quinta-feira, 24 de junho de 2010

PAI E FILHO
autor de conto desconhecido



" Meu nome é Anna Ellisa, tenho 35 anos, sou atraente e um pouco safada, e de tanto ler as experiências dos leitores desta página, decidi relatar uma história que deve ser contada. Tudo começou há alguns anos atrás, quando eu, meu marido e meu filho, nos mudamos para um edificio na Tijuca. Eu já traía meu marido, com o seu expresso consentimento e, desta forma, não me demorei para me envolver com Fernando, vizinho de andar, que também tinha um menino, Júnior. Trepávamos sempre que meu marido saía, ora no meu apartamento (na minha cama de casal), ora no dele. Inúmeras vezes fodíamos no saguão do andar ou no elevador, ocasiões em que eu colocava um vestidinho branco e florido, sem calcinha, e Fernando só tinha o trabalho de levantá-lo para me comer. Meu marido até sabia que aquele era o meu "uniforme", quando eu queria dar uminha mais perigosa. Eu e Fernando gostávamos de ousar e faziamos loucuras, como: ele me comer gostoso na cozinha, com meu marido e meu filho vendo TV na sala, eu gemia abafadamente para que meu filho não ouvisse, ou, treparmos durante horas na casa dele com nossos filhos jogando video-game, a porta trancada, os meninos nos chamando para ver os jogos e nós num delicioso 69, o caralho grosso em minha boca e o rosto dele mergulhdo entre minhas pernas.


 

Naqueles tempos ele adorava foder comigo, mas creio que foi cansando e começou a ter outros casos por aí. Eu morria de raiva e, às vezes, precisava pedir insistentemente para que ele entrasse em mim. Como ele passou a se ausentar muito indo dormir com outras mulheres, passei a cuidar de Júnior, seu filho, esperando de Fernando boas trepadas em troca. O menino, com a mesma idade de meu filho, 7 anos, não conhecera a mãe e adorava receber minha atenção. Mas eis que eu que tinha mais ou menos 26 anos, comecei a me excitar com o filho do gostoso do Fernando. Júnior era muito parecido com o pai, fisicamente, e tinha um piupiuzinho lindo. Me masturbei muito para aquele menino. Eu costumava tomar banho com meu filho, mas com Júnior, o banho demorava duas, três vezes mais. Ele não tinha malícia mas seu pauzinho ficava bem duro quando esfregávamos nossos corpos ensaboados para "limpar melhor", cheguei a me masturbar discretamente debaixo do chuveiro e quando gozei, abracei-o com força e gemi, ele me perguntou se eu estava machucada.


 

Um dia aconteceu algo que me deixou enloquecida: estávamos nus, no banheiro, e eu, sentada no vaso sanitário. O enxugava. Ele começou a olhar para minha xoxotinha e pediu para que eu abrisse as pernas para ele olhar. Quase morri de tesão. Me encharquei toda, fechei os olhos, e abri bem as pernas e ele examinou minha vagina. Todos os meus líquidos lubrificantes escorriam em abundância e aquele cheiro dominou o banheiro. Ao abrir os olhos, quase não acreditei: seu piupiu estava em posição de ataque. Fiz um esforço sobre-humano para não puxá-lo para dentro de mim. Aquela semana implorei ao Fernando que me comesse todos os dias e até ao meu marido eu recorri. Sinceramente, eu achava errado transar com uma criança. Nunca mais tomei banho com ele e parei de foder com Fernando,porém Júlio continuava a frequentar normalmente a nossa casa.


 

Os anos se passaram e há duas semanas aconteceu o que me levou a escrever estas linhas a vocês. Com 35, eu sou muito gostosa pois gosto demais de sexo e por isso cuido do meu corpo. Meu marido não gosta de foder (isso existe). Júnior está agora com uns 18 anos e está um tesão, como Fernando era. O que reviveu a minha vontade, foi vê-lo de sunga em seu apartamento, quando fui apanhar uma roupa que meu filho esquecera lá. Ele estava com uma sunga vermelha que marcava bem o seu pênis de homem completo. Dava para ver a grossura (que é o que mais me excita) e comprimento, e também o volume das bolas. Seu tórax e suas pernas peludas me atraiam. Só que ele não me deu atenção.


 

A grande chance chegou num dia em que ele veio chamar meu filho para fazer sei lá o quê e eu coincidentemente havia acabado de chegar da rua com algumas compras. Não havia ninguém em casa e, por motivos que nào interessam, meu filho e meu marido só chegariam à noite. Falei para ele que foi ótimo ele ter chegado pois eu tinha um presente para ele e mandei que ele fosse vestir uma cueca branca que era para o meu filho, ele foi mas voltou vestido. Mostrei-lhe, então, uma roupinha de dormir que eu havia comprado para mim e que consistia em uma mini blusa e um shortinho, ambos de tecido branco e transparente. Perguntei para ele se ele gostaria de me ver vestida com aquilo. Respondeu prontamente que sim. Eu estava queimada de sol, com a marquinha do biquíni bem pronunciada e vesti aquilo sem nada por baixo: eu estava um tesão e assim, praticamente nua, voltei à sala.

Ele me devorou de cima a baixo. Perguntei se estava bonita e ele gaguejou que sim, falei que agora era a vez dele me mostrar se o presente que tinha lhe dado estava bonito, saiu e voltou só de cueca, o pau duro, desesperado, querendo sair dali, querendo minha bucetinha. Eu iria torturá-lo um pouco, antes de me entrgar de vez àquele homem.

Obriguei-o a sentar-se à mesa e fui fazer um chá. Ele não tirava os olhos da minha bunda e da minha buceta que podia ser vista tanto pela frente quanto por trás, já que a roupinha era bem larga. Os meus seios (médios, empinandos e com bicos cor-de rosa) podiam ser vistos sem problemas. A situação estava a ponto de me fazer explodir de tesão. Júnior alisava o caralho discretamente, por cima da cueca, tive pena dele. Voltei para mesa com o chá e falei que iria dar para ele tomar, pra que ele se lembrasse que ainda era meu menino. Abri a pernas e sentei em seu colo, de frente para ele, sentindo toda a solidez do seu pau sendo comprimida contra as delicadas dobras róseas da minha xoxota. Isso fez com que aquela parte da minha roupinha ficasse imediatamente úmida, e transparente, molhada de meus sucos vaginais. Apontei com o dedo e mostrei a ele. Júnior não estava mais aguentando, arrancou a xícara de minhas mãos e, me beijando desesperadamente, pegou uma faca na mesa e cortou as laterais da cueca, se despindo dessa forma. Ele afastou o meu shortinho para o lado e eu pude ver, muito rapidamente, o seu pau grosso que me invadiu, como há muito eu desejara. Dessa forma, abraçados e nos beijando, gozamos juntos em poucos segundos. Aquela mangueira não parava de gozar, como é bom sentir um homem esporrando dentro da gente!


 

Um caiu em cima do outro e ficamos um tempinho sentados nesta posição. Ele se levantou, sem sair de dentro de mim, e me carregou para a cama, pude finalmente ficar nua com ele. Sua porra começou a escorrer para fora da minha buceta, ele pegou o lençol e secou um pouco, para cair de boca e me chupar de uma forma que eu nunca havia experimentado em 35 anos de vida. enquanto ele me lambia, chupava, mordia, eu avancei em direção ao seu mastro e finalmente pude sentir aquele tesouro na boca. Chupei o pau, as bolas, mordi o corpo do pau bem devagarinho enquanto ele beijava meu sexo e enfiava a língua inteira dentro dele. Um gozou na boca do outro. Com a boca entupida com esperma, sem forças para mais nada, desfaleci e fiquei babando a porra dele por um bom tempo.


 

Acordei com ele me puxando carinhosamente pelos cabelos, com tudo duro, me dando tapinhas na bundinha queimada de sol e pedindo para que eu ficasse de quatro. Como uma cadelinha atendi ao meu macho prontamente e fiquei esperando novamente para ser comida por aquele garotão. Com uma deliciosa selvageria ele segurava meus quadris, íamos e voltávamos, e ele dizia para mim que eu era uma puta, uma safada gostosa e que iria me comer até cansar. Nesta posição cão-cadela começou a morder minha orelha o que me fez gozar estrondosamente. Se alguém estivesse próximo à porta do apartamento, poderia jurar que eu estava sendo torturada. Foi uma enorme gritaria na hora em que ele gozou. Ainda atracados, nos deitamos, ele por cima de mim. Acreditem: seu membro não amolecia, passou pelo menos duas horas, duro, dentro de mim. Dois dias depois quando tivemos a chance de dormirmos juntos, pude verificar que ele poderia passar a noite inteira dentro de mim.


 

Desde essa primeira vez, temos metido regularmente e Júnior gosta de ousar, como o pai, entretanto, não tem experiência. Hoje, meu marido nos flagrou fudendo em sua cama, veio e me deu um beijo na boca e foi pra rua. Realmente não posso reclamar de marido, filhos e vizinhos. Até a próxima.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

O FILHO DO CARTOLA ...

É LINDO E UMA BELA SURPRESA.

Conto de autor desconhecido


Sou do nordeste mulher casada e realizada, com 31 anos, exerço a função publica com prazer e com uma vida social boa, discreta mas muito excitante, e com tudo isto posso dizer ,que VIVO FELIZ.
Tenho as minhas loucuras pelo mundo do sexo, erotismo e emoção, desenvolvidas e praticadas com o meu maridão que me tem dado momentos excitantes e muito intimos, vivo num belo apartamento, onde as plantas e as cores do local onde vivo são a verdadeira harmonia criada pelo meu homem, das quais eu desfruto todas as horas de cada dia. Ele é professor universitário e vive nem sempre por aqui em outras vezes, está pelo interior.

O meu comandante tem um filho que é muito querido 16 anos André, que frequenta naturalmente o nosso apartamento, somos vizinhos, belo corpo, jovem e com um "clik" para me olhar e me tocar que foi demonstrado ao longo do tempo da nossa relação, algo que um dia poderia acontecer...

Foi crescendo, foi frequentando a nossa casa e com um ótima relação com o meu maridão. Um dia estava em casa e ele teclando no pc da casa.

Me chamou e me sentou no seu colo para ver um joguinho e lá estive tranquila e gostosa no colo dele e ele todo feliz - se notava no olhar, me dando dicas e as mãos dele deslizando nas minhas coxas e subindo a cada momento para as mamas e eu sentindo um arrepio pelo corpo todo devido à surpresa.

Que queria o nosso André de mim, que estava a pensar ele, sei lá me sentia muito bem e me deixei estar, virei-me para ele abri as pernas e dei umas caricias para retribuir aquele carinho dele e dava para sentir o pau dele na sunga e eu cada vez mais louca naquele momento, saltei do lugar e fui á vida sonhando e pensando.

Um dia estava a dormir sossegadamente e o meu marido dormindo comigo levantou-se e foi a sala buscar o André para vir para nossa beira dormir e eu sonhando o que poderia acontecer depois daquela brincadeira... parece que o meu homem adivinhava o lance...Deitamos, fechamos a luz, e passado um tempinho senti as maos do André deslizando no meu corpo e o meu homem dormindo descansado e eu muito excitada virei-me para o garoto e começei a dar saída ao meu tesão e loucura. Abraçei-o e dei muitos beijos no corpo e passei a minha boca pelo pau dele... que beleza que textura dava para notar que estava bem desenvolvido e que queria entrar em jogo, não fosse ele goleiro e dos bons lá na escolinha do futebol.

Tiramos a roupa e ele saltou para cima de mim e senti finalmente o tamanho do pau, que lindo e ele procurando penetrar no meu jardim florido e depois de varios beijos dele nas minhas mamas atacou com vigor e penetrou. Tinha jeito, sabia o que estava a fazer e o leite correu de repente na minha coninha louca.

Com este presente...fodemos durante o tempo todo, enquanto o patrão da casa dormia descansado e se calhar feliz pelo que estavamos a fazer...De um momento para outro ele me disse, vou gosar pela primeira vez na tua coninha, queres?

- Claro meu lindinho, dá a tua nega o teu leite virgem e muito gostoso vai dá... Ele soltou uma cachoeira de leite tanto e muito gostoso, descansamos e dormimos tranquilamente, foi uma noite muito muito excitante...,

quando acordámos contei ao meu maridao o que se tinha passado e ele num gesto espontâneo e sincero nos abraçou e deu um beijo a cada um, saltou da cama foi ao banheiro e aproveitamos para dar uma abraço um no outro de muito felicidade. que belo afilhado tinha eu....

Passado uns tempos o André telefonou-me que estava com saudades de mim e se podia vir até ao apartamento, pensei, será que ele vem finalmente dar beber ou beber ao meu pito ...vamos ver. Estava muito excitada...

Ele chegou com um sorriso nos labios me abraçou ainda na sala encostada a parede eu passei as mãos nas costas, deslizando até o bumbum depois fomos para o quarto do pc . Eu deitei-me na cama, ele pos musica , eu chamei-o para a minha beira ficamos a conversar eu fazendo mimos nele, depois fomos para o nosso ninho onde continuou a conversinha ludica e o aliciamento, caricias por cima das roupas e bem aconchegados depois ele tira a minha roupa e eu tiro a camisola dele, salta para cima de mim e fica a beijar-me e roçando o pau lindo na minha cona que latejava e cheia de leite, é uma sensação louca, no meio das minhas pernas, tiro a roupa dele e vejo aquele belo exemplar de vara negra com a cabeçote vermelho alta, imponente, linda!!! iressistivel !!!

Louca para entrar na gruta e eu ñ resisto caí em cima da vara dele com as pernas para a cabeça dele ele ficou a admirar a cona enquanto eu xupava a vara ele deslizava os dedos e tb ñ resistiu e chupou o pito como principiante, mas já muito gostoso, depois me vira põe-me de 4 ( gatas) pensava eu , vou levar com aquela vara gostosa de imediato!

mero engano ele ficou a deslizar o cabeçote na gruta só depois é que ele meteu tudinho eu estremeci ele gingava e metia tudo mesmo ,senti o cabeçote dele nas entranhas da minha gruta que loucura quando ouço... "vou gozar"

e eu digo a olhar para tua foto que esta lá a sorrir para nós, anda queridinho, goza para mim

e senti o leite a jorrar virgem denso e em kilos, tirou fora e foi deitando sobre no meu corpo que BELO quadro...

Eu sentia tu a veres e o meu pensamento voava até à tua beira meu querido Antônio Alberto.

Como a vida é bela e muito excitante e harmoniosa. Mariana

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O ESTAGIÁRIO E SUA SUPERIOR

Conto de autor desconhecido


 

"Vanessa parecia ser bem fechada, mas com o tempo mostrou que era sensual e provocante..."


 

"Meu nome é Rodrigo, tenho 23 anos e adoro baladas. Tenho uma queda violenta por mulheres morenas. Em abril, comecei a trabalhar como estagiário em uma empresa da minha cidade, e havia na minha seção uma morena de feição fechada, que trabalhava com programacao. Chamava-se Vanessa: 1,63m de altura, uns 56 kg, curvas estonteantes. Eu trabalhava perto dela, e começamos a conversar bastante. Percebi que a feição fechada não passava de fachada, pois tratava-se de uma pessoa simpática, boa de papo e com um carisma incrível. No final do ano, a empresa ia promover uma confraternização, numa chácara. Fomos todos e passamos o dia nos divertindo. Em um dado momento a Vanessa se aproximou de mim e começamos a conversar sobre assuntos sem sentido. Lavávamos louças e brinquei que ia passar a mao em sua perna, e ela disse que duvidava. Não deu outra: comecei a acariciar as pernas até o joelho.. só um pouquinho para não dar na deixa do pessoal da empresa. Nesta festa começou a azaração. As mulheres falaram que eu estava afim dela, e Vanessa me provocando. Na semana seguinte nossas conversas esquentaram, com convites picantes e desejos de beijos mútuos. Marquei um encontro: na frente da casa dela, uma noite, começamos a nos beijar, após uma carona que eu dei a ela. No dia seguinte fomos a uma cidade vizinha para uma festa, e todos ficaram me olhando. Aquela mulher maravilhosa estava ali me beijando. Fascinado, falei pra mim mesmo: eu quero essa mulher. Num final de semana, combinamos de assistir a um filme na casa dela com uma turma do escritório. Claro, só eu fui. Jantamos, vimos o filme e nao resistimos: naquela noite pudemos provar um pouquinho do que cada um tinha para oferecer. Deitada ali no sofa, beijei-a descendo pelo pescoço e sentindo aquele corpo saboroso. Fui beijando aquele lindo e volumoso par de seios, tirei sua blusinha e logo em seguida sua lingerie. Beijos molhados em todo a sua extensao e nos seus delicados mamilos fizeram mais uma vez receber como respostas suspiros e gemidos gostosos. Fui beijando, descendo pela barriguinha, enquanto ela gemia de prazer... mordia de leve seu umbigo, e sua respiração me deixav atordoado. Passei bem de leve a língua por sua cintura afim de adentrar por ali e sentir seu verdadeiro sabor... fui lentamente tirando seu shorts jeans notando seus olhos cerrados, como sempre. Suavamente beijei a região que envolvia o centro de suas pernas. Fui como um lobo com sede ao pote tentando de todas as formas apenas com a ajuda da boca passar pela lateral da calcinha afim de me deparar com seu sexo. Senti. Como que imediatamente removi sua calcinha e me deliciei entre as suas pernas. Ela já estava sentada no sofá, com as pernas ligeiramente abertas, e eu ali, ajoelhado como seu mais fiel escravo. Beijei-a com desejo. Queria mais, abriu minha bermuda na busca de meu sexo. Virei-me, sentando no sofá e ela sobre meu corpo. Fui beijando-a por toda extensão do seu pescoço e descendo em direcao ao seu sexo , e ela jogando seu corpo para trás, de encontro ao chão. Sabia que não podia me controlar mais, pois estava a ponto de gozar, quando ela encaixou em mim como se fosse cavalgar. Que encaixe... Nesta noite ficamos juntos deitados no sofá. O decorrer dos próximos dias foi de muita paixão e trocas de juras de amor. As loucuras continuaram na frente da casa dela, na rua, na varanda ou até mesmo dentro do carro. Em uma noite quente, no portão da casa dela, começamos um troca de beijos que acabei deixando-a nua dentro do seu quintal, sensação de medo e tesao aquela que ela sentiu. Levemente, após um pedido meu, ela foi beijando meu corpo de encontro ao meu sexo, deixando-o totalmente exposto a ela e provocando... deu-me um beijo, mas não queríamos mais parar. Como não paramos até hoje, pois nos amamos muito".

domingo, 6 de junho de 2010

NOSSO PARAISO EM ... TRANCOSO.

Conto de autor desconhecido


 

"" O mar calmo, o céu de um azul profundo em contraste com a areia fina e branquíssima foi o nosso primeiro contato com o paraíso. O choque visual tinha sido tão forte que ficamos por longos minutos estáticos, sob os coqueiros, admirando a vasta extensão de praia que se estendia, deserta e maravilhosa, até se perder no horizonte. Trancoso é uma praia linda e poética, sob qualquer condição; mas da forma em que nos preparamos para encontrá-la, divina é o termo mais apropriado que podíamos utilizar. Tudo havia sido programado para termos uma semana inesquecível. As crianças, bem acompanhadas, estavam a 1.100 Km de distância. E nós, dois casais de interesse muito próximos, estávamos prontos para viver uma grande experiência.


 

Eu e minha esposa, já conhecedores do lugar há muitos anos, preparamos minuciosamente nossos amigos, ao longo de meses de conversas, crescentemente mais excitantes e mais íntimas. E agora o paraíso estava ali, prontinho para nos receber. "Calmamente iniciamos nossa caminhada, deixando para trás as poucas mas bem elaboradas barracas que demarcavam o fim da área mais "social" da praia e iniciavam o chamado trecho de "praia dos pelados". Nesta época do ano, praticamente deserta, exceto pelos raros turistas e velhos conhecedores, Trancoso estava como queríamos: prontinha para que tivéssemos toda liberdade do mundo.


 

O sol às nossas costas, desenhando nossos vultos na areia alva, era um componente lúdico maravilhoso. Altos e esbeltos, compúnhamos, sem dúvida nenhuma, um exemplo raro de beleza madura. Éramos dois casais, estáveis amorosa e financeiramente, de bem com a vida e resolvidos o bastante para desbravar novas fronteiras. Su e Thy, iniciantes nestes caminhos, mostravam ainda um certo constrangimento que fazia tudo mais delicioso ainda. Eu e Beth, embora jamais tivéssemos maiores intimidades com outros casais já tínhamos vivido a experiência do naturismo e estávamos há muitos anos, desejosos de estar com pessoas de nossa confiança, compartilhando momentos tão deliciosamente raros. Abraçados, seguimos caminhando ao longo da faixa de areia molhada, respirando embevecidos o ar puro e quente que soprava do mar, naquela manhã tão fantasticamente bela.


 

Su e Thy, alguns passos atrás de nós, com certeza experimentavam as mesmas sensações. Longe dos olhares curiosos dos raros turistas que tinha ficado na faixa de praia delimitada pelas barracas, estávamos começando a vivenciar nossos instantes de isolamento e êxtase. De forma estudada e sensualmente excitante, estendi os dedos em direção aos nós que fechavam o biquíni de Beth. Com habilidade, soltei-os e retirei delicadamente a parte superior, sem nos voltar para Su e Thy. Fazíamos tudo como se estivéssemos absolutamente sós. Estendi os dedos em direção ao nó que fechava a minúscula calcinha, sobre os maravilhosos quadris de Beth. Soltei-o e calmamente repeti a operação do outro lado. Com prazer e muito calma, puxei-o por trás enquanto ela caminhava, imaginando o prazer que Su e Thy estavam experimentando ao ver o corpo maravilhoso, maduro e extremamente sensual e esguio, brilhando dourado sob os raios de sol maravilhosamente quentes.


 

Com a mesma calma e movimentos sutis, despi minha sunga, sentindo de imediato o efeito maravilhosamente excitante da liberdade total. Ereto e pulsante, como sempre ocorre, meu membro se projetava na sombra que o sol desenhava a nossa frente. Tudo era mais excitante ainda, por imaginar que atrás de nós, nossos amigos estavam se deliciando com cada detalhe. Caminhamos um longo tempo, corpos cálidos, colados e sensualmente se tocando no embalo dos passos. Finalmente paramos e nos voltamos para nossos amigos. O olhar sensualmente extasiado, com que nos deparamos, era indescritível e dava mostras do quanto excitados eles estavam ao contemplarem-nos de frente e perceberem que o nosso grau de excitação também era similar.


 

"Orquestradamente, sem dizer uma palavra, invertemos os papéis. Agora, eles caminhavam a nossa frente e com muita sensualidade repetiam o que havíamos acabado de fazer. Como o biquíni de Su era mais conservador que o de Beth, coube a ela própria o trabalho de livrar-se dele. Com gestos eroticamente lentos, ela retirou a parte superior, passando-a por sobre a cabeça. Curvando-se lentamente, fez com que a calcinha escorregasse sobre as longas pernas. Sobre o tecido azul marinho, pudemos ver a marca indelével de sua excitação. Sua umidade havia deixado brilhante toda a parte interna inferior da pecinha. Ver aquele corpo, que muitas e muitas vezes, havíamos descrito um para o outro em nossas fantasias, aproximou a mim e a Beth de forma mais ardorosa ainda. Já me era possível ver sua excitação molhando as coxas maravilhosas. Seu olhar começava a ficar turvo mostrando que o tesão estava chegando a um nível quase insuportável. Su voltou a caminhar novamente, roçando sensualmente seu corpo no de Thy. Parecia uma deliciosa tortura. O desejo estava tomando completamente conta dos dois, demonstrado claramente pela forma como as mãos dele percorriam as costas dela e as mãos dela apertavam os ombros dele. O toque dos corpos parecia um balé insistentemente ensaiado. Não resistindo por mais tempo, Su se ajoelhou na areia e enfiando seus longos dedos nas laterais do short de Thy, desceu-o vagarosamente. As nádegas dele se contraíram demonstrando ainda mais o tesão que estava experimentando. Pude observar de relance o quanto este fato agradou a Beth. Ela olhava embevecida o perfil do casal, absorto na atividade de se contemplar mutuamente e vibrou intensamente ao ver Su beijar o alto das nádegas de Thy, demoradamente.


 

Ao se levantar, puxou-o pelo pescoço, enroscando-se num beijo demorado e profundo. O perfil de ambos nos parecia reluzente ao sol, que transformava aquele instante em pura magia e encantamento. Estávamos, os quatro, profundamente envolvidos em nossos prazeres e desejos individuais. O erotismo pairava célere sobre nós e cada detalhe um do outro era zelosamente observado. Voltamos a andar e a cada passo de Su, podíamos ver como sua irrigação se intensificava. Seu muco escorria profusamente sobre as coxas, lubrificando-as na medida que roçavam ao caminhar.


 

"Alinhados, pela primeira vez, falamos uns com os outros. Su, com voz ligeiramente entrecortada, disse-nos que haviam fantasiado inúmeras vezes esta situação mas jamais poderiam ter imaginado que a realização se sobreporia tanto em excitação. Aproveitando a intimidade ainda mais reforçada, Beth lhes disse que também a nós o instante parecia mágico, muito superior a todas as inúmeras vezes que havíamos fantasiado a presença deles entre nós. Narrou-lhes como, em inúmeras ocorrências, fantasiávamos a presença deles nos assistindo enquanto nos curtíamos na sauna, na hidromassagem e mesmo fazendo amor em nosso quarto. A cada palavra dela os seios de Su ficavam mais excitantemente tesos. Os mamilos eretos, naqueles seios rosados, sem nenhuma marquinha de biquíni, eram extremamente belos. Pareciam se destacar ainda mais, vistos de perfil, contra o fundo do mar. O sol brilhando sobre eles acendia mais e mais o desejo em Su que, desapercebidamente, se roçava em Thy a cada passo, impondo-lhe deliciosa tortura.


 

Se no início, por pudor ou constrangimento, ele não tinha apresentado uma ereção imediata, a intimidade do papo e o constante roçar do corpo de Su estavam agindo sobre seus hormônios e acordando o demônio do desejo dentro dele. Pude notar que Beth reparava discretamente a ereção que se prenunciava, talvez mais excitada ainda por ver as coisas acontecendo em câmara lenta, já que comigo a ereção é imediata e contínua. Era impossível para ela não tecer comparações. Enquanto em meu corpo moreno, o membro escuro e com veias marcadas, de dimensões bem definidas e grosso, sobressaia-se sobre o púbis marcado pela pequena sunga que uso para tomar sol em casa, e pelos poucos pelos, depilados de forma a se manterem baixinhos somente sobre uma pequena área, Thy apresentava-se bastante diferente. O membro um pouco menor, rosado e de poucos pelos, apresentava uma glande vermelha e aparente. Ainda pendente, apresentava uma imagem destacada, sobre as coxas peludas. Era possível ver as primeiras gotas de secreção aflorando, brilhantes e cada vez mais salientes.


 

Também para mim era impossível não reparar na beleza diferenciada daquelas duas mulheres maravilhosas. O contraste era perfeito: Beth, morena e com o corpo bronzeado por igual, ostentando um púbis branquinho - fruto da marca do minúsculo fio dental que geralmente usa - raspadinho e lisinho que expunha sua xoxotinha maravilhosamente pequena e de lábios perfeitos; Su, se não apresentava a mesma opulência, trazia uma singeleza maravilhosa no corpo todo branquinho - sem nenhuma marca de bronzeamento - agora rosadinho pelo calor do sol, expondo uma xoxotinha deliciosamente recoberta por poucos pelos curtos, sedosos e clareados. "


 

Falávamos sobre o tesão que estávamos experimentando, enquanto caminhávamos e trocávamos olhares delicadamente sensuais. Não resistindo mais, paramos e resolvemos entrar naquela água diáfana e quente. Libertos de todos os pruridos brincávamos como crianças, embora a excitação sempre presente tornasse tudo muito mais instigante. Os toques eventuais de alguém no parceiro do outro, em nenhum instante soavam agressivos, mas também não se caracterizavam como intencionais. Estranhamente, embora o ambiente estivesse todo eroticamente sedutor, cada casal estava absolutamente concentrado em si próprio.


 

Não resistindo mais ao calor que nos queimava, arrastei Beth para a areia e jogando-me sobre ela, comecei a beijá-la profundamente, sentindo a todo instante o delicioso sabor salgado daquelas águas claras. Minhas mãos não cessavam de correr seu corpo todo, amassando, apalpando e acariciando cada centímetro de pele, até se concentrarem uma sobre o seios e a outra sobre a xoxotinha completamente alagada. Ao sentir um dedo penetrando com extrema facilidade, Beth perdeu toda a compostura que vinha a custos mantendo. Com gemidos claros e roucos deu início a uma maravilhosa sessão de pompoar. Cada contração de sua xoxota, chupitando ou prendendo meu dedo, era acompanhada por um gemido profundo de desejo incontido.


 

Quando pudemos perceber, Su e Thy já estavam deitados ao nosso lado, com a cabeça quase tocando as nossas. Estavam tão embevecidos que se concentravam apenas em nos olhar, como tantas vezes tínhamos fantasiado. "A percepção da situação transformou Beth. Seus gemidos foram ficando cada vez mais acentuadamente selvagens. Sua excitação ia num crescendo muito rápido, na medida em que movimentava aceleradamente seu pubococígeno. A pressão sobre meus dedos era excitantemente deliciosa. Não resistindo mais deitei-me e ela se pôs sobre mim, engolindo literalmente o meu membro. A visão que proporcionávamos a nossos amigos era fantástica. Inúmeras vezes, através dos espelhos espalhados por nossa casa, tínhamos visto o quanto era excitante a visão da xoxota de Beth, subindo e descendo sobre meu membro. O tubo que ela formava com o músculo perineal, cada vez que expelia o meu pênis, era fabuloso. A secreção era tão intensa que escorria molhando meu escroto e tornando a visão ainda mais bela. Estávamos tão concentrados que nos surpreendemos com a voz de Su, quando não resistindo ela deixou escapar "


 

Ai Thy, desse jeito eu vou acabar gozando sem sequer me tocar....". O efeito sobre Beth foi imediato... suas contrações se tornaram muito mais rápidas e fortes e seus gemidos começaram a se prolongar, anunciando o orgasmo avassalador que estava se formando. Era minha vez de participar mais intensamente.... sentei-me, mantendo-a

firmemente sobre mim e, olhando fundo nos olhos úmidos de desejo de Su, comecei a dizer para Beth, de forma que eles pudessem ouvir claramente: "Goza, minha paixão... goza que todos nós estamos esperando para ouvir seus gritos de prazer ... Vai meu amor, grita mais forte que Su está maravilhada

com o orgasmo que você está começando a ter.... Grita, diz que está maravilhoso .... fala que seu sonho de gozar na frente deles está finalmente se realizando .... Assim querida, chupita meu pau... está uma delícia.... essa sua xoxota está cada vez mais deliciosa!.... Vem minha gata, grita bem forte... vai... assim, que a Su está bem do seu lado, vendo seu corpo se molhando deste suor perfumado .... vai que ela está quase explodindo só de te assistir....! Isso Su! Coloca teus dedos na xoxotinha e se masturba também.... o Thy está ficando louquinho pra fazer igual, mas enquanto isso, goza conosco.... Está vendo Beth, o sucesso que seu orgasmo está alcançando? .... Vem minha paixão, goza agora....!


 

Os dedos de Beth, apertando meus ombros demonstravam o quanto sua excitação estava aumentando. Na medida em que massageava meu membro com os músculos internos da xoxota, cada vez mais forte e demoradamente, eu sentia seus líquidos vaginais jorrando de forma intensa. Seus músculos iniciaram uma distensão forte, seu corpo inteiro arquejando. As narinas se insuflavam fortemente e os gemidos, selvagemente emitidos foram se tornando cada vez mais animais e incontroláveis. Suas pernas, esticadas ao máximo sobre meus quadris, mostravam os dedos dos pés rígidos e distendidos ao extremo.


 

No paroxismo final ela mergulhou minha cabeça sobre os seios, arqueou o corpo completamente e liberou o grito mais deliciosamente animal que já havíamos ouvido ..."Eu vou gozaaaaar ... Aiiiii Su, eu estou gozandoooooo!.... Aiiiiiiiiiiiiiiiii.....!". Animalescamente deliciosa, esta música encheu-nos os ouvidos e nos tornou uma extensão de cada célula daquele corpo que vibrava intensamente. Foram segundos infinitos, em que a única coisa que ouvíamos era o estertor definitivo do orgasmo de Beth. De tão profundo, o orgasmo transformou minha gata numa fera e, jogando-se sobre a areia, na posição fetal em que geralmente dorme, ela deu vazão definitiva ao clamor do seu sexo. Selvagemente mergulhou os dedos na xoxota e gritando com todas as forças, atingiu seu segundo e definitivo orgasmo! Todo o seu corpo recendia a sexo total, profundo e maravilhosamente sensual. "


 

Com o membro explodindo fitei os olhos de Su, transfigurada pelo tesão que presenciara na amiga. Olhando-me ansiosamente, ela pôs-se sobre Thy e mergulhando sua xoxota sobre o rosto dele, alcançou um orgasmo profundo. A cena se tornou mais excitante ainda quando uma enorme quantidade de secreções jorrou de sua xoxota, alagando o pescoço e peito de Thy.


 

Não resisti e atingi um gozo fantástico que fez com que minha seiva jorrasse a uma distância considerável. As portas do paraíso estavam abertas e nós, felizes convidados, mergulhamos sobre um mundo de prazeres que de tão sonhados, fizeram-se merecidos.