terça-feira, 27 de julho de 2010

PERVERSÃO MÁXIMA

Conto de autor desconhecido

    


 

"O fato que passo a narrar agora, aconteceu quando conheci Ellen através de um anuncio classificado erótico. Estava passando por alguns anúncios quando me deparei com um que dizia: Pervertida, recém chegada da Europa procura homem de qualquer idade, raca, bem decidido, pervertido e sigiloso para viver mil loucuras extremas,


 

Resolvi responder, sempre fui meio pervertido, mas o que aprendi com esta mulher realmente me chocou no começo. começamos a conversar através de emails, trocamos telefones, ate que marcamos um encontro,

Quando chegou vi que Ellen era uma mulher deslumbrante, loira com 1,78m de altura 38 anos , coxas grossas, cintura bem definida e lindíssima, eu não estava acreditando. ela me cumprimentou, sentou-se e pedimos um vinho. Ellen me disse que viveu 18 anos em Paris, trabalhava como representante de uma marca famosa de roupas e que estava de volta para iniciar aqui uma representação filial desta marca, e eu por minha vez lhe disse que era engenheiro civil e trabalhava em uma construtora aqui da capital, tinha 31 anos na época, enfim trivialidades as quais já havíamos conversado via cartas e telefone.

Depois da primeira garrafa de vinho o papo já havia tomado um rumo mais descontraído e comecei a questionar a respeito de seu anuncio ou seja o que ela entendia ser perversão, ela simplesmente me olhou e disse que se eu estivesse disposto ela me diria em seu apartamento, tomamos a segunda garrafa de vinho e fomos para seu apartamento.

Quando chegamos Ellen abriu a porta me puxou para dentro e me jogou no sofá, me deu um delicioso beijo levantou-se e abriu o sobretudo, estava vestida para minha surpresa apenas com um espartilho, jogou o sobretudo e investiu seu corpo sobre o meu com toda volúpia e arrancou toda minha roupa começou a chupar meu caralho com muita maestria e depois disse para que eu não a tocasse ainda, depois levantou-se deixando-me cada vez mais louco foi ate a televisão ligou o vídeo e colocou uma fita a qual continha cenas de sexo muito fortes, mulheres com animais, e muitas cenas de coprofagia

Aassisti impassível e ela também pois exigiu que assistissimos quietos, ao termino da fita que possuía apenas 15 minutos ela avançou novamente sobre mim e permitiu que eu fizesse o mesmo, em meio aquela volúpia Ellen disse que não agüentava mais e pediu para que eu a possuísse, e foi o que eu fiz, coloquei-a na posição de frango-assado e comecei a penetrá-la, aquela vagina totalmente úmida contraia-se a cada centímetro que eu avançava e Ellen totalmente desconcertada gemia, dizia palavras em francês e gozava sucessivamente, ate que em dado momento disse:

Já fui torturada o suficiente, agora quero que coma meu cuzinho, levantou-se me pediu que a acompanha-se, saímos da sala e fomos ate um quarto no fundo do apartamento, como se fosse um quarto de empregados, e qual não foi minha surpresa quando a porta se abriu, haviam vários aparelhos estranhos, parecendo aparelhos de ginástica, uma câmera, um telão e uma cama redonda encapada com um tipo de lona plástica, mais para o fundo um pequeno banheiro composto de um box com uma pequena hidromassagem e uma privada tipo turca ao lado, Ellen me puxou pelo braco para perto da cama e disse:

Agora vamos começar com a nossa perversão, me preparei desde que marcamos nosso encontro.

Havíamos combinado em uma quarta-feira que nos encontraríamos na sexta, dizendo isto colocou-se de quatro em cima da cama e mandou que eu a enrabasse sem do, diante daquela visão maravilhosa, não tive duvidas, fui ao seu encontro, Ellen possuía muita lubrificação vaginal, tanto que chegava a escorrer, penetrei sua vagina a fim de lubrificar o pau e comecei a penetração anal, devo salientar que possuo um membro considerado grande (22cm x 6,5cm) portanto comecei a forcar com cuidado e penetrá-la, quando consegui introduzir a glande Ellen começou a gritar de prazer e jogou-se para traz fazendo com que meu membro entrasse de uma so vez, ela urrou como um animal e jogou-se para frente fazendo com que eu saísse de dentro dela, eu também senti muita dor pois era como se se anus já estivesse preenchido, ela sentou-se com expressão de dor e prazer e disse:

Vou pegar um lubrificante senão não vou agüentar.

Dizendo isto levantou-se foi ate uma pequena bolsa onde pegou um frasco e uma seringa muito estranha, encheu-a com o liquido e me deu dizendo:

Aplique no meu cuzinho. E virou-se, nesta hora vi que ela havia se borrado um pouco e olhei para o meu pau, ele estava coberto de fezes, fiz menção de ir lavá-lo e ela disse para que não fosse e mandou que eu lhe aplicasse o liquido, assim que apliquei ela se deitou e pediu para que eu deitasse em cima dela e esperasse ate que o suposto liquido fizesse efeito.

Depois de uns 10 minutos ela disse que já estava pronta novamente, coloquei-a novamente de quatro e recomecei a penetração, e novamente ela urrou e jogou-se para traz, so que desta vez não senti nenhum obstáculo e ela também não pareceu sentir dor, Ellen ao sentir meu membro em seu anus sofreu uma transformação radical, de mulher fina, e elegante para uma mulher muito abaixo de ser considerada vulgar, com um vocabulário muito baixo devo dizer, comecei a fodê-la com lentidão e Ellen começou a dizer:

Me fode seu f.d.p., olha que cu gostoso que eu tenho, já estou ate peidando de tesão, olha como eu peido gostoso no seu pau, me arranque bosta, vc gosta não gosta? Olha como eu me cago toda com este pintão no meu cu, me arromba, arranque bosta, eu to peidando, não estou agüentando vou me cagar toda! E Ellen peidava freneticamente e a cada peido me lavava em fezes, mas eu já havia pegado o ritmo e não estava nem ligando para isto, nem para o cheiro nem para a sujeira, eu estava apreciando toda aquela perversão e as palavras de Ellen me deixavam com mais tesão ainda.

Continuei fodendo e já não estava agüentado mais e gritei:

Vou gozar! Ellen ouvindo isto não se conteve e ficou mais tesuda ainda e gritava:

Vou gozar também!

Quando Ellen sentiu que eu havia ejaculado ate a ultima gota jogou-se para frente retirando meu pau de seu cu e gritando de prazer, assim que meu pau saiu começou a cagar-se e mijar-se gritando ainda mais alto de prazer, eu podia ver toda sua excitação a cada jorrada de fezes seguidas de contrações esfincterianas e peidos estrepitosos, isso deve ter durado mais ou menos uns dois minutos quando finalmente ela acabou deitou-se em cima de toda aquela sujeira com a cara de mulher mais satisfeita do mundo e me puxou para cima dela, confesso que passado a euforia e o tesão aquela situação começou a me incomodar, pois o cheiro era forte e sem contar que eu estava todo sujo,

Começamos a conversar sobre o que acabara de se passar, eu esperava que ela se sentisse envergonhada pelo que acabáramos de fazer mas pelo contrario so quem estava envergonhado era eu, ela então percebendo minha situação, iniciou a conversa sobre o fato, me colocando muito mais a vontade.

Ellen na verdade me segredou que nunca havia se sentido satisfeita nos moldes do sexo convencional e que ate tratamento já havia feito pensando que era uma mulher frígida, que seu casamento terminara por isso e que quando viajou para a França foi tentando esquecer também este fato, mas que quando chegou la, conheceu algumas pessoas e tomou conhecimento de um grupo de pessoas que costumavam patrocinar festas nas quais costumava-se praticar sexo pouco convencional, ou seja o sexo pervertido.

Eu estava me sentindo mal ali deitado foi quando disse a ela que iria tomar um banho e ela disse que ainda não havia acabado, dizendo isto tomou meu pau em suas mãos e com muita habilidade começou a me masturbar, quando ficou em ponto de bala ela levantou-se e disse:

Não demoro! Foi ate a bolsa retirou um acessório e retornou introduzindo algo no anus dizendo:

Preciso colocar este plug anal senão meu cuzinho vai ficar vazando! E riu, ela estava toda suja de fezes, pude ver bem, suas meias e seu espartilho estavam cobertas de fezes e eu a esta altura também estava, mas eu estava novamente excitado e isto não me incomodou, ela colocou-se de cócoras sobre mim e disse que iria me lavar para terminar nisso começou a mijar em cima do meu pau e limpá-lo com as mãos, senti sua urina quente e suas mãos com muita intensidade e isto me deixou mais tesudo ainda, quando terminou meu pau estava limpinho, foi quando ela começou a fazer uma chupetinha maravilhosa, gozei como nunca. Depois desta fomos tomar um banho, mas não acabou por ai na edição que vem eu conto mais um pouco, ate la!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Conte sua fantasia