sexta-feira, 23 de abril de 2010

Matando a Saudade

Autor Desconhecido


 


 

" Passo a narrar um fato que jamais pensei um dia acontecer comigo. Foi na cidade de Novo Hamburgo RS, durante visita a uma amiga que há muito não a via. Quem me recebeu foi a empregada dela, uma jovem negra, muito bonita e com um corpo maravilhoso. Ela disse que Rafaela, minha amiga, havia saído, mas não demoraria, e perguntou, com certa malícia, se eu queria alguma coisa. Pedi apenas um copo de água. Quando ela saiu da sala e rumou para a cozinha, fiquei observando o ambiente. Pela janela que dava para o quintal, vi uma piscina onde uma mulher de meia-idade, muito gorda, tomava sol deitada numa toalha. Soube mais tarde que ela era uma tia de Rafaela.

Eu estava à espera do copo de água quando Rafaela chegou. Como fazia alguns anos que não nos víamos, fiquei admirado com a beleza dela. Rafaela uma loira de olhos bem verdes, estava ainda mais gostosa. Usava um vestido de tecido bem leve; que deixava à mostra as formas perfeitas de seu belo corpo: os seios grandes e firmes, a bundinha empinada, as coxas roliças e bem bronzeadas. Nos abraçamos carinhosamente. Rafaela era uma velha amiga da faculdade, mas depois do curso tomamos rumos diferentes.

Ela me levou até a varanda próxima da piscina e de lá mesmo eu cumprimentei a tia dela com um discreto aceno de mão. Rafaela pediu à empregada que, em vez de água, nos servisse uma bebida.

Animada com minha visita, ela contou que se casou, tão logo terminou a faculdade, com um homem maravilhoso, gentil e educado. Mas, dois anos atrás, perdera o marido em um acidente de carro e desde então estava morando com a tia. "Mas vamos falar de outras coisas...

Estou muito feliz em te ver novamente...", disse, tentando animar-me, sem disfarçar o ar de desejo, que fez brotar pensamentos maliciosos em mim. Não apenas pela expressão dela, mas principalmente porque Rafaela a todo momento cruzava as pemas, movimentos que me permitiam ver sua tanguinha branca. Depois de alguns copos de cerveja, nos sentíamos mais à vontade. Estimulados pela bebida, nossos corpos se aproximavam cada vez mais um do outro e, a cada lembrança do passado, não hesitávamos em trocar abraços e carinhos.

A excitação passou a tomar conta de nós e, como era de esperar, o cacete ficou duro e latejante. Rafaela notou rapidamente o volume entre minhas pemas. Constrangido, fui obrigado a me desculpar, dizendo que era impossível me conter diante de tamanha beleza. Ela agradeceu meu elogio e com a maior naturalidade, pegando em minha mão, comentou que nosso encontro não era casual. Disse que ficou durante muito tempo tentando me localizar e felizmente, graças a uma amiga comum, conseguiu meu endereço. Só assim, lembrou, foi possível mandar uma carta convidando-me para visitá-la. Ainda segurando minha mão, Rafaela olhou fundo em meus olhos e confessou que desde os tempos de faculdade sentia uma grande atração por mim. "Como é que a gente nunca teve um relacionamento mais forte?...", perguntou. "Vontade nunca me faltou...", completou.

Antes que eu dissesse qualquer coisa, ela sugeriu que colocasse uma sunga para um mergulho na piscina.

"Vamos cair na piscina que a água está uma delícia..." Enquanto me trocava no quarto, Rafaela abriu a porta sem nenhuma cerimônia e, na maior intimidade, perguntou se eu estava com fome, pois o almoço ficaria pronto em uma hora. Ela já estava de biquíni e eu, completamente pelado. Ao contemplar o cacete duro e pulsante, ela comentou: "Uau... Como é grosso..." Rafaela se aproximou de mim e nos beijamos.

O caralho duro como pedra cutucou a bocetinha. Meti a mão entre as pemas dela e acariciei a xana, sentindo a tanguinha molhada pelo líquido vaginal.

Sem hesitar, ela sentou-se na beirada da cama e passou a beijar minha vara, revelando toda sua habilidade na arte da chupeta. Deitamo-nos e ajeitamos nossos corpos para um delicioso 69. Nem sequer tirei-lhe a tanguinha.

Afastei o tecido para o lado e meti a língua naquela vagina melada e perfumada. Rafaela roçava a boceta na minha cara e gemia baixinho, enquanto eu estocava lentamente a pica em sua boca, como se estivesse fodendo.

Embalado pelo entusiasmo, nem me dei conta de que a porta estava aberta e a empregada assistia à nossa cena de amor. Rafaela não se importou, apenas disse à empregada que preparasse a festa.

Em vez de se retirar, como eu esperava, ela se aproximou, pediu licença para Rafaela e veio com tudo para me chupar. Rafaela aproveitou para tirar toda a roupa da empregada, ao mesmo tempo que lambia o corpo dela. Ficamos todos nus.

Rafaela tomou o lugar da empregada, para uma caprichada gulosa em mim, enquanto a neguinha metia a boceta na minha cara. E que boceta: macia, vermelha, muito quente e já inteiramente ensopada. Fiquei impressionado também com o tamanho do grelo, de um porte que eu nunca tinha visto antes, que aproveitei para chupá-lo. Engatamos-nos, os três, num trenzinho feliz, em que as duas gozaram.

Mas foi na piscina que a coisa realmente pegou fogo.

Como continuava duríssimo, porque eu ainda não havia gozado, o caralho quase escapava da sunga. A tia da Rafaela também apareceu e, curiosa com a festa que o trio comandava, perguntou se eu era da família. Sem perder tempo, ela arrancou minha sunga e admirou o tamanho da jeba, que colocou na boca. Rafaela e a empregada, totalmente peladas, se atracaram e passaram a se comer, a roçar desesperadamente a boceta uma na outra.

Eu me deliciava ainda com as mamadas da tia quando as duas gozaram. Saciadas, ambas comentaram que a tia gorda adorava dar a bunda.

Ela confirmou, mas ressalvou que temia não agüentar minha pica gigante. "Vai, sim, tia...", encorajou Rafaela, metendo os dedos num pote de creme e pedindo à tia que se colocasse de quatro. Quando vi a bundona escancarada fiquei doido para meter-lhe o cacete. Rafaela lambuzou o anelzinho da tia e também o meu mastro com o creme. A penetração não encontrou maior resistência

porque a tia, muito experiente, sabia como controlar e relaxar os músculos anais para me receber todinho.

A farra sexual prolongou-se até o anoitecer. Mas a melhor das transas aconteceu no dia da minha despedida, quando Rafaela convidou mais duas amigas para participar de uma suruba monumental. Os detalhes dessa festa contarei em uma próxima carta.


 


 

MEU PRIMEIRO NAMORADO

Autor Desconhecido


É difícil explicar o que se passa na cabeça de uma menina, especialmente se você for de uma família pobre como a minha.Tenho dezenove anos. Meu pai parecia um daqueles bicho-grilos, e vivia de bicos e de vender bijuterias na rua. A minha mãe bebia muito e freqüentemente me batia sem motivo algum. Morávamos na casa de uma prima da minha mãe, se bem que casa era uma maneira de dizer. Era apenas dois cômodos e um banheiro, perto do rio Tietê. Eu lembro que desde pequena eu via os meus pais trepando, pois não tinha porta na casa, e a minha cama ficava bem em frente da cama deles, e como as janelas não tinha cortina entrava a luz da rua.

A minha mãe chupava o pinto do meu pai, que eu lembro que era bem grande, até ele ficar duro e depois pulava por cima dele durante um tempão. Quando ela bebia demais, quase sempre, ela gritava coisas como tesão, e eu vou gozar, varias vezes. Depois ele mandava ela chupar até ele gozar na boca dela.

Quando eu tinha uns dez anos, eu lembro que a minha boceta começou a ficar molhada vendo eles treparem, e eu pus a mão para secar. Senti na hora um negocio quente e muito gostoso e continuei a mexer lá enquanto via o meu pai foder a minha mãe.

De vez em quando vinha uma sensação forte, deliciosa, que me tirava o completamente o fôlego. Só muito tempo depois eu soube que aquilo se chamava gozar. Isto acontecia quase todos os dias, e eu fui me viciando no prazer.

Um dia, eu contei para a prima da minha mãe sobre as trepadas deles e ela me perguntou se eu ainda era virgem. Falei que nem sabia direito o que era isso, apesar das minhas colegas da escola, algumas bem mais novas que eu, viverem se gabando que já tinham perdido o cabaço

Ela riu bastante da minha cara, e disse que conhecia um cara, bem mais velho do que eu, que estava solteiro e que era um tesão na cama. Se eu quisesse, ela me apresentava ele.

Como sempre fui hiper-timida, eu disse que não. Mas cada vez que eu via os meus pais trepando a noite, me dava mais vontade de saber como era trepar de verdade, pois a minha mãe parecia uma vagabunda quando estava dando, gritando e gemendo. Devia ser muito gostoso.

Um dia eu chamei a minha prima e pedi para conhecer o cara e combinamos que ela ia ligar para ele vir na Sexta-feira.

Modéstia a parte, eu era bem desenvolvida para anos. Eu já era alta, tinha os cabelos longos e meus seios eram bem desenvolvidos para a idade. Minhas pernas eram grossas, o que eu achava um horror, mas que a minha prima disse que os homens adoravam, e minha bunda era bem arrebitada. Apenas as espinhas na cara denunciavam um pouco a minha idade.

Quando o dia chegou, coloquei uma roupa bem curtinha, mostrando a minha bunda e as pernas. Se fosse por mim eu tinha vestido uma calça jeans, mas a minha prima disse que eu tinha que mostrar tudo, se eu quisesse realmente dar a boceta. O gozado é que a minha xaninha já estava toda molhada e formigando, como se dando ferroadas, tanto era o tesão de dar.

Quando o amigo da Luciana chegou eu fiquei um pouco decepcionada, pois o cara era mais baixo que eu e meio gordinho. Mas ele tinha um carrão muito bacana.

Fomos tomar um chope num barzinho, eu, o cara que se chamava Carlos, a prima da minha mãe e o marido dela. ../logo no primeiro chope comecei a ficar tontinha, pois nunca tinha bebido nada. A conversa começou a descambar para sexo, e eu aproveitei para contar o que eu via em casa.

Apesar de tudo, o cara também era tímido e não chegou perto de mim. Como o tesão estava muito alto, o Carlos sugeriu irmos todos até a casa dele.

Eu aceitei na hora. O marido da minha prima foi dirigindo o carro do Carlos e eu fui no banco de trás com ele.

No meio da caminho, ele me abraçou como quem não quer nada e começou a roçar a mão bem de leve no meu peito. Um frio desceu pela minha espinha até a minha xoxota, que começou a latejar. Peguei o meu braço, e apertei a mão dele para ficar mais forte a sensação.

Se ele quisesse eu dava ali mesmo no carro, tamanho era o tesão. Mas não rolou mais nada, acho que o Carlos ficou sem jeito por causa da minha prima ou do marido dela.

Quando finalmente chegamos, subimos até o apartamento dele. A minha prima e o marido ficaram em um quarto e eu e ele ficamos em outro, onde tinha uma cama de casal enorme. Tão ../logo chegamos fomos direto deitar.

Começamos um malho que não tinha fim. Ele enfiava a língua na minha boca até eu ficar sem fôlego. Depois ele começou a bolinar os meus peitos por cima do vestido e de vez em quando enfiava a mão entre as minhas pernas. A minha calcinha já estava completamente ensopada. Aí ele tirou a roupa toda e o começou a esfregar o pau duro na minha perna. Ele começou tirando a meu vestido e o sutiã, e foi chupando os meus peitos. Eu não sabia o que fazer, pois nunca tinha trepado antes. Aí ele pegou a minha mão e pois no cacete dele. Era quente e estava incrivelmente duro. Dava para sentir que não devia ser tão cumprido quanto o do meu pai, mas era bem grosso. Aí ele abriu as minhas pernas, posicionou a cabeça do pau na minha xaninha e começou a forçar a entrada. A dor era insuportável e eu pedi para ele tirar. Mas em vez disso ele aumentou a pressão até que a cabeça entrou e o cabaço rompeu. O pinto foi entrando cada vez mais me rasgando toda. A minha cabeça não parava de rodar e eu via um monte de estrelas.

Puta merda, que buceta apertada!

O grito do Carlos me acordou, ele estava em cima de mim bombando o caralho com toda a força. A minha xoxota estava em brasa e eu não conseguia respirar direito. Uma sensação deliciosa começou a aumentar até que eu gozei como nunca tinha gozado antes. Eu gritava e gemia igualzinho a minha mãe! Não demorou muito para o Carlos anunciar que ia esporrar em mim.

Naquela época eu nem sabia direito o que era isto, mas ele tirou o caralho de dentro de mim e começou a jorrar dele um líquido quente e grosso, que melecou toda a minha barriga, o meu rosto e até o meu cabelo.

Como você é gostosa!.

E ele continuava a apertar a minha bunda e passava a mão nas minhas pernas. Alguns minutos depois, ele disse que queria fazer de novo.

Eu estava toda dolorida, mas o tesão falou mais alto e eu aceitei. Ele perguntou se eu sabia chupar um caralho, e eu disse que não.

Mesmo assim, ele forçou a minha cabeça para baixo, até que coloquei o pau dele na boca, e passei a língua na cabeçona. O gosto era acido, pois ele não tinha limpado o meu liquido do caralho, mas a pele era hiper macia. ../logo ele começou a ficar duro de novo, exatamente como a minha mão fazia com o meu pai.

Comecei a imaginar que eu estava chupando o pau dele, e comecei me masturbar pensando que o meu pai estava me fodendo.

Comecei a chupar com mais força enquanto esfregava a minha xaninha com a mão, até que senti a porra quente saindo do caralho dele e enchendo a minha boca. Aquilo me fez Ter um gozo violento, que parecia não terminar mais. O Carlos me disse que até que para quem não sabia chupar, eu sabia fazer direitinho.

Ainda trepamos várias vezes aquele dia. Acabamos namorando por um mês, até que brigamos e eu nunca mais o vi.

Eu virei uma verdadeira puta, pois não podia ver um homem, que já queria dar..

Agora mesmo estou escrevendo no computador do meu namorado, que morre de tesão com as minhas histórias de putaria e até me convenceu a escrever isto.

Na verdade estou louca para acabar e chupar a pica dele, até ele encher a minha boca com a porra quente e grossa. Depois ele vai comer o meu cú e a minha boceta.


 

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