quarta-feira, 4 de agosto de 2010

PELAS ESTRADAS DA VIDA


 

Contos de autor desconhecido

" Meu plano era chegar até Belém para conhecer um pouco da Amazônia e então ir ao Maranhão para descer toda a costa do Nordeste, visitando suas praias paradisíacas. Porém, mais do que tudo essa viagem era pra mim uma oportunidade de me assumir e quem sabe viver umas aventuras legais e sem preocupação, longe dos meus pais e em lugares onde era um completo desconhecido. Viajei com a desculpa de esfriar a cabeça após o término de um longo namoro com uma garota de quem nunca gostei de verdade mas que serviu de disfarce para a sociedade e por algum tempo até para mim mesmo. Eu sempre soube que era gay mas é muito difícil assumir. Não tenho jeito afeminado e nem gosto de frescuras, mas desde garoto nunca senti muito tesão por garotas. Minha família nunca iria aceitar essa situação e eu sou muito tímido para brigar contra tudo e contra todos e enfrentar o preconceito.

Assim, segui fingindo desde os meus 18 anos até os atuais 20. Por isso era fácil entender a minha excitação com a viagem sozinho. Após muitas horas na estrada resolvi parar para tomar banho e encontrar um lugar para comer e dormir. Já era tarde da noite e eu estava no Estado do Tocantins, onde as opções na estrada são poucas, quase todos estabelecimentos que abrigam apenas caminhoneiros. Parei em um posto que apesar de rústico era decente e aparentemente limpo. No local estavam pouco mais de 10 homens, todos motoristas de caminhão ou funcionários da casa. Por um pequena quantia você podia usar os chuveiros. Foi um dos melhores banhos da minha vida, a água gelada caía sobre o meu corpo e levava embora todo meu cansaço e minhas preocupações. Saí da cabine para me enxugar e um senhor que se barbeava após o banho puxou papo. Ele disse ter quase 50 anos, 30 dos quais passou na estrada. Ele me contava como era dura a vida, ficar longe da família, e segundo ele o pior era em cada lugar ter que arrumar alguém diferente para "aliviar" seu tesão. Disse que normalmente pagava uma piranha mas às vezes "comia um viadinho" também. "Eu até prefiro, normalmente as putas não deixam a gente fuder o rabo delas e um cuzinho apertado é mais gostoso que uma buceta!", disse no seu jeito alegre. Aquele papo começou a me deixar de pau duro e me apressei em vestir a bermuda. Olhei melhor para o Jonas (esse era o seu nome) e vi que ele era um tipo interessante. Não aparentava a idade, tinha um rosto marcado pela vida dura mas um sorriso e olhos bem bonitos. Deveria ter por volta de 1,70m e era atarracado, de braços fortes e pele morena. Eu sempre fui muito tímido mas naquela noite me sentia diferente. Perguntei há quanto tempo ele "não dava uma" e ele me contou que a última trepada tinha sido em Goiânia uns dias antes. Falou pegando no pau (já ligeiramente duro) por cima da calça e balançando: "Tô doido para achar uma carne macia pra me agalhasar..." Ele percebeu minhas intenções pelo meu olhar guloso e um clima elétrico ficou no ar. Fui direto ao ponto: "E uma chupetinha você iria gostar?" Nem podia acreditar que eu estava agindo daquele jeito, mas eu sentia um tesão incontrolável. Ele me olhou direto nos olhos, com a cara séria de repente. Meu coração batia descompassadamente. Abrindo o ziper ele sussurrou manhoso: "Vem cá". Ajoelhei na frente dele, que se encostou na parede e empinou o quadril para frente apontando seu mastro na minha direção. Segurei no cacete com as duas mãos e esfreguei a cabeça nos meus lábios, que estavam molhados de saliva. Seu pinto era cheiroso e macio, duro feito uma barra de ferro. Ajudei ele a descer a calça e a cueca e comecei a chupá-lo de leve. Eu esfregava a rola no meu rosto e passava na ponta da minha língua sentindo o gostinho salgado. Ele gemia baixinho. "Chupa, ahhh...", pedia. Eu sentia meu pau latejar apertado pela cueca, com tesão de sentir aquela pica quente nas minhas mãos e ao mesmo tempo com medo de ser apanhado no flagra. Parei de embromação e comecei a mamá-lo com vontade. Primeiro eu o engolia por inteiro e ele fudia minha boca tocando no fundo da minha garganta. Depois eu parava só na cabeça e sugava todos os seus líquidos, que depois de misturar com minha saliva derramava sobre sua pica deixando-a ainda mais gostosa de chupar. Era o pau mais gostoso que eu já tinha provado em toda a minha vida. Na verdade eu era ainda bem inexperiente, pois como não frequentava bares gays tive poucas oportunidades de transar com outros carinhas. Para ser preciso eu só tinha dado a bunda para 3 caras e chupado mais uns 5, contando os troca-trocas da adolescência. Eu chupava em um estado de total abandono, mordiscando a cabeça, lambendo o saco e babando de tesão. Quando ele sentiu que não poderia mais suportar me levantou pelos cabelos. Subi passando a língua por seu abdomên e parei um pouco para lamber e chupar seus mamilos, que responderam ficando rijos. "Agora você vai me dar seu cuzinho", ele informou, me virando de costas para a parede e tirando minha bermuda. Abri bem as pernas e joguei o traseiro para trás, o anelzinho piscando querendo atenção. O Jonas apenas cuspiu na sua mão e lubrificou meu buraquinho. Segurou no pau e ficou passando no meu rego para me deixar mais melado. A sensação era ótima e a cada pincelada eu tentava encaixar sua ferramenta no meu cuzinho ou pelo menos sentir o contato da sua pele. Numa dessas reboladas ele forçou a ponta e meteu me fazendo gemer. Como ele era mais baixo do que eu a posição era ótima para ele me enrabar. Ele não teve dó e foi enfiando até eu sentir seus pentelhos na minha bunda. Me segurando pelos quadris ele me fazia ir e vir sobre sua tora, tirando quase até a cabeça e metendo tudo até o talo. Esse homem sabia fuder um rabinho! Eu sentia seu pau duríssimo me preenchendo e rebolava para sentir sua rigidez. Ele só comandava baixinho: "Mexe essa bundinha gostosa, rebola no meu pau. Isso, assim, vem, tá gostando? Eu tô adorando, esse cuzinho apertadinho, como é quente!" Acho que ele ficou com muito tesão e me agarrou pela cintura, entrelaçando os dois braços na minha barriga e socando sua vara completamente em meu traseiro. Agora ele mexia, rapidinho em movimentos curtos e vigorosos, me fudendo como uma cadelinha. Coloquei seu dedo em minha boca e chupei com força, sentindo que ele estava prestes a explodir. Então, gozou entre gemidos e urros, fazendo a porra escorrer por minhas coxas. Continuou lá, fudendo devagarzinho e curtindo o restinho do seu orgasmo. Eu encostei a cabeça na parede, suando por todos os poros e concentrado nas sensações provocadas pelo movimento do membro atolado no meu traseiro. "E aí Jonas, comeu gostoso?", escutei uma voz atrás de nós. Era um amigo dele, que nos olhava transando enquanto se masturbava. Nem escutamos ele entrar, tão entretidos que estávamos fudendo com paixão. Ele só olhou para o amigo e sorriu, confirmando que realmente tinha comido muito gostoso. Eu pelo menos tinha adorado. O amigo, Carlos, veio se aproximando como quem também queria tirar uma casquinha. Por que não, pensei eu? Eu sentia meu corpo vibrar de tesão e queria mais. Peguei seu pau com a mão e comecei a acariciá-lo de leve. Com a mão esquerda eu fazia um carinho nas bolas enormes. Seu cacete era pequeno mas muito, muito grosso. "Deve ser uma delícia para chupar", pensei alto. De joelhos fui direto ao ponto e engoli aquela jeba, chupando com força, apertando com a língua dentro da boca. Quando fui tirar a mão do seu saco ele protestou: "Não pára não. Puta merda, como você mama gostoso..." Assim, continuei massagenado seus ovos enquanto chupava e lambia toda a extensão do caralho. Em pouco mais de um minuto, senti seu saco ferver e sabia que ele ia gozar. Segurando minha cabeça para me forçar a engolir tudo, derramou sua gala cremosa e quente na minha garganta, gemendo "Ahn, isssh, chupa, engole minha porra, viadinho gostoso...". Os dois saíram e entrei para novo banho, onde bati uma punheta maravilhosa sentindo ainda o gosto de porra na boca. Saí do banheiro e pedi um sanduiche pra comer. Me sentia feliz, mas não ainda realizado. O tesão ainda tomava conta de mim. Eu bebia uma coca quando Carlos me chamou para sentar na mesa com eles. Junto com os dois estava um terceiro caminhoneiro, um gordão barbado, sem camisa. Eu não sabia se eles tinham contado o lance do banheiro até que o cara começou a passar a mão na minha coxa e dizer "Garoto, até que você é bonitinho". Aquela mão enorme e áspera na minha perna despertou meu pau. "E você é bonitão!", respondi apertando seu pau. Era um cacete duro que na hora me deu vontade de provar. Puxei ele para fora do short e deu pra ver que ele tinha proporções admiráveis. Bati uma punhetinha e perguntei "Posso chupar?". Ele afastou a cadeira da mesa e puxou minha cabeça para baixo, me fazendo ajoelhar no meio das suas pernas e abocanhar o seu pauzão. Chupei com estardalhaço, gemendo e fazendo o cara gemer, chamando a atenção de todos no bar. As risadas e os comentários me deixavam mais excitados ainda e eu caprichava mais ainda no boquete. Seu tarugo me sufocava mas eu não me importava, queria engolir a espada e fazê-lo despejar seu creme na minha boca. Chupando e punhetando logo arranquei o gozo dele, que me puxou para cima pelos cabelos e esporrou na minha cara. Eu sentia o líquido espesso escorrendo por minha bochecha e meu queixo e tentava lamber tudo. Suguei seu pau e lambi até deixá-lo limpinho. Levantei debaixo de aplausos. Um grandão se aproximou e tirou minha camiseta. Me pegou pela cintura e me pôs sentado em uma mesa vazia. Deitei para trás enquanto ele arrancava minha bermuda, me ameaçando "Agora vou arrombar seu brioquinho! Não vai sobrar uma prega, bichinha safada!" Levantei as pernas e segurei com os braços, deixando meu buraquinho rosado totalmente exposto. "Então vem e me fode gostoso! Mostra que você é macho e me come com esse pauzão duro", falei enquanto ele passava a mão cheia de manteiga no meu rabo. Ele abaixou as calças e começou a meter, deslizando para dentro de mim. Sentir sua pica entrando me levou aos céus. Ele dava estocadas gostosas, batendo o saco nas minhas nádegas. Era uma delícia, mas faltava algo. Um criolão se aproximou pelo lado e pôs a sua tora na minha boca. Agora eu me sentia completo, um cacete em cada extremidade e livre da minha introversão, dando como uma piranha na frente de todos. O dono do bar cerrou as portas e todos me cercaram. Eu via alguns batendo punheta e outros só apertando o pau. Todos gritavam e estimulavam, fazendo o cara me fuder ainda mais forte. Eu não sentia dor, só prazer. Sua vara entrava e saí, deslizando. A pica preta na minha boca também ia e vinha, me enlouquecendo. Ele gozou primeiro, me deixando engolir seu licor, mas foi seguido de perto pelo que me enrabava, que tirou o pau pra fora e gozou no meu saco e na minha barriga. Nem bem eu levantei e já fui puxado para sentar no colo de um rapaz, que me empalou com seu ferro duro. Apoiei a mão nos joelhos e rebolei gostoso fazendo ele delirar e me xingar de todos os nomes. Chupei mais dois paus enquanto cavalgava aquela ferramenta poderosa. Ele gozou sem tirar e deixou seu pau amolecer dentro de mim, comigo sentado em seu colo e batendo uma punheta que me fez gozar alguns segundos depois. A noite prosseguiu assim, num desvairio coletivo. Ao longo de 3 horas dei para mais de 10 caras e também provei a porra de todos eles. Fui comido de quatro, de franguinho assado, de bruços, de pé e até por duas picas que se alternavam em meu cuzinho. Chupei gulosamente, até o fim, todos os tipos de pau, grossos, compridos, violentos, cheio de veias, negros, macios, rosados, cabeçudos. Fiquei com porra sobre todo meu corpo, nos cabelos, no peito, nas coxas, na barriga, mas principalmente na cara e no rabo. Era o paraíso, me senti livre de todas as amarras que me impediam de aproveitar a vida e queria tirar todo o atraso. Dormi com Jonas em seu caminhão. Estava todo ardido e arrombado, mas no outro dia antes dele ir ainda pude provar seu delicioso pau pela última vez. Sempre serei grato ao meu libertador. Nesse dia não consegui dirigir mais do que 3 horas, pois mal podia ficar sentado. Mas eu sabia que tinha valido a pena. A viagem prometia.


 

PELAS ESTRADAS DA VIDA II

" Depois da aventura no posto segui viagem para Belém. Resolvi ligar da estrada para o César, um amigo de infância que agora morava por aquelas bandas. Ele estava casado e tinhamos perdido contato, não nos falávamos há uns 5 anos. Ele ficou surpreso com minha ligação e insistiu para que eu ficasse hospedado em sua casa. No início relutei um pouco mas acabei aceitando. Ele me deu todas as indicações pra chegar a sua casa e disse que sua esposa iria preparar um jantar especial para me receber. Enquanto dirigia fui me lembrando do nosso tempo de infância e adolescência. Ele era um garoto lindo e foi quem comeu meu cuzinho pela primeira vez. Ele era loiro e bastante queimado de sol, pois praticava windsurf, o que deixou o seu corpo magro bem modelado. Éramos vizinhos e sempre brincamos juntos, apesar de ele ser dois anos mais velho do que eu. Tudo aconteceu quando eu tinha doze anos. Ele estava sozinho em casa e me chamou para nadar na sua piscina. Brincávamos de tentar dar caldo um no outro e ele, muito maior e mais forte do que eu, sempre me dominava. Em determinado momento me agarrou por trás e ficou dizendo que ia me comer, que eu tinha uma bundinha gostosinha, esse tipo de sacanagem. Embora lá no fundo eu estivesse achando gostoso sentir seu pau duro me encoxando, fiquei puto e tentei em vão me desvencilhar, me debatendo. Ele me dava caldos, minando minha resistência. Conseguiu abaixar um pouco meu short e agarrou minha bunda, passando a mão no meu reguinho. Protestei muito e ele me soltou, enquanto eu o xingava até a última geração. Um pouco depois fomos para a sauna, onde como de costume começamos a bater punheta. Seu pau já tinha um tamanho considerável e era coberto de pentelhos, enquanto o meu ainda era o de uma criança. Ele perguntou se já estava esporrando e respondi que ainda não. Fiquei curioso para saber o que ele sentia. Ele falou que era muito gostoso e que o pau todo tremia. Me chamou para segurar seu peru e sentir. Motivado pela curiosidade me sentei do lado dele e timidamente peguei no seu cacete. Ele apertou minha mão e começou a movimentar, me fazendo bater uma punhetinha para ele. Fiquei impressionado com o volume, da última vez que o havia visto seu pinto ainda não era daquele tamanho. Depois de algum tempo ele começou a arfar, seu orgasmo se aproximando. "Isso, não pára, presta atenção que eu vou gozar. Uhnn, mexe assim, mais rápido, isso, não pára, não pára, ahhhhhhhhhhh!" Seu pau inchou na minha mão, ele contraiu os músculos da perna e gozou, lançando um jato do outro lado da sauna. Segurou minha mão para eu continuar mexendo e senti sua gala escorrendo pela minha mão. Ele mandou eu provar o gosto mas eu não queria, senti nojo. Ele me disse que era gostoso e chupou um dedo provando sua própria porra. Provei também e achei esquisito, mas não ruim. "Vem cá me fazer uma chupetinha", pediu. Eu protestei um pouco, mas ele insistiu e me convenceu. Segurei seu pau meio mole e lambi do saco até a cabeça, como se fosse um pirulito. Ele espremeu a cabeça fazendo surgir uma gota de porra no buraquinho, que lambi fazendo seu caralho crescer e endurecer novamente. Fiquei chupando a cabecinha um tempo como se estivesse chupando um dedo. Ele começou a movimenar os quadris, me obrigando a engolir toda a sua jeba. Porém, achei desagradável porque me sufocava e parei. Voltamos para a piscina como se nada tivesse acontecido. Na água ele me abraçou por trás e sentou na escada puxando meu corpo para o seu colo. Achei gostoso ele me aquecendo e passando a mão na minha barriga enquanto roçava de leve o pinto duro na minha bundinha. Saímos da piscina e entramos para tomar banho. Depois ficamos deitados na cama só de short vendo umas revistas de mulher pelada e lendo contos eróticos. Ele me contou que já tinha comido duas meninas e que

era bom demais. Com o clima de tesão no ar ele pediu: "Deixa eu comer sua bundinha, só uma vezinha, vai?" Eu não queria, falava que iria doer demais, que o pau dele era muito grande. Ele tentou me convencer mostrando um conto onde a mulher relatava como era bom levar na bunda, mas eu continuei relutante. Ele me fez pegar de novo no pau dele enquanto insistia. Dei mais uma chupadinha, mas não queria liberar o rabinho. Até que ele disse que então não ia por dentro, só queria esfregar fora. "Assim eu deixo." Ele pegou um pote de creme no quarto da mãe e lubrificou o pau duro e o meio da minha bunda. Forçou a pontinha dos dedos e eu achei gostoso. Deitei de bruços com a bundinha branca virada pra cima e ele deitou sobre mim, encaixando a piroca no meu rego. A sensação era gostosa e eu curtia sentir seu corpo quente contra o meu e ele gemendo no meu ouvido. Instintivamente eu abria as pernas para sentir ele tocar no meu anel. "Deixa eu por só a cabecinha, vai?" "Tá bom, mas devagar. Se doer você pára!" "Tá, quando você mandar eu paro.", disse baixinho, já forçando a ponta da chapeleta. Eu estava com medo e apertava a rosquinha, ficando muito apertado para ele entrar. "Ai, pára, tá doendo" "Não, só um pouquinho, relaxa pô. Não aperta o cu senão eu não consigo, porra" "Pára, caramba, tá doendo muito." "Então peraí que eu vou passar mais um pouquinho de creme." Ele mergulhou o dedo no pote e melecou todo o meu cú. Era gostoso sentir o creme geladinho e seu dedo circulando meu ânus. Ele foi forçando o dedo até que entrou inteiro, sem machucar muito. "Viu, cara, é só você deixar que entra.", disse enquanto fazia movimentos circulares para relaxar minhas pregas. Depois me mandou ficar de quatro e encaixou a cabecinha, que desta vez entrou com pouco esforço. Doía, mas eu ficava calado, ouvindo ele respirar fundo enquanto fodia meu rabinho. "Viu como não dói? Tá gostando de sentir meu pinto na sua bundinha?" "Tô, pode meter..." Eu não percebi, mas naquele instante eu já sabia que meu negócio era dar a bunda... Ele continuou fudendo até que gozou no meu cú. Quando tirou o pau a porra escorreu pela minha perna e ele ficou espalhando na minha bunda. Só fiquei deitado sentindo aquela mão melada passando pelas minhas nádegas... Quando percebi, enquanto dirigia já estava apertando meu pau lembrando das transas de infância. Depois dessa vez ainda dei pro César mais algumas outras vezes, mas ele nunca contou pra ninguém. Quando cheguei na casa dele fui recebido por sua bela esposa, uma moreninha baixinha de apenas 19 anos, que usava somente um vestidinho de alça que mal cobria suas coxas. O decote dava uma visão de seus peitinhos duros. "Oi, você deve ser o Tavinho. Eu sou a Aninha.", disse com seu jeito expansivo e sorridente e me puxando para um abraço apertado. Me ajudou a levar as coisas pra dentro e me encaminhou para a cozinha, onde estava César. Ele estava lindo: loiro, olhos claros, sem camisas mostrando o abdômen malhado, um deus. Nos abraçamos demoradamente. A noite foi ótima, nos divertimos bastante e demos muita risada. Eu já estava íntimo da Aninha, parecia que nos conhecíamos desde crianças também. Dançamos lambada, ela me abraçava, conversava passando a mão na minha coxa. Lá pela uma da madrugada, embalado pelo calor de Belém e pelos muitos copos de caipirinha, o papo descambou para sexo. Os dois me contavam que se davam muito bem e que o segredo era dar um pouco de liberdade ao outro e também não esconder nunca suas fantasias. Os detalhes picantes de algumas aventuras me deixaram visivelmente excitado, o que procava a risada dos dois. Em determinado momento estava eu de pé, dançando um pagodinho com a mulher do meu amigo, quando ela me falou: "O César me contou as brincadeiras que vocês faziam na sauna quando eram crianças." Inicialmente fiquei um pouco encabulado, mas seguindo a minha proposta de me liberar mais resolvi escancarar: "É? O que você achou?" "Fiquei morrendo de tesão!", disse me olhando nos olhos e depois sorrindo para o marido. "Minha tara é ver ele com outro homem", me declarou ao mesmo tempo em que palmeava meu cacete duro por sobre a calça. Ele se levantou e se aproximou por trás. "Eu estou morrendo de saudades", dei a deixa. César me agarrou por trás encostando seu mastro rijo em minha bunda. Ficamos os 3 dançando assim, eu beijando Aninha na boca enquanto ele me lambia a nuca, me provocando arrepios. Ela abriu meu ziper e puxou meu pinto para fora, que ficou segurando com sua mão macia enquanto dançávamos. Quando a música acabou ela se ajoelhou e tirou minha calça, abocanhando meu cacete. O César me ajudou a tirar a camiseta e também se ajoelhou, caindo de boca no meio das minhas nádegas e lambendo minha rosquinha que piscava a cada linguada. Ela chupava com a boca muito macia e ele me provocava arrepios. Os dois também tiraram a roupa e César se levantou, oferecendo o caralho para a esposa chupar. Ela chupava os dois alternadamente enquanto eu e ele nos entregávamos em um beijo apaixonado. Ele mordia minhas orelhas, lambia meus mamilos, me desorientava. Peguei no seu pau e só então percebi que ele estava bem maior do que nosso tempo de criança, era um pintão maravilhoso, duro, rosado e com o saco coberto pela mata loira. Senti uma vontade louca de provar novamente o seu gosto e me juntei a Aninha em um boquete duplo que o fez delirar. Enquanto eu mamava gulosamente ela brincava com suas bolas na boca. Ás vezes os dois esticavam a língua para lamber toda a extensão da ferramenta e nos encontrávamos em um beijo com a cabecinha no meio do duelo entre nossas línguas. "Vem cá que eu quero meter nesse cuzinho que eu descabacei!", disse me puxando para o seu colo. Ele se sentou em uma cadeira e me posicionou como se estivesse dançando a dança da bundinha: "Põe a mão no joelho, dá uma abaixadinha, vai mexendo gostoso, balançando a bundinha", cantava enquanto me fazia engolir aquela tora grossa. Mostrei para ele o quanto tinha evoluído e fiz o vaivém até sentir seus pentelhos me tocarem a bunda. "Isso, porra, mexe essa bundinha. Vai seu viadinho, vem sentir meu pau duro no seu rabo!" A Aninha batia uma siririca rapidinha e gemia alto me deixando ainda mais excitado. "Era isso que você queria, ver seu macho comendo minha bundinha?! Pois olha bem, ele tem uma pica deliciosa, eu não vou sair daqui nunca mais, vou fazer ele gozar como você nunca fez!" O César caprichava nas bombadas, me fazendo soltar gritinhos a cada enfiada. Sentei no colo dele fazendo ele meter até o talo e fiquei rebolando com ele enfiado. "Puta que o pariu, que cuzinho gostoso! Rebola que eu vou encher teu cú de porra! Ai Tavinho, Tavinho, tesão!" Começamos a mexer juntos, em movimentos curtos e rápidos, e eu senti que ele não poderia aguentar muito tempo. Ele começou a beliscar meus peitinhos ao mesmo tempo em que a Aninha engolia meu caralho com sua boca de veludo. Ela chupava com vontade e continuava massageando seu grelinho. Quando eu subia e descia sobre o ferro do meu loiro eu fudia sem dó a boquinha dela. Ela foi a primeira a gozar, sugando meu pau para abafar os gemidos. Seu corpo todo tremia, era um espetáculo, a mulher gozava como um vulcão. Quando senti a porra quente do meu amigo me inundando o rabo não aguentei e gozei na boca dela. "Ai caralho, que tesão, goza no meu cú, ai, chupa assim, puta que o pariu, vocês são um tesão!" O orgasmo parecia interminável. Por fim, deitamos os três no sofá rindo e curtindo aquela amizade. Fiquei com eles dois dias. Transamos bastante, provei novamente o sabor do licor do cacete do César e acabei fudendo a Aninha pela bucetinha enquanto o marido a comia por trás. Já deixamos combinado que vamos nos encontrar novamente para nova farra, mas eu tinha que partir para novas aventuras, agora eu estava disposto a aproveitar ao máximo o que a vida tem a oferecer.


 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Conte sua fantasia