quinta-feira, 15 de abril de 2010

LUXURIA A BORDO

AUTOR DESCONHECIDO


 


 

"Quando estive na Europa para batalhar uma bolsa de estudos, fui obrigado a trabalhar em bares, restaurantes e guiches de trem para garantir o meu sustento.
Na época, além de falar ingl0s muito mal (e um francês apenas razoável), lutava contra uma concorrência desleal e pleiteava um visto de permanência frente ao 'govemo francês.
A situação não estava muito boa e, caso não fosse tåo persistente, talvez houvesse desistido no meio do caminho; o que seria uma pena, como vocês poderão constatar a seguir.
Por intermédio de Jean, companheiro de trabalho, fiquei sabendo que havia um ótimo emprego para garçons que falassem francês e castelhano em um iate de luxo que faria um cruzeiro até as llhas Gregas.
Como Jean era um francês muito típico, não havia se dado ao luxo de aprender qualquer outra língua, e lamentava a mordomia perdida. Eu, como todo bom brasileiro, que não sou bobo nem nada, arranho o meu portunhol, e no dia seguinte, estava lå para me candidatar ao cargo. Meu charme e elegância garantiram a vaga,
Fiz um curso rápido em cinco dias (como servir um ponche em plena tempestade e coisas no gênero) e, após me demitir do infecto café onde trabalhava, me tomei um comissário de bordo. Vestiram-me de oficial, com galões nos ombros e quepe de almirante, deram-me uma bandeja e, vela cheia, partimos por esses caminhos que tanto confundiram o antigo Odisseu.
Talvez Jean não se lamentasse tanto se soubesse que o trabalho de um garçon -aquatico-bilingue começa ås cinco da manha e so termina quando o ultimo passageiro vai se deitar (geralmente tão de madrugada que nem vale a pena dormir).
Pela manhã, limpamos os bancos do convés, os vidros dos camarotes, e o fundo da piscina e, la pelas tantas, os passageiros dåo o ar de sua graça e começam os pedidos que so terminam novamente de madrugada.
Na quinta noite, todos já haviam se recolhido e eu me deixara ficar no convés, arrumando algumas coisas, quando ouvi um ruído atrás de mim. Ao virar me deparei com uma morena, alta, bem feita de corpo, olhos faiscantes e que, pelo menos na penumbra, era irresistivelmente linda. Quando já ia anunciar que a copa estava fechada, meus olhos se acostumaram com a escuridão e pude ver que a dona estava vestindo uma dessas saias que abrem na frente, sem nada por baixo. E ela alisava os bastos cabelos de seu monte-de-venus enquanto sussurrava, olhando-me nos olhos, alguma coisa bem baixinho. Bom. Cinco dias no mar bancando o marujo poliglota, sem mulher, é um horror, uma tortura. Em outra ocasião talvez eu até pensasse duas vezes mas eu estava louco de tesão, desesperado para sentir o gosto de uma fêmea.
Aproximei-me lentamente, toquei-ihe as coxas e beijei-Ihe a boca. Ela correspondeu ao beijo e ficamos nos esfregando sem dizer uma palavra. Logo depois ela me tomou pela mão e me levou a um dos camarotes de luxo. Fiquei apavorado pois sentia medo daquela gente estranha.
0 barco tinha sido alugado por um grupo de ricaços bolivianos, que tinham até segurança.
A mulher se dirigiu em quichua a um dos guarda-costas, que a obedeceu, deixando-nos a sós.
Sob a luz forte da suite pude observar melhor minha "raptora". Era uma mulher de 30 anos, morenissima, olhos amendoados, com evidente ascendência índia.
Ela tirou sua roupa, mostrando um corpo sem marcas de biquíni - o que confirmou minhas suspeitas de que as mulheres tomavam banho de sol nuas no convés proibido - fiquei completamente tomado de tesão e me despi rapidamente.
Quando me aproximei, ela disse que pretendia fazer amor comigo e ainda me pagaria uma boa plata para isso. Concordei com um aceno de cabeça e passei a ação. Enquanto Ihe sugava um dos seios, passei a explorar com os dedos seus grandes lábios vaginais, extraindo-lhe gemidinhos sensuais.
Quando meu dedo tocou seu clitóris, ela não pôde conter um suspiro profundo, untando minha mão com seu liquido momo. Deixei seus seios completamente eriçados e conduzi minha língua até a entrada de sua grutinha perfumada. Lambi gostosamente suas cames, sentindo o aroma da grutinha latino-americana, fresquinha, tesuda, me fazendo lembrar do Brasil.
Explorei cada interstício de sua pele, seus pêlos e poros. Em dado momento tomei seu clitóris e o mordi com força. Ela reagiu bem e gozou em minha boca enquanto me xingava em casteIhano: "Cono! Tu me matas!"
Após uma série de espasmos ela se compôs, recuperou a antiga fleuma e me ofereceu algo para beber enquanto acendia um cigarro.
Perguntou meu nome, nacionalidade, por que eu estava ali e coisas assim.
Após uma meia dúzia de perguntas, ela parece que se deu por satisfeita e chamou: "José!"
De trás de uma divisória saiu um coroa baixinho, careca e barrigudo, inteiramente nu.
Parecia o ET em dia de chuva, bimbinha medíocre com dez centímetros de virilidade, se tanto.
A mulher apresentou-o como marido e este se adiantou congratulando - me por minhas habilidades orais.
Logo após afirmou que desejaria ver eu possuir sua mulher, pelo que me pagaria uma boa grana. Fiz uma cara de desagrado e ele se apressou em explicar que não queria nada comigo, apenas que eu "ligasse" sua mulher, deixando-a quase no ponto de gozar, e passasse os controles para ele.
Desta forma, afirmou, ele poderia sentir a mulher gozando pela primeira vez desde que se casaram.
Meio sem jeito, expus que eu também queria gozar e ele afirmou que daríamos um jeito.
Após um rápido flash-back da ultima sessão de sexo oral, passei à penetração pura e simples, como alguém que deve cumprir dignamente o seu trabalho; tudo muito profissional.
Mas logo ao primeiro contato com meu mastro a índia começou a gemer feito uma louca, pedindo que a penetrasse com toda a força, que a partisse ao meio.
Enquanto eu a penetrava o marido esfregava-Ihe o membro no rosto, tentando fazer com que ela o tomasse em sua boca. Ela o repelia como era possível e, em dada momento, gritou pedindo que parasse com aquilo, pois ele acabaria gozando sem conseguir realizar o intento.
Aumentei o ritmo da penetração até que ela fez o sinal de que estava prestes a gozar.
Rapidamente sai de cima dela e o marido a penetrou. Coloquei-me na posição que ele ocupava anteriormente e ela passou a me sugar com a volúpia de uma gata no cio, completamente transtomada
Quando ela gozou ao mesmo tempo que o marido), mordeu minha glande com tanta força que fui obrigado a afastá-la com violência.
Ficarmos os três jogados pelas almofadas; eles extasiados e eu me contorcendo de dor pela mordida maldosa daquela índia maluca.
Após umas doses de uísque e um papo amigável sobre comidas típicas de nossos respectivos países, o coroa se levantou a pretexto de ir ao banheiro.
Ficamos eu e a gata selvagem sozinhos naquele ambiente de luxuria e ostentação. Tocava uma musica suave e meu membro já demonstrava estar completamente restabelecido da ultima farra.
Como que adivinhando meus desejos secretos, a morena se deitou no pequeno tapete de centro, empinando sua bunda magnifica.
Aproximei-me, toquei-ihe a vulva e os seus orifícios mais secretos, apliquei um pouco de saliva na cabeça do membro latejante e comecei a penetrá-la lentamente
Quando estava a meio caminho, ela começou a gemer, soltando gritinhos de dor e prazer, enquanto me pedia que a penetrasse mais fundo. Toquei seu clitóris e o seio esquerdo e, completamente dentro dela, passei a me movimentar num cuidadoso vaivém. A morena literalmente chorava e declarava ser minha escrava, uma serva de meus desejos Estocava com força e ela já se preparava para explodir em um orgasmo total, completo, seus líquidos a transbordarem por todos os poros
Gozei junto enquanto xingava com todos os palavrões que conhecia em castelhano, português, francês, inglês e alemão,
Quando paramos de nos movimentar, após a ultima contração, ouvimos palmas ås nossas costas: era novamente o marido, que, extasiado. nos dava a sua aprovação, declarando ter sido este "um espetáculo maravilhoso'
Logo após me levantei, recebi a grana prometida e cai fora.
0 casal desembarcou em Stromboli e eu continuei meu cruzeiro por todo o verão, juntando trocados e gorjetas para conseguir sobreviver ao longo invemo europeu que vinha a seguir.


 

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MÃO DUPLA

Conto de autor desconhecido


 


 

"Em 1962, servi o Exército em Brasília e não conseguia me relacionar com nenhuma garota. Por essa razão, foi com muito espanto que observei uma me dando bola, num belo dia de sol. Juro que não acreditava que isso pudesse acontecer. Aproximei-me dela. Estávamos na fila para uma sessão de cinema. Não tirei os olhos da garota até entrarmos na sala de projeção.
Assim que as luzes se apagaram, sentei-me a seu lado. Como quem não quer nada, colei uma de minhas pernas na dela. Ela gostou; não se afastou, o que muito me encorajou, pois eu estava naquela de soldado havia alguns meses e tesão era o que não me faltava.
Ainda numa de bobo, fui roçando nas pernas da garota que, por sinal, eram roliças e muito bem-feitas, além de grossas, fora do comum. Passei a acariciar sua nuca, com uma das mãos sobre o encosto de sua poltrona. Depois, colamos os rostos e eu a puxei para junto de mim. Nessa posição, consegui beijá-la na face. A esta altura eu já estava excitadíssimo e meu pênis acabou babando toda a minha cueca.
Talvez por eu ser tímido, nesse dia não fomos além disso, mas consegui ao menos pegar o seu telefone e endereço.
Na minha primeira folga depois desse episódio, liguei para ela. Claro que passei toda a semana me masturbando, esperando o momento de revê-la. Marcamos um encontro duas quadras além do Hotel Nacional.
Ela me dissera que tinha um fusquinha e poderia me pegar naquele local. Cada minuto de espera parecia uma eternidade. So de me lembrar de seu hálito, suas coxas, sua língua quente, eu tremia como um adolescente apaixonado. Finalmente ela chegou e nos fomos para o largo. Mostrei-lhe um lugar discreto entre arbustos, onde ela estacionou o carro. Começamos a falar de amenidades, pois eu tinha medo de constrangê-la com certas perguntas. Muito de leve, começamos a nos beijar, exatamente onde havíamos parado naquela sessão de cinema: eu todo molhado e ela sedenta de sexo.
Nesse dia a gente começou a transar de tarde. O sol se pôs da cor mais bonita que eu já pude assistir. Tornamos a transar. Depois do pôr-do-sol, já à noite, transamos pela terceira vez. Eu me sentia um monumento nacional. Gozamos três maravilhosas vezes.
Entre um gozo e outro, eram carícias de extrema delicadeza.
De repente, ela começou a choramingar baixinho. Fiquei confuso. Não podia acreditar que ela estivesse infeliz, pois para mim o que nos acontecia era o auge da felicidade.
´Que foi que houve?´, perguntei.
´Nada. Não é nada, amor, respondeu-me com voz embargada.
' Por que está chorando? Não gostou? Se for isso, vamos embora e fingimos que não nos conhecemos, disse, temeroso de ela aceitar minha proposta'

'. Não é nada disso, amor, disse ela. Muito pelo contrário. Eu gostei. E muito. É que eu queria lhe pedir uma coisa, mas não sei se você iria gostar... ´

Pensei no que poderia ser. Mil coisas me passaram pela cabeça. Idéias até ruins, outras sensacionais. Imaginei que talvez ela quisesse apanhar, ou gostasse de bater, sexo oral, anal; enfim, fiquei inseguro.
Afinal, depois de gozar três vezes, o que mais aquela deliciosa mulher poderia estar querendo?
Perguntei-lhe: O que você deseja fazer, pode ser aqui neste lugar?
Pode, respondeu-me ela, animada e segura.
Então diga o que é, que eu faço, retruquei, ainda amedrontado.
Mas é que eu tenho vergonha. Você não pode se virar de costas para mim?, sorriu.
Precisei criar coragem. Não conseguia entendê-la bem. Ficamos a nos fitar por breve tempo.
Virei-me de costas. Nós já estávamos vestidos, pois já havíamos combinado ir embora e até outro encontro já estava marcado para o meu próximo dia de folga.
Ela passou uma das mãos pela minha cintura e abraçou-me por trás. Com a outra, acariciava meu pênis, e com o corpo roçava em minhas nádegas, ainda sob as roupas.
Quando percebeu que eu já estava de pênis ereto, desabotoou meu cinto de guarnição, desceu minhas calças e me empurrou para o pára-lama do carro, forçando-me a debruçar-me sobre o capô, o que fiz ainda com a mente povoada de receios.

Ela levantou a saia e tirou a calcinha de náilos transparente e recomeçou a roçar as minhas nádegas: Posso fazer assim com você, meu amor? Isso não te grila não?, perguntou, com voz apaixonada e trêmula.

Nada respondi. Simplesmente deixei, pois já estava gostando. Ela continuou: Tá bom? , quis saber. Hein? Ta bom? Diga, pelo amor de Deus! Tá, respondi secamente, enquanto ela me possuía num fogo e num gingado extremamente excitante.

Dizendo frases que eu jamais ouvira antes, ela passou a masturbar-me, enquanto me roçava nas nádegas já avermelhadas pelos grossos pêlos que cobriam sua vagina.
Depois, quando percebeu que eu iria gozar, colou a mão que acariciava meu pênis diante de minha glande e implorou que eu derramasse meu esperma na sua palma. Atracou minha nuca com seus claros e belos dentes, e juntos, mais uma vez, fomos ao zênite do prazer.

Durante sete meses formamos um par que trocava as mais espetaculares satisfações sexuais.

Inclusive, certa noite, a três, pois ela trouxe uma colega. A última transada era sempre como acabei de descrever: ela me roçava como se me possuísse, de uma forma inenarrável. E como isso era gostoso!"


 

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MEU GAROTINHO PREFERIDO

Conto de autor desconhecido


 

Tenho 36 anos, 1,60 de altura, morena clara, olhos castanhos, seios pequenos e durinhos, uma bunda grande e macia. Certo dia fui convidada para uma festa na casa de uma amiga, estava sem fazer nada então resolvi ir até lá. Vesti uma saia justa acima do joelho e uma blusa preta transparente.

Logo que entrei percebi que a festinha já estava bem "quente", pois na sala de estar vi um casal se tocando, se lambendo, se mordendo... O cheiro de cigarro e bebida invadia o ar, as pessoas dançavam, se esbarravam, suavam. Minha amiga veio ao meu encontro, seu nome era Cristina, ela também tem 36 anos, mas seu corpo, assim como o meu, era muito bonito e não identificava a idade. Seus cabelos eram vermelhos, seus seios grandes e coxas grossas. Ela estava usando uma micro-saia xadrez e um body preto. Falou para eu ficar a vontade e, estranhamente, passou a mão no meu cabelo.

Fiquei observando a festinha que estava cada vez mais quente, mulheres se beijavam, homens entravam e saíam dos quartos e eu já estava excitada e louquinha para agarrar alguém. Minha boceta estava toda molhadinha e o cheiro de fêmea no cio já se espalhava no ar...
Ver aquela gente toda se esfregando dava muito tesão.
De repente olhei para o lado e vi um garotinho que aparentava ter uns 22 anos no máximo, notei que ele estava de pau duro e tentava disfarçar colocando as mãos sobre o volume na calça jeans. Cheguei pertinho dele e disse que também estava doida para trepar e coloquei a mão sobre a sua calça e segurei firme o seu pau. Ele me olhou assustado e disse que tinha vergonha de trepar na frente de todos e que estava daquela maneira porque havia notado a minha inquietação quando cruzava as pernas freneticamente.
Perguntei quantos anos ele tinha e cheguei mais perto, deixando que ele visse um pouco dos meus peitinhos de bicos durinhos. Ele disse que tinha 23 anos e que não tinha muita experiência sexual, mas que tinha muito tesão em mulheres mais velhas.
Ele não tirava os olhos dos meu peitos, então abri mais as pernas para que ele visse a minha calcinha de renda branca, que a esta altura estava completamente ensopada. Ele tremia, mas arriscou colocar a mão na minha boceta molhadinha. Estremecemos os dois, então resolvemos procurar um lugar para trepar. O tesão estava nos enlouquecendo. Chupei sua língua com força, desejando-a na minha bocetona molhada.
Encontramos um lavabo apertado, havia somente a pia para lavar as mãos. Entramos e então o encostei na pia, abri o seu zíper comecei a sugar seu pau durinho, suas bolas. Puxei suas calças e sua cueca até os joelhos e tentei lamber tudo, até seu rabinho. Ele gemia e agarrava minha cabeça com força, gemendo muito e me chamando de PUTONA.
A sua voz me excitava mais. Invertemos as posições, ele me colocou de costas encostada na pia, separou minhas pernas, levantou minha saia e começou a me lamber ainda de calcinha, me lambia o rabo e minha boceta. Eu estava de costas e de repente ao olhar para o espelho vi que a porta estava entreaberta e que Cristina nos olhava e se masturbava.
Ficamos nos olhando enquanto meu garotinho me lambia enquanto puxava minha calcinha para o lado. Levantou-se e sem rodeios enfiou seu pau muito duro no meu rabo. Gemi de tanto tesão. Enquanto ele fodia meu rabinho, apertava meus peitos com força. Cristina, que até então só observava, resolveu entrar no banheirinho, trancou a porta e começou a lamber o rabo do meu garotinho.
Ele estava enlouquecido e mandou que ela me chupasse também. Meu garotinho encostou-se na pia e continuou a me enrabar. Me colocou de frente para ela com a boceta toda aberta e meladinha. Cristina chupou-me feito louca, enquanto se masturbava. Queria experimentar também a bocetinha da minha amiga e troquei de lugar novamente.
O meu garotinho começou a enrabar minha amiga, enquanto eu a chupava. Estávamos como animais no cio.
Enfim, sentei na pia e abri as pernas e meu garotinho enfiou seu pau duro e melado na minha boceta, enquanto beijava a boca de Cristina. Gozamos juntos.
Hoje continuo trepando com Cristina mais nunca mais vi aquele garoto e nem sequer sei seu nome. Apenas sei que aquela foi a minha melhor foda.


 

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