terça-feira, 21 de setembro de 2010

Minha prima do interior

AUTOR DESCONHECIDO

Meu nome é Oscar (falso é claro). Eu tinha 18 anos, e havia mudado para o interior, no Vale do Paraíba, E o que mais me chamava
atenção era uma prima 4 anos mais velha, muito gostosa, chamada Rejiane (falso também, pois está casada há muito tempo e nem temos
mais contato). Linda, disputada pelos caras da cidade, muito desejada e muito galinha. Ela sempre com um shortinho agarrado e
entrando no meio daquela bunda, coxas maravilhosas de fora, peitinhos redondos e durinhos apontando pra cima. Uma graça sem limites.
Ela era sacana, e eu percebia suas cruzadas de pernas, seu jeito de empinar o rabo na minha frente, suas abaixadas para pegar algo
no chão e quase enfiar os seios em minha cara. Muitas vezes, fazia questão de ficar se encostando em mim, pra me provocar. Começou
falando muito palavrão pra mim, e me ensinando aquelas musiquinhas de sacanagem. Até me dava uns catecismos pra ler e tocar punheta.
Mas ela era divinamente bonita e gostosa. Um certo dia eu estava em casa, e ela me telefonou para ver se eu poderia ajudá-la a
arrumar o jardim, pois tinha que tirar uns galhos e cortar umas plantas. Logo pensei em ver aquela bunda bonita pertinho de mim e
fui até lá. Realmente ela estava me aguardando e fizemos o serviço todo. Ficamos super suados e eu ajudando em tudo, só pra encostar
naquele corpo divino, até que ela me perguntou se eu queria tomar um banho. Eu respondi que seria uma boa idéia, mas que eu não
tinha uma roupa limpa para colocar, e ela então falou que isso não era problema pois me emprestaria uma camiseta. Meus tios estavam
na praia, e eu fui pro chuveiro. Estava sózinho no banheiro, e claro, ia tocar uma punheta pensando nela, pois aquela bunda e as
encoxadas que dei nela no jardim não saiam de minha cabeça. Nesse minuto, ela bateu na porta pedindo pra eu abrir, e eu todo
envergonhado, desliguei o chuveiro me enrolei numa toalha com muito nervosismo e abri a porta. Ela entrou e ficou me olhando,
dizendo umas coisas que eu nem prestava atenção, pois suas mãos ficavam me acariciando o rosto e a nuca. Ela segurou minha cabeça
com as duas mãos e me beijou muito gostoso. Eu nunca tinha beijado daquele jeito, de língua, e o pau quase rasgou a toalha, ela
então desceu as mãos pelas minhas costas, e soltou a toalha que caiu no chão, deixando meu cacete empinado e dolorido de tão duro.
Aí tudo mudou, a vergonha sumiu, e ela continuou a me beijar, e se roçar em mim, e meu pau se esfolando naquele shortinho gostoso.
Ela me beijava e abraçava toda suada, tirando a camiseta suja e deixando aqueles peitos lindos apontando prá mim, com uns bicos
muito tesudos. Tirou a camiseta, abriu o chuveiro e entrou debaixo daquela água morninha e gostosa de shortinho mesmo. Me puxou e
ficamos ali dentro abraçados, nos esfregando um no outro. Eu confesso que estava sem iniciativa, pois até aquela data, eu não tinha
tido uma mulher pra mim dessa forma, era só uma agarradinha aqui e ali com as menininhas da turma; e ela parece que sabendo disso,
foi tirando o shortinho molhado, e eu fui vendo aquela bunda maravilhosa, aquela bucetinha incrível, aquele corpo cheio de vontade e
de pecados. Ela ficou sentada no chão do Box e eu de pé, com a água caindo sobre a gente e enfiou meu pau em sua boca, com uma
vontade danada de beber toda minha porra, que não demorou nadinha prá esguichar e inundar sua boca. Eu, por inexperiência ainda
tentei afastar sua cabeça, pra tirar o pau de sua boca e não gozar dentro, mas ela afastou minhas mãos e continuou mamando até
engolir toda minha porra quente. Fiquei ali quieto, o pau amoleceu um pouquinho, ela ficou de pé e tomou um banho ali comigo, só me
olhando e me lavando com shampoo. Me olhava, me beijava no rosto sorria esfregava sabonete e pegava minha mão para alisar sua
bucetinha ensaboada. Quando acabamos o banho ela me enxugou, e fomos pro quarto onde aí sim ela me ensinou tudo que é gostoso. Ela
tinha um corpo escultural. morena de pele clara, e cabelos negros, com aqueles olhos castanhos, que pareciam duas bolinhas de gude.
Deitamos na cama e ela tomava a iniciativa de me ensinar tudo. Eu tinha certos receios, mais por nojo e por inexperiência e ela me
deixava muito a vontade quando chupava meu pau, engolindo inteiro e ao mesmo tempo afagava minha bunda me abraçando forte sem tirar
o pau da boca. Ia e vinha com a cabeça e rolava o pau de um lado prá outro, dentro da boca quente e muito sedenta de mais porra. Eu
estava apaixonado por aquela situação maravilhosa, e pelo presente que estava recebendo dela. Não gozei novamente, e ela me colocou
chupando seus peitos e ia ao mesmo tempo empurrando minha cabeça para baixo. Eu desconfiava que ela queria que eu enfiasse a língua
naquela buceta, e logo fui até ela. Ainda com nojo, fechei os olhos e meti a língua. Chupei muito a buceta mais gostosa que tive até
hoje. Chupava e enfiava a língua inteira dentro dela. Comecei a observar uma mulher que nunca tinha visto. Eu chupava seu grelo
amado e ela pedia pra eu enfiar o dedo em seu cúzinho enquanto lhe enfiava a língua. Ela segurava minha cabeça atrás de minhas
orelhas, e me apertava contra o grelo quente e molhado. Ela gozava sem parar e gritava muito. Eu chupei aquele grelo por uma meia
hora sem parar, e sentia que o molhado de sua buceta, nosso suor, minha saliva, tudo isso misturado escorria pelo meu pescoço. Ela
gozou inúmeras vezes, e deitou desfalecida para descansar. A buceta toda avermelhada e inchada, e eu alí com o pau super duro. Ela
me abraçou e foi me conduzindo prá meter o pau bem devagar. Meti e ela nem bem sentia a vara penetrar, já começava a rebolar e
gritar muito. Loucura aquela mulher. Sabia tudo de como gozar e como fazer gozar, acho que gozou inúmeras vezes. Impressionante como
fodia aquela fêmea no cio com seus 19 aninhos. Que excelente professora, que puta maravilhosa. O melhor estava por vir ainda, depois
que descansamos, ela abraçada em mim, mais velha, mais experiente, mais linda que antes, ofegante e gostosa. muito cheia de tesão
prá mim. Ficamos ali um pouco, e meu pau não amolecia de tudo, ainda estava meio duro, quando ela começou a chupar outra vez me
colocou de pé, e ajoelhou-se colocando seus seios em volta da vara dura e de vez em quando abaixava bem a boca e dava uma lambida no
pau. Depois ficou de quatro, e pedia pra eu meter em sua boca como se fosse em seu cú. Uma delícia, uma cadela no cio mesmo. Hoje
entendo tudo que ela me fazia. Me ensinou até um 69, que me recordo, ficava com a boca em sua buceta e meu nariz roçando seu
cuzinho, e enquanto chupava a bucetona ela pedia pra enfiar o dedo em seu cu. Quando estava de pau totalmente duro novamente, ela
abriu uma gavetinha, e pegou um creme nívea, lambuzando todinho meu pau. Ela me olhando, com uma cara de tesão e de carinho. Era
super bonita e com toda meiguice, disse que ia perder o cabacinho do cu comigo. Eu alí, sem saber até o que era isso tudo e o que
ela pretendia, fui vendo-a ficar de quatro prá mim, bem na beirada da cama. Eu fiquei em pé e ela arreganhou aquele cú divino e
maravilhoso. Um cúzinho rosadinho e fechadinho de tudo. Ela abaixou a cabeça, deitando num travesseiro e a bunda ficou empinada
esperando o pau entrar. Ia me conduzindo me puxando com os braços passando por baixo e por entre suas pernas até que coloquei a
cabeça do pau no cuzinho adorado e ela começou a se masturbar, enquanto que tomava no cuzinho. Fui enfiando e ela virava o olho e
gritava gozando. Depois, tirou o pau do rabo e deitou normalmente na cama, encostando os joelhos em seus seios como um franguinho
assado, deixando o cúzinho a mostra e saltadinho e a bucetinha saliente. Ela me conduzindo novamente, me fazendo penetrá-la
novamento no cuzinho já amaciadinhoe apertadinho. Fui metendo e ela se masturbava metendo o dedo no grelo e pondo na boca, e gozando
enquanto tomava no rabo. Enfiei tanto o pau naquela bundinha adorada, naquela posição deliciosa, que o pau entrava todinho e meus
pentelhos grudavam nos dela, pois eu estava comendo o cuzinho pela frente, e escorria aquele gozo fantástico daquela buceta amada.
Eu beijava sua boca com dificuldades, pois as pernas encolhidas não deixavam eu me encostar nela. Fiquei olhando aquela cara de
tesão e de amor. Perguntei prá ela se eu a tinha deixado com tesão e ela respondeu com um beijo longo e molhado, que eu ia foder
aquele cuzinho sempre, e realmente foi o que aconteceu. Durante muito tempo eu a enrabáva deitada. Ela adorava dar a bunda deitada
bem esticadinha. Abria o cu abrindo as pernas, dava uma leve erguida no rabo e depois que o pau entrava ela deitava e se esticava.
Eu metia e deitava sobre suas costas, sentindo seu pescoço em minha boca. Como ela adorava ser comida no cuzinho, deitada. Não
ficava mais de quatro, ela dizia que sentia mais o caralho dessa forma. Ficava com as mãos pra cima me acariciando enquanto tomava
bastante na bunda. Apesar de minha inexperiência, podia perceber que o cuzinho era muito fechadinho e sem uso, pois o pau sempre
saia machucado e arranhado. Me sentia o dono do rabo. Foram três anos de maravilhosa sacanagem. Hoje sei que fui usado, mas foi
super compensador. Estas trepadas me marcam até hoje, pois apesar de tantos anos, até agora fico de pau duro lembrando de Rejiane.
Ficamos juntos muito tempo. Aquela buceta me marcou tanto, que fiquei por longos anos lembrando e até sentindo seu gosto em minha
língua e seu cheiro em meu nariz. Seu leite escorrido, penetrava em meu nariz e me embriagava com aquele suco de desejo. Aprendi com
ela a delicia do 69, que ela adorava fazer, pedindo sempre que eu enfiasse primeiro um depois dois dedos em seu cu, enquanto a
chupava. Lembro de como ela adorava ficar olhando na janela as pessoas que passavam na calçada, e eu por trás dela abaixado,
lambendo seu cúzinho e sua bucetinha. Ela era uma puta. Uma tremenda duma puta que sabia fazer um macho feliz. Nunca mais vi uma
mulher tão desejosa de tomar uma vara. Ela adorava beber minha porra, me tocar punheta, por o pau na boca, no nariz, no ouvido. No
vão dos peitos. Quando ela ia se casar, eu já estava com 19 anos e ela com 24, nos despedimos. Despedida amada, sincera, devedora,
pois ela me iniciou num cúzinho adorado e numa bucetinha fantástica. Na despedida, trepamos muito, mas ficamos muito tempo nos
beijando e nos desejando. Fiquei abraçado a ela uma noite toda e até choramos pois ela dizia que não daria mais depois de casada.
Durante muitos anos, eu comi aquele cuzinho, chupei aquela buceta e aqueles peitinhos, fui chupado e amado eu percebia isso. Que
prima deliciosa. Casou com um dentista, que se ela fizer com ele o que fazia comigo, ele deve ser um cara super feliz. Sempre que
lembro disso ainda fico excitado e o pau levanta...

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