sábado, 29 de maio de 2010

PRIMEIRO PECADO DE ISAÍAS

conto de autor desconhecido


 

" Sempre morei em Marabá, interior do Pará, e foi exatamente a alguns quilômetros dali que passei por minha mais excitante aventura.

Eu tinha 19 anos, cabelos castanhos até o ombro e um corpo, modéstia à parte, escultural, de deixar os rapazes da vizinhança loucos de tesão.
Numa determinada tarde, resolvi acompanhar meus pai e meu irmão a uma fazenda, onde eles iriam comprar algumas cabeças de gado.

Enquanto os dois tratavam de negócios com o fazendeiro, aproveitei para conhecer o local. Depois de me encantar com as belas casas dos peões, dei de cara com o filho caçula do dono da fazenda, um rapaz forte, bonito e com a pele bem queimada de sol. Fiquei um bom tempo observando aquele esplendor de homem musculoso, que não parava de trabalhar um só minuto.
Através da esposa de um dos peões, descobri que seu nome era Isaías e que tinha apenas 20 anos, embora aparentasse um pouco mais.

Tentei me aproximar dele, mas percebi que sequer me notava.
Entretanto eu não estava disposta a desistir tão facilmente de minha presa e no dia seguinte voltei á fazenda, pedi a nossos pais que deixassem Isaías me ensinar a montar cavalos e galopamos durante várias horas.

Ele parecia cumprir uma mera obrigação, mas já pressupondo este obstáculo, levei escondidas comigo três revistas erótica do meu irmão.
Como o calor era intenso, resolvemos descansar na beirada de um arroio de águas cristalinas. Sentamos debaixo de uma árvore e achei que estava em hora de atacar. Saquei as revistas de dentro da blusa e comecei a mostrar a ele todas aquelas sacanagens. Mas para meu espanto, Isaías afirmou que era crente e praticamente se recusou a apreciar as fotos. Insisti, fiz uma voz dengosa e ele acabou, cedendo, passando a observar a revista com rabo de olho.
A cada fotografia, Isaías ficava assombrado e numa delas em que aparecia um homem chupando a xoxota de duas mulheres ao mesmo tempo, acho que era montagem do fotógrafo.

Ele dizia que na sua religião aquilo era proibido, mas, com calma, lhe expliquei que no amor qualquer coisa é permitida. Aproveitei a mistura de espanto e excitação de Isaías, tirei a minha blusa e fui para a água. Chamei-o e com muito receio ele veio, porém sem se despir. Já com os trajes molhados, comecei a acariciar seu belo corpo e imediatamente percebi que seu pau crescia dentro da calça, com uma volúpia arrebatadora.

Tirei sua apertada camisa e passei a lamber freneticamente seu peito.
Isaías não falava nada e eu me deliciava com tantos músculos.

Depois de beijar-lhe o umbigo, pedi a meu rude peão que desabotoasse o seu jeans e abrisse o zíper. Quando vi aquele trabuco de quase 20 cm, capaz de encher qualquer rabo, passei a massageá-lo incessantemente.

Com o objetivo de deixar Isaías à vontade, enquanto eu gemia, contei a ele que em minha cidade já havia namorado um rapaz crente, que fazia de tudo comigo.

Na verdade, apenas uma mentira para que ele não ficasse com medo de algum castigo.
Com Isaías mais tranqüilo, ensinei-o a me masturbar. No início, ele me machucou, mas como todo aluno aplicado, aprendeu rapidamente a lição. Fomos para fora d'água, deitamos na grama e comecei a chupar aquele pau gostoso e grosso. Ele tremia e urrava enquanto sua glande praticamente tocava minha garganta.

Eu já estava entalada de tanto prazer quando senti jato quente e viscoso, que de tão forte parecia porra de cavalo. Fiquei totalmente lambuzada com aquele leite maravilhoso. Isaías era um verdadeiro garanhão que tinha orgasmos pela primeira vez.

Porém, a noite caiu rapidamente e decidimos voltar para a fazenda antes que tudo se tornasse um breu.
Para minha sorte, no dia seguinte papai resolveu dormir no casarão de visitas da fazenda de Isaías. Na mesma noite marcamos um encontro num curral desocupado e às duas horas da madrugada, pulei a janela do quarto em que dormia - na verdade, que não dormia - e fui para o local do encontro.
Isaías estava lá deitado sobre um colchão velho e enrolado numa toalha.

Tirei a calcinha e fiquei com um camisão que uso como vestido.

Com paciência, ensinei Isaías como se dá uma chupada gostosa em uma xoxota, e como usar o dedo em um cuzinho.

De início, ele quase me mordeu o grelo, mas aos pouquinhos foi dominando a técnica de lamber e chupar. Esta insegurança dele me deixava ainda mais molhada de tesão.
Resolvi então retribuir seu esforço com uma autêntica aula e passei mordiscar-lhe a barriga, o saco e a bunda. Ele urrava como um cavalo doido.

Quando finalmente os dois já estavam em ponto de bala, fiquei sobre Isaías e ardentemente fui enfiando em minha fenda aquele mastro enorme.

Seu pau era tão grosso que eu , mesmo encharcada, tive de forçar passagem para abocanhar todo o seu falo. E comecei a cavalgar em cima do meu garanhão até atingirmos orgasmos sucessivos. Era bom demais tirar o cabaço daquele homem rústico.
Assim foi até o sol raiar, quando voltamos rapidamente a nossos quartos para que ninguém desconfiasse da aventura.
Chegamos a nos encontrar outras vezes durante dois meses, até que o destino nos separou e eu me casei. Entretanto, jamais vou esquecer do Isaías e de suas palavras quando gozou pela primeira vez: "Lene, isto é pecado.......


 

***


 

PRIMEIRA VEZ

Conto de autor desconhecido


" Já havia tido algumas experiências na adolescência e na juventude ,mas não havia tido um relacionamento mais duradouro, muito menos com uma mulher madura .

Sendo assim , me considerava aos 21 anos um cara inexperiente sexualmente. Trabalhava a 2 anos numa estatal famosa ,num setor em que só tinha marmanjos.

Eram oito horas todo dia sem ouvir uma voz feminina .Até que, por motivos de realocação de pessoal, fui mudado para outro setor. Esse fato levou a uma guinada drástica na minha vida.

No setor novo a conheci. Já a havia visto na empresa, mas no máximo , só havíamos trocado alguns "bom dia" e "boa tarde" .A chamarei de Dna. Roberta. Mulher de 35 anos, casada ,1.55m,morena, cintura fina, bumbum gordinho e saliente ,seios pequenos e duros, pernas grossas de carnes duras ,cabelos pretos compridos até a bunda .

Ela seria minha chefe nos próximos 5 anos, uma das fazes mais felizes de toda minha vida. No primeiro ano fui me habituando ao novo trabalho. Dna. Roberta sempre muito atenciosa me dava todas as dicas sobre minha nova função e sempre estava a elogiar meu desempenho.

Nada demais, nunca levei para "outro lado" pois ela era atenciosa com todos.

Fomos ficando amigos, conversávamos muito, mas nada íntimo demais . Até que, um belo dia, Roberta (já a chamava pelo primeiro nome) passou o dia todo tratando a todos seus subordinados , inclusive a mim, de uma maneira muito rude. Na manhã seguinte a mesma coisa. Fui ao almoço com ela, como era de costume. Mas , por sorte, os outros colegas resolveram experimentar outro restaurante.

Durante o almoço comentei com Roberta que todos perceberam sua mudança de temperamento. E o papo que se seguiu foi mais ou menos o seguinte: -É que estou "naqueles dias". Sabe como é!!!! – Rindo

-Mas nunca te vi assim , mas se não quer se abrir...

-Dei de ombros Ela ficou pensativa por um momento, como se estivesse a decidir se se abriria comigo ou não e então: -Você pensa em se casar?

-Algum dia talvez, mas não a curto prazo. Porquê?

-Meu casamento tá uma merda total. Acho que meu marido anda me traindo e o pior é que não me procura a uns 3 meses. -Não transam a 3 meses?

-Não .

-Difícil entender que um homem ao lado de uma mulher como você...

-Sim...?

-Difícil entender que um homem ao lado de uma mulher como você consiga não sentir tesão a toda hora.

Ela riu e desconversou. Achei que tivesse sido muito afoito . Mudamos de assunto.

Mas , a partir daquele dia uma coisa mudou entre nós. Roberta passou a me tratar com mais delicadeza ainda.

Passou a me dar dicas de como me vestir. E passou a me elogiar quando estava bem vestido.

Passei a me preocupar mais com minha aparência . Passei a malhar, mas não comentei com ninguém .

Logo ela estava elogiando meu corpo e perguntando se eu estava malhando. Ela passou a ser a única e constante protagonista de meus sonhos eróticos. Sonhava que a comia em todos lugares e em todas posições.

Passava o tempo todo de trabalho apreciando suas curvas, sua bundinha generosa.

Que vontade de comer aquele cuzinho !! Chupar aquela bocetinha !! Passei a me desconcentrar do meu trabalho.


 

Uns oito meses se passaram e ela passou a me fazer mais confidências. Que o marido andava bebendo muito , já havia batido nela uma vez, e nada de sexo.

O dia "D" foi mais um daqueles almoços a dois. Já éramos muito amigos, quase íntimos, eu sentia muito tesão por aquele mulheraço, mas era muito tímido e inseguro para me abrir.

Acho que ela percebeu e resolveu investir mais pesado.

- Você é o único cara na empresa que não sente tesão por mim..

- Está redondamente enganada, é que sou muito tímido. Se eu te contasse os sonhos que já tive com você acho que me chamaria de tarado.

- Adoro homens tarados, sacanas. Que tipo de mulher você gosta?

- Meu tipo de mulher é você. Sou fascinado por cada detalhe de seu corpo, seu jeito sensual de andar, sentar ,falar. Acho melhor pararmos, já estou morrendo de tesão.

- Coincidência!! Tô toda molhadinha.

- Você só está afim de me provocar ou quer me comer sua potranquinha tesuda!!!!

-Não sei de onde veio tanta ousadia e tive medo da resposta dela ,mas...

- Quero te comer hoje, depois do expediente. Vou te levar prum motel e te fazer gozar como nunca antes em sua vida seu sacaninha sonso ,descarado.

- Meu pau pulsava sob a calça, nunca estive tão feliz.

- Voltamos ao trabalho e sempre que ficávamos a sós eu dava uma roçadinha naquele bumbum tão desejado .Ela rebolava bem devagar, virava e sorria

.Em um momento estava escrevendo um relatório e lá vem ela, debruçou-se com os cotovelos sobre minha escrivaninha .Não consegui me concentrar numa palavra do que dizia. Passei a mão naquela bunda gostosa como se fosse minha, dei um beliscão e desci a mão vagarosamente até encontrar sua perna ,fui subindo sob a saia até encostar a mão na calcinha .Ela gemeu gostoso, empalmei aquela xoxota quente e úmida e disse baixinho em seu ouvido :

- Quero que você goze na minha boca sua safada .

- Ela gemeu outra vez e saiu rebolando. Como estava sacana aquela mulher !!

- Saímos juntos e entramos no seu carro sem dizer uma palavra .No meio do caminho ela parou o carro e pediu para que eu dirigisse.

- Mal comecei a dirigir, ela se atracou no meu pescoço , me beijou na boca e apalpou meu pau. Abriu minha braguilha e liberou meu caralho. Ficou apertando e olhando por um bom tempo e disse que a muito sonhava com esse momento .Apertou, deu uma boa punhetada e depois perguntou, falando baixinho ao meu ouvido:

-posso dar um beijinho nesse cacete gostoso?

Adivinhe qual minha resposta: Beija meu anjo, beija , chupa, faz o que você quiser, ele é só seu sua descarada

.E ela chupava tão gostoso que tive de pedir para que parasse para não gozar em sua boquinha.

- Nos recompomos e entramos no motel. Ligamos a tv justamente numa cena em que uma loura era enrabada por um negão. Roberta me disse que adorava dar o cu. Que loucura !!!! Deitei-me ainda vestido e ela foi ao banheiro.Disse que aguardasse pois tinha uma surpresa para mim .


 

E que surpresa, ela voltou super sexy , cinta-liga, espartilho, tudo preto e continuava de saltos altos .Ligou o rádio e escolheu uma música bem lenta. Que putona safada !!! Eu acariciava o caralho e assistia a sua dança sensual e lenta. Subiu na cama desabotoou minha calça e puxou,.Tirei a camisa e ela a minha cueca. Meu pau já doía de tesão

.Ela ficou em pé na cama, dançando, minha cabeça entre seus pés. Puxei sua calcinha até a altura dos joelhos ela continuava dançando sensualmente e abaixando às vezes tão próxima a meu rosto que dava pra sentir o cheiro de sua bocetinha, ,dava pra ver que estava bem úmida aquela xereca.

Não consegui mais me conter e quando ela se abaixou mais uma vez puxei-a pela cintura encaixando sua boceta rosada e cheirosa na minha boca. Ela começou a se esfregar na minha cara. .Estiquei a língua o máximo que pude para penetrar na minha égua e ela rebolava. Seu suco escorria pela minha língua.. Se abaixou e abocanhou meu cacete Já havia sido chupado por uma ex-namorada, mas aquilo é que era boquete. Ela comprimia os lábios na minha glande como uma bocetinha virgem, cuspia no meu pau , punhetava gostoso, dava dentadinhas de leve.

DELÍIIICIA!!! Gritei. .

Foi um 69 demorado. Repentinamente ela soltou um AH!!! Estremeceu ,senti seus lábios vaginais apertando minha língua, parou, , agarrou minhas pernas e deitou-se com a bochecha sobre meu pau ainda duro.

Disse que a tempos não dava uma gozada tão gostosa. A tempos se imaginava fodendo comigo.

E a um mês planejou aquele dia. E desde então levava aquelas roupas íntimas na bolsa. Falava e esfregava o rosto no meu pau. Virou-se me deu um gostoso beijo na boca. Foi quase uma trepada com as línguas.

Enquanto nos beijávamos apertava meu pau e eu com um dedo enfiado na sua xoxota.

Ficou de quatro com a cabeça bem abaixada, sem travesseiro, as pernas bem abertas e disse :

-Quero que você meta agora, não agüento mais tesudo safado, mete , por favor!!! Fui para traz dela e meti minha língua naquela boceta molhada, ela rebolou gostoso na minha cara e ordenou, quase chorando :

-Mete, não agüento mais, mete seu cachorro!!! Pára de me torturar !!! EU QUERO SUA PICA !!!Gritou.

Posicionei-me como se fosse meter, mas resolvi torturá-la mais um pouquinho.

Esfreguei a glande inchada de meu caralho naquela xoxota inflamada e úmida.

Passeava naquele espaço entre o cu e a xoxota, esfregava no cu, descia e esfregava outra vez nos lábios vaginais e no clitóris. Aí ela não agüentou mais e empurrou aquela bundona gostosa pra trás .

Fiquei parado , apenas observando sua xoxota engolindo meu caralho. Ela disse para não me preocupar , que podia gozar dentro. Então fui mexendo , num vai-e-vem ritmado.

De vez em quando eu parava e pedia :-Rebola minha cavala descarada, rebola minha cachorra safada!!! E ela rebolava, rebolava e eu apreciava meu cacete sendo bem tratado. Ficamos assim uns quinze minutos .

Ela gritava, urrava, me xingava de vagabundo, descarado, sacana, veado , tarado. Não consegui mais segurar e anunciei meu gozo .Passei a mexer com mais rapidez, minha virilha batia forte naquela bundona e ela quase não tremia de tão duras suas carnes . Como era tesuda aquela mulher!!!

AAAAHHH!!! Gritei e dei uma das gozadas mais violentas de toda minha vida.


 

Ficamos abraçados por alguns minutos e depois fomos ao banho de hidro-massagem..

Na banheira ela lavou minha pica com muito carinho .Pediu para que eu saísse da banheira e sentasse na borda apenas com as pernas dentro d'água. Começou a dar beijinhos na minha rola ainda mole , abocanhou-a toda e ela começou a crescer em sua boquinha quente. Que sensação deliciosa!!!!Abocanhou meu saco e senti sua língua massageando meus ovos deliciosamente, Chupou meu pau como um picolé,Foi realmente sensacional. Quando comecei a gemer alto com aquele boquete gostoso ela parou e perguntou se eu não preferia gozar no seu cuzinho.

Nem respondi. Tirei-a da banheira, coloquei-a deitada de bruços e pedi para que ficasse de quatro. Ela segurou meu cacete e eu separei as bochechas carnudas e saborosas que escondiam aquele cuzinho tão desejado

.Ela foi empurrando o bumbum para trás vagarosamente e quando a pica entrou toda ela pediu que a chamasse de puta e que mexesse devagar.

Que delícia!!! Que cuzinho apertado!!! Que cuzinho guloso minha putinha !! Minha égua !!! Minha potranquinha descarada!!! Rebola na tua rola!!! Esfola esse caralho !!! Esfola "sua" pica sua sacana!!! Rebola no seu cacete sua piranha vagabunda!!!

E ela :- Arromba meu cu meu cavalinho !!! Tava precisando tanto de rola !!! Ai, mete, mete.Mete na sua puta seu sacana!!! AAAAiii , que fodão!!! Mais rápido!! Ai , que delícia !!! A mulher começou a gritar!!! A soltar AI's cada vez mais altos .

Disse que estava para gozar, pediu que gozássemos juntos, que desse estocadas mais fortes. Foi o que fiz.

Que gozada violenta!!! Sincronizada!!! Gozamos juntos. Nossos corpos estremeceram. Senti meus cabelos arrepiarem .Queria guardar aquela sensação para sempre.

Depois dessa gozada animalesca tentei tirar do seu cu, mas ela não deixou. Me segurou pela cintura e pediu para que ficasse parado. Êta cuzinho gostoso, suas contrações massageavam meu pau enquanto ele amolecia..


 

Pedimos um jantar e depois demos mais uma trepadinha. Ela sentou-se sobre mim de frente e ficamos conversando sobre várias coisas e mexendo bem devagar .Ficamos assim um tempão.Ficávamos olhando nossos sexos encaixados.Ficávamos olhando como meu pau saia melado de sua boceta gostosa.Parei e ela aumentou o ritmo, me calvagando enfurecida, gritando, gemendo , me xingando .Eu me concentrei e tentei segurar o gozo o mais que pude, porque ela merecia.Até que gozamos animalescamente mais uma vez.


 

Já era tarde e ela tinha que ir, me deixou em casa.

No dia seguinte disse que não teve nenhum problema , pois quando ela chegou em casa seu marido ainda não tinha chegado.

Nos tornamos amantes e trepávamos sempre que podíamos.

Mas logo que ela se separou do marido ela pediu transferência para outro estado porque ele não a deixava em paz e a família dela também era de lá. Quase fui com ela , mas estava na faculdade e não podia abandonar.

Roberta seu nome não é esse ,mas a história é verdadeira...um cheiro para todos.


 

sexta-feira, 28 de maio de 2010

PRONTA PARA A VISITA

Conto de autor desconhecido


" Sou uma morena, modéstia à parte, muito bonita e muito gostosa e tive a sorte de me casar com um homem maravilhoso que adora que eu fique mostrando meu lindo corpinho para que outros homens fiquem babando. Meu marido sempre me incentivou a usar microsaias, decotes generosos, tanguinhas minúsculas e outras formas de mostrar minhas belas coxas e meu corpinho de violão.

Eu nunca me faço de rogada e sempre que posso uso e abuso de minha sensualidade para mostrar meus atributos e envaidecer meu marido que fica louco de tesão toda vez que sou cantada por outros homens.

Com o passar do tempo meu marido começou a demonstrar sua fantasia sexual que era de me ver transar com outro homem na frente dele, a princípio fiquei meio chocada com a idéia, porém as provocações dele passaram a criar em mim a mesma fantasia e passei a ver a idéia com outros olhos.

Depois de muito tempo aceitei a proposta porém precisávamos achar algum homem de confiança capaz de realizar nossa fantasia com toda discrição, respeito e carinho.

Imaginamos a transa com vários homens, amigos de meu marido, conhecidos, garotos de programa e estranhos mas ninguém nos parecia de total confiança e não conseguimos ninguém.

Após muito tempo, se mudou para nossa vizinhança um velho amigo do meu marido. Depois de muitas provocações comecei a ver meu vizinho, que passarei a chamar de Silvio, de outra forma.

Afinal ele é um rapaz muito bonito, atraente, corpo atlético e, segundo meu marido, sempre teve fama de "comedor". Pensei muito e acabei aceitando a idéia. Ricardo, meu marido, se encarregou de tudo, conversou com o Silvio e marcou um encontro em nosso apartamento para realizarmos nossa fantasia.


 

Chegado o dia tão esperado, coloquei a minha melhor e menor microsaia, uma delicada mini blusa que deixava minha barriguinha à mostra e por baixo apenas uma micro calcinha vermelha, usei o meu melhor perfume e fiz uma maquiagem perfeita, enfim, eu estava simplesmente um tesão de mulher, capaz de deixar qualquer modelo fotográfica com inveja. Fiquei no quarto aguardando os acontecimentos e após alguns minutos o Ricardo entrou e me convidou para ir para a sala enquanto o Silvio estava tomando um banho.

Ficamos dançando coladinhos e eu podia sentir o pau de meu marido totalmente duro roçando minhas coxas. Após algum tempo o Silvio entrou na sala e meu marido o convidou para que ele passasse a dançar comigo o que ele prontamente atendeu e o Ricardo saiu da sala e nos deixou sozinhos.

Silvio me pegou pela cintura e passamos a dançar uma musica lenta, eu podia sentir seu pau totalmente duro enconstado em minha barriguinha. Ele lentamente começou a acariciar meus cabelos e começou a beijar minha orelha e meu pescoço. Suas mãos começaram a acariciar todo meu corpo, ele passava sua mão em minha cintura, subia até meu seio e descia até encontrar minha barriguinha semi nua.

Trocamos o primeiro beijo e pude sentir sua língua ardente roçando o céu de minha boca, confesso que não imaginei que meu vizinho fosse tão gostoso. Entreguei-me totalmente a ele após muitos beijos, comecei a acariciá-lo, abri o ziper de sua calça e pude sentir em minha mão seu pau enorme que mais parecia uma pedra de tão duro.

Ele tirou a minha saia e a minha blusa e me deixou somente de calcinha e passou a mamar em meus seios , a beijar minha barriguinha e a acariciar minha bucetinha.

Fiz o mesmo com ele, tirei sua calça e camisa e deixei-o somente de cuecas, ele se sentou no sofá e eu me ajoelhei à sua frente e passei a dar pequenas mordidinhas em seu pau por sobre a cueca. Ele já estava gemendo de prazer quando tirei totalmente sua cueca e pude ver aquele pau lindo todinho para mim, ele era lindo, muito maior e mais grosso do que o de meu marido.


 

Meu marido? onde ele está? eu havia até me esquecido dele, mas não importa agora o que tinha que fazer era comer aquele homem lindo que estava à minha frente. Passei a lambeu seu pau lentamente até recebê-lo totalmente em minha boca, meu deus que delícia, nunca havia sentido algo assim antes.

Após algumas chupadas gostosas que foram retribuídas por meu lindo vizinho senti que meu marido tocou em minha cintura e enquanto eu chupava aquele pau gostoso ele colocou seu dedo em minha bucetinha totalmente molhada e nos convidou para irmos para a cama. Não pensei duas vezes, peguei o Silvio pela mão e levei-o comigo, eles me deitaram na cama e começaram a me dar um banho de língua, enquanto o Silvio se deliciava com minha bucetinha o Ricardo chupava meus peitinhos e me beijava como louco, gozei em pouco tempo.

Tentando retribuir aos meus dois homens pedi para o Silvio deitar-se na cama enquanto o Ricardo ficava nos olhando e se masturbando. Dei um banho de língua no Silvio e sentei em cima de seu pau que lentamente foi sendo engolido pela minha bucetinha totalmente lubrificada.

Senti aquele pau grosso e gostoso entrar totalmente dentro de mim e me entreguei a ele em um beijo longo e gostoso. Ele penetrou por muito tempo enquanto o Ricardo aproveitou-se da situação e colocou seu pau na minha boca, que delicia meu Deus, não podia imaginar que fosse tão gostoso.

Transamos assim durante muito tempo, ora eu era penetrada pelo Ricardo e chupava o Silvio e vice versa. Depois de já ter gozado sei lá quantas vezes, os dois me colocaram deitadinha na cama e cada um tratou de colocar o seu pau próximo à minha boca e me faziam chupar ora um ora outro.

Após algum tempo o Silvio gozou em minha boca com um jato que nunca vi igual, além de inundar minha boquinha ele ainda conseguiu derramar boa parte de seu líquido em meus seios e o Ricardo veio em seguida e fez a mesma coisa, nunca vi tanta porra junta, mas foi uma delícia.

Transamos ainda outras vezes naquela noite e hoje, sempre que podemos repetimos a dose.

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PRIMINHA NA MADRUGADA
conto de autor desconhecido


" Como costumam todas as ferias eu e meus primos e primas claro costumamos nos reunir em Julho na casa de uma tia no interior, mas como a idade ta chegando e o pessoal ta começando a trabalhar só fui eu da minha casa e duas primas e um primo, a prima com quem tudo aconteceu tem 1,72 de altura, cabelos loiros e olhos verdes alem e claro de seios entre médios e grandes e uma bunda bem redonda lizinha sem nem uma marca e mais ou menos do tamanho da Sheila e vou chama-la de Caroline.


 

Mas tudo começo quando dividimos quem iria dormir aonde, ficou eu e ela na casa da minha tia que e uma mansinha de 4 andares e a irmã dela e o outro primo na casa da vovó. O quarto da mina tia e no 2º andar e nos ficamos no mesmo quarto no 4º andar. Ela sempre me provocava pq sabia que eu babava por ela (quem não babaria) e tínhamos uma conversa muito aberta.

Quando foi no Sábado (nós chegamos na Terça ) meu tio e minha tia subiram para dormir e Carol foi tomar banho ficando eu assistindo tv sozinho no 1º andar. Mais ou menos meia hora depois desse ela só de camisola bem transparente ao ponto de eu perceber que ela estava com uma calcinha minúscula.

La pelas 00:30 começo e cine prive e estamos nos dois ali sozinhos e o filme começo a ficar quente eu percebia inquietude dela e o tesão se florindo no seu corpo já exalando um cheiro de amor. Mas não passou disso, ate quando acabou o filme, desligamos a tv e subimos conversando sobre o filme.

Quando chegamos no quarto tirei a camisa e deitei na minha cama ainda excitado e ela deitou na cama do lado após apagar a luz. Após uns vinte minutos deitados ainda estava acordado e comecei a perceber um leve gemido, olhei para o lado e era ela se masturbando já com uns 3 dedos cravados na buceta.

Eu novamente me excitei e fiquei de pau duro mas ainda fingia que dormia, se ela percebeu ou não eu não sei so sei que passados uns dois minutos ela de levantou e veio pro lado da minha cama antes tirando a calcinha.

Chegou proximo ao meu peito e se sentou sobre ele com as pernas abertas e veio chegando de vagar pra frente até chagar com aquela coisa maravilhosa sobre minha boca ai não deu mais pra fingir que eu dormia e abocanhei a aquilo que eu jamais tinha desejado na vida, aquela buceta tão linda e cobiçada.


 

Nisso a gente já não se importava com mais nada e seguimos em frente, depois dela gozar na minha boca uma 3 vezes ela chegou pra traz até chegar em cima do meu pau e tirou pra fora e sem cerimonias levantou o quadril e sentou na minha pica que tem mais ou menos uns 19cm e chegou na metade e tentou parar mas como tava muito molhada não deu e eu rasguei ela inteira, ela meio doída não ligou muito e começou a me cavalgar me fazendo gozar umas 2 vezes dentro dela.

Ela se levantou e se deitou do meu lado, passados uns dez minutos eu pensei, e hj que eu a aquela bunda dos meus sonhos ou não comio mais. Comecei então a aliza-la a bunda que logo ficou arrepiada, me levantei me encaixando atrás dela como a boca já dentro da sua bunda chupando seu cuzinho lindo e muito gostoso.

Após babar bastante aquele cuzinho maravilhoso apontei a cabeça do pau na entrada dele, no 1º momento ela tentou resistir mas logo depois rasguei novamente e fiquei ali bombando uns dez minutos ate que lhe disse que ia gozar então ela num movimento brusco se virou e abocanhou meu pau num maravilhoso boquete ate que eu explodi no maior gozo da minha vida.

Após isso tudo ele bebeu toda minha porra e se deitou do meu lado, e sendo assim durmimos ali agarradinhos anoite toda.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

QUE TESÃO DE MULATA!

Conto de autor desconhecido


 

Todos dizem que brasileiro é tarado por uma bunda. Sinto água na boca ao pensar em um belo traseiro. Fico alucinado, excitado diante deste exemplar.

Tudo aconteceu na minha casa, numa manhã de quarta-feira

Meus pais estavam trabalhando e minha irmã e meu irmão caçulas estavam na escola. Isso já era uma base de umas 11:30h da manhã quando uma das coleguinhas amigas da minha irmã apareceu perguntando por ela.

Essa coleguinha era uma das minhas preferidas, Keilla, um tesãozinho de mulata. 1.70 de altura, 19aninhos, olhos castanhos escuros, peitinhos, biquinho de mamadeira, bundinha arrebitadinha e durinha.

Nesse dia estava trajando um pequenino shortinho de cotton azul e um bustiezinho branco ( que delícia ) quando falei que minha irmã já estava pra chegar ela se sentou no sofá e disse que iria esperar.

Ficamos conversando e eu cheio de maldade né, eu era doidinho por aquela mulata, mas não sabia como chegar. Ela já tinha me dado um fora antes, mas era muito safadinha e resolvi tentar de novo, só que dessa vez eu apelei, peguei pesado ... pensei eu, é agora ou nunca!

Já tinham me falado que ela era maior manja rola, gostava de ficar olhando pro pau dos outros e comecei a provoca-la. Deslizava as mãos sobre meu corpo até chegar no pau e começava a apertar e massagear. Ela começou a olhar, não diretamente mas de rabo de olho e continuei. Quando senti que ela estava olhando eu apertei e massageei minha rola.

Quando senti que ela estava começando a ficar inquieta com aquilo, gaguejando, se engasgando com as palavras e parecendo que estava nervosa, minha rola já começava a se desenrolar por dentro do short. Seu olhar já estava nítido na minha pica, que chegava ao ponto ereto e dei uma latejada pra ela. Keilla esticou dois olhos enormes pro meu pau, levantou do sofá meio assustada me pedindo água e eu ali, deitado no sofá com minha rola dura, pedindo pra ela ir pegar água, enquanto ela insistia para eu ir.

Quando resolvi pegar, já na cozinha botando água no copo, reparei que ela estava trêmula e perguntei porque. Ela não soube me responder, mas acho que era o volume do meu cacete duro que estava a mostra. Ela não tirava os olhos e perguntei: É porque nós dois estamos sozinhos aqui? Ela respondeu: Não!!!.... Eu falei: Pode deixar que eu não vou te agarrar não! Ela me ironizou e disse: Você não é nem maluco!

Quando ela me deu o copo e deu as costas, sua bunda parecia que estava sorrindo pra e percebi que era aquilo que ela queria, que eu agarrasse. Larguei o copo rapidamente na pia e a agarrei, encoxando-a por trás e a coloquei de encontro à parede, dizendo no seu ouvidinho que ia comer ela.

Ela tremia toda pedindo pra largá-la, mas sua voz quase não saía. Estava se enroscando com o tesão que a perturbava, mas ela não parava de fugir.

Eu sentia que ela queria, que aquilo era só um joguinho e quando ela sentiu minha rola dura no meio da bunda, começou a ficar mais excitada, se empinando toda, esfregando aquele rabo macio na minha vara e gemendo: Pára, paaarraa, por favor, paaaaraaaa! Sua irmãããã vai chegggaar! Páaraaaa! Não querooo! Paraaa!

Eu não estava nem aí pra minha irmã, levantei seus braços e já desci com as mãos nos seus peitinhos, que já estavam com os bicos duros e gostosos. Comecei a beijar sua nuca e seu pescoço, ela estava se derretendo toda nos meus braços. Quando desci mais um pouquinho uma das mãos e cheguei até sua bocetinha nossa, que delícia!!

Estava quente e molhada... Ela gemia e se contorcia de tesão e sua calcinha estava ensopada.

Foi aí que senti que ela estava querendo mesmo e comecei a descer lambendo suas costas, até que cheguei na sua bundinha, arranquei seu shortinho em um puxão só e enterrei minha língua dura naquele buraquinho tesudo.

Ela se empinava mais ainda. Comecei a dar voltas e mais voltas com a língua bem dura naquele cuzinho enquanto ela esfregava aquela bunda gostosa toda na minha cara. Quando ela mesmo fez o favor de abri-la pra mim com as duas mãos, babei aquele buraquinho todo, com os dois dedos na sua xoxota seu mel já escorria pelo meus dedos.

Depois de uns cinco minutos lambendo aquele cuzinho voltamos para a sala e a coloquei de quatro com os cotovelos apoiados em cima da mesa. Então introduzi minha rola todinha naquela bocetinha molhada, ela gemia e dava gritinhos: Aiiii aiiii aiiii, estou pegando fogooo, pegando fogo! Me come seu tarado, me come!

E falando que meu pau era muito grosso e estava doendo mas estava gostoso.

Quando ela falou isso comecei a dar estocadas fortes, e o barulho de nossas coxas se tocando era delicioso e excitante. Eu puxava seu corpo pelos ombros de encontro ao meu corpo e com esses rigorosos movimentos minhas bolas já estavam sendo massageadas pela sua bunda. Então meti dois dedinhos no cuzinho e ela ficou doida...

Mexia o rabo de um lado pro outro, tirava o dedinho do cu e colocava na boca, botava de novo no seu cuzinho e mandava ela chupar. Ela estava adorando o gosto do seu cu, de repente ela explodiu num gozo longo e alucinante que seu corpo ficou todo mole. A putinha gozou como nunca e quando pedi pra comer seu cuzinho ela não pensou duas vezes, era tudo o que eu queria disse ela....

A deitei de costas na mesa e levei suas pernas até os ombros, penetrando aquele cuzinho apertado e gostoso.

Meu pau escorregou fácil naquele buraquinho, também com o mel da xoxotinha nem precisou lubrificar, eu ia bem fundo mas com estocadas lentas, ela estava sentindo muita dor, mas acho que o prazer era maior, ela estava pedindo mais. Meus 22cm já estavam quase todo em sua bundinha.

De vez em quando eu o tirava do cuzinho e molhava com o seu mel que escorria pela xoxota e depois o enterrava de novo no cuzinho. Ela começou a me xingar, meu pau aparecia e desaparecia num toque de mágica naquele cu.

Em seguida ela perguntou aonde eu iria gozar, quando falei que era no cuzinho, ela sorriu e abriu mais as pernas: Goza vaiiii! Goza! Lambuza meu cu vaii, lambuza!...

Que loucura! Gozei o cuzinho dela todinho, bem na portinha e depois empurrei todo pra dentro enchendo seu buraquinho de leite. Que delícia!

Nisso ela me pedia pra não parar, pra ir mais rápido e eu fui, mais e mais e mais com movimentos frenéticos e circulares. Meu pau ainda estava totalmente duro naquele rabinho, que já estava espumando de tanto socar.

Quando ela me puxou de encontro ao seu corpo e travou suas pernas em minhas costas era mais um orgasmo chegando, ela gozou que nem uma gata no cio gritando e me arranhando, foi demais vê-la daquele jeito, gozando que nem uma louca com minha rola toda no cu.

Não demorou muito e estava eu lá gozando de novo. A porra foi diretamente na sua barriguinha, um jato de quente e escaldante espirrando intensamente ...

Depois disso ela tomou um banho rapidamente, antes que minha irmã chegasse e foi embora, dizendo que da próxima vez ela iria retribuir as chupadas, mas isso é outra história


 


 

PROPOSTA MUITO DECENTE
conto de autor desconhecido


 

" Eu coloquei um anuncio na pagina de Correio , dirigido as mulheres lindas e fogosas.

Recebi varios email de varios estados e entre eles havia um que me chamou a atenqäo.

A mulher dizia ser casada, ter 27 anos, superdotada e insaciavel. Seu marido era fazendeiro e adorava ve-la sendo possuida por outro homem. Dizia também que nao tinha muito tempo para ficar trocando email e que se eu estivesse interessado que entrasse em contato com eles.

Assim que recebi o email com o numero do telefone, liguei para eles. Batemos um longo papo e eles me fizeram a proposta de me enviar um cheque que cobrisse as despesas de viagem, ja que eles moravam em Goias, onde eu poderia ficar uma semana na fazenda deles. Assim que recebi o cheque, viajei.

Na rodoviaria, um motorista estava me esperando um café. Apos as apresentaçoes, seguimos para a fazenda.

Até ai, tudo normal. Logo que chegamos a fazenda, que ficava a menos de 100km do Araguaia, fui ao banheiro para tomar uma ducha. Quando sai, uma crioula me esperava na porta do banheiro.

Perguntei pelo casal e ela respondeu que fossemos para o quarto e que ali me explicaria tudo.

Ao chegarmos ao quarto, foi logo tirando a roupa e dizendo que eu ia transar com ela ali.

Quando vi a sua boceta e um enorme grelo, mais parecendo uma castanha-do-para, fiquei sem entender nada, mas logo ela me tranqiiilizou dizendo que estavamos sendo observados pelo tal casal e que, dependendo do meu desempenho com ela, transaria com eles. E se eu nao conseguisse despertar a tara deles, eu nao os veria mais, voltaria naquele mesmo dia. Sabendo disso, pensei que tinha que agradar aquela crioula pra que ela me dissesse qual era a tara deles, para que eu pudesse transar com aquela gata gostosa. Entao a negra se aproximou de mim e começou a me beijar. Mas era uma negra de 1,78m de altura, de pernas longas e esguias, e eu nunca antes tinha trepado com negra.

Ela me ordenou que tirasse a roupa, enquanto rnassageava a sua xoxota. Logo o meu penis ficou täo duro quanto funcionario de prefeitura e o grelao dela também ficou durinho e comegou a escorrer um liquido pelas pernas.

Ela passava a lingua no meu pau e dizia que era muito gostoso.

Mas ela pegou um penis artificial e introduziu na sua vagina e disse que eu ficasse batendo punheta e andando de um lado para o outro do quarto, enquanto ela ficava olhando. Depois me pediu que eu metesse meu pau em sua boca e que chupasse os seus peitos. Ela comepou a gritar tao alto que eu fiquei apavorado, pois nao sabia o que fazer.

Entao ela fez desaparecer totalmente o consolo em sua xoxota e eu comecei a gozar em sua garganta.

Em seguida, ela mandou que eu deitasse na cama, cobriu os meus olhos com o travesseiro e, de repente, mandou que eu o tirasse.

Entao, eu vi a minha frente um casal: uma mu1her linda, alta, loira, olhos verdes e uma boceta do tamanho da Amazonia. Ela aparentava ter uns 25 anos e o rapaz mais ou menos a mesma idade. Ele tinha mais ou menos 1,80m de altura, era loiro também e tinha um penis que mais parecia uma mandioca descascada de täo branco e fino.

A primeira impressäo que tive foi que aqueles dois eram irmaos, pois eram muito parecidos.

Ele me perguntou se eu estava bem, respondi que sim, so que nao estava entendendo.

Ele me explicou que o casal que tinha ido me esperar na rodoviaria tinha sido pago por ele so para me levar até a fazenda porque caso a transa nao se realizasse, eles nao ficariam conhecidos.

Explicou que primeiro eles queriam ver o homem com quem vao transar e; se por acaso ele näo 1hes agradasse, ele nao os ficaria conhecendo Logo ele me ofereceu uma bebida importada e disse que eram do Rio Grande do Sul, da cidade de Canoas, e que estavam a fim de saciar suas taras comigo.

Ao dizer isso, pegou no meu pau, beijou-o e disse a Susy que tratasse de mim.

Ela, entao, me abraçou e disse que o Silvio era louco por esperma e que eu tinha que ejacular na boca dele, depois de gozarmos juntos. E começou a me chupar lentamente.

A negra, entao, disse: "vamos fazer o triangulo do amor?"e pegou o Silvio, deitou-o no carpete e sentou-se em cima do penis dele, enquanto a loira se sentou sobre o rosto dele. As duas chupavam uma a lingua da outra, o Silvio chupa a loira e fodia a negra ao mesmo tempo e nessa situaçao eles ficaram, até que eu nao agiientei mais e coloquei o meu pau entre a boca das duas, que me deram um verdadeiro banho.

Quando eu ja estava para gozar, pois era uma gemedeira de todos os lados que estava me deixando louco, a loira pegou no meu pau e puxou o Silvio para que o abocanhasse.

Rapidamente inundei sua boca com meu esperma, que ele engoliu todo. Em seguida, coisas surpreendentes e se retirou. Entao, as duas e eu trepavamos até näo podermos mais.

No dia seguinte, repetimos tudo e assim todos os dias. No penultimo dia, Silvio me disse que sabia que eu estava a fim de trepar so com a Susy, que ele concordava, mas apenas durante o dia.

Entao, Susy e eu ficamos a sos e eu me deliciei com a melhor mina que ja vi, que chamava carinhosamente de "montanha" por seu tamanho descomunal.

Na ultima noite, voltamos a fazer o triangulo do amor. Depois, o Silvio mandou as duas sairem e abocanhou meu pau e sugou-o até eu ejacular em sua boca.

Continuou com meu pau em sua boca por toda a noite e ao acordar, gozei, pela ultima vez, na boca dele. Eu nunca tinha visto um homem que gostasse de esperma.

Todo o esperma de todas as trepadas que dei foi para a boca dele!

Mas achei legal e, quando os tres me levaram de volta a rodoviaria na hora da despedida Susy me entregou um cheque que me deixou pasmado pela importincia.

Mas Silvio garantiu que nao se tratava de premio e sim pelo custo da proxima viagem minha, que eles ficariam aguardando

sábado, 22 de maio de 2010


 

CAROL

SEXO VIRTUAL COM UMA LEITORA DOS MEUS CONTOS

Conto de Gabriel – narcisosantos@hotmail.com


 

Não vou dizer o nome dela, mas ela gosta de ser chamada por Carol...

Primeiro ela me mandou um email dizendo que adorou meus contos e ficou excitada .

Perguntou se eram reais e seu eu era mesmo daquele jeito na cama

Respondi dizendo que alguns eram reais, outros não, mas que o meu jeito de transar era verdadeiro....

Trocamos mais alguns emails e ela me pediu pra mandar meus contos pra ela e eu mandei quase todos...

Ela me escrevia que quando lia meus contos, se colocava no lugar das mulheres que eu comia e que pensava em mim quando transava com o marido.

Dizia ser uma pena não poder se encontrar comigo porque era casada com um homem muito ciumento e pior, que isso, tinha um casal de filhos também ciumentos, que viviam observando ela.

Pori sso estranhei quando, naquela noite, ao abrir o MSN, vi que ela estava on line.

Disse que o marido estava viajando a trabalho e os meninos tinham saído para uma rave..

"finalmente, vou ter um dia de liberdade", Carol me disse pelo MSN..Apesar de dizer-me que o marido ligava prá ela de vez em quando.. "..talvez só pra saber se eu estou em casa".. disse ela...

Eu fiquei feliz e começamos a teclar, depois começamos a falar pelo microfone.

Ela tinha uma voz delicada e suave e disse ter gostado muito da minha voz...

Deixei que ela falasse sobre seus problemas com o marido e os filhos, como se tivesse desabafando.

Até que começamos a falar sobre os contos e os vídeos que eu enviava prá ela e nosso papo ficou mais apimentado.

Ela me chamou para um bate papo pela web cam..Eu disse a ela que não tinha camera, e ela disse que tudo bem, que só queria que eu a visse.

A camera pegava apenas o seu rosto ...ela tinha um rostinho redondo, olhos verdes muito lindos e cabelos loiros escuros, tinha um sorriso lindo...Adorou quando eu elogiei sua beleza..

Pedi prá ver seus pés...ela direcionou a camera para os pezinhos...gordinhos, pequenos, de dedos gordinhos , com unhas pintadas de vermelho escuro

Pedi que ela acariciasse com as proprias mãos os seus pés, como eu faria..

Vi a mãozinha bem cuidada deslizar por cada dedinho e fiquei ainda mais excitado..

Comecei a me masturbar...Pedi que ela subisse a mãos,acariciando as pernas e as coxas.. ela me obedecia, dizendo imaginar que fossem as minhas mãos...

Os dedinhos pequenos e gordinhos dela subiam pelas coxas grossas, alisando-as, apertando-as, em carícias seguidas de gemidos.. Eu estava enlouquecido de tesão e dizia " gostosa, vc é muito gostosa", entre outras coisas..

Ela me dizia que ficava muito tesuda me ouvindo a chamar de gostosa...

Eu pedi pra ela ficar de costas prá mim e passar a mão na bunda....

Ela ficou alisando a bunda, pedi pra ela apertar , pedi pra ela tirar o shortinho, ela tirou devagar, gemendo no microfone.." me chama de safada", ela dizia.. e eu repetia: tira o short, safada"..

Ela desceu o shorts, devagar, rebolando, e ficou de costas, empinando a bunda pra mim e tirou a blusa, se virando de frente, colocando as mãos sobre os seios enormes,, me olhando com cara de safada e inocente ao mesmo tempo.."..

"não to aguentando mais de tesão," eu disse", mostra o peitinho prá mim, mostra"

Ela sorriu e ficou fazendo hora, rebolando lentamente, como se estivesse dançando pra mim. Depois tirou as mãos bem devagar , mostrando os seios prá mim.. Eram grandes e tesudos,. Seus bicos também eram grandes e pontudos, de cor marrom escuro, e estavam eriçados

Pedi pra ela tirar a calcinha...ela me disse que estava molhadinha de tesão, pedi pra ver a calcinha.

Ela direcionou a camera para o seu rosto e pude ver pelo movimento dos braços que estava tirando a calcinha...eu não aguentava de tesão e masturbava loucamente meu pau duro.."mostra, eu disse, mostra,.."

Ela mostrou o fundo da calcinha.. o fundo da sua calcinha brilhava pela umidade.

Carol se afastou um pouco , ficou de costas pra mim e empinou a bunda, pra que eu visse a sua bucetinha por trás..." que tesão.." ela dizia..Ela ficou de quatro, com a buceta bem a mostra, de poucos pelos. ficou deslizando os dedinhos por ela, com o rosto virado para mim , fazendo cara de muito tesão...chupou bem os dedinhos e ficou passando no inicio do cuzinho, passando em volta e enfiando um pouquinho..

Pedi pra ver a bucetinha dela, ela abriu as pernas sentada na cadeira pra eu ver sua bucetinha de poucos pelos .

"Tá gostando?" ela dizia..

"to adorando" eu respondi..vc é muito gostosa, to louco de tesão"

." to tesuda também," ela dizia."

"Queria estar aí contigo , prá te tocar.."

" Você tá aqui comigo, no meu tesão." Ela começou a se masturbar devagar, os seus dedos faziam movimentos circulares no grelinho e enquanto se tocava, olhava pra camera e pedia: " diz o que vc vai fazer comigo, diz, tarado",,..

E eu dizia, rouco de tesão : quero te beijar e te abraçar muito, quero passar as mãos nos seus seios e te dizer: sua putinha, bati mil punhetas, pensando neles"..

Ouvindo isso, Carol gemia e apertava os biquinhos dos enormes seios... e começou a acariciar os seios. alisando com tesão, apertando, passando as mãos pelos biquinhos , apertando os biquinhos, me pedindo prá falar mais..

" que mais, fala..."

" to com tanto tesão por você,vou encostando meu pau quente, vibrando de duro dentro de você"...

" que homem gostoso, fode comigo".. ela falava e se acariciava rapidamente...

Eu continuava falando, sem parar, quase gritando : " puta safada, vou te chupar bem gostoso, grita de tesão pra mim..".

..E Carol gemia dizendo: " que tesão"

e eu dizia "vadia, vadia..esfrega o grelinho" ela esfregava, eu dizia, bate no grelo e ela dava tapinhas na buceta, gemendo que nem louca. O grelo ficava bem vermelho, inchado, duro,ela colocou as pernas abertas com a câmera na frente focalizando bem a buceta, puxando o grelo que ficava enorme, gemendo no microfone..

.." Vou te colocar de quatro.."

E Carol ficava de quatro, rebolando a bunda pra camera e dizia " vc sabe.. tarado, essa é a minha posição favorita"..

"Vou puxar teus cabelos e mandar : grita , cachorra, puta.."

E ela gemia mais alto, se tocando furiosamente .." Gabriel, ela disse, to quase gozando..gostoso"

" Então vou te pegar e te virar pra mim...vem, abre as pernas..( ela se virou e abriu as pernas pra camera) isso, agora vou te chupar gostoso.. goza na minha boca""

"ahhhha, ela gemia.. ahhhhh.."

rebola na minha cara, esfrega sua buceta na minha cara, quero enfiar a lingua no meu cú ", eu disse, .." Tarado, ela disse, vc é safado, canalha "..

." voce gosta," eu disse, urrando de prazer ..

." Vou gozar, Gabriel, não aguento, vou gozar"

-os seus dedos faziam movimentos circulares, rapidos, e ela pedia pra ser xingada...Era tesão puro !! Enquanto esfregava o grelinho com uma mão, com a outra, enfiava dois dedos na buceta, num vai e vem gostoso, se contorcendo muito, gemendo.. me pedindo prá chamar ela de tudo que é nome.

" me chama de vadia,disse"..

eu chamei e ela pediu mais " me chama de tudo, tem tanto nome .."

dizia enquanto seus dedos castigavam seu grelinho com rapidez..

"vagabunda, safada, putinha, vadia., piranha,tesuda,, cachorra.."

"Isso, ela disse,, isso, sou cachorra...cadela..puta," ela gemia enquanto começava a masturbar mais forte, no grelinho, e rebolava muito , empinava mais a bunda.

Então gozou, gozou gostoso, Estremeceu todinha, sua buceta tava umida...

Aí deitou na cama, de barriga pra cima e com as pernas abertas, ainda fazendo um pouco de carinho na xaninha.. ...."que delicia, ela disse... gozei gostoso, Gabriel você é um tesão "

Ficamos conversando mais um pouco , depois ela se despediu e fomos dormir, satisfeitos..Era madrugada.

De manhã, ela me ligou do celular , dizendo que estava indo pegar o marido no aeroporto.. Disse que estava com saudades de mim e começamos a relembrar a nossa foda virtual. Logo ficamos excitados.

Eu mandei ela parar o carro no acostamento e se masturbar pra mim..

Comecei a falar coisas safadas no ouvido dela, dizendo que ela era muito gostosa, a minha puta mais safada, a vagabunda mais gostosa que eu conhecia e que eu estava de pau duro por causa dela.. Ela gemeu gostoso pra mim, e eu pedi pra ela gemer mais alto... a safadinha às vezes colocava o celular bem perto da xota, só pra eu ouvir o barulinho dos dedos dela entrando e saindo..gemeu alto e gozou gostoso, me ouvindo chamar ela de cachorra..

"Gozei feito uma putona", ela disse, me chamando de safado , tarado, delicioso..

Nunca mais tive a sorte de reencontrar minha deliciosa leitora..

Tenho saudades dela e senti como se a tivesse fodido de verdade..

sexta-feira, 21 de maio de 2010

SECRETÁRIA MINEIRA

Conto de autor desconhecido


 

"Moro no Interior de São Paulo, mas como sou representante de uma firma comercial, passo de quinze a vinte dias pôr mês em Belo Horizonte. Sou casado, e pôr isso evitarei os nomes verdadeiros neste relato, para que minha mulher não desconfie, um vez que ela, assim como eu, é leitora dessa Home Mas vamos aos fatos: no mês passado eu cheguei a Belo Horizonte e, à falta de companhia, me lembrei de que tenho um cliente cuja secretaria é daquela de perverter até monge zen-budista. Confesso, que, nas viagens anteriores, na solidão do meu quarto de hotel, sonhei e me masturbei pensando nessa gata. Naquela noite resolvi tomar coragem e telefonar para ela. Disse-lhe que estava sozinho mas com ótima disposição para a noite e que gostaria de jantar fora e bater um papo interessante com uma pessoa agradável; disse que não conhecia muita gente na cidade e, pôr isso, havia pensado nela. Para a minha grata satisfação, ela topou sem maiores rodeios, mas disse que havia sido convidada para uma festa de noivado de um colega e que não poderia faltar. Mas, já que eu estava a fim de qualquer coisa, que tal acompanhá-la à tal festa? Exultei. Vesti minha melhor roupa, caprichei no perfume e na barba e fui buscá-la em casa. No carro ela se comportou de maneira tão descontraída que, ao chegarmos à festa, ninguém diria que não éramos amigos antigos. Ficamos o tempo todo colados, tipo aonde você for eu vou atrás. Lá pelas tantas, convidei suzana (digamos que esse fosse o seu nome) para jantar. Ela mesma escolheu o restaurante e, entre uns martinis e umas cervejas, fomos ficando românticos e absolutamente carentes um do outro. Fui sincero com ela. Disse-lhe que era casado, vivia bem com a minha mulher, mas que ela tinha me virado a cabeça e que, há mais de cinco meses, eu não pensava em outra mulher que não ela. Que estava sofrendo de angústia e já não podia mesmo viver sem ela. Esse papo acabou no meu hotel, ela tirando a roupa com gestos lentos e fascinantes. Eu também ia me despindo sem fissura para não precipitar as coisas. Mas só de olhar pra ela, meu caniço subia na espreita da pesca. Detalhe: eu não sou muito bem servido pela natureza, mas sou meigo, manso, carinhoso, de forma que tenho me dado bem com as mulheres. Comentei isto com ela naturalmente e ela achou graça dizendo que detestava homem avantajado. Que ela era do tipo magra e sensível, e que bom que eu não iria machucá-la. Fomos neste enlevo a um delicioso papai-mamãe, como manda o figurino. A noite já estava terminando e o sol acordava a gente para o dia de trabalho. Marcamos um encontro só para o fim de semana, com o objetivo de não dar bandeira no ambiente de trabalho e junto aos amigos que temos em comum. Nos olhos de Suzana pude ler o que ela estava pretendendo aprontar. Estava feliz e saiu do hotel com aquele ar satisfeito das mulheres bem-trepadas. Quando cheguei ao local combinado, ela estava tão bonita que logo me veio à lembrança o nosso último encontro e entrei em ereção. Ela percebeu e riu envaidecida com o efeito que causava em mim. Desistimos do programa que iamos fazer e fomos direto às nossas próprias gostosuras num motel bem aparelhado. Eu já tive várias namoradas e muitas aventuras, mas em toda a minha vida nunca tinha provado o sabor de uma mulher, diretamente no local. Vendo os filmezinhos eróticos que passam nessas casas de prazer, pela primeira vez tive vontade de fazer aquilo de que eu sempre tivera um certo nojo. Brinquei com ela perguntando se queria que eu começasse pelos pés ou pela cabeça. Ela pulou no meu pescoço e nos beijamos longamente, minha mão arrepiando seus pelinhos ao longo do corpo todo. Suguei-lhe o pescoço, lambi as orelhas, abocanhei a maça dos seus seios de bicos enormes e durinhos. Continuei lambendo pelas laterais, pelo centro, rodeei o umbigo com a língua, enfiei-a lá dentro. Ela se contorceu toda e eu caí de boca no pedaço. Suzana tentou uma fraca resistência, mas o contato da minha língua com seu clitóris foi fatal. Ela amoleceu toda, gemia e alisava minhas costas com os pés. O tesão era tanto que doía. Virei e ofereci meu corpo para ela. Entre sussurros, Suzana me disse que eu era o primeiro homem com que ela fazia isto. Suguei longamente aquela delícia cremosa e disse que comigo acontecia o mesmo. Ela já estava com a boca quente abrigando meu pênis. Sentia sua língua ligeira fazer arabescos no meu membro e já nem era dono de mim. Estava perdido na sua boca. Quando não agüentava mais, acelerei os movimentos e meti dois dedos nas profudezas dela, provocando-lhe um orgasmo abundante e prolongado. Ela caiu de lado e ejaculei pôr cima dos seus seios, que ficaram brilhando à luz do meu sêmen. Depois de alguns instantes, com a respiração refeita, passei a mão espalmada pôr toda aquela superfície molhada e sugeri um banho a dois. Ela fez que não com a cabeça, puxou-me pelos cabelos e enfiou a língua na minha boca com muita paixão. E fantástico como as mulheres ficam agradecidas aos homens que sabem como tratá-las. Vê-la assim, ensandecida, me enchia de energia. Nós rolamos na cama redonda de mil e uma maneiras. As vezes ela pôr cima de mim, me cavalgando num galope compassado, comigo todo enfiado dentro dela, ora eu sentado na borda da cama com ela em posição de ioga me abraçando com as penas. Gozamos repetidas vezes até que, numa de nossas viradas, eu estava pôr cima das costas dela, meu pau aninhado na raiz das suas costas. Mordi-lhe o pescoço como os gatos fazem com as gatas e rosnei como um felino. Brincava disfarçando uma intenção que só de pensar já me retesava. Dei várias mordidas gostosas no seu dorso, deixando que meu pau tocasse quase sem querer os mentes morenos e macios que eu estava louco para penetrar. Ela foi ficando cada vez mais excitada percebendo a intenção que não se consumava de uma maneira brusca. Se ela tinha algum preconceito contra o coito anal, perdeu ali, quando eu, enfim, murmurei no seu ouvido: "Você quer?" Ela só falou: "Sou sua", sou sua," repetidas vezes, enquanto eu lubrificava sua entrada. Ajoelhei-me e pedi que ela relaxasse, se entregasse, toda, enquanto eu ia entrando, entrando, naquela gruta gulosa que me comia pôr inteiro. Quando meu pêlos já tocavam as nádegas dela, ela começou a rebolar mexendo com a cabeça para um lado e para outro, soltando pequeno gritinhos e me chamando de gostoso, gostoso, até

que gritou: "Vou gozar, Vem, amor. Tô gozando. Goza amor, goza amor..." e gozamos juntos. Bom, acho que vocês podem perceber a enrascada em que me meti. Estou literalmente apaixonado pela secretária do meu cliente, que, se descobrir nosso romance, vai dar a maior encrenca. Pôr outro lado, se minha mulher perceber que já não a procuro com a mesma freqüência, vai dar o maior galho. Mas eu não posso deixar de estar com Suzana cada vez que vou a Belo Horizonte."


 


 


 

SANDUICHE DE FILET

Conto de autor desconhecido


" Ola, eu sou o Roger, 28 anos, moreno claro, 1,77m, 70kg e sou grande apreciador das coisas boas da vida. Apesar de estar namorando com uma garota muito interessante e fogosa, estou sempre pronto para aproveitar as surpresas que a vida nos apronta, principalmente na area sexual. Aí vai uma das experiencias que vivi recentemente, na qual minha namorada nao participou. Seu nome: Jo. E o que eu chamo de "meu numero": uma loirinha de 23 anos, 1,55m de altura, 47 kg moldados por anos de pratica de balé, definindo um par de coxas rolicas e grossas, emolduradas por um bumbum pecaminosamente durinho, arrebitado e saliente. Seus peitinhos sao pequenos, daqueles que cabem na boca e no seu rosto se destaca uma boca carnuda, de labios grossos e sempre pintada de vermelho, prometendo mil loucuras. Um filezinho !! Como sou amigo de seu namorado há muito tempo, tendo inclusive já aprontado algumas farras juntos, sabia através dele que a Jo era uma verdadeira deusa do sexo: insaciável e despudorada, está sempre disposta a uma trepada, nao se importando com local ou situacao. Segundo o Flávio, ela simplesmente o "matava" de tanto prazer, deixando-o exausto após intermináveis sessoes de sexo intenso e selvagem. Sabendo que ele realmente nao era de deixar a peteca cair, podia imaginar o estrago que a putinha da Jo devia fazer entre quatro paredes. É comum viajarmos juntos com outros casais em fins de semana ou feriados, indo para a praia ou algum sítio no interior. Óbvio que nestas ocasioes eu aproveito para liberar meu lado voyeur, observando cada movimento daquele corpinho sempre dentro de roupas sensuais, shortinhos colados revelando micro-calcinhas enterradas naquela bunda gulosa, blusinhas e tops soltos, permitindo vez por outra que eu flagre os biquinhos rosados de seus seios pontudos. Seus biquinis sumários, sempre enterrados e mínimos, me fazem viajar em pensamentos despudorados ... Nos papos com Flávio o meu tesao acumulado por aquela baixinha com corpo de ninfeta só se multiplicava: ele me contava detalhes de como na noite anterior ela o acordou chupando seu pau, depois transaram até ficarem suados e extenuados e que depois de mais de uma hora de trepada ela ainda queria ir para a piscina para transar dentro d´agua. Ou me contava de uma vez em que foram juntos a um sex shop e compraram um vibrador em formato de pinto, todo cabecudo e mal conseguiram chegar em casa para colocá-lo em acao, deixando-a doidinha e toda melada nas preliminares de uma trepada memorável. Estas revelacoes me deixavam alucinado, ficava imaginando aquele corpinho vibrando de tesao e ainda sedento de carinhos, após o Flávio cair extenuado depois destas trepadas. Nas minhas fantasias, ficava imaginando ela se acariciando e batendo uma siririca enquanto meu amigo dormia, satisfazendo-se sozinha na tentativa de apagar aquele fogo interminável. Certo dia eu e ele estávamos falando de fantasias que ainda nao tinhamos realizado e fomos unanimes: transar com 2 garotas ao mesmo tempo. Ele me disse que já havia falado para a Jo sobre isso, mas ela se mostrou um pouco relutante em aceitar a idéia de acariciar um corpo feminino. Ele disse que frequentemente tocava no assunto com ela, tentando cativá-la e quebrar pouco a pouco as barreiras, mas ela parecia nao curtir muito a idéia. Por outro lado, neste papo de transa a tres ela também revelou que gostaria de experimentar dois caras violando seu corpinho despudoradamente, levando a realizar-se como mulher. O tempo foi passando, e sempre que eu encontrava com o Flávio nos perguntávamos se o outro já tinha realizado a fantasia de transar com duas garotas. Em algumas escapadas com transas ocasionais tentávamos jogar a rede para ver se alguma gata curtia a idéia. mas parecia uma unanimidade: todas tinham a mesma fantasia da Jo, ou seja, levar duas varas simultaneamente, mas todas resistiam à idéia de uma transa com mais uma garota. Após vários meses sem que conseguíssemos realizar nossa fantasia, um dia ele me disse que já nao aguentava mais e estava pensando em propor uma troca para a Jo: ele a ajudaria a realizar sua fantasia se ela topasse a transa com mais uma garota. E já emendou me perguntando se eu toparia ser o segundo parceiro da Jo em uma transa a tres. Claro que meu pau imediatamente deu pulos de alegria e eu topei na hora. Combinamos que ele falaria com ela e caso ela topasse, marcaríamos uma viagem de fim de semana para um dos sítios em que costumamos ir. Nao deu outra: no dia seguinte, ele me liga dizendo que ela ficou toda empolgada com a proposta, aceitando no ato e já comecando a perguntar para ele mil coisas sobre mim, se eu era bem dotado, se já tinha participado de um ménage, como gostava de trepar, ... Imediatamente comecamos a fazer os preparativos para o fim de semana, reservando o sítio, combinando o que levaríamos etc. Nesta semana falei várias vezes com Jo por telefone, e já comecávamos a trocar intimidades e falar sacanagens via Embratel: ela me telefonava só de calcinha e soutien, me perguntava o que eu queria fazer com ela, dizia que já estava molhadinha só em imaginar nossa transa e eu dizia para ela se preparar, pois iria descarregar meu tesao acumulado em todos seus buraquinhos, deixando-a anestesiada depois de longas sessoes de sexo madrugada adentro. Mal podíamos esperar pela 6a-feira e nestas conversas invariavelmente ficávamos nos masturbando até atingirmos loucos orgasmos telefonicos. O Flávio estava sabendo e dava a maior forca. Finalmente chegou a tao aguardada 6a-feira e lá fomos nós para o sítio. Como nossos horários nao coincidiram, eles foram à tarde e eu acabei indo sozinho à noite. Lá chegando, procurei pela casa e nao os encontrei. Saí para o jardim e os encontrei dentro da piscina, já me chamando para um gostoso banho em uma noite clara de lua cheia. Rapidamente coloquei um maio, peguei umas latas de cerveja e pulei na piscina. Sem o menos constrangimento, cumprimentei a Jo com um gostoso beijo molhado, já iniciando os papos sobre o grande sonho que estávamos realizando. Eles já foram me contando que assim que chegaram já pularam na piscina, já tendo inclusive feito a sua "estréia". Foi aí que me toquei e percebi que os dois já estavam pelados, o que nao tinha reparado até entao devido à pouca luminosidade. A Jo já foi me abracando por trás, me dando cerveja na boca e rocando seus peitinhos nas minhas costas, me deixando instantaneamente de pau duro. Depois de me servir umas tres vezes a cerveja, a putinha passou a rocar a lata gelada no meu peito, provocando arrepios e me levando rapidamente a um terrível estado de tesao. Como nao sou de ferro, ma virei de frente para ela e já nos atracamos em um delicioso beijo molhado. Ela ainda segurava a lata e seguia me torturando, passando-a nas minhas costas, me deixando alucinado. Com a outra mao, alisava e apertava minha bunda por dentro do maio, já forcando para que eu me livrasse da peca. Resolvendo também sacaneá-la um pouco, peguei a lata e derramei a cerveja gelada nos seus peitinhos, levando-a a gemer com o tesao causado pelo contraste do liquido gelado em seu corpo quente. Ato contínuo, passeia sugar seus seios, enquanto o Flávio resolveu também entrar em acao e se posicionou atrás dela, dando chupadas em seu pescoco e orelhas. O clima estava feito, o final de semana mal tinha comecado e nós já estávamos naquela esfregacao toda. Como nao tínhamos pressa, procuramos uma posicao mais confortável: pusemos Jo sentada na borda da piscina e eu, já louco para provar seu gosto, me posicionei entre suas coxas. Ela agilmente comecou a passar o seu pezinho pelo meu pau, brincando com ele enquanto eu chupava seus peitinhos. O Flávio saiu da piscina e ficou em pé ao lado dela, oferecendo seu cacete ainda semi-ereto para ela chupar. A sapeca nao se contentou em brincar só com um pé: juntou os dois em volta do meu pinto e iniciou uma inusitada punheta, lenta e sensual. Realmente meu amigo tinha razao: sua garota era uma deusa do sexo, todo o seu corpo funcionava como uma máquina de dar e receber prazer, arrepiando-se, contorcendo-se, vibrando e movimentando-se em ritmo cadenciado. Nao aguentando mais os movimentos daqueles pezinhos mimosos, apoiei-os na borda, fazendo-a revelar uma bocetinha de lábios pequenos porém mal escondidos sob uma mata rala e estreitinha de pelos bem aparados. Jo me olhava com a maior carinha de puta enquanto chupava sensualmente o cacete de Flávio, como que implorando por mais carícias. Aproximei meu nariz de sua xoxotinha: seu cheiro era inebriante, me levando a logo colar meus lábios naquela flor aberta e meter a língua o mais fundo que consegui. Ela soltou um longo gemido, denunciando o tesao que se apoderava de seu corpo e logo passou a forcar a xoxotinha no meu rosto. Eu estava disposto a faze-la gozar na minha boca, entao passei a alternar lambidas circulares no seu clitóris e linguadas na xoxota. Ela aumentou o ritmo das chupadas, fazendo o Flávio falar um monte de sacanagens, perguntando se ela estava gostando da minha língua, se já estava pronta para gozar. Ela já se descabelava toda, levando minha mao esquerda até os seus peitinhos e me fazendo apertar os mamilos bem forte. Continuei meus trabalhos até que ela trancou as pernas no meu rosto, soltando um grito seguido de vários gemidos, anunciando seu gozo profundo. Sua respiracao acelerada foi diminuindo e ela comecou a rir, nos agradecendo por ter dado a ela um gozo tao profundo. Como nem eu nem Flávio havíamos gozado, já fomos dando sequencia à sacanagem. Esticamos uma toalha na beira da piscina e o Flávio falou:" Bom, Jo, agora vamos te estreiar pra valer. Vem por cima de mim para eu te comer a xoxota, enquanto voce leva esse ferro na bundinha. Vamos ver como voce se sai como recheio de um sanduiche". Ela já foi deitando por cima dele, deixando aquele monumento exposto para mim. Primeiro ela recebeu o Flávio, ficando os dois parados esperando pela minha invasao. Eu fui me ajeitando, apontei o mastro e fui forcando seu rabinho, que estava apertado pela presenca do Flavio na frente. Depois de duas tentativas, a cabeca deslizou para dentro, ela suspirou fundo e gemeu, pedindo para eu ir devagar. O Flávio falava sacanagens, perguntando se ela estava gostando, se eu já tinha entrado até o fim, se aguentava mais. Eu ia avancando devagar, tirando um pouco e voltando a entrar, cada vez indo um pouco mais fundo. Ela ia gemendo e falando "voces estao me matando, acabando comigo, tirando todas minhas pregas; ai, vem, mete mais, vem mais fundo que eu quero te sentir inteiro dentro de mim ". Eu já tinha enterrado quase tudo, com mais alguns movimentos estava literalmente atolado. Peguei a mao dela e pus no meu pinto para ela sentir que já tinha posto tudo. Ela ficou doidinha: "Ai, gato, ele entrou todo, voces vao me matar ..." e comecou a mexer os quadris, fazendo nós dois entrar e sair. Logo acabamos coordenando os movimentos, enquanto um entrava o outro saía. Esta trepada memorável durou até os tres se acabarem em um orgasmo simultaneo coordenado pela Jo, que gemendo e sibilando nos fez despejar nosso gozo em seus buraquinhos ardentes. A sacanagem rolou solta por todo o fim de semana, e perdemos a conta de quantas vezes gozamos. Claro que quem mais curtiu foi ela, que nao parava de nos agradecer pelos momentos inesquecíveis e já queria reservar o sítio para o fim de semana seguinte.


 


 

QUE VENHA MINHA CUNHADINHA
conto de autor desconhecido

" Tenho 25 anos, sou casado pela segunda vez, agora com uma garota de 18 anos que inclusive, está grávida de duas menininhas... Há uns três meses, tivemos que mudar para perto da casa da minha sogra, por causa das clínicas serem mais próximas e ficar mais fácil o acompanhamento pré-natal. Minha esposa tem duas irmãs: Patrícia, gêmea com ela e Aline, 18 anos. Eu sempre me dei muito bem com todas elas. Após algumas semanas da mudança, comecei a receber telefonemas anônimos em meu trabalho e até comentava com minha esposa. Depois de um tempo, notei que sempre que eu chegava em casa, minha cunhada mais nova, a Aline, estava lá. Um dia, no meu trabalho, atendi o telefone e era ela. Dizia que estava apaixonada por mim, não aguentava mais e queria me beijar... Fiquei meio abismado, pois eu a via como uma criancinha, apesar dela não ter aparência de 18 anos; tem uns peitinhos pequenos e uma budinha arrebitadinha. É de se dizer: uma verdadeira ninfetinha. Tratei logo de dizer que não era para ela me ligar para falar esse tipo de coisa, pois eu iria conversar com o pai dela. Mas a tentação continuou. Ela me ligava todos os dias e às vezes eu até mandava dizer que não estava e quando eu chegava em casa ela estava lá, no quarto do computador, me provocando. Certa vez ela me ligou e eu tentei intimidá-la para ver se saía fora. Quando ela veio com o papo de beijinho eu falei que se ela estivesse a fim, teria que ser serviço completo, eu não queria ficar de beijinho com ninguém! Intimidei nada, ela falou que topava... A partir daí ficava pensando se eu realmente tinha coragem, onde eu poderia me dar mal, se eu estava perdendo o juízo e etc. Uma tarde de sábado, comecei a assar uma carninha e tomar uma gelada lá em casa e a baguncinha se estendeu até a noite, então foram alguns amigos, amigas, minhas cunhadas e mais algumas meninas para lá para conversar e dançar. Aline só ficava me secando e eu estava já meio tomado. Fui pegar outra cerveja na geladeira e quando percebi já estávamos nos beijando. Passei a mão em seus peitinhos, fui descendo até as coxas até que passei o dedo por baixo de sua calcinha e senti aquela bucetinha novinha, pequenininha, cabeludinha e molhadinha... Meu pau já estava a mil por hora! Me afastei dela, pois alguém poderia ver e então sugeri que ela dormisse lá em casa no quarto do computador, onde tem uma cama de solteiro. Ela topou e quando todos se foram ela disse para meus sogros que iria dormir lá mesmo. Deitei com minha esposa e quando ela já estava dormindo profundamente me levantei bem devagar e fui até o outro quarto. Aline estava deitada me esperando peladinha. Já cheguei de pau duro e sem roupa e na escuridão da madrugada, peguei-a pela nuca e apontei meu pau em sua boca. A menina começou a pagar um boquete com certa inexperiência, mas, uma delícia; não gozei pois, quando bebo, demoro muito a gozar. Deitamos na cama e comecei a lamber sua bucetinha, fazendo-a "gemer sem sentir dor" e então percebi como era pequena. Perguntei se ela era virgem e ela afirmou que sim. Coloquei meu pau na portinha e fui empurrando aos poucos. Ela gemia e sussurava em meu ouvido que estava doendo. E eu respondia: "não era isso que você queria, não ficou no meu pé mais de um mês ...?". Fui enfiando devagar, até que já estava tudo dentro daquela grutinha apertada. Ela gemia, rebolava, me apertava e pedia para foder mais e mais ... Deitei-me de costa e pedi que ela cavalgasse. Quando já estavamos "conectados" novamente e ela mexendo em cima de mim fui surpreendido pela voz de minha esposa me chamando: Maurício... Maurício... ... e abriu a porta do quarto! "Puta que pariu", pensei. Minha esposa me pegou comendo a irmã mais nova dela. Deixei Aline lá e fui atrás da minha esposa. Ela chorava muito e estava muito nervosa, fiquei até preocupado com as nenês. Convenci minha esposa que era porque eu estava bêbado e porque sua irmã já estava me seduzindo há muito tempo... Ela disse que queria esquecer aquilo, pois jamais queria me perder e não iria contar nada à ninguém. Ufa! Voltei ao quarto da Aline, com o pretexto de que iria falar para ela não me incomodar mais e que sua irmã não contaria o que viu. Aproveitei para dar mais um beijo nela e combinar nosso encontro para o verdadeiro "descabaçamento"... Voltei ao meu quarto e para fazer a média, comecei a comer minha esposa pela buceta e depois que ela gozou, comecei a lamber seu cuzinho e meti a vara. Finalmente gozei e dormi, depois de tanta tesão e tensão... No outro dia minha cunhadinha foi embora e para minha esposa, tudo ficou só naquilo mesmo, só que hoje, quando escrevo esse relato acabei de deixar minha cunhadinha perto da escola dela depois de uma ida ao motel.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

SEXO A ITALIANA

Conto de autor desconhecido


 


 

" Tenho 28 anos, sou casada há seis e meu marido me ensinou da forma mais libertina possível.

Entre amigos, sempre conversamos sobre tudo, o que, às vezes, nos desperta o apetite sexual. entretanto, na última viagem que fiz à Espanha com ele, vivi uma experiência sexual fantástica, que merece a atenção de um grupo de amigos maior – vocês,..

Tudo começou, alguns dias antes de embarcarmos. Fomos visitar Beth, recém-chegada de lá. Ela nos falou sobre o filme erótico intitulado Besta. Ouvi atentamente a narração e fiquei deveras excitada.

Em casa, estremecidos pôr uma onda de desejos, produzida pela conversa com Beth, eu e meu marido transamos gostoso a noite toda.

Alguns dias depois, já em Madri, numa tarde quente, saí para fazer compras, especialmente alguns presentes para os amigos mais chegados. Como eu usava uma roupa leve, sem soutien, os espanhóis me dirigiam olhares maliciosos.

Ao passar pôr uma ruela no centro da cidade, notei os cartazes de um cinema de terceira categoria que anunciavam o tal filme. Interessada, observei as fotos e recordei a narrativa de Beth. Excitada, entrei.

A princípio, não vi nada; estava tudo escuro; mas o filme começou logo. Então, estremeci, vendo eqüinos, fazendo amor. Maravilhada, observei o imenso membro do cavalo, penetrando a égua desejosa.

De repente, alguém sentou-se a meu lado. Era um homem, que me olhou fixamente e encostou sua perna na minha. Prontamente, afastei-me um pouco. Mas foi inútil, porque o homem continuou a se encostar em minha coxa. Subitamente, encarei o sujeito e, em tom ríspido, exigi que me deixasse em paz; e foi o que aconteceu, pelo menos pôr alguns instantes em que suspirei aliviada: 'Ainda bem!'

Entretanto, na cena seguinte, um negro fazia amor com uma adolescente, mostrando completamente o seu longo e grosso membro endurecido, num entra-e-sai alucinante.

Fiquei excitadíssima e meu vizinho voltou a se encostar em mim. Mudei de lugar, sentei na fila do corredor, mas ele me acompanhou e sentou-se a meu lado outra vez. Mais ousado, levou uma mão às minhas coxas e começou a massageá-las e, com a outra, colocou o pênis para fora da calça e deu início a uma bela masturbação.

Fique apalermada e excitada, ao mesmo tempo. Olhei em volta e me senti sozinha em suas mãos. O sexo explícito na tela o encorajou a tocar de leve na minha vagina, que fervia. O falo duro ao meu lado me fascinava.

Ah!, aquela escuridão, aquele lugar, o filme e as poucas pessoas na sala de projeção me incentivavam a querer provar aquele pau, mas eu tinha medo. Nunca havia acontecido nada parecido comigo e eu não sabia como me defender.

Num inútil esforço, afastei-me um pouco e, para minha surpresa, vi um outro homem se masturbando a pouca distância do meu rosto, em pé, no corredor. Senti uma onda de calor subir pela minha espinha a tremi, enquanto a mão do outro levantava a minha saia.

Estava presa entre os dois desconhecidos, não queria me mexer e, ao mesmo tempo, queria fugir. procurei deter a ação daquele que já estava tirando minha calcinha, quando senti o quente pênis do outro tocar no meu rosto.

Afastei-me um pouco, mas a mão do meu vizinho já brincava com meu clitóris.

Alucinada, supliquei: 'Não, não, chega, parem, me deixem, pôr favor!' E, nesse instante, cheia de medo, volúpia e curiosidade, gozei.

E o cara percebeu, me abriu as pernas, levantou-me o vestido acima das coxas, enquanto o outro, vendo-me passiva, tentava enfiar-me o pênis na boca. A sala completamente escura, a cena - que era a da protagonista se masturbando com uma rosa - e a suave insistência do homem em pé venceram meu medo: deixei o sexo dele entrar na minha boca até a garganta.

No mesmo momento, o outro tirou minha calcinha pelas pernas e sua mão começou a massagear minha vagina, deliciosamente. Enfim, consegui relaxar.

A cena erótica que via, aquela mão no meu sexo todo molhado, aquela dura ferramenta na minha boca...

O meu vestido foi levantado até o pescoço. Praticamente nua, com os seios apalpados pelos dois, percebi que o meu vizinho estava se colocando para me penetrar.

Ele foi um pouco para a frente, separou minhas pernas mais um pouco e enfiou seu pênis maravilhoso em minhas entranhas. Dominada pelo prazer, comecei a chupar ardentemente o pênis do homem que estava de pé e, rapidamente, ele gozou, enchendo-me a boca de esperma, quente e viscoso.

Depois, satisfeito, sentou-se e ficou a massagear meus seios com rara habilidade.

Sussurrante eu implorava. ´Parem, por favor, não quero mais.

Meus parceiros, no entanto, sabiam perfeitamente o que eu queria de fato. Tive um orgasmo como nunca havia experimentado. Pedia: ´Bota mais, ai, tesão, bota tudo´, e comprimia meu corpo esguio contra aquela ferramenta monstruosa, dura, agasalhando-a nas minhas entranhas.

Estava imprensada contra a poltrona, tocada por quatro mãos, que me faziam delirar de prazer.

Afinal, meu vizinho gozou e foi diminuindo, aos poucos, as golfadas que me deixavam alagada em gozo.

Ai, saiu de cima de mim mas, para minha surpresa, o outro estranho cobriu meu corpo e me possuiu também. Seu membro era quente, grosso, duro e comprido. Ele me beijou na boca, mas não correspondi ao beijo porque estava satisfeita. O sujeito não se importou com isso e, com golpes rápidos e ferozes, me fez gozar novamente.

De repente, senti um jato quente na minha vagina e me surpreendi beijando-o Foi o fim.

Abaixei o vestido, a luz acendeu e olhei na cara dos meus sedutores. Os dois aparentavam Ter uns 30 anos; um era alto e magro, o outro mais robusto; os dois, mal vestidos, talvez fossem trabalhadores braçais, desempregados. Eu estava vermelha de vergonha, sem calcinha e sem coragem de pedi-la.

Procurei me levantar, mas um deles disse para eu esperar escurecer, pois ninguém me notaria.

Parei, inclusive porque devia arrumar meu vestido antes de sair. Escureceu e o filme tornou a ser exibido.

Nesse instante, o homem que estava à direita me levantou pelo braço. Não entendi direito suas intenções. Hesitei um pouco; entretanto, depois me encontrei de pé contra uma coluna, perto da entrada.

Naquela escuridão, naquele canto, senti, completamente arrepiada, as mãos rudes do homem levantando minhas vestes. Tentei esquivar-me, mas logo senti seu mastro duro no meio das minhas coxas, se aproximando, latejante, dos meus lábios vaginais. Até que entrou. E o homem iniciou um vaivém alucinante. Me beijou e apertou meus seios.

Cheia de tesão, percebi que outras mãos apalpavam meu traseiro.

Entretanto, pela velocidade dos golpes do homem que me possuia, notei que ele estava para gozar e, de repente, gozei também. Abri as coxas e quase desmaiei de prazer.

Disse algo (não sei bem o que) e senti outro membro nas minhas coxas. Só que, desta vez, o primeiro não me deixou e continuou me arrebatando com seu pênis maravilhoso.

O outro, então, delicadamente, pediu que ele se virasse e se encostasse na coluna, no que foi atendido prontamente. Pouco depois, senti um membro duro e quente acariciando meu ânus. Estava levantada do chão, agarrada ao pescoço daquele que me penetrava.

Tentei me livrar daquela posição mas foi impossível impedir que o outro me possuísse por trás. Estava encurralada entre os dois; um na frente, outro atrás, onde eu era virgem. Eles sincronizaram os golpes, a ponto de me deixarem louca de tanto gozar. Os meus orgasmos eram contínuos, enquanto meu corpo era destruído por aquelas mãos sádicas, que me apertavam para eu não sair da posição.

Conclusão: por todo o tempo que durou a primeira parte do filme, me seviciaram do mesmo jeito.

Eu estava alagada pelo gozo deles; meu corpo, ardente, estava marcado e queimado pela brasa do prazer.

Finalmente, voltou a luz e os homens me deixaram em paz. Quase caí no chão.

Abaixei o vestido, ajeitei os cabelos e saí sem dizer nada. Estava esgotada, destruída, mas não arrependida."

terça-feira, 18 de maio de 2010

SURUBA COM A SOGRA BÊBADA

Conto de autor desconhecido


 

Sogra Bêbada.... Essa "maluquice" aconteceu há uns 8 anos com a mãe da minha namorada... Sábado à noite, saí com a minha namorada pra encontrar uns amigos num barzinho.

Flavia é uma morena tipo mignon, com uma bunda linda.

É comentado entre alguns que tanto ela quanto as duas irmãs "herdaram" a bunda maravilhosa da mãe, Regina.

Regina tem uns 40 anos, com um corpo de dar inveja em muita garota nova por aí. Separada e vivendo da pensão do ex., é comum encontrá-la na noite, sempre bebendo e saindo com uns e outros sem compromisso.

Nessa noite, cheguei com minha namorada no bar de sempre, sentamos à mesa com alguns amigos que já estavam e começamos a bater papo quando uma amiga da Flavia comentou que Regina tinha acabado de sair, sozinha e razoavelmente bêbada.

Fomos até a rua e a encontramos encostada num carro visivelmente "mal".

Começou uma discussão entre as duas, a filha reclamando que não aguentava mais esse tipo de coisa, essa vergonha e coisa e tal mas Regina não tinha condições de conversar muito. Sugeri que a levássemos pra casa mas Flavia disse que, se eu quisesse, que fosse sozinho pois ela ficaria me esperando e voltou pro bar.

Consegui com alguma dificuldade colocar a sogra no carro e fomos pra casa dela. Regina não falava coisa com coisa, às vezes chorava. Elas moram no 3º andar de um prédio sem elevador e tive que abraçar Regina pra subir.

Em alguns momentos, ela ameaçava cair e isso me obrigava à apertá-la junto ao meu corpo, o suficiente pra sentir como era gostosa aquela coroa...

Assim que entramos, ela se jogou no sofá, chorando, pediu que eu ficasse mais um pouco, e disse pra que eu pegasse uma cerveja na geladeira.....relutei um pouco mas ela disse que já estava em casa e que a cerveja era pra "apagar" de vez....na cozinha, levei um tempo procurando um abridor e quando voltei pra sala, ela havia tirado a calça, ficando só com uma camiseta comprida.

Enquanto eu enchia os dois copos, ela levantou e colocou uma música, lenta, sensual, e começou a dançar....de olhos fechados....fazendo movimentos provocantes....sentei no sofá e fiquei assistindo aquele "strip" e logo comecei a "ajeitar" meu pau dentro da calça, pois ele não queria nem saber se era sogra...

Quando ela chegou mais perto pra pegar o copo, abriu um sorriso sacana: "Tá ficando animadinho ?".....fiquei meio sem graça..."

Vem dançar com a sua sogrinha, vem ".....disse isso e foi me puxando pela mão olhando bem pra mim e encostando seu corpo junto ao meu.....não teve jeito....abracei-a e começamos uma dança lenta, gostosa, esfregando os corpos..

."E esse pau duro aqui embaixo....é por mim ?"....já estava no embalo mesmo....então foda-se : "É Regina" e apertei mais ainda a minha sogra, levando as mãos até aquele rabo.....ela foi girando o corpo e ficou de costas, roçando a bunda no meu pau e se esfregando em mim.

Comecei a beijar o pescoço, passeando com as mãos pelos seios, apertando.....desci uma das mãos até a buceta..... quente.... molhada.... fui tirando a camiseta....ela ficou só de calcinha....e aquele rabo maravilhoso encostado no meu pau....nisso ela vai até o sofá e sentada de frente pra mim: "Vem cá, me deixa ver esse pau...."..

fiquei em pé na frente dela que olhando pro meu rosto, abriu o cinto e desceu minha calça.

Como não uso cueca sob calça comprida, meu pau pulou na cara dela que, sem deixar de me olhar, colocou na boca e começou a chupar com vontade: "Então a safada da Flavia tem esse pau só pra ela....duvido que ela agüente isso tudo....é grosso"....nisso ela me fez sentar no sofá....ficou em pé.....tirou a calcinha e foi se ajeitando por cima de mim.. beijando minha boca, senti quando ela posicionou a buceta na cabeça do meu pau e foi descendo....devagar mas sem parar.....entrou tudo.....que buceta gostosa....ela começou a subir e descer no meu pau cada vez mais rápido...beijando minha boca...mordendo minha orelha..

"Que pau gostoso....mete na tua sogra...mete...fode essa puta"....isso foi me deixando louco mas eu queria aquele rabo.. segurei a safada pelos quadris e fui jogando ela pra cima, deixando cair.

.."Quero meter nesse cu".

.."Ainda não....tô quase gozando...."...disse isso e acelerou os movimentos em cima de mim......reparei que ela revirava os olhos e balbuciava coisas até que ela desabou em cima de mim e ficou rebolando devagar...foi estranho, mas ela parecia que ia "apagar", afinal estava bêbada.

Saí de baixo dela, deixando ela de quatro no sofá, ela parecia uma boneca, sem se mexer, sussurrando qualquer coisa, apoiada no encosto com aquela bunda empinada pra mim....fiquei em pé atrás dela e comecei a bater com meu pau naquela bunda...

."Quer meter no cu da sogrinha?"....sem responder, coloquei na entrada do cuzinho e começava a enfiar quando ela chegou mais pra frente :"Acho melhor não.. já fomos longe demais..."....nisso toca o interfone....entrei em pânico achando que demorei demais e que Flavia tinha voltado...hesitei um pouco e ela levantou pra atender...fiquei meio puto, meio apavorado quando ouvi ela falando: "Pode subir, tenho uma surpresa pra vc aqui em cima"...perguntei quem era e ela apenas sorriu...vesti minha calça novamente mas ela continuou nua indo até a porta....quando ela abriu, entrou Márcia, uma amiga dela das noitadas, uma morena de 30 e poucos anos que também não fica devendo nada pras mais novas.

Quando me viu, só de calça, e Regina nua, começou a rir dizendo que tinha atrapalhado uma "reunião de família".

Regina se apressou em dizer: "Atrapalhou nada, pelo contrário, ele tava querendo comer meu rabo....com esse pau grosso"..

.."E vc não deu pra ele ?".

.."Se vc visse o tamanho desse pau..."...aqui cabe um comentário: meu pau não é tão grande, mas muitas já disseram ser bastante grosso.

Márcia sentou no sofá, olhou pra mim e disse:

"Só vendo..." Regina ajoelhou na minha frente, abriu minha calça novamente e mostrando meu pau pra amiga disse: "Espere até ele crescer..." e começou a me chupar....eu, em pé, olhava pra Márcia que não tirava os olhos do meu pau e metia a mão por baixo do vestido: "Se vc não aguenta, vou te mostrar como dar o rabo" e foi tirando o vestido, revelando um par de seios suculentos, durinhos....e veio ajoelhar ao lado de Regina disputando esfomeada meu pau.

Puta que pariu !!..as duas putas estavam me levando a loucura.....nisso Regina sentou no sofá, escancarou a buceta: "Vem Márcia, tô com saudades da sua boca..."

Márcia largou meu pau, ficou de quatro no chão e caiu de boca na buceta da amiga que olhou pra mim.. "Vc não queria um cu ?..tira a calcinha dela...quero ver se ela aquenta mesmo essa pica rabo adentro..." não precisava repetir..

.Márcia não tinha um rabo como o de Regina, mas tb não era de se jogar fora e toda aquela putaria...abaixei atrás dela, tirei a calcinha e comecei a brincar com a língua.....lambendo a buceta, o cuzinho....escutando Márcia gemendo na buceta de Regina....que estava adorando a chupada da amiga...olhando pra mim: "Vai...mete na bunda dela.....mete....direto no cu.. vai"...

Márcia deu uma rebolada na minha cara e empinou mais ainda aquela bunda....dei uma última lambida no cuzinho, deixando um pouco de saliva...meu pau estava latejando e coloquei a cabeça....fui forçando um pouco.....estava apertado....parecia que não ia caber.

..."Ai!...devagar.....é grosso mesmo...."

..."Cala essa boca piranha.....não disse que ia me mostrar como dar o rabo...?..vai meu genro....mete nessa puta.....dá uns tapas nela que ela gosta....."....eu já estava ficando alucinado e dei mesmo um tapa na bunda da Márcia, que gemeu com a cara enfiada na buceta da Regina e abriu mais ainda aquela bunda...

.."Bate de verdade....essa puta gosta.... ."..

...Regina já falava diferente.....sentindo a boca da amiga na buceta....nessa, segurei Márcia pelos quadris...a cabeça do meu pau já entrando e dei uma "cravada"....entrou quase a metade.... Márcia deu um solavanco e ia falar qualquer coisa, mas Regina empurrou a cabeça dela "pra dentro" da buceta : "Me chupa...vadia.. enquanto leva nesse rabo"....estava mesmo apertado, quase estrangulava meu pau....tirei quase até sair e meti com vontade....dessa vez entrou quase tudo....

Márcia gemeu "Mete filho da puta....agora quero esse pau no meu cu....me rasga....." foi a deixa, tirei o pau todo e cravei com força....vi meu pau sumir dentro daquele rabo....comecei a meter gostoso....tirava inteiro e cravava tudo de uma só vez...

. Márcia rebolava sem tirar a cara da buceta da Regina que estava gozando segurando os cabelos da Márcia e olhando pra mim com uma cara de safada que só aumentava meu tesão......continuava metendo no rabo da Márcia que começou a jogar a bunda pra trás fazendo meu pau entrar inteiro...comecei a dar uns tapas naquela bunda..

"Olha Regina...olha a tua amiga levar no rabo....que pau gostoso...me arromba filho da puta....".....senti que ia gozar, acelerei a metida naquele rabo....apertando com força aquela bunda...."Aqui seu puto....goza na cara da tua sogrinha .....quero sentir o gosto dessa porra..... "...tirei do cu da Márcia, ajoelhei no sofá e coloquei meu pau na cara da Regina que engoliu na hora....não demorou nada e enchi a boca com uma gozada que há muito não tinha....

.Márcia subiu por sobre Regina e colocou o rosto perto do meu pau.

.."Também quero ..." as duas ficaram se lambuzando com a minha porra....chupando, lambendo, beijaram-se esfregando meu pau entre as bocas.

Sentei no sofá ao lado delas, peguei um copo da cerveja que já não estava tão gelada e fiquei olhando as duas se esfregando, Márcia por cima de Regina...elas não paravam...aquela cena era demais.....meu pau começou a dar sinais de vida novamente e eu ainda queria o rabo da minha sogra....

Regina reclamou da cerveja e foi à cozinha pegar outra....Márcia ficou esparramada no sofá....as pernas abertas...

."Vc quer meter no rabo dela né ?...vem cá....bota na minha boca.....quero ele duro de novo..." e começou a chupar gostoso....quando Regina voltou.

.."Nossa ! vc gostou mesmo desse pau..." Márcia olhou pra ela :"Gostei mesmo...queria um genro desse em casa....e vc não quis dar esse rabo....agora vem vagabunda....é a sua vez de me chupar....vem" e abriu as pernas oferecendo a buceta enquanto ainda me chupava....Caralho !..eu sentado no sofá, Márcia com meu pau na boca e Regina alisando o corpo da amiga..com os dedos na buceta dela e olhando pra mim rindo..

.."Vc tá só esperando eu ficar de quatro né safado?" e meteu a cara na buceta da Márcia com aquela bunda pro alto...levantei do sofá e a cena se repetia, agora era Regina que chupava Márcia e aquele rabo ficou à minha disposição...novamente fiquei de joelhos e meti na buceta da Regina....ela tava encharcada....sabia que dessa vez não tinha jeito...."Isso Regina.....chupa minha buceta.... agora vai ser enrabada pelo teu genro....vai sentir como é grosso..." não esperei nada.. tirei da buceta e coloquei no cu...entrou mais fácil do que no rabo da amiga....também, aquele rabo era maravilhoso, imaginei quantas vezes já tinha levado pica....cravei tudo....Regina reclamou de dor..

."Caralho!!.. que pau grosso...adoro dar a bunda...mas esse pau é demais.....tá me arrombando....aiiiii" e começou a rebolar aquele rabo enorme.....fiquei tarado: "Regina, vou meter nesse rabo até sangrar...." metia com vontade.

Ela tirou a boca da buceta da amiga, olhou pra trás e pediu pra parar, que não estava aguentando..

"Foda-se vagabunda vou gozar nesse cu" e metia cada vez mais forte.....Regina começou a gritar..."Filho da Puta!.. tira...tiiira...tiiraaaa!" comecei a puxá-la pelos cabelos...metendo como animal...quanto mais ela gritava, mais eu cravava naquele cu...ela começou a soluçar.. "Ai meu cu...ai meu cu...

Márcia assistia a cena se masturbando: "Mete no rabo dela....ela tá gostando...." nisso deu um tapa na cara da amiga.. "Eu sei do que vc gosta piranha.." Regina gritava e rebolava cada vez mais no meu pau : "Seus filhos da puta !..vou gozar levando no rabo...... aiiii ....me fode....fode a tua sogra...fode a tua puta" aquilo tudo tava me deixando descontrolado, comecei a bater na bunda dela, meu pau já entrava e saia com mais facilidade, o cuzinho da safada tava se alargando com as estocadas e a visão daquela bunda era alucinante....ia gozar de novo....me dobrei por cima dela...abracei pelo tronco e cravei com toda a força, gozando como um louco naquele rabo....ainda fiquei engatado por uns instantes e senti Regina contraindo o cu com força.....gemendo: "Tô gozando filho da puta.....gozando pelo cu.....aiiiiii" quando ela relaxou o corpo, saí de dentro dela e sentei no chão, saciado.. cansado.....quando toca meu celular....era Flavia

:"Tá demorando muito....tudo bem?"...me senti um canalha....

"Tudo bem...sua mãe tá melhorando...esperei um pouco até ela ficar bem.....já chego aí....ok..?" desliguei, dei um gole na cerveja e comecei a me vestir....as duas estavam abraçadas no sofá....Márcia sorriu

: "Vai gostoso, vai senão a tua namoradinha pode desconfiar...deixa que eu cuido dessa safada"

Regina estava "desmaiada" no sofá e nem viu quando fui embora


 


 

SURPRESA

Conto de autor desconhecido


" O que vou contar agora foi algo que há dois anos atras transformou minha vida.

Preciso fazer uma introdução para que todos entendam o porque do título deste conto real.

Casado na época do ocorrido há 9 anos, pai de 3 filhos e com uma mulher exemplar no que diz respeito a companheirismo, amizade e fidelidade.

Apesar de não ser muito ligada a sexo ela com o passar dos anos passou a fazer tudo que se possa imaginar em relação a sexo, isto é claro devido as minhas constantes exigências, já que eu nunca havia saído com outra mulher depois de casado e então quem teria que atender as minhas fantasias , claro seria ela e assim foi.

Baseado nisto dentre outras coisas fazia-mos sexo sempre usando consolos desde muito pequeno até enormes, sempre precisava-mos lavar a todos e esconder pois como já disse tinha-mos 3 filhos.

Em um certo dia cheguei em casa cedo e a cama estava toda desarrumada senti que minha esposa ficou surpresa com a minha chegada mas nada além disso, porém quando entrei no quarto para trocar de roupa achei um dos consolos caído em baixo da cama, para não despertar suspeita não mexi e alguns minutos depois voltei ao quarto e não estava mais lá. Aquilo me deixou encucado já que nem na minha presença ela gostava de brincar com o consolo sozinha, as vezes eu pedia e ela não fazia, aí pensei nada de mais, pois eu também me masturbo, e o tempo passou,

Dois meses depois cheguei em casa novamente cedo e ela ainda não tinha chegado do trabalho devido a um acidente na Av. Brasil, estava eu na cozinha tomando um café quando ouvi chamarem por ela bem baixo e a voz vinha do muro ao lado , ou seja da casa da vizinha, vizinha esta que tinha um filho de 18 anos chamado Beto, e era ele que a chamava, achei estranho e fui falar com ele, derrepente seria a bola de futebol que caíra no meu quintal.

Quando cheguei de um ponto que ele não me via ainda mas eu já o via, reparei que estava só de cueca.

Parei e aí maldei tudo, fiquei quieto e deixei ele chamar novamente, quando ele fez isto respondi baixinho forçando uma voz feminina que sei imitar bem, para ele ir embora que meu marido voltaria cedo hoje.

E ele respondeu o seguinte: Estou só de cuecas e de pau duro, e meu amigo Vander só esta esperando o meu sinal para pular o muro também. Fiquei tonto e novamente fazendo voz feminina mendei eles voltarem no dia seguinte, ele se foi. No dia seguinte é claro deixei meu carro lavando no posto e cheguei bem cedo minha esposa chegou logo depois mas não me viu pois eu estava escondido no banheiro de empregada que ela já mais usa.

Mais ou menos 1 hora depois Beto pulou o muro já com o seu amigo Vander que era um outro rapaz mais novo ainda porem do mesmo porte do Beto e ainda um pouco gordo. Eles entraram sem chamar a porta dos fundos já estava aberta aí fui para um lugar que já tinha preparado para assistir o que iria acontecer de camarote era pela janela lateral do quarto pelo vitror de cima que eu já havia aberto antes deles chegarem, foi só levar uma escada de armar e ficou fácil.

Quando eles entraram no quarto ela estava deitada de bunda para cima com uma mini calcinha.

Minha esposa não é nenhum avião, mas uma mulher com cara de séria, mulher madura e com uma bunda maravilhosa.

O beto se encaminhou direto para onde eu escondia os consolos enquanto o Vander foi passando a mão pela bunda de minha mulher e ela sem falar nada só gemia percebi ainda que Beto trazia com ele uma máquina fotografica depois de pegar os consolos disse para minha mulher que já estava de quatro sendo chupada, que ele iria tirar fotos dela dando o cú, para os consolos e para o Vander, já que ele era o seu amigo de número 5 que comia a bunda mais gostosa do bairro, inicialmente ela disse que não, então ele disse que então iria embora com seu amigo e não a comeria mais, neste instante ela virou-se de frente e disse:

Isso não, isso eu não aguento, pode tirar foto a vontade, nisso começou a chupar o pau do Vander que era bastante grande pela idade que fiquei sabendo no transcorrer da foda que tinha 16 aninhos, enquanto isso Beto tirava foto de todas as formas, chegava a quase encostar a máquina na buceta dela e nu cú, e depois mandou ela sentar em cima do pau do Vander enquanto ele enfiava o consolo maior e mais grosso no cú dela e tirava fotos a festa durou 1 hora no meio da brincadeira eles gozaram no copo para ela beber, depois enfiaram os dois paus ao mesmo tempo em sua buceta e tudo regado a foto, e importante dizer que eles só a tratavam de puta, vagabunda, vadia etc. e ela adorava por fim enfiaram uma garrafa de coca média e ela pedia mais, desci da escada e fui para os fundos da casa e liguei para ela do celular, ela atendeu pois tenho um telefone na mesa de cabeceira e perguntei se estava tudo bem e ela respondeu que estava maravilhoso, pedi para ela esperar um pouco pois eu estava no trânsito e tinha um guarda no sinal, e nisso voltei para o camarote e pude ver que enquanto ela falava comigo eles continuavam com a garrafa enterrada nela e passando seus paus pelo seu rosto e telefone que ela chupava a tudo,

ouvi quando perguntaram quem era e ela disse que era o corno, aí eles pediram para ela não desligar porque queriam come-la enquanto ela falava com o corno, desci novamente da escada e voltei a falar e sentia sua respiração ofegante ela me perguntou que horas eu chegaria e eu disse que em meia hora estaria em casa , desliguei e fui pegar meu carro quando voltei estava tudo arrumado ela inclusive já tinha ido buscar nossos filhos que estava na casa de sua mãe que mora perto.

Me recebeu como sempre com muito amor e carinho, só que a partir deste dia a trato como uma puta, até porque contei a ela dias depois que tinha visto tudo e inclusive peguei depois as fotos com o Beto e sempre que ela não quer atender a algum pedido meu faço chantagem com as fotos e ela sempre é claro cede aos meus pedidos.

Hoje em dia Beto faz parte da nossa vida sexual além de alguns dos seus amiguinhos.

Já colocamos Ana Lúcia minha mulher para transar com cachorros, cavalo e até um boi na fazenda do pai do Beto, e agora acho que ela não consegue mais ficar sem essas loucuras, pois sempre que ficamos mais de uma semana sem isso ela implora por uma loucura.