sexta-feira, 21 de maio de 2010

SECRETÁRIA MINEIRA

Conto de autor desconhecido


 

"Moro no Interior de São Paulo, mas como sou representante de uma firma comercial, passo de quinze a vinte dias pôr mês em Belo Horizonte. Sou casado, e pôr isso evitarei os nomes verdadeiros neste relato, para que minha mulher não desconfie, um vez que ela, assim como eu, é leitora dessa Home Mas vamos aos fatos: no mês passado eu cheguei a Belo Horizonte e, à falta de companhia, me lembrei de que tenho um cliente cuja secretaria é daquela de perverter até monge zen-budista. Confesso, que, nas viagens anteriores, na solidão do meu quarto de hotel, sonhei e me masturbei pensando nessa gata. Naquela noite resolvi tomar coragem e telefonar para ela. Disse-lhe que estava sozinho mas com ótima disposição para a noite e que gostaria de jantar fora e bater um papo interessante com uma pessoa agradável; disse que não conhecia muita gente na cidade e, pôr isso, havia pensado nela. Para a minha grata satisfação, ela topou sem maiores rodeios, mas disse que havia sido convidada para uma festa de noivado de um colega e que não poderia faltar. Mas, já que eu estava a fim de qualquer coisa, que tal acompanhá-la à tal festa? Exultei. Vesti minha melhor roupa, caprichei no perfume e na barba e fui buscá-la em casa. No carro ela se comportou de maneira tão descontraída que, ao chegarmos à festa, ninguém diria que não éramos amigos antigos. Ficamos o tempo todo colados, tipo aonde você for eu vou atrás. Lá pelas tantas, convidei suzana (digamos que esse fosse o seu nome) para jantar. Ela mesma escolheu o restaurante e, entre uns martinis e umas cervejas, fomos ficando românticos e absolutamente carentes um do outro. Fui sincero com ela. Disse-lhe que era casado, vivia bem com a minha mulher, mas que ela tinha me virado a cabeça e que, há mais de cinco meses, eu não pensava em outra mulher que não ela. Que estava sofrendo de angústia e já não podia mesmo viver sem ela. Esse papo acabou no meu hotel, ela tirando a roupa com gestos lentos e fascinantes. Eu também ia me despindo sem fissura para não precipitar as coisas. Mas só de olhar pra ela, meu caniço subia na espreita da pesca. Detalhe: eu não sou muito bem servido pela natureza, mas sou meigo, manso, carinhoso, de forma que tenho me dado bem com as mulheres. Comentei isto com ela naturalmente e ela achou graça dizendo que detestava homem avantajado. Que ela era do tipo magra e sensível, e que bom que eu não iria machucá-la. Fomos neste enlevo a um delicioso papai-mamãe, como manda o figurino. A noite já estava terminando e o sol acordava a gente para o dia de trabalho. Marcamos um encontro só para o fim de semana, com o objetivo de não dar bandeira no ambiente de trabalho e junto aos amigos que temos em comum. Nos olhos de Suzana pude ler o que ela estava pretendendo aprontar. Estava feliz e saiu do hotel com aquele ar satisfeito das mulheres bem-trepadas. Quando cheguei ao local combinado, ela estava tão bonita que logo me veio à lembrança o nosso último encontro e entrei em ereção. Ela percebeu e riu envaidecida com o efeito que causava em mim. Desistimos do programa que iamos fazer e fomos direto às nossas próprias gostosuras num motel bem aparelhado. Eu já tive várias namoradas e muitas aventuras, mas em toda a minha vida nunca tinha provado o sabor de uma mulher, diretamente no local. Vendo os filmezinhos eróticos que passam nessas casas de prazer, pela primeira vez tive vontade de fazer aquilo de que eu sempre tivera um certo nojo. Brinquei com ela perguntando se queria que eu começasse pelos pés ou pela cabeça. Ela pulou no meu pescoço e nos beijamos longamente, minha mão arrepiando seus pelinhos ao longo do corpo todo. Suguei-lhe o pescoço, lambi as orelhas, abocanhei a maça dos seus seios de bicos enormes e durinhos. Continuei lambendo pelas laterais, pelo centro, rodeei o umbigo com a língua, enfiei-a lá dentro. Ela se contorceu toda e eu caí de boca no pedaço. Suzana tentou uma fraca resistência, mas o contato da minha língua com seu clitóris foi fatal. Ela amoleceu toda, gemia e alisava minhas costas com os pés. O tesão era tanto que doía. Virei e ofereci meu corpo para ela. Entre sussurros, Suzana me disse que eu era o primeiro homem com que ela fazia isto. Suguei longamente aquela delícia cremosa e disse que comigo acontecia o mesmo. Ela já estava com a boca quente abrigando meu pênis. Sentia sua língua ligeira fazer arabescos no meu membro e já nem era dono de mim. Estava perdido na sua boca. Quando não agüentava mais, acelerei os movimentos e meti dois dedos nas profudezas dela, provocando-lhe um orgasmo abundante e prolongado. Ela caiu de lado e ejaculei pôr cima dos seus seios, que ficaram brilhando à luz do meu sêmen. Depois de alguns instantes, com a respiração refeita, passei a mão espalmada pôr toda aquela superfície molhada e sugeri um banho a dois. Ela fez que não com a cabeça, puxou-me pelos cabelos e enfiou a língua na minha boca com muita paixão. E fantástico como as mulheres ficam agradecidas aos homens que sabem como tratá-las. Vê-la assim, ensandecida, me enchia de energia. Nós rolamos na cama redonda de mil e uma maneiras. As vezes ela pôr cima de mim, me cavalgando num galope compassado, comigo todo enfiado dentro dela, ora eu sentado na borda da cama com ela em posição de ioga me abraçando com as penas. Gozamos repetidas vezes até que, numa de nossas viradas, eu estava pôr cima das costas dela, meu pau aninhado na raiz das suas costas. Mordi-lhe o pescoço como os gatos fazem com as gatas e rosnei como um felino. Brincava disfarçando uma intenção que só de pensar já me retesava. Dei várias mordidas gostosas no seu dorso, deixando que meu pau tocasse quase sem querer os mentes morenos e macios que eu estava louco para penetrar. Ela foi ficando cada vez mais excitada percebendo a intenção que não se consumava de uma maneira brusca. Se ela tinha algum preconceito contra o coito anal, perdeu ali, quando eu, enfim, murmurei no seu ouvido: "Você quer?" Ela só falou: "Sou sua", sou sua," repetidas vezes, enquanto eu lubrificava sua entrada. Ajoelhei-me e pedi que ela relaxasse, se entregasse, toda, enquanto eu ia entrando, entrando, naquela gruta gulosa que me comia pôr inteiro. Quando meu pêlos já tocavam as nádegas dela, ela começou a rebolar mexendo com a cabeça para um lado e para outro, soltando pequeno gritinhos e me chamando de gostoso, gostoso, até

que gritou: "Vou gozar, Vem, amor. Tô gozando. Goza amor, goza amor..." e gozamos juntos. Bom, acho que vocês podem perceber a enrascada em que me meti. Estou literalmente apaixonado pela secretária do meu cliente, que, se descobrir nosso romance, vai dar a maior encrenca. Pôr outro lado, se minha mulher perceber que já não a procuro com a mesma freqüência, vai dar o maior galho. Mas eu não posso deixar de estar com Suzana cada vez que vou a Belo Horizonte."


 


 


 

SANDUICHE DE FILET

Conto de autor desconhecido


" Ola, eu sou o Roger, 28 anos, moreno claro, 1,77m, 70kg e sou grande apreciador das coisas boas da vida. Apesar de estar namorando com uma garota muito interessante e fogosa, estou sempre pronto para aproveitar as surpresas que a vida nos apronta, principalmente na area sexual. Aí vai uma das experiencias que vivi recentemente, na qual minha namorada nao participou. Seu nome: Jo. E o que eu chamo de "meu numero": uma loirinha de 23 anos, 1,55m de altura, 47 kg moldados por anos de pratica de balé, definindo um par de coxas rolicas e grossas, emolduradas por um bumbum pecaminosamente durinho, arrebitado e saliente. Seus peitinhos sao pequenos, daqueles que cabem na boca e no seu rosto se destaca uma boca carnuda, de labios grossos e sempre pintada de vermelho, prometendo mil loucuras. Um filezinho !! Como sou amigo de seu namorado há muito tempo, tendo inclusive já aprontado algumas farras juntos, sabia através dele que a Jo era uma verdadeira deusa do sexo: insaciável e despudorada, está sempre disposta a uma trepada, nao se importando com local ou situacao. Segundo o Flávio, ela simplesmente o "matava" de tanto prazer, deixando-o exausto após intermináveis sessoes de sexo intenso e selvagem. Sabendo que ele realmente nao era de deixar a peteca cair, podia imaginar o estrago que a putinha da Jo devia fazer entre quatro paredes. É comum viajarmos juntos com outros casais em fins de semana ou feriados, indo para a praia ou algum sítio no interior. Óbvio que nestas ocasioes eu aproveito para liberar meu lado voyeur, observando cada movimento daquele corpinho sempre dentro de roupas sensuais, shortinhos colados revelando micro-calcinhas enterradas naquela bunda gulosa, blusinhas e tops soltos, permitindo vez por outra que eu flagre os biquinhos rosados de seus seios pontudos. Seus biquinis sumários, sempre enterrados e mínimos, me fazem viajar em pensamentos despudorados ... Nos papos com Flávio o meu tesao acumulado por aquela baixinha com corpo de ninfeta só se multiplicava: ele me contava detalhes de como na noite anterior ela o acordou chupando seu pau, depois transaram até ficarem suados e extenuados e que depois de mais de uma hora de trepada ela ainda queria ir para a piscina para transar dentro d´agua. Ou me contava de uma vez em que foram juntos a um sex shop e compraram um vibrador em formato de pinto, todo cabecudo e mal conseguiram chegar em casa para colocá-lo em acao, deixando-a doidinha e toda melada nas preliminares de uma trepada memorável. Estas revelacoes me deixavam alucinado, ficava imaginando aquele corpinho vibrando de tesao e ainda sedento de carinhos, após o Flávio cair extenuado depois destas trepadas. Nas minhas fantasias, ficava imaginando ela se acariciando e batendo uma siririca enquanto meu amigo dormia, satisfazendo-se sozinha na tentativa de apagar aquele fogo interminável. Certo dia eu e ele estávamos falando de fantasias que ainda nao tinhamos realizado e fomos unanimes: transar com 2 garotas ao mesmo tempo. Ele me disse que já havia falado para a Jo sobre isso, mas ela se mostrou um pouco relutante em aceitar a idéia de acariciar um corpo feminino. Ele disse que frequentemente tocava no assunto com ela, tentando cativá-la e quebrar pouco a pouco as barreiras, mas ela parecia nao curtir muito a idéia. Por outro lado, neste papo de transa a tres ela também revelou que gostaria de experimentar dois caras violando seu corpinho despudoradamente, levando a realizar-se como mulher. O tempo foi passando, e sempre que eu encontrava com o Flávio nos perguntávamos se o outro já tinha realizado a fantasia de transar com duas garotas. Em algumas escapadas com transas ocasionais tentávamos jogar a rede para ver se alguma gata curtia a idéia. mas parecia uma unanimidade: todas tinham a mesma fantasia da Jo, ou seja, levar duas varas simultaneamente, mas todas resistiam à idéia de uma transa com mais uma garota. Após vários meses sem que conseguíssemos realizar nossa fantasia, um dia ele me disse que já nao aguentava mais e estava pensando em propor uma troca para a Jo: ele a ajudaria a realizar sua fantasia se ela topasse a transa com mais uma garota. E já emendou me perguntando se eu toparia ser o segundo parceiro da Jo em uma transa a tres. Claro que meu pau imediatamente deu pulos de alegria e eu topei na hora. Combinamos que ele falaria com ela e caso ela topasse, marcaríamos uma viagem de fim de semana para um dos sítios em que costumamos ir. Nao deu outra: no dia seguinte, ele me liga dizendo que ela ficou toda empolgada com a proposta, aceitando no ato e já comecando a perguntar para ele mil coisas sobre mim, se eu era bem dotado, se já tinha participado de um ménage, como gostava de trepar, ... Imediatamente comecamos a fazer os preparativos para o fim de semana, reservando o sítio, combinando o que levaríamos etc. Nesta semana falei várias vezes com Jo por telefone, e já comecávamos a trocar intimidades e falar sacanagens via Embratel: ela me telefonava só de calcinha e soutien, me perguntava o que eu queria fazer com ela, dizia que já estava molhadinha só em imaginar nossa transa e eu dizia para ela se preparar, pois iria descarregar meu tesao acumulado em todos seus buraquinhos, deixando-a anestesiada depois de longas sessoes de sexo madrugada adentro. Mal podíamos esperar pela 6a-feira e nestas conversas invariavelmente ficávamos nos masturbando até atingirmos loucos orgasmos telefonicos. O Flávio estava sabendo e dava a maior forca. Finalmente chegou a tao aguardada 6a-feira e lá fomos nós para o sítio. Como nossos horários nao coincidiram, eles foram à tarde e eu acabei indo sozinho à noite. Lá chegando, procurei pela casa e nao os encontrei. Saí para o jardim e os encontrei dentro da piscina, já me chamando para um gostoso banho em uma noite clara de lua cheia. Rapidamente coloquei um maio, peguei umas latas de cerveja e pulei na piscina. Sem o menos constrangimento, cumprimentei a Jo com um gostoso beijo molhado, já iniciando os papos sobre o grande sonho que estávamos realizando. Eles já foram me contando que assim que chegaram já pularam na piscina, já tendo inclusive feito a sua "estréia". Foi aí que me toquei e percebi que os dois já estavam pelados, o que nao tinha reparado até entao devido à pouca luminosidade. A Jo já foi me abracando por trás, me dando cerveja na boca e rocando seus peitinhos nas minhas costas, me deixando instantaneamente de pau duro. Depois de me servir umas tres vezes a cerveja, a putinha passou a rocar a lata gelada no meu peito, provocando arrepios e me levando rapidamente a um terrível estado de tesao. Como nao sou de ferro, ma virei de frente para ela e já nos atracamos em um delicioso beijo molhado. Ela ainda segurava a lata e seguia me torturando, passando-a nas minhas costas, me deixando alucinado. Com a outra mao, alisava e apertava minha bunda por dentro do maio, já forcando para que eu me livrasse da peca. Resolvendo também sacaneá-la um pouco, peguei a lata e derramei a cerveja gelada nos seus peitinhos, levando-a a gemer com o tesao causado pelo contraste do liquido gelado em seu corpo quente. Ato contínuo, passeia sugar seus seios, enquanto o Flávio resolveu também entrar em acao e se posicionou atrás dela, dando chupadas em seu pescoco e orelhas. O clima estava feito, o final de semana mal tinha comecado e nós já estávamos naquela esfregacao toda. Como nao tínhamos pressa, procuramos uma posicao mais confortável: pusemos Jo sentada na borda da piscina e eu, já louco para provar seu gosto, me posicionei entre suas coxas. Ela agilmente comecou a passar o seu pezinho pelo meu pau, brincando com ele enquanto eu chupava seus peitinhos. O Flávio saiu da piscina e ficou em pé ao lado dela, oferecendo seu cacete ainda semi-ereto para ela chupar. A sapeca nao se contentou em brincar só com um pé: juntou os dois em volta do meu pinto e iniciou uma inusitada punheta, lenta e sensual. Realmente meu amigo tinha razao: sua garota era uma deusa do sexo, todo o seu corpo funcionava como uma máquina de dar e receber prazer, arrepiando-se, contorcendo-se, vibrando e movimentando-se em ritmo cadenciado. Nao aguentando mais os movimentos daqueles pezinhos mimosos, apoiei-os na borda, fazendo-a revelar uma bocetinha de lábios pequenos porém mal escondidos sob uma mata rala e estreitinha de pelos bem aparados. Jo me olhava com a maior carinha de puta enquanto chupava sensualmente o cacete de Flávio, como que implorando por mais carícias. Aproximei meu nariz de sua xoxotinha: seu cheiro era inebriante, me levando a logo colar meus lábios naquela flor aberta e meter a língua o mais fundo que consegui. Ela soltou um longo gemido, denunciando o tesao que se apoderava de seu corpo e logo passou a forcar a xoxotinha no meu rosto. Eu estava disposto a faze-la gozar na minha boca, entao passei a alternar lambidas circulares no seu clitóris e linguadas na xoxota. Ela aumentou o ritmo das chupadas, fazendo o Flávio falar um monte de sacanagens, perguntando se ela estava gostando da minha língua, se já estava pronta para gozar. Ela já se descabelava toda, levando minha mao esquerda até os seus peitinhos e me fazendo apertar os mamilos bem forte. Continuei meus trabalhos até que ela trancou as pernas no meu rosto, soltando um grito seguido de vários gemidos, anunciando seu gozo profundo. Sua respiracao acelerada foi diminuindo e ela comecou a rir, nos agradecendo por ter dado a ela um gozo tao profundo. Como nem eu nem Flávio havíamos gozado, já fomos dando sequencia à sacanagem. Esticamos uma toalha na beira da piscina e o Flávio falou:" Bom, Jo, agora vamos te estreiar pra valer. Vem por cima de mim para eu te comer a xoxota, enquanto voce leva esse ferro na bundinha. Vamos ver como voce se sai como recheio de um sanduiche". Ela já foi deitando por cima dele, deixando aquele monumento exposto para mim. Primeiro ela recebeu o Flávio, ficando os dois parados esperando pela minha invasao. Eu fui me ajeitando, apontei o mastro e fui forcando seu rabinho, que estava apertado pela presenca do Flavio na frente. Depois de duas tentativas, a cabeca deslizou para dentro, ela suspirou fundo e gemeu, pedindo para eu ir devagar. O Flávio falava sacanagens, perguntando se ela estava gostando, se eu já tinha entrado até o fim, se aguentava mais. Eu ia avancando devagar, tirando um pouco e voltando a entrar, cada vez indo um pouco mais fundo. Ela ia gemendo e falando "voces estao me matando, acabando comigo, tirando todas minhas pregas; ai, vem, mete mais, vem mais fundo que eu quero te sentir inteiro dentro de mim ". Eu já tinha enterrado quase tudo, com mais alguns movimentos estava literalmente atolado. Peguei a mao dela e pus no meu pinto para ela sentir que já tinha posto tudo. Ela ficou doidinha: "Ai, gato, ele entrou todo, voces vao me matar ..." e comecou a mexer os quadris, fazendo nós dois entrar e sair. Logo acabamos coordenando os movimentos, enquanto um entrava o outro saía. Esta trepada memorável durou até os tres se acabarem em um orgasmo simultaneo coordenado pela Jo, que gemendo e sibilando nos fez despejar nosso gozo em seus buraquinhos ardentes. A sacanagem rolou solta por todo o fim de semana, e perdemos a conta de quantas vezes gozamos. Claro que quem mais curtiu foi ela, que nao parava de nos agradecer pelos momentos inesquecíveis e já queria reservar o sítio para o fim de semana seguinte.


 


 

QUE VENHA MINHA CUNHADINHA
conto de autor desconhecido

" Tenho 25 anos, sou casado pela segunda vez, agora com uma garota de 18 anos que inclusive, está grávida de duas menininhas... Há uns três meses, tivemos que mudar para perto da casa da minha sogra, por causa das clínicas serem mais próximas e ficar mais fácil o acompanhamento pré-natal. Minha esposa tem duas irmãs: Patrícia, gêmea com ela e Aline, 18 anos. Eu sempre me dei muito bem com todas elas. Após algumas semanas da mudança, comecei a receber telefonemas anônimos em meu trabalho e até comentava com minha esposa. Depois de um tempo, notei que sempre que eu chegava em casa, minha cunhada mais nova, a Aline, estava lá. Um dia, no meu trabalho, atendi o telefone e era ela. Dizia que estava apaixonada por mim, não aguentava mais e queria me beijar... Fiquei meio abismado, pois eu a via como uma criancinha, apesar dela não ter aparência de 18 anos; tem uns peitinhos pequenos e uma budinha arrebitadinha. É de se dizer: uma verdadeira ninfetinha. Tratei logo de dizer que não era para ela me ligar para falar esse tipo de coisa, pois eu iria conversar com o pai dela. Mas a tentação continuou. Ela me ligava todos os dias e às vezes eu até mandava dizer que não estava e quando eu chegava em casa ela estava lá, no quarto do computador, me provocando. Certa vez ela me ligou e eu tentei intimidá-la para ver se saía fora. Quando ela veio com o papo de beijinho eu falei que se ela estivesse a fim, teria que ser serviço completo, eu não queria ficar de beijinho com ninguém! Intimidei nada, ela falou que topava... A partir daí ficava pensando se eu realmente tinha coragem, onde eu poderia me dar mal, se eu estava perdendo o juízo e etc. Uma tarde de sábado, comecei a assar uma carninha e tomar uma gelada lá em casa e a baguncinha se estendeu até a noite, então foram alguns amigos, amigas, minhas cunhadas e mais algumas meninas para lá para conversar e dançar. Aline só ficava me secando e eu estava já meio tomado. Fui pegar outra cerveja na geladeira e quando percebi já estávamos nos beijando. Passei a mão em seus peitinhos, fui descendo até as coxas até que passei o dedo por baixo de sua calcinha e senti aquela bucetinha novinha, pequenininha, cabeludinha e molhadinha... Meu pau já estava a mil por hora! Me afastei dela, pois alguém poderia ver e então sugeri que ela dormisse lá em casa no quarto do computador, onde tem uma cama de solteiro. Ela topou e quando todos se foram ela disse para meus sogros que iria dormir lá mesmo. Deitei com minha esposa e quando ela já estava dormindo profundamente me levantei bem devagar e fui até o outro quarto. Aline estava deitada me esperando peladinha. Já cheguei de pau duro e sem roupa e na escuridão da madrugada, peguei-a pela nuca e apontei meu pau em sua boca. A menina começou a pagar um boquete com certa inexperiência, mas, uma delícia; não gozei pois, quando bebo, demoro muito a gozar. Deitamos na cama e comecei a lamber sua bucetinha, fazendo-a "gemer sem sentir dor" e então percebi como era pequena. Perguntei se ela era virgem e ela afirmou que sim. Coloquei meu pau na portinha e fui empurrando aos poucos. Ela gemia e sussurava em meu ouvido que estava doendo. E eu respondia: "não era isso que você queria, não ficou no meu pé mais de um mês ...?". Fui enfiando devagar, até que já estava tudo dentro daquela grutinha apertada. Ela gemia, rebolava, me apertava e pedia para foder mais e mais ... Deitei-me de costa e pedi que ela cavalgasse. Quando já estavamos "conectados" novamente e ela mexendo em cima de mim fui surpreendido pela voz de minha esposa me chamando: Maurício... Maurício... ... e abriu a porta do quarto! "Puta que pariu", pensei. Minha esposa me pegou comendo a irmã mais nova dela. Deixei Aline lá e fui atrás da minha esposa. Ela chorava muito e estava muito nervosa, fiquei até preocupado com as nenês. Convenci minha esposa que era porque eu estava bêbado e porque sua irmã já estava me seduzindo há muito tempo... Ela disse que queria esquecer aquilo, pois jamais queria me perder e não iria contar nada à ninguém. Ufa! Voltei ao quarto da Aline, com o pretexto de que iria falar para ela não me incomodar mais e que sua irmã não contaria o que viu. Aproveitei para dar mais um beijo nela e combinar nosso encontro para o verdadeiro "descabaçamento"... Voltei ao meu quarto e para fazer a média, comecei a comer minha esposa pela buceta e depois que ela gozou, comecei a lamber seu cuzinho e meti a vara. Finalmente gozei e dormi, depois de tanta tesão e tensão... No outro dia minha cunhadinha foi embora e para minha esposa, tudo ficou só naquilo mesmo, só que hoje, quando escrevo esse relato acabei de deixar minha cunhadinha perto da escola dela depois de uma ida ao motel.

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