quinta-feira, 13 de maio de 2010


 


 

TESÃO REAL NO MUNDO VIRTUAL


 


 

" Sempre achei excitante falar de sexo. Depois que descobri a internet e o chat, achei-me no paraíso: podia narrar minhas estórias on-line com casais do mundo inteiro interagindo conosco. Nunca poderia acreditar, entretanto, que fosse vivenciar uma situação que reunisse meus dois maiores fetiches. Toda vez que minha esposa, uma tremenda gatinha mesmo depois dos 30, ia ao médico eu ficava no maior tesão, mas ela cortava completamente meu barato dizendo que eu era louco de imaginar que pudesse existir qualquer desejo ou malícia numa situação dessas. Nunca me dei por achado. E o destino se encarregou de criar a situação que eu queria. Ao mudarmos para Campinas, minha gata foi indicada para um dos melhores ginecologistas da cidade. Fiquei na maior expectativa da volta do primeiro exame. Ela então me disse o que tinha achado do Dr. Carlos: sério, competente e muito amistoso, talvez devido a ser bastante jovem ainda. Tinha um consultório fantástico, incluindo circuito interno de TV, com lentes de zoom integradas, etc. A animação dela me levou a insistir no meu velho bordão e acabei convencendo a minha gata a apostar comigo que o médico sairia do sério se tivesse oportunidade. Fui com ela para a segunda consulta, um mês depois, com meu plano já arquitetado. Realmente Flavinha não tinha exagerado. O consultório era digno de todos os elogios. Fomos muito bem recebidos e, para resumir, mostrei para o Dr. Carlos que Flávia era muito tímida sexualmente o que estava me deixando louco. Falei que adorava sexo de todas as formas e que ela não acompanhava meu ritmo, gerando uma tremenda frustração. A Fla fazia a maior carinha de santa: olhos baixos, mãos cruzadas sobre o colo, etc... O Dr. Carlos após me ouvir sugeriu fazer um exame minucioso, para verificar se havia algum problema orgânico com ela (claro que ele não ia encontrar nada, já que minha gata é uma delícia). Ele acabou aconselhando a Fla a me dar mais ouvido para tentarmos resolver nossas diferenças sem ter que recorrer a terapeutas sexuais. Disse mais, que o que eu estava querendo era muito normal, principalmente casado com uma mulher tão charmosa como ela. Levei dois meses convencendo minha gata a dar o bote fatal. Finalmente ela concordou, e hoje teve sua consulta, de forma que cheguei em casa louquinho para saber como tinha sido. A Fla estava no escritório, no chat com um casal brasileiro residente na Europa, contando exatamente tudo que havia ocorrido. Este é o relato que obti, voltando as telas de diálogo. "O Ric sempre achou isto muito excitante. Quando eu fui a primeira vez e voltei empolgada com a estrutura do consultório e disse que o Dr. Carlos era um "gato", muito sério e profissional, o Ric começou a por minhocas na minha cabeça.....foi comigo na segunda vez para preparar o ambiente. Fez um dramalhão, dizendo pro Dr. Carlos que não aguentava mais minha pouca aptidão para sexo (oh mentira!). Disse que me queria o tempo todo e de todas as formas e eu não topava. Discursou até o Dr. Carlos me dar uma série de conselhos. O exame transcorreu normalmente, exceto pela minha excitação com a cara de tarado do Ric. Preparamos tudo para a próxima consulta.... Preparei-me condignamente para a ocasião. Coloquei sandálias de salto altíssimo, meias finas 3/4. e uma calcinha branquinha de seda, ultra-sensual. Por cima uma macacão de seda branca. Estava, sem falsa modéstia, deslumbrante. Chegando ao consultório, driblei a recepcionista, para não ter que ir direto para a sala de exames. Ao entrar em sua sala, o Dr. Carlos me deu dois beijinhos no rosto e pude perceber o olhar de avaliação e aprovação que me lançou. Fazendo-me de tímida sentei e ele logo perguntou como estávamos. Disse-lhe que tinha pensado muito antes de voltar ao consultório, depois da abertura total que o Ric tinha provocado. Que estava constrangida porque minha formação era outra e por aí a fora. Ele reiterou que isso era bobagem minha e insistiu em saber como eu estava me saindo com o Ric.... Eu disse que ele tinha insistido pra que eu voltasse, exatamente porque achava o Dr. Carlos muito competente e aberto. Disse mais, que nossa relação estava melhorando muito. Eu já estava me vestindo mais sensualmente o que deixava o Ric mais tesudo ainda. Tínhamos até arriscado uma relação anal, embora eu estivesse com muito medo de provocar lacerações dado o calibre do Ric. Ele mostrou-se visivelmente interessado.... Me disse que com certeza eu não deveria me preocupar, mas que, para minha segurança, faria um minucioso exame. Levantou-se e me indicou a sala da esquerda. Entrou junto comigo ao contrário das outras vezes e aí eu vi que o Ric ia ganhar a aposta, mas que eu iria sair na melhor. Devo confessar que estava extremamente excitada. A sala não tinha biombos, visto que o médico nunca entra antes da paciente ter se trocado. Fui em direção ao cabideiro e coloquei minha bolsa. Virei-me e perguntei se ele iria ficar enquanto eu me trocava. Ele me respondeu que sairia se eu julgasse necessário, mas que achava que esta seria um ótima chance para eu começar a quebrar minha inibição... Anui, fazendo-me de vexada, e virei-me de costas fingindo me atrapalhar com o fecho do macacão. O Dr. Carlos se aproximou e ao me ajudar a abri-lo, pude notar que seus dedos estavam frios e trêmulos. Ele voltou a sua posição na cabeceira da maca e eu terminei de abrir o fecho do macacão, descendo-o até a cintura. Estava sem soutien e meus seios estavam durinhos de tesão. Abaixei-me para tirar as sandálias e expus completamente o bumbum, marcando a calcinha toda enfiada no meu reguinho....tirei as sandálias e as meias, fazendo-me de atrapalhada. Desci o macacão e voltei-me para ele , levando a roupa aos seios num gesto de proteção ingênua. Ele vibrou mas, profissionalmente, me disse que relaxasse. Eu estava somente com ele, um profissional responsável. Não tinha com o que me preocupar.... Fingindo aceder, dirigi-me à maca, deitando-me ainda com a calcinha. Ele fingiu nada perceber. Aproximou-se e iniciou o toque em meus seios no exame tradicional de sempre. Levada pela excitação senti os toques curtos, secos mas suaves, como uma carícia, e senti minha xoxotinha se derretendo toda.... Eu disse alguma bobagem sobre o frio colocar meus mamilos durinhos, para despistar, e ele mais uma vez foi categórico em me tranquilizar. Disse que os seios estavam perfeitos e dirigiu-se para os pés da maca, fingindo, só aí dar-se conta de que eu não tinha tirado a calcinha. Pude perceber que ele olhava fixamente para a mancha molhada que se desenhava nela, tornando-a mais translúcida e delineando minha xoxotinha completamente raspadinha.... Ele me disse que eu precisava tirar a calcinha, mas que se erguesse um pouco o tronco ele mesmo o faria para não me incomodar mais ainda. Coloquei um braço sobre os olhos, (menina ingênua) e ergui o tronco. Ele retirou a pecinha com uma sutileza que senti-me acariciada. Fiquei ainda mais excitada ao perceber seus dedos tocando o tecido totalmente encharcado, enquanto fitava minha xoxotinha.. Gentilmente, ele pediu-me que afastasse um pouquinho as pernas. De forma casual comentei que o Ric estava reclamando que meu odor natural estava enfraquecido. Ele imediatamente passou os dedos na secreção abundante e cheirou seguidamente. Fazendo um ar confuso, debruçou-se sobre mim e mergulhou seu nariz em minha xoxotinha, literalmente. Vibrei como a corda de um violino e não resistindo deixei escapar um gemido enquanto uma cachoeira se abria em minhas entranhas... Ele levantou o rosto e me disse que tudo estava ma-ra-vi-lho-sa-men-te normal. O Ric devia era agradecer aos céus por ter uma mulher tão bem cuidada e saudável como eu estava. Afastando um pouco minhas pernas, rapidamente utilizou o espéculo concluindo o exame de rotina, comentando entretanto que devíamos estar vivendo ótimos momentos visto que minha irrigação vaginal estava muito intensa... Fingi novamente o maior constrangimento, fixando os olhos no teto. Ele me disse então que faria um exame em meu clitóris, pois parecia haver uma irritação qualquer. Aproximou uma lente de aumento sintonizado ao circuito interno de TV (ele havia dito pro Ric, que trouxe da frança) e ao ligar o monitor, pude ver meu clitóris com se fosse uma pitanguinha prestes a explodir. Vermelho e pulsante. Nunca pensei que esta imagem pudesse ser tão excitante.... Ele usou um aerossol de vaselina e correu a ponta do dedo afastando os pequenos lábios ainda mais. Minha xoxota jorrou neste instante e ele, percebendo, passou o dedo sobre o badalinho, induzindo-me a um orgasmo avassalador. Solucei e apertei suas mãos entre minhas pernas, numa sequência fulminante. Devo ter molhado completamente a maca nessa hora... Retomei imediatamente o joguinho da garotinha envergonhada e implorei para ele sair, me deixar vestir-me e ir embora. Ele me disse que não havia motivos para isso. Não havia acontecido nada demais, sendo muito natural a minha reação, visto que eu estava tensa e provavelmente ansiosa, em dúvida entre meu sentimento de vergonha e a liberalidade do meu marido. E mais, aconselhou-me a contar ao Ric, porque sem dúvida ele não só aprovaria como adoraria... Fingindo deixar-me convencer a contragosto pedi-lhe que encerrasse logo o exame. Ele então orientou-me a virar de bruços para que ele fizesse a avaliação final do meu ânus, embora tivesse certeza de que estaria tudo bem. Como a maca era muito estreita ele apressou-se em me ajudar e pude sentir seu corpo pegando fogo e a respiração alterada. De relance, percebi um volume significativo sob o casaco branco que ele utilizava... Ele me pediu para relaxar e afastar ligeiramente as pernas. Passou a mão em meu reguinho e senti-a sair toda molhada. Aproveitando esta lubrificação ele enfiou a ponta do indicador em meu buraquinho, o que me deixou alucinada. A carícia suave do vaivém do dedo foi me deixando transtornada. Ouvi ao longe seu pedido para erguer-me sobre os joelhos. Praticamente de quatro, fechei os olhos e imaginando a visão que ele tinha de minha xoxotinha aberta, vermelha e ensopada, entreguei-me a sua carícia deliciosa. Ele introduziu completamente o dedo e com a outra mão, apoiada em minhas costas, forçou-me em direção a maca, fazendo-me ficar completamente exposta. Rapidamente retirou o dedo e penetrou-me novamente, agora com dois, dizendo que minha musculatura era genial... Explodi num orgasmo sem volta e gemi como uma cadela vadia implorando para ele me deixar porque senão iria ocorrer uma tragédia, pois não consigo segurar meu esfíncter quando muito excitada e terminaria por molhar tudo ali mesmo... Ao ouvir isso ele enlouqueceu. Levou rapidamente a mão que estava em minhas costas para a minha xoxota e começou velozmente uma carícia alucinante em meu clitóris, enquanto o polegar era enterrado em minha xoxota. Não parou um instante o vaivém no meu cuzinho, já todo laceado.... Pirei de vez e comecei uma sucessão de orgasmos sem fim, que culminou com meu esfíncter se soltando e um jorro de xixi molhando seus dedos, mão, braço, casaco e a maca. Com um som rouco e aflito o Dr. Carlos gozou violentamente, curvando-se sobre mim. Arriei o corpo na maca e deixei-me ficar ali, prostrada e sem forças, olhando para o rosto dele, repousado sobre minha bundinha, enquanto sua respiração voltava ao normal e uma mancha se espalhava sobre sua calça e o paletó... Refeito, o Dr. Carlos levantou-se, buscou uma toalha, para limpar-me e diminuir o estrago feito. sentou-se perto de mim e me disse que aquilo jamais tinha ocorrido com ele, mas que sentia, desde que eu e o Ric estivéramos lá, que algo acabaria ocorrendo. Não se arrependia, nem pretendia ir além, a não ser guardando na memória para sempre o que tinha acontecido... Desci da maca com ele de olhos grudados em mim. Coloquei as meias lentamente. Pus a calcinha, mantendo-a toda no reguinho. Pus as sandálias e só então fui vestir o macaquinho, com seus olhos cravados em minha bundinha. Terminando, aproximei-me dele, agradeci-lhe pela noite maravilhosa que ir ter com o Ric e, aproveitando-me do desconcerto dele, abaixei-me e beijei-lhe os lábios profundamente. Virei-me rapidamente e saí de sua sala." É claro que no meio desta narrativa, eu já tinha gozado sem sequer me tocar. Pelas intervenções de nossos correspondentes na Alemanha - não as reportei porque ficaria por demais extenso - tenho certeza de que eles também se sentiram no céu por várias vezes. Arranquei a Flavinha da escrivaninha e amei-a, furiosamente, a noite inteira, como um adolescente apaixonado. Se gostou deste nosso relato, nunca desperdice a chance de fazer contato na sala do chat. Você pode ser premiado com um gata tão fantástica como a minha contando aventuras maravilhosas e compartilhando o seu prazer nesta teia mundial...


 


 


 

TARADA POR OFFICE BOY"


 


 

Eu estava estagiando já no final do curso numa construtora aqui em São Paulo. Apesar de adorar o campo de obras, ficava praticamente restrita à área de cálculo estrutural. Desenvolvia rotinas para utilização em micros para agilizar os projetos. Havia um officeboy baixinho, mas bonitinho que trabalhava comigo. Tudo o que eu precisava pedia a ele. Ficava quase o dia todo sentada na prancheta e ele, coitadinho, numa mesa de secretária perto da porta. Eu olhava prá ele e ouvia: "Pode dizer, Dona Iza." E era só pedir. Muito esforçado, cursava o 2º grau à noite e duas tardes por semana frequentava um curso de ingles, que foi ofertado pelo escritório. Assim, ele passava o dia inteiro com os livros de ingles abertos sobre a mesa. Ao final do dia, ele arrumava a minha sala, menos minha prancheta, a mesinha dele e o que estivesse fora do lugar. Aliás, sempre que precisava se ausentar, deixava a mesa dele arrumadinha. Eu ficava encantada com o jeitinho dele. Certa vez, pedi a ele que fosse comprar material prá mim e ele saiu imediatamente. Depois de alguns minutos me dei conta que tinha deixado pela primeira vez a sua mesa desarrumada. Mulher não presta. Curiosa! Levantei e fui até a mesa dele prá dar uma olhada como estava se saindo com as lições. E, surpresa! Revistínhas de sacanagem dentro dos livros. Na hora me lembrei dos meus tempos de colégio de freiras. Ficávamos horas escondidas lendo. Me excitei toda. Queria ficar folheando as revistas, mas estava morrendo de medo de ser flagrada. Abri uma das gavetas da mesa e achei mais. Meu officeboy favorito tinha uma coleção enorme. Acabei pegando umas 3 ou 4 na parte de baixo da pilha e levei prá minha prancheta. Minutos depois ele chegou. Me entregou o material e sentou-se na sua mesinha. Não consegui fazer mais nada até decidir ir ao banheiro e ler pelo menos uma das revistinhas. Escolhi uma delas e fui. Até hoje fico fascinada por desenhos como o do Zéfiro. Era sobre um casal em lua-de-mel num trem. Folheei rapidamente e voltei prá minha mesa. Estava a mil. Tudo em mim fervia. Precisava fazer alguma coisa. Eu ia explodir. E a única possibilidade era aquela "amostra-grátis" de homem. Fiquei subindo pelas paredes e não dei o braço a torcer. No final do expediente, aquele que seria meu futuro marido, veio me buscar. Recebi-o de maneira "entusiasmada" e a única coisa que obtive em troca foi um beijinho rápido nos lábios e a frase: "Te deixo em casa e volto pro hospital. Tive de trocar de plantão." Droga! Nada ia acontecer e não aconteceu mesmo. Cheguei em casa tomei um banho mais prolongado. Queria me masturbar, mas achei um desaforo uma mulher como eu fazer isso quando queria mais. Comi um lanche rápido assistindo televisão e fui prá cama. No dia seguinte estava mais calma. Fui prá faculdade. Esqueci de como havia ficado no dia anterior. Na hora do almoço, comi o meu PF diário e fui pro escritório. Uma reunião com os engenheiros, um café e fui prá minha sala. Cheguei lá e não tinha ninguém. E, prá meu desespero, a minha prancheta estava em ordem. Aquele pestinha tinha arrumado. Ele nunca fez isso. Corri prá olhar embaixo dos vegetais e não vi nenhuma revista. Fui até a mesa dele, e nada. Trancadinha. Tinha sido descoberta. Quando meu "anjinho" chegou, passou a agir naturalmente. Pedi a ele prá tirar cópias de alguns vegetais. Ele levantou, arrumou suas coisas, fechou a mesa e saiu. Quis morrer! Ele voltou meia-hora depois. Aquele cheiro de amoniaco das cópias dos vegetais "poluia" a sala. " Você abre a janela um pouco? O ar-condicionado não vai adiantar." O estabanado abriu a janela e um vento levou algumas anotações de cima da pancheta para o chão. Me abaixei para pegá-las e ele também. Enquanto pegava as folhas, percebi um par de olhos gulosos cravados nas minhas pernas. A reação foi imediata. Levantei um pouco os olhos e fui olhar como estava o meu amigo. Volumoso. Até demais. Como alguém com no máximo 1 metro e meio podia Ter "aquilo" daquele tamanho. E ele percebeu. Ficamos a tarde inteira nesse joguinho de gata e rato. Olhares prá cá, olhares prá lá ... De repente, "Dona Iza, a senhora gostou ?" Gostei do que? Do que aquela peste estava me perguntando. Resolvi dar uma voltinha em cima dele. "Gostei das duas coisas!" Pronto. A carinha de bobo dele, valeu! "Duas?" "Sim! As revistinhas e o "volume"!" Não consegui segurar um risinho. Ele ficou corado, abaixou os olhos. Não queria magoá-lo. Queria apenas que ele se mantivesse sob meu domínio. Me levantei e pedi desculpas pela estupidez. Ele levantou os olhos e sorriu meio amarelo. "Eu perguntei do que a Sra. Pegou na minha mesa!" Realmente, a ladra tinha sido eu. Disse a ele que adorava revistinhas assim. Foi a senha. Ele na hora mudou a expressão. Abriu a gaveta da mesa e começou a me mostrar as suas favoritas. E um esboço de uma que ele estava tentando fazer. Peguei as outras folhas que ele havia deixado na gaveta e comecei a folhear. Ele começou a tremer. "Não fica assim, bobo! Você desenha muito bem!" Foi aí que percebi não eram os traços que o incomodavam! Era a personagem. Euzinha! Na "revistinha" dele, eu estava sentada na minha prancheta, com as pernas abertas. Podia ver minha calcinha nos quadros seguintes. Até tufos dos pelos ele desenhou saindo pela lateral da calcinha. Nessa hora percebi que nunca tinha dado "nenhuma bandeira" porque sempre mantive "aparados" por causa dos biquinis. Em outra página, ele estava ajoelhado embaixo da prancheta com as minhas pernas sobre os seus ombros. Sua cabeça entre minhas pernas. Comecei a suar frio. Levantei os olhos e fitei aqueles dois olhinhos fixos, mistos de tesão e medo. Estiquei o braço até a porta e tranquei-a. Peguei sua mão. Trouxe-o até a prancheta. Dei a volta e me sentei no banquinho, tomando o cuidado de deixar minha saia solta sobre o ele. "Vem! Faz igual!" Ele relutava. Meu olhar deve ter transmitido todo o desejo que eu sentia. Ele se abaixou sob a pancheta. Se ajoelhou e colocou delicadamente minhas pernas sobre seus ombros. Seu rosto foi se aproximando. Percebi que ele não saberia o que fazer. Ergui mais a saia, e puxei o lado calcinha, me expondo toda. Ele veio com a boca e encostou a língua. Explodi na hora. Prendi a cabecinha dele entre minhas pernas. Eu "comia" aquela linguinha. Eu me movimentava contra sua boca. Gozava seguidamente. Quando me acalmei, larguei aquela cabecinha. "Dona Iza a Sra. é demais!" Me senti nas nuvens. Puxei o banquinho prá tras e trouxe ele prá cima. Sai do banquinho. Fiquei em pé. Trouxe ele contra o meu corpo. Os quase dez centimentros de diferença entre nós criou uma situação engraçada. Seus lábios quase ficavam na altura dos meus seios. Ele queria me beijar. Deixei. Minhas mãos foram imediatamente atrás do "volume". Apertei aquela coisa por cima de sua calça jeans. Tirei sua calça e vi a sua cuequinha com uma mancha enorme. Me abaixei e encostei a boca sobre a mancha. Ele tremia todo. Abaixei a cuequinha e vi o "volume". Não era tão grande assim, mas a grossura era maior do que a maioria que eu tinha visto. Cheguei com os lábios bem perto e pude sentir aquele cheiro característico. Abri meus lábios e comecei a colocá-lo dentro da minha boca. Quando pressionei a língua contra ele e o meu céu da boca, me assustei com o jato. Um amante "rápido no gatilho". Ele gozava muito. Tremia todo. Tirei-o da boca e ainda assim fui "alvejada" no rosto. Levantei o rosto e vi aquela carinha de tesão. Sorri. "Você é rápido!" "Nunca fiz isso!" "Você é virgem?" "Não! Os meninos ... sabe, né?" "Sei! Sei, sim! Nunca uma menina?" "Não! Queria ver!" "Espera!" Tirei a camiseta e o resto da roupa. "A Sra. é linda!" O "volume" surgiu de novo. Tirei as roupas que restavam dele. Deitei ele no chão e me sentei em cima dele. Cavalgava como doida. Nem me importava se ele fosse rapido de novo. Mas não foi. Consegui controlar o meu garoto que acabou gozando só depois de mim. " A Sra. vai me mandar embora?" "Não! Por que?" "Isso! A gente não podia!" Rolei por cima dele e o puxei sobre mim. Pedi a ele prá não se mexer. Disse que ficasse quieto, apenas com os lábios brincasse com meus seios. E ele fez. Chupava meio desajeitado. "Morde devagar. Na pontinha!" Ele mordia. E dava sinais de vida de novo! Nada como tesão recolhido. Vinha de novo. E veio. Ele se apoiou sobre as mãos e começou o vai e vem com os quadris. Me deixei languida. Queria apenas sentir. " Vem, meu anjo! Goza comigo!" Gozamos os dois! Levei-o ao banheiro e limpei meu "amante mirim". Me limpei e voltamos a minha sala. Aí comecei a série de perguntas: "Você nunca tinha estado com uma mulher?" "Não!" "Só com meninos?" "Uns viadinhos na escola!" Achei graça do jeitinho dele. E me excitei de novo pensando no que faziam. "Me conta como é!" "No banheiro da escola. A gente entra dois no mesmo banheiro. Se for prá chupar eles ficam em pé no chão e eu no vaso. Se for prá comer, eu fico em pé e eles abaixados no vaso." "Me mostra!" Fomos ao banheiro. Ele tirou o "volume" prá fora. Subi no vaso. Abaixei minha calcinha até os pés. Suspendi a saia e fiquei de cócoras. Ele molhou meu rabinho com saliva. Deu uma lambuzada no "volume". Segurou na minha bundinha e foi posicionando-a até começar a encostar a cabeça. Aí, empurrou! Quase caí. Achei que seria mais gentil. A dor e o desiquilíbrio quase estragaram tudo. Me firmei com as mãos e ele começou a bombar dentro do meu rabinho. Era difícil suportar. Ele só se importava em se movimentar. Com uma mão procurei meu sexo e comecei a me masturbar. Me sentia o "viadinho da escola". Ele demorou mais prá gozar e eu aproveitei. Mais duas vezes. Ele gozou puxando a minha bundinha de encontro a ele. Parecia que queria entrar mais ainda. Quando ele tirou senti o vazio deixado e o leite escorrendo. Não me limpei. Deixei-me ficar naquela posição enquanto o seu líquido se esvaia de dentro de mim. Olhando prá trás, vi que ele estava se excitando com a cena. Não perdi tempo. Me concentrei ao máximo para dar um showzinho prá ele. De repente, consegui. No início algumas gotas, depois o jorro um pouco fora do alvo, mas eu estava urinando prá me exibir. Nunca tinha feito aquilo. Levantei um pouco mais o quadril para que o jorro ficasse dentro do vaso. Olhei prá trás e meu amiguinho começava a se masturbar. Incrível. Acabei o "banho dourado". Me virei. Sentei na ponta do vaso. Abaixei a sua calça de novo e o fiz se ajoelhar no chão. Eu mesma guiei o membro dele prá dentro de mim. E assim, iniciamos a nossa saideira. E abusei. Tinha certeza de que ele seria mais lento e mais carinhoso. E foi. Deixei o "volume" em frangalhos. Ele ficou comigo mais 3 semanas. Achei melhor arrumar uma colocação prá ele em outro escritório. É claro que seu rendimento caiu. Mas as nossas tardes eram movimentadíssimas. Pelo menos uma por dia. Ele era incrível. Realmente, "um pau prá toda obra". É claro que sinto saudades dele. Poucas vezes depois arrumei alguém que ficasse sob meu domínio. Não como escravo.Isso não me excita. Apenas o domínio da situação.


 


 

INICIAÇÃO DE UMA PUTA"


 


 

Tinha ido visitar um amigo numa cidade do interior de SP e ele resolveu me levar até um puteiro para que eu visse como é. Chegando lá a dona do bordel veio cumprimentá-lo e me abraçou enquanto ele dizia para ela que tinha me levado até lá para que eu pudesse ver como era. Ela olhava para mim e me avaliava... Não correspondo aos padrões estéticos de beleza... Sou uma mulher negra, gorda, com seios fartos, bunda enorme e cintura fina... um rosto delicado e bonito, lábios carnudos e quentes... ela correu os olhos por cada detalhe e me senti despida. De repente, levantou o meu vestido e enfiou os dedos entre minhas pernas... Tentei protestar, mas meu amigo me fez um sinal e me mandou calar. Ela me acariciou sobre a calcinha... Todos olhavam para nós... Abriu então o resto dos botões do meu vestido e tocou meus seios. Quis fugir, mas ele me segurou. Ela sorriu e me beijou... comecei a ficar excitada... O susto foi passando e estar ali, exposta à vista de todos me pareceu maravilhoso... Ela virou-se para meu amigo e disse que ele tinha nas mãos uma vadia, que seu olhar profissional jamais se enganara. Ele sorriu e disse que, se ela pensava assim, era hora de comprovar. Fui levada para um dos quartos da casa e despida. Me fizeram deitar na cama e me disseram que eu seria uma das putas da casa por algum tempo. Tive medo, mas o tesão era maior. O primeiro cliente entrou, colocou o dinheiro sobre a mesa e se lançou sobre mim como um animal. Me mordia e apertava e enfiou todo o pau de uma só vez. Gritei de dor, mas me senti ainda mais excitada. Ele deu algumas estocadas e logo eu estava coberta de porra. Meu amigo entrou em seguida e disse que tinha combinado com o próximo cliente e ficaria para me observar. Disse que queria ver minha cara de puta quando ele me rasgasse o cuzinho. O cliente entrou me mandou ficar de quatro e me chupou o cuzinho... Brincou com os dedos na minha buceta melada e quando eu comecei a rebolar ele meteu no cuzinho... Ahhhhhhhhhh... que delícia!!!! Comecei a gemer alto e a rebolar, enquanto ele metia gostoso, sem machucar... Meu amigo me olhava com cara de safado e não resistiu muito tempo. Perguntou para o cliente se podia participar também e o cara disse que não tinha problema. Ele, então, me deu o pau para chupar e eu mamei bem gostoso. Comecei chupando a cabecinha, devagar... passando a língua em volta, apertando com os lábios. Senti o pau crescer em minha boca e fui sugando mais forte, enquanto minhas mãos acariciavam o saco. O cuzinho estava todo arrombado e o cliente não parava de meter. O pau do meu amigo, enorme, quase me sufocava ao tocar no fundo da minha garganta. Continuei a chupá-lo com vontade... desci com a pontinha da língua até o saco, enquanto acariciava o pau com a mão... chupei suas bolas, apertei-as com os lábios... voltei para cabeça e enfiei a pontinha da língua no buraquinho... Sentir o gosto da porra me enlouqueceu... rebolei mais e chupei com mais vontade. A cada estocada em meu cuzinho, ele se contraía e eu ficava mais maluca. Os dois gozaram quase juntos... Fiquei ali largada, cheia de porra no cú e na boca. Vários clientes se sucederam... perdi a noção do tempo e me sentia ardida e arrombada. Contrariando as normas das putas, gozei várias vezes. A dona do bordel veio até o quarto, deitou-se ao meu lado e me acariciou. Disse que estava encantada comigo, que os clientes estavam satisfeitos e começou a me tocar... Estremeci... nunca tinha transado com mulher. Ela me falou para ficar calma, que ela cuidaria de tudo; começou a me acariciar e eu não resisti, me entreguei aos seus carinhos... Ela me chupou os seios com delicadeza e foi descendo por minha barriga até tocar meus pelos... Começou a beijar minha buceta melada, enfiando a língua bem fundo... A cada chupada eu gritava de prazer enquanto apertava os bicos dos seios. Ela mordeu meu clitóris e eu me senti derreter... Enfiou os dedos em minha buceta e quando estavam bem melados socou-os no meu cuzinho arrombado. Eu enlouqueci de tesão e comecei a gemer alto. Ela então se levantou e começou a se despir... os seios grandes e duros apareceram... ela tirou a saia... a calcinha... então... surpresa! Vi surgir um pau deliciosamente duro e latejante... Ela deitou-se sobre mim e começou a me foder enquanto me beijava. Eu estava encantada. Sentia aquele pau maravilhoso entrando em mim e olhava para o rosto de uma mulher...sentia os bicos dos seios duros me tocando, mas estava sendo arrombada por um macho. Ela me fodeu violentamente, estocando fundo e me chamando de putinha safada. Gozei deliciosamente e ela então colocou minhas pernas sobre seus ombros e enfiou no meu cuzinho... gemi, gritei, enquanto sentia aquele pau entrar fundo... eu acariciava o clitóris e ela fodia minha buceta com os dedos. Meu amigo entrou e ficou maravilhado com o que viu. Neste momento ela gozou... Senti a porra invadindo meu cuzinho e sorri. Uma vadia feliz.


 


 

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