domingo, 25 de abril de 2010


Minha Diretora

Conto de autor desconhecido
Embora pertença a uma família de posses, eu tinha vontade de trabalhar como professora, para preencher um dos aspectos da minha vidinha um tanto vazia, aos vinte e cinco anos de idade. Os elogios, a paparicação e o trato que os rapazes que saiam comigo costumavam me dar, me chamando de boazuda, tesuda, gostosa etc., não estavam satisfazendo nem a minha vaidade. Deixando a modéstia de lado, sei que sou um pedaço de mulher, uma mulher pra quatrocentos talheres, e talvez por isso o assédio dos homens não só não estivesse me fazendo a cabeça como também passando das medidas. Era demais, não tinha novidade na coisa. Eu tinha mesmo era que trabalhar e dar um outro sentido å minha vida. 0 lado afetivo também deixava muito a desejar - eu não estava querendo ser apenas desejada, queria ser amada também. Soube por intermédio de amigos que havia uma vaga em certa escola particular e la fui eu toda perfumada e bem vestida, as nove horas da manha, me apresentar. A diretora era uma balzaquiana com seus prováveis trinta e oito anos, charmosissima e alinhada Me recebeu tão bem e foi tão atenciosa que fiquei admirada e surpresa, primeiro porque as mulheres não costumam ir com a minha cara e, segundo, que, com essa falta de emprego que ha por ai, não te mandam nem sentar pra não criar expectativas inúteis. Sentada diante dela em seu gabinete no colégio eu me sentia atravessada pelo olhar perscrutador da dona Neide, devassando não só o meu corpo como também a minha alma. Um pequeno inquérito sobre os meus antecedentes - formação escolar, aplicação - e depois outro sobre as minhas preferencias e gostos pessoais, sobre o meu modo de ser etc., e o olhar me queimando distraidamente as pemas, o pescoço, ela era toda ouvidos para o que eu dizia, parecia medir, avaliar, saborear palavra por palavra. Ela era carinhosa mas terrivelmente invasora, controladora ou curiosa, não sei. Sei que aquele dia sai dali com um medo vago daquela mulher tão envolvente e dominadora, diante de quem eu me sentia uma garotinha idiota e sem nenhuma vivência. Ela me fizera falar, me abrir, e não abrira um milímetro da intimidade dela. No dia seguinte imaginei que eu estava pondo chifres em cabeça de cavalo, e fui å hora certa para a casa dela fazer um teste, segundo havíamos combinado Ela estava com muito trabalho no colégio, me disse, e ali não Ihe dariam sossego um instante. Logo que cheguei e dei com ela vestida com um short e uma blusinha, pude ver que era portadora de tremendos predicados físicos, que não dava para adivinhar como ela metida naquelas roupas austeras que usava no colégio. Estava sem os óculos e soltara os cabelos arruivados. que escorriam sobre o colo e os ombros cobertos de sardas. Para mim, que sou morena, cabelos e olhos pretos, um tipo assim arruivada é algo para se admirar, como aquilo que é muito diferente da gente. Apesar da estatura média, posso dizer que se tratava de um mulherão. Mas antes que eu pudesse tecer todas estas considerações a respeito da dona Neide, ela já tinha me recebido com um abraço, de corpo inteiro, apertando-me contra o seu corpo e me beijando demoradamente no rosto. Fiquei sem saber como agir, como me colocar, vermelha como um pimentão. Ela ignorando meu constrangimento e me deixando ainda mais confusa, me pos sentada no sofá da sala e sentou-se ao meu lado bem pertinho. Eu podia sentir a respiração dela bafejando o meu rosto, e achava estranha aquela proximidade, mas não conseguia me mover. Então ela começou a falar de coisas corriqueiras que nada tinham a ver com o que estava para se passar, da sua profissão, do seu cotidiano no colégio, e ao mesmo tempo me tocava primeiro os cabelos, ajeitando-os, depois o rosto, elogiando a perfeição das linhas e acariciando-o, suas pernas já roçavam as minhas, ali seria o momento de me levantar e ir embora sem dizer nada, mas eu estava paralisada, ela tinha me colhido em sua teia como uma aranha colhe um pequeno inseto para devorar. Mas eu ainda não tinha consciência total disso e, apesar de intrigada e, mais do que isso, assustada, me entregava ao fascínio que ela exercia sobre mim. Ela tinha uma sensibilidade, uma percepção total de tudo isso e, mesmo sabendo que eu não era uma iniciada, sem grande esforço chegou aonde queria chegar colou sua boca na minha e me beijou demoradamente, e eu correspondi entreabrindo os lábios. Foi o sinal verde para ela agarrar os meus seios e percorrer as minhas pemas com a língua. Eu estava å sua mercê e ela sabia disto, tanto que não falou mais. Puxou-me pela mão e levou-me para o quarto. Sem pressa tirou minha roupa e me deitou sobre a cama, apenas de calcinha. Da roupa dela ela se desvencilhou rapidamente para se estirar ao meu lado. Afogueada, me puxou contra ela, me beijou a boca novamente, esfregou os seios nos meus seios e começou a me acariciar o corpo inteiro. Nestas alturas eu estava com um tesão enorme, ela beijava minha boca, meu rosto, lambia minhas orelhas, meus ouvidos, percorria com a língua meus ombros, minha nuca, para só então fazer o que eu já estava louca que fizesse lamber e chupar as meus mamilos. E com que categoria! Ela sabia o que estava fazendo. Seus lábios foram descendo úmidos e quentes pelo meu umbigo, deram a volta em tomo do meu sexo e foram roçar e lamber as minhas coxas, ai, meu Deus! só de me lembrar estou aqui ardendo de desejo - eu estava totalmente entregue aquela mulher que me colocava em estado de alucinação sexual. Deixei que ela me tirasse o biquíni, totalmente passiva e entregue, esperando os desígnios de quem estava me fazendo sentir tanto desejo. Meu desejo era o desejo dela. Ela se abraçou as minhas coxas e repousou o rosto sobre o negrume dos meus pelos. Minhas pemas se abriram e eu provei a delicia daqueles lábios, língua e roçar de dentes percorrendo o meu sexo latejante, cheio de desejos Subi as nuvens. Com a língua ela me produzia uma sensação fantástica de prazer e volúpia. Me sugava com ardor como se quisesse beber (e bebia) o leite que escorria de mim, e depois a língua corria de um lado para outro feito louca, me fazendo estremecer do ultimo fio de cabelo até as plantas dos pés - não havia uma parte do meu corpo e da minha peie que não se eletrizasse, que não fizesse parte do gozo que senti dali a instantes gozei eu, gozaram meus cabelos, meus seios, meus dentes, minha língua, tudo meu gozou e continuou gozando enquanto ela ia parando lentamente, saboreando uma vez mais a abundância do liquido que escorria de mim, ela também a gemer de gozo, isso sem que eu a tocasse, pois era assim que gostava de gozar a minha querida diretora, para quem já faz um mês que trabalho."

 
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SURUBA NO MOTEL"
Conto de autor desconhecido

 

 
Este é o relato de uma aventura nossa realizada no Rio de Janeiro, ocasião na qual consegui reunir na suíte de um motel, além de nós (eu e minha esposa), mais dois parceiros: Bruno (que o apelidamos de Vampirinho) e Camila, um travesti que conhecemos há bastante tempo, com quem nos encontramos sempre que viajamos ao Rio. Às vésperas de nossa viagem, falei do que tinha em mente à Elba (minha mulher), e ela, como sempre, concordou plenamente. Da minha cidade, por telefone, combinei os detalhes com nossos parceiros e tudo aconteceu conforme o programado. Para não haver problemas na portaria do motel, liguei uma hora antes, informando que iríamos entrar em quatro pessoas, para ocupar uma única suíte, acertando todos os detalhes, inclusive preços, para que tudo transcorresse na mais perfeita tranqüilidade. Entramos juntos no motel, Elba, eu e o Vampirinho, tendo Camila chegado logo após de taxi. Acomodamo-nos na sala de estar da suíte, bebendo vinho branco e conversando animadamente, sobre sexo, como não poderia deixar de ser. Logo se criou um clima gostoso, Camila botando o caralho do Vampirinho para fora e ele fazendo a mesma coisa em relação a ela. Eles (Vampirinho e Camila) até então não se conheciam, mas se entrosaram muito bem. Elba brincava com eles, dizendo que Vampirinho era o namorado de Camila. Rapidamente os dois estavam de pau duro, masturbando-se mutuamente, enquanto Elba fazia a mesma coisa em mim. Ela, sem calcinha, oferecia seu grelinho para que eu massageasse do jeito que ela gosta. Não resistir muito tempo naquela função; puxando Elba pela mão, levei-a para a cama, para que eu pudesse chupar sua gostosa boceta, deixando nossos amiguinhos na sala, namorando. Tão logo Elba teve seu primeiro orgasmo na minha língua, Camila e Vampirinho vieram juntar-se a nós. Cedendo meu lugar, eles simplesmente atacaram com suas línguas os orifícios de Elba. Enquanto um chupava a boceta, o outro chupava o cuzinho, fazendo-a gozar loucamente. Em seguida foi a vez do Vampirinho ser presenteado com um banho de línguas de Elba e Camila, que não tiveram dificuldades em dividir entre si, a tora de 23cm do garoto. Enquanto uma punhetava, a outra mamava aquela rola enorme, arrancando suspiros do felizardo. Eu, assistindo a cena, percebi que se continuassem mamando e punhetando o garoto, rapidamente ele gozaria. Além disso, estava ansioso para ver aquela massa de músculos, invadindo a boceta da minha putinha. Entreguei a ela uma camisinha, sinalizando que queria vê-la fodendo o caralho do rapaz. Entendendo o que eu queria ela encamisou o caralho que iria invadir sua grutinha, deitou-se na cama e aguardou. O garoto posicionou-se entre suas pernas, alojou a cabeçorra na entrada da perseguida, e foi penetrando vagarosamente os seus vinte e três centímetros, arrancando suspiros da minha amada. Quando as bolas do garoto bateram na bundinha dela, ele iniciou o movimento de vai-e-vem, de entra e sai, enquanto ela falava: "fode ... fode gostoso essa boceta ...enfia essa tora todinha dentro de mim..."Eu estava extasiado com aquela cena, mas queria que minha esposinha sentisse mais prazer ainda do que já estava sentindo. Então pedi à Camila que chupasse a boceta dela ao mesmo tempo em que o Vampirinho lhe fodia. Esta não se fez de rogada, atendendo meu pedido prontamente, o que fez com Elba gemesse, gritasse com mais intensidade. Camila, além de chupar os grandes lábios da boceta de Elba, aproveitava a deixa, lambendo o caralho e o saco do garoto, enquanto com a mão livre, masturbava-se a si própria. Eu, assistia a tudo e também e também me masturbava, mas Elba sinalizou que queria meu pau em sua boca e eu lhe atendi. Embora estivesse super gostosa a chupada que ela me dava, dei meu lugar à Camila, pois queria ver minha putinha agasalhando dois enormes caralhos, um em sua boquinha e outro na delicada xoxotinha, os quais, somadas suas medidas, resultavam em quase quarenta e cinco centímetros. Assistindo aquela cena emocionante e carregada de erotismo , eu me masturbava e dizia: "Assim, putinha ...fode, come a rola inteirinha do Bruno, e mama gostoso, engole todo o caralho da Camila ..."Não resistindo à minha provocação e a ação dos dois caralhos em seu corpo, ela gozou longa e demoradamente, entre suspiros e delírios. Vampirinho goza junto com ela. Bruno vai para o banheiro, deixando Elba prostrada, juntamente comigo e Camila, que inicia uma gostosa mamada em meu cacete, enquanto com a mão livre, soca, cadenciadamente seu próprio cacete que está enorme e muito grosso, entre seus dedos. A mamada que ela me dava era muito gostosa e merecia reciprocidade. Além disso, eu estava louco para sentir aquele caralho nas minhas mãos e na minha boca. Posicionei-me melhor, e passei a masturbar Camila, e logo em seguida a chupar aquele caralho enorme e duro que nem ferro, num perfeito sessenta e nove. Elba dá sinais de que está recuperada e passa a assistir meu colóquio com Camila. Então, lembrei-me que era hora de Elba ter Camila dentro de si. Devidamente encamisada, Camila assumiu sua condição de macho, penetrando na insaciável boceta da minha putinha. Elba pedia para ser fodida com força, com profundidade, e Camila não se fazia de rogada. Fodia com vigor, com força, entrando e saindo vigorosamente na boceta já inchada da minha querida putinha. Além de estocá-la com decisão e vigor, ainda provocava: "A putinha gosta de foder o caralho da Camila, gosta??? Tá gostoso o caralho da Camila nessa boceta tá??? A putinha gosta de foder outro caralho pro maridinho assistir??? Elba delirava com essas perguntas e ia respondendo: "Ai, adoro foder esse caralho, é muito grande, muito grosso, muito gostoso... Enfia esse caralhão todinho... quero senti-lo todinho dentro de mim.... Sim, adoro foder esse e outros caralhos pra ele ver, pois ele adora ver sua putinha fodendo grandes caralhos... "Nesse clima, ela não resistiu e logo em seguida, gozou uma vez mais, quase desfalecendo com Camila sobre o seu corpo. Camila retirou-se para o banheiro. Vampirinho estava sentado numa poltrona, descansando e assistindo tudo o que acontecera após ele ter gozado. Depois de tudo o que tinha acontecido eu estava louco para foder minha mulher, sentir sua boceta alargada após a visita dos dois cacetões. Mal ela se recuperara, eu montei sobre ela, sentindo a gostosa temperatura de sua grutinha. Que delícia! Fodemos gostoso, sob a assistência dos nossos dois parceiros. Em determinado momento, Elba puxou-me para o banheiro, ficou de quatro apoiada na pia, e pediu que eu a penetrasse por trás em sua grutinha arrombada. Atendi o pedido e fodi com muita vontade, tendo a minha frente um belo panorama: a linda bundinha dela se movimentando gostosamente para mim. Avisei que ia gozar e ela disse que eu podia vir que ela estava me esperando. E assim, gozamos juntinhos, um gozo muito gostoso e inesquecível. Enquanto ela tomava banho, voltei para cama para me recuperar, onde encontrei Camila, que ainda não havia gozado. Mal me deitei ao seu lado ela me disse baixinho no ouvido: "Só eu não gozei ainda. Vai me fazer gozar??" Eu respondi "com certeza" e comecei a alisar sua rola que já estava a meio pau. Rapidamente a rola cresceu na minha mão, e eu então, passei a mamar com muita vontade o grande caralho de nossa amiga, que chegava a ofegar pelo prazer que lhe estava proporcionando. Botava tudo o que podia na boca, lambia a cabeçona, e alisava suas bolas. Camila estava adorando e eu percebia que estava prestes a gozar. Como não queria receber sua porra em minha boca, fui interrompendo a chupada e passei a massagear e masturbar carinhosamente aquele caralho que tanto prazer dera à minha mulher. Assim, acarinhando suas bolas e masturbando-a fiz Camila gozar. Enquanto soltava jatos de porra sobre sua própria barriga, ela estremecia, oportunidade em que eu praticamente ordenhava o seu cacete, para extrair toda a porra de suas entranhas. Quando terminei a função, recebi os aplausos de Elba e Vampirinho, que a tudo assistiam. Elba gostou do que viu, e veio deitar-se ao meu lado, e assim adormecemos. Depois Bruno me contou que, enquanto dormíamos, ele ainda comeu o cuzinho da Camila.

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