domingo, 16 de maio de 2010

SWING COM A NAMORADINHA TÍMIDA

Conto de autor desconhecido

" Eu estava namorando a pouquíssimo tempo com uma mistura de garota com menina ,20 anos, seu nome era Vanessa e tinha um dos mais belos par de coxas que eu já havia visto em minha vida, um motivou que ajudou muito a iniciar um compromisso firme.

O sexo já era uma constante, porém não saia do clássico papai-mamãe, o que me deixava meio frustrado sexualmente por não conseguir algo mais ousado daquele avião que havia pousado em meu campo de pouso até que modesto.

Em todos os nossos encontros amorosos, a maioria em motéis, eu aumentava o grau de sacanagem, de vez em quando enfiando um pouquinho um dedo no cuzinho dela, outras vezes variando as posições, mas nada que deixasse completamente saciado meu voraz apetite sexual e que ela aceitasse de imediato.

Contudo, num feliz dia, saimos eu, ela e um casal de amigos que já nos acompanhava em vários encontros. Marcos e Flávia eram muito extrovertidos e sempre nos relatavam suas novas aventuras na cama, o que me deixava uma mistura de inveja e Tesão.

Depois de umas doses de licor de amarula a mais num bar que sempre frequentávamos, as meninas resolveram que não queriam mais ficar no bar e que só nos restava ir a um motel. Marcos advertiu que estávamos em apenas um carro, mas todos na empolgação nem ligaram e decidimos em unanimidade ir juntos já que não tinhamos nenhum segredo quanto a isso.

Chegando ao local ficamos em dois quartos vizinhos começando cada um com seu respectivo parceiro em seus devidos quartos. Vanessa, já não tão desinibida, para minha surpresa já foi abaixando minha calça e mordendo meu membro por cima da cueca.

Eu esperando o que ia acontecer na primeira vez em que eu a via bebendo aguardava. Ela foi tirando a blusa e eu, parado, esperando sua iniciatia.

Na sequência foi tirando o que restava de sua roupa ao mesmo tempo em que ia mamando em mim, coisa que ela nunca tinha sequer cogitado fazer.

Do outro quarto já podíamos ouvir os gemidos de Flávia o que me deixava cada segundo mais excitado. Não resistindo mais, falei para Vanessa chamar os dois para vir ao nosso quarto, ela disse que mesmo tendo bebido não teria toda essa coragem e que eu estava estrapolando.

Resolvi ligar mesmo assim com certa resistência de Vanessa e fiz o convite aos dois que mesmo surpresos gostaram da idéia. Ela ficou nervosa e colocando de volta a roupa disse que não ia fazer nada mais, que estava com medo e com muita vergonha. Enquanto eu ia tentando acalma-la, batem na porta os dois.

Eu imediatamente abri. Marcos me chamou para conversarrnos, Flávia foi entrando enquanto ele perguntava se iríamos trocar os casais sem problemas. A idéia exercitava minha imaginação e eu dei resposta afirmativa dizendo que não haviam regras para o que podia acontecer.

Quando entramos no quarto estavam as duas safadinhas peladinhas se roçando e jogando licor de amarula sobrre os seios e se lambendo inteirinhas. Nunca senti meu membro tão duro. Marcos foi pegando Vanessa nos braço levando-a para a hidromassagem e deixando eu e Flávia de frente um para o outro.

Não perdendo um minuto subi na cama de joelhos e fui saboreando o licour que vazava do biquinho do seio dela, cada sugada gerava novos gemidos que iam aumentando.

Em seguida peguei a garrafa do licour e fui derramando pela minha barriga ordenando que ela bebesse tudo o que vazava pelo meu pênis, o que a deixou mais empolgada. Resolvemos dar um tempo e ir ao banheiro ver como estava a hidromassagem, me deparei com uma cena inesperada, Vanessa estava completamente sentada sobre o membro de Marcos que já gozava pela terceira vez consecutiva.

Eles nos convidaram para entrar na banheira que por sinal era grande e cabia folgadamente os quatro.

Entrei primeiro e Flávia se posicionou para sentar com as pernas bem abertas sobre meu minha vela acesa.

Começamos um movimento frenético que só parou quando inundei sua gruta com uma imensa quantidade de porra.

Em seguida ordenei que ficasse de quatro e num único movimento entrei sem pedir licença naquele cuzinho piscando para mim e disse ao namorado dela que is retribuir na namorada dele tudo o que havia judiado da minha, e nas primeiras 3 estocadas ela chorou de dor mas dizendo para não parar e pedia para o namorado penetra-la pela frente.

Vanessa, já completamente desinibida, olhava tudo excitada e se masturbava como quem pedia para ser a próxima. Flávia, Marcos e eu gozamos várias vezes seguidas juntos até que ela disse não aguentar mais e pediu para ficar no lugar de Vanessa e ver a sacanagem que íamos fazer com ela.

Eu ainda em ponto de bala peguei-a e disse em seu ouvido que sabia que ela se fazia de santa mas que na verdade era uma puta barata e que nós íamos sangrar seu cuzinho que já se recuperava das envestidas de Marcos.

Posicionei-a e como com Flávia, e de uma só vez entrei nela arrebentando todas as preguinhas que sobrarm naquele buraquinho quente e apertado. Marcos por sua vez do mesmo modo investiu na outra cavidade enquanto ordenava a Flávia que posicionasse o cuzinho para ser lambido por minha namorada.

Marcos mordia os seios de Vanessa a ponto de arranca-lhe gemidos de dor e só paramos quando nossos corpos não se aguentavam mais naquela posição e a potranquinha pedia arrego.

Deitamos os quatro na cama de casal ainda aproveitando as trocas para umas sacanagens finais e terminamos a noite com a promessa de que haveriam várias iguais no futuro.


 

SWING À PAULISTA

Conto de autor desconhecido

" Foi através do forum de contos eróticos que consegui convercer minha mulher a ser uma swinger.

Nós liamos as narrativas do site e depois eu comentava o meu interesse em praticar com ela todas as experiencias ali reveladas.

Mas minha mulher tinha receios e achava tudo isso muito perigoso, além de lhe faltar coragem: provavelmente em virtude de seus rígidos principios morais e religiosos. Principalmente so morais, pois em nossa cidade a boca maldita não perdoa as pessoas mais liberadas.

Após mais ou menos um ano de insistência, ela me disse que sentia desejos de ser penetrada por outro homem. Neste dia nós estávamos na cama e eu, naquele exato momento, a estava penetrando com um vibrador. Falei então que ia ser muito sensual vê-la transando com outro homem, se possivel um bem-dotado. Enfim ela topou levar a idéia adiante. Evidentemente que fez algumas restrições, e a principal era de que a transa só aconteceria em local bem afastado de nossa cidade. Foi então que passei a ler mais detidamente os anuncios do correio erótico, na esperança de selecionar algum que preenchesse a nossa espectativa. Achei um anuncio de um casal.

Pensei que minha esposa não aceitaria, devido a proximidade à nossa cidade. Mas mesmo assim fiz um rascunho de uma carta ao casal e mostrei-o a minha mulher. Fiquei surpreso e contente quando me disse: "Pode mandar que topo". Após duas cartas e alguns telefonemas, decorridos uns treze dias desde o primeiro contato, fomos ao encontro do casal, na cidade deles. Vimo-nos em um bar, estrategicamente afastado do centro da cidade vizinha. Depois das apresentações, sentamo-nos para alguns drinques. Batemos um papo onde tudo foi falado sem meias palavras. Cada um de nós deixou claro aos outros suas opinões e gostos. Principalmente no tema sexo nos entendemos muito bem. Concordamos que iriamos terminar o papo no motel. Eles faziam um par bonito. Ela era do tipo mignon, corpo proporcional, sexy, ele era do tipo atlético e parecia um homem bastante viril.

E nós também não ficavamos para trás em se tratando de boa aparencia.

Rumamos no carro deles para o motel, que não ficava longe do lugar onde estavamos. Quando chegamos lá, com os freios de nossa moralidade soltos pelos drinques, deixamos que as mulheres tomassem a iniciativa dos jogos. Na enorme suite que alugamos, assistimos, excitantemente, às duas se despirem um à outra. Era um espetáculo para mim inédito que elas iam se desnudando, mostrando para nós seus corpos sedutores.

Com toda a tranquilidade, elas iniciaram carícias mútuas. De repente estavam entre beijos e abraços, completamente nuas. Foi então que nós, os homens, começamos a nos livrar das roupas. Roberto também já estava excitado, e exibia um membro de uns 22cm. O meu, mais modesto, 18 cm, já apontava sua glande para o teto.

Roberto, então meteu-se entre as duas mulheres e foi logo agarrando a minha. Quando o vi beijando-a ardentemente, com sue membro entre as coxas, estaquei. Senti um misto de culpa e de prazer. Mas eles não estavam nem ai. Roberto foi logo enfiando seu membro em minha mulher, que gemia feito louca. Eu ainda estava estupefato com que via, não conseguia nem sair do lugar. A mulher de Roberto começou a chupar os seios de minha esposa, beijando-a em seguida. Senti que Rossana, minha mulher, gozava, se alucinava de uma maneira nunca vista.

O seu prazer era tanto que perdera todo o seu controle: gritava, pedia que ele continuasse metendo nela. Os três estavam envolvidos em uma transa louca. Roberto, então em dado momento rolou com ela na cama, fazendo com que minha mulher ficasse por cima, cavalgando-o. Via o prazer que minha mulher sentia, ela subia e descia seu corpo sobre o dele numa velocidade louca. Seus olhos lacrimejavam e ela gemia naturalmente.

Levantando-se Suzy, mulher do Roberto, veio em minha direção e me puxou para a cama. Minha mulher olhou-me de lado, vi seu rosto transtornado de prazer, os dentes trincados. Sem que eu fizesse qualquer coisa , Suzy, começou a me chupar, fazendo com que o meu membro- semifácido- enrijecesse logo, logo.

Assim que o sentiu no ponto,puxou-me para si fez com que a penetrasse.

Fui metendo aos poucos, meu membro ia se aprofundando, desaparecendo. O meu prazer veio num crescendo. As expressões de gozo no rosto de minha parceira me incentivaram a agilizar meus movimentos de vaivém.

Ela, uma gueixa, gozou logo. Mais estocadas e um novo orgasmo.

A mulher me fazia enlouquecer de tesão. Faziamos uma barulhada dos diabos no motel, tamanho era nosso prazer. Comecei a gozar, não conseguindo descrever com precisão o meu êxtase, tamanha a sua intensidade.

Fiquei assustado com o que acontecia entre Roberto e minha mulher: ela estava de quatro, na cama prestes a ser penetrada em sua bundinha, coisa que jamais permitiu que eu fizesse. Embora com um pouco de raiva, não fiz nada, também nem poderia, pois Suzy já voltava a me chupar.

Enquanto a mulher me abocanhava, eu via minha mulher ser penetrada pelo Roberto. Ele sem dó nem piedade, enfiava aquele mastro descumunal no buraquinho virgem da minha mulher.

Ela gritava de verdade, mordia as mãos, gemia e o cara não estava nem aí, ia metendo.

Assustei-me quando percebi que ele estava todo dentro dela. Resolvi copiar Roberto, fiz com que sua esposa ficasse a beira da cama.

Suas nádegas se abriram generosamente para mim. Meti.Enfiei a glande de uma só vez.

A mulher se afastou um pouco, sufocou o grito. Segurei-a pela cintura e enfiei com força.

Enquanto isso minha mulher e Roberto gozavam freneticamente. Acelerei meus movimento e comecei a sentir a proximidade do gozo. Suzy delirava. Foi então que também gozamos.

Como já era tarde e tínhamos de retornar à nossa cidade, nos despedimos. O casal ficou de nos ligar para um segundo encontro. ".


 

SURUBA NA ILHA DO MEL


" Desta história que passo a narrar fui apenas coadjuvante e espectador. Há uns oito anos atrás fiz uma viagem com um amigo de faculdade para a paradisíaca Ilha do Mel, no Paraná. Passamos o feriado em um camping cheio de gatinhas e uma rapaziada jovem. Logo todo mundo se entrosou e fizemos muitas amizades maneiras.

Porém nem eu nem meu colega conseguimos nos arrumar, pois o número de homens neste lugar é sempre maior que o de meninas. No domingo praticamente todo mundo foi embora, mas nós resolvemos ficar e curtir um pouco mais a Ilha.

O camping ficou quase vazio, com apenas 4 barracas, contando com a nossa.

Duas eram ocupadas por um grupo de 7 universitários italianos que estavam viajando pela América do Sul. A outra era de duas garotas que estudavam educação física em Londrina.

A mais bonitinha delas tinha passado todo o feriado com um dos italianos.

A outra, que se chamava Sandra, era meio feiosa, grandona. Talvez quando tinha seus 18 anos pode ter sido uma bela de uma "raimunda", pois tinha um bundão, mas naquele tempo já estava meio "passada".

Os seios eram fartos, o que deu para conferir de perto pois no dia em que a Ilha estava vazia ela fez topless, provavelmente pra chamar a atenção de um dos outros gringos.

Ela não era do tipo de perder tempo, tinha dado pra dois caras no feriado. O segundo deles inclusive nos contou depois tudo em detalhes, dizendo que ela praticamente implorou para ele enrabá-la de quatro.

No fim da tarde ficamos todo o grupo em roda ouvindo meu amigo tocar violão e depois ficamos batendo papo, bebendo e escutando música gravada. Falávamos um pouco em "portunhol", mas a maior parte do tempo nos entendíamos melhor em inglês. A Sandra não entendia nada de inglês, então quando falavam com ela eu e meu amigo que traduzíamos. Logo a outra garota e o namorado italiano se mandaram pra barraca.

Estávamos ouvindo uma fita minha tinha gravado uns sambas. Inventamos pra Sandra que eles estavam pedindo pra ela dançar. Ela ficou fazendo um doce, mas depois aceitou e pra minha surpresa arrebentou, fazendo jus à fama de sensualidade da mulher brasileira. Rebolando, com a ponta do indicador na boca, ela se abaixava até ficar agachada, e subia novamente entre assobios e uivos de todos. Percebi que ela adorava se sentir gostosa e desejada.

Depois disso um italiano fez um elogio qualquer e o meu amigo já disparou que ele tinha achado ela um tesão. Eles falavam as coisas mais inocentes e gente pervertia tudo, dizendo que o cara falou que tinha ficado de pau duro, que o outro tava louco pra transar com ela, que a bunda dela era linda.

Ela só ria, e os caras não entendiam nada. Aí fizemos o contrário, falamos pra eles que ela havia prometido dançar de novo peladinha se todos eles ficassem só de cuecas, que ela queria ver se eles ficavam excitados.

Um dos caras ficou meio de lado na porta da sua barraca e não entrou na brincadeira. Os outros fizeram a maior algazarra, e acabamos convencendo-a que eles queriam vê-la dançar sem roupa. Ela por fim tirou o short e ficou dançando de biquíni, enterrado no traseiro. Incentivada por todos tirou a parte de cima e ficou lá com os peitões balançando ao ritmo da música. Ela estava superexcitada, assim como os caras.

Dava pra notar que ela estava se sentindo o máximo, desejada. Ainda mais porque dos 5 que estavam na sacanagem, 3 eram realmente bonitos. Um deles tinha um pau que pelo calção já chamava atenção pelo volume. Era pra ele que ela concentrava o espetáculo. Virou de costas e rebolando se aproximou até sentir o ferro lhe encostando na bunda. Foi agarrada pela cintura e quando o cara alcançou os seios ela só fechou os olhinhos e suspirou. Eu e meu amigo só dávamos risada, a gringada estava alucinada!

Depois de desvencilhar deste ela voltou para o meio da roda e sensualmente tirou a parte de baixo, ficando completamente nua! Se aproximou de um grandão de olhos azuis e foi fazendo aquele passo de mulata se agachando na frente do cara, que não agüentou e arrancou o pinto pra fora se masturbando a centímetros da cara dela.

Ela não resistiu e caiu de boca, chupando como um picolé. O joelho do cara até dobrou. Depois de alguns segundos ela passou pro próximo, desceu o calção dele e pagou outro boquete. Pela cara dele ela era bem entendida na arte.

Todo mundo aplaudia e fazia a maior zona, dando gritos de incentivo. Todos os cinco a cercaram e ela ajoelhou no meio da roda, alternando chupadas em todos aqueles caralhos. Pegava um em cada mão e punha na boca, tentando engolir os dois ao mesmo tempo. Às vezes chupava um e batia uma punheta pra outros dois. Os outros ficavam bolinando-a, apertando seus peitos, enfiando a mão na sua buceta, beijando seu pescoço, passando o pau na cara dela, faziam de tudo. Eu, meu amigo e o outro italiano que tinha saído de lado, um magrinho com cara de criança, ficamos só olhando. Quando a menina sentiu que aquele cara do pau maior estava ficando bastante excitado, ela começou a sugá-lo no maior frenesi. Segurava a cacete com a mão, massageando-o enquanto chupava o saco.

Em seguida subia com a língua por toda a extensão até a ponta, onde dava umas lambidas, engolia só a cabecinha e ficava sugando, ela sabia tudo!! Um cara se deitou por baixo dela e começou a chupar sua buceta, fazendo com que ela acelerasse os movimentos de entra-e-sai do pau em sua boca.

O cara não agüentou aquilo e esporrou na boca dela, que tentava acomodar aquela tora em espasmos. Foi seguido por um ao lado que se masturbava e na hora de gozar aproximou o caralho do rosto dela, lançando um jato espesso bem na bochecha e outro no queixo.

Ela não deixou barato, chupou o cara sorvendo as últimas gotas de porra. Outros dois assumiram a posição e deram as picas pra ela chupar. O último se ajeitou atrás dela e começou a enfiar o pau melado direto no rabo, tudo isso sem camisinha. Ela dava gritinhos enquanto a pica italiana ia abrindo caminho em seu rabinho.

Seus gemidos só eram abafados quando um dos paus a sua frente era enterrado em sua garganta. Ela era segurada pela cabeça, e forçada a não parar de chupar, mesmo com o outro fodendo com vontade seu cuzinho.

Ela jogava a bunda para trás a cada estocada, fazendo aquela ferramenta branca entrar até as bolas encostarem em sua buceta. Um dos caras ejaculou rapidamente em sua boca, e com apenas um em cada extremidade ela pode prosseguir com mais facilidade até atingir junto com os dois seu orgasmo, anunciado entre berros: "Ahhhh! Enfia bem fundo! Ai que tesão!!! Me come seu sacana, me faz gozar, não pára!!" O cara gozou lá dentro, e o sêmen escorria pela sua coxa. Mal ela terminou, o cara do cacetão a puxou para uns colchonetes que ele havia espalhado no chão. Ele se deitou e ela veio por cima, encaixando a pica na entrada da sua buceta melada e deixando ela entrar devagarinho.

O cara era bem dotado, mas ela não ficava devendo. Sua xoxota era enorme, com os lábios e os grelos bem salientes. Ela se depilava deixando apenas um fiozinho de pentelhos no centro. Ela aceitou facilmente a tora do rapaz e começou a cavalgá-lo bem devagar, trazendo o corpo pra cima até a ponta do pinto aparecer. Quando ele enfiava tudo novamente percebia-se no rosto dela uma expressão de prazer intenso. Ela rapidamente gozou de novo. Aquele que tinha gozado batendo punheta já estava novamente em ponto de bala e se posicionou para comê-la por trás.

Quando ela percebeu a intenção começou a murmurar gemendo: "Eu não vou agüentar, ai, dois não" O cara como não entendia mesmo português foi acomodando a cabeça e forçando a entrada. Aceitando ela ficou balbuciando "Ai que delícia, me fode seu italiano tarado, ai ai, que pica gostosa, adoro esse seu pau duro, come sua putinha brasileira".

Ela se remexia como uma verdadeira piranha, adorando receber dois paus ao mesmo tempo, ensanduichada no meio dos dois gringos que metiam com vigor em movimentos sincronizados. A cena era realmente um espetáculo.

Reparei que meu amigo se masturbava, assim como um dos italianos. Um outro só assistia, boquiaberto.

Procurei pelo quinto e só então percebi que ele estava enrabando o magrinho que tinha deixado a roda no início da sacanagem. Ele era gay, então por isso não quis participar da suruba...

Na posição de frango assado o amigo metia nele até o fundo, e pela empolgação dos dois percebi que estavam prestes a gozar. Atraído por um gemido mais alto voltei meus olhos para os corpos no meio da roda.

Sandra estava gozando pela enésima vez, com o rapaz embaixo dela sugando, lambendo e mordiscando seus seios. O outro por trás estava prestes a gozar e enfiava tudo de uma vez em movimentos acelerados.

Gritava em italiano chamando a menina de puta. Acabaram gozando os dois ao mesmo tempo, inundando todos os buraquinhos dela de porra. O cara ainda tirou da bunda e deu pra ela chupar.

Pensei que ela iria ter nojo, mas com ela não tinha tempo quente, deixou o pau limpinho lambendo o resto de porra que escorria. Ela estava satisfeita e acabada, mas os caras queriam mais e foderam ela por mais de uma hora.

Neste tempo gozaram várias vezes em sua bunda, sua buceta, sua cara e sua boca.

Ela adorava engolir porra, acabou me confessando no outro dia, quando ela não podia nem andar direito, estava toda arrombada.

Estes italianos com certeza guardaram uma boa lembrança daqui e levaram uma ótima história pra contar pros amigos quando retornassem à Europa.

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