quarta-feira, 12 de maio de 2010


 

TRAVESTI

Conto de autor desconhecido


" Sempre adoramos ver os bailes de carnaval na televisão. Vibrávamos e tínhamos a maior tesão com as cenas picantes mostradas e tínhamos muita tesão com os bailes do gala gay e os bailes do Scala. Sempre sonhei em ficar peladinha em um salão de baile e sempre tivemos o maior desejo de transar com um travesti. No carnaval, fomos a um clube aqui de Porto Alegre que é sabidamente um clube de encontros e sacanagem. Nesse dia estava sendo realizada a noite do Topless. Coloquei uma micro tanguinha, por baixo um macacão de renda tipo redinha e uma camiseta por cima e para lá nos dirigimos. Lá chegando e estando o local bem animado, dançamos, bebemos e nos divertimos bastante. Por volta das 02:00hs. começou o desfile das garotas de Topless, a rapaziada ficou maluca.

As luzes foram apagadas e elas desfilaram em um palco com os seios de fora, ao som de músicas de carnaval. Ficamos olhando o desfile no meio do salão, meu marido então me agarrou por trás, me encoxou e aproveitou para tirar minha camiseta. Imaginem só o resultado, eu no meio do salão, embora com as luzes apagadas, com um macacão de redinha, que não tapava nada, este baita rabo com um fio dental que mal tapava a minha chana e deixava todo o meu cúzinho de fora, foi um assédio total. Os homens nos cercaram por todos os lado, cada qual querendo tirar uma casquinha, enfiavam a mão onde podiam... meu marido não satisfeito me levou para um canto mais escuro do salão e me tirou o macacão, me deixando somente de tanguinha, com os seios de fora. Várias mãos me apalpavam. O pau do meu marido a esta hora parecia que ia explodir de tanta tesão, ele tirou o cacete para para fora, agarrou minha cabeça e o enfiou na minha boca. A barra começou a ficar pesada, os ânimos exaltados e sentimos que a situação podia fugir do controle. Resolvemos ir embora, mas antes aproveitei para dar uma voltinha no salão, do jeito que estava. Fomos terminar nossa noite em uma boate gay.

Logo que lá chegamos, nos chamou a atenção uma loira lindíssima, que após puxarmos conversa e fazer amizade, nos revelou ser um travesti e se chamar Vanessa. Ela vestia um micro vestido branco, tinha pernas maravilhosas, por baixo uma mini tanguinha enlouquecedora e os seios eram perfeitos. Eu dancei com ela, meu marido dançou com ela... nós a agarramos... beijamos... bolinamos... e quase a deixamos pelada na boate. Após um certo tempo a convidamos para ir a outro local, o que ela prontamente aceitou. A levamos a um motel e lá chegando meu marido começou a encoxa-la por trás, enquanto eu a beijava e tirava sua roupa. Fomos para dentro da piscina onde a ensaboamos e massageamos todo o seu corpo. Para nossa surpresa a Vanessa tinha um cacete enorme, que logo pus na boca e me deliciei... Chupei... mordi.... lambi... enfiei meu dedo no cúzinho dela, que delirava enquanto fazia um boquete no pau do meu marido. Quando o pau dela endureceu, pedi para que ela metesse em mim por trás, bem fundo, dando estocadas fortes e passando os seios nas minhas costas.

Depois fomos para a cama onde eu deitei de costas e o nosso travesti meteu o cacete até a raiz na minha chaninha, enquanto meu marido comia o seu cúzinho, e eu apertava, chupava e mamava nos seus seios. Depois fizemos um sessenta e nove, quando a Vanessa me chupou enquanto eu a chupava e enfiava um consolo no seu rabo enquanto o meu marido enfiava a pica no meu. Por último fizemos um trensinho, a Vanessa meteu no meu cúzinho e o meu marido no dela. Depois a Vanessa queria que meu marido puxasse o trem e ele fugiu da raia... desta vez... mas veremos da próxima... Adoramos e curtimos cada momento com nossa amiga

Após algum tempo nos curtindo a Vanessa casou e foi embora de Porto Alegre.


 


 

TRAIÇAO E REMORSO


" Tudo começou numa noite de quinta-feira. Eu estava sozinho em casa, J. me masturbando em meu quarto, quando o som estridente do telefone cortou minha concentração. 0 pior é que eu estava quase gozando, mas tudo bem. Fui correndo até a sala e atendi... - Alo? - Oi, William, sabe quem esta falando? - a voz da garota do outro lado da linha era suave e delicada. Não me era estranha, mas não consegui adivinhar quem era. - Pra falar a verdade, eu não sei não! - É a Marilia, namorada do Ariel! Achei meio estranho. Ariel é um dos meus melhores amigos e namorava já havia um bom tempo com Marilia. Por que será que ela estava me ligando? 0 que uma garota tão linda como ela iria querer com um cara tão desinteressante como eu? - Minha nossa, ao que devo essa milagrosa ligação? - Ah, para com isso, William... Desse jeito você me deixa encabulada! - Ela fez uma pausa com um profundo suspiro e continuou. - Na verdade, estou te ligando porque estou super deprimida. Acho que você é o único amigo que entenderia o meu problema sem me julgar. Fiquei com um ponto de interrogação na cabeça. Primeiro que nos nem éramos amigos, segundo que eu sou a ultima pessoa que alguém deve procurar se estiver deprimida, terceiro que nada disso importava pois ela era uma gata. Combinamos de nos encontrar numa rua próxima a minha casa logo que ela saísse do trabalho. Enquanto esperava, deixei minha imaginação voar, brincado com tiras de seda e uma arma ninja japonesa que eu usava como decoração do quarto. Ficava imaginando Marilia, vendada pelas tiras, com os pulsos amarrados na cabeceira da cama, completamente entregue a minha vontade. Mas não era certo pensar nessas coisas. Afinal, era a namorada do meu amigo. Antes de sair ao seu encontro, escovei bem meus longos cabelos castanhos e coloquei uma roupa bem atraente, não exatamente para cativa-la, mas para impressiona-la. De longe, pude ver seus cabelos longos, lisos e negros, agitados pelo vento. Ela estava toda de preto, com calça justa e uma blusinha de alças finas, bem curta, deixando a mostra sua sedosa barriguinha. Tive de me segurar para não beijar aqueles lábios carnudos, limitando-me humilde e respeitosamente ao seu rosto fino. Fomos para uma lanchonete lá perto. No começo, ela me contou que andava chateada porque Ariel não era mais o mesmo, estava diferente, distante. No trabalho as coisas também andavam meio estranhas, ela estava cheia daquele emprego mas não podia larga-lo. Aos poucos, Marilia se acalmou. Comecei a contar umas bobagens e logo ela estava rindo, mais alegre e menos deprimida. Decidimos dar uma volta e saímos andando pelas ruas. Ficamos falando bobagens e dando risadas o caminho inteiro. E me sentia esquisito, pois ela não parava de me olhar daquele jeito e agia como se eu fosse seu amante ou coisa do gênero. Quando fui me dar conta, já estávamos em frente a minha casa, e não vendo outra solução, convidei-a para entrar em casa. Fomos para o meu quarto e eu comecei a suar frio só de pensar que ela estava ali, toda oferecida pra mim e eu não podendo fazer nada. Sutilmente, ela tirou uma garrafa azul de vinho branco de dentro de sua bolsa, já aberta mas ainda bem cheia. Marilia deu um longo gole no gargalo da garrafa e me ofereceu. Aceitei. Continuamos a falar besteiras e a tomar vinho, e notei que quanto mais tomávamos, mais próximos ficávamos um do outro, até que algo gritou mais alto dentro de mim, ou melhor, algo gritou mais alto entre as minhas pernas. Meu pinto se ergueu rijo como uma tora, forçando o tecido da minha calça a ponto de pular para fora. Fiquei constrangido porque não achava meio de esconder aquilo. Nesse momento, Marilia olhou pra mim de um jeito esquisito, esfregando o próprio seio de modo insinuante. Já estávamos tão próximos que eu podia sentir a respiração quente e acre pelo gosto do vinho próxima a mim. Ela me beijou calorosamente e tocou meu pau com a ponta dos dedos sobre a calça, acariciando primeiramente a cabeça e depois infiltrando sua mão por dentro da cueca até agarrar com firmeza todo o tronco. Louco de tesão, abri minha calça e mostrei meu membro para ela. Ficamos então num impasse horrível, pois ambos saibamos que o que estávamos fazendo era teoricamente errado, mas para confortar nossa culpa eu disse: - Vamos nos limitar a essa brincadeira, assim a nossa consciência não vai pesar tanto depois! - Eu juro que estou tentando, mas esta tão difícil! Aos beijos, fomos nos arrastando em direção a cama, onde nos sentamos e ficamos nos admirando, mas a cada segundo que passava, eu me encontrava mais e mais entorpecido pela bebida, assim como pela presença dela. Me arrastei ao redor dela sorrateiramente, até alcançar uma longa tira de seda que estava sobre o criado-mudo. Em seguida, comecei a vendala lentamente. Assustada e curiosa pela minha atitude, ela perguntava: - 0 que você esta fazendo? - Dando vida a uma fantasia. Tenha calma. Não vou te machucar Marilia sorriu e eu continuei. Ao acabar de venda-la, coloquei-a deitada em minha cama, com as pernas semi-abertas e os braços soltos sobre a pélvis. Então peguei a aquela espada japonesa, chamada Kama, e comecei a passa-la em todo o seu corpo. Marilia tremia toda vez que sentia o metal frio e afiado passando próximo aos seus seios. Passei a perigosa lamina por dentro das alças de sua blusinha, uma de cada vez, e as fiz escorregar pelos ombros até ver seus mamilos. Eram lindos, pequenos e levemente destacados, como os seios de uma criança em formação. Suguei-os com força, massageando-os com a língua sob os gemidos inconstantes que ela soltava. De repente, ela me pegou pela camisa e me virou, pondo seu corpo sobre o meu e me beijando o tórax em direção ao meu órgão. Quando senti sua boca agasalha-lo foi como um orgasmo instantâneo, mas sem esperma, apenas a sensação. Tal prazer durou pouco mas valeu a pena sentir sua língua ágil brincar com meu pau. Foi a vez dela tirar a calça, e o fez com uma maestria incrível, delineando suas pernas finas e lisas. Depois tirou sua calcinha até me mostrar sua delicada vagina, com poucos e negros pelinhos que contornavam seus lábios exteriores. Eu estava morrendo de vontade de chupa-la, e a puxei com força em direção ao meu rosto, mas ela resistia. Não era timidez, mas ela estava se sentindo insegura porque havia trabalhado o dia inteiro e achava que devia estar suja, suada. Eu não ligava a mínima para isso, mas, afinal, tinha que respeita-la. Marilia encaixou sua frágil cinturinha sobre a minha, fazendo meu pinto penetra-la deliciosamente, bem devagar, só para nos provocar. Ela era toda apertadinha por dentro, como se fosse uma segunda boca me chupando, me chupando cada vez mais gostoso e mais rápido. Eu fervia numa febre calorosa de prazer, que me dominava desde a ponta do membro até os confins da mente, e ficava ainda mais forte quando ela gemia em dizia em meu ouvido: Enfia tudo, seu gostoso... ai, como é gostoso! Logo nossos ventres começaram a queimar num aviso delirante de que ambos orgasmos se aproximavam, Nós nos movíamos simultaneamente, meu pinto entrava cada vez mais forte e mais fundo, até que... - Estou gozando... ai, como é bom! Ensopada de suor e ofegante, ela levantou rapidamente dizendo que tinha que ir embora. Tentei conversar, mas ela disse que não devíamos ter feito isso e que estava morrendo de pressa. Antes de sair, me deu um longo beijo na boca e me pediu desculpas. Até hoje me pergunto se ela agiu assim pela culpa ou se realmente não podia ficar mais. Depois disso, encontrei-a mais uma vez, acompanhada de Ariel, mas ela não parecia diferente ou estranha. Nunca mais me ligou ou atendeu alguma ligação minha. E amanha eu devo ir ao casamento dos dois. Coisas da vida!


 

TOMAR CHIFRE É BOM DEMAIS


" Sempre trepei com minha mulher imaginando que ela era uma puta e fodia com vários caras e me traía como uma galinha. Mas nossas fodas nunca passavam de pura imaginação. Nosso casamento estava passando por momentos de dificuldade e já não conseguia mais fazer amor com ela devido à vários desgastes do dia-a-dia. Um dia quando começamos a fazer amor ela me perguntou o que estava acontecendo e me perguntou também se eu queria que ela trepasse com outros machos para satisfazer o meu desejo de ser corno. Falei que talvez gostasse mas tinha medo de me arrepender e estragar nosso casamento. Ela me disse :
- Se você quer ser um corno, vai ter que assumir o par de chifre que eu vou meter na sua cabeça. Vou te humilhar e te sacanear com todo macho que quiser fuder comigo e vou arregaçar toda pra eles . Vou fuder muito e quero muita vara no cu. Você vai só saber das minhas fodas e vou contar pra todo mundo que você é Corno ! Falei que toparia desde que ela dosasse a humilhação pra não perdermos o respeito dentro de casa. Então ela passou a meter com vários homens e me contava tudo na cama me chamando de corno e chifrudo. Porém, como eu temia ela foi perdendo o respeito e escrachando. Passou a me chamar de corno dentro de casa. Quando saía e eu perguntava aonde ia, ela me falava :
- Olha seu corno, vá tomar no seu cu pois não te devo satisfação nenhuma. Vou dar uma trepada gostosa com um amigo seu e depois que eu estiver cansada de meter eu volto pra casa pra te dar uma canja. Enquanto isto vá pro seu serviço ganhar dinheiro pra depois eu gastar nuns motéis com meu macho. Afinal corno que é corno como você tem que sustentar a esposa puta e o amigão dele que tá mandando pica no rabo dela. Aliás, você devia ter me falado do Breno antes. Que cacete enorme e gostoso que ele tem. Fora o tanto que ele esporra. Parece o Peter North. Você devia ver a minha cara toda gozada, melecada de porra. Você é um corno manso mesmo. Quantas vezes eu mamei naquela vara quando dava carona pra ele até o seu serviço e tomei uma esporrada, chupei tudo e não me limpei, pois depois eu te dava aquele tradicional beijinho de "chupar por tabela". Acho que além de corno , eu fiz de você um viadinho. Cornudo , isto não te tesa não ? Por você não vem me comer agora meu corninho ? Come sua mulherzinha vai. Amacia ela pro nosso macho depois me comer mais fácil. Não aguentei e meti gostoso com ela que ainda me sacaneou bastante. Depois desta história ela continuou fudendo com o Breno mas voltamos a nos dar bem e nosso casamento está ótimo. Sou corno, é verdade. Mas todo corno é feliz. Quem é sabe o que estou falando. É bom demais tomar chifre. Hoje, ela só me humilha quando peço mas ela trepa com quem ela quer e a qualquer hora. Quem sabe um dia você não come minha mulher ? Como um bom corno manso, eu vou adorar ver uma pica nova entrando na bucetinha da minha esposa ! Boa sorte !


 

TIRO PELA CULATRA


" Tenho uma colega de serviço que me deu um trabalho enorme quando a convidei para darmos uma trepada. Sim, foi assim mesmo que começou a coisa. Cheguei perto dela e perguntei: "Juju vamos trepar" Ela olhou para um lado, depois para o outro, para ver se nao tinha ninguém por perto, e, muito discretamente, passou a mao em meu pau por cima da calça. Foi o mesmo que dizer sim. Fui para minha prancheta terminar um trabalho que havia começado e, imaginando como seria aquela foda, meu pau começou a subir. Depois da confusao que é fechar um jornal na oficina, levantei a cabeça para o lado de Juju para saber se ela ja estava com as coisas arrumadas. La estava ela, de pé, com a bolsa a tiracolo e com um sorriso maroto no canto dos labios, esperando ' que eu me mexesse para ir embora. Corri para a chapeira bati o cartäo de ponto e fui para o carro. Enquanto botava o motor para esquentar, Juju, rebolando aquela bunda maravilhosa, pela qual eu ja batera algumas punhetas, chegou perto de mim dizendo: "Vamos la, estou com fome de pau". Minha grana estava meio curta para irmos ao motel que fica perto do jornal onde trabalhamos. 0 jeito era procurar um dos hotéis mais baratos perto do centro. No caminho. Juju nao deixou quieto, um minuto sequer o meu pau. Brincava com ele como se fosse um presente que uma criança acaba de ganhar. Meio doido de tesao, parei na porta do primeiro pardieiro que encontrei e fomos diretos para o quarto. Juju pediu um tempo para lavar-se e, enquanto o fazia, deitei-me na cama, nu, de pau duro, esperando que ela entrasse porta adentro do quarto. E qual nao foi minha surpresa quando ela entra nuazinha em pelo, com cara de sacana, dizendo: "Vamos ver se isso ai apontando para meu pau funciona de verdade". Foi uma loucura. Ela praticamente se atirou em cima de mim, quase quebrando a cama. "Puxa - disse ela - sabia pelo pessoal que voce era bem servido de cacete, mas, pessoalmente, a coisa é bem maior do que andam dizendo por ai" E atirou-se com voracidade sobre minha caceta. Lambeu, chupou. Disse coisas sem nexo. Enquanto oferecia a boceta para que eu a chuasse. Ficamos no 69 bem uns dez minutos. Senti seu sabor logo que encostei a lingua no clitoris, rosado, pulsante e ja molhadinho. Um leve cheiro de sabonete se desprendia daquela gruta de perdiçao. Lambi o que pude e em pouco tempo o cheiro do sabonete mudou para aquele cheiro caracteristicos que aflora quando a mulher começa a expelir seu liquido lubrificante. Pensei comigo mesmo: "É agora". Mudei-a de posigäo. Coloquei-a deitada de frente para mim e olhando em seus olhos abri-lhe as pernas e comecei a forçar a entrada de meu pau em sua boceta. Juju me olhava e de vez em quando fechava os olhos, apertando os labios entre os dentes como se para sufocar um grito ou um gemido. Quando a cabega entrou, Juju fez um movimento rapido com os quadris e com uma contraçao dos musculos vaginais sugou meu pau para dentro de si. Eu fiquei estatico, parado, sem reaqäo por uma fraçao de segundo. Ela olhou para mim e perguntou: "Quer gozar ja ou daqui a pouco?" Näo respondi. Nao deu tempo. Sua vagina parecia uma bomba de sucçao puxando-me para dentro de seu corpo. Com meu pau sendo massageado naquele buraco quente e acolhedor, rompi em gozo quase que imediato. Abracei-me a ela e enterrei meu pau até sentir que encostava a cabepa no fundo de seu utero. Ali ficou depositado o meu esperma. Juju mordia os labios e me abraçava enfiando nas minhas costas suas unhas longas. Eu näo sabia se gritava de dor ou de prazer. Apenas punha e tirava o pau de dentro de Juju até que ficou mole. Caimos para o lado, um mais cansado que o outro. Por uns minutos ficamos imoveis, em silencio, apenas ouvindo a respiraçao ofegante. Ja acalmados, comecei contar-1he as vezes que tivera a intençao de convida-la para um programa. Nunca achava uma boa desculmente fiquei embaraçado com a atitude dela em botar a mao em meu cacete e aceitar sem titubear meu convite. Ficamos nesse papo, assim, bem uns quinze minutos. Quando me dei conta, Juju estava com a mao sobre meu cacete e novamente ele dava sinais de sobrevivencia. Sou um cara até que bem-dotado para o meu tamanho. No serviço, os caras que ja me viram no banheiro, espalharam para o resto dos colegas aquela famosa frase: "Täo pequenino e com um cacetao tao grande". Acho que foi por isso que Juju se engraçou comigo. Como eu dizia, Juju comepou a massagear meu cacete e quando ja estava bem duro ela virou aquele bundao lindo para mim e falou: "Pöe", Eu fui as nuvens. Cobipava aquele rabo desde a primeira vez que o vira. E assim, de repente, me era oferecido sem a menor resistencia. Como na hora do tesao a gente nunca sabe mato bem a força que esta fazendo, eu mandei ver. Primeiro enfiei um pouco o pau na boceta de Juju para que pelo menos a cabeça ficasse bem lubrificada. Depois, entao, mirei aquele botaozinho meio escuro e comecei a forçar. A principio, Juju agiientou bem. Mas, a medida que meu pau ia entrando, Juju comepou a gritar. Sei que, para dominar o adversario, o lutador de judo deixa que este faça a força. 0 lutador apenas controla essa força em beneficio proprio. Para dominar a forga que Juju fazia, tentando sair de debaixo de mim e livrar-se de meu pau em seu rabo, eu nao fazia força contra. Apenas controlava com o jogo de cintura. E, quanto mais força ela fazia, mais eu enterrava minha pica em sua bunda. Aquela luta desigual me " deixou mais excitado do que estava e em pouco tempo de rebolaçao Juju recebeu todo o meu pau. De seus olhos escorriam grossas lagrimas, ao mesmo tempo que mordia o travesseiro para evitar chamar a atençao do gerente do hoteleco. Vendo que ela cedia ao vaivém que eu começava em seu cu, passei a me concentrar em trabalhar a pontinha de seu clitoris para que ela, pelo menos, tivesse um pouco de prazer, como eu estava tendo naquele momento. Com o dedo indicador da mao esquerda comecei a fazer movimentos circulares em seu clitoris, o que a deixou um pouco menos tensa, relaxando, dessa forma, os musculos do cu. E como ela substituiu os gritos de dor por gemidos de prazer eu respirei aliviado e comecei a pensar em gozar dentro daquele tao desejado e cobiçado rabo. Foi o que fiz. Iniciei os movimentos de vaivém, sem nunca deixar de massagear seu clitoris, e em pouco tempo eu explodia em gozo enchendo suas entranhas com meu liquido seminal. Exausto, deixei-me cair sobre ela, esperando que meu pau amolecesse para poder sair dali e ver o que havia acontecido. Quando tirei o pau de sua bunda, vi que escorria um pouco de sangue para o lengol. Juju, deitada de bruços, solugai a baixinho: "Voce me arrombou o cú, seu maldito". Eu tentava acalma-la fazendo-lhe carinhos nos cabelos, beijando-Ihe a nuca e passando a mao levemente em sua cintura. Mas o pior eu nao sabia. Realmente eu havia arrombado o rabo de Juju. Tanto é que, ao ir lavar-se, ela notou que o sangue nao parava de escorrer. Pedi ao gerente do hoteleco um modess e rapidamente nos vestimos. Levei-a direto para um pronto-socorro particular para que um médico visse o que poderia ser feito. La chegando, expliquei ao doutor o que acontecera e ele, olhando para o rabo de Juju, perguntou: "Foi mesmo o seu pau que voce colocou no rabo dessa moça?" Respondi que era a mais pura verdade, mas ele näo acreditou. Fez uma pequena cirurgia consertando o rabo de Juju e pediu que ela voltasse dali a tres dias para ver como ia a cicatrizaçao. Pois ai esta o meu relato, Quero acrescentar que essa foi a foda mais cara de minha vida, pois fiquei pagando o tratamento de Juju durante um mes em clinica particular. Depois desse incidente nunca mais consegui foder qualquer das minhas colegas de trabalho.


 

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