sexta-feira, 30 de julho de 2010

POQUER SURPRESA

Conto de autor desconhecido

" Na realidade, nunca gostei de jogos de baralho, mas minha mulher tem facinação por poquer, não que ela seja uma viciada em jogos, mas se diverte bastante e sempre recebemos casais de amigos nos finais de semana para fazermos uma rodada.

Quero esclarecer que temos um casamento muito feliz, sem filhos, e que a Marisa, é uma mulher de uma beleza exotica, tem os cabelos castanhos e cacheados, olhos cor de amendoa, um rosto muito bonito, e um corpo perfeito, tudo no lugar certo. Nossas relações sexuais são sem sombra de dúvidas, excelentes, e desfrutamos de muitos prazeres juntos. O temperamento da Marisa é timido e acatado, embora na cama se revele uma verdadeira "expert" em matéria de sexo. Fui seu primeiro namorado, e o homem que teve o prazer de coloca-la no rol das desvirginadas. Mas, a vida nos oferece surpresas incríveis.

Num desses sábados a noite, em que nada tinhamos planejado, fomos surpreendidos pela visita de 1 casal amigo nosso e mais 3 convidados. Feitas as devidas apresentaçoes, começamos a conversar, o casal Fernando e Julia, conhecidos nossos de longa data nos apresentou o trio, Flavio, um homem de seus 30 35 anos, bem apessoado e de conversa agradável, o Roberto, mais jovem, em torno de 23 anos era a sintese do garotão de praia, e com uma conversa de praias, surf, e muita giria, e o terceiro o Milton, um jovem de seus 18 anos. Para incrementar o papo, Marisa foi apanha um litro de whisky e gelo. Fomos bebendo conversando, contando piadas, bebendo mais, e ja na terceira garrafa, a Marisa, inefavel como sempre nos convidou para uma rodadinha de poquer. Eu, como falei antes nao gosto e disse que iria assistir a um filme no video e eles foram entao para a copa, e montaram a mesa. Já estava deitado no meu quarto vendo o inicio do filme quando a Marisa entra e me pergunta onde estao as fichas, eu disse que não sabia, procurou, procurou e terminou não encontrando, e como ja estavamos todos meio altos pela bebida que continuava a correr, resolveram substituir as fichas por caroços de feijao.

O tempo passou e as risadas e gritos já estavam me incomodando, mas nada fiz e apenas encostei a porta do quarto. Mas mesmo assim dava para perceber tudo o que estavam conversando, e o tema era sexo... A Júlia se queixando em tom de brincadeira com o Fernando de que ele não estava muito animado ultimamente, etc, risadas.. e mais whisky.. Pensei comigo mesmo a Marisa não está habituada a beber tanto e amanha deve ter uma ressaca violenta. Levantei-me e fui até a cozinha para me servir de mais uma dose e fiquei observando um pouco o jogo. Percebi que o Fernando nao tirava os olhos do decote da minha mulher, que usava um vestidinho solto de algodao, com um decote bastante generoso onde percebia-se claramente que estava sem sutia. Fiqui um pouco acabrunhando, mas nada falei em nome da boa amizade. Olhei para Marisa e percebi que já estava bastante alta, e ria de qualquer comentario.

A Júlia desistindo de jogar, pede para usar o nosso quarto de hóspedes para descansar um pouco, entao restaram apenas a Marisa, o Julio, o Flavio, o Roberto e o Milton que já estava bastante embriagado. Voltei para o meu quarto e tentei me concentrar no filme, escutando os fragmentos das conversas. De repente a Marisa fala rindo muito que jogar sem fichas é muito ruim, e que os feijões davam muito trabalho para contar. Então o que voce sugere? pergunta Fernando Sei lá diz Marisa rindo sempre Foi quando o Milton com o cerebro embotado propõe: Por que não apostamos nossas peças de roupas?? Apurei meus ouvidos para escutar o que responderiam, e para minha surpresa, a primeira a concordar com a nova modalidade foi a Marisa. Resmunguei comigo mesmo: isto nao vai terminar bem.

Entao começemos!! Falou o Fernando. Fiquei com as antenas ligadas! E me preparei para ir até lá para iniciar uma discussão. Fui até a porta do quarto e notei de relance que a porta do quarto onde a Júlia dormia estava entreaberta. Curioso, fui até a porta e tive uma excitação instantana. A Julia dormia a sono solto e só de calcinhas, meu membro começou a latejar de tesão. Nesse exato momento, ouvi a gritaria na copa: tira tira tira. Fui observar um pouco distante e vi que Marisa tinha perdido a rodada e eles estavam exigindo que ela tirasse o vestido. Rindo sempre, Marisa se levantou e puxou o vestido por cima dos ombros, engoli em seco, e acho que todos eles tambem quando os peitinhos de minha mulher ficaram expostos a tres desconhecidos e ao Fernando. Por incrível que pareça, devo admitir que a situação me aticou mais ainda, e resolvi me sentar onde estava, de onde poderia ver sem praticamente ser visto. O Fernando já tinha perdido a camisa, e o Milton só estava de cuecas, apenas o Roberto permanecia com suas roupas. Vendo minha querida mulher só de calcinha no meio daqueles homens me excitou mais ainda, seus seios balançavam com sensualidade, e percebi que ela estava muito excitada. E foi neste ponto que perdeu mais uma rodada. Tira, tira, tira gritavam. Prontamente a Marisa subiu na mesa e começou uma dança sensual e enfiou os dedos na parte lateral de sua calcinha e lentamente, comecou a se despir por completo.

Neste ínterim percebi que o Milton estava com a mao dentro da cueca se masturbando. Enfim, estava feito, minha mulher completamente nua, em cima da mesa da copa dancando para tres machos ávidos, pois os olhares estavam carregados de sexo. Vamos continuar pede Marisa O Fernando, livrando-se do que restava de suas roupas disse: só se voce der um beijinho na ponta de meu caralho.

A Marisa olhou em volta, e desceu de onde estava, completamente desvairada e comecou a acariciar o penis de Fernando que estava durissimo. E, ajoelhando-se diante dele, iniciou um boquete que me deixou louco de excitaçao, que comecei a me masturbar. O Milton, levantou e tirou a cueca e pude perceber que tinha um penis pequeno apesar de seus 18 anos. Masturbava-se furiosamente. O Roberto, tirou o penis para fora e entregou aos cuidados da minha mulher que abocanhou os dois. Milton se aproximou dela, e comecou a lamber sua bunda. O cheiro de sexo tomava conta do ar. Julio, mais ousado, deitou a Marisa na mesa e comecou a penetra-la na vagina, enquanto ele com uma das mãos masturbava o Roberto e com a outra, guiou o penis de Milton para sua boca. Com alguns segundos de furiosa chupada o Milton derramou todo o seu esperma na garganta de minha mulher que engoliu tudo. Marisa parecia fora de si, pedia:

Me fodam seus merdas, me tratem como uma puta, enfiem essas picas em mim. O roberto ficou por baixo dela e comecou a penetra no seu cuzinho, virgem para mim, e que seria deflorado por outro homem. Quando o Roberto enfiou o membro na íntegra no seu rabinho ela gemeu alto e o Fernando, não perdeu tempo em enfiar o seu na buceta ja ensopada da minha mulher. O Milton parecia que tinha desmaiado apos gozar. Os movimentos foram se intesificando e Marisa começou a urrar de prazer, pedindo para ser tratada como uma vagabunda, o Fernado deu um tapa de leve no seu rosto e ela gemeu mais alto.

Percebendo isto, o roberto batia-lhe nos seios enquanto estocava com seu membro o rabo de minha mulher. Fernando comecou a bater no rosto de Marisa com mais força e ela pedia mais!! Gozava feito uma cadela no cio. Roberto, ja sem poder se conter, gozou na bunda de minha esposa, e caiu para o lado sem tirar o membro. Fernando, acelerou os movimentos ate atingir o orgasmo tambem, fora da vagina, inundado o corpo da Marisa de esperma, que o Milton, já desperto, começou a lamber, enquanto segurava o penis de Roberto, retirando da bunda de minha mulher e comecando a chupa-lo. Eu ja me masturbava a algum tempo explodi...

Fui para o quarto de hóspedes e me deitei ao lado da Júlia. O que aconteceu depois na copa eu não vi, pois precisei dedicar toda minha atenção à mulherzinha de meu amigo Fernando. Mas o que aconteceu devo narrar em outra oportunidade.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

PINTO AMIGO

Conto de autor desconhecido

" A história que passo a contar é um caso verídico envolvendo minha esposa, uma amigo e eu. Ele teve início numa Sexta Feira Santa, quando minha mulher e sua amiga foram acompanhar a procissão. Arlindo, o marido dessa amiga, e eu permanecemos em casa bebendo e conversando. Como conheço Arlindo desde pequeno, tenho uma conversa muito franca e aberta com ele.

Ele sabia de todos os meus problemas, menos de um, que decidi contar para ele naquele dia. Disse ao Arlindo que minha mulher e eu não estávamos nos dando muito bem em nossas relações sexuais e que o problema era meu, pois considerava o meu pinto muito o pequeno.
Arlindo só ficou ouvindo, sem dizer nada. Eu fui além, dizendo a ele que cheguei a perguntar para minha mulher se ela não gostaria de transar com outro homem. Um que tivesse a pica maior que a minha, mais grosso e comprido. Esse trecho da conversa despertou maior interesse do Arlindo, que perguntou apressadamente: "E ela respondeu o quê? " Disse a ele, então, que minha mulher achava isso tudo uma bobagem, que eu estava falando tudo aquilo da boca para fora, pois se ela quisesse mesmo outro homem eu não deixaria. Arlindo se mostrava cada vez mais ansioso e curioso em saber o que eu realmente pensava a respeito disso. Expliquei-lhe que entre minha mulher e eu sempre rolou um papo aberto e que, por isso, não estava falando apenas da boca para fora, como estava supondo. Reafirmei minha disposição de permitir que minha esposa transasse com outro homem, desde que eu o conhecesse bem. "E você j! á tem idéia de quem poderia ser esse homem?....", perguntou Alindo, sem disfarçar o tesão.
Embora nada dissesse, Arlindo já se considerava o escolhido. Pedi a ele que mostrasse seu cacete, pois queria conferir se era maior que o meu. Arlindo ficou meio constrangido, disse que atenderia ao meu desejo, mas pediu desculpas por um motivou que fui entender em seguida: seu pinto parecia uma barra de ferro de tão duro que estava. Ele tirou a pica para fora da cueca e quase não acreditei no que vi. Além de comprido, era tão grosso que fiquei imaginando como uma mulher seria capaz de agüentar aquela ferramenta atolada na boceta. Mas fiquei bastante feliz, porque finalmente sabia que minha esposa teria com quem gozar até ficar totalmente satisfeita e saciada. "Arlindo, se você quiser e puder fazer isso por nós eu ficarei muito grato....", disse que a ele, esclarecendo que antes conversaria com minha mulher para ver se ela toparia uma foda extraconjugal. Mas, como tinha certeza de que ela iria a! ceitar, acertei antecipadamente com o Arlindo que ele poderia aparecer em casa no dia seguinte, ás l0 da noite.
Minha esposa enlouqueceu de tesão quando contei a ela o que havia combinado com o Arlindo. Ela me abraçou, me beijou, não se continha de contentamento, quis até foder comigo naquela noite, mas recomendei que seria melhor guardar as energias para o Arlindo. Fomos dormir e esperar a noite seguinte.
Nesse dia, pela manhã, liguei para o Arlindo e confirmei que estava tudo acertado. Eu e minha esposa cuidamos da arrumação da casa e, principalmente, do quarto. Estávamos muito ansiosos, contamos os minutos para que o dia passasse rapidamente. Quando a noite chegou e se aproximava o horário da chegada dele, disse a minha mulher que iria esperar pelo Arlindo no portão. Mas o que eu queria mesmo era ficar escondido e deixar que ele entrasse sozinho. Minha maior tara, naquele momento, era saber que os dois estariam metendo alucinadamente.
Escondi-me atrás de um carro e esperei a chegada dele. Arlindo entrou pelo portãozinho de casa e bateu à porta. Meu coração disparou quando a porta se abriu e Arlindo foi recebido pela minha esposa, que estava vestida de forma insinuante para a visita do amante. Ele recepcionou-o com um beijinho e o convidou para entrar. Minha mulher ainda lançou uma olhadinha rápida na rua para ver se me localizava e fechou a porta. Decidi permanecer na rua por mais um tempo, antes de voltar para casa. Aproximei-me da porte e vi que os dois estavam na sala. Assim que entrei na sala, passei a ouvir gemidos e sussurros que vinham do quarto. Fiquei excitado, meu cacete já estava durinho. Abri com cuidado a porta, apenas o suficiente para ver a cama em que eles estavam.
A visão que tive foi a mais incrível e excitante. Arlindo e minha mulher estavam nus. Ele, deitado na cama com a máquina gigante de prazer completamente dura, era chupado por minha querida esposa. Ela lambia da cabeça ao saco, engolia todo o caralho e o punhetava com os lábios. Às vezes interrompia a mamada para dizer que ele era gostoso demais, que tinha o maior pinto que já viu na vida e queria ser arrombada por ele. Ao ouvir aquelas palavras, Arlindo colocou minha mulher de quatro e penetrou-lhe a boceta por trás, num só golpe. Minha esposa reagiu com um grito de dor à invasão daquele trabucão. Arlindo no entanto, sabia que ela queria aquilo mesmo e não deu muita atenção para os gritos dela. Ele passou a estocar sua vara grossa e grande até o fundo, fazendo a boceta ficar completamente alargada.
O tesão tomou conta de mim também. Abaixei minha calça e iniciei uma punheta ali mesmo, enquanto os dois trocavam de posição a todo momento. Aquilo era um show se sexo de primeira qualidade. Minha mulher levou ferro de quatro, de frente, de lado, em pé, tudo o que era possível e imaginável. Ao sentir que o gozo de Arlindo se aproximava, minha esposa pediu a ele que soltasse a porra em sua cara.
Arlindo colocou-a sentada na beirada da cama e, em pé, na frente dela, bateu uma punheta enquanto ela chupava a cabeçorra, até que jorraram jatos fortes e contínuos de porra do meu amigo, que irrigaram o corpo tesudo da minha esposa, ela ficou lambuzada nos peitos, na cara, nos cabelos. E, com as mãos e os dedos, ela esparramava a porra na boca, lambendo aquele líquido pastoso com muita vontade e prazer.
O meu gozo também chegou forte. Para não sujar o chão, aparei a porra com as mãos e fui ao banheiro, para um banho relaxante. Vesti minha roupa e, quando saí do banheiro, os dois já estavam conversando na sala. Assim que me viu, minha mulher correu para meus braços e me beijou carinhosamente, dizendo que me amava e estava muito feliz. Cumprimentei o Arlindo e lhe agradeci pela ajuda, dizendo que minha esposa estaria disponível outras vezes. Era só um questão de interesse e oportunidade. Ele deu um sorriso e se comprometeu a atender qualquer pedido meu ou de minha esposa

terça-feira, 27 de julho de 2010

PERVERSÃO MÁXIMA

Conto de autor desconhecido

    


 

"O fato que passo a narrar agora, aconteceu quando conheci Ellen através de um anuncio classificado erótico. Estava passando por alguns anúncios quando me deparei com um que dizia: Pervertida, recém chegada da Europa procura homem de qualquer idade, raca, bem decidido, pervertido e sigiloso para viver mil loucuras extremas,


 

Resolvi responder, sempre fui meio pervertido, mas o que aprendi com esta mulher realmente me chocou no começo. começamos a conversar através de emails, trocamos telefones, ate que marcamos um encontro,

Quando chegou vi que Ellen era uma mulher deslumbrante, loira com 1,78m de altura 38 anos , coxas grossas, cintura bem definida e lindíssima, eu não estava acreditando. ela me cumprimentou, sentou-se e pedimos um vinho. Ellen me disse que viveu 18 anos em Paris, trabalhava como representante de uma marca famosa de roupas e que estava de volta para iniciar aqui uma representação filial desta marca, e eu por minha vez lhe disse que era engenheiro civil e trabalhava em uma construtora aqui da capital, tinha 31 anos na época, enfim trivialidades as quais já havíamos conversado via cartas e telefone.

Depois da primeira garrafa de vinho o papo já havia tomado um rumo mais descontraído e comecei a questionar a respeito de seu anuncio ou seja o que ela entendia ser perversão, ela simplesmente me olhou e disse que se eu estivesse disposto ela me diria em seu apartamento, tomamos a segunda garrafa de vinho e fomos para seu apartamento.

Quando chegamos Ellen abriu a porta me puxou para dentro e me jogou no sofá, me deu um delicioso beijo levantou-se e abriu o sobretudo, estava vestida para minha surpresa apenas com um espartilho, jogou o sobretudo e investiu seu corpo sobre o meu com toda volúpia e arrancou toda minha roupa começou a chupar meu caralho com muita maestria e depois disse para que eu não a tocasse ainda, depois levantou-se deixando-me cada vez mais louco foi ate a televisão ligou o vídeo e colocou uma fita a qual continha cenas de sexo muito fortes, mulheres com animais, e muitas cenas de coprofagia

Aassisti impassível e ela também pois exigiu que assistissimos quietos, ao termino da fita que possuía apenas 15 minutos ela avançou novamente sobre mim e permitiu que eu fizesse o mesmo, em meio aquela volúpia Ellen disse que não agüentava mais e pediu para que eu a possuísse, e foi o que eu fiz, coloquei-a na posição de frango-assado e comecei a penetrá-la, aquela vagina totalmente úmida contraia-se a cada centímetro que eu avançava e Ellen totalmente desconcertada gemia, dizia palavras em francês e gozava sucessivamente, ate que em dado momento disse:

Já fui torturada o suficiente, agora quero que coma meu cuzinho, levantou-se me pediu que a acompanha-se, saímos da sala e fomos ate um quarto no fundo do apartamento, como se fosse um quarto de empregados, e qual não foi minha surpresa quando a porta se abriu, haviam vários aparelhos estranhos, parecendo aparelhos de ginástica, uma câmera, um telão e uma cama redonda encapada com um tipo de lona plástica, mais para o fundo um pequeno banheiro composto de um box com uma pequena hidromassagem e uma privada tipo turca ao lado, Ellen me puxou pelo braco para perto da cama e disse:

Agora vamos começar com a nossa perversão, me preparei desde que marcamos nosso encontro.

Havíamos combinado em uma quarta-feira que nos encontraríamos na sexta, dizendo isto colocou-se de quatro em cima da cama e mandou que eu a enrabasse sem do, diante daquela visão maravilhosa, não tive duvidas, fui ao seu encontro, Ellen possuía muita lubrificação vaginal, tanto que chegava a escorrer, penetrei sua vagina a fim de lubrificar o pau e comecei a penetração anal, devo salientar que possuo um membro considerado grande (22cm x 6,5cm) portanto comecei a forcar com cuidado e penetrá-la, quando consegui introduzir a glande Ellen começou a gritar de prazer e jogou-se para traz fazendo com que meu membro entrasse de uma so vez, ela urrou como um animal e jogou-se para frente fazendo com que eu saísse de dentro dela, eu também senti muita dor pois era como se se anus já estivesse preenchido, ela sentou-se com expressão de dor e prazer e disse:

Vou pegar um lubrificante senão não vou agüentar.

Dizendo isto levantou-se foi ate uma pequena bolsa onde pegou um frasco e uma seringa muito estranha, encheu-a com o liquido e me deu dizendo:

Aplique no meu cuzinho. E virou-se, nesta hora vi que ela havia se borrado um pouco e olhei para o meu pau, ele estava coberto de fezes, fiz menção de ir lavá-lo e ela disse para que não fosse e mandou que eu lhe aplicasse o liquido, assim que apliquei ela se deitou e pediu para que eu deitasse em cima dela e esperasse ate que o suposto liquido fizesse efeito.

Depois de uns 10 minutos ela disse que já estava pronta novamente, coloquei-a novamente de quatro e recomecei a penetração, e novamente ela urrou e jogou-se para traz, so que desta vez não senti nenhum obstáculo e ela também não pareceu sentir dor, Ellen ao sentir meu membro em seu anus sofreu uma transformação radical, de mulher fina, e elegante para uma mulher muito abaixo de ser considerada vulgar, com um vocabulário muito baixo devo dizer, comecei a fodê-la com lentidão e Ellen começou a dizer:

Me fode seu f.d.p., olha que cu gostoso que eu tenho, já estou ate peidando de tesão, olha como eu peido gostoso no seu pau, me arranque bosta, vc gosta não gosta? Olha como eu me cago toda com este pintão no meu cu, me arromba, arranque bosta, eu to peidando, não estou agüentando vou me cagar toda! E Ellen peidava freneticamente e a cada peido me lavava em fezes, mas eu já havia pegado o ritmo e não estava nem ligando para isto, nem para o cheiro nem para a sujeira, eu estava apreciando toda aquela perversão e as palavras de Ellen me deixavam com mais tesão ainda.

Continuei fodendo e já não estava agüentado mais e gritei:

Vou gozar! Ellen ouvindo isto não se conteve e ficou mais tesuda ainda e gritava:

Vou gozar também!

Quando Ellen sentiu que eu havia ejaculado ate a ultima gota jogou-se para frente retirando meu pau de seu cu e gritando de prazer, assim que meu pau saiu começou a cagar-se e mijar-se gritando ainda mais alto de prazer, eu podia ver toda sua excitação a cada jorrada de fezes seguidas de contrações esfincterianas e peidos estrepitosos, isso deve ter durado mais ou menos uns dois minutos quando finalmente ela acabou deitou-se em cima de toda aquela sujeira com a cara de mulher mais satisfeita do mundo e me puxou para cima dela, confesso que passado a euforia e o tesão aquela situação começou a me incomodar, pois o cheiro era forte e sem contar que eu estava todo sujo,

Começamos a conversar sobre o que acabara de se passar, eu esperava que ela se sentisse envergonhada pelo que acabáramos de fazer mas pelo contrario so quem estava envergonhado era eu, ela então percebendo minha situação, iniciou a conversa sobre o fato, me colocando muito mais a vontade.

Ellen na verdade me segredou que nunca havia se sentido satisfeita nos moldes do sexo convencional e que ate tratamento já havia feito pensando que era uma mulher frígida, que seu casamento terminara por isso e que quando viajou para a França foi tentando esquecer também este fato, mas que quando chegou la, conheceu algumas pessoas e tomou conhecimento de um grupo de pessoas que costumavam patrocinar festas nas quais costumava-se praticar sexo pouco convencional, ou seja o sexo pervertido.

Eu estava me sentindo mal ali deitado foi quando disse a ela que iria tomar um banho e ela disse que ainda não havia acabado, dizendo isto tomou meu pau em suas mãos e com muita habilidade começou a me masturbar, quando ficou em ponto de bala ela levantou-se e disse:

Não demoro! Foi ate a bolsa retirou um acessório e retornou introduzindo algo no anus dizendo:

Preciso colocar este plug anal senão meu cuzinho vai ficar vazando! E riu, ela estava toda suja de fezes, pude ver bem, suas meias e seu espartilho estavam cobertas de fezes e eu a esta altura também estava, mas eu estava novamente excitado e isto não me incomodou, ela colocou-se de cócoras sobre mim e disse que iria me lavar para terminar nisso começou a mijar em cima do meu pau e limpá-lo com as mãos, senti sua urina quente e suas mãos com muita intensidade e isto me deixou mais tesudo ainda, quando terminou meu pau estava limpinho, foi quando ela começou a fazer uma chupetinha maravilhosa, gozei como nunca. Depois desta fomos tomar um banho, mas não acabou por ai na edição que vem eu conto mais um pouco, ate la!

sábado, 10 de julho de 2010

FABIANA , UM ENCONTRO DE AMIGOS..

Conto de Gabriel


 

Conheci Fabiana numa sala de bate papo da Internet.

Ela era do litoral de São Paulo, casada, tinha 34 anos e dois filhos. Dizia que o seu marido era muito ciumento e a impedia de fazer amizades e que a internet a estava possibilitando ampliar suas experiencias.

Mas sempre dizia, que como era casada, só estava interessada em fazer amigos, nada de aventuras.

Eu dizia que tudo bem, e assim começamos a trocar emails.

Quando dava, conversavamos por telefone, falavamos muito e sobre quase tudo. quase sempre à tarde, quando ela estava sozinha em casa. Fabiana dizia gostar muito de conversar comigo e eu também, porque ela tinha uma voz
muito envolvente e delicada.

Trocamos fotos e a nossa amizade virtual foi ficando mais sólida.

O acaso me possibilitou a oportunidade de conhece-la pessoalmente.

Conversando com ela , numa certa tarde, ela me disse que estava sozinha em casa, porque o seu marido tinha levado os filhos para pescar..

Eu então a convidei para jantar..Ela disse que não e eu insisti dizendo que era apenas um encontro de amigos até que ela aceitou marcar nosso primeiro encontro.

Viajei por mais de uma hora e nos encontramos numa cidade proxima da cidade dela.

Ela usava um vestido preto decotado, que ia até o meio das minhas coxas e notei que ela havia me aprovado.

Ela me levou para um barzinho que conhecia, onde disse que ia com o marido quando era solteira.

O barzinho , escolhido por ela, parecia um recanto para amantes... mesas de madeira numa varanda, luz de velas, música suave ao fundo... acima, a lua e as estrelas como testemunhas, e abaixo, uma vista panorâmica das luzes da cidade.

Era um lugar romântico demais para um encontro de amigos, como ela insistia em dizer. Fabiana repetia a todo instante que era uma mulher casada e que não estava afim de aventuras e que gostava de mim como amigo.

Eu dizia que tudo bem, mas não pude deixar de olhar em volta..

Havia apenas 3 casais de namorados quando lá chegamos. Sentamo-nos em uma das mesas num dos cantos da varanda e o garçon nos sugeriu que experimentassemos o vinho da casa dizendo que era imperdível.

Aceitei a sugestão e me senti feliz por aquele nosso primeiro encontro estar sendo tão maravilhoso e romântico! Após o jantar leve, entre conversas e mais conversas , eu estava ainda mais atraído por ela e louco de tesão. Embora não falassemos sobre sexo, o sexo estava implícito naquele jeito dela de sorrir e de olhar.

O vinho (que realmente era ótimo) acabou, e pedi uma outra garrafa. Ela aproveitou para se levantar pra ir ao banheiro, e somente aí vi que o vinho já estava fazendo efeito, pois ela me disse ter ficado meio tonta,

Eu também estou meio tonto, disse. Rimos.

Quando voltou, no meio da conversa, fiz um carinho de leve no rosto dela. Ela sorriu e nos beijamos.

Foi um beijo molhado e gostoso, seguido de outros.

Ela me disse que iriamos apenas ficar nos beijos, eu dizia que tudo bem, a elogiava, bebiamos, conversavamos e enquanto a beijava, eu já fazia carícias mais ousadas, enfiando disfarçadamente a mão por debaixo da saia dela,

Provavelmente pelo efeito do vinho (ou seria por causa da magia daquela noite enluarada?) ela não oferecia nenhuma resistência, apesar de ser nosso primeiro encontro (de amigos)

Enquanto beijava seu pescoço, colo e queixo, afastei sua calcinha... e começei a acariciar seu grelo. Seu grelo estava inchado e sua buceta molhadinha .. Eu pegava o líquido do meio dela e trazia para o clitóris num movimento lento e firme. .Puxava seus grandes lábios.... Entre beijos, ela me dizia prá parar, não queria , não queria.

Eu ignorei o que ela dizia e continuei tocando-a até que, ela já gemendo baixinho abriu as pernas e me deixou tocar mais firme seu grelo, acariciando ele. Enfiei um dedo na sua bucetinha e comecei a foder ela com ele.

Fabiana, nessa hora gemia gostoso, rebolando e esfregando sua bucetinha na minha mão, jogando o corpo para frente fazendo meu dedo sumir dentro dela. Ao mesmo tempo sussurrava baixinho, sem parar "Pára, pára, não tá certo, não tá certo" e fodia meus dedos enquanto eu chupava sua lingua gostosa.

Foi então que ela me fez perceber onde estavamos, embora o barzinho estivesse quase vazio e estivessemos num lugar bem escuro..

Fabiana tirou minha mão do meio de suas pernas e me olhando com o rostinho vermelho, disse : - é melhor a gente ir embora.

Passei e saimos. Nossos beijos recomeçaram , já muito mais quentes, no meu carro .

Entramos no primeiro motel que encontramos, já loucos de tesão, aos beijos e abraços. Eu dizia que ela era linda, gostosa, que estava louco por ela, enquanto beijava seu pesoço, colo e queixo.

Tirei a sua roupa apressadamente, beijando cada pedaço que desnudava, e comecei a beijar e lamber cada pedacinho dela.

Fabiana me disse qeu estava gostando dos meus carinhos, então delicadamente passei a mão sobre seus seios. Fabiana gemeu baixinho.
Continuei a passar as mãos nos peitinhos dela, agora já beliscava levemente seus mamilos e ela gemeu mais alto.

Aproximei meu rosto dos seus seios e beijei-os gostosamente. FAbiana delirava de tesão, gemia como uma gata no cio. Não sei por quanto tempo fiquei ali, chupando os peitinhos dela. Eu lambia os mamilos, chupava os seios todinhos, fazia da minha língua um chicote e batia em seus mamilos durinhos.

Com minha língua em seu mamilo eu simulava que estava chupando seu clitóris. Ela gemia e me dizia que não aguentava mais.

Então deitei -a na cama . A bucetinha dela estava molhadinha, com aquele muco transparente que toda mulher tem quando fica excitada. Abri suas pernas e me aproximei de sua grutinha, .

Fabiana, a essa altura, implorava para que eu a chupasse, mas eu não cedi imediatamente. Comecei a beijar a parte interna de suas coxas e ia subindo até chegar bem perto de sua grutinha, mas não continuava, e retornava para
as coxas... Ela ficou maluca com isso, estava encharcada . Comecei a lamber a xaninha Seu grelo havia crescido com o tesão, estava vermelho, lindo demais. Afastei suavemente os grandes lábios, e cheguei mansamente com

minha língua dura no seu grelo inchado. Então comecei com aquele movimento de vaivém Masturbei o grelinho dela com a língua, não dei atenção à mais nada a não ser o grelo de Fabiana . Ela arfava e gemia. Dizia que nunca tinha sido chupada dessa forma, que ela ia gozar na minha boca.
Quando percebia que ela estava prestes a gozar, afastava a língua. E eu afastava, depois me aproximava e recomeçava. Em dado momento, enfiei o polegar na sua xoxota e senti que ela urrou de prazer. Aproveitei e enfiei o
indicador no seu cuzinho e permaneci assim, "comendo" ela na frente e atrás, enquanto com a língua, tentava lhe proporcionar prazer . Então ,gemendo muito, Fabina não aguentou mais e gozou violentamente. Enfiei mais os dedos
em seus buraquinhos e pude sentir as contrações de seu gozo. Ela não parava de gozar e eu não parava de chupá-la. Minha vontade era engolir todo o seu clitóris, tamanho era o meu tesão. Fabina chegoua atá a chorar de tanto
gozar.

Depois ficou amolecida, de olhos fechados, com o rosto vermelho ,por uns 5 minutos.


 

Só então se deu conta de que eu ainda estava vestido. Ela me olhou e disse : "tira a calça". Me despi rapidamente e o pau duro saltou . Eu estava em pé ao lado da cama. Ela nem esperou eu me deitar, sentou na beirada da cama e
começou a chupar minha pica como se estivesse esfomeada, afoita.Ela me chupava e me punhetava e gemia.Eu disse a ela que estava uma delícia, mas se ela continuasse me chupando gostoso daquele jeito eu iria gozar na sua boca.

Quando ouviu isso, ela começou a chupar meu pau com toda a fome do mundo.

Chupou e chupou até eu sentir que meu corpo ficava mais retesado. Era demais. Eu urraa de prazer dizendo seu nome e puxando-a pelos cabelos.

Senti o sangue bombando em toda a extensão do meu pau. "Vou gozar, eu disse"..

"Goza na minha boca", ela disse, e continou até que gemi alto e despejei um monte de porra na sua boca. Ela continuou chupando enquanto eu me contorcia de gozo.

Então parou de chupar e ficou me punhentando, espalhando a porra pelo meu pau e me olhou com uma cara de pura felicidade. eu lhe sorri e me sentei ao seu lado e a beijei com tesão, chupando seus lábios, sua lingua. "Que beijo
gostoso", ela me disse" foi o beijo mais gostoso que eu já tive". Fiquei orgulhoso, fui às nuvens. Nos beijamos muito e ela não parava de me punhetar. Meu pau continuava duro.

Deitei-me sobre ela, sem parar de beija-la,na boca, no pescoço, mordiscando sua orelha..

"Voce tá me deixando doida", ela disse. Então posicionei o pau na bucetinha dela e comecei a brincar, bem de leve. Punha só a cabecinha e tirava. Punha de novo e tirava, esfregava a cabecinha no grelinho dela, parava, chupava
seus seios e sua lingua e voltava a brincar com sua buceta.

"Filha da puta" ela disse" me deixou doida, me fode"..disse ela, "não aguento mais" e inverteu a posição ficando por cima de mim e encaixou a buceta no meu pau, fazendo entrar até a metade. Então ficou rebolando em cima do meu
cacete e engrenou um entra e sai enquanto masturbava o clitóris. Começou a se tocar , alucinada, enquanto eu a estocava com força de baixo prá cima.

.."vou gozar.!! aiiaiaiaiaiiiii", ela gemeu se retesou e gozou loucamente, contraindo meu pau com a buceta. Aquilo me fez urrar de prazer e eu comecei a gozar em ondas, sentindo o corpo todo formigar, esporrando dentro dela, em jatos.

Quando parou de se contorcer, saiu de cima de mim, me deu um gostoso beijo na boca e voltou a chupar o meu pau, que agora já estava um pouco mole.

Aquilo foi maravilhoso e me fez gemer, porque depois de gozar o meu pau ficou ainda mais sensível e a chupava ficou ainda melhor. Não cheguei a gozar de novo, mas senti um prazer indescritivel..

Ela me disse depois, que a transa foi muito gostosa, mas que adorou ser chupada e chupar o meu pau e quando eu gozava na sua boca, era como se ela gozasse também. Eu disse a ela que também me sentia assim.

Nos encontramos ainda algumas vezes, quando era possível aos dois, e sempre uma vez era melhor que a outra.

terça-feira, 6 de julho de 2010

LIZ DELICIA

(PORQUE EU SONHEI COM VOCÊ ONTEM À NOITE)

Conto de gabriel


 

Uns amigos me convidaram para uma festa. Eu não queria ir, fui quase forçado, porque eles foram até me buscar em casa.

Valeu. Era num casarão, com um lindo e enorme jardim, piscina e buffet.

Uisque caro e vinho bom.

Mais ou menos uma hora depois que chegamos, foi que eu a vi.

Era uma menina bonita, de cabelos encaracolados, branquinha, gordinha, com uns olhos maravilhosos, lábios bonitos, um sorriso lindo e envolvente e pézinhos perfeitos, de unhas bem feitas, pousados sobre uma sandália vermelha. Não consegui tirar o olho dela.

Eu nunca a tinha visto antes, mas , pode parecer inacreditável, eu havia sonhado com ela na noite anterior.

E ela era exatamente como no meu sonho : o mesmo sorriso, a mesma simpatia, o mesmo jeito.

Ela estava em um grupinho conversando divertidamente. Fui apresentado ao grupo, mas enquanto conversávamos, comecei a trocar olhares com ela. Seu nome era Liz e foi muito simpática comigo e me colocou à vontade no grupo.

Um outro grupo dançava numa sala ao lado e fomos prá lá e começamos a dançar.

Começou a tocar músicas lentas, mais calmas e eu chamei Liz prá dançar.

Ela estava com um copo de uisque na mão e o copo gelado na minha nuca constrastava com a quentura do seu corpo macio, apertando-se ao meu.

Quando tocou Oceano do Djavan, ela tirou a mão do meu pescoço e me abraçou pela cintura. Ficamos nos apertando e eu morrendo de tesão, já de pau duro me esfregando nela. Ela enfiou a mão por dentro da minha camisa, tocando a minha cintura, agora sentia o copo gelado na cintura. De vez em quando ela bebia um gole, depois trocou o copo .

- Adoro Djavan, ela disse

- eu sei, eu disse, eu sonhei com você e já dançamos no meu sonho

Ela sorriu e disse que não acreditava.

- e o que vai acontecer agora, ela disse ? o que aconteceu no seu sonho ?

- isso, eu disse e a beijei longamente.

A principio, ela ficou surpresa, depois correspondeu ao meu beijo com ardor. Ela tinha um beijo muito gostoso ,sua boca era uma delícia. Eu estava louco pra transar com ela. Continuei contando o meu sonho.

- No meu sonho, nós continuamos dançando numa varanda, numa noite de lua.

- Então ,vem, ela disse e saimos para o jardim..

Continuamos dançando ao som da musica que vinha de dentro, mas logo eu não ouvia mais a música e cantarolava no ouvido dela "Pétala".

Meu pau duro se esfregava discretamente entre suas virilhas, Eu a olhei a beijei na boca muitas vezes e ela correspondeu.

- O que mais aconteceu no seu sonho,ela perguntou, me interrompendo.

- Você me disse que estava sem calcinha e pediu prá eu te tocar..

Ela sorriu e não disse nada, levou a minha mão até suas coxas macias, por baixo do vestido e me beijou outra vez.

Minha mão subia pelas suas coxas até chegar ao seu clitóris e comprovar que ela estava mesmo sem calcinha, do jeito que eu tinha sonhado Ela riu e eu a beijei bem gostoso sentindo seus seios ficarem mais durinhos,

Eu a apertei mais firme e chupei o seu pescoço. Ela gemeu.

E dessa vez não foi só um beijo gostoso, minhas mãos percorreram seu corpo todo e eu estava totalmente tarado., Então abaixei o seu vestido tomara que caia , tirei o seu sutiã fazendo seus seios grandes pularem pra minha boca . Sem pensar em nada , passei a mamar os seus seios. Chupava um depois outro e ela gemia , louca de tesão.

Depois levantei seu vestido até a cintura, me ajoelhei , ela colocou a perna sobre meus ombros se posicionando, eu fui subindo a boca e a lingua pelas coxas grossas e continuei subindo até chegar a sua buceta lambendo e chupando com muita vontade e desejo. Enfiava a língua dentro dela e dava pequenas mordidinhas no grelo que estava muito duro de desejo.

Liz me puxou pelos cabelos se apertando no meu corpo e demos um delicioso e demorado beijo de língua Sem parar me beijar , Liz , esticou a mão e pegando meu pau duro direcionou-o para a entrada da buceta pedindo : – Enfia logo esse pau gostoso , não agüento de tesão. Me estiquei um pouco e coloquei a cabeça do pau na portinha dela, fui empurrando devagar e depois de entrar a cabeça por inteiro, fui enfiando tudo

Passei a cadenciar as metidas sentindo cada centímetro do pau entrar e sair daquela bucetinha macia que estava completamente encharcada de tesão.

Percebi que estava no caminha certo quando ela soltou um palavrão :

- Caralho! Calma! Calma!

Mas de nada adiantou, em segundos estava todo dentro dela , como um tarado, gemendo, urrando, falando palavrão no ouvido dela, num vai-e-vem lento e logo depois frenético e prazeroso. Meu corpo ia e vinha dentro dela, , ansioso. Ela deixou escapar um " que tesão, que tesão " se abraçando nas minhas costas , " me fode, ela disse",

Ela aumentou significativamente o tom de seu gemido.Quando eu fui metendo com força,ela gemia e murmurava : _Fode a minha buceta!!Me fode!!!Me fode!!! Seu filho da puta!!Seu viado!!Me come,seu safado!!!Mete mais forte!!Mais forte!!Mais forte!! Enfia tudo!!Tudo!!Mais forte!! Enche minha buceta,seu canalha!!Mais forte!!Mais forte!!Vai enfiando ! Enfiando!!!Ahhhh....Ahhhhh.....Ahhhh!!!!!

Agarrou -se ao meu pescoço e gemia no meu ouvido, senti ela estremecer e se retesar . :- ahhhh, to gozando..to gooooozaaaaandoooo !!!

Ficou me apertando, sua xaninha comprimia meu pau e gozei uns minutos depois, quase que gritando de prazer .

Depois ela me sorriu, enquanto eu acariciava seus cabelos e me perguntou

:- foi assim no seu sonho ?

: - vc é muito melhor do que os sonhos, eu disse.

Ela pegou o copo de uisque, que tinha colocado no chão ,tomou um gole e sorriu.

:- mentiroso...

quinta-feira, 1 de julho de 2010

PEGOU A VIZINHA NO BANHEIRO

conto de autor desconhecido *


 


 

" Tenho 18 anos e esse fato me aconteceu no início deste ano.Vou trocar os nomes por ética e a pessoa com quem mantenho até hoje relações sexuais é casada. Esse é o meu primeiro relato .Vamos ao assunto.

Eu sempre tive uma atração por uma vizinha que é muito gostosa, daquelas que tem uma bunda bem gostosa um peitinho bem gostosinho e uma buceta giganetesca. Eu sempre a observava seja na piscina de sua casa ou na praia, más sempre disfarçando.

No segundo fim de semana do ano, acordei umas sete(7) da manhã e encontrei a minha deusa de biquini na rua sózinha, fui até lá e comecei a conversar com ela e foi aí que descobri que seu marido tinha viajado e só iria voltar umas duas semanas depois. E logo pensei eis o momento esperado só estaria ela e seu filinho de 3 anos em casa.

Depois de meia hora comecei a jogar indiretas para irmos para a piscina de sua casa pois lá era mais fácil de dar o bote pq não teria ninguém para nos observar. Fomos para a piscina e em alguns mergulhos aproveitava para dar uma roçada em sua bunda e devez en quando ela esbarrava com a mão no meu pênis.

Quando deu meio dia resolvi ir embora pois estava achando que se não tinha rendido nada até ali nada mais iria acontecer. Então foi aí que me empouguei um pouco quando ela me chamou para almoçar com ela e seu filho. Porque ela estava não estava querendo ficar só em casa. Na cozinha dei umas roçadas nela e ela não falava nada umas duas da tarde ela pediu licensa para ir colocar o filho para dormir e ir tomar um banho e eu aproveitei e lhe pedi uma toalha para também tomar banho.

Quando saí do banheiro tava o maior silêncio subi para ver oq estava acontecendo procurei-a pelos comodos da casa e não a achei e foi aí que tomei coragem e entrei no seu quarto e quando estava entrando escutei um barulho no banheiro de sua suite então entrei sem fazer barulho e quando olhei dentro do banheiro ela estava sentada no vaso com as pernas toda aberta tocando siririca eu fiquei olhando pela beira da porta, ela tirou um vibrador e começou a enviar na sua buceta, depois de um tempo ela se levantou e pegou um vidro de shampoo ficou de costas para onde eu estava com as mãos apoiadas na parede e começou a introduzir o vidro em sua buceta eu fiquei admirado como que uma mulher poderia aquentar aquele vidro de uns 12cm de diâmetro na buceta, más eu estava super-excitado então entrei no banheiro ela levou o maior susto e falou que não era aquilo que eu estava pensando, pediu para que eu fosse embora pois estava muito envergonhada então eu me aproximei dela e tasquei o maior beijo na loirinha e comecei a passar a mão no seu corpo atá chegar na sua buceta. Quando toquei-a na buceta ela deu um gemido alto e começou a gozar na minha mão. Peguei-a no colo e a levei para a cama que ela dormia com o corno. Então ela falou que alí não. Eu mandei-a calar a boca pq quem mandava na buceta dela e na casa naquele dia era eu.

Ela ameassou sair eu a segurei dei-lhe um beijo na boca e comecei a descer passando a lingua pelo seu corpo fiquei uns cinco minutos chupando aqueles peitinhos perfeitos que a tanto avia sonhado em lamber, fui descendo com a lingua pela sua barriguinha passei por sua virilha desci pelas suas pernas, ela já estava gemendo, gritando pedindo que a estuprasse com a lingua e quando coloquei a lingua em sua buceta ela soltou uma cachoeira na minha boca, fiquei uns 15 minutos chupando aquela bucetinha gostosa e ela pediu o meu pau para dar uma chupadinha ficamos no 69 até eu encher a sua boca de esperma.

Mau terminei de encher a sua boca e nem avia me recuperado e não deixou que meu pau se amolecesse batendo uma punhetinha daquelas dando umas lambidas em minhas bolas, quando o pau estava duro como uma pedra sentou-se e começou a cavalgar, mudamos de posição várias vezes ela ficou de quatro comi a sua buceta de quatro minha posição predileta enchi a sua gruta de porra.

Deitamos e 'ficou o maior silêncio ela ficou de costas para mim como se estivesse com vergonha do acontecido e eu fiquei observando aquela bunda maravilhosa e depois de alguns minutos eu estava novamente excitado pronto para outra, enconstei-me nela por trás e perguntei em seu ouvidinho pq que ela estava assim e comecei a passar a cabeça do pau em sua bundinha ela ficou calada depois de algun tempo ela separaou um pouco uma perna da outra de modo que pudesse ver, sentir e meter em sua bucetinha, ela virou o rosto e me deu um beijo então comecei a passar a mão em sua bucetinha que comessou a ficar molhadinha.

Ela tentou virar se para ficar de frente para mim eu não deixei e a deixei de modo que ficasse com o rosto no colchão e com a bunda virada para cima então posicionei-me em cima dela direcionei meu pau em sua bucetinha e enfiei de uma vez só o que fez ela atingir ao orgasmo e começou a falar palavras desconexas eu enfiava sem dó estocava com força levantei o seu quadril a modo que ficasse de quatro e continuava estocando com força quando olhei para o seu cuzinho, a cada estocada ele dava mua piscadinha como se estivesse pedindo para ser comido.

Eu passei a mão em sua bucetinha que estava meladinha e molhei o seu cuzinho enfiei o dedo, depois tirei o pau de sua buceta e fui enfiar no seu cuzinho. Ela falou que não que alí ela era virgem e que nem o marido dela tinha comido aquele botão rosado.

Ela ameassou sair, eu a segurei pelos quadris e comecei a enfiar em seu cuzinho até chegar ao fundo quando vi meu pau sumir naquele elo maravilhoso comecei a fazer movimentos tirando e colocando devolta e ela chorando pediu para que não parasse pq estava ficando gostoso, comi o seu cú por um longo tempo e gozei lá dentro enchendo o seu cú de esperma.

Continuamos deitados e eu deixei o pau no seu cú para saisse sozinho quando amolecesse e acabei dormindo.

Acordei já estava de noite coloquei a minha roupa e estava indo embora quando ela pediu para passar a noite com ela. Eu falei que iria em casa falar com meus pais que iria sair e só voltaria de manha.

Depois de umas duas horas retornei a sua casa e ela me disse que já estava indo dormir pensando que eu tinha decidido deixar ela passar a noite sozinha.

Más eu falei e cumpro até hoje que não iria deixar ela dormir uma noite sozinha quando seu marido viajasse. E passei a noite toda me deliciando com aquela bucetinha e aquele cuzinho que tinha sido comido pela primeira vez a algumas horas atrás. Não é só isso.


 

(*recebi o conto com todos esses erros de português que vcs já devem ter comprovado, mas preferi deixar assim mesmo, em