sexta-feira, 15 de outubro de 2010

 A ACOMPANHANTE "

0709091338
Conto de autor desconhecido

  Me chamo Luiza, e há alguns anos,  por estar muito  tempo desempregada,resolvi procurar um emprego. Através de uma amiga,  consegui um emprego de acompanhante para um velhinho  de já seus 70 anos, que se  locomovia muito pouco, e precisava de alguém para auxiliá-lo nos afazeres do dia, eu já havia trabalhado de auxiliar antes, por isso não via nenhum problema nisso.
  Enganei-me.
  Seu Fernando, o velhinho, no começo era muito calado, mais depois foi se revelando conversador, passavamos os dias conversando e rindo sobre tudo e todos. Certo dia, perguntei porque ele nunca tinha se casado, e ele não me respondeu, mais a partir desse dia passou a me contar suas aventuras
sexuais, ele sentado em sua poltrona, e eu sentada no chão logo a sua frente, ouvindo maravilhada as histórias daquele velhinho que se dizia o maior garanhão da sua cidade e com uma imaginação muito avançada para a sua época.
  O que mais me deslumbrava é como ele descrevia as suas gozadas, eram sempre esporradas fortes, quatro, cinco e até seis esguinchos de porra, no rosto ou na boca das suas parceiras. Eu ficava sempre surpresa comigo mesma, ao me sentir molhada na xoxotinha com aquelas histórias fascinantes. Mas brincava com Seu Fernando, dizendo não acreditar em nada do que ele falava. e ele sempre dizia:
" SE EU FOSSE UM POUQUINHO MAIS NOVO, EU TE PROVARIA! "
  E nós ríamos bastante, já muito íntimos, desde então.
  Certo dia, pela manhã, conduzi seu Fernando, da sua cama até a poltrona da sala, onde ele continuava a dormir, todas as manhãs, e então fui até o seu quarto arrumar a sua cama, quando tentava dobrar os lençóis, uma revista caiu no chão, peguei a revista e vi que se tratava de uma revista erótica, comecei a folhê-la, observando a transa que se dava no desenrolar da história, no final da revista, veio a surpresa, ao pegar na última página da revista, senti que alguma coisa melava meus dedos, então vi do que se tratava, o papel estava totalmente ensopado de esperma, fiquei alguns segundo olhando para a revista incredula, até que voltei a mim, e constatei que aquilo só poderia ser coisa do Seu Fernando, e também que ele tinha esporrado bem na cena em que o protagonista da história enchia o rosto e a boca da atriz de leite.
Então,  tomei coragem, passei  o dedo, colhendo  o esperma, senti  ele quentinho, fresco, cheirei, e levei-o a boca, provando o seu gostoso sabor, quase que inconscientemente, levei a mão por baixo da saia e senti o tecido da minha calcinha completamente molhado, como se tivesse sido  lavada em líquido vaginal. abaixei  a  calcinha até os joelhos e abrindo as  pernas passei os dedos melados com o esperma de Seu Fernando por toda a extensãoda xoxota, especialmente em meu grelinho, me masturbando e gozando logo em seguida lambendo a página da revista.
Arrumei  todo o quarto,  deixando a  revista onde encontrei.
_________

No outro dia, a tarde, resolvi arreliar Seu Fernando, me mostrando mais interessada nas suas histórias, pedi que contasse uma bem quente, ele então
começou a falar:
" Então vou contar, sobre uma vizinha que eu tive, lá no interior... "
Enquanto ele contava, eu, sentada em sua frente, me mostrava toda pra ele, abria as pernas e fechava as pernas, mostrando a minha calcinha
transparente, quando ele chegou na parte das esporradas, eu passei a língua nos lábios, e disse:
" Ah, que delícia! "
Ele continou, eu já não aguentava mais de tesão,  apertei  as  pernas, procurando comprimir o grelo entre os lábios vaginais, fechei os olhos e
já estava quase gozando ali mesmo, na frente dele, que sem parar de falar me observava, aumentando ainda mais a intensidade das trepadas, agora já
comia o cuzinho da sua parceira. Eu, agora com as pernas totalmente abertas, já sem nenhum resquício de pudor, passava os dedos por cima da calcinha empapada de gozo, fui chegando mais perto de Seu Fernando e encostei em suas pernas, ele por um instante parou de falar, e me olhou, mas ainda não tinha terminado a história, pedi que continuasse, ele então retomou a narrativa e eu já passava a mão em seu pau, por cima do pijama, quando ele terminou eu puxei a calça do pijama, deixando-o nu da cintura para baixo, vi que apesar da idade, o Seu Fernando tinha um verga muito respeitável e apesar de não estar totalmente riste ainda servia para alguma coisa, imediatamente caí de boca naquele mastro meio mole, enquento Seu Fernando recostado na poltrona, calado, curtia a minha chupeta que é uma das coisas que sei fazer muito bem, colocava toda a cabeça em minha boca, depois tirava, primeiro rápido e depois devagar, bolinava os testículos grandes, e cheias de líquido branco e gostosopara saciar minha sede. Vi que o pau de Seu Fernando não ficaria mais duro que aquilo, tratei de fazê-lo gozar, o que não demorou muito, com a cabeça dentro da boca, passei a punheta-lo forte, senti o pau retesar um pouco mais e esperei a carga de leite, que primeiro veio fraca, então resolvi tirar a cabecinha da boca e passar a língua no buraquinho para colher o líquido gostoso que saía, de repente houve uma explosão de leite que molhou todo o meu rosto,  cabelos e  pescoço, nunca tinha  visto tanta  porra  antes, rapidamente coloquei o pau todo na boca novamente, alisando os seus bagos
recebi a maior quantidade de esperma de toda minha vida, tanto que não consegui segurar  e deixei escapar pelos cantos da boca, para o meu desespero, pois não costumo desperdiçar esse líquido tão precioso, assim que ele me enchia a boca com um esguicho, eu procurava engolir o mais rápido possível, pois sabia que vinha outro maior ainda depois, terminamos
completamente melados, o cheiro de porra tomava conta de todos os ambientes da casa, e eu boquiaberta com tudo que acabara de acontecer, estava certa que toda aquela quantidade de esperma dava para encher um copo grande, e estava resolvida fazer o teste.
Passamos três dias sem fazer mais nada, até que comentei com Seu Fernando, sobre a minha curiosidade, ele deve ter me achado louca, mas topou, colocou o pinto para fora da calça e me ofereceu, com um copo tamanho médio na mão, chupei um pouco o pau mole de Seu Fernando, e comecei a masturba-lo logo em seguida, dessa vez ele me avisou da aproximação do seu orgasmo, coloquei o pau dentro do copo e vi os primeiros pingos cairem, enchendo o fundo  do depois veio a famosa explosão de esperma, tão forte que quase arranca o copo da minha mão, toda molhada de tesão entre as pernas e me babando de vontade de provar aquela delicia vi que a carga forte de leite tinha deixado a metade do copo completamente cheia, enquanto Seu Fernando balançava o pau dentro do copo eu alisava seus testículos, apertando, fazendo eles expelirem todo aquele líquido esbranquiçado dentro do copo, eu contava os jatos de porra, um, dois, três. Não acreditava, o copo já estava quase cheio, e ele continuava a esporrar, eu entã  p erguntei se aquilo não acabava nunca, era mais do que a outra vez, ele falando que tinha só mais uns espirros.
O Copo encheu completamente, estava já transbordando, e ele não parava, puxei-o para mim e caí de boca naquele pinto mole espirrante que ainda
esporrou mais duas vezes entre meus lábios e repousou tranquilo, enquanto eu limpava suas bolas meladas e lambia o restinho que saía do buraquinho.
Aquela quantidade que bebi, não foi o suficiente para matar a minha sede de leite, olhei o copo cheio no chão, peguei-o, e fiquei admirando aquele
líquido branco e com o cheiro forte penetrando minhas narinas, virei-o na boca, derramando um pouco no rosto, com a boca cheia, degustando aquele
néctar, tirei toda a minha roupa, na frente de Seu fernando, era a primeira vez que ele me via completamente nua, me deitei no chão a sua frente e me banhei com o seu esperma, bebi meis um pouco, derramei sobre a xoxota, enquanto me masturbava ferozmente, dizendo o nome de Seu Fernando, elogiando o seu esperma, dizendo que era uma delícia, que iria sempre querer bebê-lo e me banhar com ele. Aí gozei, gritando, e lambendo o restinho que sobrou no fundo do copo. A pedido de Seu Fernando, passei o resto do dia sem tomar banho, exalando o perfume de porra por toda a casa.
Estes foram os dias mais excitante que passei em minha vida. Até hoje vivo com o Seu fernando, e durante todo esse tempo, já bebi litros e mais litros de esperma, até parece que conforme o tempo passa, a quantidade de esperma dele vem aumentando, tanto que já não dou conta sozinha.

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