quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Iniciação de uma dona de casa
autor desconhecido

0809095569
Após me deleitar com os relatos desta página decidi dar uma pequena contribuição. Peço desculpas de antemão para possíveis deslizes de grafia.
Pois bem, eu tenho hoje trinta e seis anos, sou moreno
claro, tenho um metro e setenta e nove cm e peso
oitenta e sete kgs, Carla (nome fictício por simples
cautela), minha esposa, tem cinco anos a mais que eu,
é baixinha, um metro e cinquenta e nove e pesa
sessenta e dois quilos, seus cabelos são lisos e finos, castanhos escuro, seus olhos são castanhos, possui uma bela bunda e pernas que muitas garotas ficariam com inveja, mas, o que mais me fascina em Carla são seus seios, são realmente grandes, com bicos rosados, uma verdadeira delicia.
Nós fantasiávamos situações que nos aumentasse o
prezer na hora de fazermos amor, começamos com
insinuações de estarmos transando em lugares
diferentes, depois quando resolvíamos ir a moteis
(para driblar a rotina) assistíamos aos filmes e
perguntávamos um para o outro se gostaria de estar em
uma determinada cena, ou com alguma das pessoas que
apareciam nelas, as respostas eram sempre 'sim', mas,
apenas na hora do tesão, quando saíamos da cama nunca
falávamos sobre o assunto.
Por termos um filho (naquela época ainda pequeno) nossas saídas eram raras e as transas meio as escondidas (quem tem filhos sabe o que falo).
Mas, a cada transa o desejo pelo proibido aumentava,
as conversas ao pé do ouvido, sussurradas, eram cada
dia mais picantes, ao ponto de apenas falar já não ser
suficiente (pelo menos para mim).
Carla era de criação rígida, cheia de tabus e preconceitos, a liberdade (apesar de limitada por sua própria consciência)só foi alcançada após alguns anos de casamento, e porque eu incentivava.
Sentia que aos poucos ela estava se soltando e deixando sua imaginação criar asas.
Como disse, apenas falar já não era mais suficiente.
Em uma de nossas idas ao motel vimos um filme onde a
garota deixava-se penetrar por vários objetos diferentes, notei que Carla ficou muito excitada, perguntei-lhe se ela estava com tesão pelo que via, nessa hora eu estava sentado na cama e encostado na parede, Carla estava deitada em meu lado alisando meu pau e assistindo a cena, seus olhos tinham um brilho diferente, respondeu-me que sim, que aquilo lhe dava tesão.
Levantei-me apanhei sua bolsa e retirei sua escova de
cabelos, com cabo de madeira redondo, me aproximei
dela e comecei a passar as serdas da escova lentamente
pelos seus seios, me detendo mais nos bicos, a resposta foi imediata, seus bicos pareciam querer saltar, ela se retorcia com os olhos fechados, fui baixando a escova pelo seu corpo, enquanto lambia e chupava suas tetas.
Virei a escova e comecei a passar o cabo em volta de
sua bucetinha, nós já havíamos transado uma vez, minha
porra ainda escorria por suas pernas, passei a escova
no líquido que saia de sua bucetinha e lentamente
comecei uma penetração com o caco da escova, ela gemia
baixinho, a escova era pequena, mas, o prazer estava
em quebrar uma barreira, ela arqueava o corpo como que
querendo que a escova entrasse toda em sua chaninha.
Desci com minha lingua por seu corpo e fui de encontro
ao seu grelinho, lambia lentamente enquanto fazia o
vai e vem com a escova, não demorou muito e fui
brindado por um orgasmo estupendo, com gemidos e
palavras de amor e carinho.
Transamos muito nesta noite, ao ponto de fazer uma DP
vaginal, meu pau e a escova .E o melhor, pela primeira
vez algo que não era meu dedo invadia seu ânus, já que
penetração anal era algo que jamais havia sequer
deixado eu tentar.
Após esta noite algumas coisa mudaram para nós,
comecei a olhar Carla como uma mulher quente e cheia de barreiras a serem quebradas, uma verdadeira mina a ser explorada. Ela por sua vez parece ter percebido que um pouco (ou muito) de sacanagem era muito bom e poderia lhe render orgasmos incríveis.
Nossa vida conjugal começava a tomar um novo rumo,
descobríamos novamente o tesão, quase igual aos
primeiros amassos como namorados, aos sarros que
tirávamos escondidos, ás nossas primeiras transas.
Começamos a falar mais sobre sexo, planejávamos nossas
saídas com antecedência, transávamos durante a semana
imaginando e fantasiando nossa ida ao motel no sábado,
que agora começava a ser mais frequente.
Já não levávamos mais apenas a escova, mas, um
verdadeiro arsenal de objetos que pudessem servir para
penetração, préviamente escolhidos, ao ponto de Carla
ir á feira um dia antes apenas para escolher seus
brinquedos, para mim era o máximo.
A cada ida ao motel aumentava o tamanho dos objetos, cenouras, pepinos, abóbrinhas, linguiça, enfim, qualquer coisa que tivesse a forma fálica.
Enfim comprei de presente para Carla um vibrador,
enorme, quase duas vezes o tamanho de meu pau, que
apesar de não ser muito comprido é bastante grosso,
foi uma festa para carla e para mim, pois neste dia
consegui comer seu cuzinho, apesar de alguma
resistência de sua parte, mas, como já penetrava ela
com alguns objetos pequenos, não foi tão difícil assim.
Mas, eu queria mais, muito mais, queria que minha dama
virasse uma verdadeira puta, igualzinho as garotas que
via nos filmes, e podem ter certeza após estas penetrações com os mais diferentes objetos, e muitas
horas de papo sobre sexo, tudo corria para este rumo.
Carla já não tinha tantos pudores, já falava mais
abertamente, fantasiava e contava sua fantasias, ás
vezes sentia que era para me agradar, outras era por
seu próprio prazer.
Não quero lhes encher o saco com um relato longo,
portanto dividirei em partes.
Até aqui minha esposa já havia evoluído, mas, esperem
para saber o que fazemos hoje, pelo menos para mim é
muito, muito excitante.
Até mais.
André
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Minha prostituta particular
autor desconhecido

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Moro em Ribeirão Preto, minha noiva também 
, é uma mulher maravilhosa, branquinha, um metro e setenta e dois, uns sessenta e dois kg, olhos verdes,
cabelo loiro comprido, seios médios, e bumbum grande,
temos uma vida sexual muito gostosa, transar bastante
em todos os momentos que estamos livres. Durante nossas transas ele me dizia que uma de suas fantasias
era se vestir de prostituta e ficar me esperando em
alguma avenida para que eu passasse e a pegasse.
Numa sexta a noite resolvemos realizar sua fantasia, deixei ela na avenida com uma microsaia de vinil, um
topisinho, salto alto e sem calcinha. Andei uns minutos, voltei para pegá-la e na hora que avistei vi que tinha um carro parado e ela estava inclinada convernsando com o cara, percebi que ela estava com a mão dentro do carro e pela forma que movimentava o braço parecia que estava pegando no pau do cara, ele colocou a mão em seus seios e colocou um para fora, na hora fiquei completamente sem reação, quando   ela pegou em sua bolsa seu celular, olhou para meu carro e ligou para o meu, atendi e ela disse que
contou para ele que na verdade estava realizando uma
fantasia com seu noivo e ele propos que adoraria participar, disse para mim que gostaria de aproveitar
e realizar outra fantasia que já tinha me falado
algumas vezes que era transar comigo e mais um cara,
Eu tinha essa vontade também e na hora meu tesão era
tanto que topei, ela entrou no carro dele e foram para
um motel que sempre vamos, fui atrás, esperei eles
entrarem e fui para outro quarto, logo meu celular tocou e ela disse o quarto que estavam, saí do meu e fui para o deles, que era dois ao lado do meu, a porta estava aberta e na hora que entrei não acredidei no que vi, ela estava ajoelhada nos pés dele fazendo um boquete maravilhoso, me aproximei, ele nem se importou com minha presença e ela mandou que eu tirasse minha roupa, obedeci ela e me aproximei, ela sem cerimônia pegou meu pau e começou me punhetar lentamente sem parar de chupar o cara. Após uns dois minutos assim ela deitou na cama, tirou sua roupa e pediu para que nós dois chupassemos ela, caímos de boca um em cada seio, ela se contorcia de tesão, logo fomos descendo e ficamos revesando entre sua buceta e seu cuzinho, após alguns minutos assim ela não aguentando mais pediu para que eu fudesse sua bucetinha, não demorei e comecei a meter gostoso enquanto o cara se posicionou colocando seu pau em sua boca, ela chupava aquele pau de uns dezoito cm como se fosse a coisa mais gostosa do mundo enquanto gemia com meu pau fudendo ela, logo trocamos de posição e pude ver ele a fudendo de quatro enquanto tinha meu pau sendo chupado.
Após ela ter um gozo louco, gritando muito, ela me pediu que eu deitasse, ela deitou em cima de mim e começou a
cavalgar, logo se inclinou e disse ao cara que queria
que ele fudesse seu cuzinho bem devagar, ele não
pensou duas vezes,passou gel em seu cuzinho e foi
colocando lentamente, parou um pouquinho e come
çou a bombar, ela não falava coisa com coisa, gemia
como uma louca, beijava minha boca e dizia que me
amava, que era aquela transa com nós dois era o melhor
presente que já tinha dado para ela e não demorou a
ter outro orgasmo mais forte ainda, ela suava e parecia exausta, pediu para pararmos e deitou, deu um sorriso sapeca e pediu para gozarmos em seu rosto, nos posicionamos e começamos a revesar em sua boca,
seguramos até sentirmos juntos um orgasmo maravilhoso
que nos levou a jorrar rios de porra em sua boca, rosto e seios.
Ela dormiu um pouco enquanto eu e ele fomos para a banheira, ficamos conversando um pouco e derrepente senti sua mão tocando meu pau que não demorou a ficar duro novamente, após algum tempinho sentei na borda da banheira e ele abocanhou meu pau, chupava e punhetava até não aquentei e gozei em sua boca, ele não deixou escorrer nenhuma gota, se despediu após algum tempo trocamos nossos carros de lugar e ele foi embora. Na hora que minha gata acordou ainda transamos mais uma vez bem gostoso antes de ir.
Após algum tempo perguntei se ela gostaria de outra
experiência do tipo e ela disse que não, que nossa próxima aventura seria encontrar uma gata para junto
com ela me satisfazer, na última semana disse que me
faria uma surpresa ainda esse mês.
RODRIGO-RIBEIRÃO

MEMÓRIAS DE UM BI-SEXUAL -

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O Gringo Sacana

Era um domingo de sol, eu devia ter na época uns vinte
e sete anos. Resolvi pegar uma praia e, caso desse sorte, um homem bem gostoso para me comer. Botei a sunga mais apertada, que deixasse a minha bunda mais
atraente e fui para Copacabana tentar a sorte. Fiquei
sentado na areia, observando a rapaziada na esperança
que surgisse a trepada do dia. Depois de umas duas horas debaixo de sol, sentou-se perto de mim um rapaz louro, de mais ou menos um metro e oitenta e pele bastante clara. Tava na cara que era gringo. Ele pediu, em um português com bastante sotaque, que eu desse uma olhada nas suas coisas enquanto ia dar um mergulho. Fiquei observando aquele homem lindo entrando na água e meu tesão foi as alturas. Na volta ele sentou-se e começamos um papo. Disse que se chamava Mike, tinha trinta anos, era Nova-iorquino e que todas as suas férias alugava um apartamento por temporada no Rio de Janeiro. Pedimos cerveja e quando já estávamos meio alto, Mike me convidou para ir ao seu  apartamento. Topei na hora.
O apartamento de Mike era um conjugado, mobiliado com
simplicidade, onde se destacava a enorme cama de
casal. Mike riu e disse em seu português enrolado que
não precisava de mais nada no Rio além daquela cama.
Sentei numa pequena poltrona, estava de sunga,
camiseta e chinelo, Mike usava apenas uma sunguinha
amarela bem cavada. Ele foi à geladeira pegar outra
cerveja para nós. Entregou-me uma latinha e sem
cerimônia sentou no meu colo.
Não curto muito ser ativo com homens, apenas com
travestis, mas Mike começou a esfregar sua bunda na
minha pica que ela logo ficou dura por baixo da sunga.
Depois, o gringo arriou minha sunga e começou a
acariciar meu pau, já bastante duro. Em seguida, ficou
de joelhos e me faz um delicioso boquete, me chupou
durante alguns minutos até que decidimos tomar um
banho juntos para nos livrarmos da área de praia que
ficara em nossos corpos. Debaixo do chuveiro, nus, nos
acariciamos e nos beijamos. Batemos punheta um no
outro até gozarmos cada um na mão do parceiro.
Deitamos na cama e ficamos conversando. Eu estava
doido para chupar aquela pica branca de cabeça
vermelha do Mike mas ele primeiro quis me dar sua
bunda. Ficou de quatro e pediu que eu chupasse seu cu.
Meti a língua naquele rabinho que se revelou bastante
largo para um cu. Mike devia dar a doidado. Com meu
pau já duro de novo, meti a vara no Mike que deu um
gritinho de prazer. Fodi o seu cu com estocadas
fortes, meu saco batendo em sua bunda e fazendo um
barulhinho como se fossem palmas a cada estocada.
Antes que eu gozasse, disse que agora era a vez dele
me foder. Mike então abriu a gaveta e tirou um consolo
que devia ter uns vinte cinco centímetros de tão comprido. Disse que não gostava de consolos, mas o
gringo me explicou com um sorriso safado que o consolo
era pra ele. Passou um lubrificante , colocou o consolo na cama e sentou-se nele, encaixando o seu cu no brinquedo. Fiquei super excitado com a cena e cai de boca no caralho do Mike que ficou duro na hora.
Lambia, chupava, mordia, fiz o diabo com aquele pau,
enquanto o gringo delirava com o consolo enterrado no rabo. Lambuzei meu cu de lubrificante e fiquei de quatro, arreganhando as bunda com as mãos e oferecendo
o meu buraco para Mike. Ele meteu bem devagar sua vara no meu cu até enterrar todo o mastro, para em seguida começar o vai e vem. Mike me comia com o consolo enterrado no seu rabo que volta e meia caia, quanto ele tinha que parar para botar o brinquedo no seu cu de novo.
Para resolver a situação, pedi que el e se deitasse de costas. Ele atendeu e eu me sentei sua pica de uma só vez. Aquilo quase me rasgou o rabo, mas eu ia até o fim. Atochado na pica de Mike, de costas para ele, meti o consolo em seu rabo e fiquei fodendo o meu parceiro com o brinquedo ao mesmo tempo em que ele me comia. Mike urrava, disse que ira gozar.
Eu tirei o seu pau da minha bunda e deixei que ele
esporrasse na minha cara, lambuzando o meu rosto. Ele
também queria porra na cara e ficou batendo punheta
com o meu pau ate que eu gozei no seu rosto realizando
o seu desejo.
Depois eu fui para a minha casa e encontrei o Mike
mais algumas vezes. Numa das oportunidades, ele até
enfiou seu brinquedinho de borracha no meu cu.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

 

Oi, amigos :
Esqueci de informar que os contos postados abaixo são todos de autorias desconhecidas e me foram enviados por email .
Quem quiser me enviar contos, o meu email é narcisosantos@hotmail.com

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

" Oiii!!!Pessoal,tudo bem???Aqui quem está falando á Beatriz e o Maurício,e vamos relatar o que aconteceu á alguns dias...Nos conhecemos no trabalho,e com isso
nos vemos todos os dias...E sempre rolou aquele tesão entre nós dois,aquela energia,aquela vontade de beijar
e agarrar,e morder... Um dia estavamos trabalhando em um sábado,chuvoso e caloroso,chegou a hora de irmos
embora,e como chovia muito,todos acabaram indo embora,alguns de carro,outros de carona,e alguns se
arriscaram á tomar chuva,só me lembro que acabei ficando sozinha c/ o Maurício...Olhei pra ele,e nossos
olhos se encontraram,e foi inevitável o beijo...Foi suave...Leve...E quente ao mesmo tempo...Foi subindo um calor,um tremor nas pernas...Então,o Maurício me
pegou pela cintura,e me apertou,pude sentir seu membro quente e duro crescendo,e parecia que não parava de
crescer...E os beijos foram ficando quentes,e cada vez mais o tesão aumentava...Sentia suas mãos quentes
percorrerem toda extensão do meu corpo,me c ausava arrepios,senti seus beijos irem descendo
juntamente c/ suas mãos,ele tocava meus seios,enquanto sua língua veloz corria meus lábios,e meu pescoço,senti suas mãos desabotoarem minha blusa,e sua
boca logo foi de encontro aos meus mamilos dando mordidinhas que me deixavam arrepiada e com mais
tesão, abaixei o seu zíper e toquei seu membro quente e latejante,e jamais imaginei que fosse sentir tanto
tesão por aquele mastro,não restiti e levei-o a boca,e beijei de leve,lambí toda extensão daquele membro que pulsava entre meus lábios,ele delirava pelo prazer que meus lábios lhe proporcionavam...De repente parei de sugá-lo,levantei-me,olhei-o,e continuei olhando-o enquanto tirava o restante de minhas roupas,ele não
tirava os olhos do meu corpo,o que me queimava por dentro,ele ao contrári não tru a roupa,e aquela situação me enlouquecia,ele me levou até a mesa,me
colocou sobre ela,e passou a acariciar meus seios que já estavam duros,e ele mordia os biquinhos dos meus seios  até chegava a doer,mas era uma dor mais do que desejada... Tirei sua camisa,e beijei seu
peito,enquanto ele me cariciava,arranhava suas costas e puxava seus cabelos,e ele respondia mordendo com
mais força os meus seios,parecíamos loucos,e na verdade éramos,um pelo outro...Ele afastou-se de mim,e
tirou rapidamente o resto de suas roupas,e pude ve-lo nu,seus ombros largos,sua pernas,sua bunda que eu sempre achei lindinha,me aproveitei da situação e dei
uma mordidinha nela,ele me pegou delicadamente e levou-me ao chão,imobilizou minhas mãos,e me beijava,me
lambia,me acariava,e me mordia,eu já não estava aguentando mais,queria aquele homem de todas as maneiras...Sentí sua lingua descendo pela minha barriga,e passou pela minha virilha,quiz fugir mas ele não deixou...Abriu minhas pernas,e começou a tocar-me,primeiro com os dedos,e logo depois com sua língua,
lambia o meu sininho com tanta determinação que parecia que eu ia explodir à qualquer momento, subia e
descia sua língua ve loz me deixando cada vez mais molhadinha... Parecia
que eu estava fora de mim,ele parecia querer me torturar, então parou e murmurava coisas obcenas em
meu ouvido, que eu era sua potranquinha e que ia me comer de quatro, até que não aguentamos mais, e ele veio primeiro por cima, começou a me penetrar, colocou
apenas a cabeça,e lentamente ia acariciando minha xoxotinha molhada, foi entrando bem devagarinho em
movimentos circulares, gemia em seus ouvidos, quando conseguiu me penetrar por completo,começou um vai-vem
devagarzinho, bem gostoso, que foi aumentando, aumentando até que parecia querer se fundir comigo, tornar um só corpo, e era forte e doloroso mais toda
dor e força não tem adjetivo pra explicar a energia daquele momento, e esta energia foi subindo, tomando conta de todos os sentidos, agora o nosso cheiro,
toque, gemiidos, tudo era prazer até que fomos gozando juntos, bem forte e deliciosamente... Não satisfeito
ainda, ficou me beijando bem de leve, corria fogo nas n ossas veias, como se todo desejo que tínhamos se concentrasse naquele êxtase maravilhoso que acontecia
á cada beijo...Agora tchau,por que já está começando á chover..

sábado, 6 de novembro de 2010

Na piscina, Com um Colega de Trabalho...
conto de Carla

Quando eu era solteira, morava com meus pais numa casa enorme aqui mesmo no Rio de Janeiro. Tínhamos uma piscina maravilhosa, onde se passaram muitas aventuras sexuais. Uma delas, é a que passo a lhes relatar agora... Como a casa era grande e meus pais viajavam muito, eu sempre aproveitava essas oportunidades de total privacidade para fazer festinhas e churrascos com os amigos.
Eu trabalhava numa empresa de médio porte, onde os funcionários eram praticamente todos jovens (entre 22 e 35 anos), e os que não eram entravam no clima também. Meus pais haviam viajado na quinta-feira e só voltariam na segunda. Combinamos então um churrascão lá em casa no sábado, e ninguém poderia levar maridos, esposas ou namorados, a festa seria só nossa. Em média, seriam umas 20 pessoas, na maioria homens. Um dos rapazes era um belo moreno, de pele clara, trabalhava muito bem arrumado, tinha seus 30 anos. Eu já havia pensado como deveria ser... bem, deixa pra lá! O fato é que tinha muitos rapazes interessantes, mas esse era o que mais me chamava atenção, porém era casado. Nunca dei nenhuma investida nele, e nem ele em mim. A não ser algumas olhadas que eu o peguei dando em minhas pernas.
Tudo certo para o churrasco, o pessoal começou a chegar cedo para ajudar e eu já esperava de biquíni, claro! Ele, que vou chamar de Renato, foi um dos últimos a chegar, alegando que não foi fácil sair sem levar a esposa. Todos bebiam e aproveitavam o clima quente, não só pelo calor do verão, mas também pelos olhares que se entrelaçavam diante dos corpos que até então só eram vistos sob nossas roupas de trabalho. O Renato era realmente um dos mais interessantes do grupo, com um corpo bem definido e pernas grossas, arrancava olhares maliciosos das colegas de trabalho. No início pensei até que fosse impressão minha, mas o peguei por várias vezes me olhando (claro, meu biquíni era o mais indecente!), reparando nas minhas pernas, meus seios e na minha bunda. Alguém me pediu sal grosso, e quando entrei em casa para pegar, não sei como, mas ele foi atrás de mim. Só me disse que estava surpreso com o que via. Eu, muito safada, perguntei se ele se referia a mim, e ele respondeu que já  tinha reparado na empresa o quanto eu era interessante, mas que ali ele via tudo, ou quase tudo como queria. Sorri, como se agradecesse tal elogio e apenas disse que ele também era muito sensual.
Depois disso, nossos olhares se cruzavam com mais freqüência, e claro, com mais malícia, pois havíamos deixado claro um para o outro, que nos desejávamos.
Tudo correu bem e já pelo final da festa, quando alguns já haviam ido embora, um outro casal de amigos (ambos casados) começou um papo bem descontraído... Logo vi que dali iria sair alguma coisa. Dito e feito! Em poucos minutos estavam os dois se agarrando na piscina, sem nenhum pudor. Confesso que aquilo me deixou muito excitada, e eu olhava diretamente para o Renato. Enfim, os demais colegas foram saindo e por fim ficamos só eu, Renato (que disse que ficaria mais um pouco para ajudar, já que não ajudou no início), e o casal que já estava se "entendendo" na piscina. Disse a eles que poderiam ficar a vontade, enquanto eu iria começar a ajeitar as coisas e o Renato se ofereceu para me ajudar. Eles (o casal) continuou na piscina e eu comecei a colocar as coisas pra dentro. O Renato entrava pra guardar as coisas junto comigo, e passou a ser mais direto, me encoxando de vez em quando, ao passar por trás de mim (lembrando: eu estava ainda de biquíni e ele de sunga). Comecei a lavar a louça, e o Renato passando aquele pau duro dentro da sunga atrás de mim... Não resisti, já estava molhadinha cheia de tesão e virei-me de frente, o puxei pelo pescoço e nos beijamos loucamente. Ele levantou minha perna, fazendo com que nossos sexos se tocassem ainda sob o biquíni e a sunga, mas estava maravilhoso, um beijo muito fogoso e promissor. Ainda nos beijávamos quando o casal nos interrompeu, e rindo disseram que iriam embora. Nos despedimos e aí sim, ficamos à vontade. Que homem! Ele me levantou, me segurando pela bunda, e enquanto nos beijávamos ele esfregava aquela rola quente e dura na minha bucetinha molhada. Disse a ele que queria ir pra piscina, pois havia ficado muito excitada ao ver nossos amigos lá, ele concordou e mergulhamos juntos. Ele desamarrou meu biquíni, deixando meus seios à mostra e os chupava com muito prazer, mamando no meu peitinho... Por baixo d'água, eu já colocava minhas mãos por dentro da sunga e sentia todo aquele volume de um pau grande e grosso que em pouco tempo estaria me fudendo gostoso, enquanto ele me chupava e com as mãos, acariciava minha bunda e minha xota. Num ato rápido, desamarrou meu biquíni e o puxou, e eu fiz o mesmo puxando sua sunga. Estávamos nus, dentro da piscina, que delícia! Coloquei seu pau entre minhas pernas, tocando minha xotinha e fazia um movimento de vai-e-vem, sem penetração. Ele me segurou, me colocou sentada na beira da piscina, abriu bem minha xota e começou a chupar, chupar muito gostoso e pedia pra eu gozar na sua boca, que queria sentir o gosto do meu suco... Metia a língua lá dentro, e eu já me contorcia toda de prazer, até que anunciei que iria gozar, foi maravilhoso! Ele chupou todo o meu néctar e para retribuir, pedi que trocássemos de posição. Comecei a mamar naquela pica, sedenta pelo seu leitinho quente na minha boca, na minha cara e no meu corpo. Pedi que ele gozasse, pois queria retribuir o prazer que eu havia sentido, gozando na dele. Comecei a falar coi sas desconexas, mas muito gostosas. Dizia que ele fuder a boca da colega de trabalho, enquanto a chifruda estava em casa... (enquanto o tirava da boca pra falar, o punhetava com as mãos), até que ele gozou, um jato forte que foi direto na minha garganta, e o resto foi na minha cara, no meu peito... que delícia! Mas eu ainda não estava satisfeita, queria sentir aquele pau latejando dentro de mim... queria sentir sua porra escorrendo pelas minhas pernas, eu o desejava muito! Mergulhamos novamente para nos "lavar", e ficamos nos beijamos, nos acariciando... Já estava anoitecendo, eu sabia que ele não poderia ficar por muito tempo ali comigo, então comecei a reanima-lo, e em pouco tempo ele já estava com o pau em ponto de bala novamente, sussurrei no seu ouvido, que agora eu queria sentir todo aquele mastro dentro de mim, latejando junto com a minha xoxota, ainda sedenta pela sua pica. Saímos da piscina e ali mesmo, na borda dela começamos a nos roçar, até que ele me penetrou (e u estava com as pernas em seu ombro, tipo frango-assado). A pica entrou deslizando, tamanha a minha excitação. Ele começou a bombar forte, e às vezes tirava e pedia que eu implorasse para tê-la de novo, e eu pedia, implorava pela sua pica. Aí ele metia só a cabecinha e eu ficava pedindo para meter tudo, para tocar no meu útero que eu queria gozar junto com ele (adoro isso!). Ele começou a meter forte, enquanto    olhava com desejo para os meus seios, minha boca sedenta pela sua e para o vai-e-vem da sua pica na minha buceta. Ele começou a gritar que ia gozar, eu pedi pra ele meter mais forte que eu queria gozar junto com ele, e conseguimos! Explodimos juntos num gozo maravilhoso... Gritávamos juntos de prazer, foi demais! Ele apoiou seu corpo sobre o meu e rolamos juntos pra dentro da piscina. Nos beijamos com muito tesão e infelizmente, começamos a nos despedir. Aquela festa ficou pra sempre na minha memória sexual, nunca esqueci o prazer que ele me proporcionou, foi realmente demais!
Depois disso, marcamos ainda uma outra vez, mas isso fica pro próximo conto, certo?
Espero que tenham gozado, ou melhor, gostado desse relato, que como vcs sabem, é verídico, assim como os outros. Até a próxima, que será em breve!
(Carla Delícia)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

BRUNA MASTROIONI
conto de autor desconhecido

Somos casados ha seis anos e a cada dia nosso casamento fica melhor e nossas relações sexuais tem contribuído muito para isto. Andria é uma mulher de 28 anos, morena clara, seios médios, coxas roliças, bumbum torneado e tudo durinho, um verdadeiro tesão, constantemente é assediada na rua, uma verdadeira dama na sociedade e uma puta depravada na hora de foder. Eu sou claro, olhos verdes, 1,75 m com 72 Kg, e o que mais gosto de fazer nesta vida e muita sacanagem. Desde nossa primeira relação, em função de sua virgindade, que comi seu cuzinho, e desde então sempre tenho que satisfazê-la desta forma. Nas primeiras relações anais ela ficava excitada mas sempre no início doma um poquinho, mas com o tempo foi adquirindo experiência e hoje é uma verda deira professora na arte de dar o cuzinho. Logo após nosso casamento, até mesmo para minha surpresa, em uma de nossas trepadas, quando fizemos um 69, Andria enfiou a língua no meu cú e percebeu que fiquei todo arrepiado, após molha-lo com sua boquinha, passou a acaricia-lo com seu dedo. Sentiu que meu pau aumentou de tamanho em sua boca e que meu cuzinho estava todo relaxado não pensou duas vezes e tratou de enfia-lo fundo fazendo delirar de tesão, ao mesmo tempo que chupava seu grelo e também retribuía suas carícias anais. Com toda sua depravação Andria se virou colocando-me na possição de frango assado e depois de lubrificar mais uma vez meu cuzinho com sua saliva enfiou um vibrador no meu cú. Fiquei um pouco assustado com sua iniciativa, afinal todos nós sempre aprendemos que isto não é coisa de macho. Percebendo isto Andria sussurou no meu ouvido "Calma meu gostoso, relaxa que vou te ensinar como é gostodo dar o cú, minha vontade era mesmo de enfiar meu grelo ao invez deste vibrador, relaxa e goza para sua putinha ver...". Quando já estava tudo dentro ela passou a me bater uma punheta enquando tocava uma siririca com a outra ponta do vibrador que ficou de fora. Foi uma loucura, eu gritava, chingava gemia e ela falava para eu contrair meu cuzinho no seu "grelo" igual ela sempre fazia com o meu pau, neste dia gozamos várias vezes e adormecemos um sono pesado e gostoso. No dia seguinte ninguém tocou no assunto e fiquei um pouco encucado com tudo aquilo, mas com vontade de repetir a dose. Com o tempo Andria passou a ensinar-me todas as sua técnicas e ela mesma tratou de comprar mais um vibrador para que ao mesmo tempo em que eu enfiasse meu pau e um dos vibradores em sua bucetinha e seu cuzinho com outro ela fazia o mesmo comigo, como ganhava nova vida nosso relacionamento sexual, melhorando ainda mais nossa vida conjugal. Quem poderia imaginar que aquela gatinha com a carinha mais angelical do mundo fosse tão sacana. Com o tempo fomos ficando viciado neste negócio e só gozamos se um metesse no cuzinho do outro ao mesmo tempo que também enfiava em sua bucetinha. Passamos a inventar verdadeira orgias onde cada um falava pro outro suas fantasias sexuais, quem que gostavamos que estivesse ali com a gente participando daquela foda maravilhosa e de que forma que seria esta participação, chegavamos a trepar por 04 horas seguidas, ela tinha orgamos múltiplos e eu sempre deixava para gozar juntinho com sua última gozada. Adora escuta-la dizendo o nome de duas de suas melhores amigas, que eram muito gostosas e que transpiravam sexo. Sempre que vinham ao nosso apartamento a conversa acabava em sexo, principalmente quando eu não estava presente, assim elas trocavam confidências, fazendo com que nossas transas ficassem cada vez melhor. Em uma de minha ida a São Paulo descobri nas bancas de jornais a Revista Travesti, que na capa trazia nada mais nada menos que a deliciosa Bruna Mastroiani, que deixa a sensual Roberta Close comendo poeira, principalmente depois de sua radical decisão. Comprei a revista e corri pro hotel para poder saborea-la, a Bruna era tudo aquilo que queríamos: uma mistura do charme, sensualidade, doçura de uma mulher acompanhado de um avantajado e maravilhoso "grelo" que juntos formavam um conjunto perfeito. Chegando em casa , após uma semana longe, e doidos de tesão corremos para uma foda, escondi a revista debaixo do traveseiro e no meio da foda, no auge do tesão apresentei a Bruna para a Andria, exatamente como imaginava, seu tesão triplicou enquanto foliava a revista, passando a gozar como nunca, gritando pela presença da Bruna, pedindo a Bruna para descabaçar o meu cuzinho, enquanto ela chupava meu pau e enfiava o seu dedo no cuzinho da nossa mais nova amiga, como fantasiavamos e fodíamos gostoso, tinhamos o verdadeiro sentimento de que aquilo tudo acontecia de verdade. Andria chorava de desejo e queria trepar com a Bruna ou mesmo outro travesti bem femino e gostosa como ela. Foi então que conheci nos pontos de prostituição de Brasília a Bianca, após tentar selecionar ao máximo as outras várias opções, tarefa difícil já que os travestis do Brasil são considerados os melhores do mundo, basta olhar os sucessos que fazem na europa. Combinamos o preço do programa e fomos para um dos estacionamentos do parque da cidade, estava tremendo de tanto tesão. Bianca era morena-clara, com 1,80 m, um corpo todo torneado de silicone, hormônios e muita malhação em academia. Seus seios eram macios sua cintura fininha com um quadril perfeito , sua voz doce como de uma sereia, seu rosto lindo como de uma mulher, felizmente tinha acertado na escolha de primeira. Chegando ao local foi logo tirando sua tanguinha e o vestidinho transparente deixando a mostra o seu grelo ja duro fazendo com que o meu caralho ficasse envergonhado do seu tamanho "Vem cá mamar no grelo da boneca, me deixa bem molhadinha", dizendo isto Bianca já puxava minha cabeça para baixo encorajando-me a chupa-la. Procurava lembrar como é que a Andria me chupava para não fazer feio diante daquela maravilhosa "mulher". Não conseguia nem enfiar a metade na boca, por mais que tentasse, devido ao tamanho. Bianca também era muito depravada e confessou que me tinha achado um tesouro e queria fazer de tudo comigo. Era seu verdadeiro escravo do prazer, tudo que ela mandava eu fazia sem nenhuma resistência. Subia e descia minha boca em seu "grelo", depois subia e chupava seus "seios", seu pescoço, susurrando gemidos em seus ouvidos deixando tão louca de tesão quanto eu. Juntava meu caralho com seu "grelo", masturbando os dois simultaneamente, enquanto esfregavamos nossos corpos já suados, deixando os vidros do carro embassados. O meu devia ser um pouco maior que a metade do dela, como era depravada, fazia me lembrar a Andria. Virando seu corpo começamos um 69, sua boca conseguia me engolir por inteiro, sugando-me de uma forma que só quem tem muita experiência da noite é capaz. Logo após virou-me de quatro e passou a lamber meu cuzinho com aquela língua doce e grande, me deixando todo arreganhado, conforme Andria havia me ensinado, estava todo arrepiado e o tremor do meu corpo aumentava de tanto tesão. Gemeu no meu ouvido "Isto meu macho gostoso, fica bem relaxadinho que a boneca vai te fazer sentir um verdadeiro homem. Quero ver você chorar no "grelo" da sua gata, sua boca não conseguiu engolir tudo mas seu cuzinho do jeito que esta relaxado vai aguentar tudo com certeza". Como adora falar uma sacanagem enquanto fodia, a voz sensual da Bianca e suas palavras depravadas aumentava cada vez mais a minha vontade de perder o meu "cabaço" de verdade, e não de brincadeirinha como minha esposa fazia comigo com seus dedos e os vibradores. Estava doido pra senti-la dentro de mim, estava com um pouco de medo, pois achava que não conseguiria engolir tudo aquilo, já que minha professora havia me ensinado e viciado com coisas muito menores e mais finas. Apesar de estar todo relaxado e lubrificado com um creme que ela havia me passado, disse que estava doido para ela me enrabar, só que havia feito uma promessa para minha esposa que esta minha primeira saída era apenas para conseguir um travesti bem feminino, gostosa, "greluda" e depravada para por em prática nossas fantasias. Queria que ela realmente arrancasse meu "cabaço", porém na presença de minha Andria. Para minha surpresa e para aumentar ainda mais o meu tesão disse que o que ela mais gostava era de transar com um casal liberal como nós, onde a esposa gostava de ver o seu verdadeiro macho de frango-assado chorando para levar no cu. Apesar de nunca ter ficado tao excitado pedi para ela não me fazer gozar pois queria logo chegar em casa para trepar com minha esposa e contar as novidades. Peguei seu telefone e já deixamos mais ou menos combinado quando seria o tão esperado encontro. Dito e feito, chegando em casa pulei para cima da andria com tanto tesão contido que ela ficou até assustada, pois nunca tinha me visto assim. Fui tirando sua roupa e caindo de boca na sua gruta, lambia do cuzinho até os seus seios, deixando seu rabinho bem lubrificado para logo em seguida tratar de enfiar, pois era ali o lugar que ela mais gosta de gozar. Quando comecei a contar para ela o que havia aconcetido minutos antes ela não acreditava, e a cada mínimo detalhe que falava sua excitação ia aumentando "conta mais, conta mais, e como era seu "grelo"?, era grandão?, e seus peitinhos?, sua barriguinha?, sua bundinha?, sua linguinha?...". Queria saber tudo sobre a adoravel Bianca, enquanto enfiava no seu rabinho. "Meu puto, o que que ela fez com você? Te chupou?, pegou no seu pau? Esfregou aquele "grelo" todinho em você? Comeu o seu cuzinho?..". A cada nova resposta e detalhe seu corpo ficava mais quente, sua salivação e seu suor aumentavam, juntamente com seu tesão. Gozamos como uns loucos e como nunca havíamos gozado até então, só ficou decepcionada que depois de toda aquela sacanagem não ter tirado o meu cabaço, mas se conformou pois era também o que ela mais queria ver.