segunda-feira, 26 de abril de 2010

MEUS TRÊS SONHOS

Conto de autor desconhecido


 

Olá a todos, o que vou contar aconteceu comigo há pouco tempo atras, mas já era meu sonho ha muito tempo.

Vamos do inicio, quando jovem eu havia tido algumas experiências com rapazes, mas como ativo e foi meio sem graça. Hoje tenho 40 anos e sou casado com uma mulher especial de 30 anos 1,55 m 57 kg e muito atraente.

Logo depois que conheci minha esposa, nas nossas transas sempre muito doidas, ela me confessou que adorava ver dois homens transando e me obrigou a confessar minhas antigas experiências. A partir daí nossas transas começaram a ter um homem entre nos em pensamento, com isso ela foi reacendendo em mim os antigos desejos.

Foi quando não agüentando mais decidimos que um amigo nosso, que embora com namoradas sempre teve um jeitinho delicado seria a nossa vitima. Uma noite após algumas cervejas em um bar começamos o ataque e dissemos a ele nossas fantasias.

Ele tremia todo de excitação e tesão, porem nada aconteceu naquele dia e fomos todos para casa.

A partir de então nossas conversas por telefone sempre acabavam neste assunto e num desses dias sem mais agüentar, nosso amigo disse que no sábado era seu aniversario íamos sair num grupo de amigos para comemorarmos e que depois disso ele queria estar com a gente e que seria seu presente de aniversario. Para encurtar, quando saímos do Karaoke estávamos altos e cheios de tesão e mal podíamos esperar chegar em casa, a partir daí comecei a beijar minha Linda (nome fictício) e ela a pegar no meu pau, Roberto (vamos chama-lo assim) no banco de trás e de pica dura só observava e esperava sua vez a Linda caiu de boca na minha pica e os quinze minutos ate em casa foram só sacanagem.

Quando chegamos já fomos tirando nossas roupas e ficamos somente de roupas íntimas. Foi quando minha mulher foi ate o banheiro tomar um banho, ai ficamos só nos dois de cuecas, então não resisti e comecei a acariciar a pica do Rô, a principio por cima da cueca logo depois estava com ela na mão e finalmente na boca. Me deliciava com aquela pica que era muito gostosa, eu chupava com prazer e sentia todo o gosto do tesão do meu homem na minha boca. Logo estávamos num delicioso 69 e foi quando Linda voltou e nos pegou naquela situação e adorou, tanto que começou a se tocar e logo estava melada.

Percebendo isto peguei a mão do Rô e pus na boceta da Linda e falei para ele sentir minha esposinha gostosa, então ele largou minha pica e caiu de boca na bocetinha da Linda. Ela rebolava e gemia como só ela consegue, enquanto isso eu matava minha sede com aquela deliciosa pica na boca.

A partir daí alternávamos eu e o Rô comendo minha mulher e chupando-nos um ao outro, mas o melhor estava por vir.

Em certo momento eu e a Linda estávamos juntos chupando a pica do Rô então ela falou,

- Está na hora, meu viadinho, quero ver você com esta pica enterrada no cu.

Tremi. Porem, quem quer algo tem que ir para cima, então fui. Ele deitado com a pica ereta eu passei um creme nela e no meu cu e fui sentando nela. Meu cu, ainda virgem, a não ser pôr um consolo pequeno que minha mulher comprou para me comer, ia engolindo vagarosamente aquela coisa deliciosa ate que senti ela todinha dentro de mim, estava delirante e rebolava feito doido e orgulhoso por agüentar aquele mastro que havia acabado de comer a minha esposa.

Nesta hora olhei para a Linda e ela estava com seu consolo amarrado na cintura e veio pro nosso lado se ajeitou atras do Roberto e enfiou tudinho no seu cu, que era pequeno mais e, por isso, ele não agüentou muito tempo, mas o suficiente para a Linda gozar como louca no cu dele.

Daí ele partiu para cima de mim talvez para descontar em mim sua dor, me colocou na posição de frango assado e enterrou sua rola inteirinha dentro de mim e estocava com vontade e gosto.

Foi quando me aconteceu algo incrível, vejam a situação: eu deitado de costas com o Rô dentro de mim, cruzando minhas pernas na sua cintura e ele com o peso do seu corpo jogado sobre mim e pressionando minha pica com a sua barriga, me senti a própria puta e não agüentei mais e gozei muito como nunca.

Foram muito mais aquela noite e em outras noites, mas meu "cabacinho" quebrado e aquela gozada me deixaram muito feliz, e agradeço ao meu amor por ter realizado meus três maiores sonhos, "comer minha mulher como homem, vê-la nos braços de outro como um corno e dar o cu como um viadinho"


 

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TADINHA DE MIM

Conto de autor desconhecido


 

Tadinha mesmo. Bem que dizem que a curiosidade matou o gato. Mas vamos do começo. Sou uma garota de corpo fino, 1,68m, 50 kg, e pelo que dizem muito sexy. Tenho cabelos pretos e pele bem clara, 21 anos, estudo comunicação e minha turma é super legal e unida. Fazemos muitos programas juntos e costumamos ir a um barzinho próximo da faculdade para papear.

Muitas vezes o tema descamba para sacanagem e, um belo dia, o tema foi o tamanho do pênis. Foi um colega nosso que perguntou a queima roupa a todas as garotas do grupo se achávamos isso importante. Umas disseram que não, aquele papo de importante é ser competente, enquanto outras diziam que volume era muito bom, inclusive eu, apesar de não ser tão experiente assim.

Meu noivo aliás não é muito bem dotado assim como os poucos que o precederam, e eu sempre morri de curiosidade e desejo em saber como seria transar com um pau bem grande. Renato então disse que mesmo as gulosas do grupo correriam do seu primo, que tinha uma coisa enorme, entre 25 a 30 cm, além de ser tala larga. Quase engasguei ao ouvir isso e, entre gargalhadas e exclamações de espanto, todas pularam fora. O papo acabou mas aquilo ficou na minha cabeça, pois desde garota tinha sonhos eróticos envolvendo superdotados.

Quase um mês depois, estava só eu e Renato conversando, quando tomei coragem e perguntei a ele como ia seu primão. Ele sorriu e perguntou se tinha ficado curiosa. Gaguejei mas disse que sim, que nunca tinha visto um muito grande e morria de vontade de pelo menos ver. Renato achou graça e disse que poderia arranjar uma maneira daquilo acontecer sem me comprometer ou ao meu noivado. Fiquei logo excitada com a idéia, e passei a ouvir o seu plano, que concordei imediatamente.

No sábado seguinte, disse ao meu noivo que faria um trabalho com colegas pela manhã e fui para a casa do Renato buscar um "livro". Coloquei uma roupa super sensual e, cúmulo da ousadia, dispensei as peças íntimas, apesar de não planejar fazer nada além de ver. Eram 9:00 da manhã quando cheguei, e encontrei os dois de calção voltando da praia.

Renato foi tomar banho e disse para eu ficar a vontade pois depois me daria o livro. Danilo era muito bonito e amável e enquanto me fazia companhia, notei que ele se deliciava com minha blusa, que por ser super cavada, deixava ver parte dos meus seios.

Vi que ele foi ficando excitado mas logo Renato o chamou. Ele foi tomar banho e Renato apareceu secando os cabelos apenas com uma bermuda larga. Ficamos conversando e estávamos ambos visivelmente excitados.

Foi quando reparei no volume bastante grande na sua bermuda, e ele meio sem graça percebendo meu olhar, perguntou se eu queria ver. Engoli em seco e disse que sim. Renato abaixou a bermuda que foi ao chão e eu me deparei com algo enorme e lindo.

O danado falava do primo mas o seu pênis tinha uns 23 cm contra uns 16 do meu noivo. Fiquei maravilhada com aquilo e com a permissão do dono resolvi segurá-lo. Sentia sua consistência rija e macia e seu calor nas minhas mãos.

Coloquei as duas mãos em volta da coisa e ainda assim sobrava pau pra muita coisa. Puxei a pele para trás liberando a cabeçona brilhante e convidativa, e comecei a masturbá-lo quando apareceu Danilo.

Eu e ele ficamos sem jeito, mas Renato o chamou dizendo que eu estava apenas fazendo uma pesquisa científica e disse que eu precisava de mais material. Danilo riu muito e se aproximou, deixando cair a toalha. Quase tive um troço, aquilo era maior do que podia imaginar. Minha curiosidade me colocara frente a frente com dois superdotados, sendo que o segundo caralho tinha 28,5 cm além de super grosso. Era muito maior do que eu poderia imaginar e pensava se seria possível ter aquilo tudo dentro da bocetinha.

Eu manipulava ao mesmo tempo aquelas duas picas com carinho, e me senti simplesmente poderosa ao constatar que eu os tinha sob meu poder de fêmea. Julguei que podia fazer o que quisesse e abocanhei Danilo, que mau cabia em minha boca.

Troquei para Renato e mamava os dois um pouquinho de cada vez. Se me deixassem ficaria mamando a manhã inteira, mas Renato ficou de pernas bambas e se sentou no sofá, o que me obrigou a ficar de quatro para continuar mamando.

Ele puxou minha blusa, soltando meus seios, enquanto Danilo levantava minha sainha e manipulava minha bunda macia. Ficamos nisso um bom tempo, até que me percebi toda nua. Senti Danilo manipulando meu clitóris e minha xaninha até que com um dedo foi me penetrando, depois dois, até que um terceiro me penetrou, sabia eu, para me preparar para o que eu já não negaria, dado ao meu grau de tesão e curiosidade.

Senti a cabeçona me alargando toda e passando, depois a veio aquela coisa grossa, imensa, lentamente, abrindo espaço e me invadindo, numa foda para mim incalculável. Eu já não chupava, só gemia e me contorcia pedindo piedade e cuidado. Estava toda entupida de pica, que entrava e saia lentamente para não me machucar muito.

Quando Danilo gozou quase tive um troço sentindo as esguichadas no meu útero. Ele se retirou e botou seu pintão na minha boca para eu lavá-lo na base da chupada, enquanto Renato rapidamente tomou seu lugar. Renato reclamou do primo que ele tinha me alargado e que aquilo estava um pântano, e tomou outro caminho dizendo que queria algo mais apertado. Ele aproveitou que eu estava com a boceta e a bunda toda lambrecada e enfiou ou dedo no meu ânus.

Como já fazia sexo anal com meu noivo e simplesmente adorava isso, resolvi deixá-lo aproveitar, já que não era o gigante, e foi o que ele fez. Mesmo assim doeu bastante quando entrou, afinal era bem maior do que o eu estava acostumada, mas fui acomodando e curtindo aquela gostosa enrabada enquanto o caralhão de Danilo já endurecia em minha boca de novo.

Danilo me puxava para cima dele, e eu fui sentando na sua verga sem tirar o pau de Renato do meu cu. Foi uma loucura.

Os dois metiam com força e eu me sentia uma puta sendo estuprada. Eles me chamavam de puta, cadela e perguntavam como é que eu agüentava aquilo com um sorriso na cara. Gozava sem parar e estava tonta, tão tonta e enlouquecida de tesão que resolvi fazer a loucura suprema e completar minhas fantasias, dizendo simplesmente: "troquem de lugar".

Danilo não acreditou e disse que eu não agüentaria, que nem com puta ele tinha conseguido fazer sexo anal na vida. Disse que queria pelo menos tentar, que eu me esforçaria, e que queria e lhe dar essa primeira vez, já que ele tinha feito o favor de realizar meus desejos.

Renato tirou de mim lentamente e depois de alguns preparativos pensando na melhor forma de acolher aquela picona, colocamos dois travesseiros sobre a cama onde me deitei de bruços colocando-os sob a bunda. Apesar de estar melada, Renato pegou vaselina e colocou um bom tanto nos dedos e enfiou no meu cuzinho que já estava alargado por ele.

Ainda passou bastante por fora do cu, e deu uma enfiada funda e forte com o próprio cacete, preparatória para o bruto que viria.

Aí veio Danilo. Ele esfregava, tentava, e eu sentia a ponta da cabeça me alargando o traseiro. Eu relaxava ouvindo palavras doces e sendo acariciada por Renato e, de repente, senti a cabeça entrando naquele terreno pantanoso.

Juro que vi estrelas e tentei desistir, mas Danilo foi mais rápido e disse: "agora que cheguei até aqui sua puta, eu vou comer sua bunda gostosa até rasgar o teu cu".

Dizendo isso me segurou pelos ossos da bacia, me imobilizando e meteu "metros" de pica no meu rabo, me encaixando e impedindo minha fuga. Perdi o fôlego enquanto ele afundava mais e mais, e me surpreendi quando descobri que atrás, ao contrario da bocetinha, era possível enterrar tudo, já que cu não tem fundo.

Depois de me comer um bocado e satisfazer seus anos de secura, ele me colocou de quatro e Renato entrou por baixo de mim para meter na minha boceta ao mesmo tempo, comprimindo ainda mais os meus dutos internos.

Deram então início ao bombardeio, que foi impiedosamente cumprido pelos dois tarados até que entre jorros de porra me largaram prostrada na cama.

Nunca tinha gozado tanto na minha vida.

Eles, bestificados e saciados, diziam que nunca imaginaram também que uma mulher pudesse suportar o que agüentei e que aquilo tudo era superior a qualquer filme de putaria já visto pelos dois.

Quando me levantei, estava quebrada, com o corpo literalmente moído e a bunda em frangalhos, mas morta de felicidade.

Tomei um banho, onde pude analisar o tamanho do estrago no meu traseiro e nos despedimos. Nem é preciso dizer que retornei outras vezes ao apartamento de Renato, inclusive levando outra colega "muito curiosa" para quem sigilosamente contei o lance e que tive o enorme prazer de assistir sendo dilacerada pelos monstros, antes de me submeter também aos seus caprichos.

Hoje sou uma mulher realizada, pois tenho a sorte de poder aplacar minha fome sempre que tenho vontade

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