sexta-feira, 30 de abril de 2010

NINFETA COM PIPOCA

Autor desconhecido


 


E

ra uma tarde de sábado, quando aproveitando o tempo livre, fui atender ao pedido de um amigo, que já havia algum tempo estava devendo uma visita. Deveria colocar alguns programas no computador da família.

Cheguei em sua casa naquela tarde quente de verão, fui atendido no portão de madeira, era a entrada para aquela residência de classe média de muros altos, por uma ninfeta de 18 anos, sua irmã, e para minha surpresa estava vestindo apenas um camisão de malha, branco, ia até o meio das coxas, que nunca pareceriam com as de uma menina debutante, eram deliciosas e um corpinho que despontava para a maturidade feminina.

Fui bem recebido por aquela garotinha... "Oi, o Silvinho tá aí?" perguntei.

"Oi Daniel, ele foi à casa da noiva e deve chegar daqui a umas duas horas... entre!"

Me recebeu calorosamente, só depois percebi, ela estava só..., a família tinha uma chácara próxima uns 30Km da cidade, onde passavam os finais de semana. Convidou-me para a sala de televisão, era circundada por um sofá de alvenaria alcochoada com uma grossa espuma, permitindo um certo aconchego.

Sentou-se à uns 2m de mim, jogando o corpo e as pernas arqueadas, permitiu-me ver um lance da sua calcinha de algodão também branco. Estava comendo pipoca e assistindo à um filme, comentávamos as cenas e ela não parava de me "secar" entre risos e olhares insinuantes;

Já estávamos mais perto por causa da tigela de pipoca que dividíamos. Ela começou com uma história de que os joelhos dela estavam doendo, devido aos treinos de vôlei no colégio...

"Veja como fazem um barulho gozado!.." disse, jogando uma das pernas sobre meu colo, me pedindo para colocar a mão e sentir a vibração do joelho que ela articulava, ora rossando meu membro, já consolidado, numa ereção percebida por ela, então, colocou a outra perna para que eu examinasse... não resisti, deixei que o sacana, até então preso pelo respeito ao meu amigo, se libertasse, escorreguei a mão lentamente pela coxa até chegar em sua bucetinha...

ela me olhou com um sorriso de safada e abriu as pernas para me facilitar o trabalho, logo senti como tudo estava encharcado. Deitei-a e mergulhei de língua em sua brechinha vermelha, levando-a a loucura, mexia tanto que acho que arranhei suas coxas com minha barba; já passeava também pelos peitinhos que cabiam nas conchas de minha mão, como se tivessem sido feitos com este molde, minha calça parecia explodir em instantes, quando uma mãozinha macia libertou meu meu ferro flamejante.

Coloquei-a de frente pra mim no meu colo, onde ela brincava de escorregar no meu pau, já não agüentava mais, quis penatrá-la, segurei-a pela cintura, por traz e esfregava naquela bundinha redonda, arranquei bruscamente sua calcinha o que fez com que ela soltasse um "ai" delicioso, música para meus ouvidos, apertava suas coxas na parte interna, e mirava meu caralho naquele valezinho, ela não me deixou, segurou o mastro e apresentou a seu cuzinho, empurrava o corpo pra traz como quem implorava que eu a rasgasse, levei-a para a cozinha onde me valendo de margarina, como lubrificante, preparei a penetração, ela chorava mas não me deixava parar de arrombar aquele cuzinho, que em pouco tempo inundava de porra,

Continuamos já no banheiro onde ela lavava meu pau, como quem brincava com uma bonequinha, sentei no vaso, e trouxe seu corpinho para sentar em mim, desta vez penetrando sua brecha... ela subia e descia devagar, até que sua bussa estivesse preparada para a ferocidade com que ela cavalgou em seguida, minha gana era tanta que puxava seu cabelo, explodimos novamente de prazer, desta vez juntos.

Meu amigo chegou meia hora depois de um bendito atraso! Querem saber? Voltei outro sábado àquela casa... mas isto é uma outra história.


 

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TRÊS NO SOFÁ

Autor desconhecido


 


 

Eu estava sozinho na mesa de um movimentado bar, próximo à Ilha Porchat, em São Vicente, tomando alguns drinques naquela noite de sábado que nada prometia.

De repente, surgiu um casal à procura de uma mesa, que aparentemente inexistia. Minha assiduidade e familiaridade com o estabelecimento ensejou a que um dos garçons me indagasse sobre a possibilidade da permanência do casal na minha mesa. Pôr se tratar de gente jovem e simpática, nada tive a opor.

Tão logo chagaram e se apresentaram, Carmem e Alberto mostraram-se muito desinibidos. Ele falou de sua atuação numa multinacional de engenharia, e ela de sua atividade como decoradora, tarefa esta que poderia ser trocada pela de manequim, no que era fácil acreditar, pois ela era portadora dos melhores dotes físicos para brilhar em qualquer passarela. Era, além de bonita e charmosa, gostosíssima. Na altura do terceiro drinque, com a conversa bastante animada, comecei a perceber que os esbarrões que Carmem me dava pôr baixo da mesa eram propositais tal a insistência e maneira pela qual me encarava. Já passava da meia-noite quando resolvemos nos retirar. Mas o calor estava realmente insuportável e dormir seria algo impossível.

Então Alberto sugeriu que fossemos - os três - tomar mais alguns goles em outro bar menos movimentado. Depois de rodarmos sem destino pôr várias ruas, Carmem perguntou se não seria melhor irmos beber em casa deles, idéia esta que deixou Alberto muito eufórico e a mim pensativo.

Quando chegamos, com intrigante insistência, o casal repetia seguidas vezes para que me sentisse à vontade. Como realmente eu precisava livrar-me dos efeitos do álcool que havia ingerido anteriormente, e prevendo o que poderia acontecer naquele fim de noite, fui tomar uma ducha, enquanto Alberto preparava os drinques e Carmem se trocava. Quando voltei, os dois riam gostosamente no sofá. Carmem vestia um diminuto shortinho e uma blusa transparente, que provocantemente deixava a mostra seus seios livres do sutiã.

Ao sentar de frente para eles, Alberto ofereceu-me um licor e foi para a sacada do apartamento, deixando-me a sós com a mulher. Para surpresa minha, Carmem aproximou-se e me aplicou as mais diversas e ousadas formas de carícias, deixando-me completamente enlouquecido. Ainda sem saber o que fazer, lembrei-lhes a presença de Alberto, e como resposta ela apenas disse: "Está tudo sob controle, agora", orientou-me. "Relaxe." E tomou o comando do espetáculo. Arriou minha calça, levando junto a cueca, e começou a alisar meu corpo, enquanto eu lhe acariciava os rijos e fartos seios sob a blusa. O shorte ela mesma tratou de tirar.

Aos poucos fui dominando a situação, a começar pôr um autêntico banho de gato, correndo minha língua a partir do pescoço, até alcançar a ponta dos pés, voltar coxa acima, mergulhar a boca em sua cabeluda vulva e mordiscar-lhe o clitóris, fazendo-a berrar feito uma bezerra. A força, alcancei uma posição que facilitasse a prática de um vibrante beijo francês (não é assim que vocês chamam?)

De repente, vi a Alberto inteiramente despido, masturbando-se junto a nós, pedindo ofegante para que continuássemos. Quando viu que o marido estava em ponto de bala, Carmem puxou-o para o carpete para acariciá-lo também. Eu começava a acreditar que aquela seria a noite mais maravilhosa e depravada da minha vida.

Enquanto Alberto era chupado, eu possuía Carmem pôr trás, fazendo-a delirar e aumentar o ritmo dos movimentos dos quadris e da cabeça, até explodirmos os três juntos, num monumental gozo.

Dando seqüência àquele espetáculo, Carmem levantou-se e apanhou uma garrafa de champanha. Deitou-se com as pernas para o alto e derramou a bebida sobre o corpo. Não consegui dominar a ânsia de minha língua, e cai louco sobre ela, começando a delizá-la pelo seu corpo.

Ela ficou extasiada quando apliquei nova massagem clitoriana, despertando sua indisfarçavel queda pôr um beijo francês. Animado com a cena, Alberto penetrou o ânus da mulher. Muito próxima de meus olhos, vi perfeitamente aquela penetração anal, que culminou em mais um gozo gratificante. Depois do intervalo para a conversa e o descanso, fomos todos tomar banho. Lá, Carmem logo tomou a iniciativa de comandar o show.

Começou a nos excitar quando ensaboava nossos corpos demoradamente. As carícias foram conduzidas de tal forma que se transformaram em penetrações anal e vaginal. Alberto, que não conseguia reanimar seu pênis amolecido nem com o recurso da masturbação, só servia de espectador.

Antes que atingíssemos outro orgasmo, Carmem disse que seria melhor darmos continuidade na cama. Foi, sem dúvida, uma noite plena de amor, repetida durante muito tempo, até que Alberto foi transferido para o Canadá, requisitado pela matriz da multi em que trabalha."


 

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MINHA VIZINHA É UM PECADO

Autor desconhecido


 

Meu nome é Bruno, tenho 20 anos e um instrumento de trabalho de que muito me orgulho. Tudo começou quando um amigo de infância do meu irmão mais velho voltou a morar lá no prédio.

Ele tinha se casado com Varéssi, simplesmente a mulher mais gostosa que eu já tinha visto na minha vida!!! Ela era morena, tinha os cabelos negros e lisos, lábios carnudos, pele cherosa e... Deus, ela tinha um rabinho maravilhoso, empinadinho que ficava com as poupinhas de fora quando ela colocava seu shortinho negro...e que buceta!!! o desenho da xaninha se mostrava perfeito em todos os detalhes, seus seios eram grandes e durinhos, o seu belíssimo rosto completava o explendido matérial que era Varéssi. ../logo ela pegou uma boa amizade com minha mãe, e sempre ela estava lá em casa...

Quase sempre ela descia pra conversar conosco com shortinhos bem apertados, que me deixavam louco. Dava pra ver a bucetinha dela se apertando em meio daquelas vestimentas justas... eu não conseguia parar de olhar e ela notava que eu estava de olho em seu corpo escultural.

Passaram-se alguns meses e eu desejando aquela mulher maravilhosa... Nossa, como eu me masturbava gostoso pensando naquela Deusa... meus orgasmos eram intensos, e sempre que eu terminava a punheta ficava mais louco de tesão.

Até que um dia minha mãe teve que viajar à negócios e a casa ficou só pra mim... A grande surpresa é que nesse mesmo período o marido de Varéssi também viajou para visitar um parente doente.

Na segunda noite em que eu passei sozinho lá estava ela, batendo lá na porta com um vestidinho decotado, deixando grande parte dos seus seios divinos à mostra!! E que tesão eu tenho com seios!!!! Ela pediu pra ficar um pouco lá em casa, pois estava entediada de ficar sozinha na dela... LÓGICO que eu aceitei.

Ela usava, como eu já falei, um vestidinho bem curto. suas pernas grossas e branquinhas me deixava com água na boca, mas eu tinha medo de chegar nela, pois tinha medo que ela contasse ao marido e a relação entre as famílias ficasse extremessida.

Ficamos conversando a noite toda (que otário eu sou) e depois ela foi pra casa. Fiquei com muito tesão e me masturbei o resto da noite... Nossa!! eu acho que aquela noite eu batí o meu recorde..me contorcia na cama de desejo por aquela vadia... eu não estava conseguindo mais me controlar... Na noite seguinte ela voltou, dessa vez com um conjuntinho "malhação" que deixava em evidência aquele corpo escultural que ela tinha...Não podia passar daquela noite. Ficamos um tempo conversando e assistindo ao jornal quando ela me fez A pergunta!!! Perguntou se eu não teria algum filme para assistirmos.

Respondí em um tom de brincadeira que eu tinha alguns filmes eróticos em casa... E pra minha surpresa, ela disse que adoraria assistí-los. Enquanto estavamos assistindo ao filme, lógico me pau ficou duríssimo, e ela notou que eu estava muito excitado e me perguntou descaradamente se eu estava gostando do filme e começou a me dizer as posições que ela mais gostava...foi nesse momento que tudo começou. Ela me perguntou o que eu mais gostava de fazer na hora do sexo... e eu respondí que eu adorava chupar bucetas...Nesse momento ela veio em minha direção, pegou em pau e disse no meu ouvido: "e eu adoro ser chupada"...ssssssssssss...que delícia!!!! naquele momento meu cacete estava tão duro que nada poderia tirá-lo do lugar.

Então ela abaixou o meu short bem devagar me dizendo que estava louca pra analisar meu material de perto e parece que ela não se espantou com meus 17,5 cms e começou a chupar meu pau frenteticamente, e que boquete maravilhoso...ela passava a lingüa bem gostoso na minha glande enquanto me olhava daquele jeito de quem está doida pra ser comida.

Tratei de inverter as posições e fui tirando aquele shortinho apertado que ela estava usando com a boca. Fui lambendo cada parte do seu corpo, tudo bem devagar...sua barriguinha enxuta, sua virilha bem
peludinha(e isso me deixou mais louco!!), fui passando a linha lingüa bem gostosinho dos lados de sua xaninha maravinhosa até chegar no clitóris daquela musa... dei um beijinho bem leve e delicioso na sua bucetinha, quando ela soltou um suspiro que quase me deixou doido...

Enquanto eu a chupava ela gemia deliciosamente soltando um misto de gritinhos com suspiros... que delícia amigos...a mulher cujo dediquei tantas punhetas estava alí, tremendo diante minha lingüa, comecei a lamber com mais intensidade, ela começou a gemer alto e eu fiquei preucupado com os vizinhos, mas naquela hora, eu não poderia parar... Varessi gozou gostoso e molhou toda a minha boca com seu sulco vaginal..."quer me possuir por inteira? se conseguir se segurar por 5 minutios serei toda sua, você não pode me tocar!!", essa proposta me deixou alucinado e claro que eu topei na hora. Varessí me encostou no sofá, subiu nele colocando a bucetinha peluda dela a 1 palmo do meu rosto e começou a se masturabar gostoso e passar as mãos naqueles seios divinos que ela tinha... ela mordia os lábios e rebolava em minha cara feito uma "stripper" profissional, de tempos em tempos ela passava a lingua bem delicadamente por todo o meu rosto, circulava minha boca, descia pelo meu corpo chegava ao umbigo e quando eu pensava que ela cairía de boca em meu pau denovo, ela sugava minhas bolas me fazendo suspirar com um prazer que eu não tinha sentido nem com minhas namoradas. "vem...sou toda sua Bruninho!"

Nesse momento eu quase desmaio de tesão...deitei de costas na cama e Varéssi ficou encima de mim. Sua vagina pingava de tanto tesão... ela colocou a cabeça do meu pau na portinha de sua xana e começou a rebolar sensualmente... senti meu mastro entranto pouco a pouco naquela vagina deliciosa da minha vizinha... Ela gemia gostoso demais!!! rebolava e soltava gritinhos com minha pica toda enfiada em sua bucetinha...

Quando ela começou a cavalgar em meu pau, os seios dela balançavam na minha frente pedindo uma mamada caridosa e eu não me fiz de rogado... taquei a boca naqueles duas bolas maravilhosas enquanto ela suspirava no meu ouvido um gostoso "quero mais"...coloquei ela de quatro e fui introduzindo bem devagar em seu rabinho. A cada centrimetro estocado ela gemia gostoso, me dando vontade de enfiar tudo com força... Até que ela mesma pediu isso!!! Amigos, fudí o cú daquela gostosa com tanta força que os berros de prazer dela já estavam altos... Começamos um delicioso 69 e nós gozamos quase que juntos... Varéssi engoliu toda a minha porra...

Depois daquela foda maravilhosa ela resolveu tomar banho, obviamente fui junto, nos ensaboamos e eu comecei a tocar uma siririca pra ela enquanto ela chupava me pescoço de uma forma esculmunal...fiz ela gozar pela 3ª vez... - "Agora eu quero sua bucetinha denovo" - falei. Dessa vez entroduzí todo o meu cacete naquela xaninha de vez

. O barulho das estocadas misturando-se ao som do choveiro e nossos corpos ensaboados me deixaram com um tesão incrível...Enconstei Varéssi na parede e a expremia forçando meu corpo contra o dela enfiando o máximo que eu podia... Notei que a medida que eu ficava mais violento nas enfiadas ela gostava mais...comecei a lamber todo seu corpo com mais virilidade enquanto ela sussurrava um "muito gossssstoso!!" em meu ouvido.

O biquinho dos seus seios estavam durinhos, pedindo mordidelas, enfiava meu cacete cada vez mais forte e a expremia na parede enquanto ela contorcia o olhos de prazer..

.A essa altura Varéssi pedia que eu a chingasse de puta...eu a chamei de todos os nomes possíveis e a vadia ficava cada vez mais excitada - "me fode, me fode gostoso" - Ela sussurava (e o sussurro dela me deixava completamente alucinado)... gozamos novamente... dessa vez como eu nunca tinha gozado antes... Ela é Demais!!!

Depois dessa noite nós já transamos mais 2 vezes, ambas na casa dela.

Da ultima vez que tivemos contato sexual, ela pediu que eu introduzisse "Chambinho"(daqueles em forma de cilindro) em sua vagina e chupasse...

Amigos, não percam a oportunidade de fazer isso com sua companheira..

.Eu colocava o Cahmbinho geladinho em sua xaninha enquanto ela gemia de prazer... o creme voltava gostoso, querendo derreter...eu passava a lingüa deliciosamente e depois ia dividir o sabor da bucetinha gostosa com ela!! Somos amantes e enquanto tivérmos criatividade, vamos ter experiências


 


 


 


 

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