sábado, 30 de outubro de 2010

CLIENTE ESPECIAL
autor desconhecido

  Há alguns anos, eu trabalhava em uma sofisticada butique,
eu tinha apenas dezessete anos na época e era a única vendedora além da dona
e,  algumas vezes,  em função de  alguns compromissos dela, eu assumia a
responsabilidade de fechar a loja. Numa dessas ocasiões, eu estava
terminando de arrumar minhas coisas quando chegou Heloísa, amiga da dona da butique e
uma de nossas melhores clientes. Uma mulher belíssima, de corpo escultural e
muito  cativante. Em  função de sempre  atendê-la, tínhamos  uma  certa
intimidade, mas nada disso me preparou para o que veio a acontecer.

  Já eram sete horas. Resolvi  fechar a porta,  enquanto ela  experimentava
alguns biquínis e tangas que  eu  havia lhe mostrado.  Quando retornei ao
provador, lá estava ela, inteiramente nua, sem demonstrar o menor sinal de
inibição. Constrangida fiquei eu, mas ela logo desfez esse constrangimento,
agindo como se não houvesse nada demais. Após escolher o que desejava, ela
me pediu um favor:

- Será que você poderia vestir essa tanguinha para eu ver como fica? É que
  eu tenho uma amiga aniversariando e ela tem o mesmo corpo que você.

  Resolvi  atender o seu  pedido e comecei  a tirar minha roupa. Quando
terminei, ela me fitava com os olhos brilhando. Novamente me encabulei e
tentei esconder minha nudez. Ela reagiu:

- Acho que você não deveria esconder um corpo tão bonito.

  Heloísa se aproximou de mim, tomou-me em seus braços e me beijou. Eu
queria me livrar  daquele abraço e  daquele beijo, no entanto, a sensação era tão
maravilhosa que fiquei completamente sem reação. Suas mãos começaram a
percorrer meu corpo, chegando a minha boceta, a esta altura empapada com meu
líquido. Meu prazer era tão intenso que atingi o orgasmo ali mesmo.
Subitamente, ela me largou

- Vamos para  um  lugar  mais  aconchegante.  -  Acho  que  nem  respondi,
simplesmente me deixei levar. Quando me dei conta, estávamos num luxuoso
condomínio na Barra. Sozinhas no elevador, ela voltou a me beijar
e a dizer que naquela noite eu seria uma rainha e teria prazer como nunca
tivera antes. Heloísa tinha toda razão. Apesar de não ser inexperiente,
nenhum de meus relacionamentos com namorados conseguiu me levar aos céus
como ela.

  Mal entramos no apartamento, finamente mobiliado, ela levou-me para a sua
suíte, me deixando inteiramente à vontade. Enquanto isso, ela me preparava
um drinque. Percebi que sua janela tinha uma ampla visão para o prédio
vizinho. Sugeri, quando ela voltou com os drinques, que fechasse as
cortinas.
Ela me disse para não me preocupar com isso. Fui para o chuveiro tomar uma
ducha  fria e tentar  pôr minhas idéias em  ordem. Só que Heloísa não me
deixou. Inteiramente nua, ela entrou no boxe e me abraçou. Passou suas mãos
por meu corpo e não deixou um milímetro de minha pele sem seu toque. Sua
boca deslizou por meu pescoço, até atingir meus seios, mordiscando meus
mamilos, deixando-os duríssimos.

  Em seguida fui levada para o quarto. Ela me fez deitar de costas e começou
a me chupar. Beijou meus pés, chupando cada dedinho com avidez, subindo
pelas minhas  pernas até se concentrar  em meu sexo.  Abri ao máximo minhas pernas
para  aquela mulher  maravilhosa. Heloísa sugou  meu clitóris,  alternando
suavidade e firmeza. Sua lingüinha passeava em minha boceta. Explodi em gozo
seguidas vezes. Vi meu corpo ser devorado por outra mulher, através de  um
enorme  espelho no quarto.  Eu nos via  como se  estivesse assistindo  um
delicioso filme erótico, no qual eu era uma protagonista. Deliciei-me
vendo-a encaixar seu sexo contra o meu, fazendo com que nossos clitóris se roçassem.
Depois, ela esfregou seus seios contra os meus. A cada nova posição, o
prazer se renovava.

  Durante o resto da noite, Heloísa me mostrou todo o prazer que uma mulher
pode dar a outra. E me permitiu retribuir pelo menos parte dele. Afinal
procurei ser uma aluna aplicada. Nos intervalos, quando parávamos para nos
restabelecer, bebíamos champanha, foi em desses intervalos que eu, caindo na
real, resolvi ligar para casa e acalmar a minha mãe que já estava preocupada
com a minha demora, menti dizendo passar a noite na casa de uma amiga de
faculdade.  Voltando  a champanha, Heloísa  me fez derrama-la em sua boceta
carnuda e ali beber, como se fosse uma taça. Não consegui me conter. O gosto
daquela boceta todinha depilada misturada ao champanha era um verdadeiro
néctar. Desse modo levei minha companheira especial a um profundo orgasmo.

  Já era quase de manhã quando resolvemos descansar nos braços uma da outra.
Heloísa confessou-me que há muito tempo sentia enorme atração por mim e que,
às vezes, ia à loja com a desculpa de comprar algo apenas para me ver. Até
comentou com a dona da loja, sua amiga, mas pela minha pouca idade ela não
quis me revelar o seu tesão. Até que, naquele dia, aproveitando que
estávamos sozinhas, se encheu de coragem para me seduzir. Enquanto minha companheira
falava, eu olhava para a janela. Foi  quando percebi que estávamos  sendo
observadas por um vizinho do prédio em frente. Ele estava em sua varanda
sentado numa cadeira de praia. Fui fechar a janela, mas Heloísa me advertiu
e me convenceu que poderia ser interessante termos alguém nos observando.
Isso me deixou um pouco envergonhada mas com muito tesão.

  Heloísa recomeçou. Chupou meus seios e apertou-os. Depois abriu minhas
pernas em direção ao vizinho. Meu grelinho começou a ficar duro de tanto
tesão. Ela me chupava sempre procurando mostrar a ele o que estava fazendo
comigo. O rapaz começou a ter tremedeiras sentado na cadeira. Na certa
deveria estar gozando. Me empolguei e, de quatro, comecei a rebolar como se
eu estivesse me masturbando. Minha companheira ficou maluca com a maneira
com que eu estava me soltando. Nosso delicioso vizinho já não estava na
janela, e eu tive de ir embora para abrir a loja.

  Alguns dias depois soube, através de minha patroa, que Heloísa havia
partido para Europa, onde morava seu marido. Dela recebi um cartão de Paris,
dizendo que nossa noite fora mágica e que jamais a esqueceríamos. Ela tinha
razão.

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