quinta-feira, 29 de julho de 2010

PINTO AMIGO

Conto de autor desconhecido

" A história que passo a contar é um caso verídico envolvendo minha esposa, uma amigo e eu. Ele teve início numa Sexta Feira Santa, quando minha mulher e sua amiga foram acompanhar a procissão. Arlindo, o marido dessa amiga, e eu permanecemos em casa bebendo e conversando. Como conheço Arlindo desde pequeno, tenho uma conversa muito franca e aberta com ele.

Ele sabia de todos os meus problemas, menos de um, que decidi contar para ele naquele dia. Disse ao Arlindo que minha mulher e eu não estávamos nos dando muito bem em nossas relações sexuais e que o problema era meu, pois considerava o meu pinto muito o pequeno.
Arlindo só ficou ouvindo, sem dizer nada. Eu fui além, dizendo a ele que cheguei a perguntar para minha mulher se ela não gostaria de transar com outro homem. Um que tivesse a pica maior que a minha, mais grosso e comprido. Esse trecho da conversa despertou maior interesse do Arlindo, que perguntou apressadamente: "E ela respondeu o quê? " Disse a ele, então, que minha mulher achava isso tudo uma bobagem, que eu estava falando tudo aquilo da boca para fora, pois se ela quisesse mesmo outro homem eu não deixaria. Arlindo se mostrava cada vez mais ansioso e curioso em saber o que eu realmente pensava a respeito disso. Expliquei-lhe que entre minha mulher e eu sempre rolou um papo aberto e que, por isso, não estava falando apenas da boca para fora, como estava supondo. Reafirmei minha disposição de permitir que minha esposa transasse com outro homem, desde que eu o conhecesse bem. "E você j! á tem idéia de quem poderia ser esse homem?....", perguntou Alindo, sem disfarçar o tesão.
Embora nada dissesse, Arlindo já se considerava o escolhido. Pedi a ele que mostrasse seu cacete, pois queria conferir se era maior que o meu. Arlindo ficou meio constrangido, disse que atenderia ao meu desejo, mas pediu desculpas por um motivou que fui entender em seguida: seu pinto parecia uma barra de ferro de tão duro que estava. Ele tirou a pica para fora da cueca e quase não acreditei no que vi. Além de comprido, era tão grosso que fiquei imaginando como uma mulher seria capaz de agüentar aquela ferramenta atolada na boceta. Mas fiquei bastante feliz, porque finalmente sabia que minha esposa teria com quem gozar até ficar totalmente satisfeita e saciada. "Arlindo, se você quiser e puder fazer isso por nós eu ficarei muito grato....", disse que a ele, esclarecendo que antes conversaria com minha mulher para ver se ela toparia uma foda extraconjugal. Mas, como tinha certeza de que ela iria a! ceitar, acertei antecipadamente com o Arlindo que ele poderia aparecer em casa no dia seguinte, ás l0 da noite.
Minha esposa enlouqueceu de tesão quando contei a ela o que havia combinado com o Arlindo. Ela me abraçou, me beijou, não se continha de contentamento, quis até foder comigo naquela noite, mas recomendei que seria melhor guardar as energias para o Arlindo. Fomos dormir e esperar a noite seguinte.
Nesse dia, pela manhã, liguei para o Arlindo e confirmei que estava tudo acertado. Eu e minha esposa cuidamos da arrumação da casa e, principalmente, do quarto. Estávamos muito ansiosos, contamos os minutos para que o dia passasse rapidamente. Quando a noite chegou e se aproximava o horário da chegada dele, disse a minha mulher que iria esperar pelo Arlindo no portão. Mas o que eu queria mesmo era ficar escondido e deixar que ele entrasse sozinho. Minha maior tara, naquele momento, era saber que os dois estariam metendo alucinadamente.
Escondi-me atrás de um carro e esperei a chegada dele. Arlindo entrou pelo portãozinho de casa e bateu à porta. Meu coração disparou quando a porta se abriu e Arlindo foi recebido pela minha esposa, que estava vestida de forma insinuante para a visita do amante. Ele recepcionou-o com um beijinho e o convidou para entrar. Minha mulher ainda lançou uma olhadinha rápida na rua para ver se me localizava e fechou a porta. Decidi permanecer na rua por mais um tempo, antes de voltar para casa. Aproximei-me da porte e vi que os dois estavam na sala. Assim que entrei na sala, passei a ouvir gemidos e sussurros que vinham do quarto. Fiquei excitado, meu cacete já estava durinho. Abri com cuidado a porta, apenas o suficiente para ver a cama em que eles estavam.
A visão que tive foi a mais incrível e excitante. Arlindo e minha mulher estavam nus. Ele, deitado na cama com a máquina gigante de prazer completamente dura, era chupado por minha querida esposa. Ela lambia da cabeça ao saco, engolia todo o caralho e o punhetava com os lábios. Às vezes interrompia a mamada para dizer que ele era gostoso demais, que tinha o maior pinto que já viu na vida e queria ser arrombada por ele. Ao ouvir aquelas palavras, Arlindo colocou minha mulher de quatro e penetrou-lhe a boceta por trás, num só golpe. Minha esposa reagiu com um grito de dor à invasão daquele trabucão. Arlindo no entanto, sabia que ela queria aquilo mesmo e não deu muita atenção para os gritos dela. Ele passou a estocar sua vara grossa e grande até o fundo, fazendo a boceta ficar completamente alargada.
O tesão tomou conta de mim também. Abaixei minha calça e iniciei uma punheta ali mesmo, enquanto os dois trocavam de posição a todo momento. Aquilo era um show se sexo de primeira qualidade. Minha mulher levou ferro de quatro, de frente, de lado, em pé, tudo o que era possível e imaginável. Ao sentir que o gozo de Arlindo se aproximava, minha esposa pediu a ele que soltasse a porra em sua cara.
Arlindo colocou-a sentada na beirada da cama e, em pé, na frente dela, bateu uma punheta enquanto ela chupava a cabeçorra, até que jorraram jatos fortes e contínuos de porra do meu amigo, que irrigaram o corpo tesudo da minha esposa, ela ficou lambuzada nos peitos, na cara, nos cabelos. E, com as mãos e os dedos, ela esparramava a porra na boca, lambendo aquele líquido pastoso com muita vontade e prazer.
O meu gozo também chegou forte. Para não sujar o chão, aparei a porra com as mãos e fui ao banheiro, para um banho relaxante. Vesti minha roupa e, quando saí do banheiro, os dois já estavam conversando na sala. Assim que me viu, minha mulher correu para meus braços e me beijou carinhosamente, dizendo que me amava e estava muito feliz. Cumprimentei o Arlindo e lhe agradeci pela ajuda, dizendo que minha esposa estaria disponível outras vezes. Era só um questão de interesse e oportunidade. Ele deu um sorriso e se comprometeu a atender qualquer pedido meu ou de minha esposa

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