sábado, 10 de julho de 2010

FABIANA , UM ENCONTRO DE AMIGOS..

Conto de Gabriel


 

Conheci Fabiana numa sala de bate papo da Internet.

Ela era do litoral de São Paulo, casada, tinha 34 anos e dois filhos. Dizia que o seu marido era muito ciumento e a impedia de fazer amizades e que a internet a estava possibilitando ampliar suas experiencias.

Mas sempre dizia, que como era casada, só estava interessada em fazer amigos, nada de aventuras.

Eu dizia que tudo bem, e assim começamos a trocar emails.

Quando dava, conversavamos por telefone, falavamos muito e sobre quase tudo. quase sempre à tarde, quando ela estava sozinha em casa. Fabiana dizia gostar muito de conversar comigo e eu também, porque ela tinha uma voz
muito envolvente e delicada.

Trocamos fotos e a nossa amizade virtual foi ficando mais sólida.

O acaso me possibilitou a oportunidade de conhece-la pessoalmente.

Conversando com ela , numa certa tarde, ela me disse que estava sozinha em casa, porque o seu marido tinha levado os filhos para pescar..

Eu então a convidei para jantar..Ela disse que não e eu insisti dizendo que era apenas um encontro de amigos até que ela aceitou marcar nosso primeiro encontro.

Viajei por mais de uma hora e nos encontramos numa cidade proxima da cidade dela.

Ela usava um vestido preto decotado, que ia até o meio das minhas coxas e notei que ela havia me aprovado.

Ela me levou para um barzinho que conhecia, onde disse que ia com o marido quando era solteira.

O barzinho , escolhido por ela, parecia um recanto para amantes... mesas de madeira numa varanda, luz de velas, música suave ao fundo... acima, a lua e as estrelas como testemunhas, e abaixo, uma vista panorâmica das luzes da cidade.

Era um lugar romântico demais para um encontro de amigos, como ela insistia em dizer. Fabiana repetia a todo instante que era uma mulher casada e que não estava afim de aventuras e que gostava de mim como amigo.

Eu dizia que tudo bem, mas não pude deixar de olhar em volta..

Havia apenas 3 casais de namorados quando lá chegamos. Sentamo-nos em uma das mesas num dos cantos da varanda e o garçon nos sugeriu que experimentassemos o vinho da casa dizendo que era imperdível.

Aceitei a sugestão e me senti feliz por aquele nosso primeiro encontro estar sendo tão maravilhoso e romântico! Após o jantar leve, entre conversas e mais conversas , eu estava ainda mais atraído por ela e louco de tesão. Embora não falassemos sobre sexo, o sexo estava implícito naquele jeito dela de sorrir e de olhar.

O vinho (que realmente era ótimo) acabou, e pedi uma outra garrafa. Ela aproveitou para se levantar pra ir ao banheiro, e somente aí vi que o vinho já estava fazendo efeito, pois ela me disse ter ficado meio tonta,

Eu também estou meio tonto, disse. Rimos.

Quando voltou, no meio da conversa, fiz um carinho de leve no rosto dela. Ela sorriu e nos beijamos.

Foi um beijo molhado e gostoso, seguido de outros.

Ela me disse que iriamos apenas ficar nos beijos, eu dizia que tudo bem, a elogiava, bebiamos, conversavamos e enquanto a beijava, eu já fazia carícias mais ousadas, enfiando disfarçadamente a mão por debaixo da saia dela,

Provavelmente pelo efeito do vinho (ou seria por causa da magia daquela noite enluarada?) ela não oferecia nenhuma resistência, apesar de ser nosso primeiro encontro (de amigos)

Enquanto beijava seu pescoço, colo e queixo, afastei sua calcinha... e começei a acariciar seu grelo. Seu grelo estava inchado e sua buceta molhadinha .. Eu pegava o líquido do meio dela e trazia para o clitóris num movimento lento e firme. .Puxava seus grandes lábios.... Entre beijos, ela me dizia prá parar, não queria , não queria.

Eu ignorei o que ela dizia e continuei tocando-a até que, ela já gemendo baixinho abriu as pernas e me deixou tocar mais firme seu grelo, acariciando ele. Enfiei um dedo na sua bucetinha e comecei a foder ela com ele.

Fabiana, nessa hora gemia gostoso, rebolando e esfregando sua bucetinha na minha mão, jogando o corpo para frente fazendo meu dedo sumir dentro dela. Ao mesmo tempo sussurrava baixinho, sem parar "Pára, pára, não tá certo, não tá certo" e fodia meus dedos enquanto eu chupava sua lingua gostosa.

Foi então que ela me fez perceber onde estavamos, embora o barzinho estivesse quase vazio e estivessemos num lugar bem escuro..

Fabiana tirou minha mão do meio de suas pernas e me olhando com o rostinho vermelho, disse : - é melhor a gente ir embora.

Passei e saimos. Nossos beijos recomeçaram , já muito mais quentes, no meu carro .

Entramos no primeiro motel que encontramos, já loucos de tesão, aos beijos e abraços. Eu dizia que ela era linda, gostosa, que estava louco por ela, enquanto beijava seu pesoço, colo e queixo.

Tirei a sua roupa apressadamente, beijando cada pedaço que desnudava, e comecei a beijar e lamber cada pedacinho dela.

Fabiana me disse qeu estava gostando dos meus carinhos, então delicadamente passei a mão sobre seus seios. Fabiana gemeu baixinho.
Continuei a passar as mãos nos peitinhos dela, agora já beliscava levemente seus mamilos e ela gemeu mais alto.

Aproximei meu rosto dos seus seios e beijei-os gostosamente. FAbiana delirava de tesão, gemia como uma gata no cio. Não sei por quanto tempo fiquei ali, chupando os peitinhos dela. Eu lambia os mamilos, chupava os seios todinhos, fazia da minha língua um chicote e batia em seus mamilos durinhos.

Com minha língua em seu mamilo eu simulava que estava chupando seu clitóris. Ela gemia e me dizia que não aguentava mais.

Então deitei -a na cama . A bucetinha dela estava molhadinha, com aquele muco transparente que toda mulher tem quando fica excitada. Abri suas pernas e me aproximei de sua grutinha, .

Fabiana, a essa altura, implorava para que eu a chupasse, mas eu não cedi imediatamente. Comecei a beijar a parte interna de suas coxas e ia subindo até chegar bem perto de sua grutinha, mas não continuava, e retornava para
as coxas... Ela ficou maluca com isso, estava encharcada . Comecei a lamber a xaninha Seu grelo havia crescido com o tesão, estava vermelho, lindo demais. Afastei suavemente os grandes lábios, e cheguei mansamente com

minha língua dura no seu grelo inchado. Então comecei com aquele movimento de vaivém Masturbei o grelinho dela com a língua, não dei atenção à mais nada a não ser o grelo de Fabiana . Ela arfava e gemia. Dizia que nunca tinha sido chupada dessa forma, que ela ia gozar na minha boca.
Quando percebia que ela estava prestes a gozar, afastava a língua. E eu afastava, depois me aproximava e recomeçava. Em dado momento, enfiei o polegar na sua xoxota e senti que ela urrou de prazer. Aproveitei e enfiei o
indicador no seu cuzinho e permaneci assim, "comendo" ela na frente e atrás, enquanto com a língua, tentava lhe proporcionar prazer . Então ,gemendo muito, Fabina não aguentou mais e gozou violentamente. Enfiei mais os dedos
em seus buraquinhos e pude sentir as contrações de seu gozo. Ela não parava de gozar e eu não parava de chupá-la. Minha vontade era engolir todo o seu clitóris, tamanho era o meu tesão. Fabina chegoua atá a chorar de tanto
gozar.

Depois ficou amolecida, de olhos fechados, com o rosto vermelho ,por uns 5 minutos.


 

Só então se deu conta de que eu ainda estava vestido. Ela me olhou e disse : "tira a calça". Me despi rapidamente e o pau duro saltou . Eu estava em pé ao lado da cama. Ela nem esperou eu me deitar, sentou na beirada da cama e
começou a chupar minha pica como se estivesse esfomeada, afoita.Ela me chupava e me punhetava e gemia.Eu disse a ela que estava uma delícia, mas se ela continuasse me chupando gostoso daquele jeito eu iria gozar na sua boca.

Quando ouviu isso, ela começou a chupar meu pau com toda a fome do mundo.

Chupou e chupou até eu sentir que meu corpo ficava mais retesado. Era demais. Eu urraa de prazer dizendo seu nome e puxando-a pelos cabelos.

Senti o sangue bombando em toda a extensão do meu pau. "Vou gozar, eu disse"..

"Goza na minha boca", ela disse, e continou até que gemi alto e despejei um monte de porra na sua boca. Ela continuou chupando enquanto eu me contorcia de gozo.

Então parou de chupar e ficou me punhentando, espalhando a porra pelo meu pau e me olhou com uma cara de pura felicidade. eu lhe sorri e me sentei ao seu lado e a beijei com tesão, chupando seus lábios, sua lingua. "Que beijo
gostoso", ela me disse" foi o beijo mais gostoso que eu já tive". Fiquei orgulhoso, fui às nuvens. Nos beijamos muito e ela não parava de me punhetar. Meu pau continuava duro.

Deitei-me sobre ela, sem parar de beija-la,na boca, no pescoço, mordiscando sua orelha..

"Voce tá me deixando doida", ela disse. Então posicionei o pau na bucetinha dela e comecei a brincar, bem de leve. Punha só a cabecinha e tirava. Punha de novo e tirava, esfregava a cabecinha no grelinho dela, parava, chupava
seus seios e sua lingua e voltava a brincar com sua buceta.

"Filha da puta" ela disse" me deixou doida, me fode"..disse ela, "não aguento mais" e inverteu a posição ficando por cima de mim e encaixou a buceta no meu pau, fazendo entrar até a metade. Então ficou rebolando em cima do meu
cacete e engrenou um entra e sai enquanto masturbava o clitóris. Começou a se tocar , alucinada, enquanto eu a estocava com força de baixo prá cima.

.."vou gozar.!! aiiaiaiaiaiiiii", ela gemeu se retesou e gozou loucamente, contraindo meu pau com a buceta. Aquilo me fez urrar de prazer e eu comecei a gozar em ondas, sentindo o corpo todo formigar, esporrando dentro dela, em jatos.

Quando parou de se contorcer, saiu de cima de mim, me deu um gostoso beijo na boca e voltou a chupar o meu pau, que agora já estava um pouco mole.

Aquilo foi maravilhoso e me fez gemer, porque depois de gozar o meu pau ficou ainda mais sensível e a chupava ficou ainda melhor. Não cheguei a gozar de novo, mas senti um prazer indescritivel..

Ela me disse depois, que a transa foi muito gostosa, mas que adorou ser chupada e chupar o meu pau e quando eu gozava na sua boca, era como se ela gozasse também. Eu disse a ela que também me sentia assim.

Nos encontramos ainda algumas vezes, quando era possível aos dois, e sempre uma vez era melhor que a outra.

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