sexta-feira, 29 de outubro de 2010

FEZ A FAXINA NA PATROA
conto de autor desconhecido
recebido por email

A história que passo a relatar ocorreu quando eu tinha 15 anos e me mudei para o Rio de Janeiro com minha família, que vinha do Sul. Hoje sou uma mulher de 20 anos. Meu pai tinha negócios no Rio e precisava acompanha-los de perto. Nos mudamos para uma casa antiga, maior e com piscina. Após dois
meses eu já tinha me adaptado à cidade e feito muitos amigos. Tudo mudou quando minha mãe contratou uma empregada de nome Adriana, que ficaria conosco de segunda a quinta retornando na sexta-feira para a casa.
Logo soube que ela era divorciada e sem filhos. No carnaval Adriana, apesar dos 42 anos e de alguma rugas no rosto, brilhava como destaque de uma grande escola de samba, com seu corpo bem-feito de mulata de 1,80m. Eu a tratava bem mas não conversava nem dava-lhe intimidades até um dia que meus pais saíram e nos deixaram sozinhas...
Na hora do banho, notei que o buraco da fechadura (era daquelas bem antigas) escureceu. Levei um susto mas disfarcei, terminando o banho. No quarto, ao me vestir, notei que também estava sendo observada pela
fechadura.
Só podia ser Adriana. Fiquei nervosa e excitada ao mesmo tempo por ser observada por outra mulher. Depois daquele dia, passei a tomar banho sempre antes de meus pais chegarem em casa sem deixar ela desconfiar que eu sabia de tudo.
Após dois meses tentando Adriana com minha falsa inocência, meu pai comprou uma casa de praia em cabo Frio já mobiliada e disse que Adriana iria fazer uma faxina geral no sábado. Não resisti à curiosidade quando ele disse que Adriana ficaria sozinha na casa até domingo e pedi para ir junto, dizendo que ajudaria na limpeza.
Na manhã de sábado, papai nos deixou a sós e iniciamos o trabalho, quando pela primeira vez conversei com Adriana. Ela me contou que tinha um ex-marido bêbado e violento e me perguntou se eu tinha namorado (eu tinha vários!), entre outras amenidades. Às 19h, terminamos a faxina e eu resolvi intensificar meu jogo de sedução, andando nua pela casa enquanto ela tentava ser o mais discreta possível, até que por volta da 21h eu me dei conta que não estava disfarçando mais, me comendo com os olhos. Achei melhor encerrar a brincadeira e me vestir para esconder minha beleza nórdica e meu corpo bem modelado.
Sem perder tempo, Adriana começou a falar sobre sexo e eu bancava a liberal, do tipo que acha tudo normal, quando ela disse que era bissexual e tentava convencer-me que toda mulher era assim. Fiquei nervosa só de imaginar nós duas transando. Pressentindo isso, Adriana perguntou se eu gostaria de
provar, dizendo-se experiente no assunto e que não me machucaria e que, no fim, tudo voltaria a ser como antes. ou seja: patroa e empregada.
Já estava convencida a experimentar a aventura quando disse que era virgem.
De pronto, Adriana falou que sabia e que respeitaria isso. Levantou-se em seguida e tirou a roupa. Meu coração disparou, estava nervosa e suava bastante quando resolvi tirar minha roupa também. Então me pegou pela mão e fomos para o chuveiro. Continuava nervosa mas em momento algum ela me tocava,
deixando-me em grande expectativa, dizendo o tempo todo que eu era muito bonita. Depois de uns 15 minutos virei-me de costas para apanhar o sabonete quando senti as mãos fortes de Adriana em minhas nádegas tenras. Começara!
As mãos percorreram todo o meu corpo até alcançar a vagina, que pela primeira vez era tocada por outros dedos. Devagarinho, enfiou o indicador e ajoelhou-se para chupar meus seios, masturbando-me até eu gozar.
Depois virou-me de costas e passou a língua em meu ânus onde ela introduzia ouro dedo, causando um pouco de dor, Adriana tentou beijar a minha boca mas não correspondi, fazendo-a desistir. Ela, então, desligou o chuveiro, pegou-me no colo e levou-me ao quarto sussurrando palavras obscenas em meu
ouvido. Lá ela mandou-me ficar de pé e fez da minha camisa uma venda para os olhos, antes de ligar o rádio e dizer:
- Rebole. Só rebole. Quero ver você rebolando!
Obedeci e, sem ver nada, voltei a suar. Toda vez que uma música acabava ela gritava:
- Continue rebolando, só pare quando eu mandar!
Na sexta música, ela tirou a venda e levou-me à cama, pondo minhas pernas sobre os ombros e começando a chupar-me. Eu estava ensopada de suor e ia à  loucura com a língua de Adriana em meu clitóris. Gozei ao som de um funk!
Enquanto eu descansava, foi ao banheiro e voltou com algo preso a cintura.
Era um consolo de uns 16cm! Mandou que ficasse de quatro e disse:
- Isso aqui você vai tirar de letra!
Tentei argumentar enquanto Adriana passava xampu no meu ânus e dizia:
- Tem sempre uma primeira vez. Só quero o seu cuzinho. Se você não gostar,eu paro.
Fiquei de quatro, arrepiada enquanto ela passava xampu na minha bunda e encostava o consolo nela, só começando a enfiá-lo após uns dez minutos.
Afundei a cabeça no travesseiro e ela enterrou tudo, iniciando uma massagem em meu clitóris e fazendo o movimento de entra e sai. A sodomia durou uma hora e eu gozei várias vezes, antes dela retirar o consolo e se jogar na cama para descansar.
De bruços, olhava a cena pelo espelho da penteadeira. Adriana sorria de prazer e acendia um cigarro enquanto dizia:
- Desde o primeiro dia que te vi, sabia que comeria este cuzinho.
Estarrecida, perguntei o que ela quis dizer e ela respondeu que eu sabia que era espionada durante os banhos. Meio sem jeito perguntei o que ela achou da noite.
- Foi muito fácil. Você é como eu, a diferença é que você é rica e eu pobre, respondeu. Comecei a ficar irada, pois estava convicta de que não era lésbica e que só topei por curiosidade. Levantava-me para ir tomar banho, quando fui interrompida:
- Onde você pensa que vai?
Respondi irada:
- Desde quando dou satisfação à empregada?
Fui ao banheiro pensando numa maneira de me vingar dela, quando de repente Adriana surgiu no box, gritando com raiva:
- Beije-me, vagabundinha, ou eu te encho de porrada!
Apavorada, obedeci. Depois, ela me virou de costas:
- Vou comer esse cuzinho de novo e dane-se se você vai gozar ou não!
Entrei em pânico e comecei a implorar que ela não fizesse isso, ao mesmo tempo que lembrava que ela havia me dado prazer pela primeira vez. Aceitei, inclinando meu corpo e dizendo que ela fizesse bom proveito pois seria a última vez.
Adriana gargalhava, enquanto posicionava-se por trás, enfiando o consolo com força. Apoiei minhas mãos na parede e fiquei quieta enquanto ela contorcia-se de prazer e acariciava meu clitóris, fazendo-me gozar. Comecei a rebolar e ela, sorrindo, disse:
- É assim que eu gosto, bem putinha.
Eu, cheia de tesão, retrucava:
- Aproveita, come meu cuzinho bem gostoso, porque é a ultima vez, sua tesuda!
Adriana sorria e acelerava os movimentos e eu gozava mais ainda.
Essa última sodomia durou quase duas horas e depois nós duas nos beijamos debaixo da água morna do chuveiro por longos minutos, antes de tomar um banho de verdade e ir dormir.
Após esse episódio nunca mais tive vontade de transar com mulheres, embora eu tivesse gozado muito naquela noite, Adriana ainda trabalhou conosco durante dois meses e, nesse tempo, sempre que meus pais não estavam em casa, ia até o quarto dela nua e ficava rebolando com as mãos atrás da nuca ao som
de um funk, sem deixa-la me tocar. Ela implorava, oferecia dinheiro, mas não cedi. Quando Adriana foi embora, deixou-me o telefone de uma vizinha no caso de mudar de idéia. Nunca liguei
_


Hot Lesbian Teen Sluts brought to you by PornHub

2 comentários:

  1. Oi!
    Cara, eu li este conta na antiga (e extinta) revista masculina ELE Ela.
    Foi um dos melhores, senão o melhor, conto erótico de lésbicas publicado no Fórum.

    ResponderExcluir

Conte sua fantasia