quarta-feira, 5 de maio de 2010

UM CERTO SENHOR PAULO

Conto de autor desconhecido

""Quanto eu e meu marido saímos do interior do Rio Grande do Sul para irmos trabalhar em Porto Alegre, não poderíamos supor as mudanças que aconteceriam em nossas vidas. Logo que cheguei à capital, fiquei conhecendo uma colega que, em pouco tempo, se transformou em amiga intima. Desde os primeiros tempos de nosso convívio, ela não escondeu o fato de transar fora do casamento. Fiquei, a princípio, chocada com esse comportamento de minha amiga e cheguei mesmo a comentar isto com meu marido. Ele me disse que isso era comum na capital, no que tinha absoluta razão. Com o tempo, fui tomando conhecimento de muitos outros lances e acabei me acostumando. No exercício de minhas funções e pelo fato de ser muito comunicativa, comecei a receber atenções especiais de um certo senhor que trabalhava na mesma sala que eu. Ele, pôr sinal muito educada, tinha a gentileza de, às vezes, me levar flores. Como não tenho segredos para meu marido, contei-lhe do interesse desse senhor pôr mim. Cláudio não deu atenção ao fato e não falamos mais no assunto. Ocultei, depois, o convite que recebera do Sr. Paulo para almoçar e que aceitei. Além do mais, já estava bastante atraída pelo tal senhor é sentia, sempre que o via, uma crescente excitação. Dois dias depois do primeiro convite, saímos para almoçar. Fomos a um restaurante do centro de Porto Alegre. O Sr. Paulo, bastante envolvente, manteve comigo um papo dos mais agradáveis e muito sutilmente foi deixando claras as suas intenções. eu limitava-me a mostrar minhas pernas e partes dos meus seios que ficavam à mostra no decote cavalo de minha blusa. Paulo ? já o chamava assim, ao término do almoço ? não tirava os olhos de meu corpo. Mas ? eu não poderia fugir à regra ? tive o cuidado de manter uma certa distância do conquistador. Ele portou-se como um cavalheiro, sabia que tudo era uma questão de tempo. Saímos mais algumas vezes para almoçar e cada vez mais eu me abria às suas cantadas. Um belo dia, topei ir com ele a um motel. Era mais ou menos umas dez e meia da noite ? dei uma boa desculpa ao meu marido ? quando entramos na garagem do motel. De tão excitada, sentindo um desejo louco, quase não conseguia me controlar. E Paulo, com sua educação de gentleman, só colaborava para o meu estado. Assim que cruzamos a porta do quarto, ele se aproximou e estreitou-me em seus braços. Senti, através daquele abraço, o seu membro rijo me roçar nas coxas. Sua mão apertou minhas nádegas enquanto sua boca já descia pelo meu decote. Com muito jeito, ele foi tirando minha roupa. Cuidava de acariciar cada pedacinho que se desnudava. Tudo era feita com muita calma e o ritimo das carícias se intensificava na medida em que minha respiração ia ficando cada vez mais ofegante. Quando Paulo alisou minha vagina e seus dedos tocaram meus clitóris, não resisti: gozei deliciosamente. No auge do prazer, joguei meu amante sobre a cama e, arrancando-lhe o pênis da braguilha, fiz com que me possuísse imediatamente. Gritei feito cadela no cio quando ele me penetrou com seu membro descomunal. Rebolei sofregamente minha pélvis contra seu sexo incansável e tive orgasmos simultâneos. E ele, retardando sua ejaculação, tirou seu instrumento de dentro de mim e, virando-me de bruços ? nem tive tempo de expressar qualquer reação ? , abrindo cada banda de minhas nádegas, foi enfiando seu dardo em meu buraquinho. Lembro-me de que gritei, chorei de dor, mas acabei me derretendo em gozos, como jamais havia acontecido. Mas Paulo, um garanhão pôr excelência, não se fartou com seus dois orgasmos; foi muito além. Levou-me para o chuveiro e, sob o tépido da água, usou habilmente sua língua em meu sexo, arrancando-me gemidos de prazer. O ritmo compassado de sua língua endemoninada fazia com que meu clitóris vibrasse, levando-me a obter orgasmos sucessivos. Eu, que já não me agüentava mais, sai do chuveiro e, sentada de pernas abertas sobre o sanitário, recebi em minha gruta o seu falo vigoroso e pulsante. Em sucessivas estocadas, aquele macho levou-me ao delírio físico. Meus orgasmos foram tão intensos que eu não conseguia conter as lágrimas e os soluços de prazer. Novamente ele virou meu corpo e, em duas estocadas, penetrou-me novamente a vagina. Gozei logo nos primeiros movimentos. Quinze minutos depois, ele tirou seu membro de dentro de mim, e pegando-me a cabeça, fez com que eu o chupasse. Engoli toda aquela maravilha dura. Chupei-o até que derramasse, abundantemente, o seu delicioso leite em minha boca faminta. Quando saímos do banho, ele enxugou cada pedacinho de meu corpo. Em seguida, ligou pedindo cerveja. Bebemos os dois, juntinhos. Nossos corpos quentes mal esperavam para novamente se entregarem ao amor. Mais um pouco e novamente nos atracamos. Uma loucura que eu jamais vivera. Só nos separamos na manhã seguinte. Meu marido, até hoje, de nada veio a saber ? e já se passaram três anos. Infelizmente, como em todas as histórias de amor, tivemos que nos separar. Não suportando ficar apenas com meu marido, tive o cuidado de arrumar um novo amante, um jovem adorável de 17 anos. Vou amá-lo enquanto durar, e numa próxima carta contarei para vocês."


 

***

TRÊS NÃO É DEMAIS

conto de autor desconhecido

" Tudo começou quando voltávamos, eu e minha mulher, Anita , de uma festa de aniversário. Era tarde da noite e o nosso carro começou a falhar. Ficamos apreensivos, pois estávamos atravessando uma região um tanto deserta e de fama pouco recomendável. Uma centena de metros á frente., o carro parou, nos deixando a mercê da sorte. Os poucos motoristas que passavam ignoravam nossos acenos e afastavam-se velozmente. Foi quando notamos a aproximação de três rapazes. Olhei par Anita e disse-lhe entre dentes: "Estamos fritos". Mas para nossa surpresa, um dos rapazes perguntou o que estava acontecendo e ofereceu-se para ajudar. Começamos então a empurrar o carro para fora da estrada, pois, segundo o rapaz, a uns duzentos metros dali, morava um parente que entendia de mecânica. Já fora da estrada, o carro não oferecia nenhum perigo. Foi então que os rapazes conversaram conosco, e nos pareceram pessoas de bem. Anita confessou-me estar excitada, e, como sabia ser eu um liberal, insinuou a possibilidade de transar com aqueles três homens, aliás uma velha fantasia sua. Os rapazes inteligentes, sacaram de imediato as intenções de minha mulher, mas aguardaram o meu sinal verde. Chamando o que julguei mais velho, devia Ter uns 23 anos, coloquei para ele a situação. Ele ficou meio desconfiado, mas eu que se tranqüilizasse, que ninguém saberia do lance e, afinal de contas eles só teriam a ganhar, pois minha mulher é simplesmente ótima. Convencidos, não perderam tempo, partiram para a ação. Aproximando-se da minha mulher, começaram a despi-la. Anita olhava-me como se tivesse checando as minhas reações. Eles, loucos de tesão, não se dava ao trabalho de abrir os zíperes e botões, simplesmente iam rasgando as suas roupas, desnudando por completo seu maravilhoso corpo, corpo que fazia de mim um homem invejado. Por ela não gostar de praia, seu corpo não tem marcas de biquíni, sendo absolutamente claro. E a sua pele tem a maciez e a textura de um pêssego maduro. Os rapazes eram basicamente semelhantes: todos mulatos com idades que variavam de 19 a 23 anos. Apenas um detalhe se destacava: o tamanho do membro do mais alto deles. Eu sempre achei que essas histórias de superdotados, de membros descomunais, era pura ficção; mas o pênis daquele cara era de causar inveja e medo. Anita procurava o meu olhar como quem diz: "Sinto muito", enquanto os três abraçavam-na ao mesmo tempo. Sua boca, seus olhos, nariz, pescoço, orelhas e nuca eram percorridos por três línguas sequiosas. Todo o seu corpo - peitos, barriga, bunda, coxas, costas, vulva - era explorado, invadido, acariciado e bolinado pelos sátiros que aquela altura encontravam-se completamente nus. Um deles agachou-se à sua frente e passou a lamber e a chupar a sua xoxota. A expressão no rosto de Anita não era mais de susto e sim de prazer. Isso me deixou um tanto enciumado, mas tudo bem. Fazia parte. Um outro homem tomou a sua cabeça entre as mãos, forçando a curvar-se para a frente, e colocou o pau em sua boca. Ela não se fez de rogada e passou a saborear aquele cacete escuro, como se fosse um picolé de chocolate. Mais uma surpresa para mim. Não sabia que ela chupava com tanta maestria. Percebi, estarrecido, que o terceiro, justamente o de membro enorme, preparava-se para penetrar em seu cuzinho. Estávamos casados há um ano e ainda não tivera coragem para pedir-lhe tal presente. Tinha medo ofende-la. E naquela hora, seu rabo ia ser deflorado por um desconhecido. Vi quando ele cuspiu na mão e em seguida lubrificou com sua saliva a abertura de sua bundinha. Depois apontou a enorme cabeça na direção do buraquinho de minha mulher. Segurando firmemente suas ancas, empurrou. O corpo dela contraiu-se, ela tentou gritar, mas o que estava com o membro em sua boca impediu. O membro então começou a entrar e sair de seu cu, em movimentos regulares, cada vez mais rápidos. Ela rebolava e gemia, jogando sua bunda de encontro ao falo do mulato, enquanto ele gozava. Ela também atingiu o êxtase. O que estava agachado à sua frente, deitou-se de costas, puxando-a sobre si, fazendo com que ela o cavalgasse. Os outros dois postaram-se de cada lado, colocando seus membros para que minha mulher os chupasse. Ela, entretanto não se fixou em nenhum dos dois, em virtude dos movimentos frenéticos que empreendia, tal uma amazona enlouquecida. Ela urrava, gritava, pedia mais e mais, e desvairada, anunciava que estava gozando. Eu estava louco com aquela cena. A mulher que eu amava e respeitava havia se transformado em uma messalina ávida de sexo, satisfazendo simultaneamente três machos. Apesar da ponta de ciúmes - não sei mais o que sentia - aquilo me dava prazer. E, não me contendo, acabei me masturbando. Após um breve descanso, onde os quatro trocavam carícias deitados na relva, o líder do grupo levantou-se, puxou Anita pela mão e trouxe-a para junto do carro. Deitou-se de costas sobre o capô com seu membro avantajado apontado para o alto. Ela nem precisou de voz de comando. Subiu no rapaz de modo que o mastro se encaixasse na xoxotinha apertadinha. Quando estava totalmente dentro, ela deitou-se sobre ele, enquanto os outros dois se aproximavam. Um deles passou a enfiar seu pau no cu de Anita e o outro lhe colocou o cacete na boca. Estavam a menos de um metro de mim. Eu chegava a sentir o cheiro de sexo e suor dos quatro. Em dado momento, Anita olhou-me e disse qualquer coisa - e mais uma vez gozaram num turbilhão de gritos. Ao longo da madrugada, as posições foram se invertendo, de modo que cada um dos três rapazes gozasse todos os prazeres que o corpo de minha mulher oferecia. Por fim, eu me masturbava sem reserva nem remorsos. O dia já clareava quando os três foram embora, não sem antes prometerem uma visita. Conseguimos uma carona e mandei apanhar o carro. Hoje cada vez que entro no automóvel me lembro daquela noite.


 

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