quarta-feira, 15 de setembro de 2010

REENCONTRO DE CORPOS AMANTES

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By Lan -  elainemartinss@hotmail.com>

Fazia mais de um interminável mês que tínhamos brigado, fizemos as pazes, e já tinham umas duas semanas que eu ainda não tinha sentido aquele corpo novamente me fazendo sentir tudo aquilo que sempre me proporcionara...
Fiz o convite para um local que ele ainda não sabia qual, ele aceitou e já preparei os ingredientes para incrementar o encontro..
Meia dúzia de velas, incenso de morango e vinho.
Descaradamente caminhei com ele até o motel de antigamente...entramos...fui pro banho primeiro..e enquanto ele tomava o dele, eu preparava o cenário..
Em cada canto da parece uma vela, fazendo da cama o altar, o quarto estava  iluminado apenas por elas, no ar, o cheiro da sensualidade daquele incenso, o som..musica tranqüila..ambiente perfeito.
Ele voltou do banho, tomamos o vinho...e dávamos ''start'' ao jogo..
Veio pra cima, segurou meu pescoço com as duas mãos firmes, e começou a me beijar, sugava meus lábios como se os quisesse pra ele, sua língua quente e molhada, com gosto de vinho, explorava tudo, ele beijava com tanto tesão que meu corpo não agüentava ficar ali parado sob o dele, eu me remexia inteirinha, sem parar.
Deitou sobre meu corpo e eu ali sem saída, sendo completamente atacada e sem defesa..
Beijos loucos, loucos e loucos, minha boca só sentia...a força com ele a pegava, a sentia..
Depois de viajar longe ali, eu resolvi contra atacar..ele não podia ficar sendo o dono da situação por muito tempo, afinal quem planejou tudo fui eu, eu o faria sentir.
Deitei ele e comecei o contra ataque..
Segurei firme suas mãos...seios nus sobre os peitos dele, pernas firmes segurando o corpo dele ali parado na cama, e a boca em ação, fui matar a saudade de agir, de fazer ele sentir..
Beijei ele alucinadamente, mãos presas às minhas, corpo preso em minhas pernas, e eu ali totalmente nua em cima dele, controlando toda situação..
Cheirei muito, minha respiração sugava  a energia do corpo dele, sem tocar minha língua e nem minha boca, fui só inspirando aquela pele, passei pelo pescoço, rosto colado, ele sentia minha boca mas não minha língua, minha respiração, mas não meu nariz...e fui passeando pelo corpo dele. Todo pescoço eu já tinha explorado e descendo levemente fui até o tórax, e quando me deparei com aqueles mamilos com piercing não agüentei...Abocanhei...
Engoli todo, soltei as mãos dele, a apertei aqueles peitos todos meus, minha lingua rodeava firme, forte e profundo...
Ele tremia...desci até sua barriga e enquanto isso meus seios massageavam seu pau estourando...Fiz espanhola nele sem tocar meus seios....só com o corpo...e ele só olhando e se deliciando, com aquela cara de ''vou me vingar''..
E eu nem ai, era isso que eu queria, deixar ele doido, mostrar pra ele novamente que sexo é uma coisa que gosto e que sei fazer.
Desci até seu pau...sem toca-lo, ele ali em pé como um cassete..duro..explodindo como um vulcão..Abri bem minha boca e sem toca-lo cheguei até a raiz...só lá foi que fechei toda minha boca, e ele a sentiu..
Completamente sugado..completamente tomado por minha boca, comecei então a fazer meus movimentos, descer, subir, lamber, apertar em meus lábios, soltá-los..fiz mto...chupei mto...tava com muita saudade de engolir aquilo tudo de novo...ele não agüentando muito, começou a babar...e isso só lubrificava...
Judiei...fiz com toda minha vontade, com todo meu tesão....engolia tudinho...e descia e subia freneticamente..
Quando senti sua veia latejar..ele subitamente levantou...me jogou na cama...e veio pra cima...veio se vingar..
Pegou meus dois seios juntos...e não sei como, os engoliu juntos e inteiros..que tesão!..
Desceu rapidamente, abriu minhas pernas como um animal...olhou pra minha cara, como quem dissesse '' agora vc ta fodida''....e eu tava mesmo!
O filha da puta, tava com a boca pelando, pegando foto, e quente! Quente demais..
Me chupou maravilhosamente, coisa de louco...segundos, eu disse segundos, foram o bastante pra eu gemer como louca, e gozar ali na boca dele...
Tava uma delicia..ele continuou...e eu pra me esquivar...fui fechando as pernas...virando de lado....e ele sem parar...abriu novamente minhas pernas como um cavalo....me virou de costas, e abriu minha bunda e mergulhou ali..
Chupou meu rabo, desceu até minha xana e lambia com muita vontade...
E eu já doidinha, toda aberta, molhada, gozada..
Novamente deixei de ser passiva, tinha que atacar!!! Tinha que deixar ele louco, e não eu.
Achei forças não sei onde, e  o deitei...subi em cima dele e trepei...mas trepei muitoo...cavalguei como nunca, forte...fundo....lá no fundo...mexia meu corpo e com meu pompoarismo o fiz sentir cada pedaço dentro de mim...
Minha xana ardia de tesão..que pau gostoso do caralho...
Meti muito, muito mesmo...gemia ali sentada no pau dele, pulando feito cabrita...feio uma cachorra..
E a guerra continuava...ele me virou...me deitou na cama, e veio pra cima, subiu minhas pernas em seu ombro...e meteu sua vara sem dó..sem piedade...
Eu? Gritei...
Ele sorriu...satisfeito..
Batia em mim como bicho, metia forte, como se me punisse por ter pulado em cima dele daquele jeito..
'' vc não quer me deixar louco...então toma!!!"
Nuossa!!! Que coisa gostosa...que delicia...''mete mais''  ....''eu gosto'''...não adianta...qto mais força mais gostoso!..
Ele não agüentou..me chamou pra tomar leite..mas não quis...eu queria sentir aquele jato dentro de mim, e senti....nitidamente senti...e acabei gozando junto de tesão..
Round 1 terminado...quem perdeu? Ngm..na verdade, os dois sempre saem ganhando..
Sorri mesmo assim e disse...
'' arrregou hen..'' 1x0..
Ele sorriu tb, sarcasticamente sorriu....e com a tora dura veio pra cima novamente para minha surpresa..
'' vc que pensa''...''só estamos começando''.
Me virou de quatro e ai sim judiou legal....quanta força!!! Quanta raiva!! Quanto tesão!..realmente eu não ia ganhar..
Ele tava com fôlego total...corpo forte...metia demais, me fazia gritar, e quanto mais eu gritava, mais ele metia...qto mais eu gemia, mais ele metia...e eu ali...só tomando a vara...sendo fodida como a muito não sentia..
'' vc não quer ser fodida'' ''então'' toma..
Molhou seus dedos, e passou no meu rabo....enfiou nele...e me comia na frente com seu pau e atrás com seu dedo....puta que pariu que tesão..
Quando ele viu que tinha permissão, tirou o pau explodindo da minha xana e o enfiou no meu rabo..bem cavalo mesmo, bem forte, sem nenhum limite...enfiou tudinho e ainda me esfregou seu saco pra ver que tinha entrado tudo..
Começou a bombar, bombar demais...eu ia perder feio..não podia deixar..
Sai...não deixei mais...empinei mais a bunda e ofereci minha xana pra ele...
'' vc quer comer? Então come''
''Come direito'' ''come com força'' '' come com vontade'' ''come animal'' '' come minha xana come'' '' não é isso que vc quer'' ''então...mete'' ''mete mais'''. E rebolava ali de quatro no pau dele, me apoei na cama, e metia minha xana com tudo naquele pau...mta força, tava dando várias ''bucetadas'' nele...e logo não agüentou novamente...e tirou gozando muito por toda minha bunda..
Deitamos, tomamos mais vinho...e minutos depois, ligam da recepção..
'' Faltam 15 minutos''
Caralho!! Já?
Arreguei pra saideira..rs, tomei outro banho...ele tb, nos vestimos e saímos..
Foi um reencontro louco...a gente sempre sente tudo de bom em nossas transas..e ali matei minha saudade...com gosto..com vontade...deixei minha química unir-se a dele, e gozamos gostoso...nos sentimos gostosos...e quem sabe não é o só um recomeço...
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DANIELLE FICA CURIOSA
by Paulo Mohylovski

Jennifer estava deitada na sua cama, pensando em Leonora. Elas tinham trepado mais uma vez. Apesar de já terem feito sexo várias vezes, Jennifer sempre achava muito excitante sentir a língua de Leonora no meio da sua buceta. Era delicada, quente e macia. Era uma língua cheia de fogo e desejo. Leonora não tinhas dúvidas do seu sentimento e nem da sua sexualidade. Jennifer era que continuava ainda combatendo esta sua atração cada vez mais forte por Leonora. Mesmo assim, ali deitada, sentia o mesmo fogo que a consumia há algumas horas atrás, quando estavam juntas no motel.
Jennifer deixou a sua mão passear pelas suas pernas. Sem perceber, abriu o zíper da calça e afagou delicadamente o início dos seus pêlos. Leonora. Aquele nome vinha envolvido em um sentimento de mistério e perversão. Leonora. Abriu ainda mais o zíper até que finalmente abaixou a calça e a calcinha. Ficou nua da cintura para baixo. Os seus pensamentos continuavam cada vez mais eróticos. Sentia os seus olhos se fechando. Suavemente abriu os lábios da buceta e enfiou um dedo no meio dela. Cada vez que pensava em Leonora, ficava cada vez mais úmida. Lembrou-se dos beijos cheios de saliva, do banho demorado e o outro beijo debaixo do chuveiro.
Jennifer começou a se masturbar com mais volúpia. Tirou uma das pernas da calça e se abriu por inteira, como se fosse um compasso. Continuava com o dedo enfiado e introduziu mais dois. O seu sexo umedecido já fazia um chiado alto e impressionante. Com a sua mão livre, Jennifer puxou a blusa para cima e descobriu os seus seios. Apertou um e depois apertou o outro, como Leonora fazia. Estava cada vez mais excitada. Já não conseguia mais sufocar os gemidos.
Neste momento, Danielle passou pelo quarto de Jennifer e aqueles sons estranhos chamaram a sua atenção. A garota colocou a cabeça pela porta entreaberta e viu Jennifer de pernas abertas, com os dedos enfiados na buceta. Por um momento, Danielle virou a cabeça, mas a curiosidade foi mais forte. Olhou novamente pela porta entreaberta. A outra garota se debulhava de prazer. Danielle, que nunca tinha pensado em transar com outra mulher, sentiu um calor infernal subindo pelas suas pernas. Mordeu o lábio e inconscientemente levou a sua mão até a calcinha, que nesta altura estava completamente úmida. Sem perder tempo, afastou o tecido e colocou um dedo no meio da buceta loira.
Jennifer continuava gemendo e murmurando o nome de Leonora. De repente, ela abriu os olhos e viu através do espelho, Danielle se masturbando furiosamente. Deu um grito involuntário e a loirinha percebeu que estava sendo olhada. Ela se ajeitou e correu, assustada, para o quarto. Jennifer vestiu a calça e foi atrás da loirinha. Encontrou-a no quarto, com o olhar atemorizado.
- Jennifer, eu não queria te olhar. – ela disse com a sua voz infantil – mas quando eu te vi nua e fazendo aquilo, bem, eu fiquei molhadinha...
Jennifer riu:
- Não se preocupe, Danielle. Eu não estou zangada com você.
- Não?!
- Não.
Danielle se sentou na cama:
- Nem vai contar pro paizinho?
Jennifer riu novamente:
- Claro que não, sua tonta.
Danielle fez um biquinho lindo.
- Sabe, Jennifer, eu tenho curiosidade pra saber como é fazer sexo com outra mulher. É gostoso?
Jennifer olhou para a cara sapeca de Danielle:
- Por que você quer saber, garota?
Danielle ficou com o olhar mais maroto ainda:
- Você promete que não conta pro paizinho?
- Prometo.
Danielle suspirou e depois disse de uma só vez:
- Eu queria transar com você, Jennifer.
Jennifer ficou séria:
- Você sabe que estas coisas não são assim. Eu amo a Leonora.
- Eu sei, mas eu fico excitadinha quando eu vejo vocês juntas. Olha, agora mesmo, eu tô toda meladinha. Coloca a mão aqui. Coloca.
Jennifer se sentou na beirada da cama. Danielle pegou a mão dela e a levou até o meio das suas pernas:
- Não estou quentinha, Jennifer?
- Muito.
- Então...
Danielle deu outro sorriso maroto.
Jennifer se levantou:
- Não, Danielle, eu não saberia fazer com você.
- Por que?
- Porque comigo e com a Leonora, é ela que toma iniciativa. Eu não saberia...
Jennifer não conseguiu terminar a frase: Danielle pulou da cama e lhe deu um beijo na boca.
Ficaram se beijando. Uma língua se enroscando na outra. As mãos se espalhando pelos corpos quentes. As roupas caindo no chão. A nudez exposta. A cama começando a ficar desarrumada. Pernas entre pernas. Boca com boca. Boca na buceta. Buceta com buceta.
- Ai, que gostoso! – Danielle disse quando Jennifer começou a chupá-la.
Em pouco tempo, estava começando a gozar. Neste momento, Jennifer enfiou um dedo no cu de Danielle sem parar de chupá-la. A loirinha quase morreu de prazer. Ela nunca tinha sentido tanto tesão numa chupada. Sentiu uma tontura gostosa e fechou os olhos curtindo o resto de prazer que morria. Quando abriu os olhos, Jennifer estava lhe beijando os seios delicadamente. Depois a beijou de uma maneira suave e meiga.
- Gostou, Dani?
- Adorei.
Jennifer se levantou e vestiu a roupa:
- Se cuida, garota. – disse, saindo do quarto.
- Jennifer! –Danielle a chamou novamente.
- O que foi?
- Eu posso transar com você e a Leonora?

Paulo Mohylovski
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COMENDO A TIA SÔNIA NO BANHEIRO
by Paulo Mohylovski

Foram dois dias de loucura. Minha tia apareceu em casa para passar o final de semana. Ela tinha que conversar com o seu ex-marido sobre a separação. Eles moravam em cidades diferentes e Tia Sônia precisava de algum lugar para ficar. Minha mãe ofereceu a nossa casa e tia Sônia aceitou. Antes de continuar, vou dizer como é a tia Sônia: ela é baixinha, meio gordinha, bunda grande, cabelos longos e lisos e olhos claros. Já está um pouco enrugada em volta dos olhos, mas tem um olhar sacana que sempre me excitou. Já bati várias punhetas para tia Sônia.
No primeiro dia, ela ficou conversando com minha mãe. À noite, ela se sentou comigo para ver televisão. Minha mãe dorme muito cedo e tem o sono pesado. Fiquei na sala com tia Sônia, que não parava de cruzar e descruzar as pernas. Ela estava com uma camisolinha bem curta. Eu não conseguia prestar atenção na televisão. Eu olhava com o rabo de olho para as pernas da minha tia. Até que não agüentei mais e fiquei de pau duro. Decidi me esticar no sofá para que meu cacete ficasse visível por baixo do calção. Ficou a maior tenda armada, mesmo assim tia Sônia continuava prestando atenção na televisão. Até que fui mais ousado e tirei o cacete pra fora. Comecei a bater uma sem me importar se tia Sônia ficaria chocada ou não. Quando dei por mim, tia Sônia estava ao meu lado, com a mão no meu pau e beijando minha boca. Fiquei louco de tesão. Ela beijava gostoso e depois começou a morder meus mamilos, como só uma mulher experiente sabe fazer.
Meu pau estava cada vez mais duro e grosso. Tia Sônia puxou a minha camisa para cima e começou a morder minha barriga. Depois puxou o calção até as minhas canelas e começou a chupar meu pau. Ela chupava como uma louca. Parecia que não via pinto há séculos. Ela chegou a levantar meu pau bem reto pra ficar chupando meu saco. Eu estava quase esporrando quando ela parou. "Vamos até o banheiro", ela disse. Achei a proposta excitante e acompanhei tia Sônia até o banheiro.
Mal fechamos a porta, tia Sônia tirou toda a roupa, ficando completamente pelada. Ela se curvou, apoiando o corpo na parede. Arrebitou a bunda e me estimulou a comer sua buceta por trás. Meu pau era grande, mas não conseguia fazer o encaixe direito. Tia Sônia abriu a bunda com as duas mãos e mostrou a buceta arreganhada. "Enfia devagar que o pau entra todo", ela disse.
Eu fiquei enlouquecido quando vi tia Sônia toda aberta na minha frente. Coloquei o pau e empurrei. Foi entrando gostoso. Tia Sônia rebolava para que entrasse tudo. Como ainda continuava difícil, ela se curvou ainda mais. Sua cabeça quase se encostava nos seus joelhos. Deste modo, a pica entrou fácil e eu senti a buceta úmida de tia Sônia. Comecei a estocar num ritmo lento. Aos poucos fui aumentando a velocidade. Tia Sônia tentava abafar os gemidos mordendo a toalha de banho. Sua cara ficava toda enrugada. Eu resolvi ser mais perverso e comecei a bombar com todas as minhas forças. Cheguei a enfiar um dedo no seu cu só pra ver a sua agonia, tentando se controlar para não fazer um escândalo.
Ela ficou algum tempo naquela posição. Virou-se e me beijou na boca. Disse que estava cansada e se sentou na privada, de pernas abertas. "Me chupa, sobrinho", ela disse. Eu me sentei aos seus pés e encaixei a minha boca na entrada da sua racha. Coloquei só a ponta da língua, passando o dedo por cima do seu grelo, que logo ficou duro. Depois enfiei a língua toda, dando um verdadeiro beijo no meio da buceta de titia. Ela me segurou pelos cabelos e começou a me fazer carinho. Ela tinha um toque de mão bem gostoso, o que me fez ter mais vontade de chupá-la. Tentei inutilmente enfiar a língua no seu cuzinho, mas a posição não estava fácil. Meu pau estava duro que nem aço. Eu batia punheta enquanto chupava. Já não estava agüentando. "Você já gozou, titia?", perguntei. E ela respondeu: "Faz tempo".
Quando ela disse aquilo, eu me levantei e enterrei o pau na sua boca. Titia ficou linda com a boca toda estufada. Ela me chupou que nem uma prostituta, me olhando nos olhos. Eu não agüentei tanta safadeza e acabei esporrando na boca de titia. Eu quase desmaiei. Minhas pernas ficaram bambas. Eu me limpei com papel higiênico e fui para o meu quarto, onde caí na cama e dormi profundamente.
Na noite seguinte, repetimos a dose. Minha mãe embaçou um pouco, mas quando ela disse que iria dormir, titia e eu nos olhamos, cúmplices e excitados. Esperamos meia hora. Enquanto isto ficamos na cozinha. Titia tirou os peitos pra fora e eu fiquei chupando, enquanto apalpava a sua buceta. Tia Sônia parecia completamente desconcertada. Ela não conseguia nem falar direito de tanto tesão. Quando percebemos que o caminho estava livre, fomos para o banheiro.
Desta vez, pusemos uma toalha no chão. Eu me deitei de costas e segurei firmemente o pau. Titia tirou a roupa e foi se agachando até se ver entalada com minha rola. Ela estava de costas para mim e eu pude ver a sua bunda descendo e subindo enquanto sua buceta engolia meu pau. Fiquei doido com aquele cuzinho se abrindo e fechando. "Titia", sussurrei. Ela se virou e me olhou. "Posso comer o seu cuzinho?", perguntei. Ela não disse nada. Ela se levantou, abriu a bunda e desceu novamente. Desta vez encaixando a rabiola no meu pau.
Que delicia sentir aquele cuzinho se abrindo e envolvendo meu cacete! Eu ergui um pouco a cabeça e vi a bunda se dividindo em duas com meu pau no meio. Entrei em delírio erótico, mal conseguindo me controlar. Tia Sônia, sacana como era, ficou acariciando meu saco. O que me deixou ainda mais tesudo.
Titia rebolava suavemente, tremendo a bunda em torno do meu cacete. Não agüentei. Titia percebeu e se levantou. Depois se agachou entre minhas pernas e começou a me chupar. Até me ver esporrando na sua boca...
Nunca mais esqueci destas nossas duas fodas. Toda vez que entro no banheiro, me lembro que foi ali que comi tia Sônia sem ninguém desconfiar de nada...

Paulo Mohylovski

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