sexta-feira, 30 de julho de 2010

POQUER SURPRESA

Conto de autor desconhecido

" Na realidade, nunca gostei de jogos de baralho, mas minha mulher tem facinação por poquer, não que ela seja uma viciada em jogos, mas se diverte bastante e sempre recebemos casais de amigos nos finais de semana para fazermos uma rodada.

Quero esclarecer que temos um casamento muito feliz, sem filhos, e que a Marisa, é uma mulher de uma beleza exotica, tem os cabelos castanhos e cacheados, olhos cor de amendoa, um rosto muito bonito, e um corpo perfeito, tudo no lugar certo. Nossas relações sexuais são sem sombra de dúvidas, excelentes, e desfrutamos de muitos prazeres juntos. O temperamento da Marisa é timido e acatado, embora na cama se revele uma verdadeira "expert" em matéria de sexo. Fui seu primeiro namorado, e o homem que teve o prazer de coloca-la no rol das desvirginadas. Mas, a vida nos oferece surpresas incríveis.

Num desses sábados a noite, em que nada tinhamos planejado, fomos surpreendidos pela visita de 1 casal amigo nosso e mais 3 convidados. Feitas as devidas apresentaçoes, começamos a conversar, o casal Fernando e Julia, conhecidos nossos de longa data nos apresentou o trio, Flavio, um homem de seus 30 35 anos, bem apessoado e de conversa agradável, o Roberto, mais jovem, em torno de 23 anos era a sintese do garotão de praia, e com uma conversa de praias, surf, e muita giria, e o terceiro o Milton, um jovem de seus 18 anos. Para incrementar o papo, Marisa foi apanha um litro de whisky e gelo. Fomos bebendo conversando, contando piadas, bebendo mais, e ja na terceira garrafa, a Marisa, inefavel como sempre nos convidou para uma rodadinha de poquer. Eu, como falei antes nao gosto e disse que iria assistir a um filme no video e eles foram entao para a copa, e montaram a mesa. Já estava deitado no meu quarto vendo o inicio do filme quando a Marisa entra e me pergunta onde estao as fichas, eu disse que não sabia, procurou, procurou e terminou não encontrando, e como ja estavamos todos meio altos pela bebida que continuava a correr, resolveram substituir as fichas por caroços de feijao.

O tempo passou e as risadas e gritos já estavam me incomodando, mas nada fiz e apenas encostei a porta do quarto. Mas mesmo assim dava para perceber tudo o que estavam conversando, e o tema era sexo... A Júlia se queixando em tom de brincadeira com o Fernando de que ele não estava muito animado ultimamente, etc, risadas.. e mais whisky.. Pensei comigo mesmo a Marisa não está habituada a beber tanto e amanha deve ter uma ressaca violenta. Levantei-me e fui até a cozinha para me servir de mais uma dose e fiquei observando um pouco o jogo. Percebi que o Fernando nao tirava os olhos do decote da minha mulher, que usava um vestidinho solto de algodao, com um decote bastante generoso onde percebia-se claramente que estava sem sutia. Fiqui um pouco acabrunhando, mas nada falei em nome da boa amizade. Olhei para Marisa e percebi que já estava bastante alta, e ria de qualquer comentario.

A Júlia desistindo de jogar, pede para usar o nosso quarto de hóspedes para descansar um pouco, entao restaram apenas a Marisa, o Julio, o Flavio, o Roberto e o Milton que já estava bastante embriagado. Voltei para o meu quarto e tentei me concentrar no filme, escutando os fragmentos das conversas. De repente a Marisa fala rindo muito que jogar sem fichas é muito ruim, e que os feijões davam muito trabalho para contar. Então o que voce sugere? pergunta Fernando Sei lá diz Marisa rindo sempre Foi quando o Milton com o cerebro embotado propõe: Por que não apostamos nossas peças de roupas?? Apurei meus ouvidos para escutar o que responderiam, e para minha surpresa, a primeira a concordar com a nova modalidade foi a Marisa. Resmunguei comigo mesmo: isto nao vai terminar bem.

Entao começemos!! Falou o Fernando. Fiquei com as antenas ligadas! E me preparei para ir até lá para iniciar uma discussão. Fui até a porta do quarto e notei de relance que a porta do quarto onde a Júlia dormia estava entreaberta. Curioso, fui até a porta e tive uma excitação instantana. A Julia dormia a sono solto e só de calcinhas, meu membro começou a latejar de tesão. Nesse exato momento, ouvi a gritaria na copa: tira tira tira. Fui observar um pouco distante e vi que Marisa tinha perdido a rodada e eles estavam exigindo que ela tirasse o vestido. Rindo sempre, Marisa se levantou e puxou o vestido por cima dos ombros, engoli em seco, e acho que todos eles tambem quando os peitinhos de minha mulher ficaram expostos a tres desconhecidos e ao Fernando. Por incrível que pareça, devo admitir que a situação me aticou mais ainda, e resolvi me sentar onde estava, de onde poderia ver sem praticamente ser visto. O Fernando já tinha perdido a camisa, e o Milton só estava de cuecas, apenas o Roberto permanecia com suas roupas. Vendo minha querida mulher só de calcinha no meio daqueles homens me excitou mais ainda, seus seios balançavam com sensualidade, e percebi que ela estava muito excitada. E foi neste ponto que perdeu mais uma rodada. Tira, tira, tira gritavam. Prontamente a Marisa subiu na mesa e começou uma dança sensual e enfiou os dedos na parte lateral de sua calcinha e lentamente, comecou a se despir por completo.

Neste ínterim percebi que o Milton estava com a mao dentro da cueca se masturbando. Enfim, estava feito, minha mulher completamente nua, em cima da mesa da copa dancando para tres machos ávidos, pois os olhares estavam carregados de sexo. Vamos continuar pede Marisa O Fernando, livrando-se do que restava de suas roupas disse: só se voce der um beijinho na ponta de meu caralho.

A Marisa olhou em volta, e desceu de onde estava, completamente desvairada e comecou a acariciar o penis de Fernando que estava durissimo. E, ajoelhando-se diante dele, iniciou um boquete que me deixou louco de excitaçao, que comecei a me masturbar. O Milton, levantou e tirou a cueca e pude perceber que tinha um penis pequeno apesar de seus 18 anos. Masturbava-se furiosamente. O Roberto, tirou o penis para fora e entregou aos cuidados da minha mulher que abocanhou os dois. Milton se aproximou dela, e comecou a lamber sua bunda. O cheiro de sexo tomava conta do ar. Julio, mais ousado, deitou a Marisa na mesa e comecou a penetra-la na vagina, enquanto ele com uma das mãos masturbava o Roberto e com a outra, guiou o penis de Milton para sua boca. Com alguns segundos de furiosa chupada o Milton derramou todo o seu esperma na garganta de minha mulher que engoliu tudo. Marisa parecia fora de si, pedia:

Me fodam seus merdas, me tratem como uma puta, enfiem essas picas em mim. O roberto ficou por baixo dela e comecou a penetra no seu cuzinho, virgem para mim, e que seria deflorado por outro homem. Quando o Roberto enfiou o membro na íntegra no seu rabinho ela gemeu alto e o Fernando, não perdeu tempo em enfiar o seu na buceta ja ensopada da minha mulher. O Milton parecia que tinha desmaiado apos gozar. Os movimentos foram se intesificando e Marisa começou a urrar de prazer, pedindo para ser tratada como uma vagabunda, o Fernado deu um tapa de leve no seu rosto e ela gemeu mais alto.

Percebendo isto, o roberto batia-lhe nos seios enquanto estocava com seu membro o rabo de minha mulher. Fernando comecou a bater no rosto de Marisa com mais força e ela pedia mais!! Gozava feito uma cadela no cio. Roberto, ja sem poder se conter, gozou na bunda de minha esposa, e caiu para o lado sem tirar o membro. Fernando, acelerou os movimentos ate atingir o orgasmo tambem, fora da vagina, inundado o corpo da Marisa de esperma, que o Milton, já desperto, começou a lamber, enquanto segurava o penis de Roberto, retirando da bunda de minha mulher e comecando a chupa-lo. Eu ja me masturbava a algum tempo explodi...

Fui para o quarto de hóspedes e me deitei ao lado da Júlia. O que aconteceu depois na copa eu não vi, pois precisei dedicar toda minha atenção à mulherzinha de meu amigo Fernando. Mas o que aconteceu devo narrar em outra oportunidade.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Conte sua fantasia