sábado, 29 de maio de 2010

PRIMEIRO PECADO DE ISAÍAS

conto de autor desconhecido


 

" Sempre morei em Marabá, interior do Pará, e foi exatamente a alguns quilômetros dali que passei por minha mais excitante aventura.

Eu tinha 19 anos, cabelos castanhos até o ombro e um corpo, modéstia à parte, escultural, de deixar os rapazes da vizinhança loucos de tesão.
Numa determinada tarde, resolvi acompanhar meus pai e meu irmão a uma fazenda, onde eles iriam comprar algumas cabeças de gado.

Enquanto os dois tratavam de negócios com o fazendeiro, aproveitei para conhecer o local. Depois de me encantar com as belas casas dos peões, dei de cara com o filho caçula do dono da fazenda, um rapaz forte, bonito e com a pele bem queimada de sol. Fiquei um bom tempo observando aquele esplendor de homem musculoso, que não parava de trabalhar um só minuto.
Através da esposa de um dos peões, descobri que seu nome era Isaías e que tinha apenas 20 anos, embora aparentasse um pouco mais.

Tentei me aproximar dele, mas percebi que sequer me notava.
Entretanto eu não estava disposta a desistir tão facilmente de minha presa e no dia seguinte voltei á fazenda, pedi a nossos pais que deixassem Isaías me ensinar a montar cavalos e galopamos durante várias horas.

Ele parecia cumprir uma mera obrigação, mas já pressupondo este obstáculo, levei escondidas comigo três revistas erótica do meu irmão.
Como o calor era intenso, resolvemos descansar na beirada de um arroio de águas cristalinas. Sentamos debaixo de uma árvore e achei que estava em hora de atacar. Saquei as revistas de dentro da blusa e comecei a mostrar a ele todas aquelas sacanagens. Mas para meu espanto, Isaías afirmou que era crente e praticamente se recusou a apreciar as fotos. Insisti, fiz uma voz dengosa e ele acabou, cedendo, passando a observar a revista com rabo de olho.
A cada fotografia, Isaías ficava assombrado e numa delas em que aparecia um homem chupando a xoxota de duas mulheres ao mesmo tempo, acho que era montagem do fotógrafo.

Ele dizia que na sua religião aquilo era proibido, mas, com calma, lhe expliquei que no amor qualquer coisa é permitida. Aproveitei a mistura de espanto e excitação de Isaías, tirei a minha blusa e fui para a água. Chamei-o e com muito receio ele veio, porém sem se despir. Já com os trajes molhados, comecei a acariciar seu belo corpo e imediatamente percebi que seu pau crescia dentro da calça, com uma volúpia arrebatadora.

Tirei sua apertada camisa e passei a lamber freneticamente seu peito.
Isaías não falava nada e eu me deliciava com tantos músculos.

Depois de beijar-lhe o umbigo, pedi a meu rude peão que desabotoasse o seu jeans e abrisse o zíper. Quando vi aquele trabuco de quase 20 cm, capaz de encher qualquer rabo, passei a massageá-lo incessantemente.

Com o objetivo de deixar Isaías à vontade, enquanto eu gemia, contei a ele que em minha cidade já havia namorado um rapaz crente, que fazia de tudo comigo.

Na verdade, apenas uma mentira para que ele não ficasse com medo de algum castigo.
Com Isaías mais tranqüilo, ensinei-o a me masturbar. No início, ele me machucou, mas como todo aluno aplicado, aprendeu rapidamente a lição. Fomos para fora d'água, deitamos na grama e comecei a chupar aquele pau gostoso e grosso. Ele tremia e urrava enquanto sua glande praticamente tocava minha garganta.

Eu já estava entalada de tanto prazer quando senti jato quente e viscoso, que de tão forte parecia porra de cavalo. Fiquei totalmente lambuzada com aquele leite maravilhoso. Isaías era um verdadeiro garanhão que tinha orgasmos pela primeira vez.

Porém, a noite caiu rapidamente e decidimos voltar para a fazenda antes que tudo se tornasse um breu.
Para minha sorte, no dia seguinte papai resolveu dormir no casarão de visitas da fazenda de Isaías. Na mesma noite marcamos um encontro num curral desocupado e às duas horas da madrugada, pulei a janela do quarto em que dormia - na verdade, que não dormia - e fui para o local do encontro.
Isaías estava lá deitado sobre um colchão velho e enrolado numa toalha.

Tirei a calcinha e fiquei com um camisão que uso como vestido.

Com paciência, ensinei Isaías como se dá uma chupada gostosa em uma xoxota, e como usar o dedo em um cuzinho.

De início, ele quase me mordeu o grelo, mas aos pouquinhos foi dominando a técnica de lamber e chupar. Esta insegurança dele me deixava ainda mais molhada de tesão.
Resolvi então retribuir seu esforço com uma autêntica aula e passei mordiscar-lhe a barriga, o saco e a bunda. Ele urrava como um cavalo doido.

Quando finalmente os dois já estavam em ponto de bala, fiquei sobre Isaías e ardentemente fui enfiando em minha fenda aquele mastro enorme.

Seu pau era tão grosso que eu , mesmo encharcada, tive de forçar passagem para abocanhar todo o seu falo. E comecei a cavalgar em cima do meu garanhão até atingirmos orgasmos sucessivos. Era bom demais tirar o cabaço daquele homem rústico.
Assim foi até o sol raiar, quando voltamos rapidamente a nossos quartos para que ninguém desconfiasse da aventura.
Chegamos a nos encontrar outras vezes durante dois meses, até que o destino nos separou e eu me casei. Entretanto, jamais vou esquecer do Isaías e de suas palavras quando gozou pela primeira vez: "Lene, isto é pecado.......


 

***


 

PRIMEIRA VEZ

Conto de autor desconhecido


" Já havia tido algumas experiências na adolescência e na juventude ,mas não havia tido um relacionamento mais duradouro, muito menos com uma mulher madura .

Sendo assim , me considerava aos 21 anos um cara inexperiente sexualmente. Trabalhava a 2 anos numa estatal famosa ,num setor em que só tinha marmanjos.

Eram oito horas todo dia sem ouvir uma voz feminina .Até que, por motivos de realocação de pessoal, fui mudado para outro setor. Esse fato levou a uma guinada drástica na minha vida.

No setor novo a conheci. Já a havia visto na empresa, mas no máximo , só havíamos trocado alguns "bom dia" e "boa tarde" .A chamarei de Dna. Roberta. Mulher de 35 anos, casada ,1.55m,morena, cintura fina, bumbum gordinho e saliente ,seios pequenos e duros, pernas grossas de carnes duras ,cabelos pretos compridos até a bunda .

Ela seria minha chefe nos próximos 5 anos, uma das fazes mais felizes de toda minha vida. No primeiro ano fui me habituando ao novo trabalho. Dna. Roberta sempre muito atenciosa me dava todas as dicas sobre minha nova função e sempre estava a elogiar meu desempenho.

Nada demais, nunca levei para "outro lado" pois ela era atenciosa com todos.

Fomos ficando amigos, conversávamos muito, mas nada íntimo demais . Até que, um belo dia, Roberta (já a chamava pelo primeiro nome) passou o dia todo tratando a todos seus subordinados , inclusive a mim, de uma maneira muito rude. Na manhã seguinte a mesma coisa. Fui ao almoço com ela, como era de costume. Mas , por sorte, os outros colegas resolveram experimentar outro restaurante.

Durante o almoço comentei com Roberta que todos perceberam sua mudança de temperamento. E o papo que se seguiu foi mais ou menos o seguinte: -É que estou "naqueles dias". Sabe como é!!!! – Rindo

-Mas nunca te vi assim , mas se não quer se abrir...

-Dei de ombros Ela ficou pensativa por um momento, como se estivesse a decidir se se abriria comigo ou não e então: -Você pensa em se casar?

-Algum dia talvez, mas não a curto prazo. Porquê?

-Meu casamento tá uma merda total. Acho que meu marido anda me traindo e o pior é que não me procura a uns 3 meses. -Não transam a 3 meses?

-Não .

-Difícil entender que um homem ao lado de uma mulher como você...

-Sim...?

-Difícil entender que um homem ao lado de uma mulher como você consiga não sentir tesão a toda hora.

Ela riu e desconversou. Achei que tivesse sido muito afoito . Mudamos de assunto.

Mas , a partir daquele dia uma coisa mudou entre nós. Roberta passou a me tratar com mais delicadeza ainda.

Passou a me dar dicas de como me vestir. E passou a me elogiar quando estava bem vestido.

Passei a me preocupar mais com minha aparência . Passei a malhar, mas não comentei com ninguém .

Logo ela estava elogiando meu corpo e perguntando se eu estava malhando. Ela passou a ser a única e constante protagonista de meus sonhos eróticos. Sonhava que a comia em todos lugares e em todas posições.

Passava o tempo todo de trabalho apreciando suas curvas, sua bundinha generosa.

Que vontade de comer aquele cuzinho !! Chupar aquela bocetinha !! Passei a me desconcentrar do meu trabalho.


 

Uns oito meses se passaram e ela passou a me fazer mais confidências. Que o marido andava bebendo muito , já havia batido nela uma vez, e nada de sexo.

O dia "D" foi mais um daqueles almoços a dois. Já éramos muito amigos, quase íntimos, eu sentia muito tesão por aquele mulheraço, mas era muito tímido e inseguro para me abrir.

Acho que ela percebeu e resolveu investir mais pesado.

- Você é o único cara na empresa que não sente tesão por mim..

- Está redondamente enganada, é que sou muito tímido. Se eu te contasse os sonhos que já tive com você acho que me chamaria de tarado.

- Adoro homens tarados, sacanas. Que tipo de mulher você gosta?

- Meu tipo de mulher é você. Sou fascinado por cada detalhe de seu corpo, seu jeito sensual de andar, sentar ,falar. Acho melhor pararmos, já estou morrendo de tesão.

- Coincidência!! Tô toda molhadinha.

- Você só está afim de me provocar ou quer me comer sua potranquinha tesuda!!!!

-Não sei de onde veio tanta ousadia e tive medo da resposta dela ,mas...

- Quero te comer hoje, depois do expediente. Vou te levar prum motel e te fazer gozar como nunca antes em sua vida seu sacaninha sonso ,descarado.

- Meu pau pulsava sob a calça, nunca estive tão feliz.

- Voltamos ao trabalho e sempre que ficávamos a sós eu dava uma roçadinha naquele bumbum tão desejado .Ela rebolava bem devagar, virava e sorria

.Em um momento estava escrevendo um relatório e lá vem ela, debruçou-se com os cotovelos sobre minha escrivaninha .Não consegui me concentrar numa palavra do que dizia. Passei a mão naquela bunda gostosa como se fosse minha, dei um beliscão e desci a mão vagarosamente até encontrar sua perna ,fui subindo sob a saia até encostar a mão na calcinha .Ela gemeu gostoso, empalmei aquela xoxota quente e úmida e disse baixinho em seu ouvido :

- Quero que você goze na minha boca sua safada .

- Ela gemeu outra vez e saiu rebolando. Como estava sacana aquela mulher !!

- Saímos juntos e entramos no seu carro sem dizer uma palavra .No meio do caminho ela parou o carro e pediu para que eu dirigisse.

- Mal comecei a dirigir, ela se atracou no meu pescoço , me beijou na boca e apalpou meu pau. Abriu minha braguilha e liberou meu caralho. Ficou apertando e olhando por um bom tempo e disse que a muito sonhava com esse momento .Apertou, deu uma boa punhetada e depois perguntou, falando baixinho ao meu ouvido:

-posso dar um beijinho nesse cacete gostoso?

Adivinhe qual minha resposta: Beija meu anjo, beija , chupa, faz o que você quiser, ele é só seu sua descarada

.E ela chupava tão gostoso que tive de pedir para que parasse para não gozar em sua boquinha.

- Nos recompomos e entramos no motel. Ligamos a tv justamente numa cena em que uma loura era enrabada por um negão. Roberta me disse que adorava dar o cu. Que loucura !!!! Deitei-me ainda vestido e ela foi ao banheiro.Disse que aguardasse pois tinha uma surpresa para mim .


 

E que surpresa, ela voltou super sexy , cinta-liga, espartilho, tudo preto e continuava de saltos altos .Ligou o rádio e escolheu uma música bem lenta. Que putona safada !!! Eu acariciava o caralho e assistia a sua dança sensual e lenta. Subiu na cama desabotoou minha calça e puxou,.Tirei a camisa e ela a minha cueca. Meu pau já doía de tesão

.Ela ficou em pé na cama, dançando, minha cabeça entre seus pés. Puxei sua calcinha até a altura dos joelhos ela continuava dançando sensualmente e abaixando às vezes tão próxima a meu rosto que dava pra sentir o cheiro de sua bocetinha, ,dava pra ver que estava bem úmida aquela xereca.

Não consegui mais me conter e quando ela se abaixou mais uma vez puxei-a pela cintura encaixando sua boceta rosada e cheirosa na minha boca. Ela começou a se esfregar na minha cara. .Estiquei a língua o máximo que pude para penetrar na minha égua e ela rebolava. Seu suco escorria pela minha língua.. Se abaixou e abocanhou meu cacete Já havia sido chupado por uma ex-namorada, mas aquilo é que era boquete. Ela comprimia os lábios na minha glande como uma bocetinha virgem, cuspia no meu pau , punhetava gostoso, dava dentadinhas de leve.

DELÍIIICIA!!! Gritei. .

Foi um 69 demorado. Repentinamente ela soltou um AH!!! Estremeceu ,senti seus lábios vaginais apertando minha língua, parou, , agarrou minhas pernas e deitou-se com a bochecha sobre meu pau ainda duro.

Disse que a tempos não dava uma gozada tão gostosa. A tempos se imaginava fodendo comigo.

E a um mês planejou aquele dia. E desde então levava aquelas roupas íntimas na bolsa. Falava e esfregava o rosto no meu pau. Virou-se me deu um gostoso beijo na boca. Foi quase uma trepada com as línguas.

Enquanto nos beijávamos apertava meu pau e eu com um dedo enfiado na sua xoxota.

Ficou de quatro com a cabeça bem abaixada, sem travesseiro, as pernas bem abertas e disse :

-Quero que você meta agora, não agüento mais tesudo safado, mete , por favor!!! Fui para traz dela e meti minha língua naquela boceta molhada, ela rebolou gostoso na minha cara e ordenou, quase chorando :

-Mete, não agüento mais, mete seu cachorro!!! Pára de me torturar !!! EU QUERO SUA PICA !!!Gritou.

Posicionei-me como se fosse meter, mas resolvi torturá-la mais um pouquinho.

Esfreguei a glande inchada de meu caralho naquela xoxota inflamada e úmida.

Passeava naquele espaço entre o cu e a xoxota, esfregava no cu, descia e esfregava outra vez nos lábios vaginais e no clitóris. Aí ela não agüentou mais e empurrou aquela bundona gostosa pra trás .

Fiquei parado , apenas observando sua xoxota engolindo meu caralho. Ela disse para não me preocupar , que podia gozar dentro. Então fui mexendo , num vai-e-vem ritmado.

De vez em quando eu parava e pedia :-Rebola minha cavala descarada, rebola minha cachorra safada!!! E ela rebolava, rebolava e eu apreciava meu cacete sendo bem tratado. Ficamos assim uns quinze minutos .

Ela gritava, urrava, me xingava de vagabundo, descarado, sacana, veado , tarado. Não consegui mais segurar e anunciei meu gozo .Passei a mexer com mais rapidez, minha virilha batia forte naquela bundona e ela quase não tremia de tão duras suas carnes . Como era tesuda aquela mulher!!!

AAAAHHH!!! Gritei e dei uma das gozadas mais violentas de toda minha vida.


 

Ficamos abraçados por alguns minutos e depois fomos ao banho de hidro-massagem..

Na banheira ela lavou minha pica com muito carinho .Pediu para que eu saísse da banheira e sentasse na borda apenas com as pernas dentro d'água. Começou a dar beijinhos na minha rola ainda mole , abocanhou-a toda e ela começou a crescer em sua boquinha quente. Que sensação deliciosa!!!!Abocanhou meu saco e senti sua língua massageando meus ovos deliciosamente, Chupou meu pau como um picolé,Foi realmente sensacional. Quando comecei a gemer alto com aquele boquete gostoso ela parou e perguntou se eu não preferia gozar no seu cuzinho.

Nem respondi. Tirei-a da banheira, coloquei-a deitada de bruços e pedi para que ficasse de quatro. Ela segurou meu cacete e eu separei as bochechas carnudas e saborosas que escondiam aquele cuzinho tão desejado

.Ela foi empurrando o bumbum para trás vagarosamente e quando a pica entrou toda ela pediu que a chamasse de puta e que mexesse devagar.

Que delícia!!! Que cuzinho apertado!!! Que cuzinho guloso minha putinha !! Minha égua !!! Minha potranquinha descarada!!! Rebola na tua rola!!! Esfola esse caralho !!! Esfola "sua" pica sua sacana!!! Rebola no seu cacete sua piranha vagabunda!!!

E ela :- Arromba meu cu meu cavalinho !!! Tava precisando tanto de rola !!! Ai, mete, mete.Mete na sua puta seu sacana!!! AAAAiii , que fodão!!! Mais rápido!! Ai , que delícia !!! A mulher começou a gritar!!! A soltar AI's cada vez mais altos .

Disse que estava para gozar, pediu que gozássemos juntos, que desse estocadas mais fortes. Foi o que fiz.

Que gozada violenta!!! Sincronizada!!! Gozamos juntos. Nossos corpos estremeceram. Senti meus cabelos arrepiarem .Queria guardar aquela sensação para sempre.

Depois dessa gozada animalesca tentei tirar do seu cu, mas ela não deixou. Me segurou pela cintura e pediu para que ficasse parado. Êta cuzinho gostoso, suas contrações massageavam meu pau enquanto ele amolecia..


 

Pedimos um jantar e depois demos mais uma trepadinha. Ela sentou-se sobre mim de frente e ficamos conversando sobre várias coisas e mexendo bem devagar .Ficamos assim um tempão.Ficávamos olhando nossos sexos encaixados.Ficávamos olhando como meu pau saia melado de sua boceta gostosa.Parei e ela aumentou o ritmo, me calvagando enfurecida, gritando, gemendo , me xingando .Eu me concentrei e tentei segurar o gozo o mais que pude, porque ela merecia.Até que gozamos animalescamente mais uma vez.


 

Já era tarde e ela tinha que ir, me deixou em casa.

No dia seguinte disse que não teve nenhum problema , pois quando ela chegou em casa seu marido ainda não tinha chegado.

Nos tornamos amantes e trepávamos sempre que podíamos.

Mas logo que ela se separou do marido ela pediu transferência para outro estado porque ele não a deixava em paz e a família dela também era de lá. Quase fui com ela , mas estava na faculdade e não podia abandonar.

Roberta seu nome não é esse ,mas a história é verdadeira...um cheiro para todos.


 

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