sábado, 24 de abril de 2010

MEUS CINCO PROFESSORES – I

Autor Desconhecido


 

Tenho 19 anos e sou uma menina razoavelmente recatada. Por influência da minha família, sempre fui controlada sexualmente. Apenas dois namorados na vida e praticante de sexo normal (anal nunca e oral raramente).

Mas no meu quarto, sozinha, sempre assisti a fitas eróticas e, ainda hoje, me delicio com cenas de sexo de todos os tipos.

Para me satisfazer, até comprei um vibrador (de 22cm), já que nenhum dos meus ex-namorados era bem dotado: um devia ter 15, 16cm e o outro, no máximo, 18cm.

Há uma semana, porém, tive uma experiência inesquecível e finalmente resolvi partilhá-la. Meu namorado havia me pedido para fazermos sexo anal e eu, embora quisesse loucamente, disse que não. Brigamos e fui para um barzinho perto da minha casa espairecer.

Notei um grupo de rapazes me observando, especialmente um que não tirava os olhos de mim. Enquanto isso, eu bebia muito, tentando esquecer a burrada que tinha feito.

Mais ou menos uma hora depois, Celso, o que me olhava, surgiu ao meu lado e começamos a conversar. Eu estava meio bêbada e logo ele me convidou para ir ao seu apartamento.

Eu perguntei: "E os seus amigos?" Ele disse que eram todos do seu condomínio, estavam no carro de Alfredo e, chegando lá, ficaríamos a sós.

Eu aceitei. Como o carro não era muito grande, fui no colo de Celso e já podia perceber suas intenções. No meio do caminho, comecei a sentir um volume por baixo de mim. Não reclamei, na verdade eu estava gostando.

Uns quinze minutos depois, chegamos ao condomínio, nos despedimos dos outros e fomos para seu apartamento.

Na sala mesmo, ele me agarrou e começou a tirar meu vestido. Não resisti e o ajudei a tirar sua camisa e calça.

A essa altura, ele já beijava meu seios, mordendo meus mamilos completamente inchados. Pude ver seu pênis e confesso que fiquei mais excitada. Tinha uns 19cm, mas era muito grosso. Ajoelhei rapidinho e coloquei-o inteiro na boca. Ele segurou minha cabeça e começou a comer minha boca, como eu via nos filmes.

Deixei que ele se divertisse um pouco e depois tirei seu pau da boca. Fiz tudo que sempre quis: lambi seu saco, passei a língua na enorme cabeça, coloquei tudo na boca de novo.

Quando ele gozou, eu quase gozei também, apenas com a excitação. Nunca havia sentido porra quente na minha boca e aquilo me deixou alucinada. Enquanto engolia tudo que conseguia, a campainha tocou.

Era o Tomás. E Celso o deixou entrar... Fiquei totalmente envergonhada e procurei meu vestido.

Tomás disse: "Cara, eu tinha achado essa garota um tesão lá no bar, mas assim ela é muito mais tesuda." Não sei por que, mas essas palavras foram suficientes para que eu desistisse de me vestir. Senti minha boceta encharcada, ansiosa por um pau de verdade. Não respondi, fiz somente uma cara de puta... Tomás sentou-se no sofá e abaixou as calças até os joelhos.

Seu caralho era monstruoso. Bem maior que meu vibrador. Me debrucei em cima daquele mastro e passei a lambê-lo loucamente. Estava me deliciando com aquilo, tentando colocá-lo inteiro na minha boca, quando senti algo na entradinha da minha boceta.

Era Celso.

Estava tão lubrificada que ele nem precisou fazer força, apesar do diâmetro de seu cacete. Eu me sentia em êxtase. Celso enfiou o membro inteiro e, à medida que minha bocetinha secava um pouco, seus movimentos faziam-se mais intensos e prazerosos.

Não agüentei e pedi: "Me fode, me fode bem gostoso... com força."

Foi a senha para ele estocar com muito mais vigor, fazendo arder um pouco minha vagina por dentro.

Nem pude gritar, pois Tomás enfiara de novo seu pênis na minha boca e exigia que eu o tratasse muito bem. Louca de tesão, coloquei o membro gigante inteiro na minha boca e passei a chupá-lo sem parar. A cada estocada de Celso eu chupava aquele pau mais gostoso. Senti um gosto forte de porra na minha boca e notei que Tomás ia gozar... deixei que gozasse na minha boca, enchendo-a de esperma. Mal conseguia engolir tudo.

Com a boca repleta de porra, pedi novamente: "Me come, me come..."

Celso ficou ensandecido e me arrebentava inteira. Quando seu pau estava inteiro dentro de mim, sentia seus pentelhos roçarem na minha bunda.

Eu gozei imediatamente e, assim, pedia mais: "Ai, que delícia... me faz gozar..."

Ele continuou enfiando com força, esfolando minha boceta.

Eu nunca sentira aquilo com meus namorados... era completamente diferente.

De repente, seu pau começou a vibrar dentro de mim e logo ele me inundou de porra...

Exausta, cheguei para o lado e descansei. Tomás insistiu para experimentar minha bocetinha também, mas os gozos tinhas sido intensos demais.

Não tinha força para nada e acabei dormindo.


 


 

****


 

MEUS CINCO PROFESSORES – II


 


 

Acordei na manhã seguinte meio zonza e achando que tinha feito uma grande besteira.

Mas ao sentir a boceta um pouco ardida, lembrei da foda maravilhosa da noite anterior e achei que tinha valido a pena.

Eu estava no quarto de Celso, ainda nua e ouvia vozes na sala.

Um pouco depois, Tomás apareceu na porta, apenas de short. Fiquei envergonhada e pus um travesseiro abaixo da cintura.

Ele riu e disse: "Oi, não quer me dar uma mamadinha de bom- dia?"

Achei aquilo uma falta de respeito e disse: "Você me respeita. Eu tenho que ir... Cadê meu vestido?"

Tomás fez cara de inocente, pediu desculpas pelo linguajar e quando percebi já estava ao meu lado na cama.

Ele começou a acariciar minhas coxas, subindo rapidamente para a virilha e os lábios vaginais.

Quis me afastar, mas pensei que aquilo não faria mal e eu logo iria embora.

Tomás afastou minhas pernas e colocou sua cabeça no meio. Sua língua era quente e muito úmida... a cada lambida, eu tremia.

Então ele a enfiou na minha bocetinha, mexendo rápido. Não resisti e comecei a gemer. Já estava ficando encharcada novamente.

Foi quando eu me dei conta da loucura que estava fazendo.

Tinha transado com dois caras praticamente desconhecidos e estava prestes a foder com um deles de novo.

Resolvi ir embora de vez.

Levantei da cama e corri para a porta, dando de cara com Alfredo. Ele me abraçou e pude sentir seu membro encostando em mim, debaixo da calça.

Não sei onde estava com a cabeça, mas o tesão invadiu meu corpo novamente. Alfredo beijava meu pescoço, depois passou a lamber meus seios. Era muito habilidoso, sua língua dançava nos meus mamilos e me excitava ao extremo.

Desse jeito, ele foi me conduzindo de volta à cama, onde Tomás se encontrava pelado, com sua vara enorme endurecida.

Lembrei que não tinha experimentado aquele monstro e pedi para que ele me comesse.

Ele disse que só depois de fazer um boquete nele. O gosto salgado daquele cacete e a sensação causada pelo esperma quente me vieram à cabeça e atendi ao seu pedido prontamente.

Abaixei com a bunda arrebitada e me servi do farto membro. Chupei as bolas, lambi a cabeçorra, mas gostava mesmo de colocá-lo inteiro na boca. De vez em quando, ele liberava um pouco de porra, me deixando doida.

Alfredo aproveitou a posição para me chupar. Sua habilidade com a língua era realmente incrível; ela dançava pelos lábios e tentava alcançar o clitóris, enquanto suas mãos afastavam minhas nádegas.

Ele era ousado e começou a lamber meu cuzinho também.

Apesar de achar a sensação maravilhosa, coloquei o cacete de Tomás de lado e disse: "Aí, não!" Alfredo obedeceu e continuou a acariciar minha boceta com a língua.

Eu não agüentava mais e antes que Tomás gozasse, quase supliquei para que me fodesse.

Pedi para que ficasse deitado e fui por cima, para controlar a invasão daquela monstruosidade. Encostei na cabeça daquele pênis maravilhoso e fui atolando aquilo dentro de mim, centímetro por centímetro. Era tão grande que, quando acabei de encaixá-lo, me senti totalmente impotente.

Tomás também parecia muito excitado e colocou suas mãos na minha cintura, forçando meus movimentos, devagar.

Apesar de ser comprido em excesso, era delicioso senti-lo esfregar nas paredes da minha vagina. Tomás então começou a me puxar com força. A sorte foi tê-lo chupado antes... ele não resistiu e gozou abundantemente na minha boceta esfolada.

Era como um anestésico que se espalhava e aliviava minha dor. Saí de cima de Tomás e vi Alfredo com o pau na mão, tocando punheta. Ignorei o tesão que aquilo me dava e fui para a sala, determinada a ir embora.

Chegando lá, dei de cara com Celso e os outros dois amigos do bar, César e João. Aquilo estava fugindo do meu controle.

Pedi meu vestido, que estava com o César (esse era modelo), mas eles me fizeram de boba, jogando-o um para os outros.

João, o mais feio de todos, disse: "Dá uma chupadinha aqui e a gente devolve a calcinha e o vestido."

De novo um tesão tomou conta de mim e, como todos tinham sido muito gentis até ali, resolvi entrar na brincadeira.

Tirei a calça dos três e fiquei maravilhada. César tinha o pau pequeno, mas João era o mais bem dotado de todos.

Segundo ele, 25x6cm. Comecei então por César, que apesar do tamanho, era extremamente saboroso.

Quando eu lambia a cabeça do seu cacete, ele gemia alto, e eu continuava com mais aplicação ainda.

Em seguida, tentei colocar o de João na boca. Vi que se o abocanhasse inteiro sufocaria.

Então resolvi bater punheta para os dois... Celso não se fez de rogado e entalou sua pica na minha boca, fodendo como se fosse minha bocetinha.

Eu abria um pouquinho para não machucá-lo e me deliciava com o vai-e-vém.

César gritou que ia gozar, o que me fez pedir: "Quero que todos gozem na minha boca."

Foi inesquecível. Mal abocanhei o pau de César e ele soltou um jato de porra direto na minha garganta.

Sem engolir, coloquei o de Celso na boca, recebendo logo outro esguicho de esperma. Era muita porra quente e eu tive que engolir.

Um monte de porra ainda escorria pelos cantos da minha boca quando João puxou minha cabeça para trás, pôs o pênis na entrada da minha boca e disse: "Engole mais, sua piranhinha."

Foi o que fiz.

Ele gozou e engoli saboreando cada gota daquilo que experimentara pela primeira vez um dia antes. Eu tinha mesmo me tornado a piranhinha deles


 


 

****


 

MEUS CINCO PROFESSORES – III


 


 

Havia cinco homens naquele apartamento e comecei a ter medo que abusassem de mim.

Até ali, tinha feito tudo por tesão, vontade de descobrir as maravilhas do sexo que meus namorados nunca conseguiram me mostrar.

Mas as coisas já tinham fugido do controle. João me deu as roupas, que eu vesti depressa.

Me despedi rapidamente e fui saindo.

Tomás estava parado na porta e disse: "Acho que você quer dar mais umazinha."

Eu ri, achando que era uma brincadeira e respondi: "Não vai dar, minha mãe deve estar preocupada. A gente se esbarra lá no XXXX (o bar)."

"Então me dá um beijo de despedida." Na verdade eu ainda estava excitadíssima de toda aquela história e resolvi beijá-lo.

Sua língua era mesmo muito quente, mas eu precisava ir embora.

Porém, ele não me soltava, continuava a me beijar e passou a apertar minha bunda.

Mais por defesa do que por insatisfação, eu gritei: "Me solta, seu escroto!"

E ele respondeu: "Você esqueceu? Agora você é nossa piranhinha."

Tomás me segurou pelos braços com muita força e César se aproximou.

Ele começou a tirar minhas roupas vagarosamente, aproveitando para beijar cada pedacinho do meu corpo.

Eu tremia, mas não conseguia controlar uma ponta de tesão que aquilo me dava.

Finalmente ele arrancou minha calcinha e os dois me jogaram no chão.

Os cinco me cercaram e nesse momento eu senti um misto de excitação incontrolável e pavor.

Alfredo e César se adiantaram e mandaram que eu os chupasse. Eu segurei o pau de Alfredo, que latejava sem parar, e o coloquei na boca com receio.

César encostou o dele no meu rosto, foi esfregando e, de repente, os dois estavam disputando o espaço dentro da minha boca. Achei aquilo desagradável, pois praticamente estupravam minha boca... e eu mal sentia o sabor daqueles paus.

Tomás, então, mandou que eu me debruçasse em uma poltrona e arrebitasse o traseiro.

Tremendo, obedeci. Senti sua aproximação e principalmente seu caralho encostando no meu ânus. Já estava aterrorizada, quando ele baixou o cacete até a entrada da minha boceta e, sem avisar, enfiou-o inteiro de uma vez.

Eu urrei de dor, porque além da violência, me encontrava completamente ardida. Tomás devia estar muito excitado com aquilo tudo; estava descontrolado, me arrombando sem piedade. Sua ânsia era tamanha que me deixou excitada também.

Quando começava a me deliciar com seu mastro, ele gozou, alagou minha boceta com uma quantidade sem fim de esperma.

Percebi que ainda estava louca para dar e pedi: "Então me fodam, todos, bem gostoso! Quero experimentar cada um!"

Todos se apresentaram e eu escolhi César, que por ter o menor cacete, não me machucaria. Ele se deitou no chão e eu montei naquele pauzinho, cavalgando bem devagar.

Os outros avançavam sobre mim, chupando meus seios, tentando colocar seus paus na minha boca. Aquilo se tornou delicioso, a sensação de ser chupada e fodida ao mesmo tempo era incrível. Eu gritava "Ai, que delícia... me chupem todos..."

César tentava bombear com vontade, enquanto eu gozava sobre seu pau. Não sabia se estava sendo currada ou o que, mas era fantástico.

Senti um esguicho no meu rosto: era a porra de Celso. Logo, César gozou também. Aquele pau pequeno tinha bastante porra e deixou minha boceta encharcada.

Pensava o que mais fariam comigo, afinal eu já devia ter experimentado tudo. Alfredo mandou que eu deitasse de bruços no chão e eu obedeci, esgotada. Ele foi me beijando nas costas, observado pelos outros, e desceu até minha bunda. "Olhem essa bundinha redondinha e empinada".

Todos riram e ele continuou beijando, afastando minhas pernas com uma mão. Senti sua língua no meu cu e disse novamente: "Aí, não!"

Ele continuou lambendo, e respondeu: "Aqui sim..."

Eu fechei os olhos e fiquei sentindo a língua quente forçando meu cuzinho, que devia estar piscando loucamente.

Era muito gostoso e comecei a imaginar um cacete pulsando lá dentro.

Alfredo encostou um dedo na entradinha e foi forçando, me fazendo gemer.

Ele enfiou o dedo inteiro, movendo-o dentro de mim e perguntou: "Você quer dar o cuzinho?"

Não resisti e confessei: "Sim... sim, mas para o César... senão vai me machucar."

Alfredo tirou o dedo e num instante senti a cabeça de um pau forçando a entrada.

Por instinto fechei as pernas, mas alguém as afastou novamente. Eu ia mesmo perder a virgindade. César encostou a cabeça do seu caralho e foi forçando com cuidado.

Meu rabinho ficara bastante dilatado com as carícias de Alfredo, mas senti uma pequena dor quando o membro começou a entrar.

Gritei. Porém, o pau de César estava quente e latejava dentro do meu cu. Sentia um gozo imenso se aproximando.

Ele começou a meter mais e mais rápido, rompendo minhas pregas e alargando meu cuzinho.

Eu apenas gemia, de olhos fechados, sentindo aquele pau que me invadia e parecia enorme. Para mim mesma pedia: "Isso... ai... me fode... me arromba..." E ele parecia escutar, enfiava com força, me arrombando.

Não pude suportar e gozei intensamente. César não parava, continuava esfolando meu rabinho recém desvirginado impiedosamente.

Quando começou a arder com mais intensidade, pedi: "Vem, goza no meu cuzinho, me dá sua porra quentinha."

Ele perdeu o controle e passou a estocar com violência. Gritava como um maluco e rapidamente gozou.

E eu aproveitei.

A sensação daquele líquido viscoso no rabo era alucinante.

Quando César tirou seu pau, foi um alívio, mas no fundo queria mais. Achei estranho pois continuavam segurando minhas pernas; eram Alfredo e Celso. César se sentou ao meu lado e segurou meu braço esquerdo com firmeza, enquanto Tomás cuidava do outro.

Senti um calafrio.

Nem pude pensar, logo o cacete de João encostou no meu cuzinho ainda arregaçado. Eu gritava que não e ninguém me ouvia.

Nem a porra de César ajudou a diminuir os estragos daquela vara anormal. João deslizou para dentro de mim, causando uma sensação de que não cabia nem mais um fio de cabelo.

Eu urrava de dor, esperneava, gritava e ele nem estava se mexendo. Meu cuzinho não tinha mais para onde se alargar.

Então João iniciou movimentos lentos, rasgando meu rabo pouco a pouco.

Tentava me debater, mas os outros me seguravam firme.

Aquele membro grotesco subia, me dando algum alívio, e depois descia fundo de novo, arrombando tudo.

"Pára, pára... pára..."

João só parou 10 minutos depois, quando finalmente gozou.

Meu rabinho ardia e o sangue se misturava à porra dentro dele.

Com dificuldade me vesti e Celso me levou para casa. Lembrei de tudo no caminho e, apesar da dor intensa no ânus, estava satisfeita.

Tinha sido uma aventura louca, mas maravilhosa. Estou pensando em procurá-los de novo

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