quarta-feira, 14 de abril de 2010


FABÍ
Escrito por Gabriel

 


A primeira vez que vi Fabíola, ela estava usando uma sandália que tinha emprestado da minha namorada Andréa . Devo confessar que o calçado ficou lindo nela: Fabíola tinha uns pezinhos maravilhosos: o peito do pé nem gordo nem magro, dedos simétricos, pés bem feitos, lisinhos, unhas bem feitas.
Aliás, ela era toda linda. Era uma loira alta, de seios grandes e bunda empinada.
Era muito simpática, embora tivesse esse defeito: de pegar coisas emprestadas .
Eu a vi outras vezes com outros objetos emprestados de Andréa : brincos, pulseiras, relógios, etc...
Uma ocasião encontrei Fabíola num shopping . Vestia uma calça jeans que ,prá variar, tinha tomado emprestada da minha namorada.A calça ,que dava à Andrea um ar adolescente, no corpo de Fabiola era uma arma de sedução.
A calça ficou apertada, modelando todo o seu corpo, ressaltando a bunda redondinha. Eu não consegui conter o meu olhar de admiração e logo Fabi notou que eu acariciava sua bunda e suas coxas com o olhar.
Como conjunto , ela usava um top bem agarrado que realçava os seios avantajados. Não preciso dizer o quanto ela estava chamando a atenção...
Conversamos amenidades, ela me disse que estava fazendo compras e me pediu para ajudá-la a escolher umas sandálias.
Eu disse que estava indo prá casa de Andréa, mas ela me convenceu, quando me olhou e disse : "-Vem, apenas um pouquinho, é rapidinho.."
Não foi rapidinho, mas eu não me importei, pois me deliciava vendo-a provar várias sandálias e sapatos ,desfilando para mim, como se pedisse a minha opinião.
Ouvi por acaso, uma conversa de Fabi com a gerente da loja, sua amiga Karina. Karina perguntou quem era eu. Fabiola disse ,bem baixinho :
"- é o meu namorado, estamos quase noivos "
-"ele é muito elegante, dizia Karina," é charmoso."
"É, disse Fabiola, mas é meu, fica longe dele, ele tem dona" ..E as duas riram bastante, enquanto Fabiola pagava a conta.
Eu fiquei encarregado de carregar as sacolas enquanto ficavamos andando um pouco pelo shopping.
Ela me perguntou se eu não estava com pressa, pois tinha que encontrar com Andrea. Eu respondi que não, pois ligara desmarcando o encontro.
Ela não disse mais nada e caminhamos mais um pouco. Ela disse que estava com sede e fomos pra praça de alimentação do shopping.
Conversamos , rimos e pincipalmente nos olhamos muito.
Fabiola pediu um sorvete de casquinha e foi lambendo suavemente, de maneira provocativa enquanto iamos para o estacionamento. Já era noite. Fabiola rebolava à minha frente e de vez em quando, olhava para mim e sorria.
Pediu-me para abrir o porta malas do carro e enquanto eu guardava as sacolas, ela sentou-se no banco de trás do carro, com as pernas prá fora, terminando de lamber seu sorvete.
Terminei de guardar as sacolas e me agachei em frente a ela, olhando-a sem dizer nada.
Ela me fitou e perguntou :" Que foi ?"...
"Nada," eu disse .... "Quer ?", ela me ofereceu, estendendo a casquinha.
Me levantei, desequilibrei e num gesto brusco, bati na sua mão e fiz a casquinha com o resto do sorvete cair nos seus pés.
Devo ter pedido desculpas, não lembro...Lembro que me ajoelhei, tirei a sua sandália e comecei a lamber o sorvete no seu pé, lambi demoradamente o peito do pé, os dedinhos um por um, colocando a lingua entre eles, sugando cada dedinho, às vezes olhando diretamente para os olhos dela...
"Nossa"" ela disse. .
Passei para o outro pé, estiquei a mão e apertei uma das coxas. Enquanto me deliciava com seus pezinhos, ela foi entrando mais prá dentro do carrro, falando : " Tarado.."..
Apesar de estarmos num amplo estacionamento, era noite e só havia um guarda e uma guarita muito distante.
Mas eu nem pensei nisso na hora, comecei a mordiscar uma das coxas grossas, mesmo por cima da calça, enquanto apertava a outra numa carícia agressiva e lasciva.
Quando tentei tirar sua calça, dizendo: "tira,tira,", ela me puxou pelos cabelos e me fez sentar ao seu lado, no meio do banco.
Disse apenas "vem cá", levou minha boca até seu pescoço e enquanto eu chupava e lambia ela murmurava "tarado, tarado".
Pegou minha mão e começou a acariciar o seio com ela. pedindo "morde minha orelha". Mordisquei sua orelha, enfiei a lingua no seu ouvido e apertava, apalpava a carne macia dos seus seios.
"Safado", ela dizia, entre gemidos. Mordisquei o queixo dela e apertei seu seio com força e tesão. Tentei beijar a sua boca, mas ela desviou e levou de novo minha boca para o pescoço. "Chupa"..chupei seu pescoço até ela gemer,deixando marcas vermelhas de sucção, mordisquei seus ombros bonitos e desci a mão até as coxas.
Apertei as coxas e comecei a apalpar sua buceta, mesmo por cima das roupas. Ela apenas gemia e às vezes, murmurava meu nome.
Abriu minha camisa e mergulhou no meu pescoço também e ficou amassando meu pau durissimo por cima da roupa. Ficamos nos chupando mutuamente até eu deixar muitas marcas nos seus ombros e pescoço. Não tinha parado de esfregar a mão na sua vagina.
Tentei novamente abrir o botão da calça jeans com as duas mãos. Ela colocou a mão em cima da minha e disse "não". "Tira" eu disse "não aguento mais de tesão ",
- "me diz que eu sou gostosa" ela disse, de olhos fechados..
"Gostosa,..vocé é muito gostosa, Fabíola"..
"Fala meu nome de novo ", ela disse.
." Fabiola", eu disse, bem junto do seu ouvido.
Ao ouvir isso, ela baixou o top e o soutien e literalmente esfregou minha cara nos enormes seios. Lambi os mamilos alternadamente. Seus seios eram enormes, lindos, redondos bicudos e escuros..
"Chupa, ela disse" mama, mama na Fabi"..
Fiquei louco e comecei a chupar como um esfomeado, chupei, mordi, lambi, ela arfava e segurava minha cabeça.
Voltei a investir no proposito de tirar a sua calça. "tira, eu disse, parando de chupar seus seios e voltando logo em seguida. Os biquinhos dos seios já estavam durinhos que nem pedra.
"não, ela disse " é loucura, voce é tarado".
Eu já estava sem paciência, e louco de tesão , olhando bem nos olhos dela; puxei o cós da calça com força, até que o botão saltou.."tiro, amor, tiro" ela disse e levantou um pouco o dorso enquanto eu descia o ziper e descia rapidamente a calça junto com a calcinha.
Voltei a sugar seu seio e apalpei e alisei suas coxas, deslizei a mão pelo lado interno das coxas, e comecei a alisar sua xoxota, sentindo com os dedos seu grelo saltado pela excitação. Passei o dedo pelos pequenos lábios que estavam grossos e úmidos e iniciei uma masturbação vigorosa no grelinho, em movimentos circulares, rápidos e lentos, rapidos e lentos.

 Ela gemia e pedia "mais, forte, mais rapido", pedindo pra eu chupar seus seios e seu pescoço. Ela se contorcia, gemia e esfregava sua mão na minha, dirigindo a siririca, mordia a minha orelha. "que delicia" ela dizia.Enquanto socava com força 3 dedos na sua vagina ensopada ela gemeu no meu ouvido :"vou gozaaarr, não pára que eu vou gozar, mais depressa..."
Então Fabiola puxou meu rosto de encontro ao seu e enfiou a lingua com fúria dentro da minha boca. Foi o nosso primeiro beijo. Ela chupava minha lingua doidamente.
Depois agarrou-me pelo pescoço,urrou e gozou...gozou loucamente. Mordia meu ombro prá abafar os gemidos.
Aí disse : "pára,pára, pára...para de mexer, para, não toca nela,não toca....eu gozei ,pára..uiuiui, tá sensivel, devagar,amor, tira o dedo devagar."
Tirei lentamente os dedos da sua buceta molhada. Ela esticou-se devagar no banco, estava com o rosto vermelho e o banco do carro ficou úmido. Fechou os olhos e disse :" que delícia, que tarado você é..".
Um segundo depois tocou suavemente o grelinho inchado ,gemeu e do nada gozou novamente se encolhendo toda.
Depois de leves espasmos involuntários, Fabiola se esticou no banco.."caraca, como gozei.", ela disse "to molinha, molinha" . Fechou os olhos. O banco ficou ainda mais molhado.
Ver aquela mulher bonito, com os grandes seios de fora e praticamente nua no banco traseiro do carro, me deixou ainda mais excitado. Meu pau parecia querer furar o tecido da calça.
Lembrei-me de onde estavamos, mas foi só por um breve segundo.
Continuei sentado ao lado dela, ela me olhou com os olhos brilhando e me puxou para um beijo longo e gostoso. Abriu minhas calças, pegou no meu pau duro e começou a me masturbar lentamente.
Aí ela disse : "vem me foder", subindo no meu colo, de frente pra mim. Foi encaixando aos poucos sua buceta no meu pau e começou a cavalgar subindo e descendo, dançando no meu caralho.

Fabi gemia muito, pedia pra eu foder ela bem gostoso,subia e descia no meu pau numa dança desconexa, falava putaria no meu ouvido, mordia minha orelha, me beijava, gemia,sacudia todo o corpo.

Eu pedi pra ela ir mais devagar, porque eu gozo logo nessa posição, mas ela não parava. Dizia :" que pau gostoso, isso mesmo, fode, acaba com meu tesão.."
Ainda tentei conter seus movimentos segurando-a pela cintura, mas ela não parava, indo e vindo cada vez mais rapido, até me fazer gozar feito um louco..
"Isso, ela dizia " goza, safado, me enche de porra ..Tarado !!". Gozei urrando entre dentes prá não fazer muito barulho, parecia que ia desfalecer.
Ela desceu do meu colo com um sorriso de satisfação e ficamos nos beijando enquanto a noite nos envolvia .no estacionamento quase vazio
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MINHA ESTAGIÁRIA FAVORITA

 
Conto de autor desconhecido


"Sou um internauta. Costumo ficar horas a fio vasculhando páginas e mais páginas da Internet. Às vezes converso com colegas, trocamos informações sobre novos sites e novidades.
Isso me inspirou a contar a aventura a seguir, ocorrida há cerca de dois anos.
Tive uma estagiária de nível médio lá na empresa, a Andréa. Era uma mulher casada.
Ficávamos juntos oito horas por dia, por conta do trabalho. Ela tinha pernas roliças e grossas, os seios eram médios e os cabelos curtos.
Lá pelo mês de novembro, comecei a receber mensagens no meu computador. Eram frases misteriosas, sempre me elogiando e falando de atração. Tudo me deixava muito encabulado.
Certo dia, Andréa entrou na sala do nosso chefe, onde eu fazia um trabalho em seu computador, pois ele estava de viagem. Chamou-me pelo nome e me fotografou, pedindo que eu tirasse os óculos.
Então se declarou, dizendo que gostava muito de mim e que, se não fosse casada, gostaria muito de namorar comigo e de me conhecer profundamente.
A partir de então, passamos a conversar e a falar de sexo constantemente. Ela dizia que queria transar comigo, mas que não teria coragem por ser casada. Eu sentia nos seus gestos o tesão aflorando no rosto.
No fim do ano, lá pelo dia 30 de dezembro, ficamos a sós na seção a tarde inteira. Era seu último dia no estágio e, por volta das 17h, começamos a fazer o levantamento dos bens patrimoniais que se faz anualmente em cada área da empresa.
Ela vestia uma calça folgada de elástico na cintura, de um tecido bem leve e quase transparente, que combinava com uma blusa bem decotada e deixava os seios bastante à mostra.
Aí ela começou a insinuar-se com gestos. Estava querendo me provocar, queria me excitar, me deixar louco por seu sexo.
Disfarçadamente, passei por trás dela e agarrei-a, colocando minhas mãos sobre sua barriga. Depois, fui descendo e procurando a cintura da calça. Ao encontrar, comecei a enfiar as mãos em direção à xoxota. Ela reagiu tentando se desvencilhar e perguntou com um olhar maroto: 'Ficou louco? Pode aparecer alguém.'
Então fomos fazer o levantamento do restante dos móveis que estavam em uma sala de reunião ao lado. Ao entrarmos, fechei a porta e passei o trinco. Andréa se esquivou, mas insisti. Abracei-a de frente, bem apertado e ela correspondeu, agarrando-se ao meu pescoço, procurando minha boca e colocando a língua quente, ao mesmo tempo em que massageava meu caralho, que latejava dentro da roupa.
Comecei a beijá-la lentamente. Primeiro, os lábios carnudos, aceitando a língua úmida. Depois, fui descendo devagar, procurando os seios. Tirei-os para fora da blusa e comecei a sugá-los. Ela pedia que eu parasse, sussurrando que era casada e que não podia trair o marido. Não liguei para aquela lamentação, pois sentia que ela estava desejosa. Do contrário, não teria me beijado daquela forma.
Aos poucos, não só beijava, mas também mordiscava levemente os bicos dos seus peitos, alternando enquanto beijava um, amassava o outro com as mãos, pressionando meu corpo sobre eles. Era uma delícia! Então não me contive. A nossa tesão aumentava com aquela situação.
Quanto mais ela reclamava, mais ficávamos excitados. Lentamente, fui descendo sua calça e, então, pude vislumbrar aquela xoxotinha muito bem feita.
Era um triângulo perfeito, coberto por negros pêlos. Sou louco por boceta peluda!
Tirei o meu cacete para fora e ele estava duro que nem ferro e vermelho feito um tomate maduro.
A cabeça parecia mais a chapeleta de um caralho de um jumento. Que tesão!
Depois, ela se ajoelhou, segurou o pescoço do caralho, fez um carinho e ofegantemente lambeu a glande avermelhada. Puxou para a boca e engoliu até a metade. Sugou como se fosse um sorvete. Cada vez chupava mais e mais forte, com aquela boca quente e macia, lábios carnudos e aveludados gulosos por um cacete. Hum... Foi indescritível a sensação de prazer que senti.
Quase gozei, mas ela logo saltou longe, me deixando com o caralho duro em na mão, quase explodindo de tesão. Vestindo-se disse: 'Me leva para casa e faremos amor no caminho.'
Eu estava explodindo de tesão. O cacete pulsava como um louco, mas não houve outra coisa a fazer. Descemos de escada (estávamos no quinto andar) e, a cada lance, nos beijávamos e eu metia uma das mãos nas calças dela, pegando a xoxota. Enfiava um dedo na xana e ela estremecia.
Entramos no meu carro correndo. A distância a percorrer era de aproximadamente 40 quilômetros. Enquanto eu dirigia, ela continuava ativa.
Abriu o meu zíper e carinhosamente tirou meu pinto para fora e, aos poucos, começou a punhetar-me. Aquilo era muito excitante. Veículos e ônibus passavam por nós e, com certeza, os motoristas viam aquela cena. Isso não nos incomodava.
Ao chegar na cidade, ela me pediu que estacionasse em um lugar meio afastado.
Parei prontamente naquela escuridão indicada, reclinei o banco do carro, tirei-lhe a roupa até a metade das pernas, acendi a luz interna e outra vez pude maravilhar-me vendo aquela linda xoxota.
Entre um beijo e um amasso, passei para cima dela, pois ela dizia: 'Vem, vem me comer, já perdemos muito tempo.'
Comecei a deslizar meu caralho duro entre as pernas dela, de baixo para cima lentamente, até que a cabeça da minha pica encostou nos lábios daquela boceta linda.
Desesperada, murmurava: 'Mete, mete logo, estou louca por receber esse caralho em minha xana.'
Aos poucos, comecei um movimento de vaivém. Primeiro, enfiei até a metade da cabeça da ferramenta. Depois, enfiei devagarinho a cabeça toda. Ela se desesperava e eu explodia de tesão.
Na terceira vez, ela não resistiu e me puxou sobre si com violência, fazendo entrar todo o meu caralho, até colar os bagos na boca da boceta.
Suados, ela dizia: 'Goza, goza dentro de mim, pois quero sentir seu líquido me molhar toda por dentro.' Foi quando explodimos em um gozo intenso.
Depois, tirei a pica para fora da xereca e viu escorrer um rio de porra, molhando o cuzinho de Andréa. Aquilo tudo foi fantástico. Levei-a para bem pertinho de casa e ela disse que, naquela noite, ainda faria amor com o marido, pois ele costumava marcar o ponto todos os dias.
Só que dessa vez lembraria de nossa aventura. Fui embora e, infelizmente, nunca mais repetimos a dose."



Um comentário:

  1. Tb xamo Fabi,kero ti conhece me add. fabi_safada@hotmail.com..bjsss

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