segunda-feira, 24 de maio de 2010

QUE TESÃO DE MULATA!

Conto de autor desconhecido


 

Todos dizem que brasileiro é tarado por uma bunda. Sinto água na boca ao pensar em um belo traseiro. Fico alucinado, excitado diante deste exemplar.

Tudo aconteceu na minha casa, numa manhã de quarta-feira

Meus pais estavam trabalhando e minha irmã e meu irmão caçulas estavam na escola. Isso já era uma base de umas 11:30h da manhã quando uma das coleguinhas amigas da minha irmã apareceu perguntando por ela.

Essa coleguinha era uma das minhas preferidas, Keilla, um tesãozinho de mulata. 1.70 de altura, 19aninhos, olhos castanhos escuros, peitinhos, biquinho de mamadeira, bundinha arrebitadinha e durinha.

Nesse dia estava trajando um pequenino shortinho de cotton azul e um bustiezinho branco ( que delícia ) quando falei que minha irmã já estava pra chegar ela se sentou no sofá e disse que iria esperar.

Ficamos conversando e eu cheio de maldade né, eu era doidinho por aquela mulata, mas não sabia como chegar. Ela já tinha me dado um fora antes, mas era muito safadinha e resolvi tentar de novo, só que dessa vez eu apelei, peguei pesado ... pensei eu, é agora ou nunca!

Já tinham me falado que ela era maior manja rola, gostava de ficar olhando pro pau dos outros e comecei a provoca-la. Deslizava as mãos sobre meu corpo até chegar no pau e começava a apertar e massagear. Ela começou a olhar, não diretamente mas de rabo de olho e continuei. Quando senti que ela estava olhando eu apertei e massageei minha rola.

Quando senti que ela estava começando a ficar inquieta com aquilo, gaguejando, se engasgando com as palavras e parecendo que estava nervosa, minha rola já começava a se desenrolar por dentro do short. Seu olhar já estava nítido na minha pica, que chegava ao ponto ereto e dei uma latejada pra ela. Keilla esticou dois olhos enormes pro meu pau, levantou do sofá meio assustada me pedindo água e eu ali, deitado no sofá com minha rola dura, pedindo pra ela ir pegar água, enquanto ela insistia para eu ir.

Quando resolvi pegar, já na cozinha botando água no copo, reparei que ela estava trêmula e perguntei porque. Ela não soube me responder, mas acho que era o volume do meu cacete duro que estava a mostra. Ela não tirava os olhos e perguntei: É porque nós dois estamos sozinhos aqui? Ela respondeu: Não!!!.... Eu falei: Pode deixar que eu não vou te agarrar não! Ela me ironizou e disse: Você não é nem maluco!

Quando ela me deu o copo e deu as costas, sua bunda parecia que estava sorrindo pra e percebi que era aquilo que ela queria, que eu agarrasse. Larguei o copo rapidamente na pia e a agarrei, encoxando-a por trás e a coloquei de encontro à parede, dizendo no seu ouvidinho que ia comer ela.

Ela tremia toda pedindo pra largá-la, mas sua voz quase não saía. Estava se enroscando com o tesão que a perturbava, mas ela não parava de fugir.

Eu sentia que ela queria, que aquilo era só um joguinho e quando ela sentiu minha rola dura no meio da bunda, começou a ficar mais excitada, se empinando toda, esfregando aquele rabo macio na minha vara e gemendo: Pára, paaarraa, por favor, paaaaraaaa! Sua irmãããã vai chegggaar! Páaraaaa! Não querooo! Paraaa!

Eu não estava nem aí pra minha irmã, levantei seus braços e já desci com as mãos nos seus peitinhos, que já estavam com os bicos duros e gostosos. Comecei a beijar sua nuca e seu pescoço, ela estava se derretendo toda nos meus braços. Quando desci mais um pouquinho uma das mãos e cheguei até sua bocetinha nossa, que delícia!!

Estava quente e molhada... Ela gemia e se contorcia de tesão e sua calcinha estava ensopada.

Foi aí que senti que ela estava querendo mesmo e comecei a descer lambendo suas costas, até que cheguei na sua bundinha, arranquei seu shortinho em um puxão só e enterrei minha língua dura naquele buraquinho tesudo.

Ela se empinava mais ainda. Comecei a dar voltas e mais voltas com a língua bem dura naquele cuzinho enquanto ela esfregava aquela bunda gostosa toda na minha cara. Quando ela mesmo fez o favor de abri-la pra mim com as duas mãos, babei aquele buraquinho todo, com os dois dedos na sua xoxota seu mel já escorria pelo meus dedos.

Depois de uns cinco minutos lambendo aquele cuzinho voltamos para a sala e a coloquei de quatro com os cotovelos apoiados em cima da mesa. Então introduzi minha rola todinha naquela bocetinha molhada, ela gemia e dava gritinhos: Aiiii aiiii aiiii, estou pegando fogooo, pegando fogo! Me come seu tarado, me come!

E falando que meu pau era muito grosso e estava doendo mas estava gostoso.

Quando ela falou isso comecei a dar estocadas fortes, e o barulho de nossas coxas se tocando era delicioso e excitante. Eu puxava seu corpo pelos ombros de encontro ao meu corpo e com esses rigorosos movimentos minhas bolas já estavam sendo massageadas pela sua bunda. Então meti dois dedinhos no cuzinho e ela ficou doida...

Mexia o rabo de um lado pro outro, tirava o dedinho do cu e colocava na boca, botava de novo no seu cuzinho e mandava ela chupar. Ela estava adorando o gosto do seu cu, de repente ela explodiu num gozo longo e alucinante que seu corpo ficou todo mole. A putinha gozou como nunca e quando pedi pra comer seu cuzinho ela não pensou duas vezes, era tudo o que eu queria disse ela....

A deitei de costas na mesa e levei suas pernas até os ombros, penetrando aquele cuzinho apertado e gostoso.

Meu pau escorregou fácil naquele buraquinho, também com o mel da xoxotinha nem precisou lubrificar, eu ia bem fundo mas com estocadas lentas, ela estava sentindo muita dor, mas acho que o prazer era maior, ela estava pedindo mais. Meus 22cm já estavam quase todo em sua bundinha.

De vez em quando eu o tirava do cuzinho e molhava com o seu mel que escorria pela xoxota e depois o enterrava de novo no cuzinho. Ela começou a me xingar, meu pau aparecia e desaparecia num toque de mágica naquele cu.

Em seguida ela perguntou aonde eu iria gozar, quando falei que era no cuzinho, ela sorriu e abriu mais as pernas: Goza vaiiii! Goza! Lambuza meu cu vaii, lambuza!...

Que loucura! Gozei o cuzinho dela todinho, bem na portinha e depois empurrei todo pra dentro enchendo seu buraquinho de leite. Que delícia!

Nisso ela me pedia pra não parar, pra ir mais rápido e eu fui, mais e mais e mais com movimentos frenéticos e circulares. Meu pau ainda estava totalmente duro naquele rabinho, que já estava espumando de tanto socar.

Quando ela me puxou de encontro ao seu corpo e travou suas pernas em minhas costas era mais um orgasmo chegando, ela gozou que nem uma gata no cio gritando e me arranhando, foi demais vê-la daquele jeito, gozando que nem uma louca com minha rola toda no cu.

Não demorou muito e estava eu lá gozando de novo. A porra foi diretamente na sua barriguinha, um jato de quente e escaldante espirrando intensamente ...

Depois disso ela tomou um banho rapidamente, antes que minha irmã chegasse e foi embora, dizendo que da próxima vez ela iria retribuir as chupadas, mas isso é outra história


 


 

PROPOSTA MUITO DECENTE
conto de autor desconhecido


 

" Eu coloquei um anuncio na pagina de Correio , dirigido as mulheres lindas e fogosas.

Recebi varios email de varios estados e entre eles havia um que me chamou a atenqäo.

A mulher dizia ser casada, ter 27 anos, superdotada e insaciavel. Seu marido era fazendeiro e adorava ve-la sendo possuida por outro homem. Dizia também que nao tinha muito tempo para ficar trocando email e que se eu estivesse interessado que entrasse em contato com eles.

Assim que recebi o email com o numero do telefone, liguei para eles. Batemos um longo papo e eles me fizeram a proposta de me enviar um cheque que cobrisse as despesas de viagem, ja que eles moravam em Goias, onde eu poderia ficar uma semana na fazenda deles. Assim que recebi o cheque, viajei.

Na rodoviaria, um motorista estava me esperando um café. Apos as apresentaçoes, seguimos para a fazenda.

Até ai, tudo normal. Logo que chegamos a fazenda, que ficava a menos de 100km do Araguaia, fui ao banheiro para tomar uma ducha. Quando sai, uma crioula me esperava na porta do banheiro.

Perguntei pelo casal e ela respondeu que fossemos para o quarto e que ali me explicaria tudo.

Ao chegarmos ao quarto, foi logo tirando a roupa e dizendo que eu ia transar com ela ali.

Quando vi a sua boceta e um enorme grelo, mais parecendo uma castanha-do-para, fiquei sem entender nada, mas logo ela me tranqiiilizou dizendo que estavamos sendo observados pelo tal casal e que, dependendo do meu desempenho com ela, transaria com eles. E se eu nao conseguisse despertar a tara deles, eu nao os veria mais, voltaria naquele mesmo dia. Sabendo disso, pensei que tinha que agradar aquela crioula pra que ela me dissesse qual era a tara deles, para que eu pudesse transar com aquela gata gostosa. Entao a negra se aproximou de mim e começou a me beijar. Mas era uma negra de 1,78m de altura, de pernas longas e esguias, e eu nunca antes tinha trepado com negra.

Ela me ordenou que tirasse a roupa, enquanto rnassageava a sua xoxota. Logo o meu penis ficou täo duro quanto funcionario de prefeitura e o grelao dela também ficou durinho e comegou a escorrer um liquido pelas pernas.

Ela passava a lingua no meu pau e dizia que era muito gostoso.

Mas ela pegou um penis artificial e introduziu na sua vagina e disse que eu ficasse batendo punheta e andando de um lado para o outro do quarto, enquanto ela ficava olhando. Depois me pediu que eu metesse meu pau em sua boca e que chupasse os seus peitos. Ela comepou a gritar tao alto que eu fiquei apavorado, pois nao sabia o que fazer.

Entao ela fez desaparecer totalmente o consolo em sua xoxota e eu comecei a gozar em sua garganta.

Em seguida, ela mandou que eu deitasse na cama, cobriu os meus olhos com o travesseiro e, de repente, mandou que eu o tirasse.

Entao, eu vi a minha frente um casal: uma mu1her linda, alta, loira, olhos verdes e uma boceta do tamanho da Amazonia. Ela aparentava ter uns 25 anos e o rapaz mais ou menos a mesma idade. Ele tinha mais ou menos 1,80m de altura, era loiro também e tinha um penis que mais parecia uma mandioca descascada de täo branco e fino.

A primeira impressäo que tive foi que aqueles dois eram irmaos, pois eram muito parecidos.

Ele me perguntou se eu estava bem, respondi que sim, so que nao estava entendendo.

Ele me explicou que o casal que tinha ido me esperar na rodoviaria tinha sido pago por ele so para me levar até a fazenda porque caso a transa nao se realizasse, eles nao ficariam conhecidos.

Explicou que primeiro eles queriam ver o homem com quem vao transar e; se por acaso ele näo 1hes agradasse, ele nao os ficaria conhecendo Logo ele me ofereceu uma bebida importada e disse que eram do Rio Grande do Sul, da cidade de Canoas, e que estavam a fim de saciar suas taras comigo.

Ao dizer isso, pegou no meu pau, beijou-o e disse a Susy que tratasse de mim.

Ela, entao, me abraçou e disse que o Silvio era louco por esperma e que eu tinha que ejacular na boca dele, depois de gozarmos juntos. E começou a me chupar lentamente.

A negra, entao, disse: "vamos fazer o triangulo do amor?"e pegou o Silvio, deitou-o no carpete e sentou-se em cima do penis dele, enquanto a loira se sentou sobre o rosto dele. As duas chupavam uma a lingua da outra, o Silvio chupa a loira e fodia a negra ao mesmo tempo e nessa situaçao eles ficaram, até que eu nao agiientei mais e coloquei o meu pau entre a boca das duas, que me deram um verdadeiro banho.

Quando eu ja estava para gozar, pois era uma gemedeira de todos os lados que estava me deixando louco, a loira pegou no meu pau e puxou o Silvio para que o abocanhasse.

Rapidamente inundei sua boca com meu esperma, que ele engoliu todo. Em seguida, coisas surpreendentes e se retirou. Entao, as duas e eu trepavamos até näo podermos mais.

No dia seguinte, repetimos tudo e assim todos os dias. No penultimo dia, Silvio me disse que sabia que eu estava a fim de trepar so com a Susy, que ele concordava, mas apenas durante o dia.

Entao, Susy e eu ficamos a sos e eu me deliciei com a melhor mina que ja vi, que chamava carinhosamente de "montanha" por seu tamanho descomunal.

Na ultima noite, voltamos a fazer o triangulo do amor. Depois, o Silvio mandou as duas sairem e abocanhou meu pau e sugou-o até eu ejacular em sua boca.

Continuou com meu pau em sua boca por toda a noite e ao acordar, gozei, pela ultima vez, na boca dele. Eu nunca tinha visto um homem que gostasse de esperma.

Todo o esperma de todas as trepadas que dei foi para a boca dele!

Mas achei legal e, quando os tres me levaram de volta a rodoviaria na hora da despedida Susy me entregou um cheque que me deixou pasmado pela importincia.

Mas Silvio garantiu que nao se tratava de premio e sim pelo custo da proxima viagem minha, que eles ficariam aguardando

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