sábado, 30 de outubro de 2010

CLIENTE ESPECIAL
autor desconhecido

  Há alguns anos, eu trabalhava em uma sofisticada butique,
eu tinha apenas dezessete anos na época e era a única vendedora além da dona
e,  algumas vezes,  em função de  alguns compromissos dela, eu assumia a
responsabilidade de fechar a loja. Numa dessas ocasiões, eu estava
terminando de arrumar minhas coisas quando chegou Heloísa, amiga da dona da butique e
uma de nossas melhores clientes. Uma mulher belíssima, de corpo escultural e
muito  cativante. Em  função de sempre  atendê-la, tínhamos  uma  certa
intimidade, mas nada disso me preparou para o que veio a acontecer.

  Já eram sete horas. Resolvi  fechar a porta,  enquanto ela  experimentava
alguns biquínis e tangas que  eu  havia lhe mostrado.  Quando retornei ao
provador, lá estava ela, inteiramente nua, sem demonstrar o menor sinal de
inibição. Constrangida fiquei eu, mas ela logo desfez esse constrangimento,
agindo como se não houvesse nada demais. Após escolher o que desejava, ela
me pediu um favor:

- Será que você poderia vestir essa tanguinha para eu ver como fica? É que
  eu tenho uma amiga aniversariando e ela tem o mesmo corpo que você.

  Resolvi  atender o seu  pedido e comecei  a tirar minha roupa. Quando
terminei, ela me fitava com os olhos brilhando. Novamente me encabulei e
tentei esconder minha nudez. Ela reagiu:

- Acho que você não deveria esconder um corpo tão bonito.

  Heloísa se aproximou de mim, tomou-me em seus braços e me beijou. Eu
queria me livrar  daquele abraço e  daquele beijo, no entanto, a sensação era tão
maravilhosa que fiquei completamente sem reação. Suas mãos começaram a
percorrer meu corpo, chegando a minha boceta, a esta altura empapada com meu
líquido. Meu prazer era tão intenso que atingi o orgasmo ali mesmo.
Subitamente, ela me largou

- Vamos para  um  lugar  mais  aconchegante.  -  Acho  que  nem  respondi,
simplesmente me deixei levar. Quando me dei conta, estávamos num luxuoso
condomínio na Barra. Sozinhas no elevador, ela voltou a me beijar
e a dizer que naquela noite eu seria uma rainha e teria prazer como nunca
tivera antes. Heloísa tinha toda razão. Apesar de não ser inexperiente,
nenhum de meus relacionamentos com namorados conseguiu me levar aos céus
como ela.

  Mal entramos no apartamento, finamente mobiliado, ela levou-me para a sua
suíte, me deixando inteiramente à vontade. Enquanto isso, ela me preparava
um drinque. Percebi que sua janela tinha uma ampla visão para o prédio
vizinho. Sugeri, quando ela voltou com os drinques, que fechasse as
cortinas.
Ela me disse para não me preocupar com isso. Fui para o chuveiro tomar uma
ducha  fria e tentar  pôr minhas idéias em  ordem. Só que Heloísa não me
deixou. Inteiramente nua, ela entrou no boxe e me abraçou. Passou suas mãos
por meu corpo e não deixou um milímetro de minha pele sem seu toque. Sua
boca deslizou por meu pescoço, até atingir meus seios, mordiscando meus
mamilos, deixando-os duríssimos.

  Em seguida fui levada para o quarto. Ela me fez deitar de costas e começou
a me chupar. Beijou meus pés, chupando cada dedinho com avidez, subindo
pelas minhas  pernas até se concentrar  em meu sexo.  Abri ao máximo minhas pernas
para  aquela mulher  maravilhosa. Heloísa sugou  meu clitóris,  alternando
suavidade e firmeza. Sua lingüinha passeava em minha boceta. Explodi em gozo
seguidas vezes. Vi meu corpo ser devorado por outra mulher, através de  um
enorme  espelho no quarto.  Eu nos via  como se  estivesse assistindo  um
delicioso filme erótico, no qual eu era uma protagonista. Deliciei-me
vendo-a encaixar seu sexo contra o meu, fazendo com que nossos clitóris se roçassem.
Depois, ela esfregou seus seios contra os meus. A cada nova posição, o
prazer se renovava.

  Durante o resto da noite, Heloísa me mostrou todo o prazer que uma mulher
pode dar a outra. E me permitiu retribuir pelo menos parte dele. Afinal
procurei ser uma aluna aplicada. Nos intervalos, quando parávamos para nos
restabelecer, bebíamos champanha, foi em desses intervalos que eu, caindo na
real, resolvi ligar para casa e acalmar a minha mãe que já estava preocupada
com a minha demora, menti dizendo passar a noite na casa de uma amiga de
faculdade.  Voltando  a champanha, Heloísa  me fez derrama-la em sua boceta
carnuda e ali beber, como se fosse uma taça. Não consegui me conter. O gosto
daquela boceta todinha depilada misturada ao champanha era um verdadeiro
néctar. Desse modo levei minha companheira especial a um profundo orgasmo.

  Já era quase de manhã quando resolvemos descansar nos braços uma da outra.
Heloísa confessou-me que há muito tempo sentia enorme atração por mim e que,
às vezes, ia à loja com a desculpa de comprar algo apenas para me ver. Até
comentou com a dona da loja, sua amiga, mas pela minha pouca idade ela não
quis me revelar o seu tesão. Até que, naquele dia, aproveitando que
estávamos sozinhas, se encheu de coragem para me seduzir. Enquanto minha companheira
falava, eu olhava para a janela. Foi  quando percebi que estávamos  sendo
observadas por um vizinho do prédio em frente. Ele estava em sua varanda
sentado numa cadeira de praia. Fui fechar a janela, mas Heloísa me advertiu
e me convenceu que poderia ser interessante termos alguém nos observando.
Isso me deixou um pouco envergonhada mas com muito tesão.

  Heloísa recomeçou. Chupou meus seios e apertou-os. Depois abriu minhas
pernas em direção ao vizinho. Meu grelinho começou a ficar duro de tanto
tesão. Ela me chupava sempre procurando mostrar a ele o que estava fazendo
comigo. O rapaz começou a ter tremedeiras sentado na cadeira. Na certa
deveria estar gozando. Me empolguei e, de quatro, comecei a rebolar como se
eu estivesse me masturbando. Minha companheira ficou maluca com a maneira
com que eu estava me soltando. Nosso delicioso vizinho já não estava na
janela, e eu tive de ir embora para abrir a loja.

  Alguns dias depois soube, através de minha patroa, que Heloísa havia
partido para Europa, onde morava seu marido. Dela recebi um cartão de Paris,
dizendo que nossa noite fora mágica e que jamais a esqueceríamos. Ela tinha
razão.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

FEZ A FAXINA NA PATROA
conto de autor desconhecido
recebido por email

A história que passo a relatar ocorreu quando eu tinha 15 anos e me mudei para o Rio de Janeiro com minha família, que vinha do Sul. Hoje sou uma mulher de 20 anos. Meu pai tinha negócios no Rio e precisava acompanha-los de perto. Nos mudamos para uma casa antiga, maior e com piscina. Após dois
meses eu já tinha me adaptado à cidade e feito muitos amigos. Tudo mudou quando minha mãe contratou uma empregada de nome Adriana, que ficaria conosco de segunda a quinta retornando na sexta-feira para a casa.
Logo soube que ela era divorciada e sem filhos. No carnaval Adriana, apesar dos 42 anos e de alguma rugas no rosto, brilhava como destaque de uma grande escola de samba, com seu corpo bem-feito de mulata de 1,80m. Eu a tratava bem mas não conversava nem dava-lhe intimidades até um dia que meus pais saíram e nos deixaram sozinhas...
Na hora do banho, notei que o buraco da fechadura (era daquelas bem antigas) escureceu. Levei um susto mas disfarcei, terminando o banho. No quarto, ao me vestir, notei que também estava sendo observada pela
fechadura.
Só podia ser Adriana. Fiquei nervosa e excitada ao mesmo tempo por ser observada por outra mulher. Depois daquele dia, passei a tomar banho sempre antes de meus pais chegarem em casa sem deixar ela desconfiar que eu sabia de tudo.
Após dois meses tentando Adriana com minha falsa inocência, meu pai comprou uma casa de praia em cabo Frio já mobiliada e disse que Adriana iria fazer uma faxina geral no sábado. Não resisti à curiosidade quando ele disse que Adriana ficaria sozinha na casa até domingo e pedi para ir junto, dizendo que ajudaria na limpeza.
Na manhã de sábado, papai nos deixou a sós e iniciamos o trabalho, quando pela primeira vez conversei com Adriana. Ela me contou que tinha um ex-marido bêbado e violento e me perguntou se eu tinha namorado (eu tinha vários!), entre outras amenidades. Às 19h, terminamos a faxina e eu resolvi intensificar meu jogo de sedução, andando nua pela casa enquanto ela tentava ser o mais discreta possível, até que por volta da 21h eu me dei conta que não estava disfarçando mais, me comendo com os olhos. Achei melhor encerrar a brincadeira e me vestir para esconder minha beleza nórdica e meu corpo bem modelado.
Sem perder tempo, Adriana começou a falar sobre sexo e eu bancava a liberal, do tipo que acha tudo normal, quando ela disse que era bissexual e tentava convencer-me que toda mulher era assim. Fiquei nervosa só de imaginar nós duas transando. Pressentindo isso, Adriana perguntou se eu gostaria de
provar, dizendo-se experiente no assunto e que não me machucaria e que, no fim, tudo voltaria a ser como antes. ou seja: patroa e empregada.
Já estava convencida a experimentar a aventura quando disse que era virgem.
De pronto, Adriana falou que sabia e que respeitaria isso. Levantou-se em seguida e tirou a roupa. Meu coração disparou, estava nervosa e suava bastante quando resolvi tirar minha roupa também. Então me pegou pela mão e fomos para o chuveiro. Continuava nervosa mas em momento algum ela me tocava,
deixando-me em grande expectativa, dizendo o tempo todo que eu era muito bonita. Depois de uns 15 minutos virei-me de costas para apanhar o sabonete quando senti as mãos fortes de Adriana em minhas nádegas tenras. Começara!
As mãos percorreram todo o meu corpo até alcançar a vagina, que pela primeira vez era tocada por outros dedos. Devagarinho, enfiou o indicador e ajoelhou-se para chupar meus seios, masturbando-me até eu gozar.
Depois virou-me de costas e passou a língua em meu ânus onde ela introduzia ouro dedo, causando um pouco de dor, Adriana tentou beijar a minha boca mas não correspondi, fazendo-a desistir. Ela, então, desligou o chuveiro, pegou-me no colo e levou-me ao quarto sussurrando palavras obscenas em meu
ouvido. Lá ela mandou-me ficar de pé e fez da minha camisa uma venda para os olhos, antes de ligar o rádio e dizer:
- Rebole. Só rebole. Quero ver você rebolando!
Obedeci e, sem ver nada, voltei a suar. Toda vez que uma música acabava ela gritava:
- Continue rebolando, só pare quando eu mandar!
Na sexta música, ela tirou a venda e levou-me à cama, pondo minhas pernas sobre os ombros e começando a chupar-me. Eu estava ensopada de suor e ia à  loucura com a língua de Adriana em meu clitóris. Gozei ao som de um funk!
Enquanto eu descansava, foi ao banheiro e voltou com algo preso a cintura.
Era um consolo de uns 16cm! Mandou que ficasse de quatro e disse:
- Isso aqui você vai tirar de letra!
Tentei argumentar enquanto Adriana passava xampu no meu ânus e dizia:
- Tem sempre uma primeira vez. Só quero o seu cuzinho. Se você não gostar,eu paro.
Fiquei de quatro, arrepiada enquanto ela passava xampu na minha bunda e encostava o consolo nela, só começando a enfiá-lo após uns dez minutos.
Afundei a cabeça no travesseiro e ela enterrou tudo, iniciando uma massagem em meu clitóris e fazendo o movimento de entra e sai. A sodomia durou uma hora e eu gozei várias vezes, antes dela retirar o consolo e se jogar na cama para descansar.
De bruços, olhava a cena pelo espelho da penteadeira. Adriana sorria de prazer e acendia um cigarro enquanto dizia:
- Desde o primeiro dia que te vi, sabia que comeria este cuzinho.
Estarrecida, perguntei o que ela quis dizer e ela respondeu que eu sabia que era espionada durante os banhos. Meio sem jeito perguntei o que ela achou da noite.
- Foi muito fácil. Você é como eu, a diferença é que você é rica e eu pobre, respondeu. Comecei a ficar irada, pois estava convicta de que não era lésbica e que só topei por curiosidade. Levantava-me para ir tomar banho, quando fui interrompida:
- Onde você pensa que vai?
Respondi irada:
- Desde quando dou satisfação à empregada?
Fui ao banheiro pensando numa maneira de me vingar dela, quando de repente Adriana surgiu no box, gritando com raiva:
- Beije-me, vagabundinha, ou eu te encho de porrada!
Apavorada, obedeci. Depois, ela me virou de costas:
- Vou comer esse cuzinho de novo e dane-se se você vai gozar ou não!
Entrei em pânico e comecei a implorar que ela não fizesse isso, ao mesmo tempo que lembrava que ela havia me dado prazer pela primeira vez. Aceitei, inclinando meu corpo e dizendo que ela fizesse bom proveito pois seria a última vez.
Adriana gargalhava, enquanto posicionava-se por trás, enfiando o consolo com força. Apoiei minhas mãos na parede e fiquei quieta enquanto ela contorcia-se de prazer e acariciava meu clitóris, fazendo-me gozar. Comecei a rebolar e ela, sorrindo, disse:
- É assim que eu gosto, bem putinha.
Eu, cheia de tesão, retrucava:
- Aproveita, come meu cuzinho bem gostoso, porque é a ultima vez, sua tesuda!
Adriana sorria e acelerava os movimentos e eu gozava mais ainda.
Essa última sodomia durou quase duas horas e depois nós duas nos beijamos debaixo da água morna do chuveiro por longos minutos, antes de tomar um banho de verdade e ir dormir.
Após esse episódio nunca mais tive vontade de transar com mulheres, embora eu tivesse gozado muito naquela noite, Adriana ainda trabalhou conosco durante dois meses e, nesse tempo, sempre que meus pais não estavam em casa, ia até o quarto dela nua e ficava rebolando com as mãos atrás da nuca ao som
de um funk, sem deixa-la me tocar. Ela implorava, oferecia dinheiro, mas não cedi. Quando Adriana foi embora, deixou-me o telefone de uma vizinha no caso de mudar de idéia. Nunca liguei
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

FLÁVIA
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conto de Gabriel
gabrielnarcisosantos@hotmail.com

Flavia foi uma pessoa que trabalhou comigo. Era uma pessoa comum, quieta e simpática. Flávia era o oposto de tudo que eu gosto em uma mulher : ela era magrinha, com seios pequenos e seus pés não eram tão bonitos quanto os de Liz.
Apesar disso, não sei explicar porque, desde a primeira vez que a vi senti um intenso desejo por ela. Tesão mesmo..
Trabalhavamos juntos e pouco nos falavamos embora às vezes eu tivesse a impressão  de que ela estava me olhando. Mas devia ser apenas impressão mesmo.
Sempre que ela chegava perto de mim, exalava um cheiro gostoso, ela usava um perfume suave , muito agradavel. eu me lembro bem.
Aquela fêmea ali bem pertinho de mim, sua pele morena quase junto a mim. Eu sentia as vezes sua pele roçando o meu braço, claro, sem querer. Pronto !
Me derretia todo, sentindo meu pau endurecer involuntariamente.
Mas eu sempre procurava manter as aparências, esperando um sinal da parte dela, que nunca vinha. E não foram poucas as vezes em que me masturbava , imaginando
estar com a Flavia, fodendo-a loucamente.
Estava chegando a época das férias coletivas. e os últimos dias de serviço se passaram como os outros. Olhares, sorrisos, roçadinhas de pele... E eu sempre louco de tesão por aquela morena, quieta e simpática .
Um dia antes de começarem as férias, Flávia me pediu uma carona para ir buscar seu carro que estava na revisão. E foi ali, no trajeto do serviço para a oficina e enquanto esperavamos pela conclusão do serviço , que conversamos de verdade pela primeira vez. Falamos sobre nossos gostos pessoais, familia, trabalho  e até sobre sexo. Descobrimos afinidades que nem sabiamos existir.
-
Chegaram as férias e eu não aguentava mais de saudades . Aquela morena estava me deixando doido. Não aguentava mais de tesão, pensando nela.
Quando finalmente voltamos ao serviço, logo no primeiro dia, foi a minha vez de pedir uma carona a ela. Pedi que ela me levasse para a minha casa, porque tinha emprestado o meu carro para um amigo e ele ainda não o havia trazido.
No caminho, Flávia começou a falar sobre suas férias, me fez perguntas.
Então me vi num impasse constrangedor. Eu ali doido por aquela mulher que nem tinha uma beleza especial e sem saber por onde começar.
Continuávamos conversando. Então eu lhe disse que ela ficava bem com a blusa que estava usando, uma blusa apertada que marcava bem o seu corpo magro.
Ela me perguntou : - fico bem ou fico bonita ?
- Prá mim , você está sempre bonita,  eu disse.
- Que bom, Gabriel, eu também acho você muito charmoso.
Logo depois, ao fazer uma curva inesperada, ao passar uma marcha,
ela encostou a mão na minha coxa , me pedindo desculpas logo depois.
Flavia se justificou, dizendo que tinha sido sem querer e eu lhe respondi que não precisava se desculpar, porque eu tinha adorado o toque.
Dito isso, puxei a sua mão e a segurei sobre a minha coxa.
E então lhe falei o que guardava há tanto tempo :
E falei tudo , falei do meu tesão e da minha vontade de agarrá-la no meio do escritório.
Ela ficou quieta, não disse nada , até parar o carro em frente à minha casa..
Então me olhou de um jeito bem sexy e perguntou :
- Você não vai me convidar prá conhecer a sua casa ? 
Entramos, quase correndo, eu puxava Flavia pela mão. Praticamente a empurrei pra dentro da sala,entrando logo em seguida, beijando sua boca sofregamente.
Eu a apertava, apalpando todo o seu corpo, roçando meu pau duro sob a roupa ,no seu corpo.
No intervalo dos inumeros beijos eu tirei a sua blusa e sua calça, tocando -a fortemente. Acariciando cada milimetro de sua pele que se desnudava.
Ela gemia de olhos fechados, ao contato dos meus labios sedentos nos seus biquinhos que logo ficaram durinhos l Minhas mãos deslizavam por entre as coxas, e ela gemia . Então ela sussurrou : - toca aqui... e agarrando a minha mão , levou-a até a xoxotinha que se derramava em águas. Comecei a masturbá-la , ela se contorcia. mas eu parei. Ela protestou :- vai, continua..
Sem dizer nada, eu a levei para o quarto e a deitei na cama.. Ela se deixou levar, sem protestar..
Deitada, ela fechou os olhos. Eu comecei a conhecer o seu corpo com a lingua.
Ia e vinha da sua boca até os seus pés, chupava e mordia a sua lingua, depois descia pelo pescoço, me demorava nos biquinhos durinhos, descia pela barriga, pelos púbis com poucos pelos, suas coxas, sua virilha até bem pertinho da xoxota, e voltava por todo o caminho para recomeçar tudo de novo, como que querendo comprovar se eu estava sonhando, deixando o grelo inchadinho de tesão  intacto, de proposito.
-
Com a voz rouca de tesão , ela suplicou para que eu chupasse a sua buceta.
Eu lhe dei um beijo na boca e aarreganhei suas coxas e falei, com voz rouca : "que tesão, quero te chupar quero te chupar "...Ela gemia e dizia.: "chupa,,safado, "
"vai...Gabriel...vai ... chupa .. ai delicia... "
E eu mergulhei a cara no meio das suas pernas, lambia com volupia aquela buceta gostosa...E ela gemia como uma vadia e falava.: ."vai ..chupa, enfia um dedo em mim.. adoro .. delicia .".
Comecei a tocar o clitóris dela. A bucetinha dela era uma loucura e eu sentia seu grelinho inchadinho de tesão. Meti um dedinho. A xaninha estava úmida e ela gemia e pedia mais. Enfiei mais um dedo e quando vi, no auge do tesão, já tava fudendo ela com três dedos. Ela rebolava e abriu mais as pernas e gemia , Dizia "chupa cachorro, não pára , não pára ".Era uma loucura, a bucetinha dela em contrações ao contato do meu dedo e lingua. Que xoxotinha deliciosa ! Era muito macia e inchadinha,  Eu sugava o clitoris dela, ela apertava minha cabeça, como que querendo que eu entrasse todo dentro dela. Eu a chupava, apertando os biquinhos do peito. Ela rebolava na minha boca , tava muito molhada.
Eu movia os dedos bem rápido dentro dela, ela dizia : " ai, eu não aguento, safado, caralho ! tá bom demais, me chupa , me chupa, olha pra mim !!"
Eu a olhei, seu olho brilhava e ela gemia e rebolava e olhava bem nos meus olhos.
De repente ela começou a sussurar : " ai, vou gozar, amor, vou gozar, ai, ai, que delicia., aiiiiii, " Flávia gemeu mais alto , puxou o meu cabelo,começou a tremer desconexamente  e gozou bem na minha boca, Eu não parei de sugar e suguei todo o seu suco, até ela me empurrar prá longe da sua xaninha. " para, amor, pára "
Levantei-me e fiquei ohando-a deitada, com as pernas abertas, ainda arfando de prazer, por um  tempo.
Passados alguns minutos, ela me olhou e me pediu pra tirar a roupa, e disse : "vem aqui".
Despi-me e ajoelhei-me na cama, nos beijamos longamente.
Enquanto me beijava, Flávia  pegou no meu pau duro, me empurrou delicadamente , fazendo-me deitar .
Com as unhas ela arranhava de leve a minha bunda e chupava e lambia meu saco., ia subindo lambendo o meu cacete e ficava olhando a minha cara... Eu sentia que a cada gemida que eu dava , ela fazia o possível pra me provocar . E  mais ela apertava minha bunda...
Flávia  lambuzou cada pedacinho da cabeça do meu cacete... até que abriu a sua boca e engoliu...
" - que boquinha gostosa ", eu dizia.. Eu mais gemia que falava, parecia que as palavras não conseguiriam definir as sensações que ela boca me fazia sentir.
Enquanto a boca castigava a cabecinha sua mão trabalhava na extensão do meu cacete, me masturbando .
Eu sentia aquela língua no meu caralho. Ahh q delícia!!! Eu estava delirando com aquele boquete .
Ela me chupava muito forte. Mamava meu pau como uma louca. Parou um pouco e me disse :
- Olha prá mim, safado, olha..
E começou a engolir centímetro por centímetro da minha pica…
Tive uma sensação de desmaio, agarrei seu cabelo e a peguei pela nuca, ainda enquanto ela estava com a minha pica enterrada até as bolas na boca dela…
- Gostosa.. vc é muito gostosa, eu dizia , se continuar chupando assim, eu vou gozar na sua boca..
Ela tirou a boca do meu pau  e ficou aquele fiozinho de baba entre a boca dela e a minha pica…
- Goza, safado, , ela disse
E ela chupou o fiozinho até chegar na cabeça do meu pau.
Enfiou-o na boca e começou a me masturbar com a boca, rapidamente e fortemente. Em pouco tempo, minha respiração se acelerou ao máximo e meu pau quase dobrou de grossura em sua boca e gozei forte, despejando seguidos e fartos esguichos de porra na sua boca.
Ela continou a me chupar mais delicadamente até meu pau amolecer.
Mesmo assim, ela lambeu ele gostosamente, segurando-a nas mãos, como se o estivesse secando
Depois deitou-se ao meu lado, e ficamos abraçados, nos beijamos e eu cochilei
Não sei quanto tempo fiquei dormindo, acordei com ela me beijando e perguntando onde era o banheiro .
Aí  pegou-me pela mão e começamos a domar uma ducha. Sob a água morna em nossas cabeças, Flávia ajoelhou no chão do banheiro e colocou o meu caralho mole novamente na boca e me chupou gostosamente, até meu cacete ficar duro novamente  . Sem nos enxugarmos, voltamos ao quarto e eu fiquei com tesão de chupar novamente aquela buceta.  Antes de chegar ao orgasmo, Flávia afastou minha boca da xoxota, e veio por cima de mim, dizendo :
- Que tesão, quero gozar no seu pau, gostoso!
-
Em cima de mim  , Flávia esfregou  a cabecinha do cacete no grelinho e nos lábios da xota , ela se abriu toda para recebê-lo e enquanto gemia, fui vendo ele entrar lentamente.
Flávia me cavalgava maravilhosa e ferozmente e gemia : - gostoso, safado, to quase gozando  ...
Segurei suas nadegas e enfiei o dedo médio no seu cuzinho.. Ao sentir meu dedo invadi-la, Flávia foi tomada por um orgasmo avassalador, seu corpo estremecia, ela gemia, gemia alto , me beijava loucamente e após o gozo caiu exausta sobre o meu corpo.
Aproveitei-me da posição em que ela tinha ficado, acariciei as suas costas e nádegas  e voltei a explorar seu anelzinho rosado com o dedo.
Flávia olhou-me e disse :
- Safado ! safado, quer comer o meu cú ? quer ?
Sem esperar minha resposta, Flávia pediu um creme hidradante.
Peguei, entreguei prá ela, e enquanto me olhava e sussurrava: - gostoso, tesão,
ela untou bem o buraquinho por fora e por dentro, Depois virou o cuzinho melado de creme para mim e disse :
- Vem, safado, coloca devagar, nem meu marido come meu cuzinho..
Me posicionei e comecei esfregando a cabeça do pau na entradinha do ânus.
- Tá gostoso, ela gemeu.
Mas quando eu comecei a forçar a entrada, quando a glande começou a entrar, Flávia gemeu de dor -
- Ai, tá doendo, amor. tá doendo, não vou aguentar , pára..
Eu parei, ela se virou,me beijou e perguntou se eu tinha xilocaína em casa.
Eu tinha, peguei e lhe entreguei a pomada.
- Espera um pouco, amor, ela disse..Passou bastante pomada no seu ânus, colocou mais uma grande quantidade de creme hidradante e me pediu para deitar com o pau pra cima.
Encostou o buraquinho na cabeçado meu pau e forçou a passagem. Senti a glande penetrá-la firme . Flávia parou um pouco, gemendo, e quando pensei que fosse desistir, ela soltou o peso do corpo..
- Caralho ! ela disse , esse montro tá me rasgando..
Quando as bolas encostaram em sua bunda, Flávia deu um grito e ficou estática.
- Vamos parar, amor, eu disse, mas ela disse não..
Aos poucos foi levantando o corpo fazendo meu pau sair de dentro do cuzinho apertado. Ao chegar na metade dele, sentou de novo e agora ele escorregava mais fácil.
Após vários movimentos de vem e vai, Flavia começou a cavalgar meu pau alucinadamente, aos gemidos e gritos de " me fode, me fode, acaba comigo ".
Comecei a estocá-la de baixo pra cima enquanto ela dançava sobre mim.
Após algumas estocadas, ela disse . quase gritando : - porra, vou gozar, vou gozar..
Com o pau todo dentro dela, senti o corpo dela estremecer e ela gritou : - caralho,to gozando, to gozando...to gozando pelo cú .
Eu também gritava, sentindo meu pau ser mastigado pelas contrações do seu cuzinho num gozo inesperado. Sua xoxota umedeceu minha barriga e meu pelos ,
Não consegui mais me segurar e gritei pra Flávia : vou gozar, vou gozar.
- Goza, amor, goza, ela disse, acelerando os movimentos dos quadris até sentir minha esporra inundando o seu cuzinho.
Saiu de cima de mim , virou-se e ficamos nos beijando.
Aos beijos, Flávia dizia que eu era safado, tarado, que tinha acabado com ela, mas que tinha adorado e que há muito tempo tava louca pra dar pra mim..

terça-feira, 26 de outubro de 2010

MAS SOU FELIZ!
conto de autor  desconhecido

003

Sou uma mulher que adora dar o cu. E assim que tenho orgasmos mais intensos muito mais do que os gozos com o sexo oral ou vaginal. Este, aliás, poucas
ou nenhuma vez me levou ao prazer maior. Acho que isso tem a ver com a minha infância e adolescência. Quando pequena, eu morava com meus pais em uma pequena casa em Caruaru, Pernambuco. Como dormíamos no mesmo quarto desde cedo passei a ouvir sons estranhos que, soube mais tarde, vinham da trepada deles, que acontecia todos os dias. Meu pai gostava de enrabar minha mãe, as vezes ela tentava abafar os gritos no início da penetração, mas depois se calava. Nessas horas eu sabia que ela estava levando uma pica no traseiro.
Quando a foda era na boceta, ela gemia o tempo todo, mas de prazer. Com certeza, ela não gostava de dar o cu. E nem poderia, pois meu pai tinha um
cacete  grande e grosso, parecido com o de um cavalo. Ademais ele só usava saliva para lubrificar ainda assim, o início da minha vida sexual não foi
precoce. Aconteceu  pouco depois da adolescência quando perdi uma aposta com um rapaz e, como pagamento, tive de dar o cuzinho. Ele tinha a mesma idade que eu mas era muito ingênuo e não conseguiu me comer. O pau não entrava de
jeito nenhum e, de tanto que insistiu, acabou lambuzando minha bunda de porra. Confesso que fiquei  decepcionada, pois sabia que o gostoso era
sentir aquele líquido quentinho sendo derramado dentro do ânus. Mas eu fiquei uma arara mesmo quando o babaca ainda espalhou entre os amigos que
havia me comido. Meus pais acabaram sabendo de tudo e passaram a vigiar meus passos. Mas uma luz surgiu para atender minha necessidade sexual. Justamente a partir de uma dificuldade minha. Sempre fui burra em matemática e minha
deficiência nessa matéria preocupava meus pais. Minha mãe descobriu então que nosso vizinho, o Márcio, dava aulas particulares e combinou aulas com
ele todo sábado de manha, em minha casa.
Márcio não faltava um sábado. Ficávamos sempre sozinhos, pois tanto meu pai como minha mãe  trabalhavam juntos  em nossa serraria. Meu pai confiava no Márcio. Além de filho de um amigo, ele parecia inocente, nunca tinha arrumado uma namorada. A minha impressão era de que ele escondia o jogo. Mas faltava tirar a prova. E isso aconteceu quatro ou cinco semanas depois.
Márcio começou a aula sentado a minha frente no chão da sala e eu passei a levantar  discreta e lentamente minha saia. Não demorou muito para que Márcio olhasse furtivamente para minhas coxas e se sentisse incomodado pela ereção. Eu permaneci na minha, levantei um pouco mais a saia, de forma que
ele visse também minha calcinha. Márcio ficou todo atrapalhado e terminou a aula mais cedo.
Na semana seguinte, assim que meus pais saíram de casa, mudamos o local da aula. Fomos, eu e ele ao meu quarto. Retomamos a aula sentados em minha
cama. Nessa posição abri as pernas e passei a levantar aos poucos a saia.
Márcio que não era bobo nem nada, não tirava os olhos de minhas pernas. Ao ver minha calcinha, Márcio espichou a mão e pousou-a sobre minha perna. Eu não disse nada tirei minha camiseta e mostrei a ele meus peitinhos, de biquinhos rijos e rosadinhos. Todo excitado, ele juntou seu corpo ao meu num forte abraço e passou a me beijar, apalpando meus seios. Ao mesmo tempo sua
mão direita procurou a bocetinha e ele curvou a cabeça para que sua boca alcançasse minha tetas. Estiquei também o braço e toquei a mão em sua vara, completamente dura, por cima da calça. Márcio abriu o zíper e libertou o pinto.
Foi assim que eu passei a descobrir as delicias do sexo. Márcio tinha uma caralho muito bonito. Era comprido e fino meio curvado para cima. Ele
levantou a saia tirou rapidamente a calcinha, colocou-me deitada e veio para cima de mim. Fui tomada de um prazer indescritível quando senti a cabeça do
pinto tocar minha vagina virgem. Minha entrega só não foi total porque tinha medo de engravidar ou que minha mãe descobrisse que eu tinha perdido o
cabaço. Num gesto brusco afastei Márcio de mim e disse que não poderia dar para ele. Mas ele queria me comer de qualquer jeito. Disse que já tinha
enrabado um viadinho e perguntou, carinhosamente, se podia colocar em minha bundinha. 
Sua proposta me provocou um misto de temor e prazer. Será que finalmente alguém acertaria comer meu cuzinho de verdade?, pensei comigo  mesmo.
" Eu prometo botar bem devagarinho ", disse ele, como que adivinhando meu pensamento. Márcio parecia ser bastante carinhoso. E eu tinha vontade de
experimentar  essa novidade. Coloquei-me de quatro, abri a bundinha e  ofereci o traseiro a ele. Ele umedeceu a cabeçorra com bastante saliva e
pressionou em vão. As tentativas se sucederam, mas foram todas frustadas, talvez porque eu estivesse um tanto  nervosa. Pedi a ele que interrompesse e
fui até a cozinha.  Voltei com um pote de  manteiga. Márcio continuava com o pinto duro apontando para cima. Se fosse hoje com certeza eu teria dado uma
chupada bem gostosa nele.
Mas naquela época eu não sabia ainda que o sexo oral era tão prazeroso e excitante. Naquele momento, o que importava e o que eu mais desejava era dar o cu. Marcio passou a manteiga no pinto, lambuzou meu rabinho e fez nova tentativa. Virei-me para ele e reforcei: " Come meu cu ".
Mais relaxada, senti a cabeça me invadir, abrindo aos poucos meu cuzinho virgem. Quando a glande rompeu o anel, senti uma dorzinha desagradável. Mas
disse apenas um ai abafado. Márcio não se incomodou segurou minha bunda com firmeza e empurrou com determinação. O caralho entrou até o talo, fazendo-me sentir seus colhões bater na minha bunda. O início foi um pouco dolorido, mas
eu agüentei calada, assim como minha mãe, nos tempo em  que meu pai lhe comia o rabinho. Apesar da dor, foi tudo muito  gostoso. Aliás, hoje minha tese é a de que  o melhor numa foda anal não e exatamente a penetração, mas a sensação de estar sendo enrabada. Márcio iniciou um vaivém gostoso um movimento que aos poucos foi substituindo a dor pelo prazer. Márcio não demorou a gozar, enterrando o cacete até o fundo e soltou a porra quentinha em meu cu. Não consegui gozar desta vez, porque ainda estava tensa.
No sábado seguinte, Márcio chegou até adiantado e minha casa. Meus pais foram para o trabalho e, mais uma vez, fiquei sozinha com meu comedor de
bundas. Fomos para o quarto  e desta vez foi diferente. 
Tiramos todas as nossas roupas  e eu havia providenciado até uma latinha de vaselina. Trocamos beijos Márcio chupou meus peitinhos e eu bati uma punheta para ele. Peguei a vaselina e lambuzei seu pinto, que estava latejando.
Depois me coloquei de quatro e eu mesma passei a vaselina no cu, fazendo uma relaxante massagem. Cheguei até a enfiar um dedo no rabinho, para deixá-lo mais flexível. Ele veio por trás e apontou o pinto.
A penetração se deu na primeira estocada, seu cacete, deslizou pelo meu cuzinho e me invadiu por completo. Pedi a ele que se controlasse, evitando
um gozo precoce pois eu também queria curtir muito aquela foda. 
Estava gostoso demais dar o rabo. Ele estocava o pau, eu empurrava a bundinha para trás e as bolas do saco batiam vigorosamente em minha bunda.
Minha boceta começava a pingar, coisa que nunca havia sentido antes, e meu cuzinho pegava fogo piscava alucinadamente. Era o prenuncio de gozo, que veio avassalador, pelo cu, coisa que marcaria todas as fodas da minha vida.
Márcio empurrou meu corpo para frente, deitou-se por cima de mim e bombeou com mais forca, mais vigor. Depois ele me virou de lado, erguendo minha
perna, para apreciar  seu mastro enterrado num cuzinho. Ele ainda segurava meus peitinhos, mordia meu pescoço e fazia um leve carinho em minha
bocetinha. Tive mais um orgasmo ao sentir Márcio descarregar seu porra dentro da minha bunda. Gozamos juntos, gemendo e sorrindo.
Passamos a transar regularmente todo sábado, nas mais variadas posições. 
Eu passei a gostar cada dia mais de dar o rabo descobri que o mais excitante era sentar no caralho do Márcio pois assim eu comandava melhor os
movimentos. Certo dia Márcio chegou dizendo  que havia visto uma coisa incrível numa revista e que deveríamos tentar fazer a mesma coisa. Era,
finalmente, nossa descoberta do sexo oral. E daquele dia em diante  nunca deixamos  de nos chupar mutuamente. O primeiro gozo de Márcio em minha boca foi uma experiência marcante, pois nunca tinha visto porra nem sentido seu gosto.
Ficamos tão viciados em sexo que decidimos transar também durante a semana, atrás de uma casa abandonada. Mas as transas nesse nosso novo ninho de amor duraram pouco. Para infelicidade nossa fomos flagrados por meu  primo, exatamente no momento em que Márcio  fodia e elogiava meu cu. Meu primo não se conteve em fazer uma provocação: 
"Esta tomando no cu, sua vagabunda?"
No que eu respondi, de pronto:
" Estou tomando no cu, e daí? Eu gosto de dar a bunda. Está com inveja do   Márcio?"
Márcio recolheu a pica, vestiu a calça e saiu correndo atrás do meu  primo.
Coloquei minhas roupas e também fui atrás. O desgraçado do meu primo foi até minha casa e chamou meus pais. Quando eles apareceram, ficaram  assustados com toda aquela correria. Perguntaram o que tinha acontecido, e meu primo
contou tudo o que eu estava fazendo com o Márcio. Minha mãe me puxou pelos cabelos e  me levou para dentro de casa. Naquele dia levei a maior surra da
minha vida. Meu pai  pegou uma cinta de couro, bem grossa, e deu várias chibatadas na minha bunda. É óbvio que as minhas aulas particulares
acabaram. Meus pais me colocaram num colégio interno so para mulheres, e lá eu passei dois anos da minha vida. Parece que foram dois séculos.
Ao sair do colégio, com pouco mais de 21 anos, meu pai já havia arrumado um marido para mim. Era um comerciante rico mais velho que eu. O dia do meu casamento foi o mais triste da minha vida. Dias depois Márcio encontrou-se comigo e nos tornamos amantes. Estava tudo ótimo com Márcio pois meu marido era um fracote, que não sabia me comer. Ele só colocava na minha boceta e não  saia do tradicional papai-mamãe. Jamais chegou perto da minha bunda.
A sorte é que eu tinha o Márcio para me foder o cu. Até o dia em queaconteceu uma desgraça e Márcio morreu num acidente de carro. Hoje, aos 35 anos, continuo com meu marido apenas para manter as aparências. Depois do Márcio tive vários outros homens, que nunca negaram fogo para me enrabar.
Sou uma mulher muito bonita, tenho cabelos longos e pretos, uma bunda enorme e apetitosa. Apesar de dar muito o cu, sou bem apertadinha, pois só saio com
caras que têm o  pinto fino. Que me lembro,  apenas uma vez eu dei para um homem com a vara grossa e grande. Quando o caralho entrou todo, tive a
impressão de que ele iria me arrombar e não consegui gozar, pois ardia demais. Não foi uma experiência agradável e eu não recomendo a ninguém. Tenho uma amiga que gosta de cacete grosso, mas está com o cu todo frouxo. Dar o cu e bom, mas e  preciso escolher o tamanho do pinto.

domingo, 24 de outubro de 2010

QUE DELICIA DE FERIAS
conto de autor desconhecido

HA DOIS ANOS ATRAS, FUI PASSAR MINHAS FERIAS NA CASA DE UNS TIOS, MINHA TIA UMA MULHER MUITO SIMPATICA E BONITA APESAR DA IDADE, MEU TIO JA ERA O CONTRARIO  UM TANTO CALVO, MEIO DESAJEITADO.
NO ENTANTO MEU TIO JA ESTAVA APOSENTADO, E MINHA TIA NAO  ERA COMO ELE QUE FICAVA A MAIOR PARTE DO DIA LENDO JORNAL. NO COMECO, ISSO ME DEIXOU BASTANTE UM TANTO CHATEADA.  MAS, COM O  PASSAR DOS DIAS,  MEU TIO, EMBORA MUITO CALADO, REVELOU-SE UMA COMPANHIA MUITO AGRADAVEL. EXTREMAMENTE GENTIL, TUDO FAZIA PARA QUE EU ME SENTISSE BEM. COMO ERA  BOM COZINHEIRO, BRINDAVA-ME COM CARDAPIOS VARIADOS, DEMONSTRANDO QUE VALORIZAVA A MINHA PRESENCA.
ASSIM, O TEMPO FOI PASSANDO. AOS POUCOS, AQUELA PAZ FOI SE TRANSFORMANDO EM TEDIO SOMADO A ISSO, O CALOR ABRASADOR DE JANEIRO DESPERTOU EM MIM O QUE CHAMO DE MEUS DEMONIOS. COMECEI A SENTIR FALTA DE SEXO. TAIS PENSAMENTOS FAZIAM COM QUE, A NOITE EU CUSTASSE A DORMIR. UMA VEZ, SONHEI QUE TRANSAVA COM MEU TIO.  LEMBRO-ME DE,  NO SONHO, TER FICADO ADMIRADA COM O DESEMPENHO DELE. DE MANHA, SURPREENDI-ME AO ACORDAR COM A CALCINHA MOLHADA.
HAVIA GOZADO!
CERTO DIA, ESTAVA SOZINHA COM MINHA TIA. NUM MOMENTO DE INTIMIDADE, COMECAMOS A CONVERSAR SOBRE SEXO,  ELA ME REVELOU QUE AINDA SE MASTURBAVA MUITO, POIS MEU TIO NAO SE INTERESSAVA MAIS POR SEXO, E, POR SENTIR-SE AINDA BASTANTE
JOVEM E FEMININA, SENTIA MUITA FALTA DE FALO GROSSO E QUENTE NO MEIO DAS PERNAS, AQUILO ME DEIXOU MUITO FASCINADA E EXCITADA POIS MINHA TIA ERA MESMO, MUITO JOVEM AINDA, UMA COROA COM UM CORPO ENXUTISSIMO, MELHOR DO QUE MUITAS
GATINHAS QUE EXISTEM POR AÍ, ELA  RESSENTIA-SE MUITO COM ISSO, ENTAO RESOLVI AJUDA-LA...
COM A CUMPLICIDADE DELA, COMECEI A USAR, EM CASA, ROUPAS MAIS DE ACORDO COM A TEMPERATURA, PARA DESPERTAR TESAO EM MEU TIO.
COMO SE DE PROPOSITO, SO PARA ME JUDIAR, O CALOR FOI AUMENTANDO CADA VEZ MAIS.
ACHO QUE FOI O VERAO MAIS QUENTE DOS ULTIMOS TEMPOS.
COMO ERA DE SE ESPERAR, MEU TIO COMPORTAVA-SE MUITO BEM,  NAO DEMONSTRANDO QUALQUER EXCITACAO AO VER-ME COM ROUPAS CADA VEZ MAIS EXIGUAS. ACABEI DISPENSANDO NAO SO O SUTIA, MAS TAMBEM A CALCINHA. E CONFESSO QUE A MINHA DISPLICENCIA COMECOU A FICAR EXAGERADA.
UM DIA, ESTAVA LENDO O JORNAL NO SOFA DSALA. MEU TIO LIA UMA REVISTA SENTADO BEM NA MINHA FRENTE.  REPAREI QUE   UM TUFO DE PENTELHOS ESTAVA A MOSTRA,  ESCAPANDO DO SHORT CURTISSIMO.  FIQUEI ME PERGUNTANDO SE AQUELA NAO SERIA UMA EXCELENTE OPORTUNIDADE PARA TESTAR MEU TIO.
A IDEIA EXCITOU-ME TANTO QUE SENTI UM CALOR NO ROSTO. DISFARCADAMENTE, FIZ UM FURINHO NO JORNAL, QUE FINGIA LER, E ERGUI-O ATE COBRIR MEU ROSTO.
"DISTRAIDA", COMECEI A ABRIR E FECHAR AS PERNAS,  DANDO A ELE A MELHOR VISAO POSSIVEL DA VIRILHA ELE AINDA LEVOU ALGUM TEMPO PARA NOTAR A MINHA "DISPLICENCIA". PELO FURINHO DO JORNAL,  PERCEBI QUE FICOU ENTRE SURPRESO E EXCITADO. NAO DEMOROU A ENFIAR A MAO DENTRO DA BERMUDA, CAUTELOSAMENTE, PARA DAR UM JEITO NA ERECAO INESPERADA.
AQUILO MEXEU COMIGO. SENTI O SANGUE FERVER A LATEJAR NAS TEMPORAS. MINHA VAGINA ENCHARCOU-SE  INSTANTANEAMENTE.  ATRAVES DO "VISOR",  OBSERVEI QUE MEU  TIO TINHA OS OLHOS VIDRADOS,  E ARREGALAVA-OS CADA VEZ MAIS A MEDIDA QUE EU, PROVOCANTEMENTE, COMO SE OUVISSE ALGUMA MUSICA, ABRIA E FECHAVA AS PERNAS LENTAMENTE, ENQUANTO SEU MEMBRO LEVANTAVA UMA BARRACA NA BERMUDA.
NAO CABENDO MAIS EM MIM COM AQUELA SITUACAO, TIVE A IDEIA DE "ADORMECER" NO SOFA SO PARA VER O QUE MEU TIO FARIA. AOS POUCOS, FUI ME FAZENDO PESADA DE SONO E TERMINEI COM AS PERNAS ESCANCARADAS. MEU TIO ESPEROU ALGUNS MINUTOS.
SO ENTAO ABRIU O ZIPER DA BERMUDA. SEU PAU DURO SALTOU PARA FORA.  COM OS OLHOS FIXOS NO MEIO DAS MINHAS  PERNAS,  INICIOU UMA  CAPRICHADA MASTURBACAO.
AQUILO PROVOCOU EM MIM UMA REACAO IMPOSSIVEL DE CONTROLAR. DE BOCETINHA MOLHADA EU ME BABAVA DE VONTADE DE SENTAR NAQUELA PICA GROSSA A MENOS DE DOIS METROS DE MIM. MEU TIO DEVE TER LIDO MEU PENSAMENTO, PORQUE LEVANTOU-SE E VEIO  NA MINHA DIRECAO. DE PE, SEU PAU PARECEU FICAR AINDA MAIOR. COM
CUIDADO, DEVAGARINHO, SENTOU-SE AO MEU LADO E, MUITO LEVEMENTE, TOCOU-ME A PERNA.
O CONTATO ERICOU TODOS OS MEUS PELOS. COM UM GEMIDINHO ESTUDADO, VIREI-ME E PRENDI SUA MAO ENTRE AS MINHAS COXAS, QUE ARDIAM DE TESAO. SENTI QUE ESTAVAMOS A BEIRA DO DESCONTROLE. ELE FOI SUBINDO A MAO EM DIRECAO A  MINHA
BOCETA E ALISOU  O TUFO DE PENTELHOS.  NAO CONSEGUI SEGURAR MAIS E TIVE O PRIMEIRO ORGASMO. ENTAO, SEUS DEDOS GROSSOS TENTARAM ENTRAR PELA  PERNA DO SHORT.  FACILITEI ABRINDO MAIS AS PERNAS. ELE INTRODUZIU DOIS DEDOS NA MINHA RACHINHA. COMECEI A REBOLAR LENTAMENTE. ERA ADORAVEL ESTAR SENDO FODIDA ASSIM, POR UM PAR DE DEDOS ATREVIDOS. COMO "SONAMBULA",  PARTICIPAVA ATIVAMENTE, GEMENDO E MEXENDO OS QUADRIS.
COM A OUTRA MAO, MEU TIO DESABOTOOU MINHA BLUSA. MEUS SEIOS SALTARAM, E ELE CURVOU-SE E COMECOU A CHUPA-LOS CARINHOSAMENTE. PERMANECI DE OLHOS SEMICERRADOS, PREPARANDO-ME PARA A VIAGEM RUMO A UM MUNDO CHAMADO ORGASMO.
ELE PERDEU TODA A TIMIDEZ. SOLTOU  O BOTAO DE PRESSAO DO MEU SHORT, TENTANDO DESNUNDAR-ME. FACILITEI ERGUENDO A BUNDA. EM SEGUNDOS, ESTAVA NUA E INDEFESA.
SENTI A SUA LINGUA COLHENDO TODO O LIQUIDO DO BURAQUINHO DA MINHA BUCETA E DEPOIS EM MEU CLITORIS, CHUPANDO-O, COMO SE QUISESSE LEVA-LO CONSIGO, NÃO RESISTI MUITO TEMPO E ME DERRAMEI EM SUA BOCA, ELE LAMBEU TODO O MEU GOZO E
ENTAO VI QUANDO ELE SE PREPARAVA PARA ENFIAR O SEU CARALHO DURISSIMO EM MIM.
ABRI MAIS AS PERNAS, PROVOCANDO, GEMENDO BAIXINHO. MINHA VAGINA ERA UMA FORNALHA INCANDESCENTE. SENTI A PONTA DO CACETE NA PORTA DA BOCETA.
ENLACEI MEU TIO COM AS PERNAS E PUXEI-O PARA QUE ME PENETRASSE.
O PAU ENTROU GOSTOSO.  EU REBOLAVA TANTO QUE FAZIA O PAU GIRAR, SAIR, ENTRAR, TORNAR A SAIR, TORNAR A ENTRAR. NAS ARREMETIDAS,  SENTIA AS BOLAS BATEREM NA MINHA BUNDA NUM RITMO ALUCINANTE, ERA UMA VERDADEIRA SURRA.
SEMPRE DE OLHOS MEIO FECHADOS, "DORMINDO" ASSUMI, ENTAO O PAPEL MAIS VERDADEIRO DA MINHA VIDA, O PAPEL DE PUTA DEVASSA, QUE SOU ATE HOJE. FODI COMO NUNCA,  ENLACAVA MEU TIO COM AS PERNAS, PARA QUE ENTRASSE CADA VEZ MAIS FUNDO; PUXAVA-O PELO PESCOCO, PARA QUE BRINCASSE COM MEUS SEIOS. UMA
LOUCURA!
TINHAS ORGASMOS INCRIVEIS, QUE VINHAM EM ONDAS.  AS VEZES, PENSAVA QUE IA DESMANCHAR-ME TODA.
AÍ FOI A VEZ DO MEU TIO GOZAR, E ELE VEIO FORTE, ALEM DAS DUAS ESGUICHADAS FORTES DENTRO DE MIM, AINDA TIROU O PAU PARA FORA E ESGUICHOU MAIS QUATRO VEZES, JATOS LONGOS QUE ALCANCARAM MEU ROSTO E MINHA BOCA, FAZENDO-ME PROVAR
PELA PRIMEIRA VEZ A DELICIA QUE ERA O SEU LEITE.
CONTEI TUDO PARA A MINHA TIA, COM DETALHES, COMO O PROMETIDO, ELA POR SUA VEZ, NÃO ACREDITOU NO QUE CONTEI, DISSE-LHE ENTÃO QUE PROVARIA PARA ELA, MAS SÓ NO DIA SEGUINTE:
PELA MANHA, ATAQUEI O MEU TIO, NA SALA, ONDE ELE LIA O SEU JORNAL, ELE ESTRANHOU A MINHA ATITUDE, MAS QUANDO CAI DE BOCA EM SEU CARALHO ELE SE ENTREGOU COMO UM GATINHO, RECOSTANDO NO S FÁ E FECHANDO OS OLHOS, DEI UM TRATO COMO BEM SEI NAQUELE PINTÃO ATÉ ELE ENCHER A MINHA BOCA COM ESPERMA QUENTE. 
NÃO DEIXANDO CAIR UMA GOTA SEQUER, CORRI ATÉ A COZINHA ONDE ESTAVA A MINHA TIA, ENCOSTEI ELA NA PIA, COLEI MEUS LÁBIOS NOS DELA E PASSEI TODO O LEITE FRESQUINHO PARA A SUA BOCA, ELA SE ASSUSTOU UM POUCO, MAS QUANDO SENTIU A DELICIA QUE LHE OFERECIA, RELAXOU E BEBEU TUDINHO AINDA LAMBEU AS GOTAS QUE
ESCORRIA PELO CANTO DA MINHA BOCA.
QUANDO TERMINOU, AINDA CONTINUAMOS COM NOSSAS LINGUAS ENROLADAS UMA NA OUTRA E ROCANDO NOSSOS CORPOS, DEIXANDO FLORESCER O AMOR ENTRE DUAS MULHERES TESUDAS. AQUELA SITUAÇÃO A DEIXOU BASTANTE EXCITADA E MARAVILHADA COM A
POSSIBILIDADE DE TER O PAU DO SEU MARIDO DE NOVO, SEMPRE QUE QUISESSE. O QUEACONTECEU DE VERDADE, POIS, A PARTIR DAÍ EU OUVIA SEMPRE GEMIDOS VINDOS DO QUARTO DELES, NAS NOITES QUE SE SEGUIAM, ENQUANTO EU NO MEU QUARTO ME MASTURBAVA TODA ORGULHOSA, SABENDO QUE TINHA FEITO UMA BOA AÇÃO.
DIAS DEPOIS RECEBI UM CONVITE MARAVILHOSO DA MINHA TIA, ELA ME DISSE QUE SE EU QUISESSE, A NOITE, PODEIRA DEITAR NA CAMA COM ELES E PARTICIPAR DE UMA TREPADA COMEMORATIVA, EM AGRADECIMENTO POR TER UNIDO OS DOIS NOVAMENTE, DISSE
TAMBEM QUE A IDEIA ERA DOS DOIS, ELA E O MEU TIO, VIBREI COM O CONVITE...
A NOITE, ESTAVAMOS OS TRÊS ASSISTINDO TV, SEM TOCAR NO ASSUNTO, ENTAO RESOLVI COLOCAR LENHA NA FOGUEIRA, EU DISSE:"VOU PARA O MEU QUARTO, TIA!"
FUI, E DEITEI EM MINHA CAMA, E ESPEREI, POUCO DEPOIS MINHA TIA INVADIU O MEU QUARTO, ME PEGANDO PELA MÃO E ME LEVANDO PARA O QUARTO DELES, NÃO ESPERANDO EU ESBOCAR QUALQUER REACAO, EU A ESSA HORA ESTAVA COM UMA CAMISOLA TRANSPA-RENTE E SÓ DE CALCINHA POR BAIXO.
CHEGANDO AO QUARTO, VI MEU TIO DEITADO NA CAMA, DE OLHOS FECHADOS, COMO SE ESTIVESSE DORMINDO, TOTALMENTE NU E COM O LINDO CARALHO APONTANDO PARA O TETO, DURO COMO PEDRA E TODO MOLHADO, CERTAMENTE DA SALIVA DA MINHA TIA, ELA
ME LEVOU ATÉ PERTO DELE E DISSE:
" É TODO SEU! "  
NÃO PERDI TEMPO, CAÍ DE BOCA NELE CACETE DURO, CHUPEI, MORDI, CUSPI NELE, AO MESMO TEMPO QUE SENTIA MINHA TIA TIRANDO MINHA CAMISOLA E MINHA CALCINHA ACARICIANDO-ME CARINHOSAMENTE, OS CABELOS, AS COSTAS, A BUNDA ATÉ CHEGAR NA MINHA XOTINHA QUE JA ESTAVA QUENTE E MOLHADA, SENTIA OS DEDOS DA MINHA TIA, MELADOS PELA SUA SALIVA, PREPARANDO MINHA BUCETA PARA SER PENETRADA, ENQUANTO EU CHUPAVA AQUELE CACETAO GOSTOSO.
QUANDO ME SENTI TOTALMENTE MOLHADA E RELAXADA, FUI PARA CIMA DO MEU TIO, ENCAIXANDO O CARALHO NA ENTRADA DA BUCETA E SENTINDO-O ESCORREGAR PARA DENTRO DE MIM, CAVALGUEI MEU TIO FEITO UMA LOUCA, URRAVA E GEMIA COMO UMA CADELA NO
CIO, MINHA TIA ME XINGAVA DE PUTA, CACHORRA E CHUPAVA MEUS SEIOS, DERREPENTE ELA PASSOU PARA TRÁS E EU ENTÃO SENTI UMA COISA MOLHADA EM MEU CUZINHO, ERA A LINGUA DA MINHA TIA INVADINDO O MEU BURAQUINHO QUE PISCAVA DE TESÃO, DEPOIS MINHA TIA NOS DEIXOU POR ALGUNS SEGUNDOS E DEPOIS VOLTOU COM UM POTE DE CREME, UNTOU BEM OS DEDOS E COMECOU A BRINCAR EM MEU CUZINHO, ENFIOU UM DOIS E DEPOIS TRÊS DEDOS, AO MESMO TEMPO EM QUE FALAVA: " QUE CUZINHO APERTADO, VOU DEIXAR ELE BEM RELAXADO, GOSTOSINHA!! "
E ME FODEU MARAVILHOSAMENTE COM OS DEDOS, SENTIA ELES TOCAREM O PAU DO MEU TIO POR DENTRO DE MIM, ENTAO NÃO DEU MAIS PARA SEGURAR E COMECEI A GOZAR, ATÉ CAIR EM CIMA DO PEITO PELUDO DO MEU GOSTOSO TIO, ASSIM QUE SAÍ DE CIMA DELE,
REPAREI QUE ELE CONTINUAVA COM A PICA DURA FEITO FERRO, E MUITO MELADA PELOS LIQUIDOS DO MEU GOZO, O QUE MINHA TIA NÃO RESISITIU E LAMBEU TUDO, ELOGIANDO O GOSTO DA XOXOTA,. MINHA TIA ENTÃO SENTOU NA PICA DO MEU TIO, FAZENDO O PAU
DESAPARECER DENTRO DO SEU CUZINHO MELADO DE CREME, ELA FICOU EM UMA POSICAO QUE ME PRIVILEGIAVA COM A VISÃO DA SUA XOTINHA DEPILADA, NÃO RESISTI E ENFIEI OS DEDOS NAQUELA BUCETA ROSADA, ENQUANTO CHUPAVA AQUELE PINGUELÃO VERMELHO,
CHUPEI A XOXOTA DA MINHA TIA COMO SE FOSSE A ULTIMA NO MUNDO, ATÉ QUE ELA NÃO AGUENTOU MAIS E AVISOU QUE IA GOZAR, COM A PICA DO MEU TIO ENFIADA NO CU, ELA SEGUROU A MINHA CABECA, COMO SE QUISESSE ENFIA-LA NA BUCETA E DISSE:
" ENFIA A LINGUA EM MIM AGORA, QUE EU ESTOU GOZAAAANDO! AAAHH! BEBE MEU MELADO, BEBE MEU SUCO, GOSTOSA!!!"
E EU BEBI TUDINHO MESMO, LAMBI TODO O LÍQUIDO QUE SAÍA DAQUELA BUCETA, AQUILO ERA O VERDADEIRO NÉCTAR DOS DEUSES, ELA SAIU DE CIMA DO PAU DO MEU TIO QUE CONTINUAVA DEITADO NA CAMA COM O PAU PARA CIMA, PARA O NOSSO DELEITE, ENTÃO
FOI A MINHA VEZ DE ENFIAR AQUELA TORA NO RABINHO, MINHA TIA LAMBUZOU O MEU ANELZINHO COM O SEU CREME, E EU SENTEI BEM DEVAGAR, SENTINDO O BICHO ESCORREGAR PARA DENTRO DE MIM, ATÉ SENTI AS BOLAS DO MEU TIO ENCOSTAR NA MINHA BUNDA, AÍ CAVALGUEI PARA VALER, SENTINDO O CACETE ME ARROMBAR TODA,
MINHA TIA CHUPAVA O MEU GRELO E ENFIAVA OS DEDOS EM MINHA BUCETA, É DIFICIL SUPORTAR MUITO, GOZEI COM AQUELE PINTÃO ENTRANDO E SAINDO DO MEU CUZINHO, MELANDO COM MEUS LIQUIDOS OS DEDOS DA MINHA TIA.
EU AINDA ME RECUPERAVA QUANDO VI A MINHA TIA PUNHETANDO MEU TIO, ELE ENTÃO COMECOU A GEMER MAIS ALTO, MINHA TIA ME CHAMOU PARA O 'GRAN FINALE', COLOQUEI A BOCA NA CABEÇA DO PAU DO MEU TIO E O ENCHI DE SALIVA PARA FACILITAR O TRABALHO DA MINHA TIA, SENTI O CACETAO PULSAR, E RECEBI UM GOLFADA QUENTE NA BOCA, ENGOLINDO LOGO EM SEGUIDA, MINHA TIA TAMBEM COLOCOU A BOCA E GANHOU MAIS DOIS OU TRÊS JATOS DE PORRA BRANQUINHA.
DORMIMOS OS TRÊS AGARRADINHOS ATÉ O AMANHECER.
A PARTIR DESSE DIA, SEMPRE TRANSAVAMOS, EU E MEU TIO, MEU TIO E MINHA TIA, E QUANDO O MEU TIO SAIA, EU E MINHA TIA NOS AGARRAVAMOS E TRANSAVAMOS ATÉ A EXAUSTÃO.
QUE DELICIA DE FERIAS.

sábado, 23 de outubro de 2010

UM SONHO DE MULATA
conto de autor desconhecido

Oi, meu nome é Sandra e a história que vou contar aconteceu comigo há alguns
dias.
Eu adoro mulheres negras. Se elas forem altas e esguias, vou aos céus. Acho
que minha paixão por mulheres negras surgiu na época da escola. Havia uma
amiga, Patrícia, negra, alta e de pernas lindas... um tesão de mulher. Os
homens a rodeavam e eu os invejando. Patrícia tinha aqueles beiços que só os
negros podem ter e exibir com muita honra e eram perfeitos. Não eram
exagerados, eram carnudos, brilhantes e me deixavam doida, imaginando as
mais diversas loucuras. E as pernas? Pareciam que sempre estavam sob ação de
algum óleo de lustrar móveis: reluzentes, o ébano envernizado. Uma delícia!
Quando, mais tarde, vi as charges do Lan e ouvia falar das mulatas do
Sargentelli, me lembrava de Patrícia.
Também adoro mulatas, suas bundas empinadas, suas pernas perfeitas e
carnudas. Hummmm! Embora adore mulheres, nunca tive coragem para me
relacionar com alguma. Meu consolo eram os beijos e abraços tão comuns entre
nós mulheres, pois se fosse homem estaria numa fossa de arrasar por não
poder nem ao menos beijar um homem. Meus namorados, logicamente, foram todos
negros ou mulatos ou o menos claro possível. Chocolate é comigo mesmo. Até
tentei incentivar alguns a se vestirem de mulher, mas eram muito machos para
se deixarem levar por minha fantasia.
Um dia, no centro do Rio, caminhando assim meio que fora do mundo, notei, de
repente, algo de estranho no ar. Percebi uma agitação fora do comum. Não era
para menos: uma lindíssima e rara mulata passeava, aparentemente alheia a
todo aquele agito que se formou em seu redor, olhando vitrines, perguntando
algo a alguém, olhando as mercadorias dos camelôs. Alguns homens passavam
mais perto e soltavam o enfadonho "Gostosa!" ou outras coisas do tipo. Meus
olhos ficaram hipnotizados por aquela mulher que vestia uma saia de
comprimento perto dos joelhos, sandálias de salto alto pretas, de couro e
amarradas em tiras na perna e uma blusa bem simples , mas muito elegante. As
pernas reluziam mais que o couro. Dava vontade de acariciar ali, de beijar,
de passar a xota nelas todas e soltar um grito de gozo longo. E que beiços
mais lindos! Enfeitados por um batom vermelho escuro. Ela era nobre e eu era
sua serva. Logo notei que não eram só meus olhos que a seguiam, meus pés
também. Deixei-me levar. Sargentelli ficaria louco por ela! Mas, acontece,
que ele não estava ali e eu estava doida por aquela mulher que me enfeitiçou
toda.
Segui-a por muito tempo até ela virar numa esquina de uma das ruas do Saara.
Ao virar a esquina trombei com ela de frente para mim, de braços cruzados.
Meu coração estremeceu. As pessoas que passavam olhavam, mas logo
continuavam seu caminho. Parecia que o tempo resolvera brincar e tudo
pareceu lento demais.
- Alguma coisa, mocinha? - perguntou-me ela.
Sua voz era grave, mas feminina. Seu perfume era delicioso, seu pescoço
vibrava e seu peito subia e descia me deixando excitada.
-Ah! É que...Bem...não sei!
- Não sabia o que responder. Eu só tinha olhos para aquele corpo e para
aqueles olhos...meu Deus...verdes.
- Seus olhos são verdes!!!! - falei, de repente.
-Sim! E daí? Você está me seguindo por causa dos meus olhos? Olha aqui,
moça: tenho mais o que fazer do que ficar me preocupando com mocinhas
desmioladas. Se continuar a me seguir eu chamo a polícia.
-Desculpe, eu a vi lá embaixo, meus olhos a seguiram e depois meus pés e não
consegui controlar o impulso. Eu me apaixonei por você!!!
Acabei de falar aquilo, me dei conta do que havia dito e fiquei vermelha.
Minha vontade era de correr dali e me esconder em algum buraco onde ninguém
me identificasse. Onde estava com a cabeça para falar aquilo?
Instintivamente levei minha mão até a boca como a me policiar pelo que havia
dito. Mas, já era tarde. Ela olhou para mim meio que perplexa, mas pude
perceber que lentamente seu rosto foi se modificando e...não estava
acreditando no que via...ela estava sorrindo e do sorriso veio uma sonora
gargalhada, que inundou a rua e chamou a atenção de todos. Eu devia estar
mais vermelha que tomate. Ela levantou uma das mãos e pensei que ela iria me
esbofetear, mas ela a descansou sobre meu ombro, olhou-me nos olhos e disse:
- O que você disse é algo muito grave, mocinha! Você tem certeza do que
falou para mim?
Eu acenei com a cabeça que sim. Não parecia mais ser eu, era como se algo me
levasse a responder daquela maneira. Meu coração disparava.
-Ok, Venha comigo!
Ela se virou e começou a caminhar. Olhou para trás e, vendo que eu não
arredava os pés do lugar, renovou o convite.
- Venha!
Comecei a segui-la e logo em seguida estava ao seu lado. Pude notar que ela
estava calma, apesar do passo rápido e de tudo o que havia acontecido entre
ela e eu há poucos segundos atrás. Ela começou a falar que seu nome era Mara
e que trabalhava como vendedora de jóias, pulseiras, anéis e bijuterias. Era
casada e mãe de duas filhas pequenas, uma de três anos e outra com um ano.
Olhou para mim e disse:
- Já tive um ou outro casinho com mulheres, principalmente nos tempos de
colégio! Sempre gostei de mulheres, mas sabe como é...a família, a
sociedade...Preferi casar com um rapaz simpático que conhecia desde o
colégio e assim me resolver na vida. Vez por outra uma das pessoas para quem
vendo minhas coisas quer algo mais e eu me dou por inteira e com prazer.
Assim faço minha freguesia.
- Ela piscou o olho para mim. De repente, paramos em frente a um prédio
antigo, ela olhou para mim e disse:
-Tem certeza de que queres continuar?
-Sim!
- Ok!
Subimos por uma escada tortuosa e logo demos num corredor. Paramos diante de
uma sala, ela pegou a chave e abriu a porta. Pediu para eu entrar primeiro e
senti, enquanto passava por ela, seu olhar vasculhando até minha alma. Ela
fechou a porta.
-Quer água? - perguntou-me.
-Aceito!
-Sente-se! Fique à vontade! Relaxe! Ninguém nos incomodará aqui. É meu
escritório, mas aqui não fecho negócios pessoalmente, só por telefone. É
raro eu chamar alguém. E é raro alguém das outras salas me incomodar.
Sentei na ponta da cadeira. Meu coração disparava. Minha vontade era sair
correndo. Suava toda. Minha babaca estava molhada. Minha garganta estava
seca. Mas, estranhamente, tudo isto me excitava. E mais: estava diante da
possibilidade de realizar um antigo sonho! Ela voltou com a água. Estava sem
a blusa. Eu olhei para seus peitos. Lindos! O bico parecia do tamanho do de
uma mamadeira e eram meio caídos, mas não eram murchos. Frutos da
maternidade. Eu bebi a água de uma só vez, ela se aproximou e encostou
aqueles peitos na altura do meu rosto. Me ofereceu um deles:
-Mama! Pode mamar! As crianças adoram! - disse ela com olhar malicioso.
Eu nunca tinha feito aquilo. Comecei devagar. Ela pegava o outro peito e
acariciava o meu rosto. Eu fiquei excitada e logo me vi mamando com vontade,
ora um, ora o outro peito. Mara ficou de frente para mim e sentou sobre
minhas pernas. Estremeci. Minha babaca ardia. Ela me olhou e me ofereceu
aqueles lábios...eu fechei os olhos e me entreguei. Meu sonho!!!! Senti sua
língua roçar a minha e aquilo me satisfazia. De repente estava abraçando e
acariciando seus peitos, enquanto chupava com força sua língua e seus
lábios. Ela gemia de prazer. Senti suas mãos procurarem minha calça e ela
foi enfiando a mão lá dentro. Meu grelo latejava e estava molhada. De
repente, ela levantou e foi tirando minha calça , abriu minha blusa,
acariciou meus seios e os chupou com volúpia. Nunca havia sentido aquilo.
Meu corpo estremeceu todo. Meu coração ardia e batia acelerado. Eu esfregava
minhas mãos nos seus cabelos e na sua nuca e ela chupava tudo, do peito até
minha calcinha. Num gesto rápido, ela tirou minha calcinha e começou a
enfiar o dedo. Eu gritei. Ela me beijou! O toque dos seus lábios e da sua
língua me deixaram mais tranqüila. Parecia que estava beijando sua xota, de
tão macios que agora estavam. Meus lábios sentiam uma textura diferente, um
gosto que não sentira antes. Parecia que todo meu corpo virara uma xota
molhada. Era um delírio. Suas mãos, seus dedos no meu grelinho latejante.
Veio aquela torrente e eu fiz menção de gritar. Ela abafou o grito com outro
beijo e eu esfregava as mãos no seu rosto, nas suas costas, nos seus seios,
na sua cabeça... minhas pernas queriam enlaçar o corpo dela. Eu queria que
ela não parasse mais. Me vi delirando, como se eu pudesse entrar nela ou ela
entrar em mim. Como se uma fusão acontecesse e já não soubéssemos de quem
era o orgasmo. Nós duas estávamos vibrando.
Logo trocamos e ela deixou eu invadir a xaninha dela. Era ela que agora
gritava de prazer e eu a beijava com mais prazer. Nós ficamos neste prazer
mútuo por muito tempo. Quando, enfim paramos, estávamos encharcadas. Meu
corpo ainda vibrava por conta dos espasmos de orgasmo. Parecia que o mundo
girava. Eu estava mole. Não tinha ânimo para sair dali. Ela veio por trás,
me enlaçou com seus braços e me beijou no rosto. Ficamos assim, eu
acariciando seu braço e ela, ora me beijando o rosto e a cabeça, ora
esfregando seu rosto junto ao meu.
Não me lembro como saí dali e nem como cheguei em casa, mas me lembro que
dormi muito bem naquela noite e acordei com uma estranha sensação no dia
seguinte. Olhei para o telefone e logo procurei na bolsa algo. Achei! O
telefone dela. O telefone tocou e logo ouvi sua voz. Ficamos ali conversando
por um longo tempo. Marcamos outro encontro. Ainda vai acontecer. Meu
coração está mais leve. Meu corpo é outro. Eu estou doida para revê-la e
continuarmos de onde paramos. Eu quero Mara, a minha mulata que balança a
pena ao som de Jorge Benjor.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A COBIÇADA
conto de autor desconhecido

DUPLA

O Gomes não parava de fazer elogios a sua esposa, e eu escutava atento e me excitava quando ele dizia ser ela insaciável, que queria transar todas as noites, mesmo quando ele chegava do trabalho cansado, ela dava um jeito de deixa-lo de pau duro, e quando não conseguia, se virava sozinha, masturbando-se, dizendo o nome de outro homem ao gozar, para irrita-lo.
Dizia não aguentar mais o tranco, que ela era uma verdadeira ninfomaníaca, sempre pronta para dar e receber carinhos sexuais, fosse onde fosse.
A Evanice, realmente, é uma linda mulher, falsa magra, lindos olhos castanhos puxadinhos, uma bundinha empinadinha que ela fazia questão de mostrar em roupas exíguas, sempre com aquele olhar de sedenta por sexo, o que deixava, não só eu, mas todos os outros da nossa turma, a cobiça-la,ferozmente.
Mas o Gomes, não dava brechas, maior marcação. Além de tudo, era nosso amigo, em nossa cabeça nunca passou de trair um verdadeiro amigo, todos nós tínhamos pensamentos parecidos quanto a isso. Ficava só na nossa imaginação.
Por isso, eu estranhava, no carro, o Gomes, me falando loucuras sobre a sua tão cobiçada esposa:
- Quando estou em casa malhando, ela fica sempre me secando, com um dedinho na boca, com aquela cara de tesão, dizendo que vai acabar comigo na cama, que está louca, muito molhada. As vezes, vem dizendo que comprou um novo creme lubrificante e que deve ser ótimo para o sexo anal...
Eu boquiaberto, só conseguia balbuciar, algumas palavras de espanto, sempre pedindo para ele continuar.
- Até comprei um vibrador, para que ela me deixasse um pouco em paz, quando chego muito exausto, e também para que ela tenha distração, enquanto estou trabalhando, assim me livraria de uma possível traição, se bem que sempre disse a ela que para apagar o fogo que ela tinha, só dois caralhos, pois só o meu não dava conta de tamanho tesão.
Aquilo fez minha mente dar giros de 380 graus, imaginei mil coisas, mas não conseguia falar nada. Antes que eu dissesse qualquer coisa, ele continuou....
- Se por acaso um dia acontecer, você é um dos mais cotados...
Deixei o Gomes em frente a sua casa, louco de vontade de que ele me chamasse para entrar, mas deu a entender que tudo aconteceria no seu devido momento.
Enquanto esperava esse momento chegar, eu imaginava loucuras sobre a esposa do meu amigo, mas os nossos encontros se tornaram mais raros e sempre que nos víamos, ele não tocava no assunto. Com o passar do tempo aquela fixação foi saindo da minha cabeça,
______

Até que, numa Sexta feira, resolvi dar um passeio na praia, sozinho, e para minha surpresa, encontrei o Gomes e a Evanice, também sozinhos, em uma barraca, tomando coquetéis de vodka e conversando animadamente.
Me aproximei, e depois da festa pelo reencontro, abraços, pediram que sentasse com eles e participasse de uma rodada de coquetel. O Gomes, falava sorridente que a Evanice já havia tomado dois copos e que ele queria ver até onde ela iria, ela, mais sorridente ainda, dizia ser forte e que não ficava de pileque assim tão facilmente.
Sentindo que os dois já estavam meio altos,resolvi maneirar na vodka, e ver onde tudo aquilo iria dar. Aos poucos fui convencendo-os que já era hora de irmos, que eu iria leva-los para casa, e depois voltaria para buscar o carro deles. Fiquei sabendo que não vieram de carro, pois estavam muito perto de casa e vieram de uma corridinha matinal e resolveram parar naquela barraca da praia.
Não pude deixar olhar para o biquini verde da Evanice, muito cavado, deixando transparecer as maravilhas que ela tentava cobrir. Depois de pagarmos a conta, fui deixa-los em casa. Dentro do carro, a Evanice no banco de trás, dizia estar sentindo a areia arranha-la dentro do biquini, o Gomes pediu que ela tirasse a parte de cima, o que ela obedeceu prontamente, arrancando a parte de cima do biquini, fazendo os biquinhos dos seios parecer querer furar o tecido da camiseta que agora os cobria. Evanice, para esquentar o clima, colocou a mão no tórax do Gomes e por trás dele, começou a alisar os cabelos do peito. Dizendo coisas que excitam qualquer homem:
- Quando chegarmos, vou te tarar, estou louca de tesão, com muito calor, não estou aguentando mais...
Descendo a mão pela barriga do Gomes, a tarada começou a alisar a pau do marido sobre a sunga, ameaçando coloca-lo para fora, terminando por colocar toda a mão para dentro da sunga. O Gomes, meio sem graça por eu estar ali do lado do casal, olhava para mim e sorria, querendo dizer algo, mas aquela mão deliciosa no seu pau o fazia fechar os olhos e se controlar para não gozar com aquela punhetinha que deveria estar deliciosa.
Chegando na casa deles, fui convidado a entrar e passar o resto da tarde na companhia do casal que se agarravam e beijava-se sofregamente a cada minuto.
Na sala, com um copo de cerveja na mão, vi quando a Evanice seguiu para o banheiro, sem fechar a porta, antes olhando languidamente para o seu companheiro.
O Gomes, que não é bobo, foi atrás, não sem antes me pedir licença, entrando no banheiro e também não fechando a porta. Nitidamente eu ouvia, excitadíssimo, os gemidos da Evanice que se dizia a beira loucura e pedia que o Gomes a chupasse mais e mais. Depois de alguns minutos, os gemidos cessaram. Agora era só silêncio. Quando pensei que minha aventura iria por agua abaixo, repentinamente os dois saem do banheiro, o Gomes com um short jeans e a Evanice mais linda do que  nunca, com cabelos molhados, um shortzinho azul bem folgado, notoriamente sem calcinha e um bustiê lilás. O Gomes, como bom anfitrião que é, me perguntou se eu também não gostaria de tomar um banho, no que eu, alegando o forte calor, agradeci a proposta e me dirigi para o banheiro. Depois de trancada a porta, pude constatar em um cesto de roupas o biquini da Evanice, rapidamente peguei-o e pude perceber o quanto molhada ela estava a poucos minutos atrás.
Depois do banho frio, me acalmei um pouco e saí para a sala. Qual não foi a minha surpresa ao chegar à sala e encontrar o casal de amigos em um delicioso meia nove no tapete da sala???
Parei na entrada do corredor que dava para a sala, e já com o pau para fora, observei a cena.
A Evanice deitada por cima do Gomes chupava velozmente o caralho endurecido do marido, que se deliciava com suco que deveria estar escorrendo daquela xoxota. O Primeiro a perceber minha presença foi o Gomes, que com um sorriso e um gesto com a cabeça, me chamou para junto deles.
Fui chegando e já muito próximo coloquei a palma da mão nas costas da Evanice, que reagiu arrepiando-se toda e abrindo levemente os olhos me olhou profundamente, tirando um pouco o pau do Gomes da boca, sorriu e disse:
- Vem, gostoso, participa dessa festa conosco.
_____

Aquela mulher maravilhosa, levantou-se, e pegando-me pela mão, saiu me puxando em direção ao quarto do casal, fomos seguidos pelo Gomes, que vinhas logo atrás com uma garrafa de champanhe e três copos. Chegamos ao quarto e em pé ao lado da cama de casal impecavelmente arrumada, a Evanice me deu um apaixonado beijo, enquanto eu ouvia do Gomes:
- Agora você vai saber o que é uma mulher de verdade, uma tarada, uma ninfomaníaca para garanhão nenhum colocar defeito. Aproveita, amigo, aproveita que não é qualquer pessoa que tem o privilégio de provar uma mulher como a minha, aproveita, pois essa é a primeira e única vez que divido minha mulher com outro homem. Eu sei que você vai gostar de foder uma mulher gostosa como você nunca fodeu antes.
Deitado na confortável cama, eu era beijado, mordido, chupado, lambido em todas as partes do meu corpo,
Aquela mulher era demais com sua boca adorada, quando, então, se apoderou do meu pau, fiz força para não gozar imediatamente naquela boquinha sedosa.
Puxei-a para cima do meu corpo e rocei o meu pau na entradinha daquela boceta molhada, o Gomes, agora calado, beijava e alisava o corpo da sua esposa, como uma cobra, ela conseguiu se virar em cima de mim, e colocou sua buceta gostosa ao alcance da minha língua, abocanhando novamente meu pau, e chupava o dito dignamente. Eu também procurava caprichar ao máximo naquela chupada em seu grelinho, e ele era enorme, intumescido pelo tesão, o clitóris da Evanice vibrava em minha língua como se pedisse mais e mais carinhos.
O Gomes, ainda em pé no quarto, posicionou-se por trás da nossa amada e passou a lamber aquele cuzinho magistral. Eu com o grelo entre os lábios e o Gomes estocando seu cuzinho com a língua, que eu via nitidamente
as entradas e saídas naquele rabo que deveria estar uma delícia, foi difícil para Evanice segurar o gozo, e ele veio gostoso, com espasmos, contrações, tremidas urros e uma carga de líquido espesso direto para a minha boca. Bebi  todo aquele néctar, indo buscar mais lá no mais profundo daquela xoxota. Ela não parou para se recompor daquela gozada fenomenal. Muito rápido se virou e cravou a xoxota em meu pau, a esta hora no limite da sua rigidez, e começou a cavalgar-me, sempre emitindo pequenos gritinhos e gemidos deliciosos de se ouvir. Dizia frases desconexas, entrecortadas por juras de amor ao marido, agradecendo por estar naquele momento sendo comida por outro macho, que aquela era o momento mais feliz da sua vida...
Eu, de olhos fechados, extasiado de tanto tesão, tentava me controlar, para não encher aquela xoxota molhada que subia e descia em meu pau, nem vi quando o Gomes a empurrou sobre o meu corpo e posicionou-se para fazer dela o recheio de um sanduíche de machos. Depois de muito lubrificar o anelzinho da esposa, ele começou a forçar, sendo avisado por ela para ir com calma, parei os meus movimentos e esperei ele se alojar dentro do cuzinho da Evanice.
Logo fui avisado por ela que o pau do seu marido já estava todo dentro, recomeçamos os movimentos, agora mais ritmados, alternando força e suavidade. A mulher gritava e chorava se dizendo realizada, que nunca tinha sentido tanto prazer. Perto do orgasmo, Evanice ainda conseguiu dar instruções ao marido, dizendo que era para ele alternar as saídas do meu pau com as investidas dele, assim sincronizando melhor  o entra e sai. Como um valente guerreiro, fui me controlando, apesar do aperto causado pelas metidas do Gomes no cuzinho da sua esposa, esperando o gozo dela, que veio mais uma vez forte, que apertando-me muito, arranhando meu peito e puxando os cabelos do meu tórax pediu apara acelerarmos os movimentos. O Gomes também anunciou sem gozo, dentro do cuzinho da Evanice, que pedia mais e mais, relaxei e senti o gozo vindo, por entre os canais do meu pau, ao sentir o primeiro jato em sua buceta, Evanice entrou em transe, arqueando o corpo, parecia estar sentindo outro orgasmo, começou, com a xoxota a ordenhar meu pau, retirando dele até a ultima gota da minha porra acumulada durante todo aquele dia de tesão.
Deitado na cama, extasiado, vi e apreciei quando o Gomes foi esgueirando-se entre as pernas da esposa e chupou com muito gosto a xoxota, lambuzando-se com minha porra e depois enfiando os dedos e levando-os melados até a boca da Evanice para que ela sentisse o sabor do meu tesão.
______

Isso aconteceu faz muito pouco tempo, e estou querendo encontrar meus amigos de novo para participar de uma festinha como aquela.

 A ACOMPANHANTE "

0709091338
Conto de autor desconhecido

  Me chamo Luiza, e há alguns anos,  por estar muito  tempo desempregada,resolvi procurar um emprego. Através de uma amiga,  consegui um emprego de acompanhante para um velhinho  de já seus 70 anos, que se  locomovia muito pouco, e precisava de alguém para auxiliá-lo nos afazeres do dia, eu já havia trabalhado de auxiliar antes, por isso não via nenhum problema nisso.
  Enganei-me.
  Seu Fernando, o velhinho, no começo era muito calado, mais depois foi se revelando conversador, passavamos os dias conversando e rindo sobre tudo e todos. Certo dia, perguntei porque ele nunca tinha se casado, e ele não me respondeu, mais a partir desse dia passou a me contar suas aventuras
sexuais, ele sentado em sua poltrona, e eu sentada no chão logo a sua frente, ouvindo maravilhada as histórias daquele velhinho que se dizia o maior garanhão da sua cidade e com uma imaginação muito avançada para a sua época.
  O que mais me deslumbrava é como ele descrevia as suas gozadas, eram sempre esporradas fortes, quatro, cinco e até seis esguinchos de porra, no rosto ou na boca das suas parceiras. Eu ficava sempre surpresa comigo mesma, ao me sentir molhada na xoxotinha com aquelas histórias fascinantes. Mas brincava com Seu Fernando, dizendo não acreditar em nada do que ele falava. e ele sempre dizia:
" SE EU FOSSE UM POUQUINHO MAIS NOVO, EU TE PROVARIA! "
  E nós ríamos bastante, já muito íntimos, desde então.
  Certo dia, pela manhã, conduzi seu Fernando, da sua cama até a poltrona da sala, onde ele continuava a dormir, todas as manhãs, e então fui até o seu quarto arrumar a sua cama, quando tentava dobrar os lençóis, uma revista caiu no chão, peguei a revista e vi que se tratava de uma revista erótica, comecei a folhê-la, observando a transa que se dava no desenrolar da história, no final da revista, veio a surpresa, ao pegar na última página da revista, senti que alguma coisa melava meus dedos, então vi do que se tratava, o papel estava totalmente ensopado de esperma, fiquei alguns segundo olhando para a revista incredula, até que voltei a mim, e constatei que aquilo só poderia ser coisa do Seu Fernando, e também que ele tinha esporrado bem na cena em que o protagonista da história enchia o rosto e a boca da atriz de leite.
Então,  tomei coragem, passei  o dedo, colhendo  o esperma, senti  ele quentinho, fresco, cheirei, e levei-o a boca, provando o seu gostoso sabor, quase que inconscientemente, levei a mão por baixo da saia e senti o tecido da minha calcinha completamente molhado, como se tivesse sido  lavada em líquido vaginal. abaixei  a  calcinha até os joelhos e abrindo as  pernas passei os dedos melados com o esperma de Seu Fernando por toda a extensãoda xoxota, especialmente em meu grelinho, me masturbando e gozando logo em seguida lambendo a página da revista.
Arrumei  todo o quarto,  deixando a  revista onde encontrei.
_________

No outro dia, a tarde, resolvi arreliar Seu Fernando, me mostrando mais interessada nas suas histórias, pedi que contasse uma bem quente, ele então
começou a falar:
" Então vou contar, sobre uma vizinha que eu tive, lá no interior... "
Enquanto ele contava, eu, sentada em sua frente, me mostrava toda pra ele, abria as pernas e fechava as pernas, mostrando a minha calcinha
transparente, quando ele chegou na parte das esporradas, eu passei a língua nos lábios, e disse:
" Ah, que delícia! "
Ele continou, eu já não aguentava mais de tesão,  apertei  as  pernas, procurando comprimir o grelo entre os lábios vaginais, fechei os olhos e
já estava quase gozando ali mesmo, na frente dele, que sem parar de falar me observava, aumentando ainda mais a intensidade das trepadas, agora já
comia o cuzinho da sua parceira. Eu, agora com as pernas totalmente abertas, já sem nenhum resquício de pudor, passava os dedos por cima da calcinha empapada de gozo, fui chegando mais perto de Seu Fernando e encostei em suas pernas, ele por um instante parou de falar, e me olhou, mas ainda não tinha terminado a história, pedi que continuasse, ele então retomou a narrativa e eu já passava a mão em seu pau, por cima do pijama, quando ele terminou eu puxei a calça do pijama, deixando-o nu da cintura para baixo, vi que apesar da idade, o Seu Fernando tinha um verga muito respeitável e apesar de não estar totalmente riste ainda servia para alguma coisa, imediatamente caí de boca naquele mastro meio mole, enquento Seu Fernando recostado na poltrona, calado, curtia a minha chupeta que é uma das coisas que sei fazer muito bem, colocava toda a cabeça em minha boca, depois tirava, primeiro rápido e depois devagar, bolinava os testículos grandes, e cheias de líquido branco e gostosopara saciar minha sede. Vi que o pau de Seu Fernando não ficaria mais duro que aquilo, tratei de fazê-lo gozar, o que não demorou muito, com a cabeça dentro da boca, passei a punheta-lo forte, senti o pau retesar um pouco mais e esperei a carga de leite, que primeiro veio fraca, então resolvi tirar a cabecinha da boca e passar a língua no buraquinho para colher o líquido gostoso que saía, de repente houve uma explosão de leite que molhou todo o meu rosto,  cabelos e  pescoço, nunca tinha  visto tanta  porra  antes, rapidamente coloquei o pau todo na boca novamente, alisando os seus bagos
recebi a maior quantidade de esperma de toda minha vida, tanto que não consegui segurar  e deixei escapar pelos cantos da boca, para o meu desespero, pois não costumo desperdiçar esse líquido tão precioso, assim que ele me enchia a boca com um esguicho, eu procurava engolir o mais rápido possível, pois sabia que vinha outro maior ainda depois, terminamos
completamente melados, o cheiro de porra tomava conta de todos os ambientes da casa, e eu boquiaberta com tudo que acabara de acontecer, estava certa que toda aquela quantidade de esperma dava para encher um copo grande, e estava resolvida fazer o teste.
Passamos três dias sem fazer mais nada, até que comentei com Seu Fernando, sobre a minha curiosidade, ele deve ter me achado louca, mas topou, colocou o pinto para fora da calça e me ofereceu, com um copo tamanho médio na mão, chupei um pouco o pau mole de Seu Fernando, e comecei a masturba-lo logo em seguida, dessa vez ele me avisou da aproximação do seu orgasmo, coloquei o pau dentro do copo e vi os primeiros pingos cairem, enchendo o fundo  do depois veio a famosa explosão de esperma, tão forte que quase arranca o copo da minha mão, toda molhada de tesão entre as pernas e me babando de vontade de provar aquela delicia vi que a carga forte de leite tinha deixado a metade do copo completamente cheia, enquanto Seu Fernando balançava o pau dentro do copo eu alisava seus testículos, apertando, fazendo eles expelirem todo aquele líquido esbranquiçado dentro do copo, eu contava os jatos de porra, um, dois, três. Não acreditava, o copo já estava quase cheio, e ele continuava a esporrar, eu entã  p erguntei se aquilo não acabava nunca, era mais do que a outra vez, ele falando que tinha só mais uns espirros.
O Copo encheu completamente, estava já transbordando, e ele não parava, puxei-o para mim e caí de boca naquele pinto mole espirrante que ainda
esporrou mais duas vezes entre meus lábios e repousou tranquilo, enquanto eu limpava suas bolas meladas e lambia o restinho que saía do buraquinho.
Aquela quantidade que bebi, não foi o suficiente para matar a minha sede de leite, olhei o copo cheio no chão, peguei-o, e fiquei admirando aquele
líquido branco e com o cheiro forte penetrando minhas narinas, virei-o na boca, derramando um pouco no rosto, com a boca cheia, degustando aquele
néctar, tirei toda a minha roupa, na frente de Seu fernando, era a primeira vez que ele me via completamente nua, me deitei no chão a sua frente e me banhei com o seu esperma, bebi meis um pouco, derramei sobre a xoxota, enquanto me masturbava ferozmente, dizendo o nome de Seu Fernando, elogiando o seu esperma, dizendo que era uma delícia, que iria sempre querer bebê-lo e me banhar com ele. Aí gozei, gritando, e lambendo o restinho que sobrou no fundo do copo. A pedido de Seu Fernando, passei o resto do dia sem tomar banho, exalando o perfume de porra por toda a casa.
Estes foram os dias mais excitante que passei em minha vida. Até hoje vivo com o Seu fernando, e durante todo esse tempo, já bebi litros e mais litros de esperma, até parece que conforme o tempo passa, a quantidade de esperma dele vem aumentando, tanto que já não dou conta sozinha.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

MEU PRÍNCIPE ENCANTADO

2103090550

  Quando eu era adolescente, morei no interior da Bahia e foi lá que conheci Fernando. Estudamos juntos e, apesar das trocas de olhares, infelizmente não passamos disso. Aos 16 anos, fui morar em Vitória, Espirito  Santo, onde me casei e tive duas filhas. Sempre retornei à minha cidade natal, mas nunca me encontrei com meu coleguinha. Soube por terceiros que ele também havia saído dali para estudar na capital mineira. Fernando fez curso superior, se casou e teve duas filhas também. Anos depois, voltou para o interior. 
Depois de 17 anos, agora já separada do meu marido, encontrei casualmente com aquele menino, que se tornou um homem maravilhoso. Parece um príncipe negro que caiu na minha vida como um temporal intenso. Ele tem uma boca linda, lábios grossos e sensuais, capazes de levar qualquer mulher à loucura quando chupada por eles. Só experimentando para ver... 
  Fernando também tem um bigode bem excitante e, assim que vi, fiquei molhadinha só de imaginà-lo roçando meu grelinho sem vergonha. Quase gozo pensando o que podemos fazer num ambiente mais tranqüilo, sem intrusos por perto. Ah, que vontade! 
Modéstia à parte, também não fico para trás. Apesar de ter ficado grávida duas vezes, tenho um corpo provocante: pernas grossas, bumbum grande,
cintura fina e uns peitinhos gostosos que costumam enlouquecer os homens. Um conjunto harmônico que junto com a minha longas madeixas loiras, com certeza,
deixaria qualquer um excitado. 
Com o meu príncipe negro não foi diferente: ele também me desejou, queria conhecer melhor as minhas curvas deliciosas, ir fundo nas minhas zonas de prazer.
Afinal, aquela menina que conhecera agora era uma mulher cheia de amor para dar. Principalmente entre as pernas grossas. 
Um dos nossos encontros aconteceu no carnaval, quando ele veio à minha cidade com a família. Eu estava com umas amigas na piscina de um hotel à beira-mar e levei um susto ao vê-lo. Olhou bem fundo nos meus olhos e
entendi tudo: precisávamos  ficar a sós. Saí de fininho, sem  que minhas  amigas percebessem, e nos encontramos no carro de Fernando. 
O coração batia mais forte, as pernas tremiam e a xaninha, ensopada, pedia alguma coisa para mastigar urgentemente. Era um impulso maior que tudo.
Nunca senti aquilo por outra pessoa em toda a minha vida. Os meus líquidos simplesmente escorriam por minhas pernas. 
Quando ficamos a sós no carro, nos amamos alucinadamente. Nossas roupas foram arrancadas facilmente, nos deitamos no banco traseiro e começamos a
nos beijar por inteiro ali mesmo. Que delicia! Que loucura maravilhosa! Que troca de energia e tesão! Aqueles lábios tocavam os meus com determinação, num trabalho de sucção de primeira. Coisa de profissional. 
O Fernando é um expert na arte de excitar uma mulher. Beijava-me na boca, nos seios, na minha barriguinha, no grelo, nas coxas... Nada escapava.
Fazendo alguma ginástica, consegui me ajoelhar e abocanhei aquele mastro enorme e duro que mal cabia na minha boca gulosa. Apressada, quase machuquei
o pobrezinho na primeira mordida.
- Calminha, bem. pediu com toda malícia o safado. Fernando era assim e merecia ser mordido. Depois era só assoprar. 
Chupei, lambi e tentei engoli-lo o máximo possível para levar meu príncipe à loucura. Sempre que podia, eu parava um pouquinho só para admirar o cacete
envernizado que, naquele instante, era só meu, todo meu. Um material construído de carne, músculos e veias perfeitas. Dali, sairia a prova do nosso tesão. Era só esperar mais um pouquinho.
Continuei chupando e mordendo aquele pau, agora já o punhetava rapidamente, enquanto mantinha a cabeça
dentro da minha boca, já pressentia o gosto delicioso de leite de macho, alisava as bolas cheias, prontas para expelir o suco que tanto aprecio.
Quando a primeira golfada atingiu minha língua, me assustei pela quantidade, e quase engasgo. Para minha surpresa, o esperma do Fernando não saía em
jatos e sim e fartas golfadas que enchiam a minha boca a proporção que iam sendo jorradas, engoli muito, mais segurei em minha boca o suficiente para ficar com as bochechas estufadas. Abri a boca e fui sorvendo aos poucos, sorrindo e mostrando para o meu príncipe o quanto eu apreciava aquele líquido quente, viscoso e esbranquiçado. 
Ele, perplexo, não desgrudava os olhos de mim, e o meu show particular fez com que ele não perdesse a ereção e me agarrando fortemente, começou a me chupar de novo, dizendo que eu queria enlouquecê-lo e que há muito tempo sentia tesão por mim,  e que ia me comer de todos os jeitos e maneiras. 
Quando já não agüentávamos mais, Fernando se sentou e eu fiquei sobre ele, de modo que pudesse chupar minhas tetas deliciosas. Fomos nos ajeitando até que aquela pica negra e grossa começou a entrar na minha xoxotinha já
latejante e lambuzada de tesão e saliva do meu homem.
- É agora, não pára!, pedi. 
  Num vaivém frenético, abraçados e suados pelo esforço e calor dos nossos corpos, chegamos no limite máximo, sem nos preocupar com a possibilidade de que alguém aparecesse. De repente, até apareceu. Não estávamos nem aí para isso. 
O gozo final expressava a relação dos corpos ardentes. Naquele momento de amor e tara, ele avisou que ia gozar e imediatamente senti as golfadas quentes dentro da minha buceta, depois retirou seu pau e veio derramar sêmen sobre o meu corpo, com golfadas ainda decididas e provocantes. Um banho com direito ao melhor da sacanagem. Eu com um dedo enterrado em meu cuzinho,
também gozei loucamente, molhando os pêlos e barriga de Fernando com o meu gozo molhado e descontrolado. Com mais um pouco de ginástica, consegui lamber
algumas gotas pegajosas daquele manjar dos diabinhos. E como era gostoso o gozo do meu príncipe. 
Infelizmente, não pudemos partir para um segundo tempo, eu estava doida para sentir aquele caralho grosso dentro do meu cuzinho, mas isso ia ficar para outra oportunidade, pois já era 15h e a esposa de Fernando o esperava para retornarem a Bahia.
Cheguei ao hotel em transe, transtornada com aquela trepada memorável. Olhei para minhas amigas tostando ao sol e fui andando devagar em direção ao chuveiro da piscina, enquanto escorria pelas minhas pernas o esperma ainda quente do meu príncipe.
No que passei por entre as cadeiras de praia, exalando o cheiro forte e característico de esperma todas notaram e comentaram:
- Hummmm, conheço esse cheiro...
- Onde foi a festa???
- Ha muito tempo, não sentia esse cheiro tão gostoso!!   E em coro, as três pediram para não me lavar, para curtirem o odor de leite de macho por mais tempo. Uma delas chegou a passar o dedo entre minhas coxas, colher uma boa quantidade de sêmen e levar à boca. E passamos o resto tarde comentando e curtindo.