quarta-feira, 19 de maio de 2010

SEXO A ITALIANA

Conto de autor desconhecido


 


 

" Tenho 28 anos, sou casada há seis e meu marido me ensinou da forma mais libertina possível.

Entre amigos, sempre conversamos sobre tudo, o que, às vezes, nos desperta o apetite sexual. entretanto, na última viagem que fiz à Espanha com ele, vivi uma experiência sexual fantástica, que merece a atenção de um grupo de amigos maior – vocês,..

Tudo começou, alguns dias antes de embarcarmos. Fomos visitar Beth, recém-chegada de lá. Ela nos falou sobre o filme erótico intitulado Besta. Ouvi atentamente a narração e fiquei deveras excitada.

Em casa, estremecidos pôr uma onda de desejos, produzida pela conversa com Beth, eu e meu marido transamos gostoso a noite toda.

Alguns dias depois, já em Madri, numa tarde quente, saí para fazer compras, especialmente alguns presentes para os amigos mais chegados. Como eu usava uma roupa leve, sem soutien, os espanhóis me dirigiam olhares maliciosos.

Ao passar pôr uma ruela no centro da cidade, notei os cartazes de um cinema de terceira categoria que anunciavam o tal filme. Interessada, observei as fotos e recordei a narrativa de Beth. Excitada, entrei.

A princípio, não vi nada; estava tudo escuro; mas o filme começou logo. Então, estremeci, vendo eqüinos, fazendo amor. Maravilhada, observei o imenso membro do cavalo, penetrando a égua desejosa.

De repente, alguém sentou-se a meu lado. Era um homem, que me olhou fixamente e encostou sua perna na minha. Prontamente, afastei-me um pouco. Mas foi inútil, porque o homem continuou a se encostar em minha coxa. Subitamente, encarei o sujeito e, em tom ríspido, exigi que me deixasse em paz; e foi o que aconteceu, pelo menos pôr alguns instantes em que suspirei aliviada: 'Ainda bem!'

Entretanto, na cena seguinte, um negro fazia amor com uma adolescente, mostrando completamente o seu longo e grosso membro endurecido, num entra-e-sai alucinante.

Fiquei excitadíssima e meu vizinho voltou a se encostar em mim. Mudei de lugar, sentei na fila do corredor, mas ele me acompanhou e sentou-se a meu lado outra vez. Mais ousado, levou uma mão às minhas coxas e começou a massageá-las e, com a outra, colocou o pênis para fora da calça e deu início a uma bela masturbação.

Fique apalermada e excitada, ao mesmo tempo. Olhei em volta e me senti sozinha em suas mãos. O sexo explícito na tela o encorajou a tocar de leve na minha vagina, que fervia. O falo duro ao meu lado me fascinava.

Ah!, aquela escuridão, aquele lugar, o filme e as poucas pessoas na sala de projeção me incentivavam a querer provar aquele pau, mas eu tinha medo. Nunca havia acontecido nada parecido comigo e eu não sabia como me defender.

Num inútil esforço, afastei-me um pouco e, para minha surpresa, vi um outro homem se masturbando a pouca distância do meu rosto, em pé, no corredor. Senti uma onda de calor subir pela minha espinha a tremi, enquanto a mão do outro levantava a minha saia.

Estava presa entre os dois desconhecidos, não queria me mexer e, ao mesmo tempo, queria fugir. procurei deter a ação daquele que já estava tirando minha calcinha, quando senti o quente pênis do outro tocar no meu rosto.

Afastei-me um pouco, mas a mão do meu vizinho já brincava com meu clitóris.

Alucinada, supliquei: 'Não, não, chega, parem, me deixem, pôr favor!' E, nesse instante, cheia de medo, volúpia e curiosidade, gozei.

E o cara percebeu, me abriu as pernas, levantou-me o vestido acima das coxas, enquanto o outro, vendo-me passiva, tentava enfiar-me o pênis na boca. A sala completamente escura, a cena - que era a da protagonista se masturbando com uma rosa - e a suave insistência do homem em pé venceram meu medo: deixei o sexo dele entrar na minha boca até a garganta.

No mesmo momento, o outro tirou minha calcinha pelas pernas e sua mão começou a massagear minha vagina, deliciosamente. Enfim, consegui relaxar.

A cena erótica que via, aquela mão no meu sexo todo molhado, aquela dura ferramenta na minha boca...

O meu vestido foi levantado até o pescoço. Praticamente nua, com os seios apalpados pelos dois, percebi que o meu vizinho estava se colocando para me penetrar.

Ele foi um pouco para a frente, separou minhas pernas mais um pouco e enfiou seu pênis maravilhoso em minhas entranhas. Dominada pelo prazer, comecei a chupar ardentemente o pênis do homem que estava de pé e, rapidamente, ele gozou, enchendo-me a boca de esperma, quente e viscoso.

Depois, satisfeito, sentou-se e ficou a massagear meus seios com rara habilidade.

Sussurrante eu implorava. ´Parem, por favor, não quero mais.

Meus parceiros, no entanto, sabiam perfeitamente o que eu queria de fato. Tive um orgasmo como nunca havia experimentado. Pedia: ´Bota mais, ai, tesão, bota tudo´, e comprimia meu corpo esguio contra aquela ferramenta monstruosa, dura, agasalhando-a nas minhas entranhas.

Estava imprensada contra a poltrona, tocada por quatro mãos, que me faziam delirar de prazer.

Afinal, meu vizinho gozou e foi diminuindo, aos poucos, as golfadas que me deixavam alagada em gozo.

Ai, saiu de cima de mim mas, para minha surpresa, o outro estranho cobriu meu corpo e me possuiu também. Seu membro era quente, grosso, duro e comprido. Ele me beijou na boca, mas não correspondi ao beijo porque estava satisfeita. O sujeito não se importou com isso e, com golpes rápidos e ferozes, me fez gozar novamente.

De repente, senti um jato quente na minha vagina e me surpreendi beijando-o Foi o fim.

Abaixei o vestido, a luz acendeu e olhei na cara dos meus sedutores. Os dois aparentavam Ter uns 30 anos; um era alto e magro, o outro mais robusto; os dois, mal vestidos, talvez fossem trabalhadores braçais, desempregados. Eu estava vermelha de vergonha, sem calcinha e sem coragem de pedi-la.

Procurei me levantar, mas um deles disse para eu esperar escurecer, pois ninguém me notaria.

Parei, inclusive porque devia arrumar meu vestido antes de sair. Escureceu e o filme tornou a ser exibido.

Nesse instante, o homem que estava à direita me levantou pelo braço. Não entendi direito suas intenções. Hesitei um pouco; entretanto, depois me encontrei de pé contra uma coluna, perto da entrada.

Naquela escuridão, naquele canto, senti, completamente arrepiada, as mãos rudes do homem levantando minhas vestes. Tentei esquivar-me, mas logo senti seu mastro duro no meio das minhas coxas, se aproximando, latejante, dos meus lábios vaginais. Até que entrou. E o homem iniciou um vaivém alucinante. Me beijou e apertou meus seios.

Cheia de tesão, percebi que outras mãos apalpavam meu traseiro.

Entretanto, pela velocidade dos golpes do homem que me possuia, notei que ele estava para gozar e, de repente, gozei também. Abri as coxas e quase desmaiei de prazer.

Disse algo (não sei bem o que) e senti outro membro nas minhas coxas. Só que, desta vez, o primeiro não me deixou e continuou me arrebatando com seu pênis maravilhoso.

O outro, então, delicadamente, pediu que ele se virasse e se encostasse na coluna, no que foi atendido prontamente. Pouco depois, senti um membro duro e quente acariciando meu ânus. Estava levantada do chão, agarrada ao pescoço daquele que me penetrava.

Tentei me livrar daquela posição mas foi impossível impedir que o outro me possuísse por trás. Estava encurralada entre os dois; um na frente, outro atrás, onde eu era virgem. Eles sincronizaram os golpes, a ponto de me deixarem louca de tanto gozar. Os meus orgasmos eram contínuos, enquanto meu corpo era destruído por aquelas mãos sádicas, que me apertavam para eu não sair da posição.

Conclusão: por todo o tempo que durou a primeira parte do filme, me seviciaram do mesmo jeito.

Eu estava alagada pelo gozo deles; meu corpo, ardente, estava marcado e queimado pela brasa do prazer.

Finalmente, voltou a luz e os homens me deixaram em paz. Quase caí no chão.

Abaixei o vestido, ajeitei os cabelos e saí sem dizer nada. Estava esgotada, destruída, mas não arrependida."

Um comentário:

  1. Esse conto foi publicado originariamente em uma antiga revista "Ele Ela", da década de 80, e a autora foi creditada como sendo "Simone, de Arcos - MG"

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