terça-feira, 26 de outubro de 2010

MAS SOU FELIZ!
conto de autor  desconhecido

003

Sou uma mulher que adora dar o cu. E assim que tenho orgasmos mais intensos muito mais do que os gozos com o sexo oral ou vaginal. Este, aliás, poucas
ou nenhuma vez me levou ao prazer maior. Acho que isso tem a ver com a minha infância e adolescência. Quando pequena, eu morava com meus pais em uma pequena casa em Caruaru, Pernambuco. Como dormíamos no mesmo quarto desde cedo passei a ouvir sons estranhos que, soube mais tarde, vinham da trepada deles, que acontecia todos os dias. Meu pai gostava de enrabar minha mãe, as vezes ela tentava abafar os gritos no início da penetração, mas depois se calava. Nessas horas eu sabia que ela estava levando uma pica no traseiro.
Quando a foda era na boceta, ela gemia o tempo todo, mas de prazer. Com certeza, ela não gostava de dar o cu. E nem poderia, pois meu pai tinha um
cacete  grande e grosso, parecido com o de um cavalo. Ademais ele só usava saliva para lubrificar ainda assim, o início da minha vida sexual não foi
precoce. Aconteceu  pouco depois da adolescência quando perdi uma aposta com um rapaz e, como pagamento, tive de dar o cuzinho. Ele tinha a mesma idade que eu mas era muito ingênuo e não conseguiu me comer. O pau não entrava de
jeito nenhum e, de tanto que insistiu, acabou lambuzando minha bunda de porra. Confesso que fiquei  decepcionada, pois sabia que o gostoso era
sentir aquele líquido quentinho sendo derramado dentro do ânus. Mas eu fiquei uma arara mesmo quando o babaca ainda espalhou entre os amigos que
havia me comido. Meus pais acabaram sabendo de tudo e passaram a vigiar meus passos. Mas uma luz surgiu para atender minha necessidade sexual. Justamente a partir de uma dificuldade minha. Sempre fui burra em matemática e minha
deficiência nessa matéria preocupava meus pais. Minha mãe descobriu então que nosso vizinho, o Márcio, dava aulas particulares e combinou aulas com
ele todo sábado de manha, em minha casa.
Márcio não faltava um sábado. Ficávamos sempre sozinhos, pois tanto meu pai como minha mãe  trabalhavam juntos  em nossa serraria. Meu pai confiava no Márcio. Além de filho de um amigo, ele parecia inocente, nunca tinha arrumado uma namorada. A minha impressão era de que ele escondia o jogo. Mas faltava tirar a prova. E isso aconteceu quatro ou cinco semanas depois.
Márcio começou a aula sentado a minha frente no chão da sala e eu passei a levantar  discreta e lentamente minha saia. Não demorou muito para que Márcio olhasse furtivamente para minhas coxas e se sentisse incomodado pela ereção. Eu permaneci na minha, levantei um pouco mais a saia, de forma que
ele visse também minha calcinha. Márcio ficou todo atrapalhado e terminou a aula mais cedo.
Na semana seguinte, assim que meus pais saíram de casa, mudamos o local da aula. Fomos, eu e ele ao meu quarto. Retomamos a aula sentados em minha
cama. Nessa posição abri as pernas e passei a levantar aos poucos a saia.
Márcio que não era bobo nem nada, não tirava os olhos de minhas pernas. Ao ver minha calcinha, Márcio espichou a mão e pousou-a sobre minha perna. Eu não disse nada tirei minha camiseta e mostrei a ele meus peitinhos, de biquinhos rijos e rosadinhos. Todo excitado, ele juntou seu corpo ao meu num forte abraço e passou a me beijar, apalpando meus seios. Ao mesmo tempo sua
mão direita procurou a bocetinha e ele curvou a cabeça para que sua boca alcançasse minha tetas. Estiquei também o braço e toquei a mão em sua vara, completamente dura, por cima da calça. Márcio abriu o zíper e libertou o pinto.
Foi assim que eu passei a descobrir as delicias do sexo. Márcio tinha uma caralho muito bonito. Era comprido e fino meio curvado para cima. Ele
levantou a saia tirou rapidamente a calcinha, colocou-me deitada e veio para cima de mim. Fui tomada de um prazer indescritível quando senti a cabeça do
pinto tocar minha vagina virgem. Minha entrega só não foi total porque tinha medo de engravidar ou que minha mãe descobrisse que eu tinha perdido o
cabaço. Num gesto brusco afastei Márcio de mim e disse que não poderia dar para ele. Mas ele queria me comer de qualquer jeito. Disse que já tinha
enrabado um viadinho e perguntou, carinhosamente, se podia colocar em minha bundinha. 
Sua proposta me provocou um misto de temor e prazer. Será que finalmente alguém acertaria comer meu cuzinho de verdade?, pensei comigo  mesmo.
" Eu prometo botar bem devagarinho ", disse ele, como que adivinhando meu pensamento. Márcio parecia ser bastante carinhoso. E eu tinha vontade de
experimentar  essa novidade. Coloquei-me de quatro, abri a bundinha e  ofereci o traseiro a ele. Ele umedeceu a cabeçorra com bastante saliva e
pressionou em vão. As tentativas se sucederam, mas foram todas frustadas, talvez porque eu estivesse um tanto  nervosa. Pedi a ele que interrompesse e
fui até a cozinha.  Voltei com um pote de  manteiga. Márcio continuava com o pinto duro apontando para cima. Se fosse hoje com certeza eu teria dado uma
chupada bem gostosa nele.
Mas naquela época eu não sabia ainda que o sexo oral era tão prazeroso e excitante. Naquele momento, o que importava e o que eu mais desejava era dar o cu. Marcio passou a manteiga no pinto, lambuzou meu rabinho e fez nova tentativa. Virei-me para ele e reforcei: " Come meu cu ".
Mais relaxada, senti a cabeça me invadir, abrindo aos poucos meu cuzinho virgem. Quando a glande rompeu o anel, senti uma dorzinha desagradável. Mas
disse apenas um ai abafado. Márcio não se incomodou segurou minha bunda com firmeza e empurrou com determinação. O caralho entrou até o talo, fazendo-me sentir seus colhões bater na minha bunda. O início foi um pouco dolorido, mas
eu agüentei calada, assim como minha mãe, nos tempo em  que meu pai lhe comia o rabinho. Apesar da dor, foi tudo muito  gostoso. Aliás, hoje minha tese é a de que  o melhor numa foda anal não e exatamente a penetração, mas a sensação de estar sendo enrabada. Márcio iniciou um vaivém gostoso um movimento que aos poucos foi substituindo a dor pelo prazer. Márcio não demorou a gozar, enterrando o cacete até o fundo e soltou a porra quentinha em meu cu. Não consegui gozar desta vez, porque ainda estava tensa.
No sábado seguinte, Márcio chegou até adiantado e minha casa. Meus pais foram para o trabalho e, mais uma vez, fiquei sozinha com meu comedor de
bundas. Fomos para o quarto  e desta vez foi diferente. 
Tiramos todas as nossas roupas  e eu havia providenciado até uma latinha de vaselina. Trocamos beijos Márcio chupou meus peitinhos e eu bati uma punheta para ele. Peguei a vaselina e lambuzei seu pinto, que estava latejando.
Depois me coloquei de quatro e eu mesma passei a vaselina no cu, fazendo uma relaxante massagem. Cheguei até a enfiar um dedo no rabinho, para deixá-lo mais flexível. Ele veio por trás e apontou o pinto.
A penetração se deu na primeira estocada, seu cacete, deslizou pelo meu cuzinho e me invadiu por completo. Pedi a ele que se controlasse, evitando
um gozo precoce pois eu também queria curtir muito aquela foda. 
Estava gostoso demais dar o rabo. Ele estocava o pau, eu empurrava a bundinha para trás e as bolas do saco batiam vigorosamente em minha bunda.
Minha boceta começava a pingar, coisa que nunca havia sentido antes, e meu cuzinho pegava fogo piscava alucinadamente. Era o prenuncio de gozo, que veio avassalador, pelo cu, coisa que marcaria todas as fodas da minha vida.
Márcio empurrou meu corpo para frente, deitou-se por cima de mim e bombeou com mais forca, mais vigor. Depois ele me virou de lado, erguendo minha
perna, para apreciar  seu mastro enterrado num cuzinho. Ele ainda segurava meus peitinhos, mordia meu pescoço e fazia um leve carinho em minha
bocetinha. Tive mais um orgasmo ao sentir Márcio descarregar seu porra dentro da minha bunda. Gozamos juntos, gemendo e sorrindo.
Passamos a transar regularmente todo sábado, nas mais variadas posições. 
Eu passei a gostar cada dia mais de dar o rabo descobri que o mais excitante era sentar no caralho do Márcio pois assim eu comandava melhor os
movimentos. Certo dia Márcio chegou dizendo  que havia visto uma coisa incrível numa revista e que deveríamos tentar fazer a mesma coisa. Era,
finalmente, nossa descoberta do sexo oral. E daquele dia em diante  nunca deixamos  de nos chupar mutuamente. O primeiro gozo de Márcio em minha boca foi uma experiência marcante, pois nunca tinha visto porra nem sentido seu gosto.
Ficamos tão viciados em sexo que decidimos transar também durante a semana, atrás de uma casa abandonada. Mas as transas nesse nosso novo ninho de amor duraram pouco. Para infelicidade nossa fomos flagrados por meu  primo, exatamente no momento em que Márcio  fodia e elogiava meu cu. Meu primo não se conteve em fazer uma provocação: 
"Esta tomando no cu, sua vagabunda?"
No que eu respondi, de pronto:
" Estou tomando no cu, e daí? Eu gosto de dar a bunda. Está com inveja do   Márcio?"
Márcio recolheu a pica, vestiu a calça e saiu correndo atrás do meu  primo.
Coloquei minhas roupas e também fui atrás. O desgraçado do meu primo foi até minha casa e chamou meus pais. Quando eles apareceram, ficaram  assustados com toda aquela correria. Perguntaram o que tinha acontecido, e meu primo
contou tudo o que eu estava fazendo com o Márcio. Minha mãe me puxou pelos cabelos e  me levou para dentro de casa. Naquele dia levei a maior surra da
minha vida. Meu pai  pegou uma cinta de couro, bem grossa, e deu várias chibatadas na minha bunda. É óbvio que as minhas aulas particulares
acabaram. Meus pais me colocaram num colégio interno so para mulheres, e lá eu passei dois anos da minha vida. Parece que foram dois séculos.
Ao sair do colégio, com pouco mais de 21 anos, meu pai já havia arrumado um marido para mim. Era um comerciante rico mais velho que eu. O dia do meu casamento foi o mais triste da minha vida. Dias depois Márcio encontrou-se comigo e nos tornamos amantes. Estava tudo ótimo com Márcio pois meu marido era um fracote, que não sabia me comer. Ele só colocava na minha boceta e não  saia do tradicional papai-mamãe. Jamais chegou perto da minha bunda.
A sorte é que eu tinha o Márcio para me foder o cu. Até o dia em queaconteceu uma desgraça e Márcio morreu num acidente de carro. Hoje, aos 35 anos, continuo com meu marido apenas para manter as aparências. Depois do Márcio tive vários outros homens, que nunca negaram fogo para me enrabar.
Sou uma mulher muito bonita, tenho cabelos longos e pretos, uma bunda enorme e apetitosa. Apesar de dar muito o cu, sou bem apertadinha, pois só saio com
caras que têm o  pinto fino. Que me lembro,  apenas uma vez eu dei para um homem com a vara grossa e grande. Quando o caralho entrou todo, tive a
impressão de que ele iria me arrombar e não consegui gozar, pois ardia demais. Não foi uma experiência agradável e eu não recomendo a ninguém. Tenho uma amiga que gosta de cacete grosso, mas está com o cu todo frouxo. Dar o cu e bom, mas e  preciso escolher o tamanho do pinto.

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