sexta-feira, 14 de maio de 2010

TAMANHO NÃO É DOCUMENTO TAMBEM...NA MULHER

Conto de autor desconhecido


 

"Sou uma nissei das bem pequenininha. Essa condição, porém, não impede que todos me considerem bonita, tanto de rosto quando de corpo.

Tenho apenas 1,50m, embora o corpinho seja harmoniosamente bem distribuído. Meus seios são lindos, com mamilos salientes, minhas mãos são bem tratadas e com dedos longos. Tenho os pés pequenininhos e uma linda bundinha, saliente e redonda, além de uma boceta pequena e rosada, coroada por um clitóris igualmente rosado que, quando acariciado, me leva às nuvens.

Tenho muito cuidado com o tufo de pêlos pubianos, que mantenho sempre aparados e amaciados com um creme condicionador. Meus cabelos, como de toda oriental, são espessos, negros e eu os deixo sempre longos. Tenho 23 anos, sou casada com um homem também nissei e, nas minhas relações sexuais, confesso que chego muito facilmente e seguidas vezes ao orgasmo. Entre minhas amigas mais chegadas, tenho uma também nissei que, ao contrário de mim, é uma enormidade.

Ela sempre se gabou de ter casado com um brasileiro, um bem-dotado, segundo diz. Não se cansava de contar vantagens, a todo momento, dizendo que eu, tão pequenina, jamais poderia suportar uma relação com um homem caralhudo. Essa suposta limitação me impediria de saber o quanto era maravilhoso ter um homem como o marido dela e quanto isso a deixava uma mulher realizada.

O convencimento e a arrogância dela me fizeram chegar ao limite um dia, quando lhe respondi que, mesmo pequena, era tão mulher quanto ela e estava disposta a apostar que não faria feio numa relação com um homem, por mais superdotado que fosse.

Mais que isso, sugeri que ela me apontasse a fera e eu a enfrentaria. Minha amiga aceitou o desafio. Possivelmente com a ajuda do marido, ela se empenhou em encontrar um homem que me faria perder a aposta.

Dias depois daquela conversa, fui apresentada a um rapaz chamado Fernando, um gigante perto de mim. Tinha cerca de 1,80m, ombros largos, braços peludos e muito fortes, mais grossos até que minhas coxas, e pernas musculosas ligeiramente arqueadas. Era, sem dúvida, um belo espécime de macho. Encontramo-nos numa tarde no clube onde ele era professor de ginástica.

O simples fato de ver e apreciar o homem objeto de minha aposta na plenitude de sua forma fisica me fez percorrer pelo corpo um calafrio que jamais sentira antes. Minha grutinha ficou toda inundada.

O enorme volume que o membro formava sob o short quase me levou a desistir da aposta e declarar-me vencida. Mas prevalecia a sensação maravilhosa que tomava conta do meu corpo e decidi persistir no intento. Ao cumprimentá-lo, Fernando examinou-me de alto a baixo, sem disfarçar curiosidade e desejo. Segundo minha amiga, ele sabia tudo a respeito de nossa aposta.

Femando estava disposto e ansioso em colaborar. Apòs me dar um beijo no rosto, sussurrou em meu ouvido o convite para ir a um motel, um "local onde poderíamos melhor tratar de nossos assuntos...", como disse. Como se tratava, antes de tudo, de um jogo, soltei um sonoro "vamos lá" um tanto desafiador.

Num primeiro momento, Femando mostrou o lado machista e presunçoso, ao declarar que sabia ser um homem bem-dotado e, diante da minha fragilidade, talvez eu não conseguisse agüentá-lo.

Apòs esse julgamento precipitado e até desnecessário, no entanto, ele se revelou amável e compreensivo. Afirmou, em tom carinhoso, que, se a relação se tomasse traumática, a qualquer tempo e a meu pedido ele suspenderia o jogo. Disse que não pretendia em nenhum momento ferir minha beleza e delicadeza.

Senti-me protegida, lisonjeada e, mais que isso, excitada com a forma que aquele macho se expressava e me olhava profundamente nos olhos. Estava paralisada, encantada com as palavras dele, quando Fernando me tomou nos braços como se eu fosse uma gata frágil.

O que, aliás, eu parecia mesmo, ao lado daquele macho gigante. Ele me despiu totalmente, beijando cada parte do meu corpo que desnudava, e, ao abaixar a calcinha, encostou o rosto junto à pequena vagina, que elogiou dizendo ser perfumada, linda e maravilhosa. Passou a beijar meu sexo, sugando-me com inigualável competência, dando também leves e delicadas mordidas no clitóris. Confesso que nunca havia sido tratada com tanto carinho e amor. Nem mesmo por meu marido.

Quanto mais Femando me lambia e chupava, mais eu me excitava, enlouquecia de prazer. E, obviamente, tinha orgasmos sucessivos que me ajudavam a relaxar ainda mais. Eu gemia, suspirava, gritava, reagindo ao prazer que aquele macho me proporcionava com a língua e a boca. Minha vontade era retribuir todo aquele carinho. Como ele havia tirado toda a roupa, menos a cueca, enquanto me beijava, pedi a ele que se deitasse. A cueca estava estufada pelo mastro em riste. Ao tirar delicadamente a peça, saltou à frente dos meus olhos o majestoso membro, duro e latejante.

Fiquei deslumbrada com aquela raridade, jamais imaginei que um homem pudesse ser tão bem-dotado. O pênis, pela medida que tirei mais tarde, para satisfazer minha curiosidade, tinha 25cm por 6,5Cm. Não tinha como colocar aquele monumento na boca, embora esse fosse o meu desejo.

Abocanhei-o parcialmente, lambi-o ao longo de toda a sua extensão, dedicando-me especialmente ao pequeno orificio na cabeçorra gorda, que vertia um líquido muito saboroso. Com as duas mãos punhetei e, simultaneamente, lambi e beijei o descomunal caralho que ia agasalhar.

Fernando me premiou com uma farta ejaculação, dando-me a oportunidade, pela primeira vez na vida, colher com a boca o esperma quente e denso. Aninhei-me como uma gatinha nos braços do meu macho e iniciamos uma sessão de troca de beijos e carícias que, pouco depois, nos deixaram prontos para retomar nova rodada de combate amoroso.

Mais uma vez Fernando mostrou- se preocupado com possível transtorno que poderia causar-me com sua ferramenta, claramente desproporcional ao tamanho de minha boceta. Decidida, eu não recuei em meu propósito, dizendo que estava disposta a ganhar a aposta e contava com ele.

Mas não era apenas por isso, não via a hora de também sentir-me totalmente preenchida pelo portentoso mastro. Fernando estava preparado. Ele usou um creme para lubrificar a vagina e, depois, o pênis, deitou-me na cama, abriu e levantou minhas pemas até a altura dos seios.

Inclinou o corpo sobre o meu, para mamar os peitos, ao mesmo tempo que esfregava gostosamente o cacete na xoxota e no clitóris. As caricias me deixaram enlouquecida. Pedi a ele que interrompesse aquela tortura de prazer, me penetrasse rapidamente, mesmo que me rasgasse todinha. A invasão da glande me deu a sensação de que estava sendo rompida pela primeira vez. Contraí meu corpo. Ele perguntou se eu queria continuar. Abracei fortemente seu corpo e disse que não deveria parar. Fernando deu continuidade à penetração, avançou pouco a pouco, e eu me sentia arrombada e alargada.

Apesar da dor, estava atingindo minha plenitude feminina, provando que, embora tão delicada e pequena, era tão mulher quanto qualquer outra. Já envolvida e totalmente entregue às carícias dele, senti o corpo estremecer quando, com uma estocada decisiva, Femando me invadiu por completo. Senti a cabeçorra bater no fundo do útero.

Ele soltou o peso do corpo sobre mim, enlaçou-me fortemente com os braços e beijou-me carinhosamente, iniciando um vaivém irresistivelmente delicioso. A vagina passou a se contrair, um calor intenso a tomar conta do meu corpo, os batimentos cardíacos se aceleraram, anunciando o gozo, que chegou forte, o mais intenso que já experimentara. As paredes da vagina passaram a latejar, mordendo aquele monte de carme que me invadia, levando meu macho também a um orgasmo enlouquecedor.

Gritamos, gememos, deliramos. E nos confessamos apaixonados. Nossos corpos estavam suados e nossos rostos estampavam a expressão definitiva de satisfação. Foi um duplo prazer para mim.

Ganhei a aposta e ganhei o Femando, que se tornou meu amante, um macho que verdadeiramente me satisfaz.


 

TAL SOGRO, TAL GENRO

Conto de autor desconhecido

" Ja namorava Luciano havia oito meses quando aconteceu algo que mudou para sempre nosso relacionamento. Somos filhos únicos e nossas famílias se dão superbem, tanto que, num sábado ensolarado deste ultimo verão nossas mães foram para o Beto Carrero World, numa excursão do Clube de Mães, enquanto nossos pais comunicaram que sairiam para uma pescaria.

Azar dos azares (ou será sorte?), havia duas primas do Lu, do interior, loucas para conhecer a Ilha da Magia e coube a ele o papel de guia turístico das duas.

É claro que ele me convidou para ir junto, mas eu disse que não estava muito a fim. Se ele mudasse de idéia, eu estaria na sua casa por volta das 9 da manha.

Acabei mudando de idéia e já rumava para a casa do Luciano quando me lembrei que tinha de devolver uma fita de vídeo até meio-dia. Voltei e peguei a fita. Faltavam cinco minutos para as nove e eu já ia ligar para o Lu para eles me esperarem quando ouvi barulho na porta da frente.

Na hora, pensei até que era ladrão e corri para a cozinha, de onde se tem acesso ao sótão. La em cima, me armei com um recipiente cheio de acido (meu pai é químico). Como o sótão é escuro e sua entrada tem uma grade, lá de cima se vê toda a cozinha, mas de baixo não se enxerga nada do sótão.

Comecei a ouvir vozes na sala que não conseguia identificar, devido ao barulho de maquinas da prefeitura trabalhando na rua vizinha. De repente, eles entraram na cozinha e, surpresa, era meu pai junto do meu "sogro" Pedro, o pai do Luciano.

Respirei aliviado e ouvi meu pai dizendo: - Aqui esta a sacola com nosso lanche. Como é que fui esquecer? Já me preparava para descer quando Pedro disse: - Se bem, João, que nos estamos tendo pela primeira vez a tua casa só pra nos dois. Que tal aproveitarmos? Disse isso e já foi encoxando meu pai e chupando-lhe o pescoço. Ficaram de frente um para o outro e trocaram o maior beijo.

Fiquei meio chocado e excitado ao mesmo tempo. Resolvi não revelar a minha presença e ver onde que aquela historia ia acabar. Junto com o beijo veio toda aquela passaçäo de mão na bunda no pau, na cintura, no peito... coisas que eu já estava bem acostumado a fazer com o Luciano.

Quando se desatracaram, Pedro falou: - Lembra na semana passada, quando você não quis sair comigo alegando que estava com o cú todo arrebentado por causa da nossa ultima transa? Pois é, nesse dia eu tive que me contentar assistindo a um vídeo, o que não deixou de ser bom. Tem uma cena que eu quero repetir contigo agora. - Como é a cena? - perguntou meu pai, já com a voz embargada de tesão. - Vou te vendar e amarrar teus pulsos pra trás. Então vou começar a colocar umas coisas na tua boca e você terá de me dizer o que é.

Na hora me toquei que o filme em questão era "New Pledgemaster" e a cena era a que Aiden Shaw domina J.T. Sloan. Meu pai assentiu ao pedido dando as costas e esticando os braços pra trás. Pedro foi até a maleta de pesca e voltou com umas faixas usadas em curativos. Tirou a camiseta preta do meu pai e vendou-o com ela. em seguida, amarrou-lhe os pulsos e mandou que sentasse na cadeira.

Saiu atras de "brinquedinhos" pela cozinha. Começou, finalmente, o "ritual". - Levanta a cabeça, abre a boca e põe a língua pra fora, Quando eu mandar, fecha a boca, sente o gosto e diz o que era. Pedro começou com requeijão, depois vieram cobertura de morango maionese, gelatina, suco de limão (que ele espremeu na hora), ovo cru (argh.) e gelo.

Por ultimo, já não agiientando a própria excitação, enfiou seu próprio pau. Alias, eu levei um baita susto quando ele sacou sua pistola da bermuda. Eu nunca havia visto uma caralho tão grande e grosso. Era cheio de veias salientes e tinha uma cabeça enorme e vermelha. ele segurou meu pai pelas orelhas e socou seu pinto todo, de uma vez só. Papai engasgou feio, tossiu e tentou sair fora.

Pedro então falou: - Não adianta tentar fugir, seu viado, que eu sei que tu gosta disso. Relaxa a garganta e chupa bem gostoso esse pauzao, que daqui a pouco vou te arrebentar o rabo.

Meu pai começou a chupa-lo, gemendo feito um vadia. Dava pra ver que ele adorava aquilo e que já estava acostumadissimo. Acho até que só engasgou por ter sido pego de surpresa. Papai ficou um bom tempo dando um trato no peruzäo de Pedro até que ele falou: - Adivinha o que eu vou por agora na tua boquinha? - disse, urrando alto e rebolando a jeba toda plantada na boca do meu pai. Quando tirou aquele enorme cafetão melado, perguntou: - E então? 0 que era? - A tua porra gostosa - respondeu papai, ainda tossindo e engolindo o resto de sêmen que fora jorrado na sua garganta. Meu pau parecia querer arrebentar de tão duro, mas eu nem sequer o tocava com medo de gozar e eles me descobrirem ali. Pedro colocou meu pai debruçado sobre a mesa da cozinha. Papai perguntou: - Assim, vendado? - É, hoje nós vamos brincar diferente. - Diferente como? Tu já vai saber... Pedro atolou dois dedos no pote de margarina para, em seguida, enfia-los de uma só vez no cú do meu pai, que gemeu alto e começou a rebolar. Meu sogro fazia movimentos de entra-e-sai ao mesmo tempo em que revirava seus dedos dentro de papai e dizia: - Isso, rebola, seu puto. eu sei que é disso que tu gosta. Abre bem as pernas pro teu macho te machucar gostoso... - Ai, isso, assim... Vem, me deixa todo estourado...

Ele colocou meu pai de quatro sobre a mesa. - Agora, eu sou um granjeiro muito malvado e ganancioso, que quer produção total de sua galinha predileta. Vamos ver quantos ovos você consegue por de uma só vez. Começou a enfiar ovos no cú arrombado do meu pai. E la.se foram um, dois, três, até que no sétimo ovo o esfíncter dele nem fechava mais, dando pra ver o ovo lá dentro. Pedro colocou-o de cócoras e ordenou: - Agora, bem devagarinho, quero ver você botar todos esses ovos pra mim... E assim meu pai fez. as vezes, Pedro ficava empurrando de volta o ovo que papai estava expulsando, fazendo movimentos ritmados de vaivém. Pela cara do meu pai, ele estava até tonto de tanto prazer. Quando faltava o ultimo ovo, Pedro falou: - Boa menina. Agora só falto um. Ainda bem que não quebrou nenhum ovo, senão você seria seriamente castigada... Rapidamente, meu pai empinou seu traseiro em outra direção e expulsou com força o ovo que faltava, fazendo com que,fosse longe e se espatifasse no chão. Pedro ficou tenso. - Sua desastrada! Vai apanhar por causa disso!

Colocou meu pai de quatro novamente, enfiou sua cueca na sua boca, amordaçando-o, e começou a dar fortes tapas na bunda branca dele, que foi ficando bem vermelha. Ela já devia estar bem quente e ardida quando Pedro pegou sua carteira, tirou de dentro uma camisinha, "embrulhou" sua rola, subiu sobre a mesa e, numa única estocada, penetrou meu pai. Achei que meu pai não sentiria muita dor por já estar acostumado-com os objetos que haviam entrado anteriormente, mas a expressão do seu rosto e o berro abafado me mostraram que eu estava enganado. Pedro socava seu pau sem do nem piedade e não lhe deu nem tempo de se acostumar com aquele arrombador em seu ânus. Ignorou os gritos abafados do meu pai e logo iniciou movimentos ritmados de vaivém, tão violentos que faziam meu pai jogar a cabeça pra frente e pra trás, tentando em vão gritar. - Isso, rebola desesperado no meu cafetão. Ah, como eu gosto de comer esse teu cú apertado. Quero te deixar uma semana sentando de lado, seu puto. Papai, vendado, amarrado e amordaçado, era um brinquedo nas mãos sádicas de Pedro. - Hum!! Vamos alargar ainda mais esse cú - disse, gemendo. Ele rasgou um saco com cenouras que estava sobre a mesa, escolheu a maior e mais grossa e lambuzou-a de margarina. Então, começou a força-la no cú do meu pai, por cima do seu pau, que estava enfiado até a metade. Meu pai começou a gemer alto, debater-se e dar gritos abafados de dor. Nessa hora, tive pena dele, mas meu pau pingava de tanto tesão. Preferi não me arriscar e continuei parado. Pedro 4zia: - Isso, rebola gostoso, ajuda esse brinquedinho a entrar macio no seu cú... Na hora que a pressão de Pedro venceu a resistência do esfíncter, meu pai jogou as cabeça pra trás e pude ver estampados em seu rosto sua dor e seu desespero.

Aquilo devia arder muito. - Bom garoto. Agora rebola esse traseiro de macho que eu vou foder pra arrebentar. Pedro fodeu meu pai feito um louco, urrando e esbofeteando com força a bunda escancarada e judiada de papai. Não demorou muito para que eles gozassem juntos: meu pai, sobre a mesa, sem tocar no próprio pau, e Pedro dentro da camisinha. Ele saiu de dentro do meu pai, enfiou-lhe três dedos e ficou massageando seu cú ardido, enquanto lhe soltava, tirava a mordaça e a venda. - Tenho mais um presentinho pra você - disse, sacando a camisinha do seu mastro semi-duro. Virou-a ao contrario em dois dedos e atolou tudo na boca de papai, que chupou com gosto e engoliu toda aquela quantidade assombrosa de porra. Também não resisti e gozei, quase mordendo a língua para não fazer nenhum barulho. Depois, ficaram de frente um para o outro e trocaram um longo beijo. Meu pai disse: - Adoro essas brincadeiras, Pedro. Se pudesse, passaria 24 horas por dia com o teu pau cravado no meu reto. - É mesmo? Tive uma idéia! - exclamou Pedro, com os três dedos ainda revirando no rabo de papai. Ele escolheu outra cenoura, quase tão grande e grossa quanto a primeira, segurou as duas e disse: - Vamos tomar banho e depois eu vou enterrar essas belezinha sem você. Dai você vai vestir aquela sunga preta de laicra que nos roubamos do teu filho. Vamos enterra-la bem no teu traseiro para que as cenouras não escapem, até você reclamar que esta ardendo, e vamos pescar. A noite, eu quero te ver cagar as cenouras enquanto eu estiver fodendo a tua boquinha. Topa? - Topo - respondeu meu pai, beijando Pedro novamente. - Agora vamos pro banheiro-que meu pau já ta amolecendo e eu quero dar aquela mijada bem gostosa na tua boca. Os dois seguiram pro banheiro, meu pai sendo arrastado com três dedos de Pedro enfiados no seu cú, levando nas mãos as cenouras e o pote de margarina.

Quando ouvi o barulho do chuveiro, desci de onde estava, me limpei com uma toalha de papel e sai rapidinho, sem fazer barulho. Fui a locadora, depois almocei no shopping e passei a tarde fazendo umas compras, coisas que ia precisar mais tarde.

A noite, passei de moto na casa do Luciano, peguei-o e fomos diretamente para um motel. Claro que não havia me esquecido da sacola com as compras da tarde.

Chegando lá, eu Ihe disse que iria castiga-lo por ele ter me trocado pelas duas primas caipiras. Não aceitei suas desculpas e castiguei-o no melhor estilo "meu sogro me ensinou assim".

Ou quase, afinal ele só agiientou quatro ovos e as cenouras eram menores, pois Lu ainda não estava acostumado. No final, antes do banho, fiquei até com pena dele enquanto o observava deitado de bruços, exausto de tanta putaria, com as pernas bem abertas, o cuzinho arrombado e aquela carinha de criança assustada. Então, ele me falou: - Marco, cada dia que passa eu te amo mais.

Meu pau endureceu no ato e partimos para outras "penitencias" no banheiro do motel.

Fiquei uma semana vendo meu pai e o Lu sentando de lado e me masturbando com as lembranças daquele dia inesquecível.

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