segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ABANDONADOS
Paulo Mohylovski

mohylovski@yahoo.com.br

    

 Acordei com o telefone tocando insistentemente. Virei de lado e enfiei a cabeça debaixo do travesseiro. O telefone não parava. Resolvi atender. Era Elza.

- O que você quer? – perguntei.

- Trepar. – ela respondeu simplesmente.

- Mas trepamos ontem.

- Eu quero aproveitar que meu marido está viajando.

- Mas por que não de tarde?

- De tarde, eu não posso. E agora estou perto da sua casa.

- Tudo bem. Estou te esperando.

Desligamos.

Fechei um pouco os olhos. Uma leve excitação começou a tomar conta do meu corpo. Acabei ficando excitado. Abri os olhos e me levantei.

Mal tive tempo de lavar o rosto, Elza já estava no portão, tocando a campainha com insistência.

- Que ansiedade é essa? – perguntei, abrindo o portão.

- Não quero que me vejam na porta da sua casa.

Entramos rapidamente.

O próximo passo foi ir para a cama. Tive tempo de tomar apenas uma xícara de café. Elza tirou a roupa. Ficou de calcinha e sutiã vermelhos. Estava ardente e maliciosa.

- Só você pra ter este fogo nesta hora da manhã.

- Por que? Você não tem?

- Tenho, mas eu não uso calcinha vermelha, de puta.

- Eu ia estranhar muito se te visse vestido de calcinha.

Rimos.

- Bem, vamos ao que interessa. – falei.

Ela deu um sorriso malicioso.

Comecei com os peitos. Tirei um do sutiã. Afaguei o biquinho. Elza se contorceu. Continuei nele por um tempo. Depois fui para o outro. Desta vez, alisei e belisquei. Elza deu um gritinho e se contorceu mais uma vez.

Puxei sua calcinha pra baixo, até seus pés. Elza deu um pulinho pra frente e a calcinha ficou no chão. Ela ficou de salto alto e completamente nua.

Eu abracei seu corpo. Estava quente. Beijei a sua boca. Ela ficou ofegante. Os olhos brilhando de tesão.

Ela acariciou meu pau por cima da cueca. Depois o tirou pra fora. Estava grosso e duro. Elza se ajoelhou e começou a me chupar. Ela olhava pra cima, tentando ver minha reação.

Depois de um tempo me chupando, Elza se levantou. Andou até a cama, rebolando. Sentou na beirada e se preparou pra tirar os sapatos.

- Não! Fica de salto alto.

Ela sorriu e não tirou mais os sapatos. Ficou esperando por mim. Eu me aproximei. Não estava muito concentrado. Segurei o queixo de Elza. Ela me olhou de uma maneira indefesa. Eu a empurrei para a cama. Ela se deitou de pernas abertas. Tirei minha cueca e fiquei nu. Enterrei meu pau na buceta de Elza. Ela deu um longo gemido de prazer. As suas pernas ficaram escancaradas. O salto alto me excitou. Eu metia olhando para os sapatos dela.

Fiquei um tempo, enfiando e tirando. Depois mandei que Elza ficasse de quatro. Ela ficou ainda mais escancarada, olhando para trás, me esperando.

Eu me ajoelhei atrás dela e enfiei. Elza estava encharcada e o pau entrou fácil. Comecei a bombar com força. Olhava para o corpo branco de Elza. Os seus cabelos estavam soltos. Ela tentava prendê-los, mas naquela posição não conseguia. Estava sentindo muito calor. Seu corpo começou a ficar vermelho. Ela me olhou. O seu rosto estava vermelho e suado. Eu também comecei a suar. Os nossos sexos produziam um chiado interessante. Ela rebolava todo o corpo, querendo que eu enfiasse tudo.

De repente, Elza começou a falar palavras obscenas:

- Mete! Fode! Me faz de puta! Me arromba!

Segurei-a com firmeza. Subi em cima dela, como se fosse um cachorro vadio. Deste jeito meu pau entrava todo na sua xota. Fiquei me equilibrando nas duas mãos. Elza ficou em silêncio, sentindo o peso do meu corpo. Acabei me desvencilhando dela e me deitei na cama.

- Preciso tomar água. – ela disse e foi até a cozinha.

Voltou com um copo. Tomei um gole. Ela tomou mais um pouco, depois colocou o copo no criado-mudo. Deitou-se do meu lado e perguntou:

- O que você quer que eu faça?

- Quero que você me chupe.

Ela deu um sorriso malicioso. Aproximou-se do meu pau. Me olhou mais uma vez e depois começou a me chupar. Ela segurava meu pau com delicadeza, mas a sua boca me engolia com voracidade.

- Ah, minha nossa! Que gostoso! – eu disse.

Ela me olhou sem tirar o pau da boca. Deu até um sorriso, sem largar o cacete. Ela também batia punheta pra mim, com a boca. Era muito excitante. Não sei como não gozei.

- Chupa meu saco! – falei.

Ela deu outro sorriso. Ela sempre sorria quando eu lhe dava uma ordem. Desta vez, não foi diferente. Ela grudou a boca nas minhas bolas. Eu não via o seu rosto, apenas seus cabelos ruivos. Mas sentia a melhor sensação do mundo. Meu pau endureceu ainda mais.

Puxei-a para perto de mim. Ela ficou me olhando, esperando.

- E agora, o que você quer? – ela perguntou.

- Quero que você suba no meu pau, mas olhando para os meus pés.

Outro sorriso.

Ela tirou o salto alto e se ajeitou de cócoras em cima do meu pau. Fez o encaixe. A sua buceta parecia uma flor carnívora faminta.

No começo, ela subia e descia vagarosamente. Depois aumentou a velocidade. Não agüentou muito tempo naquela posição. Teve que fincar os joelhos na cama. Ajoelhada foi mais fácil. Todo seu corpo tremia. Fiquei olhando para a sua bunda. Ela apertava e a soltava. Quando apertava, a bunda ficava todo enrugada. Olhei também para as suas costas. Elza tinha o dorso bonito. Estava avermelhado e suado. Por ser muito branca, o corpo de Elza, quando excitado, começava a ficar vermelho. As suas faces também. Ela ficou exausta e caiu ao meu lado. Estava ofegante.

- Preciso de água. – ela disse e tomou um gole do copo.

Não esperei muito tempo. Pulei pra cima dela e enfiei meu pau na sua buceta.

- Dá um tempo. Preciso respirar. – ela disse.

- Nada disso. Agora fiquei tarado.

Ela ficou em silêncio. Abriu as pernas. Eu metia com força. Todo seu corpo se mexia num ritmo violento. Elza parecia que estava passando mal. Tentava limpar o suor do rosto, respirar. Finalmente começou a se sentir melhor. Decidi maltratá-la e enfiava com todas minhas forças. Eu martelava seu sexo com intensidade.

Ela sorriu e abriu as pernas ainda mais.

- Gosta que eu fique assim? Toda aberta?

- Gosto. – respondi com dificuldade.

Não conseguia dizer mais nenhuma outra palavra. Todo meu corpo tremia de excitação. Eu tentava me controlar para não gozar. Cada vez que eu parava de bombar, Elza entrelaçava as suas pernas nas minhas costas, me puxando para continuar enfiando.

Ela gozou várias vezes nesta brincadeira. Eu já não conseguia mais me controlar. Precisava gozar de qualquer jeito. Desvencilhei de Elza e me deitei ao seu lado.

- Eu quero gozar. – eu disse.

- Como?

- Na sua boca.

Mais um sorriso malicioso.

Ela se ajeitou e colocou a boca no meu pau. Parecia satisfeita em me ver assim, indefeso, a sua mercê. Resolveu caprichar. Segurou o pau de pé e afundou a boca até o fim. Fez isso umas cinco vezes. Parecia uma tortura. Depois começou a me punhetear com a boca, me olhando.

Quando estava gozando, gritei como um condenado:

- Eu te amo, sua puta!

Era sempre assim. Eu gritava enquanto enchia a boca de Elza de porra. Ela nunca engolia, mas deixava escorrer pelos seus lábios, pelos peitos, por tudo.

Fiquei exausto. Trepar desta maneira selvagem logo de manhã me paralisava completamente. Fiquei largado na cama, achando que Elza fosse ficar ainda um tempo comigo. Ela começou a se vestir:

- Onde você vai?

- Tenho que ir embora.

- Fica mais um pouco.

- Não posso. Tenho um compromisso. Amanhã, eu volto.

- Tudo bem.

Depois que ela se vestiu parecia uma nova pessoa. Nada demonstrava que ela tivesse acabado de dar uma foda. Gostaria de ter esta capacidade das mulheres. Eu me sentia um trapo.

Voltei para cama. Dormi profundamente. Depois de mais duas horas de sono profundo, acordei e fui cuidar da minha vida.

No dia seguinte, depois do almoço, Elza me ligou:

- Vamos trepar. – ela disse.

- Você é uma tarada. Quer todo dia.

- Quero. Eu adoro sexo.

Mais uma tarde de completa putaria. Não preciso descrever a trepada, pois era sempre a mesma coisa. Terminava sempre gozando na boca dela e gritando:

- Eu te amo, sua puta.

Desta vez, depois de gozar, Elza ficou alguns minutos ao meu lado. Esperei que ela fosse falar que me amava, que queria ficar comigo, como sempre fazia, mas desta vez ela não disse nada disso.

- Eu vou me separar. – ela disse.

- Eu não tenho condições de ficar com você. Eu mal consigo me sustentar.

- Mas quem disse que quero ficar com você? Eu vou embora pra Itália. Conheci um italiano e ele quer me levar pra lá.

- Como assim? – perguntei, perplexo.

- Eu também estou trepando com ele há uma semana. Eu saio daqui e vou trepar com ele. O cara tá doido. Vai montar uma exposição dos meus quadros em Roma.

Elza era pintora.

Eu estava atônito. Não conseguia dizer nada. De fato, Elza partiu. Ela me mandou um cartão da Itália.

O mais engraçado foi que não fiquei abalado, mas tomei um susto quando vi o marido de Elza na porta de casa:

- Eu sei que ela está com você. Eu não me importo que ela trepe com você, mas eu não quero que ela me abandone.

Tive vontade de rir:

- Sabe de uma coisa, meu velho? A Elza nos abandonou. Ela está na Itália, morando com um italiano cheio da grana.

O cara ficou me olhando e começou a chorar. Ele me abraçou e eu fiquei dando tapinhas nas suas costas, tentando consolá-lo...

 
 

Paulo Mohylovski

 
 

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