terça-feira, 6 de abril de 2010

LU EM BONDAGE

Conto de autor desconhecido


 

Lu para os íntimos, é uma paulistana, morena clara de cabelo chanel, 23 anos, com 1,70 m de altura, dona de um bom corpo, rosto bonito, com um certo ar de perversa. Em vocabulário mais vulgar, uma gostosona com cara de "sacaninha". Já faz algum tempo que não mora com a família e divide uma casa com duas amigas no bairro do Limão, em São Paulo. Como todas as jovens da sua idade, Lu gosta de baladas noturnas em bares e danceterias, onde costuma conhecer rapazes e ficar com os mais interessantes, numa roda-viva de relacionamentos fugazes. Às vezes, pinta um namorico mais longo se o parceiro vale a pena.
Foi numa dessas baladas que Lu conheceu Marcos, um homem de 38 anos, moreno, bonito, 1,80 m, de corpo sarado. Marcos não era um rapazola da faixa etária dos que ficam com Lu, mas sua beleza física, seu charme, sua gentileza e sua boa conversa atraíram-na fortemente. Evidentemente, a atração mútua os levou ao sexo. Lu já tinha alguma experiência em sexo, mas nada muito fora do convencional. Marcos era experiente e sabia como levar uma mulher ao delírio na cama.
Com muita habilidade, conseguiu descobrir as zonas erógenas do gostoso corpo de Lu, fazendo-a ficar rapidamente molhadinha e ofegante. As transas eram fogosas, daquelas de desarrumar a cama e molhar os lençóis de suor, mas foram bem convencionais nas primeiras vezes, tipo papai-mamãe, com poucas variações. Nem sexo anal rolou. Entretanto Lu notou que ele gostava de ter o controle da situação na cama, sempre tomando as iniciativas e mandando que ela mudasse de posição, fizesse sexo oral, etc.
Empolgada com a relação, Lu deixou-se levar pelo domínio de Marcos. Ela ainda iria ter uma enorme surpresa com ele em matéria de dominação e sexo...
Na última vez em que transaram, Lu descobriu um mundo novo no sexo nas mãos experientes de Marcos. Foi num conhecido motel que fica próximo ao aeroporto de Congonhas. Ele havia levado uma pequena mochila para o quarto, à qual Lu não havia dado importância. Nesse dia, Marcos disse que gostaria de lhe ensinar umas novidades em matéria de sexo. Curiosa, gostando de sexo e querendo aprender mais, ela concordou sem ao menos perguntar o ele pretendia fazer. Se tivesse perguntado...
Marcos disse-lhe que ficasse de calcinha e sutiã e se deitasse. Ela obedeceu. Ele se deitou, virou-a de bruços e beijou-a dos pés à nuca, subindo devagar pelas pernas bem torneadas, pelo bumbum arrebitado e pelas costas. Enquanto beijava a nuca de Lu, pegou os pulsos dela e os cruzou às costas. Lu deixou-se levar sem ao menos suspeitar o que viria em seguida.
Rapidamente, sem que houvesse tempo para ela perceber o que acontecia, Marcos pegou uma cordinha de nylon que escondia na cueca e amarrou firmemente os pulsos de Lu. O susto dela foi grande. Tentou virar-se bruscamente, mas não conseguiu porque ele estava sentado sobre o seu bumbum.
Só pode dizer, em tom de desespero: - O que você está fazendo comigo? Que violência é essa? Solte-me! Solte-me, por favor!
Ela tentou soltar os braços da amarra. Moveu desesperadamente as mãos tentando alcançar o nó, mas não conseguiu. Bateu as pernas, tentando tira-lo de suas costas, mas ele não se abalou e continuou a segura-la.
Disse: - Fique fria, meu amor. Não vou machucar você. Vou apenas mostrar-lhe algo de novo e muito gostoso no sexo.
Em seguida, pegou outra cordinha na mochila e dirigiu-se aos pés de Lu. Ela tentou impedir que ele os amarrasse, debatendo-se e dizendo: - Não, não, por favor, os pés não! Não amarre os meus pés! Não quero!
Ela queria pelo menos ter a possibilidade de poder se defender com os pés, mas ele a segurou com força e os amarrou juntinhos.
Para completar, ele passou uma cordinha na linha da cintura dela, dando umas três voltas e passando-a pela amarra dos pulsos, prendendo os braços junto às costas. Ela estava bem indefesa e apavorada.

Disse, quase gritando: - O que você vai fazer comigo, seu malvado? Solte-me, por favor! Ele ignorou os apelos e falou para ela não gritar, pois não lhe faria mal. Porém ela não parava de protestar em voz alta.

Em razão disso, Marcos tomou uma atitude mais drástica. Pegou um chumaço de gaze na mochila, segurou Lu por trás e o enfiou na boca dela. Ela tentou impedir fechando a boca, mas ele segurou-lhe o nariz, forçando a abertura. Ela, sentindo aquele objeto preenchendo a sua boca, reagiu e tentou gritar. Tarde demais.

Nada conseguiu emitir além de grunhidos: - Não, não, pare! Não quero! Não quer...Socorr...Mmmuuhh...mmmuuuhn! Mmmuuuhh... Ainda segurando-a com força, Marcos cobriu-lhe a boca com um bom pedaço de fita adesiva larga. Estava completa uma boa mordaça. Não dava para gritar e muito menos falar. Ficou mais apavorada ainda e tentou escapar dos braços dele. Debateu-se freneticamente, gemendo muito, em vão.

Então, ele a soltou, pôs-se em pé ao lado da cama e disse: - Meu amor, o que estou fazendo com você chama-se bondage. É a técnica de excitação sexual por imobilização da parceira. É uma coisa antiga, muito praticada pelo mundo, mas ainda meio tabu aqui no Brasil. Para a sua sorte, não me excito batendo em mulher. Só quero você indefesa, sujeita a todas as minhas vontades. Você vai gostar, vai ver. Relaxe e aproveite.

Essas palavras foram de certo modo tranqüilizadoras para Lu, mas era difícil para uma garota de 23 aninhos relaxar numa situação daquelas, toda amarrada e amordaçada, inteiramente à mercê de um homem. Suas amigas de casa sabiam que ela havia saído com alguém, mas não sabiam com quem e nem para onde. Estava inteiramente nas mãos de Marcos. A única coisa que podia fazer era esperar pelo que viria, passivamente...com um terrível medo. Ele a tomou nos braços, colocou-a em pé ao lado da cama e, abraçando-a por trás, fez-lhe carinhos nos seios, no bumbum e nas coxas. Beijou-lhe a nuca, o pescoço e as orelhas, causando-lhe arrepios. Seus dedos entraram no sutiã e massagearam aquele belo par de seios.

Depois, foram maliciosamente enfiados dentro da calcinha e tatearam entre as coxas, alcançando a xoxotinha ainda sequinha. Ela ainda estava dura de medo. Logo, Marcos a colocou na cama, deitou-se ao lado dela e começou novamente a acaricia-la e beija-la pelo corpo todo. Ela gemia baixinho, mas não se debatia. Só se contraía e gemia mais alto quando ele lhe dava umas mordidas de leve no bumbum e nas coxas. Em alguns minutos, ela já estava começando a relaxar, entrando no clima do sexo com Bondage.

Começou a ficar excitada quando as mãos de Marcos acariciaram seus seios durinhos e começou a ficar ofegante quando sentiu a mão dele dentro da calcinha, explorando o apertado vão entre as coxas, em busca do "poço do prazer". Quando sentiu nos dedos que ela já estava molhadinha, ele sorriu e disse: - Não disse que você ia gostar? Você vai adorar, minha gostosa menina!

Apesar de excitada, Lu ainda estava preocupada com o que ele faria depois. Estava sentido uma sensação estranha. Estar indefesa nas mãos dele a deixava revoltada, querendo se libertar. Por outro lado, estava gostando de sentir os carinhos sem poder reagir. Era excitante, gostoso, diferente. Marcos levantou-se e pegou a mochila.

Quando ela o viu tirando uma tesoura, apavorou-se novamente. Reagiu e gemeu muito: - Nnnnãããuuhh....nnnãããuuhh...mmmuuhhnn... Porém, sua reação não passava de contorções vigorosas devido às amarras firmes e seus gemidos eram abafados pelo ruído ensurdecedor dos aviões que pousavam e decolavam do aeroporto e passavam quase sobre o motel. Marcos havia planejado bem essa noitada... Ele encostou a tesoura nos seios dela. Imobilizada e aterrorizada, só lhe restou gemer desesperada quando sentiu o frio metal nos peitinhos deliciosos. Em movimentos bem lentos, Marcos cortou as alças do sutiã e o removeu, deixando totalmente expostas aquelas duas elevações durinhas e gostosas. Depois, ele lhe daria um conjunto de sutiã e calcinha novos. Deixou a tesoura de lado e chupou longamente aqueles montinhos lindos, com os bicos empinadinhos de excitação. Com a língua, rodava em volta dos bicos, dando-lhe uma leve mordida de vez em quando, com uma puxadinha. Lu envergava o corpo e gemia a cada vez que ele fazia isso. Com os dentes, Marcos abaixou a calcinha, bem devagar, até deixa-la na altura das canelas. Logo a sua mão trabalhava bolinando o clitóris. Lu ficava cada vez mais excitada, já esquecida do medo. Estava bem ofegante, gemendo de prazer.

Quando percebeu que era chegado o momento, Marcos desamarrou os pés dela e tirou-lhe a calcinha dos pés. Destes, foi subindo a boca pela parte interna das coxas, até chegar à xoxotinha. Lu gemeu e se contorceu a cada movimento da língua dele na sua "grutinha". Subindo mais ao longo daquele corpo delicioso, ele entrou no meio de suas pernas abertas. Seu cacete insinuou-se lentamente naquela gostosa entrada, penetrando fundo. Lu gemeu, cerrou os olhos e jogou a cabeça para trás quando sentiu seu corpo sendo invadido. Em seguida, ele a pegou pelos ombros e a ergueu. Sentado, a fez sentar-se no seu colo, de frente, sem tirar o cacete.

Abraçou o corpo indefeso de Lu, entrelaçando as mãos amarradas dela com as suas. Nessa posição, de penetração máxima, ele a moveu para cima e para baixo usando a força de suas pernas e braços. Ao mesmo tempo, chupava o pescoço e os seios dela. Lu nunca havia sentido sensação tão forte no sexo. Abraçou a cintura de Marcos com as pernas, como que buscando segurar o cacete em seu interior. Ficou zonza de tanto prazer. Gemia e se contorcia sem parar. Num dado momento, Marcos lhe tirou a mordaça e a beijou com ardor. Ela correspondeu com todo o fogo de uma mulher próxima de gozar. Dizia: - Aaahhh...seu tarado...aaahh...seu canalha...aaa...gostoso... Depois de alguns minutos de intensa movimentação dos corpos, explodiram em gozo. Ela gemeu alto e relaxou o corpo. Marcos a abraçou longamente depois do orgasmo, acariciando-a e beijando-a, mas não a desamarrou. Ela pediu: - Amor, solte-me, por favor.

Ele não a soltou, e disse, em tom enérgico: - Não, ainda não. Vai haver a segunda sessão da sua iniciação em Bondage. E não reclame, senão eu a amordaço novamente. Lu viu que nada podia fazer a não ser esperar. Estava inteiramente dominada. Não queria ser amordaçada novamente, e não estava achando tão ruim estar amarrada. Queria ver o que seria essa segunda sessão... Em seguida, ele a levou à banheira de hidromassagem, onde deu um gostoso banho naquele corpo imobilizado, acompanhado de muitos beijos e carinhos. Carregando-a de volta à cama, disse: - Amor, agora que você sabe que o Bondage é gostoso, vamos á segunda sessão, mais gostosa ainda. Essa outra sessão seria realmente gostosa, para Marcos.

Para Lu, talvez não tanto... Ele recolocou a calcinha em Lu e tornou a amarrar os seus pés. Lu não estava entendendo aquilo, mas logo soube o que significava, quando Marcos lhe disse: - Meu bem, vamos fazer um joguinho, uma aposta. Aposto como você não consegue tirar a calcinha em 10 minutos, até o tornozelo, ao mesmo tempo em que fica com o meu pau na boca, sem tirar. Se conseguir, desamarro-a e você estará livre. Se não conseguir, vai continuar amarrada e sofrer um castigo sexual. Lu achou que era muito difícil conseguir tirar a calcinha e ficou preocupada com tal castigo, mas não tinha escolha. Primeiro, ele a fez abocanhar o pau e disse: - Pode começar tentar tirar a calcinha, mas não tire o pau da boca. Lu contorceu-se muito, tentando empurrar a calcinha para baixo.

As mãos presas à cintura não desciam além do bumbum. Depois de alguns minutos, começou a ficar nervosa e desesperada, pois não conseguiu nenhum progresso para evitar o castigo que ainda nem sabia o que seria. Além disso, segurar o pau duro de Marcos na sua boca lhe dificultava os movimentos e a respiração. Ele se divertia bolinando os seios dela e a segurava pelos cabelos quando ela ameaçava cuspir o pau. Num esforço supremo, Lu conseguiu empurrar a calcinha com a ponta dos dedos, fazendo-a baixar até a parte alta das coxas, mas parou aí. Tentou de todas as maneiras possíveis, mas não conseguiu... Apesar da frustração de não ter conseguido, Lu estava novamente excitada, molhadinha. Sentia raiva e prazer ao mesmo tempo pelo fato de não conseguir se libertar ou ganhar o jogo, o que a excitava como nunca. Marcos percebeu isso e ficou convencido de que havia encontrado uma nova e gostosa Bondagette... Passado o sufoco, Lu ficou muito apreensiva com o castigo. Apanharia? Não, porque ele havia dito que não batia em mulher. O que seria dela então? Desta vez, ele amarrou também os joelhos de Lu, bem juntos, com uma corda enrolada logo acima deles. Então, ele apanhou um isqueiro e uma vela na mochila.

Quando viu a vela acesa, Lu ficou apavorada, debatendo-se desesperada e ameaçando gritar: - Não, não, não! Isso não! Por favor, isso não! Eu vou gritar! Eu vou ter um chilique!!! Não esperava ser torturada daquela maneira. Ele montou sobre ela com um sorriso sádico, tampou sua boca com a mão e balançou a vela acesa sobre seu corpo por alguns minutos, deixando-a terrificada. Tentava escapar, mas o peso de Marcos a segurava. Porém, ele não pingou a parafina quente nela. Era só uma encenação. Passado o susto, Lu relaxou e até ensaiou um riso quando o viu rindo. Disse, em tom malicioso: - Seu malvado! Seu safado! Quase me mata de susto! Canalha! Em seguida, ela a colocou de bruços, deitou-se sobre ela e a penetrou. Ela suspirou e gemeu baixinho. Logo, ele a virou de lado e a abraçou pelos seios, que massageava vigorosamente. De vez em quando, ele dava um pequeno apertão nos bicos, fazendo Lu dar gritinhos de dor e reclamar. Aí, ele virava a cabeça dela e tampava–lhe a boca com um beijo gostoso. Lu foi se excitando cada vez mais, e quando ele percebeu que ela estava quase no clímax, parou, tirou o pau, colocou-a de bruços com o travesseiro sob os quadris, fazendo-a empinar aquele maravilhoso bumbum. Ela, ainda no torpor da excitação, ofegava de olhos fechados. Ele deitou-se novamente sobre ela e ficou ameaçando a penetração no cuzinho dela.

Percebendo o que ele queria, ela mostrou-se assustada e falou: - Ái, não, não! Tenho medo! Tenho medo! Isso dói, isso dói! Ela já havia feito sexo anal uma única vez, mas a experiência não havia sido boa. Doera demais e ela não havia sentido prazer algum. Tinha muito medo de repetir o sofrimento. Em seguida, ele passou gel lubrificante no cuzinho dela. O frio do gel no bumbum a deixou mais agitada: - Nãão, nãão! Não quero, não quero! Vai doer! Por favor, não, não! Sem se importar com o protesto, ele enfiou o dedo no cuzinho dela, para lubrificar por dentro. Lu mostrou-se desesperada, como a maioria das mulheres. Elas preferem levar o pau no bumbum ao dedo. Contraiu-se toda e berrou: - Áaaai...ái, ái, ái! Páaara, páaara...ái, ái! Seu malvado! Nããão! Tira, tira, tira o dedo! Ái, ái...áai...tá bom, tá bom...áai Maaarcos....tá bom! Esse "tá bom" dela não significava que ela estava gostando daquilo, e sim que não estava suportando mais. É engraçado, mas 9 entre 10 mulheres dizem a mesma coisa nessa situação. Os dedos dela dançavam no ar tentando alcançar o dedo invasor, inutilmente. Marcos tampou-lhe a boca com a mão e, para desespero de Lu, ficou brincando com o dedo por mais alguns minutos. Logo, Lu não conseguiu manter a forte contração do corpo e acabou relaxando. Aí, notou que diminuía a sensação de incômodo do dedo no cuzinho com o relaxamento.

Quando ele finalmente tirou o dedo, ela já não protestava tanto. Era isso mesmo que ele queria... -Está pronta para levar no bumbum? Perguntou Marcos. Estando ou não pronta, ele iria "comer" seu cuzinho, mas ele é um sujeito educado... Lu, vendo que não teria escolha, concordou relutante: - Estou...mas por favor, devagar. Cuidado comigo. Não me machuque. Respondeu timidamente. Sem perder tempo, Marcos colocou Lu de bruços na beirada da cama, com a barriga apoiada nela e os pés para fora. Passou mais gel no bumbum e se posicionou para sodomizá-la, mas não a penetrou de imediato. Ficou ameaçando a penetração durante vários minutos. Isso foi uma agonia para Lu, que cerrava os dentes e os olhos a cada vez que sentia a pressão do pau no cuzinho. Marcos dizia-lhe para não se contrair e sim relaxar, sem "trancar" o cuzinho. Num certo momento, ela teve a boca tapada pela mão dele. Logo, começou a sentir a pressão do pau no cuzinho, mas dessa vez ela não foi aliviada. Não era mais ameaça. No início, a pressão; depois, uma dor aguda e a sensação de que o cuzinho estava sendo alargado. Ela soltou um grito abafado quando a cabeça do pau entrou, devagar. O resto entrou de uma vez, até o fim. Ela se contorceu e gemeu por baixo da mão dele.

Com as mãos, Lu tentou afastar o corpo de Marcos, mas não conseguiu. Agitou a cabeça com força e conseguiu liberar a boca para gritar: - Áaaai! Áaaai! Tira, tira, tiiiraaa! Tá doendo! Ta doendooo! Por favor, tira, tiiiraaa! Aaaahhh... Logo, ela sentia novamente a mão de Marcos tapando a sua boca, impedindo-a de continuar gritando. De vez em quando, ele tirava a mão rapidamente, só para ouvi-la gritar, e voltava a tapa-la. Sem tirar o pau, ele a ergueu e a colocou sentada no colo. Nessa posição, o pau fica enfiado até o "talo". Lu mal conseguia respirar sentindo aquele volume enorme dentro de si. Marcos ainda segurava-lhe a boca com a mão esquerda. Com a direita, acariciava-lhe os seios. Quando viu que ela não tentava gritar mais, ele liberou a sua boca. Ela passou a gemer e a protestar: - Áaai...áaai....uuuhhi...tá doendo, tá doendo! Seu malvado! Seu cachorro! Seu tarado! Ái...ái...áai..uuhiii...Por favor, deixe-me deitar! Por favor! Depois de uns 5 minutos nessa posição, ele a levou de volta para a cama, deitando-a de lado, sem tirar o pau. Abraçado nela por trás, ele começou a "socar" o pau naquele bumbum arrebitado e gostoso. Lu se retorcia a cada "socada", gemendo alto e chamando Marcos de "cachorro" e de outros adjetivos mais vulgares. Porém, não pedia para tirar o pau.

Na verdade, ela aprendera e relaxar e estava começando a sentir prazer em meio à dor da enrabada. Parecia que o fato de sentir dor sem poder reagir a deixava mais excitada. A dor, embora forte, já não era insuportável e estava gostando. Já estava se movimentando acompanhando as "socadas" de Marcos e cobrando-lhe beijos na boca para abafar seus gemidos: - Áaahh...ái...ái...beije-me, canalha! Beije-me gostoso, seu cachorro! Uuuhhiii... Marcos correspondia e suas línguas se entrelaçavam doidamente. No meio desse frenesi, Marcos estendeu a mão e pegou um vibrador, que enfiou na xoxotinha de Lu pela frente, entre as coxas bem apertadas pelas amarras. Quando começou a sentir as vibrações, Lu ficou doida de prazer. Já havia imaginado uma dupla penetração, achando que não seria prazerosa, mas feita daquele jeito, era demais para uma mulher na flor da idade e bem excitada. Gemeu e se contorceu freneticamente nos braços de Marcos, que continuava a "bombar" o pau no seu bumbum.

Depois de vários minutos nessa louca e quente interação de corpos, eles gozaram deliciosamente. Lu, sentindo as golfadas dentro do seu corpo, sentiu alívio e uma enorme sensação de prazer, diferente do orgasmo somente vaginal. Gemeu e relaxou em torpor nos braços fortes que continuaram a abraça-la por mais algum tempo.

Passados seis meses desse encontro memorável, Lu continua a namorar Marcos, que está muito feliz por ter encontrado uma Bondagette tão gostosa.......

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Conte sua fantasia