quarta-feira, 13 de outubro de 2010

MEU PRÍNCIPE ENCANTADO

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  Quando eu era adolescente, morei no interior da Bahia e foi lá que conheci Fernando. Estudamos juntos e, apesar das trocas de olhares, infelizmente não passamos disso. Aos 16 anos, fui morar em Vitória, Espirito  Santo, onde me casei e tive duas filhas. Sempre retornei à minha cidade natal, mas nunca me encontrei com meu coleguinha. Soube por terceiros que ele também havia saído dali para estudar na capital mineira. Fernando fez curso superior, se casou e teve duas filhas também. Anos depois, voltou para o interior. 
Depois de 17 anos, agora já separada do meu marido, encontrei casualmente com aquele menino, que se tornou um homem maravilhoso. Parece um príncipe negro que caiu na minha vida como um temporal intenso. Ele tem uma boca linda, lábios grossos e sensuais, capazes de levar qualquer mulher à loucura quando chupada por eles. Só experimentando para ver... 
  Fernando também tem um bigode bem excitante e, assim que vi, fiquei molhadinha só de imaginà-lo roçando meu grelinho sem vergonha. Quase gozo pensando o que podemos fazer num ambiente mais tranqüilo, sem intrusos por perto. Ah, que vontade! 
Modéstia à parte, também não fico para trás. Apesar de ter ficado grávida duas vezes, tenho um corpo provocante: pernas grossas, bumbum grande,
cintura fina e uns peitinhos gostosos que costumam enlouquecer os homens. Um conjunto harmônico que junto com a minha longas madeixas loiras, com certeza,
deixaria qualquer um excitado. 
Com o meu príncipe negro não foi diferente: ele também me desejou, queria conhecer melhor as minhas curvas deliciosas, ir fundo nas minhas zonas de prazer.
Afinal, aquela menina que conhecera agora era uma mulher cheia de amor para dar. Principalmente entre as pernas grossas. 
Um dos nossos encontros aconteceu no carnaval, quando ele veio à minha cidade com a família. Eu estava com umas amigas na piscina de um hotel à beira-mar e levei um susto ao vê-lo. Olhou bem fundo nos meus olhos e
entendi tudo: precisávamos  ficar a sós. Saí de fininho, sem  que minhas  amigas percebessem, e nos encontramos no carro de Fernando. 
O coração batia mais forte, as pernas tremiam e a xaninha, ensopada, pedia alguma coisa para mastigar urgentemente. Era um impulso maior que tudo.
Nunca senti aquilo por outra pessoa em toda a minha vida. Os meus líquidos simplesmente escorriam por minhas pernas. 
Quando ficamos a sós no carro, nos amamos alucinadamente. Nossas roupas foram arrancadas facilmente, nos deitamos no banco traseiro e começamos a
nos beijar por inteiro ali mesmo. Que delicia! Que loucura maravilhosa! Que troca de energia e tesão! Aqueles lábios tocavam os meus com determinação, num trabalho de sucção de primeira. Coisa de profissional. 
O Fernando é um expert na arte de excitar uma mulher. Beijava-me na boca, nos seios, na minha barriguinha, no grelo, nas coxas... Nada escapava.
Fazendo alguma ginástica, consegui me ajoelhar e abocanhei aquele mastro enorme e duro que mal cabia na minha boca gulosa. Apressada, quase machuquei
o pobrezinho na primeira mordida.
- Calminha, bem. pediu com toda malícia o safado. Fernando era assim e merecia ser mordido. Depois era só assoprar. 
Chupei, lambi e tentei engoli-lo o máximo possível para levar meu príncipe à loucura. Sempre que podia, eu parava um pouquinho só para admirar o cacete
envernizado que, naquele instante, era só meu, todo meu. Um material construído de carne, músculos e veias perfeitas. Dali, sairia a prova do nosso tesão. Era só esperar mais um pouquinho.
Continuei chupando e mordendo aquele pau, agora já o punhetava rapidamente, enquanto mantinha a cabeça
dentro da minha boca, já pressentia o gosto delicioso de leite de macho, alisava as bolas cheias, prontas para expelir o suco que tanto aprecio.
Quando a primeira golfada atingiu minha língua, me assustei pela quantidade, e quase engasgo. Para minha surpresa, o esperma do Fernando não saía em
jatos e sim e fartas golfadas que enchiam a minha boca a proporção que iam sendo jorradas, engoli muito, mais segurei em minha boca o suficiente para ficar com as bochechas estufadas. Abri a boca e fui sorvendo aos poucos, sorrindo e mostrando para o meu príncipe o quanto eu apreciava aquele líquido quente, viscoso e esbranquiçado. 
Ele, perplexo, não desgrudava os olhos de mim, e o meu show particular fez com que ele não perdesse a ereção e me agarrando fortemente, começou a me chupar de novo, dizendo que eu queria enlouquecê-lo e que há muito tempo sentia tesão por mim,  e que ia me comer de todos os jeitos e maneiras. 
Quando já não agüentávamos mais, Fernando se sentou e eu fiquei sobre ele, de modo que pudesse chupar minhas tetas deliciosas. Fomos nos ajeitando até que aquela pica negra e grossa começou a entrar na minha xoxotinha já
latejante e lambuzada de tesão e saliva do meu homem.
- É agora, não pára!, pedi. 
  Num vaivém frenético, abraçados e suados pelo esforço e calor dos nossos corpos, chegamos no limite máximo, sem nos preocupar com a possibilidade de que alguém aparecesse. De repente, até apareceu. Não estávamos nem aí para isso. 
O gozo final expressava a relação dos corpos ardentes. Naquele momento de amor e tara, ele avisou que ia gozar e imediatamente senti as golfadas quentes dentro da minha buceta, depois retirou seu pau e veio derramar sêmen sobre o meu corpo, com golfadas ainda decididas e provocantes. Um banho com direito ao melhor da sacanagem. Eu com um dedo enterrado em meu cuzinho,
também gozei loucamente, molhando os pêlos e barriga de Fernando com o meu gozo molhado e descontrolado. Com mais um pouco de ginástica, consegui lamber
algumas gotas pegajosas daquele manjar dos diabinhos. E como era gostoso o gozo do meu príncipe. 
Infelizmente, não pudemos partir para um segundo tempo, eu estava doida para sentir aquele caralho grosso dentro do meu cuzinho, mas isso ia ficar para outra oportunidade, pois já era 15h e a esposa de Fernando o esperava para retornarem a Bahia.
Cheguei ao hotel em transe, transtornada com aquela trepada memorável. Olhei para minhas amigas tostando ao sol e fui andando devagar em direção ao chuveiro da piscina, enquanto escorria pelas minhas pernas o esperma ainda quente do meu príncipe.
No que passei por entre as cadeiras de praia, exalando o cheiro forte e característico de esperma todas notaram e comentaram:
- Hummmm, conheço esse cheiro...
- Onde foi a festa???
- Ha muito tempo, não sentia esse cheiro tão gostoso!!   E em coro, as três pediram para não me lavar, para curtirem o odor de leite de macho por mais tempo. Uma delas chegou a passar o dedo entre minhas coxas, colher uma boa quantidade de sêmen e levar à boca. E passamos o resto tarde comentando e curtindo.

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