sexta-feira, 7 de maio de 2010

TRANSA LOUCA

Conto de autor desconhecido



" Tenho 35 anos, sou casada com filhos, baixinha tipo mignon com 1,55m e uma bundinha arrebitada que meu marido não se cansa de elogiar e que gosto de exibir discretamente quando vou à praia, apesar de não usar biquine fio dental, quando ando meu biquine entra na minha bundinha e deixo que fique assim algum tempo, com a desculpa de conseguir um melhor bronzeado, tirando um pouco só de vez em quando, apesar de meu marido não reclamar, mas na realidade sei que estou sendo desejada pelos homens e isto me agrada e me deixa excitada. Quando vou à praia sem meu marido deixo o biquine enfiado na minha bundinha o tempo todo, já tendo recebido algumas cantadas, sem contudo ceder. Quando saio para fazer compras, principalmente sozinha, tambem coloco um pouco do meu exibicionismo em prática, usando vestidos curtos que realçam meu corpinho, me excitando em saber que estou sendo desejada. Apesar de meu comportamento ligeiramente exibicionista nunca cedi a nenhuma cantada. Moramos em uma casa confortável, porém o bairro tornou-se muito violento e resolvemos mudar para um apartamento, por ser mais seguro e prático. Meu marido correu alguns imóveis, levando-me apenas para ver os que lhe agradaram, ou, nos dias em que não podia ir, me fornecendo os endereços para que fosse visitá-los. Em um destes dias, ao chegar no terceiro imóvel, um prédio de porte que já se encontrava praticamente pronto, fui recebida pelo zelador, que se encontrava com as chaves do apartamento a ser visitado, situado no primeiro andar do prédio. Ao chegarmos no apartamento, entramos pela porta da sala e o zelador foi abrir as janelas e a varanda, para que pudesse sentir a excelente ventilação, o que provocou o fechamento da porta e consequente quebra da fechadura, nos deixando presos no apartamento. O zelador propôs que passássemos para o apartamento ao lado através da varanda, porém tenho verdadeiro terror de altura e disse que não conseguiria. Ele então passou para o outro apartamento e foi providenciar uma escada para que eu descesse. Colocada a escada senti que não conseguiria descer, no que o zelador se propôs a me ajudar. Não aceitei, pois estava com um vestido, que apesar de não muito curto, descendo uma escada deixaria minha bundinha à mostra. Depois de algum tempo, sem que outra solução fosse dada, resolvi aceitar a ajuda do zelador, que subiu pela escada até a varanda, fazendo uma espécie de concha com o corpo, onde eu desceria alojada e segura. Ao começar a descer, alojada entre os braços daquele estranho, senti sua excitação pois seu membro estava rígido, encostado na minha bundinha, e com o movimento da descida ele esfregava seu membro em mim. Tamanho era meu medo que não esbocei nenhuma reação, descendo e deixando que ele alojasse seu membro cada vez mais. Quando estávamos quase no chão ele desceu mais rápido que eu, na intenção de me segurar pela cintura e me colocar no chão, mas sua real intenção era bem outra, pois descendo primeiro pôde vislumbrar minha bundinha, a esta altura com a calcinha enfiada pelos movimentos. Com visão total de minha bunda, segurou-me pela cintura com uma das mãos e com a outra apoiou a popa de minha bundinha, e assim fui descendo. Quando cheguei embaixo a mão que estava em minha bunda já não só apoiava, tambem fazia carícias. Desvencilhei-me e só então olhei para ele com ar de reprovação, sem contudo nada falar. Ele estava rindo e com o membro visivelmente duro, corei e fui embora, apesar de sua insistência para que fôssemos olhar outro apartamento. Ao chegar em casa passei o dia pensando no ocorrido, e me dei conta de que havia gostado da situação. Quando meu marido chegou perguntou-me minha opinião sobre os apartamentos, contei-lhe então o ocorrido, omitindo o assédio do zelador para evitar confusão, ele então insistiu para que eu fosse ver o apartamento no dia seguinte, protestei em vão pois ele disse que havia gostado do apartamento e queria minha opinião. Pedi que ele me acompanhasse. Ele disse que poderia me deixar lá e me apanhar 20 ou 30 minutos depois, pois tinha marcado com alguns clientes às 08:00 horas, e assim foi. Pela manhã me surpreendi ao ver que estava me preparando como quem vai a um encontro, tendo colocado um vestidinho curto e solto, meio transparente, que deixava entrever a marca da minúscula calcinha branca, que com poucos movimentos já estava enfiada na minha bunda. Quando cheguei no prédio fui recebida pelo zelador com um largo sorriso, parecendo que já me esperava, disse que não haviam consertado a fechadura e que hoje iríamos a um apartamento no nono andar, de onde a vista era mais bonita. Já no elevador percebi que não tirava os olhos de mim, como quem quer me despir com os olhos. Quando chegamos ao apartamento contatei que haviam dois andaimes no corredor que dava acesso aos quartos, impedindo a passagem. O zelador disse que eram dos pintores e que teríamos que passar por cima pois só estava com a chave deste apartamento. Protestei, alegando que não conseguiria, tendo ele se oferecido para me ajudar. Sabia que ao passar por cima dos andaimes deixaria à mostra minha bundinha, porem mesmo assim topei. No primeiro andaime ele posicionou-se atras de mim e empurrou-me, para que subisse, apoiando suas duas mãos em minha bunda, subi sem nada dizer a respeito. No segundo andaime, ao colocar as mãos na minha bundinha, a esta altura totalmente à mostra, não fez força para me empurrar, começando a apalpar e acariciar, protestei, dizendo que não fizesse aquilo pois era casada e meu marido deveria estar chegando para me apanhar, porem a esta altura já estava excitada e vencida, entregue às carícias do zelador, que já havia levantado meu vestido, segurando meus seios e encostando seu membro em minha bundinha, cedi e comecei a corresponder, rebolando levemente para sentir aquele penis estranho se esfregando em mim. Sabia que a esta altura não havia mais como voltar atrás, iria trair meu marido. O zelador puxou meu vestido pela cabeça, me deixando só de calcinha, tirou tambem seu calção, me deixando ver seu membro duro, apontando para mim, pude avaliar que era maior e mais grosso que o de meu marido. Ele elogiou meu corpo, dizendo que não havia dormido pensando em mim, me entreguei e ele colocou-me de costas, com as mãos apoiadas no andaime, segurando meus seios e penetrando-me por trás. Disse-lhe que tinhamos que ser rápidos pois meu marido deveria estar chegando a qualquer momento. Ele movimentava-se como um louco, enfiando e tirando seu membro, me puxando ora pelos seios, ora pelos ombros, me deixando alucinada, perdi a conta das vezes que estava gozando com múltiplos orgasmos, quando tocou o celular em minha bolsa, e com ele ainda me penetrando atendi ofegante, era meu marido dizendo que se atrasaria uns 20 minutos, me perguntando porque estava ofegante. Disse-lhe que havia acabado de subir dois lances de escada e desliguei, continuando com aquela loucura até um gozo final e profundo, que me deixou molinha. Coloquei minha calcinha e o vestido, o esperma escorria por minhas pernas, e só então pulei o segundo andaime, ajudada pelo zelador que a esta altura já me bolinava descaramente, examinei os quartos e fiz menção de sair, tentando pular de volta os andaimes, quando fui segura pelo a esta altura abusado zelador, começando mais uma sessão de loucuras, protestei dizendo que não faria mais aquilo, em vão. Lá estava eu de novo entregue àquele estranho. Desta ves eu mesma tirei minhas roupas para que fôssemos mais rápidos, meu marido devia estar chegando. Ele disse que queria penetrar minha bundinha, não reclamei pois sabia que não adiantaria, relaxei para que a penetração ficasse mais gostosa. Ele pediu que eu passasse saliva em seu membro para facilitar a penetração, cuspi na mão para besuntá-lo, porem ele me puxou pela cabeça e me fez engolir seu membro, chupei seu membro que preenchia minha boca, deixando-o pronto para a penetração. Apoiei desta vez as mãos na janela e abri as pernas deixando minha bundinha a mercê do zelador que mais uma vez me penetrou, enfiando até encostar os ovos em minha bunda. Estava totalmente subjugada, sendo penetrada alucinadamente por aquele zelador quando meu marido chegou e buzinou me chamando. Desceu do carro e olhou para cima vendo meu rosto na janela, sem imaginar o que estava acontecendo naquele momento com sua esposa, que recebia aquele membro enorme na bundinha, gritei para ele e disse que já estava descendo, minha voz estava trêmula. Saí da janela e fiquei de quatro no chão, como uma cadela, para que o zelador terminasse de me comer, gozamos violentamente com meu marido lá embaixo me esperando. Me recompus rapidamente e descemos. Durante toda a descida no elevador ainda fui bolinada pelo zelador, que levantou meu vestido até o pescoço. A porta do elevador abriu no andar de garagem e eu estava praticamente nua, desci para o térreo pela escada, ajeitando meu vestido, o zelador me parou, levantou meu vestido e tirou minha calcinha, colocando no bolso. Protestei porem ele não me devolveu, fui encontrar meu marido com o esperma escorrendo pelas pernas e sem calcinha. Entrei logo no carro para que ele não percebesse e notei meus joelhos ligeiramente arranhados pela posição da última trepada, disse a meu marido que tinha levado uma queda. Deixou-me em casa, saí rapidamente do carro para que não percebesse que estava sem calcinhas. Não encontrei mais o zelador, mas tenho saudades das loucuras daquele dia.


 


 


 

TRAMAS

AMAZÔNICA

Conto de autor desconhecido


 


 

"Pôr ocasião dos festejos da Semana da Pátria, que no Amazonas é mais extensa devido ao feriado do dia 5 (Dia da Elevação à Província), todos procuram usufruir o máximo possível os dias ociosos. desta forma, eu e alguns amigos programamos passar o tempo curtindo um bom jogo de vôlei, um papo agradável, piscina e um inevitável estoque de bebidas numa chácara próxima a Manaus, do meu amigo Carlos. Da turma eu era o único desacompanhado, já que minha mulher preferiu outro programa mais familiar. O fato de estar sozinho na chácara me deixou bastante intranqüilo e desambientado, se bem que me deu mais liberdade para admirar a beleza de Lúcia e Cristina, duas morena de corpo escultural. Infelizmente, ambas casadas com dois dos meus melhores amigos e que não tinham olhos para mim. Chegando à chácara, fomos logo caindo na piscina, já que o sol nos favorecia com todo seu esplendor. Foi nesse momento, com os corpos úmidos, que as belezas de Lúcia e Cristina me enfeitiçaram. Talvez pelo fato de Lúcia estar em Manaus apenas há cinco meses (ela casou com Fernando no Rio) e pôr ser eu o único amazonense do grupo, vi-me imediatamente inquirido sobre as coisas do Amazonas. De inicio não percebi nada de anormal e la estava eu falando da fauna, flora, das pessoas nativas e questões políticas da região. Mas, à medida que eu falava, notei também que, cada vez mais, ela me olhava com um interesse que transcendia aquele papo. Perturbado em minha inocência amazônica, procurei desconversar e fui ler alguns jornais que havia levado. Aparentando completa naturalidade, Lúcia levantou-se para mais um mergulho na piscina, desaparecendo magicamente na água. Abalado pôr tal interesse (pensei imaginar coisas, onde não havia o que imaginar), fiquei distante dela durante o almoço é o resto da tarde. Ao entardecer, o grupo se reuniu para um jogo de baralho e não tive outro jeito senão ficar um pouco mais perto de Lúcia. Durante o jogo, em determinado momento pensei que estava ficando completamente louco quando vi Cristina, mulher de Carlos, piscar em minha direção. Achando que o fato de estar sozinho me fazia ver coisas, dei uma desculpa qualquer e fui me sentar afastado do grupo, perto da quadra de vôlei, fora da casa. Saboreando um uísque, relaxei e dei vazão às minhas fantasias com Lúcia, imaginando-me nas mais belas paisagens das Mil e Uma Noites. De repente aquela pergunta: ´Pôr que você está fugindo de mim?´ Entre assustado, incrédulo e sonolento, vi Lúcia em pé, pertinho de mim, num shortinho jeans estonteantemente curto. Como que para confirmar, tornou a me perguntar, e eu tratei de dizer que não era nada disso, que estava apenas entediado. Puxando uma cadeira para perto de mim, olhou-me e, assim, de uma só vez, disse que eu havia despertado nela um enorme desejo, e que estava doida para transar comigo. Quase não acreditei. Era bem diferente romantismo que havia fantasiado. Lúcia era muito direta, objetiva. Fiquei preocupado com Fernando; e se ele suspeitasse dessas vontades de Lúcia? Completamente paralisado com aquela maravilhosa descoberta toquei-lhe levemente o rosto e a boca, passando suavemente os dedos em seus dentes. Aumentando meu espanto, Lúcia engoliu rapidamente meu dedo médio como se fosse um falo. Excitado pela disposição de Lúcia e encobertos pela escuridão da noite, nos beijamos com tal furor que pensei, pôr um momento, que os outros pudessem escutar os sons pôr nós emitidos. Mais calmo, comecei a desabotoar sua blusa e a desvendar seus belos seios. Médios, duros e empinadinhos, com salientes biquinhos marrons-claros, levaram-me a alucinações. Com carinho suguei-os demoradamente, sentindo o suave perfume que exalava de sua rala e loura penugem à altura da barriguinha. Meu membro já se encontrava completamente rijo pôr debaixo do short, quando Lúcia, com muito jeito, procurou tirá-lo de ral incômodo, para manipulá-lo à vontade com carinhos que me deixaram zonzo. Em meio aos carinhos, ela freneticamente sussurrava que adorava a mim e ao meu sexo. Já completamente esquecido da presença dos demais, encostei-me no tronco de uma mangueira e fiquei à vontade para receber em meu falo a gostosa boca de Lúcia. Demonstrando uma incrível habilidade, ela sugava e lambia com a ponta da língua as pequenas gotas de esperma que teimavam se libertar do orifício de meu pênis, até que não resistindo tanto prazer esguichei dentro de sua boquinha. Ainda não recomposto do gozo, senti que Lúcia ansiava pôr ter seu momento de prazer e não me fiz de rogado; coloquei-a sentada sobre o braço de uma cadeira, fazendo com que deixasse despudoradamente à mostra sua linda vulva de pêlos ralos. Ao ver aquela maravilha, detive-me pôr alguns segundos antes de mergulhar pra sentir em minha boca seu clitóris duro a pedir doces massagens. Percorrendo toda a extensão da vulva, às vezes detinha-me em seu pequeno e excitante orifício traseiro que, devidamente contraído, parecia engolir minha língua. No mesmo instante Lúcia se debatia freneticamente, sussurrando frases de amor e pedindo loucamente que a penetrasse. Ultra-excitado, preparava-me para satisfazer não só a vontade de Lúcia, mas nossa vontade, quando Carlos, de dentro de casa, chamou todos para o jantar. Um caláfrio percorreu minha espinha e, em segundos, estávamos devidamente vestidos e prontos para voltar ao grupo, como se nada houvesse acontecido. Pôr dentro, eu tremia com o receio de que alguém pudesse nos ter visto. Depois do jantar, o grupo se reuniu na varanda da casa para conversar e, para não fugirmo à ordem do dia, lá estávamos falando de política e crise econômica, assuntos que me interessam profundamente. Só que naquela noite não conseguiu raciocinar direito, com a imagem de Lúcia presente na minha cabeça. Auxiliados pela bebida, todos nós, inconscientemente, procuramos um tema que fosse bem mais geral e atrativo. Não é preciso dizer que o papo acabou versando sobre sexo e transas de cada um; foi quando percebi o quanto era liberal o relacionamento de Fernando e Lúcia. Esta, sequer olhava em minha direção e reagia como se nada tivesse acontecido. Enrolada, de vez em quando, no pescoço de Fernando, ela apenas deixava transparecer suas pernas bronzeadas, que, sob a luz do candeeiro, ressaltavam bem mais suas formas perfeitas. Tenso e teso, ajudado pelo uísque, preferi deitar-me em meu saco de dormir, fora, da casa, tentando reviver o acontecido e vivenciar sua continuação em meus pensamentos. Adormeci assim, não tem antes notar que muitos já haviam me imitado. No meio da noite despertei com a incrível sensação de que alguém manipulava meu membro, beijando-me carinhosamente. ´Que sonho!', cheguei a pensar. Entretanto, o hálito seco do uísque misturado ao cigarro não deixava dúvidas. Não era sonho, era Lúcia que no meio da noite, fogosamente desejava continuar nosso momento de paixão interrompido! Com inacreditável mestria, sua língua penetrou entre meus lábios sugando deliciosamente minha língua, quase mordendo-a. Em seguida, abandonou minha boca para procurar as orelhas e a nuca, mordiscando-as suavemente. Cheio de tesão, urrei de prazer quando ela lambeu meu mamilo esquerdo, enquando apertava levemente o outro. Não conseguindo mais resistir, debruçando-me sobre ela, proporcionei-lhe um verdadeiro banho de gato com minha língua, retirando de seus lábios ardentes gemidos de prazer. Praticamente montado sobre ela, vi, ao lado, um pequeno galho de goiabeira e tive a idéia de roça-lo em toda a extensão de seu corpo. Aquilo me dava um prazer enorme e vi que Lúcia também não resistiria pôr muito tempo. Gritando para que eu a penetrasse, pedindo que eu abusasse de todos os prazeres, Lúcia introduzia meu dedo em sua fenda. Tive que me conter para realmente não atendê-la e, procurando excitá-la mais ainda, comecei a chupar seu clitóris, enquanto enfiava levemente o dedo indicador em seu ânus. Lúcia arfava e rebolava como uma odalisca, indicando que o momento de seu gozo chegara. Sua vagina ganhara então, um sabor mais inebriante e pude deliciar-me lambendo-a como um gatinho lambe sua tigelinha de leite. Coloquei-a de costas e, com as pernas completamente abertas, sua vulva ficou exposta aos meus olhos e à penetração de meu membro, que rapidamente mergulhou, arrancando-lhe deliciosos suspiros. Num frenético vaivém, chegamos juntos a um orgasmo delirante, que não pudemos conter, tamanha era a sensação de êxtase. Estava ainda me refazendo do gozo, quando vi Fernando próximo de nós de membro em riste, brilhante, a indicar que havia se masturbado. Gelei, mas, com a calma que lhe peculiar, ele disse que tudo estava bem e que eu não precisava me preocupar, pois Lúcia lhe havia contado sobre seu desejo pôr mim e o que ocorrera antes de jantar. Dizendo que a relação de ambos era bastante franca, livre e que ambos já haviam transado com outras pessoas solteiras ou casadas, desde que sempre juntos. Fernando aproximou-se de nós acariciando os seios de Lúcia, enquanto ela sem nenhuma cerimônia abocanhava gulosamente seu membro. E eu ali, estatelado e surpreso, não acreditava no que via, naquele Fernando que nunca imaginei. Como as pessoas conseguem nos surpreender! Ainda estava com estes pensamentos quando Fernando começou a gozar balbuciando palavras obscenas, ao mesmo tempo em que enterrava todo seu membro na boca de Lúcia, que mal conseguia respirar. Mesmo envoltos na escuridão da noite, ainda assim pude observar que Lúcia procurava engolir todo o esperma do marido, que, satisfeito, deitou-se para o merecido repouso do guerreiro. Procurando dar vasão à sua insatisfação, Lúcia voltou-se para mim e rapidamente aplicou-me um beijo tão voraz que quase arrancou minha língua em descontínuas sucções. Com meu membro completamente rijo, Lúcia preparava-se para me montar. Colocando-o perto de sua gruta, foi abaixando-se lentamente e soluçando compassadamente à medida que sua macia vulva me engolia. Era como um ritual. Não agüentei aquilo, e rapidamente enterrei-lhe meu mastro até encostar nossos púbis e iniciamos freneticamente o galope do prazer, entre gritinhos, gemidos e soluços. Fernando levantou-se e, aproximando-se de Lúcia, procurou com jeitinho seu buraquinho rosado, já com seu membro em riste. Percebendo a intenção de Fernando, abrindo-se o mais possível, Lúcia antecipou seu gozo no momento em que Fernando penetrou-lhe apenas a cabeça do membro. Já com todo ele cravado em seu ânus. Lúcia entrou em transe, sussurrando mil devaneios eróticos, acompanhados de gritos de volúpia. Decididamente, eu não suportava mais tanto tesão com aquela gata no cio entre nós, num verdadeiro sanduíche em que era o melhor recheio que se pudesse desejar. Entre berros, derramei todo meu líquido morno em suas entranhas, no que fui acompanhado pôr Fernando. Lúcia estava em seu terceiro gozo consecutivo. Completamente suados, deitamos e eu adormeci. O frio da madrugada veio me pegar despido ao relento. Acordei, procurei pôr Lúcia e Fernando e vi que já haviam voltado para casa. Enfiei-me em meu saco de dormir, mas não consegui mais pegar no sono. Pensava que tudo não passava de um sonho maravilhoso, mas o odor de sexo confirmava a noite de prazer e o cheiro de Lúcia ainda estava comigo."


 


 

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