quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Iniciação de uma dona de casa
autor desconhecido

0809095569
Após me deleitar com os relatos desta página decidi dar uma pequena contribuição. Peço desculpas de antemão para possíveis deslizes de grafia.
Pois bem, eu tenho hoje trinta e seis anos, sou moreno
claro, tenho um metro e setenta e nove cm e peso
oitenta e sete kgs, Carla (nome fictício por simples
cautela), minha esposa, tem cinco anos a mais que eu,
é baixinha, um metro e cinquenta e nove e pesa
sessenta e dois quilos, seus cabelos são lisos e finos, castanhos escuro, seus olhos são castanhos, possui uma bela bunda e pernas que muitas garotas ficariam com inveja, mas, o que mais me fascina em Carla são seus seios, são realmente grandes, com bicos rosados, uma verdadeira delicia.
Nós fantasiávamos situações que nos aumentasse o
prezer na hora de fazermos amor, começamos com
insinuações de estarmos transando em lugares
diferentes, depois quando resolvíamos ir a moteis
(para driblar a rotina) assistíamos aos filmes e
perguntávamos um para o outro se gostaria de estar em
uma determinada cena, ou com alguma das pessoas que
apareciam nelas, as respostas eram sempre 'sim', mas,
apenas na hora do tesão, quando saíamos da cama nunca
falávamos sobre o assunto.
Por termos um filho (naquela época ainda pequeno) nossas saídas eram raras e as transas meio as escondidas (quem tem filhos sabe o que falo).
Mas, a cada transa o desejo pelo proibido aumentava,
as conversas ao pé do ouvido, sussurradas, eram cada
dia mais picantes, ao ponto de apenas falar já não ser
suficiente (pelo menos para mim).
Carla era de criação rígida, cheia de tabus e preconceitos, a liberdade (apesar de limitada por sua própria consciência)só foi alcançada após alguns anos de casamento, e porque eu incentivava.
Sentia que aos poucos ela estava se soltando e deixando sua imaginação criar asas.
Como disse, apenas falar já não era mais suficiente.
Em uma de nossas idas ao motel vimos um filme onde a
garota deixava-se penetrar por vários objetos diferentes, notei que Carla ficou muito excitada, perguntei-lhe se ela estava com tesão pelo que via, nessa hora eu estava sentado na cama e encostado na parede, Carla estava deitada em meu lado alisando meu pau e assistindo a cena, seus olhos tinham um brilho diferente, respondeu-me que sim, que aquilo lhe dava tesão.
Levantei-me apanhei sua bolsa e retirei sua escova de
cabelos, com cabo de madeira redondo, me aproximei
dela e comecei a passar as serdas da escova lentamente
pelos seus seios, me detendo mais nos bicos, a resposta foi imediata, seus bicos pareciam querer saltar, ela se retorcia com os olhos fechados, fui baixando a escova pelo seu corpo, enquanto lambia e chupava suas tetas.
Virei a escova e comecei a passar o cabo em volta de
sua bucetinha, nós já havíamos transado uma vez, minha
porra ainda escorria por suas pernas, passei a escova
no líquido que saia de sua bucetinha e lentamente
comecei uma penetração com o caco da escova, ela gemia
baixinho, a escova era pequena, mas, o prazer estava
em quebrar uma barreira, ela arqueava o corpo como que
querendo que a escova entrasse toda em sua chaninha.
Desci com minha lingua por seu corpo e fui de encontro
ao seu grelinho, lambia lentamente enquanto fazia o
vai e vem com a escova, não demorou muito e fui
brindado por um orgasmo estupendo, com gemidos e
palavras de amor e carinho.
Transamos muito nesta noite, ao ponto de fazer uma DP
vaginal, meu pau e a escova .E o melhor, pela primeira
vez algo que não era meu dedo invadia seu ânus, já que
penetração anal era algo que jamais havia sequer
deixado eu tentar.
Após esta noite algumas coisa mudaram para nós,
comecei a olhar Carla como uma mulher quente e cheia de barreiras a serem quebradas, uma verdadeira mina a ser explorada. Ela por sua vez parece ter percebido que um pouco (ou muito) de sacanagem era muito bom e poderia lhe render orgasmos incríveis.
Nossa vida conjugal começava a tomar um novo rumo,
descobríamos novamente o tesão, quase igual aos
primeiros amassos como namorados, aos sarros que
tirávamos escondidos, ás nossas primeiras transas.
Começamos a falar mais sobre sexo, planejávamos nossas
saídas com antecedência, transávamos durante a semana
imaginando e fantasiando nossa ida ao motel no sábado,
que agora começava a ser mais frequente.
Já não levávamos mais apenas a escova, mas, um
verdadeiro arsenal de objetos que pudessem servir para
penetração, préviamente escolhidos, ao ponto de Carla
ir á feira um dia antes apenas para escolher seus
brinquedos, para mim era o máximo.
A cada ida ao motel aumentava o tamanho dos objetos, cenouras, pepinos, abóbrinhas, linguiça, enfim, qualquer coisa que tivesse a forma fálica.
Enfim comprei de presente para Carla um vibrador,
enorme, quase duas vezes o tamanho de meu pau, que
apesar de não ser muito comprido é bastante grosso,
foi uma festa para carla e para mim, pois neste dia
consegui comer seu cuzinho, apesar de alguma
resistência de sua parte, mas, como já penetrava ela
com alguns objetos pequenos, não foi tão difícil assim.
Mas, eu queria mais, muito mais, queria que minha dama
virasse uma verdadeira puta, igualzinho as garotas que
via nos filmes, e podem ter certeza após estas penetrações com os mais diferentes objetos, e muitas
horas de papo sobre sexo, tudo corria para este rumo.
Carla já não tinha tantos pudores, já falava mais
abertamente, fantasiava e contava sua fantasias, ás
vezes sentia que era para me agradar, outras era por
seu próprio prazer.
Não quero lhes encher o saco com um relato longo,
portanto dividirei em partes.
Até aqui minha esposa já havia evoluído, mas, esperem
para saber o que fazemos hoje, pelo menos para mim é
muito, muito excitante.
Até mais.
André
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Minha prostituta particular
autor desconhecido

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Moro em Ribeirão Preto, minha noiva também 
, é uma mulher maravilhosa, branquinha, um metro e setenta e dois, uns sessenta e dois kg, olhos verdes,
cabelo loiro comprido, seios médios, e bumbum grande,
temos uma vida sexual muito gostosa, transar bastante
em todos os momentos que estamos livres. Durante nossas transas ele me dizia que uma de suas fantasias
era se vestir de prostituta e ficar me esperando em
alguma avenida para que eu passasse e a pegasse.
Numa sexta a noite resolvemos realizar sua fantasia, deixei ela na avenida com uma microsaia de vinil, um
topisinho, salto alto e sem calcinha. Andei uns minutos, voltei para pegá-la e na hora que avistei vi que tinha um carro parado e ela estava inclinada convernsando com o cara, percebi que ela estava com a mão dentro do carro e pela forma que movimentava o braço parecia que estava pegando no pau do cara, ele colocou a mão em seus seios e colocou um para fora, na hora fiquei completamente sem reação, quando   ela pegou em sua bolsa seu celular, olhou para meu carro e ligou para o meu, atendi e ela disse que
contou para ele que na verdade estava realizando uma
fantasia com seu noivo e ele propos que adoraria participar, disse para mim que gostaria de aproveitar
e realizar outra fantasia que já tinha me falado
algumas vezes que era transar comigo e mais um cara,
Eu tinha essa vontade também e na hora meu tesão era
tanto que topei, ela entrou no carro dele e foram para
um motel que sempre vamos, fui atrás, esperei eles
entrarem e fui para outro quarto, logo meu celular tocou e ela disse o quarto que estavam, saí do meu e fui para o deles, que era dois ao lado do meu, a porta estava aberta e na hora que entrei não acredidei no que vi, ela estava ajoelhada nos pés dele fazendo um boquete maravilhoso, me aproximei, ele nem se importou com minha presença e ela mandou que eu tirasse minha roupa, obedeci ela e me aproximei, ela sem cerimônia pegou meu pau e começou me punhetar lentamente sem parar de chupar o cara. Após uns dois minutos assim ela deitou na cama, tirou sua roupa e pediu para que nós dois chupassemos ela, caímos de boca um em cada seio, ela se contorcia de tesão, logo fomos descendo e ficamos revesando entre sua buceta e seu cuzinho, após alguns minutos assim ela não aguentando mais pediu para que eu fudesse sua bucetinha, não demorei e comecei a meter gostoso enquanto o cara se posicionou colocando seu pau em sua boca, ela chupava aquele pau de uns dezoito cm como se fosse a coisa mais gostosa do mundo enquanto gemia com meu pau fudendo ela, logo trocamos de posição e pude ver ele a fudendo de quatro enquanto tinha meu pau sendo chupado.
Após ela ter um gozo louco, gritando muito, ela me pediu que eu deitasse, ela deitou em cima de mim e começou a
cavalgar, logo se inclinou e disse ao cara que queria
que ele fudesse seu cuzinho bem devagar, ele não
pensou duas vezes,passou gel em seu cuzinho e foi
colocando lentamente, parou um pouquinho e come
çou a bombar, ela não falava coisa com coisa, gemia
como uma louca, beijava minha boca e dizia que me
amava, que era aquela transa com nós dois era o melhor
presente que já tinha dado para ela e não demorou a
ter outro orgasmo mais forte ainda, ela suava e parecia exausta, pediu para pararmos e deitou, deu um sorriso sapeca e pediu para gozarmos em seu rosto, nos posicionamos e começamos a revesar em sua boca,
seguramos até sentirmos juntos um orgasmo maravilhoso
que nos levou a jorrar rios de porra em sua boca, rosto e seios.
Ela dormiu um pouco enquanto eu e ele fomos para a banheira, ficamos conversando um pouco e derrepente senti sua mão tocando meu pau que não demorou a ficar duro novamente, após algum tempinho sentei na borda da banheira e ele abocanhou meu pau, chupava e punhetava até não aquentei e gozei em sua boca, ele não deixou escorrer nenhuma gota, se despediu após algum tempo trocamos nossos carros de lugar e ele foi embora. Na hora que minha gata acordou ainda transamos mais uma vez bem gostoso antes de ir.
Após algum tempo perguntei se ela gostaria de outra
experiência do tipo e ela disse que não, que nossa próxima aventura seria encontrar uma gata para junto
com ela me satisfazer, na última semana disse que me
faria uma surpresa ainda esse mês.
RODRIGO-RIBEIRÃO

MEMÓRIAS DE UM BI-SEXUAL -

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O Gringo Sacana

Era um domingo de sol, eu devia ter na época uns vinte
e sete anos. Resolvi pegar uma praia e, caso desse sorte, um homem bem gostoso para me comer. Botei a sunga mais apertada, que deixasse a minha bunda mais
atraente e fui para Copacabana tentar a sorte. Fiquei
sentado na areia, observando a rapaziada na esperança
que surgisse a trepada do dia. Depois de umas duas horas debaixo de sol, sentou-se perto de mim um rapaz louro, de mais ou menos um metro e oitenta e pele bastante clara. Tava na cara que era gringo. Ele pediu, em um português com bastante sotaque, que eu desse uma olhada nas suas coisas enquanto ia dar um mergulho. Fiquei observando aquele homem lindo entrando na água e meu tesão foi as alturas. Na volta ele sentou-se e começamos um papo. Disse que se chamava Mike, tinha trinta anos, era Nova-iorquino e que todas as suas férias alugava um apartamento por temporada no Rio de Janeiro. Pedimos cerveja e quando já estávamos meio alto, Mike me convidou para ir ao seu  apartamento. Topei na hora.
O apartamento de Mike era um conjugado, mobiliado com
simplicidade, onde se destacava a enorme cama de
casal. Mike riu e disse em seu português enrolado que
não precisava de mais nada no Rio além daquela cama.
Sentei numa pequena poltrona, estava de sunga,
camiseta e chinelo, Mike usava apenas uma sunguinha
amarela bem cavada. Ele foi à geladeira pegar outra
cerveja para nós. Entregou-me uma latinha e sem
cerimônia sentou no meu colo.
Não curto muito ser ativo com homens, apenas com
travestis, mas Mike começou a esfregar sua bunda na
minha pica que ela logo ficou dura por baixo da sunga.
Depois, o gringo arriou minha sunga e começou a
acariciar meu pau, já bastante duro. Em seguida, ficou
de joelhos e me faz um delicioso boquete, me chupou
durante alguns minutos até que decidimos tomar um
banho juntos para nos livrarmos da área de praia que
ficara em nossos corpos. Debaixo do chuveiro, nus, nos
acariciamos e nos beijamos. Batemos punheta um no
outro até gozarmos cada um na mão do parceiro.
Deitamos na cama e ficamos conversando. Eu estava
doido para chupar aquela pica branca de cabeça
vermelha do Mike mas ele primeiro quis me dar sua
bunda. Ficou de quatro e pediu que eu chupasse seu cu.
Meti a língua naquele rabinho que se revelou bastante
largo para um cu. Mike devia dar a doidado. Com meu
pau já duro de novo, meti a vara no Mike que deu um
gritinho de prazer. Fodi o seu cu com estocadas
fortes, meu saco batendo em sua bunda e fazendo um
barulhinho como se fossem palmas a cada estocada.
Antes que eu gozasse, disse que agora era a vez dele
me foder. Mike então abriu a gaveta e tirou um consolo
que devia ter uns vinte cinco centímetros de tão comprido. Disse que não gostava de consolos, mas o
gringo me explicou com um sorriso safado que o consolo
era pra ele. Passou um lubrificante , colocou o consolo na cama e sentou-se nele, encaixando o seu cu no brinquedo. Fiquei super excitado com a cena e cai de boca no caralho do Mike que ficou duro na hora.
Lambia, chupava, mordia, fiz o diabo com aquele pau,
enquanto o gringo delirava com o consolo enterrado no rabo. Lambuzei meu cu de lubrificante e fiquei de quatro, arreganhando as bunda com as mãos e oferecendo
o meu buraco para Mike. Ele meteu bem devagar sua vara no meu cu até enterrar todo o mastro, para em seguida começar o vai e vem. Mike me comia com o consolo enterrado no seu rabo que volta e meia caia, quanto ele tinha que parar para botar o brinquedo no seu cu de novo.
Para resolver a situação, pedi que el e se deitasse de costas. Ele atendeu e eu me sentei sua pica de uma só vez. Aquilo quase me rasgou o rabo, mas eu ia até o fim. Atochado na pica de Mike, de costas para ele, meti o consolo em seu rabo e fiquei fodendo o meu parceiro com o brinquedo ao mesmo tempo em que ele me comia. Mike urrava, disse que ira gozar.
Eu tirei o seu pau da minha bunda e deixei que ele
esporrasse na minha cara, lambuzando o meu rosto. Ele
também queria porra na cara e ficou batendo punheta
com o meu pau ate que eu gozei no seu rosto realizando
o seu desejo.
Depois eu fui para a minha casa e encontrei o Mike
mais algumas vezes. Numa das oportunidades, ele até
enfiou seu brinquedinho de borracha no meu cu.

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