quinta-feira, 7 de outubro de 2010

MEU PRIMEIRO SEXO ANAL

Conto de autor desconhecido


 

Hoje, com 21 anos, sou uma mulher plenamente realizada e noiva com
data de casamento marcada e muito feliz. Nem assim deixo as vezes de
recordar minha infância e adolescência. Ontem, neguei pela milésima vez
aquiescer ao pedido de meu noivo em fazer sexo anal comigo. Aleguei ser
moça séria e se satisfazia suas ansiedades tocando umas punhetinhas nele e
até mesmo fazendo uma chupetinha vez ou outra, nem por isto ele deveria
fazer mal juízo de mim solicitando tal forma de aberração sexual. Se ele me
queria como esposa, como mãe de seus filhos, como poderia me pedir sexo
anal. Penetrar-me o ânus com seu descomunal pênis

Coitado. Ele ficou arrasado e pediu mil desculpas e terminamos a noite com

ele esporrando em minhas coxas e como sinal de que não estava zangada
com ele permiti que ele esfregasse seu cacetão na porta de minha bucetinha
até ele atingir o orgasmo que me lambuzou toda, fazendo-me gozar ao sentir
o calor do seu esperma em meu clitóris intumescido.

Mal sabia ele do tremendo desejo que me assolava em ficar de quatro e

facilitar ao máximo a penetração do cacetão dele em minha bunda. Mas,
sempre existe um 'mas'... Eu não podia entregar o ouro ou até perderia o
casamento.Para ele eu sou virgem, imaculada e realmente sou virgem... na
xoxota...poisno rabinho... bem isso é outra estória...

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Morava em casa de uma tia. Deveria ter 12 para 13 anos. Meu corpo era
de mulher, seios nascendo mas promissores, coxas grossas com cinturinha
de menina, mas bunda de causar inveja a muita mulatas adultas. Esse era
meu retrato e como deu para ver, os homens ficavam indóceis quando eu,
de saia azul e blusa branca que era o uniforme da minha escola, desfilava
pela rua.

propositalmente ou por sugestão de algumas amigas que também faziam
assim, eu enrolava a saia de forma que ela ficasse mais curta e dessa forma
me exibir melhor. O macete era enrolar na altura da cintura e a blusa cobria
o 'enrolado' e lá estava eu de micro saia a endoidar e deixar os homens de
pau duro.

Em casa, minha tia, sempre adoentada, cuidava da casa, com o meu auxílio,

pois éramos família humilde e sem possibilidade de custear uma empregada.

Meu tio, um homem de 35 para 38 anos, forte demais em contraste com
minha tia, que a doença tirava as forças, inicialmente seu vigor e beleza
mesmo tendo 28 anos parecia ter quase 50.

Sempre fui liberal no trajar, pois sou muito exibicionista e me gratifico

vendo os homens olhando gulosamente para meu corpo e para facilitar faço
de tudo para mostrar algo de minha intimidade, sabendo que depois eles vão

estar se masturbando e desperdiçando litros de esperma em minha
homenagem. Dentro de casa uso 'baby-doll' sem maldade ou sento de forma
atabonada, pernas abertas e com tudo aparecendo mas nunca passou-me
pela cabeça que isto poderia mexer com meu tio. Ele nunca demonstrou
qualquer interesse por mim, ao menos não via em seus olhos aquele fulgor
tão comum aos homens na rua ou nos meus professores quando olhava
minhas coxas ou meus seios nascentes em blusas propositalmente deixadas
com botões fora das casas... Já perdi às vezes que sentava displicentemente
com um pé sobre uma cadeira e a outra perna afastada, sabendo que
enquanto saboreava um sorvete no barzinho do seu Quincas, olhos
luxuriosos comiam minha intimidade que sabia estar pornograficamente
exposta. Eu nem ligava e nem dava atenção, apenas procurava me exibir ao
máximo pois sentia-me realizada como mulher mesmo tendo apenas 12 ou
13 anos.

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Cheguei da escola naquela tarde naquela tarde e meu tio deixou um bilhete

dizendo ter ido ao hospital pois houve necessidade de internamento de minha

tia. Os dias se passavam e minha tia sempre perrengue e internada e eu

sozinha com meu tio a quem procurava servir o melhor possível preparando
o café da manhã e o almoço ou jantar da melhor maneira que me era
possível fazer.

Uma noite estava vendo televisão e meu tio chegou da rua. Notei que
havia bebido, coisa que não er a normal. Ele se banhou, comeu o que eu
esquentei rapidamente e foi de pijama também assistir TV com uma
caipirinha reforçada na mão. Como eu sempre fiquei muito à vontade dentro
de casa, estava nessa noite com um 'baby doll' curtinho, sem sutiã pois ainda
não havia necessidade e meus seios mais pareciam duas metades de um
limão de tão pequenos e minha xoxota nem cabelo tinha e eu só de calcinha
tanguinha transparente e meu tio com olhos gulosos em cima de mim. Bebia
um gole de caipirinha, olhava para a TV e depois botava aquele olhar de
pidão nas minhas coxas e eu fingindo nada perceber me ajeitando na
poltrona mas de forma a mais escancarar ainda mais as pernas e de relance
podia ver o tremendo volume que fazia entre suas pernas no pijama e até
pareceu-me que ele estava sem cuecas.

Começou naquele momento um filme de terror e eu nunca me liguei e sou

medrosa. Falei que iria dormir para não ter que ver o tal filme, mas ele

pediu que eu ficasse e sentasse perto dele para perder o medo. Sentei um

pouco longe mas procurei me estender no sofá e acabei por apoiar meus
pés sobre as pernas dele e não deu outra. Meu pé foi logo de encontro e
algo super duro mas eu me mantive firme olhando para a TV, mas com a
sola do pé comecei a acariciar aquele membro enorme e até pensei que titia
estava doente talvez por não agüentar tal calibre.

Ele começou a acariciar meus pés e depois a beijá-los. Sua mão logo subiu

minha pernas e eu me posicionei de forma a facilitar o máximo a mão boba

dele na minha bucetinha imberbe.

Não demorou ele já tinha minha calcinha nas mãos e beijava e lambia com

sofreguidão minha xoxota que se derramava em sua língua sedosa. Eu me

contorcia pois era minha primeira experiência desse tipo. Já havia tocado

muita punheta em amiguinhos e até levei muitas encoxadas, mas uma língua
na buceta é algo difícil de descrever tal é a sensação. Quando ele se
apossou do meu grelinho durinho, eu simplesmente fui tomada por um
orgasmo devastador que fez meu corpo tremer em convulsões desenfreadas
enquanto sentia minha xoxotinha despejar golfadas de líquido diretamente
para a língua do meu tio.

Ele me chupava e ao mesmo tempo se masturbava. Quando começou a
gozar ele se levantou dirigindo sua pica em minha direção, encheu meu
corpo, pernas, barriga, seios, e rosto com sua porra, um verdadeiro caudal
que em torrentes me molhava o corpo. Seria, talvez, a porra represada pela
abstinência já que titia estava internada. Tive outro orgasmo ao sentir o
calor de seu esperma, e do que foi lançado em meu rosto eu procurei com a
língua engolir o máximo, provando pela primeira vez da delícia que era o
leite do meu tio.

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Titio saiu correndo para o banheiro para se lavar ou por sentir-se

envergonhado ou culpado. Voltou cabisbaixo sem me olhar e sentou mais

afastado de mim. Eu, matreiramente, ainda sem calcinha e com o corpo
lavado em esperma, fui me banhar mas voltei a sala com outro 'baby-doll'
mas ainda sem calcinha e pedi para sentar no colo dele pois estava com
medo do filme.

Não demorou minutos e eu já sentia na bunda a dureza de seu cacetão e
para anima-lo fiquei rebolando e ele pegando meus seios. Falei da
impossibilidade de fazer qualquer coisa por ele ser meu tio. Expliquei que na
frente não podia por ser ele meu tio e por eu ser virgem ainda, mas minhas
amigas mecontaram que tem mais buracos que não compromete ninguém.
Ele entendeu e começou a alisar minhas nádegas. Nesse momento eu
arrisquei pegar seu pau e já estava arrependida de ter dado a entender que
daria a bunda para ele, mas ele estava realmente excitado e ali mesmo na
sala me colocou de bruços no sofá e começou a lambuzar o meu buraquinho
com saliva e pincelar a entradinha do meu cuzinho com a cabeçorra do seu
pau, para depois tentar penetrar-me analmente.

Doía muito, mas ele foi carinhoso e beijava minha nuca dizendo palavras

doces e eu fui me aquietando. Na impossibilidade de entrar pois meu cu

virgem era um buraquinho pequeno e o pau dele era tremendamente grosso,
ele foi a cozinha e voltou com a lata de óleo que besuntou o olho do meu cú
e a cabeça do seu pau. Desta vez não houve muita dificuldade e mesmo
doendo muito ele acabou por alojar sua enorme e gostosa vara em meu
rabinho recém descabaçado. Ficou bombeando por algum tempo, e eu
depois de me sentir totalmente relaxada comecei a entrar naquele jogo
gostoso, rebolando e empurrando minha bunda para trás feito uma cadelinha
no cio, levei a mão até a minha xoxotinha e vi que a mesma estava pingando
de tesão, peguei o meu clitóris entre os dedos e tratei de maltrata-lo,
massageando, beliscando, e apertando ele, até não agüentar mais e entrar
num estado de gozo maravilhoso que me fez gritar e pedir que meu tio
nfiasse cada vez mais forte aquele caralhão bem no fundo do meu
buraquinho apertado. Meu cu começou dar fortes piscadelas, mastigando
aquele delicioso pau, meu tio começou a gemer mais alto e em meu ouvido
me avisou da chegada do seu gozo. Foi uma sensação deliciosa sentir todo
aquele líquido quente me inundar o cuzinho que de tão farto transbordou
indo molhar minhas coxas e minha xoxotinha, que eu ainda alisava
carinhosamente, onde eu tratei de lambuzar todinha com aquele líquido
quente e esbranquiçado. Depois senti o pau do meu tio murchar e sair

de dentro de mim. Dormimos juntinhos durante toda aquela noite.

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Nos seis meses que titia ficou no hospital, eu fui a mulher dele de cama e

mesa. Mesmo depois dele arranjar uma empregada, ela ia embora e eu
dormia na mesma cama dele. Só com o regresso de titia é que passamos a ser mais cautelosos.

Depois eu pude constatar que a minha tia sempre soube das nossas transas noturnas, por sua

própria boca, quando um dia, pela manhã, ela fez oseguinte comentário:

- Ainda bem que você tem cuidado do seu tio, senão ele já teria ido procurar

uma mulher na rua. Continue desse jeito. Só não deixe ele colocar na sua

bucetinha, por que se você engravidar dele vai ser difícil explicar para os

vizinhos.

A partir desse dia passamos a transar a qualquer hora do dia ou da noite,

com o consentimento da minha tia. Com a cura da doença da minha tia, as

coisas melhoraram. Certa noite eu me deliciava com o pauzão do meu tio

entrando e saindo do meu buraquinho delicado, quando minha tia entrou no

quarto nua e deitou-se na cama junto conosco, participando gostosamente
da nossa transa. Pela primeira vez gozei na língua da minha tia, que me chupou divinamente

enquanto meu tio enchia meu rabinho de porra.

Fiquei viciada em dar o cu e já tinha fama no colégio e era até chamada de

'Maria Tanajura' (Tenho nádegas enormes, mas redondinha e perfeitas) ou
de 'Maria bundeira'. Nunca liguei, mas também nunca neguei o assédio dos

rapazes e como um sempre conta para o outro acho que todos eles, inclusive

os professores comeram minha bundinha.

Não posso dar meu buraquinho para meu noivo, pois ele é de fora da
cidade e faz uma imagem de pureza de minha pessoa, mas quando ele não se

encontra comigo eu marco encontro com algum rapaz para dar o cuzinho como eu gosto de dar.

Até hoje participo das transas dos meus tios, inclusive passei a dormir

com eles na mesma cama.

Meu Noivo? Acho que só depois de casar e mesmo assim é um caso a
pensar pois ele pode desconfiar que tenho muitas pregas a menos...


 

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