhar.
Jantávamos juntos e muitas vezes ficávamos no quarto de
um ou de outro conversando ou assistindo TV até a hora
de dormir. Numa dessas ocasiões, em função do calor,
fomos tomar um banho de piscina à noite. Ai o clima
esquentou. Ficamos conversando dentro d'água, muito
próximos um do outro, perto da borda da piscina. Ás
vezes eu a segurava ou ela se apoiava em mim e com isso
meu pau já duro ficava roçando sua bunda e suas pernas.
Eu já não estava agüentando mais e numa dessas
situações eu aproveitei, a segurei firme e lhe beijei,
encostando meu pau duríssimo dentro da sunga em sua
bucetinha, por cima do biquini. Ela correspondeu ao
beijo, mas depois se esquivou, disse que era loucura e
eu não insisti. Depois que fomos tomar banho, nos
encontramos no quarto dela, como fizemos nas noites
anteriores. Ela estava vestida com roupas leves: um
shortinho branco de algodão e uma camiseta sem sutien e
eu de camisa e bermuda, sem cueca. Com um clima
diferente e já com mais intimidade depois do que
aconteceu na piscina, ficamos lado a lado recostados na
cabeceira da cama. Comecei a chegar cada vez mais perto
à medida que conversávamos. Ficamos meio que recostados
um no outro, trocando alguns carinhos disfarçadamente.
Não houve como resistir e começamos nos beijar. Foi uma
delícia nós dois deitados, eu com minha bermuda
estufada, totalmente encaixado entre suas pernas e com
minha mão apertando aquela bunda gostosa. Apesar do
tesão enorme, ela não quis transar nessa noite e mais
uma vez eu não insisti. Pedi pra dormir ali com ela e
ela concordou. Como eu continuava de pau duro a bermuda
estava incomodando, tirei minha bermuda por baixo do
lençol. Quando ela percebeu meu pau livre, deu um
sorriso maroto e se encostou mais ainda. Dormimos
assim, abraçadinhos, com minhas mãos bobas passeando
por todo seu corpo e com meu pau roçando a noite toda
em sua bundinha e em suas coxas. Durante a noite senti
por várias vezes ela segurando e apertando meu pau,
pensado que eu estava dormindo. De manhã cedo, ela
tirou o lençol que me cobria e disse que queria me
observar assim completamente nu antes que eu saísse pro
meu quarto para me trocar. Foi delicioso, leve e serviu
para apimentar mais ainda o que estava acontecendo.
Nessa noite ficamos por aí, mas não me importei muito,
pois ainda tínhamos mais dias pela frente. No dia
seguinte, foi uma cumplicidade total, com carinhos
disfarçados durante todo o dia de trabalho. Sempre que
estávamos sozinhos na sala, rolava um beijinho, uma
passada de mão em sua bunda, um abraço ousado, etc...
Não conseguíamos esconder a ansiedade para estarmos
juntos a noite. Quando chegamos ao hotel, mal acabei de
tomar banho, ela veio para o meu quarto. Também já
tinha tomado banho. À noite, saímos para jantar como
dois namorados, cheios de tesão. Jantamos e voltamos
direto pro hotel, dessa vez para o meu quarto. Já
entrei no quarto, beijando-a e jogando ela na cama.
Beijei sua boca, seu pescoço, lambi sua orelha, sua
nuca. Fui descendo devagar, levantei a blusa (ela
testava sem sutien) de onde saltaram seus peitos
durinhos, de tamanho médio. Beijei e lambi
demoradamente cada um deles, enquanto ela arfava e
alisava minha cabeça. Continuei descendo por sua
barriguinha lisa, até abrir sua calça. Tirei sua calça
e passei a beijar seu ventre, as pernas, a virilha,
provocando em volta da bucetinha. Lambi a bucetinha
ainda por cima da minúscula calcinha branca. Virei-a de
costas e subi para beijar sua nuca e voltei a descer
devagar por suas costas, ao longo de sua coluna, até
atingir sua bunda. Tirei a calcinha com a boca e passei
a lamber e beijar sua bunda gostosa. Beijava a
buchechinha da bunda, depois enfiava o rosto no meio e
lambia desde sua bucetinha até o seu anelzinho. Ela
estava delirando, ofegante, falando coisas sem sentido.
Depois dessa "tortura", virei-a de frente e cai de boca
em sua bucetinha, de pelos bem aparadinhos. Nossa,
adoro chupar uma buceta. Me deliciei com seu sabor,
caprichando em seu grelinho.Lambi, beijei, chupei até
ela explodir num orgasmo violento e barulhento,
segurando minha cabeça entre suas pernas. Depois ela
puxou meu rosto e me deu um longo beijo. Logo em
seguida, ela veio por cima de mim e começou a tirar
minha roupa. Abriu minha caça e a abaixou juntamente
com minha cueca. Meu pau saltou duro, enorme, com a
cabeça vermelha pulsando de tanto tesão. Ela beijou meu
peito e foi descendo vagarosamente, beijando minha
barriga, a virilha, minhas bolas até beijar a ponta da
glande e coloca-lo na boca. Fiquei surpreso. Como ela
chupava bem, fazia devagar, com prazer. Lambendo,
beijando, envolvendo com a boca, punhetando, nossa, uma
maravilha. Não agüentei muito tempo ver aquele rosto
angelical com meu pau em seus lábios, alisando meus
ovos e explodi despejando tudo em sua boquinha. Ela não
tirou meu pau da boca, o que acabou por me manter
excitado. Recomecei a beija-la toda até chupar sua
bucetinha novamente. Fui por cima dela e enfiei meu
cassete pela primeira vez naquela xoxotinha deliciosa.
Bombava enquanto alisava seu grelinho. Mudei de posição
várias vezes, colocando ela de lado, depois por cima me
calvalgando e finalmente de quatro. Nessa posição
comecei a passar o dedo em seu cuzinho que insistia em
piscar pra mim. Tirei meu pau de sua buceta e enfie
meus dedos. Depois, com os dedos lubrificados, comecei
a enfia-los devagar em seu rabinho para sentir sua
reação, enquanto voltava com o pau para sua xoxota. Ela
que já tinha tido uns dois orgasmos se derreteu toda e
empinou mais ainda sua bundinha. Depois de preparado o
terreno com os dedos, tirei meu pau de sua buceta e
cravei no seu rabinho. Como já estava elastecido, não
tive dificuldades. Passei a meter ritimadamente
enquanto alisava sua bucetinha por baixo. Aquilo foi
demais. Estava comendo a bundinha maravilhosa de minha
colega de 19 aninhos, com ela delirando. Ela gozou mais
uma vez e eu, quase ao mesmo tempo, despejei meu leite
bem fundo em seu cuzinho. Nossa, quase desmaiamos
depois. Foi delicioso. Ainda curtimos vários dias dessa
maravilhosa viagem de trabalho. Ela me confessou depois
que não tinha tanta experiência e que com os poucos
homens que saiu jamais tinha sentido tanto prazer como
naqueles dias. Por outro lado, o que ela mais gostava
era de chupar um caralho o que ela realmente fazia
muito bem. Até hoje nunca encontrei nenhuma gata que
faça um boquete com ela, tão gostoso e com tanto
prazer. Passei a ter um caso com essa gatinha que durou
uns dois anos. Detalhe: ela era noiva e eu era casado.
Fizemos de tudo nesse período. Transamos no escritório,
na cama dela, em minha casa, no carro, isso sem contar
às vezes em que ela fazia o que mais gostava que era me
chupar nos ocasiões mais diversas como na cozinha de
seu ap com gente em casa, dentro do carro, em garagens,
na escada do prédio dela, no provador de uma loja de
roupas masculinas, quando fui experimentar uma calça e
ela entrou comigo, etc.....Um monte de loucuras e
aventuras deliciosas. Depois conto algumas

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

ELIANA

autor desconhecido

"Tudo começou através de uma descontraída troca mensagesn com Eliana, . A coisa ficou mais séria
quando ela escreveu dizendo que, na semana seguinte,
chegaria para me conhecer. - Estou supercuriosa, não
agüento mais a expectativa de fazer amor com você ao
vivo..., escreveu.
Confesso que fiquei nervoso, preocupado com uma
desilusão. Mas preparei tudo para recepcionar Eliana
da melhor forma possível. Por isso, levei um susto
quando, dois dias antes do combinado, um colega de
serviço, o Flávio, avisou que ela tinha ligado, dizendo que já estava na cidade, a caminho da firma.
-Mulher nova no pedaço, Milton?
- Não, é uma prima que mora longe daqui. Mas ela é casada, rapaz..., desconversei, sentindo que não tinha convencido
ninguém.
  Quando tem sacanagem no meio, fica difícil disfarçar, não é? Meia hora depois, uma mulher linda chamava a atenção do pessoal na recepção. Era a própria! Bem mais bonita e sensual do que na foto que tinha enviado. Com um tapinha nas costas, Flávio me fulminou: - Cara de sorte você! Para encurtar a conversa, tratei de levá-la logo para casa, louco para conversar mais à vontade com Eliana. Sentir o perfume dela, começava a me dar tesão. . Chegando lá, disse que estava cansada e que gostaria de tomar um banho, para relaxar. Foi tirando a roupa com o máximo de naturalidade, como se fôssemos casados
há anos. A saia para um lado, o sutiã para o outro...
Vamos tomar banho juntos? A pergunta resumia tudo e
não perdi tempo. Eliana tinha um corpo lindo, com tudo
em cima, da bundinha aos peitos. Começamos a nos
beijar com vontade, depois do nosso tesão ficar restrito por tanto tempo às folhas de papel. Passei a chupar aquelas tetinhas maravilhosas e a acariciar as coxas. Ela era toda cheirosa, nem precisava de banho... Meu pau sarrava Eliana de lado, procurando desesperadamente a xoxota inchadinha, aquele objeto de desejo ainda guardado na calcinha. Para desespero meu, Eliana deu uma freada na minha vontade, pedindo que
mostrasse a cidade a ela.  - Temos todo o tempo do mundo, querido. Aquilo me deixou mais excitado. Liguei para o trabalho e disse que não voltaria, estava fechando um negócio importante. E não era? A porra é que quem atendeu foi o Flávio, e não perdeu a viagem:  - Fechando negócio, camarada? Pensei que você
já estivesse abrindo o dito cujo!  Pensei em mandá-lo à merda, mas preferi rir, cínico: - É um negocio da China, meu querido.
Dei umas voltas com Eliana, mostrando os pontos turísticos e programando uma saída à noite para dançar. Andamos, fizemos compras, fomos à praia e, depois, dançamos muito.  Na volta, tive a recompensa, após um novo banho. Deitamos e começamos a trocar uma gostosa energia, num sessenta-e-nove arretado. Ela
tinha um grelinho com gosto de pitanga madura. Chupava a boceta rosada, enfiando a língua o máximo que podia, enquanto ela me dava pequenas mordidas, mamando loucamente a minha pica. Confesso que foi a primeira grande chupada da minha vida! As outras se limitavam a uns beijinhos na cabeça do bravo... Depois, passamos para um papai-e-mamãe caprichado. Desses que a gente só vê em vídeo erótico. Ao gozar dentro dela, pensei
que não fosse parar mais, de tão gostosa que estava aquela grutinha! Ela parecia abrir e fechar a porta da caverna, no ritmo das minhas bombadas. - Ai, que gostoso, meu furacão. Não para porque eu estou gozando..., dizia, com as unhas compridas cravadas nas minhas costas. Depois, ainda louca de desejo, pediu
para passar o pau entre os peitos dela. Os bichinhos eram tão durinhos que emparedaram o danado. Fiquei roçando ali como se continuasse dentro daquela molhadinha sapeca. Ia e vinha, aumentando a velocidade cada vez mais. A cabeçorra quase encostando na boca de Eliana, que ria bonito. Ela sabia que eu ia acabar gozando ali mesmo, e que sobraria porra pra tudo que é
canto. Quando fui gozar, ela se inclinou e abocanhou o martelo. 0 jato deve ter ido direto ao estômago da tinhosa!
Durante uma semana, continuamos aquela festa dos
deuses, até Eliana ter que ir embora. Não sem antes
brincar comigo de todas as formas e em todos os
locais. A mulher era quentíssima, capaz de cansar um
exército de bombeiros.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A Putinha de Dezoito Anos

20017

De: Paulo Mohylovski <mohylovski@yahoo.com.br>

  Chovia muito. Na verdade, chovia pra caralho. Eu estava dirigindo de volta para minha casa, de madrugada. Eu não tinha carro. Eu dirigia a viatura da delegacia. Era uma carroça velha, mas o delegado ficava puto da vida se alguém usasse a viatura sem a sua permissão. Eu era o único que usava a viatura sem autorização. Eu estava cagando pro delegado.
Não suporto esses almofadinhas metidos a valentões. Estudam, se formam, se tornam delegados, mas cagam de medo no primeiro tiro que ouvem. Já vi muito neguinho metido a macho se cagando nas calças quando entraram num tiroteio pela primeira vez.
  Mas deixa isso pra lá. Não vou contar nenhuma história de bandido. Vou contar a história de uma putinha que eu conheci naquela noite chuvosa.
  Como eu disse, chovia pra caralho e era bem tarde da noite. Eu estava cansado, mas também estava com um tesão fodido. Resolvi que desviaria um pouco do meu caminho para pegar a avenida das putas.
  Eu já conhecia algumas delas. Elas gostavam de mim, quando não tinham medo. Tem dia que me torno um cara muito mau, como se fosse um encosto que tivesse tomando posse do meu corpo. Eu gostava de colocar uma ou outra no "bom caminho". Nem que pra isso precisasse dar uns tabefes nelas.
  Naquela noite, eu estava calmo. Não havia quase nenhuma puta na avenida. Uma ou outra ainda batalhavam um trocado, mas eram caídas demais.
Até que vi uma belezinha encostada numa árvore. A chuva já tinha passado. Ela estava com uma minissaia branca, bem curta, mostrando dois pares de coxas deliciosas. Era uma fartura de carne.
Estava com um top. Os peitos pareciam que ia escapulir a qualquer momento. Ela ainda não tinha se dado conta que estava sendo observada.
Estava meio escuro debaixo da árvore, mas vi que ela estava acendendo um cigarro. Vi o clarão da chama do isqueiro. Ela fez um biquinho e deu uma bela tragada. Saquei que não era nicotina. Era erva. Fiquei puto. Não tenho nada com quem se droga ou vende o corpo, mesmo sendo ilegal. Eu cuido só de cadáveres. Mas fiquei puto com ela. E sem saber muito bem porque.
  Talvez porque a garota aparentasse ser bem jovem. E também não tinha jeito de ser uma daquelas putas decadentes daquele lugar. Ela parecia mais uma "patricinha". Por um momento, pensei nos pais da garota. Deviam estar preocupados e ela, nem ali. Ela só queria se drogar e se prostituir.
Resolvi dar um aperto na garota.
  Encostei a viatura. A safada continuou fumando. Desci do carro e me coloquei debaixo da árvore, junto com a garota.
  Ela me olhou com desdém.
  - Noite fria, não é mesmo? - perguntei.
  Ela não respondeu nada. Deu outra tragada no cigarro.
  - É melhor você apagar isso, garota.
  Ela me olhou de uma maneira desafiante:
  - Vai tomar no cu!
  - Como é que é?
  - Vai se foder, seu imbecil.
  Meu sangue ferveu. Peguei-a pelo braço e a joguei contra a árvore. Ela tentou me chutar. Conseguiu se desvencilhar. Puxou um estilete da bolsa.
  - Se der mais um passo, eu te furo.
  A garota parecia uma fera encurralada. Os seus olhos estavam esbugalhados. Enlouquecidos. Eu me aproximei lentamente:
  - Calma com esta faca, neném.
  - Neném é a puta que te pariu!
  Consegui dar a volta por trás dela e torci seu braço com toda força. Ela deu um grito agudo de dor e soltou o estilete.
  - E agora? Tá mais calminha?
  - Me solta, seu filho da puta. Meu pai é coronel do exército. Ele vai te foder.
  - E seu pai sabe que você roda bolsinha?
  - Não é da sua conta. Me solta!
  - É melhor ficar mais calma que nós vamos dar um voltinha.
  Consegui colocar as algemas nos seus braços. Eu sempre fui bom em prender alguém com uma mão e com a outra prendê-lo com a algema. Eu era o melhor nos tempos da academia de polícia.
  A garota continuou se debatendo por um tempo, depois parou. Eu abri a porta detrás da viatura e coloquei no "chiqueirinho".
  Ela ficou louca. Entrei na viatura e dei a partida. Ela começou a me xingar e a me ameaçar. Depois de um tempo ficou quieta.
  - Tá mais calma? - perguntei.
  Ela colocou o rosto na fresta da janela que liga a parte de frente da viatura com a parte de trás.
  - Teu problema é falta de mulher, cara!
  - Você acertou. Não fodo uma há mais de seis meses.
  - O que aconteceu? Tua mulher te largou?
  - Não, ela morreu.
  Ela não falou nada por um minuto.
  - Sinto muito, cara! - ela disse.
  Parei a viatura e acendi um cigarro:
  - Eu também não queria te prender.
  - Eu sei. Você só quer me comer.
  Dei risada:
  - Você acertou mais uma vez.
  - Me solta desta algema e eu te prometo te fazer o cara mais feliz do mundo.
  Dei outra risada:
  - E quando você estiver solta? Vai me dar um chute no saco ou vai sair correndo?
  - Nem uma coisa, nem outra. Eu vou dar pra você, cara!
  - Taí, gostei do que você disse.
  Dei a volta pela viatura e abri a porta do "chiqueirinho".
  - Como é seu nome?
  - Kátia.
  Ela estava de pernas abertas. Não usava calcinha. E também não tinha pêlo algum na vagina.
  - Você tem quantos anos, Kátia?
  - Fiz 18 no mês passado.
  Ela pulou da viatura e deu as costas para mim. Senti o cheiro do seu perfume vagabundo e do seu suor. Kátia se encostou em mim.
  - Você é tão másculo. Adoro policiais.
  - E eu adoro putinhas de dezoito anos...
  Ela riu.
  Quando se viu solta, ela se aproximou de mim e me abraçou. A sua mão deslizou suavemente pelo meio das minhas pernas e apertou meu pau, que já estava duro.
  Fechei os olhos. Este foi meu erro. Numa agilidade de gata selvagem, ela tirou meu revólver da minha cintura e apontou a arma para mim:
  - Agora vamos ver quem manda! - ela disse.
  - Kátia...
  - Cala a boca, seu idiota! Agora pra dentro.
  - Cuidado com esse revólver.
  - Você acha que eu não sei mexer com uma arma? Eu não disse que meu pai era do exército?
  Fui colocado no "chiqueirinho". Ela entrou na viatura e deu a partida.
Começou a fazer loucuras pelo trânsito. Não havia nenhum carro da polícia por perto. Ela dirigiu a toda velocidade pela Marginal e acabou me levando até a represa, num lugar deserto.
  Já estava vendo as manchetes no dia seguinte: "Policial executado por garota de programa".
  - Desce! - ela disse, apontando a arma para mim.
  Desci.
  - Kátia, seja razoável.
  - Eu vou ser: tire a roupa!
  - Como assim?
  - Quero te ver peladinho.
  Tive que obedecê-la. Tirei a roupa. Naquelas circunstâncias, era esquisito, mas eu fiquei de pau duro. Kátia olhou pro meu pinto.
  - Hummm... - ela gemeu.
  - Kátia, por favor.
  - Cala a boca! Quero ver você bater punheta. Quero ver você gozar que nem um adolescente. Agora
  - E seu eu não obedecer?
  Kátia apontou a arma para mim e atirou. O tiro passou zunindo pela minha cabeça. Comecei a me masturbar rapidamente. Kátia se sentou na viatura e abriu as pernas:
  - Pode dar uma boa olhada na minha buceta.
  Olhei. Era uma bucetinha linda, carnuda. Ela abriu os lábios. Estava úmida. Escorrendo de prazer. Meu pau dobrou de tamanho.
  - Kátia, vamos esquecer tudo e vamos trepar.
  - Vou pensar no seu caso. - ela disse e virou de costas.
  Ergueu a minissaia e mostrou uma bunda maravilhosa, com uma marca mínima de biquíni. Depois abriu as duas metades e vi o mais belo cu do mundo. Fiquei enlouquecido de tesão.
  - Eu vou te comer, sua puta.
  - Vem, vem logo. Eu tô pegando fogo.
  Foi uma loucura. Eu me atirei em cima dela. A arma caiu das suas mãos e ficou esquecida no chão da viatura.
  Kátia se estendeu no banco, de bruços. A bunda arrebitada, os cabelos loiros jogados displicentemente pra fora do banco.
  Quando dei a primeira estocada na sua buceta, ela deu um gemido suave, mas depois foram verdadeiros gritos de prazer que ressoavam no meio daquele nada.
  Meu pau estava todo enterrado na sua bucetinha. Eu estava suado, ofegante e enfiando, enfiando sem parar.
  - Acaba comigo, policial, me faz gozar. Me faz...
  Enfiei com força. Segurei-a pelos cabelos; ela ergueu a cabeça, abriu a boca, gemeu e disse:
  - Faz com força, com muita força...
  Tirei meu pau da buceta e enfiei no seu cu. Entrou fácil. Senti minha pica sendo envolvida pelo seu ânus. Foi delicioso. Comecei a cavoucar com força, estocando no fundo das suas entranhas.
  Kátia não parava mais de gemer, até que ela gritou como uma selvagem:
  - Esporra no meu cu, esporra!
  Dei uma estocada funda e fui tirando meu pau enquanto esporrava sem parar. Kátia começou a chorar tão logo eu terminei:
  - O que foi? - perguntei, atônito.
  - Quando eu gozo deste jeito, eu começo a chorar. Sei lá o que acontece.
Eu sei que é sempre assim quando eu gozo de verdade.
  Eu a levei de volta para o mesmo lugar. Estava amanhecendo. Voltou a chover. Kátia se despediu de mim com um sorriso triste. Virou as costas e sumiu.
  Para sempre...
   ___________
Mohylovski é um mestre em escrever contos eróticos. Vale a pena dar uma pesquisada . Eu tinha vários contos dele mas perdi numa bobeada. Quem tiver e quiser me enviar eu agradeço .  Outros textos dele podem ser lidos em 
http://recantodasletras.uol.com.br/autor_textos.php?id=72420

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

PRAZERES DE UMA VIÚVA SOLITÁRIA E OTS

PRAZERES DE UMA VIUVA SOLITÁRIA
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autor desconhecido

Sou uma mulher criada no interior sob rígidos princípios religiosos. Casei-me muito nova  e virgem! Apenas  tive aqueles namoricos de jovens de minha idade. Para vocês terem uma idéia, eu vi, mas  só toquei o pinto do meu marido depois de casada. Antes, nunca tinha  visto um.
O pau que vi pela primeira vez foi o mesmo que tirou a minha  virgindade.
Com o passar do tempo, fui me acostumando, pegando
liberdade em me mostrar para ele e também em olhar pegar em seu corpo meu marido foi o meu mestre,
meu homem, meu amante  de verdade. Foi com  ele que me tornei mulher e passei a ter uma vida feliz, cheia de amor, carinho e, por que não dizer, cheia de sexo, que e uma coisa muito gostosa.
Mas hoje estou sozinha pois perdi o meu homem ha cinco anos. Meus filhos estão criados. São três, todos casados. Este ano, eu completei 49 anos.
Eu e meu marido éramos  funcionários públicos. Ainda 
continuo na luta, talvez ate o ano que vem. Mas, relembrando o passado, recordo detalhe por detalhe todo o nosso amor, a nossa vida a dois. 
Aprendi de tudo na cama. Nunca tive  duvidas sobre o que fazer para obter e dar prazer a ele.
Fazíamos de tudo um pouco, pois a gente não se
cansava, era um fogo so!
Ainda  quando morávamos em  Minas Gerais, antes de vir para Brasília,tornei-me uma verdadeira aluna na arte de amar, uma vez que ele era mais velho que eu e o homem adquire vasta experiência sexual bem antes da
mulher. Nunca perdi o pique, pois aprendi a usar as
minhas  mãos, a minha cabeça para criar fantasias e ser uma verdadeira  amante.
Hoje, perdi um pouco de  minha exuberância. Mas tenho
um bom dote nos seios. Eles são grandes, tem aureolas amplas, bicos rígidos e  salientes, apesar de minha idade e de ter amamentado três filhos. 
Meus quadris são largos e o bumbum avantajado, grande
mesmo. As coxas ainda mantém a proporção do meu corpo, mas, e bom deixar claro, sem celulites.
A minha pomba, se vocês permitirem dizer, apenas meu
marido usou. Usou não é bem o verbo, ele a amou mesmo. Tenho tanta certeza desse amor  que ate
hoje  a mantenho  do jeito que ele  sempre gostou:
bem  cabeluda. 
É que eu sempre fui mulher como ele queria e ele, por sua vez, um homem para me satisfazer em todos os sentidos. Por tudo isso,  jamais  me depilei, senão quando nasceram meus filhos. Depois disso, e já faz anos, nunca mais a
raspei. No inicio para fazer o gosto dele e, depois,
porque passei a gostar do meu corpo assim, bem natural. E, por natureza, sempre fui bem provida de pelos nas pernas, nas coxas, no  antebraço. Ate  meus cílios  são bem
compactos.
Depois da minha viuves tornei-me mais livre, mas
também solitária. Livre para procurar outro homem. Entretanto, isso nunca fiz  e nem penso  em fazer, pois acho que não pegaria bem na minha idade sair por ai procurando rola, porque era so o que  iria encontrar  mesmo.
Afinal, para compromisso mais serio, os homens preferem as  mulheres novinhas e  bonitinhas que estão dando sopa.
Mas, vou confessar a vocês, descobri uma tática de me amar e acalmar o meu tesão enrustido. O meu ginecologista  ainda é o mesmo  de casada.
Por sinal, e o único homem que, alem do meu marido,
conheceu meu corpo. Acredito que, se mudar agora, ele vai estranhar, pois sempre  fui branca
e peluda. Trago entre as pernas uma verdadeira
floresta. É  uma pena que hoje isso esteja fora de moda. Como sempre os  adorei assim, mantenho os pelos bem longos. Eles continuam lindos e abundantes.
Se eu disser  que não sinto  falta de um falo pulsando
dentro  de mim, estou mentindo, pois sempre adorei ser castigada pela espada do meu marido. A solidão me faz lembrar  das vezes em que  chorei e gritei ao ser penetrada por aquele tronco robusto, cabeludo, com
veias salientes cheio de leite esbranquecido para me fazer feliz!
Lembro como era  gostoso sentir no anus o seu pulsar e a sua descarga nas minhas  entranhas. Sentia minhas tripas. queimarem. Eu viajava espetada, gemendo, urrando, gritando o quanto estava gostoso ter aquela rola dentro da minha bunda. A minha pomba cabeluda se melecava toda, meu clitóris inchava de tanto ser puxado e
apertado por seus dedos. Junto com o clitóris, ele puxava  os pelos da minha gruta. Era assim que ele penetrava meu anus e era assim que eu gozava com o seu talo atolado ate o saco.
Ele sempre gostou de lamber minha fenda. Eu  adorava
e  sentia orgasmos  ao ter o seu bigode se enroscando em meus pelos. Também delirava com a sua língua.
Aprendi e gostava muito de chupar o seu cajado. Vibrava quando ele  esporrava em minha  boca, pois,  geralmente,
ele estava com dois dedos enterrados em mim. Ou, então, chicoteando com a língua o meu grelo.
Repito, fui muito feliz ao seu lado. Gozei muito. Tive
incontáveis orgasmos com sua rola, tanto com ela na boceta como na bunda, pois sempre fui muito sensível nesta região. Não foram poucas as vezes em que atingi o climax pelos dois lados ao mesmo tempo. O meu orgasmo sempre foi bastante forte,tanto que, muitas vezes, alem de desmaiar, fiz xixi em sua tora.
Não consigo  entender como  ha mulheres que não conseguem atingir o climax facilmente. Com minha idade na solidão do meu quarto ou no banheiro, apronto
as minhas no quarto, viajo.
Tiro toda a roupa e ai é so passar as mãos nos seios, molho-me toda. Deito na cama e abro as pernas.
Sonho com aqueles momentos de amor, vividos ali, naquele lugar. Pego uma escova de cabelo e começo a pentear meus pelos. Quando sinto o grelo latejar, inverto a posição da escova e passo a usar o cabo. Com ele, faço  pressão sobre o clitóris. Em pouco tempo, já estou suando. Não demoro para estremecer dos pés a cabeça, gemer alto e gozar no cabo da escova.
Muitas vezes chego ate a mijar quando me masturbo de tanto tesão que sinto.
Essa vida de solidão me transformou numa mulher branca, robusta e muito cabeluda, principalmente
na boceta e nas axilas. E é assim que vivo hoje,
lembrando e sentido a falta de uma rola de verdade, a rola da minha vida , a rola do meu amor, a primeira
e única que tive dentro de mim.


A QUATRO É MELHOR!

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autor desconhecido

"Meu nome é Cris. Sou uma morena clara, tipo mignon,
com seios médios empinados e, como meu marido Ricardo
costuma me chamar, "poposuda".
A história que vou contar é totalmente real, e foi com pessoas muito especiais, tanto para mim, quanto para
meu marido. Conhecemos Tati e Lu há alguns meses, e
eles se transformaram em nossos amigos de verdade,
devido à afinidade que existe entre nós. Tati e eu
já "brincamos" muito juntas, a princípio sem a 
participação de nossos maridos. Mas dia vai, dia vem,
as coisas entre nós foram ficando cada vez mais íntimas. Era claro o tesão que nós sentíamos uns pelos outros, sempre com algumas brincadeirinhas, com todo o respeito.
Saímos pra tomar umas bebidinhas, nos descontraímos, e
na volta pra casa resolvemos fazer um joguinho de cartas, onde quem perdia tinha que tirar uma peça de roupa. O tesão pairava no ar...
Tudo já era esperado por nós há tempos, mas como moramos em cidades diferentes, algumas vezes tivemos que adiar nossas vontades.
O primeiro a tirar a roupa foi Lu.  Mas assim que Tati (uma loira linda, com bumbum perfeito, cinturinha fina e seios delicadinhos) e eu começamos a perder... a festa começou!
Ricardo era o mais afoito. Queria acabar o jogo logo.
Mas teve que se conter e esperar,afinal o mais demorado é sempre mais gostoso. Beijei meu marido com loucura, desejo e víamos nossos amigos se tocando ao nosso lado, na mesma cama. Lu estava deitado e Tati sobre seu corpo procurava sua boca com pressa. Fui descendo pelo peito de Ri, beijando seus mamilos, dando mordidas leves nos biquinhos, chegando à sua virilha, passando de leve os lábios na cabecinha de seu pau, que a esta hora estava para lá de duro. Chupei demorada e deliciosamente.
Tati e Lu no maior amasso do mundo, falando coisas no ouvido um do outro, que depois descobrimos ser  quem tomaria a decisão de tocar o outro casal primeiro, e ela iniciou uma chupada fenomenal no Lu, que até hipnotizou meu marido.
Ricardo me deitou na cama, abriu minhas pernas e beijou meus seios, descendo pela minha barriguinha, lambeu minhas coxas e chegou com a sua língua quente na minha bocetinha molhada de tanto tesão. Passava sua língua no meu grelinho inchado, enfiava na minha fendinha, tomava meu melzinho com gosto, fazendo-me contorcer de prazer. Isto tudo sem tirar os olhos de Lu e Tati, que saboreava o pau do marido com toda a habilidade que aquela lingüinha tem e eu conheço tão bem.
Enquanto tirava gemidos de Lu, Tati esticou seu braço
e passou a mão no pau do meu marido, que na hora me
deu uma lambida mais forte, devido ao seu toque. Lu
começou a me tocar os seios de leve e cada vez com mais vontade. Tati se levantou e deu um beijo demorado em Ri, misturando os gostos que estavam na boca um do
outro. Lu virou-se para o meu lado, tocando meu rosto,
colocando seu dedo em minha boca e  eu lambia com  a
vontade. Tati e Ricardo se abraçavam e se beijavam com
o desejo preso em meses de amizade. Ela pegava no pau
dele e o masturbava gostosamente, enquanto ele enfiava
os dedos na bocetinha dela, que a esta hora já gemia
de prazer. Aliás, esta é uma característica de Tati: na hora do tesão, geme de tal forma que deixa todo mundo morrendo de tesão.
Lu também me masturbava, movimentando seus dedos no meu clitóris sensível, e eu passava as mãos em seu
peito e me contorcia toda. Nós nos beijávamos alucinadamente, enroscando nossas línguas, misturando
nossas salivas. Ver meu marido beijando minha "mais
que amiga" e tendo prazer com o marido dela era a
coisa mais deliciosa e safada deste mundo!
Quase no mesmo momento, Tati gozou na mão do meu
marido e eu na mão do marido dela, enchendo o quarto
de cheiro de sexo. Ela então se abaixou e tocou os
lábios no pau de Ricardo, depois o enfiou todinho na
boca, deliciando-se como se fosse um sorvete, chupando
com pressa, com vontade louca, e depois diminuindo o
ritmo, o deixando louco. Neste mesmo tempo, enquanto
Lu estava deitado, fui por sobre seu corpo e passei a
língua em seu peito. Cheguei à virilha, passei meu
rosto no pau, coloquei a cabecinha na boca, dando
lambidinhas leves e depois rápidas, fazendo um vai-e-
vem só nesta parte. Ele gemia baixinho e se arrepiava,
e, quando ele menos esperava, coloquei tudinho na boca, chegando perto da raiz, ao mesmo tempo que minha
língua continuava brincando com a cabecinha.
Enfiava e tirava seu pau quente e duro como pedra da minha boca sedenta  e observava a cara de tesão do meu marido.
Sua fisionomia se transformava a cada chupada de Tati.
Ri puxou Tati e a deitou. Subiu em seu corpo e beijou
seu pescoço, seus seios, lambeu sua xaninha molhadinha
e enfiou dois dedos nela, comendo-a maravilhosamente.
Tati não demorou muito e gozou na boca de meu gatão.
Ele se deleitou com o mel. Saí de cima de Lu e fui lamber o pau de Ricardo. Queria que ele gozasse em minha boca. Esperava seu leitinho quente. Tati fez a mesma coisa com Lu. Ri e Lu gozaram em nossas bocas.
Tanto gozo, tanto leite, tanto desejo...
Eles se levantaram e foram pegar uma bebida, enquanto
Tati e eu ficamos lá deitadas. Olhamos uma para a outra e eu disse que havia amado aquilo tudo, e ela confirmou que também havia gostado muito. Nos aproximamos e nos beijamos como duas namoradas. Tati subiu em meu corpo passando sua boca em meus seios, sentia os biquinhos dela tocando minha barriga, sua boca chegou na minha bocetinha ainda quente e mais melada ainda, tamanho era o tesão que sentia. Ela passou a língua na minha rachinha, subiu e colou os lábios no meu grelinho. Chupava, lambia, mordia, me levava à loucura!!! Não agüentei e gozei em sua boca, gemendo como uma devassa. Olhei-a nos olhos e a puxei pra mim. Era a minha vez de levar minha loirinha ao delírio. Esfregava minha coxa em sua xaninha, molhando-me com seu líquido quentinho. Ela se contorcia... Mas eu queria beber tudo, e não apenas me molhar. Desci até a bocetinha mais deliciosa do mundo e enfiei minha língua bem fundo. Tati gemeu alto. Chupei seu clitóris e enfiei dois dedos nela. Comia Tati, enquanto a chupava bem gostoso. Que maravilha!!! Minha loirinha forçava minha cabeça entre suas pernas e se movimentava contra meu rosto. Ela gozou gemendo alto, chamando a atenção de nossos maridos, que estavam observando tudo, sem que nós percebêssemos . Eles chegaram perto, nos beijaram e disseram que tinham as melhores mulheres do mundo!
Não sei se repetiremos a dose algum dia, mas com
certeza esta nossa aventura nunca será por nós
esquecida."