sexta-feira, 30 de abril de 2010

NINFETA COM PIPOCA

Autor desconhecido


 


E

ra uma tarde de sábado, quando aproveitando o tempo livre, fui atender ao pedido de um amigo, que já havia algum tempo estava devendo uma visita. Deveria colocar alguns programas no computador da família.

Cheguei em sua casa naquela tarde quente de verão, fui atendido no portão de madeira, era a entrada para aquela residência de classe média de muros altos, por uma ninfeta de 18 anos, sua irmã, e para minha surpresa estava vestindo apenas um camisão de malha, branco, ia até o meio das coxas, que nunca pareceriam com as de uma menina debutante, eram deliciosas e um corpinho que despontava para a maturidade feminina.

Fui bem recebido por aquela garotinha... "Oi, o Silvinho tá aí?" perguntei.

"Oi Daniel, ele foi à casa da noiva e deve chegar daqui a umas duas horas... entre!"

Me recebeu calorosamente, só depois percebi, ela estava só..., a família tinha uma chácara próxima uns 30Km da cidade, onde passavam os finais de semana. Convidou-me para a sala de televisão, era circundada por um sofá de alvenaria alcochoada com uma grossa espuma, permitindo um certo aconchego.

Sentou-se à uns 2m de mim, jogando o corpo e as pernas arqueadas, permitiu-me ver um lance da sua calcinha de algodão também branco. Estava comendo pipoca e assistindo à um filme, comentávamos as cenas e ela não parava de me "secar" entre risos e olhares insinuantes;

Já estávamos mais perto por causa da tigela de pipoca que dividíamos. Ela começou com uma história de que os joelhos dela estavam doendo, devido aos treinos de vôlei no colégio...

"Veja como fazem um barulho gozado!.." disse, jogando uma das pernas sobre meu colo, me pedindo para colocar a mão e sentir a vibração do joelho que ela articulava, ora rossando meu membro, já consolidado, numa ereção percebida por ela, então, colocou a outra perna para que eu examinasse... não resisti, deixei que o sacana, até então preso pelo respeito ao meu amigo, se libertasse, escorreguei a mão lentamente pela coxa até chegar em sua bucetinha...

ela me olhou com um sorriso de safada e abriu as pernas para me facilitar o trabalho, logo senti como tudo estava encharcado. Deitei-a e mergulhei de língua em sua brechinha vermelha, levando-a a loucura, mexia tanto que acho que arranhei suas coxas com minha barba; já passeava também pelos peitinhos que cabiam nas conchas de minha mão, como se tivessem sido feitos com este molde, minha calça parecia explodir em instantes, quando uma mãozinha macia libertou meu meu ferro flamejante.

Coloquei-a de frente pra mim no meu colo, onde ela brincava de escorregar no meu pau, já não agüentava mais, quis penatrá-la, segurei-a pela cintura, por traz e esfregava naquela bundinha redonda, arranquei bruscamente sua calcinha o que fez com que ela soltasse um "ai" delicioso, música para meus ouvidos, apertava suas coxas na parte interna, e mirava meu caralho naquele valezinho, ela não me deixou, segurou o mastro e apresentou a seu cuzinho, empurrava o corpo pra traz como quem implorava que eu a rasgasse, levei-a para a cozinha onde me valendo de margarina, como lubrificante, preparei a penetração, ela chorava mas não me deixava parar de arrombar aquele cuzinho, que em pouco tempo inundava de porra,

Continuamos já no banheiro onde ela lavava meu pau, como quem brincava com uma bonequinha, sentei no vaso, e trouxe seu corpinho para sentar em mim, desta vez penetrando sua brecha... ela subia e descia devagar, até que sua bussa estivesse preparada para a ferocidade com que ela cavalgou em seguida, minha gana era tanta que puxava seu cabelo, explodimos novamente de prazer, desta vez juntos.

Meu amigo chegou meia hora depois de um bendito atraso! Querem saber? Voltei outro sábado àquela casa... mas isto é uma outra história.


 

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TRÊS NO SOFÁ

Autor desconhecido


 


 

Eu estava sozinho na mesa de um movimentado bar, próximo à Ilha Porchat, em São Vicente, tomando alguns drinques naquela noite de sábado que nada prometia.

De repente, surgiu um casal à procura de uma mesa, que aparentemente inexistia. Minha assiduidade e familiaridade com o estabelecimento ensejou a que um dos garçons me indagasse sobre a possibilidade da permanência do casal na minha mesa. Pôr se tratar de gente jovem e simpática, nada tive a opor.

Tão logo chagaram e se apresentaram, Carmem e Alberto mostraram-se muito desinibidos. Ele falou de sua atuação numa multinacional de engenharia, e ela de sua atividade como decoradora, tarefa esta que poderia ser trocada pela de manequim, no que era fácil acreditar, pois ela era portadora dos melhores dotes físicos para brilhar em qualquer passarela. Era, além de bonita e charmosa, gostosíssima. Na altura do terceiro drinque, com a conversa bastante animada, comecei a perceber que os esbarrões que Carmem me dava pôr baixo da mesa eram propositais tal a insistência e maneira pela qual me encarava. Já passava da meia-noite quando resolvemos nos retirar. Mas o calor estava realmente insuportável e dormir seria algo impossível.

Então Alberto sugeriu que fossemos - os três - tomar mais alguns goles em outro bar menos movimentado. Depois de rodarmos sem destino pôr várias ruas, Carmem perguntou se não seria melhor irmos beber em casa deles, idéia esta que deixou Alberto muito eufórico e a mim pensativo.

Quando chegamos, com intrigante insistência, o casal repetia seguidas vezes para que me sentisse à vontade. Como realmente eu precisava livrar-me dos efeitos do álcool que havia ingerido anteriormente, e prevendo o que poderia acontecer naquele fim de noite, fui tomar uma ducha, enquanto Alberto preparava os drinques e Carmem se trocava. Quando voltei, os dois riam gostosamente no sofá. Carmem vestia um diminuto shortinho e uma blusa transparente, que provocantemente deixava a mostra seus seios livres do sutiã.

Ao sentar de frente para eles, Alberto ofereceu-me um licor e foi para a sacada do apartamento, deixando-me a sós com a mulher. Para surpresa minha, Carmem aproximou-se e me aplicou as mais diversas e ousadas formas de carícias, deixando-me completamente enlouquecido. Ainda sem saber o que fazer, lembrei-lhes a presença de Alberto, e como resposta ela apenas disse: "Está tudo sob controle, agora", orientou-me. "Relaxe." E tomou o comando do espetáculo. Arriou minha calça, levando junto a cueca, e começou a alisar meu corpo, enquanto eu lhe acariciava os rijos e fartos seios sob a blusa. O shorte ela mesma tratou de tirar.

Aos poucos fui dominando a situação, a começar pôr um autêntico banho de gato, correndo minha língua a partir do pescoço, até alcançar a ponta dos pés, voltar coxa acima, mergulhar a boca em sua cabeluda vulva e mordiscar-lhe o clitóris, fazendo-a berrar feito uma bezerra. A força, alcancei uma posição que facilitasse a prática de um vibrante beijo francês (não é assim que vocês chamam?)

De repente, vi a Alberto inteiramente despido, masturbando-se junto a nós, pedindo ofegante para que continuássemos. Quando viu que o marido estava em ponto de bala, Carmem puxou-o para o carpete para acariciá-lo também. Eu começava a acreditar que aquela seria a noite mais maravilhosa e depravada da minha vida.

Enquanto Alberto era chupado, eu possuía Carmem pôr trás, fazendo-a delirar e aumentar o ritmo dos movimentos dos quadris e da cabeça, até explodirmos os três juntos, num monumental gozo.

Dando seqüência àquele espetáculo, Carmem levantou-se e apanhou uma garrafa de champanha. Deitou-se com as pernas para o alto e derramou a bebida sobre o corpo. Não consegui dominar a ânsia de minha língua, e cai louco sobre ela, começando a delizá-la pelo seu corpo.

Ela ficou extasiada quando apliquei nova massagem clitoriana, despertando sua indisfarçavel queda pôr um beijo francês. Animado com a cena, Alberto penetrou o ânus da mulher. Muito próxima de meus olhos, vi perfeitamente aquela penetração anal, que culminou em mais um gozo gratificante. Depois do intervalo para a conversa e o descanso, fomos todos tomar banho. Lá, Carmem logo tomou a iniciativa de comandar o show.

Começou a nos excitar quando ensaboava nossos corpos demoradamente. As carícias foram conduzidas de tal forma que se transformaram em penetrações anal e vaginal. Alberto, que não conseguia reanimar seu pênis amolecido nem com o recurso da masturbação, só servia de espectador.

Antes que atingíssemos outro orgasmo, Carmem disse que seria melhor darmos continuidade na cama. Foi, sem dúvida, uma noite plena de amor, repetida durante muito tempo, até que Alberto foi transferido para o Canadá, requisitado pela matriz da multi em que trabalha."


 

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MINHA VIZINHA É UM PECADO

Autor desconhecido


 

Meu nome é Bruno, tenho 20 anos e um instrumento de trabalho de que muito me orgulho. Tudo começou quando um amigo de infância do meu irmão mais velho voltou a morar lá no prédio.

Ele tinha se casado com Varéssi, simplesmente a mulher mais gostosa que eu já tinha visto na minha vida!!! Ela era morena, tinha os cabelos negros e lisos, lábios carnudos, pele cherosa e... Deus, ela tinha um rabinho maravilhoso, empinadinho que ficava com as poupinhas de fora quando ela colocava seu shortinho negro...e que buceta!!! o desenho da xaninha se mostrava perfeito em todos os detalhes, seus seios eram grandes e durinhos, o seu belíssimo rosto completava o explendido matérial que era Varéssi. ../logo ela pegou uma boa amizade com minha mãe, e sempre ela estava lá em casa...

Quase sempre ela descia pra conversar conosco com shortinhos bem apertados, que me deixavam louco. Dava pra ver a bucetinha dela se apertando em meio daquelas vestimentas justas... eu não conseguia parar de olhar e ela notava que eu estava de olho em seu corpo escultural.

Passaram-se alguns meses e eu desejando aquela mulher maravilhosa... Nossa, como eu me masturbava gostoso pensando naquela Deusa... meus orgasmos eram intensos, e sempre que eu terminava a punheta ficava mais louco de tesão.

Até que um dia minha mãe teve que viajar à negócios e a casa ficou só pra mim... A grande surpresa é que nesse mesmo período o marido de Varéssi também viajou para visitar um parente doente.

Na segunda noite em que eu passei sozinho lá estava ela, batendo lá na porta com um vestidinho decotado, deixando grande parte dos seus seios divinos à mostra!! E que tesão eu tenho com seios!!!! Ela pediu pra ficar um pouco lá em casa, pois estava entediada de ficar sozinha na dela... LÓGICO que eu aceitei.

Ela usava, como eu já falei, um vestidinho bem curto. suas pernas grossas e branquinhas me deixava com água na boca, mas eu tinha medo de chegar nela, pois tinha medo que ela contasse ao marido e a relação entre as famílias ficasse extremessida.

Ficamos conversando a noite toda (que otário eu sou) e depois ela foi pra casa. Fiquei com muito tesão e me masturbei o resto da noite... Nossa!! eu acho que aquela noite eu batí o meu recorde..me contorcia na cama de desejo por aquela vadia... eu não estava conseguindo mais me controlar... Na noite seguinte ela voltou, dessa vez com um conjuntinho "malhação" que deixava em evidência aquele corpo escultural que ela tinha...Não podia passar daquela noite. Ficamos um tempo conversando e assistindo ao jornal quando ela me fez A pergunta!!! Perguntou se eu não teria algum filme para assistirmos.

Respondí em um tom de brincadeira que eu tinha alguns filmes eróticos em casa... E pra minha surpresa, ela disse que adoraria assistí-los. Enquanto estavamos assistindo ao filme, lógico me pau ficou duríssimo, e ela notou que eu estava muito excitado e me perguntou descaradamente se eu estava gostando do filme e começou a me dizer as posições que ela mais gostava...foi nesse momento que tudo começou. Ela me perguntou o que eu mais gostava de fazer na hora do sexo... e eu respondí que eu adorava chupar bucetas...Nesse momento ela veio em minha direção, pegou em pau e disse no meu ouvido: "e eu adoro ser chupada"...ssssssssssss...que delícia!!!! naquele momento meu cacete estava tão duro que nada poderia tirá-lo do lugar.

Então ela abaixou o meu short bem devagar me dizendo que estava louca pra analisar meu material de perto e parece que ela não se espantou com meus 17,5 cms e começou a chupar meu pau frenteticamente, e que boquete maravilhoso...ela passava a lingüa bem gostoso na minha glande enquanto me olhava daquele jeito de quem está doida pra ser comida.

Tratei de inverter as posições e fui tirando aquele shortinho apertado que ela estava usando com a boca. Fui lambendo cada parte do seu corpo, tudo bem devagar...sua barriguinha enxuta, sua virilha bem
peludinha(e isso me deixou mais louco!!), fui passando a linha lingüa bem gostosinho dos lados de sua xaninha maravinhosa até chegar no clitóris daquela musa... dei um beijinho bem leve e delicioso na sua bucetinha, quando ela soltou um suspiro que quase me deixou doido...

Enquanto eu a chupava ela gemia deliciosamente soltando um misto de gritinhos com suspiros... que delícia amigos...a mulher cujo dediquei tantas punhetas estava alí, tremendo diante minha lingüa, comecei a lamber com mais intensidade, ela começou a gemer alto e eu fiquei preucupado com os vizinhos, mas naquela hora, eu não poderia parar... Varessi gozou gostoso e molhou toda a minha boca com seu sulco vaginal..."quer me possuir por inteira? se conseguir se segurar por 5 minutios serei toda sua, você não pode me tocar!!", essa proposta me deixou alucinado e claro que eu topei na hora. Varessí me encostou no sofá, subiu nele colocando a bucetinha peluda dela a 1 palmo do meu rosto e começou a se masturabar gostoso e passar as mãos naqueles seios divinos que ela tinha... ela mordia os lábios e rebolava em minha cara feito uma "stripper" profissional, de tempos em tempos ela passava a lingua bem delicadamente por todo o meu rosto, circulava minha boca, descia pelo meu corpo chegava ao umbigo e quando eu pensava que ela cairía de boca em meu pau denovo, ela sugava minhas bolas me fazendo suspirar com um prazer que eu não tinha sentido nem com minhas namoradas. "vem...sou toda sua Bruninho!"

Nesse momento eu quase desmaio de tesão...deitei de costas na cama e Varéssi ficou encima de mim. Sua vagina pingava de tanto tesão... ela colocou a cabeça do meu pau na portinha de sua xana e começou a rebolar sensualmente... senti meu mastro entranto pouco a pouco naquela vagina deliciosa da minha vizinha... Ela gemia gostoso demais!!! rebolava e soltava gritinhos com minha pica toda enfiada em sua bucetinha...

Quando ela começou a cavalgar em meu pau, os seios dela balançavam na minha frente pedindo uma mamada caridosa e eu não me fiz de rogado... taquei a boca naqueles duas bolas maravilhosas enquanto ela suspirava no meu ouvido um gostoso "quero mais"...coloquei ela de quatro e fui introduzindo bem devagar em seu rabinho. A cada centrimetro estocado ela gemia gostoso, me dando vontade de enfiar tudo com força... Até que ela mesma pediu isso!!! Amigos, fudí o cú daquela gostosa com tanta força que os berros de prazer dela já estavam altos... Começamos um delicioso 69 e nós gozamos quase que juntos... Varéssi engoliu toda a minha porra...

Depois daquela foda maravilhosa ela resolveu tomar banho, obviamente fui junto, nos ensaboamos e eu comecei a tocar uma siririca pra ela enquanto ela chupava me pescoço de uma forma esculmunal...fiz ela gozar pela 3ª vez... - "Agora eu quero sua bucetinha denovo" - falei. Dessa vez entroduzí todo o meu cacete naquela xaninha de vez

. O barulho das estocadas misturando-se ao som do choveiro e nossos corpos ensaboados me deixaram com um tesão incrível...Enconstei Varéssi na parede e a expremia forçando meu corpo contra o dela enfiando o máximo que eu podia... Notei que a medida que eu ficava mais violento nas enfiadas ela gostava mais...comecei a lamber todo seu corpo com mais virilidade enquanto ela sussurrava um "muito gossssstoso!!" em meu ouvido.

O biquinho dos seus seios estavam durinhos, pedindo mordidelas, enfiava meu cacete cada vez mais forte e a expremia na parede enquanto ela contorcia o olhos de prazer..

.A essa altura Varéssi pedia que eu a chingasse de puta...eu a chamei de todos os nomes possíveis e a vadia ficava cada vez mais excitada - "me fode, me fode gostoso" - Ela sussurava (e o sussurro dela me deixava completamente alucinado)... gozamos novamente... dessa vez como eu nunca tinha gozado antes... Ela é Demais!!!

Depois dessa noite nós já transamos mais 2 vezes, ambas na casa dela.

Da ultima vez que tivemos contato sexual, ela pediu que eu introduzisse "Chambinho"(daqueles em forma de cilindro) em sua vagina e chupasse...

Amigos, não percam a oportunidade de fazer isso com sua companheira..

.Eu colocava o Cahmbinho geladinho em sua xaninha enquanto ela gemia de prazer... o creme voltava gostoso, querendo derreter...eu passava a lingüa deliciosamente e depois ia dividir o sabor da bucetinha gostosa com ela!! Somos amantes e enquanto tivérmos criatividade, vamos ter experiências


 


 


 


 

quarta-feira, 28 de abril de 2010

MINHA PRIMINHA NO GUARUJÁ"

Conto de autor desconhecido


 


 

Bem, o fato que vou contar ocorreu já faz alguns anos, na época, eu tinha 18 anos e minha priminha Pâmela, tinha apenas 18 anos. Pâmela, era baixinha, loirinha, muito gatinha de rosto e seu corpinho era emoldurado com uma bundinha maravilhosa.

Eu, como primo mais velho, sempre mantive o respeito mas muitas vezes era impossível naum reparar o quanto ela havia mudado, o quanto seus peitinhos haviam amadurecido e a forma que ela se vestia contribuía para isso.

Pâmela usava roupas curtíssimas, shorts que mal cubriam akela bundinha virgem e tops que deixavam a mostra akeles biquinhos redondinhos dos seus peitinhos recém formados.

"Eu já sou bem diferente dela. Sou alto, moreno e quase o oposto dela. Nós dois sempre brincávamos na praia, pegávamos ondas e depois íamos pra casa a tardinha, onde tomávamos banho, lanchávamos e as vezes a gente jogava baralho ou íamos ao shopping que havia ali perto. Depois, a noite, víamos televisão e como o apartamento era pequeno, tínhamos q nos apertar para dormir.

Em um quarto, dormiam meus avós, no outro, dormia minha irmã com a Pâmela e, na sala, eu e meu primo Carlos.

"Numa certa noite, depois de jogarmos baralho, minha prima veio com umas brincadeiras de ficar fazendo cócegas e tal. Aliás, uma brincadeira muito normal para garotas da idade dela, porém eu, que já era um pouco malicioso, aproveitava descaradamente da situação para tocar as mãos em suas pernas, esbarrar com o rosto em seus peitinhos e encoxá-la como um animal no cio.

Minha mãe chegou para acabar com a festa e disse em voz alta: - Meninos, é hora de todos irem pra cama!!

Neste dia, havia chegado os pais de Pâmela para ficarem no apartamento, ou seja, minha mãe e minha irmã, tiveram que dormir na sala comigo, meu primo Carlos foi para o quarto e Pâmela que havia discutido com os pais, veio dormir na sala também, para minha felicidade.

Eram 3 colchões lado a lado para abrigar 4 pessoas, que em seqüência ficou minha irmã, minha mãe, eu e Pamela. Já deitado, fiquei na minha tentando me controlar para naum fazer nenhuma merda.

Pamela, com sua camisolinha azul, estava ao meu lado fazendo aquelas brincadeiras de cócegas.

Minha mãe avisou que se naum parássemos com o barulho, teríamos que nos separar. Só assim Pamela parou.

Esperei ela dormir para começar a sacanagem. Foi uma hora que pareceu durar um dia, nesta uma hora minha irmã, minha mãe e minha prima apagaram de sono.

Foi a hora em que já naum me agüentava, era como se o pecado tivesse dormindo ao meu lado. Ela estava queimadinha de sol, com a cor do pecado. Minha mão automaticamente caiu no seu pé e começou a acariciá-lo por alguns segundos, mas sempre estava atento a qualquer outra reação, minha mào foi subindo levemente, até chegar naquelas coxas de ninfeta da minha prima. Meu pau parecia que estava com febre de tão quente. Comecei a subir mais as mãos até chegar num ponto onde se iniciaria a camisola, não perdi tempo e fui levantando de leve, como minha prima parecia uma pedra dormindo, fui ganhando coragem para avançar naquela aventura.

Minha mão chegou na sua calcinha branquinha de rendas, quando senti sua bundinha nas minhas mãos, quase que tive uma ejaculação precoce, perdi totalmente o medo e comecei a beijar suas pernas, desde o pé até sua xoxotinha recém adulta, com pouquíssimos pelinhos loiros.

Tentei colocar um dedo, mas não entrava de jeito nenhum, nessa altura minha prima já estava acordada e disse: -Continua com a lingua por favor!

O seu pedido foi uma ordem, comecei a chupá-la com vontade e sem medo, apenas com medo da minha mae acordadar e nos pegar daquele jeito.

Enquanto eu fui chupando minha priminha ela começou a alisar minhas pernas e dizer: - Vem ca meu gostoso!

"Cheguei até ela e ela perguntou: Se a gente transar, vai dar pros meus pais perceberem que eu naum sou mais virgem? Eu respondi: Claro que não linda, isso só médico especializado descobre com aparelhos específicos!

Nisso, ela pegou no meu pau e disse: -Deixe eu te conhecer um pouco. Ela foi acariciando e eu lhe ensinei como masturbar um homem, logo vi que ela tinha facilidade em aprender as coisas, então ja enmendei e lhe disse como ela devia se comportar no sexo oral.

Em alguns minutos ela ja me sugava como uma atriz pornô. Eu como um ser humano, naum aguentei e gozei na sua boquinha quente.

Ela, com medo de sujar o colchão, enguliu bastante porra e limpou o resto. Eu dei parabéns pra ela e disse que em sexo oral ela estava preparada para encarar qalquer pica. Naquela noite, paramos por aí.

Mas na noite sequinte eu contarei como tirei seu cabacinho...


 


 

TITIA SAFADA"

Conto de autor desconhecido


 

Meu nome é Mauricio, o conto que irei relatar aconteceu logo após eu ter voltado dos EUA,

Morei nos EUA por dois anos para estudar, quando voltei ,sentia saudades de tudo, principalmente de uma tia minha que era muito gostosa.( e que continua muito gostosa).

Depois de rever amigos , fui visitar minha família que a muito tempo não via.

Fui até a casa dessa minha tia, quando à vi fiquei encantado ainda mais com seu corpo, ela é uma mulher muto bonita, morena, 1,65 mts, olhos castanhos, seios fartos e uma bunda linda. Nos abraçamos muito, contei sobre os EUA, estudos e tudo mais.

Reparei que ela me olhava diferente, mas até aí nada de diferente pois estava chegando agora e talvez por termos ficado muito tempo sem nos vermos me achasse um pouco diferente. Conversa vai conversa vem, perguntou como eram as mulheres por lá, expliquei que não se comparavam com as brasileiras.

Chegada a hora do almoço, mais conversa, acabado o almoço meu tio foi trabalhar e minhas primas foram para o colégio. Ela pediu licença para tomar um banho e pediu para que eu ficasse a vontade.

Quando ela voltou notei que estava sem sutiã, pois estava com uma blusa quase que transparente, não é preciso dizer que meu pau ficou duro na hora, seus seios continuavam firmes, ela estava também com um calçanzinho que era de deixar loco qualquer sobrinho.

Ela retornou ao papo das mulheres norte-americanas, foi ousada perguntando se trepavam bem, fiquei sem palavras na hora e ela percebeu, comentei sobre o que tinha vivido por lá.

Ela notou que meu mastro ficava cada vez maior, então ela resolveu provocar de vez. Sem querer querendo derrubou um copo de suco em cima de mim, pediu milhões de desculpas e que iria consertar tudo aquilo, tirou minha camisa e minha calça, e a vergonha que passei quando ela viu que meu pau iria estourar, falou que iria buscar um calção e uma camisa do meu tio para mim.

Eis que ouvi meu nome do quarto dela pedindo para eu escolher uma camisa e um calção, para minha surpresa quando cheguei ao seu quarto eu à vi pelada em cima da cama, perguntando se as americanas eram assim. Fiquei boquiaberto com o que via, uma buceta linda, não muito peluda, era sem duvída a buceta mais linda que já tinha visto.

Ela pediu para secar meu pau com sua boca, não precisou pedir duas vezes. Chupou como uma putona, era realmente uma cadela, fizemos um 69 maravilhoso, sua buceta estava cheirosa e reparei seu cuzão, como sou louco por um cú, resolvi chupa-lo também, depois de me fazer gozar enlouquecidamente em sua boca sem perder uma gota se quer, mandou que o a penetra-se, lá fui eu comer aquela maravilhosa buceta.

Ela gemia muito, sentindo realmente muito prazer, depois de um tempo senti que ela havia gozado, ela já estava mordendo a fronha. demos um tempo, talvez uns 5 minutos e ela pediu que a emrabasse, pois queria sentir meu caralho em seu cú. Comecei a penetração naquele rabo já fudido, entrou como se fosse uma segunda buceta, mais foi um momento mágico, gozei como nunca.

Para encurtar a história fodemos à tarde toda.

Ela me disse que meu tio a tempo não dava no couro, e que eu tinha matado sua vontade pois disse que eu trepava demais. Depois disso trepamos outras vezes e cada vez melhor.


 


 


 

ENRABANDO A NOIVINHA"

Conto de Tim Drake –


timdrake@nutecnet.com.br.


 

Meu nome é Tim Drake. Antigamente me chamava Falstaff, mas a minha caixa postal (falstaff@nutecnet.com.br) deu pau e eu mudei. Escrevi este conto, a pedido de uma amiga que conheci na rede, que queria ouvir o que me aconteceu há algum tempo atrás Vou escrever tudo sem parágrafos, que é para auxiliar aquelas pessoas que, como eu, copiam e imprimem tudo o que está nesta homepage. Vamos lá:

"De tempos em tempos o meu círculo de amizades muda. Isso é comum. E foi numa destas mudanças que conheci Marcela e seu noivo, Iuri. Fui apresentado a eles por um amigo comum em um barzinho. Nada demais não fosse a exuberância de Marcela, que fez com que todos os homens ficassem de boca aberta, inclusive fazendo com que suas mulheres e namoradas notassem e passassem a quer matá-los (e a Marcela também).

Ficamos no barzinho até 4 horas da madrugada. No final estávamos apenas Iuri, Marcela, eu e minha mulher, Tânia.

Por incrível que pareça as duas se deram muito bem e praticamente conversaram a noite toda. Demos carona ao casal.

Ela ficou em uma casa linda, enorme, em um bairro nobre da cidade em que moramos. Ele, por coincidência, morava no mesmo bairro que nós, mas distante uns 10 quarteirões de nosso apartamento. Fomos embora.


 

No dia seguinte, por volta das 13 horas, fomos acordados por um telefonema de Iuri, nos convidando para um churrasco em sua casa, à beira da piscina. Minha mulher, que é louca por água, não titubeou e aceitou no ato, o que gerou uma briga entre nós, já que detesto não discutir tudo o que nos envolve. Não admito que tomem por mim decisões que envolvem os dois. Levamos mais de meia hora na pendenga, mas acabei aceitando, mais para encerrar a discussão que por qualquer outra coisa. Nem me lembrava que encontraria aquela mulher pela frente. Na realidade até foi bom. Já estava com o saco cheio dos rolos em que me meti e me dei mal.


 

Quando chegamos havia, além de Iuri e Marcela e nós, mais três casais. Todas as mulheres estavam de biquíni. Mas nada demais. Corpos normais, pessoas normais. Acho que a minha libido é que estava em baixa, porque não senti tesão por nenhuma delas, o que seria normal em um cara louco por sexo como eu. Nem Marcela me chamou atenção, apesar dos seus predicatos: cabelos compridos e lisos até a cintura, olhos negros, boca carnuda, seios grandes que me pareceram meio molinhos, mas não caídos, bunda arrebitada, pernas longas que justificavam seu 1,70. Mas o biquíni dela mais escondia que mostrava. A parte de baixo era grande, de cintura alta, e a de cima também era grande. Era quase um sutiã. Não entendi porque uma mulher linda como aquela não mostrava mais daquele corpo maravilhoso. Não era por conta do noivo, que se mostrava um cara aberto, sem preconceitos, mas não liberal, o que deixou claro naquelas conversas nas quais apenas os homens fazem.


 

O churrasco estava monótono e ficou pior quando deu a hora do jogo na TV. A cambada de homens se enxugou rápido e correu para dentro da casa. Algumas mulheres os seguiram. Ficamos somente eu, Tânia e Marcela, todos tomando sol. Foi aí que conversamos mais. Ela contou que estava de casamento marcado para o início do ano (estávamos em novembro), no mês de fevereiro, antes do Carnaval. Falou de trabalho e coisas assim. Quando o primeiro tempo do jogo acabou Iuri foi nos buscar, mas apenas Tânia entrou para comer alguma coisa. Eu juntei as coisas para ir embora e foi aí que tudo começou a mudar.


 

Quando fiz menção de me levantar Marcela me pegou pelo braço e disse que não fosse: "Se você for embora este churrasco vai perder a graça. Principalmente para mim".

Fiquei espantado e perguntei: "Por que principalmente para você?". Ela não teve tempo de responder, pois minha mulher já estava voltando. Iuri e Marcela foram nos levar até a porta. Ele fez questão de marcar uma visita a minha empresa de informática, porque queria usar os meus serviços no supermercado que tinha.

No dia seguinte ele apareceu lá, conversamos muito e fui visitar o supermercado dele. Fiz um projeto e iniciamos a implantação de um ousado esquema de informática para ele. A amizade entre os dois e eu e minha mulher foi crescendo, a ponto de nos visitarmos com frequência nas semanas seguintes.

Nas segundas-feiras, quando a minha mulher viajava para fazer pós-graduação em uma cidade vizinha, costumo ficar em casa logo depois do almoço para assistir vídeo pornô sossegado e bater as minhas punhetas.

Mas teve uma segunda-feira em que isso não foi possível, porque a campainha tocou. Praguejei, porque tinha certeza que era a minha cunhada folgada ou o meu sogro neurótico. Mas me enganei. Era Marcela.

Quando ela entrou eu quase tive um troço. Estava de vestidinho solto, daqueles bem levinhos, todo florido, de cabelos amarrados em rabo-de-cavalo e sandalinha baixa. Estava muito adolescente. Somente neste momento me dei conta de que Marcela tinha apenas 20 anos e se casaria com Iuri que tinha 32.

É que, fora o churrasco que participamos e que ela estava de biquíni, somente a tinha visto com roupas sociais ou "de sair", como se diz por aqui, quando iam na nossa casa ou nos recebiam na dela ou na dele.

Marcela perguntou por Tânia e eu disse que ela tinha ido viajar, como faz em toda segunda-feira e conforme havia dito a ela mesma, Marcela, que o faria quando fomos juntos cinema no dia anterior, domingo. Marcela se desculpou por ter se esquecido. Havia ido pedir opiniões a minha mulher sobre uma série de roupas que havia comprado.


 

Parou de repente e perguntou: "Você se importaria de perder alguns minutos dando a sua opinião sobre as roupas que comprei?". Achei muito estranho, mas aceitei. Arrependi-me em seguida, quando ela puxou detrás da porta ainda aberta do apartamento duas sacolas enormes. Ela foi para o quarto e voltou em seguida vestindo um conjunto de minissaia e mini-blusa. Neste momento me deu um start e lhe disse: "Marcela, se o Iuri ou a Tânia souberem que você me mostrou este conjuntinho minúsculo aqui em casa, sem ninguém, vai ser um Deus-nos-acuda. Vai dar pau".

Ela pensou bem e concordou, mas pediu para experimentar apenas mais uma roupa que comprou. Queria a opinião de um homem nesta peça, porque havia comprado para surpreender o Iuri.


 

Quando ela voltou do quarto eu quase tive um troço. Ela estava vestida com o menor biquíni que eu já havia visto na Terra. Nem quando o fio-dental estava na moda eu havia visto algo semelhante. Não que fosse menor que o fio dental, mas porque era o mais sensual que meus olhos tiveram a oportunidade de ver. O biquíni era de crochê branco. A parte de cima quase não conseguia sustentar os grandes seios de Marcela, porque apenas tampavam os bicos. Todo o resto do seio ficava de fora. Era um conjunto de cores morenas e brancas que estavam me levando à loucura. Na parte de baixo, atrás, era quase todo enterrado no reguinho. Na frente, era um triângulo pequeniníssimo. De repente meus olhos bateram em algo que me alucinou: os pêlos da buceta de Marcela saíam para os lados em tufos consideráveis.


 

Ela notou meus olhares e ficou vermelha. Nesta hora correu para o quarto e eu fui atrás. Ela se virou e pediu desculpas: "Perdão, Tim, eu havia me esquecido deste detalhe. É que quase nunca me depilo nas virilhas. Por isso uso biquínis grandes quando tem gente por perto. Meu Deus, como eu vou fazer agora. Quero tirar o forro para ficar mais excitante, mas terei que me depilar". Quase a agarrei naquele momento, não fosse a própria Marcela me empurrar do quarto e fechar a porta para se trocar. Pensei que era ilusão da minha parte e que ela realmente havia ido em casa para mostrar as roupas para a Tânia. Ela saiu e se despediu para ir embora, não sem antes deixar uma brecha: "Vou aproveitar este sol e estreiar o biquíni novo hoje. Pena que o Iuri viajou e chega somente no final de semana. E hoje é somente segunda-feira".


 


 

Ela foi embora e eu corri para o banheiro para bater uma punheta aquela mulher maravilhosa que parecia que queria dar para mim. No final de semana seguinte saímos juntos. Pude ver o que o sol havia feito com o corpo de Marcela. Ela estava moreníssima. O efeito que o biquíni novo havia feito no Iuri ele mesmo me contou: "Tim, você não vai acreditar. Viajei esta semana toda e quando voltei a Marcela havia me preparado uma surpresa. Está vendo como ela está morenona? Pois ela comprou um biquíni pequeniníssimo, de crochê. Cheguei ontem e já fomos direto para minha casa. Você não imagina o tesão que ela ficou com aquele biquíni. Não aguentei. Esqueci até da putona que comi na viagem, que era uma delícia e fez coisas malucas comigo. Mandei bala na Marcela".


 

Aquela confidência me deixou confuso. Achei que os dois estavam armando para mim. Talvez quisessem realizar a fantasia de ter mais um homem na cama com eles e haviam me escolhido. Isso não seria nada mal, mas preferia que fosse somente a Marcela. Mas tirei isso logo da cabeça, porque a Marcela sequer me olhou a noite toda e o Iuri não voltou mais a falar no assunto.


 

Na segunda-feira seguinte eu estava na minha empres, preste a sair para cumprir meu ritual de punheta em frente à TV, quando toca o meu celular e era a Marcela: "Iuri, você pode me ajudar? É que a piscina em casa está lotada hoje, porque tem festa do meu sobrinho e estão arrumando tudo lá, e eu queria tomar um solzinho hoje à tarde, para aliviar da prova ferrada da faculdade. É que o Iuri deixou a chave da casa dele comigo antes de viajar, mas não consigo abrir a porta". Disse-lhe que iria para lá logo e me mandei, deixando a secretária com a incumbência de anotar todos os recados, porque talvez não voltasse tão cedo. Cheguei e aquela morena linda, de cabelos compridíssimos, estava sentada na soleira da porta. Realmente a porta não abria de jeito nenhum. Tive que buscar óleo de máquina de costura que tinha em casa, colocar na fechadura para poder abrir. Já dentro da casa Marcela fez questão que eu ficasse mais um pouco.


 

Nisso correu para o quarto, se trocou e voltou com a biquíni de crochê. Meu Deus, eu ia ficar louco. A diaba não havia se depilado e tinha tirado o forro do maldito biquíni. Assim, a mata de pêlos que tinha na xana estavam todos saindo pelos lado e pelos buraquinhos dos pontos do crochê. Ela nem se preocupou, foi até a geladeira pegar suco e voltou.


 

Nesta hora eu já havia me decidido: "Marcela, preciso conversar com você. Eu não estou aguentando mais ver você desfilando por aí com este biquíni. Primeiro foi lá em casa e agora aqui. Parece que você faz isso exclusivamente para mim. Eu estou ficando louco. Naquele churrasco que fomos na sua casa você disse que eu não fosse embora, porque ia tudo ficar chato, sem graça, principalmente para você. Mas quando nos encontramos em outros lugares parece que você nem nota a minha presença. Você quer me deixar louco?". Ela ficou branca, quase se engasgou com o suco. Olhou-me de cima a baixo, mas desceu os olhos para o chão, cheia de receio e timidez. Achei que tinha marcado um gol contra. Mas aí ela começou a falar:


 

"Olha, Tim, vou ser bem sincera. Nunca falei disso para ninguém, nem mesmo para a Sandra, a minha melhor amiga. E você sabe que tudo o que me acontece ela é a primeira pessoa a saber. O Iuri foi meu primeiro homem, foi quem tirou a minha virgindade. Depois dele ninguém nunca mais me tocou. Mas eu não estou aguentando. Minha formação religiosa me impede de falar certas coisas, de pedir ao Iuri para fazer coisas que a gente nunca fez. Isso tudo fica muito confuso dentro da minha cabeça. É uma luta do coração contra o sexo e do sexo contra a cabeça. Tudo para mim é diferente das minhas amigas. A Sandra, por exemplo, perdeu a virgindade aos 18 anos com um cara de 17. Eu perdi a minha no ano passado, no dia em que completei 19 anos. Foi o presente que o Iuri me deu. Na realidade sei que foi mais um presente meu para ele. A gente se gosta muito. Ele é o meu homem ideal. Gozei com ele pela primeira vez há uns dois meses. De lá para cá foram poucas, mas gratificantes, as vezes que eu gozei. Mas tudo parece maluquice. Vou me casar em um mês e sei que tenho tudo para ser a mulher mais feliz e fiel do mundo. Nem exijo que o Iuri seja. Sei lá, ele viaja tanto. Deve ter mulheres por aí que ele deseje, da mesma forma que há homens que eu desejo intensamente. Mas se ele come estas mulheres é problema dele. Eu não sinto vontade de sair por aí dando. Nunca tive esse lado meio piranha que todas as mulheres parece que têm. Na verdade, eu não tinha vontade de ter outro homem na cama... até conhecer você. Para você ter uma idéia, eu comecei a me masturbar recentemente. Mais precisamente na noite em que nos conhecemos. Eu te disse que seria sincera e vou ser mais uma vez. Você não é tipo de homem que me atrai. Gosto de homens como o Iuri, pequenininhos, franzinos, branquelos, com cara de menino pidão. Você é muito grande, é mais alto e mais forte que eu, por exemplo, que tenho 1,70. Tem pêlos demais, o que não me desagrada, mas prefiro os homens lisinhos e magrinhos. Mas não consigo mais parar de pensar em você. Tem uma coisa em você meio animal, meio cafajeste (aqui ela errou, porque não sou de forma alguma cafajeste, a nào ser que a mulher queira que eu me porte assim na cama). A impressão que eu tenho é que se você pegar uma mulher que queira dar para você e deixe fazer o que você quiser, é capaz de os dois ficarem dias e dias sem sair da cama. E isso me enlouquece. Fico imaginando como você me pegaria, como você meteria em mim. Na realidade, o que me faz me masturbar várias vezes ao dia pensando em você é a possibilidade de realizar tudo aquilo que eu tenho vontade de fazer na cama com um homem".


 

A Marcela tinha dito tudo isso de um fôlego só, como se estivesse há muito tempo engasgado na garganta. Eu estava pasmo, sem ação, arrepiado mais que ouriço sendo atacado, de pau duro e melado. Instintivamente, esquecendo-me que ela estava na minha frente, eu arrumei o pau mesmo por cima da calça. Ela parou o copo de suco no caminho para a boca e mirou demoradamente a minha braguilha. Foi aí que eu vi a coisa que me serviu de gatilho para a ação: olhei para o minúsculo triângulo que cobria o monte de pêlos da buceta dela e vi que ela estava todinha molhada e que o líquido de sua xana escorria pelas pernas.


 

Sem pensar duas vezes eu arranquei a camisa e joguei longe os sapatos. Quando Marcela viu que eu ia comê-la naquele momento se deu conta de que talvez não aguentasse o tranco de trair o noivo, e ainda por cima na casa dele. Deu um gritinho e saiu em disparada para a cozinha. Tentou fechar a porta, mas eu já estava perto demais. Empurrei a porta com força e Marcela foi parar na beira da pia. Cheguei perto dela e de um puxão só eu arranquei o sutiã do biquíni. Os seios enormes dela penderam, branquinhos de bicos rosados, contrastando com a morenice do seu colo e do resto do corpo. Tentou esconder os peitos com as mãos, mas foi inútil. Segurei os braços dela em cruz e beijei-a com força. Ela não mais resistiu e me beijou profundamente, molhando até meu queixo com a abundância de saliva que soltava. Parecia uma mulher faminta, cheia de vontade de comer um macho. Numa fração de segundo pensei que se fosse muito delicado com aquela mulher eu lhe daria tempo para voltar atrás e, pior, não era isso que ela esperava de mim. Tive que me tornar o animal que ela tanto queria. Dobrei os braços dela para trás e os segurei. Com a boca eu suguei seus seios como um animal faminto de leite. A cada chupão ela entrava em delírio e gemia alto. Mordisquei de leve os bicos dos peitos e ela pediu que fosse com força. Apertei-os fote com as mãos até meus dedos marcarem aquela pele alva. Apesar de seu tamanho, Marcela me pareceu leve quando a joguei sobre meus ombros e a carreguei para a cama de Iuri. Ele pedia quase chorando que não fosse ali. Não arredei o pé. Se aquela mulher queria trair o noivo que fosse, então, no melhor estilo. Joguei-a sobre a cama e montei em cima dela. Rasguei em mil pedaços a parte de baixo do biquíni. Aí surgiu uma das bucetas mais deliciosas e bonitas que eu vi na vida: enorme, de grandes e gordos lábios, mas com um clitóris pequeno. Sua racha parecia monumental. Era estufada e a quantidade enorme de pêlos fazia com que ela parecesse ainda maior. Não a chupei: eu me joguei de encontro aquela chavasca deliciosa e lambi tudo o que pude. Chupava e mordia os grandes lábios, esfregava a minha barba nos pequenos lábios.


 

Sua voz era de uma mulher à beira da loucura: "Tim... pelo amor de Deus... que coisa mais gostosa... me chupa... chupa sua Marcela...". Fiquei tomado: parei o que estava fazendo e lhe disse que somente continuaria se ela se tornasse a puta mais rampeira que o mundo já havua visto. Ela não titubeou: "Chupa a minha buceta, seu canalha... morde esta xana cabeluda.. você gosta de bucetona como a minha, heim, gosta?? Você quer enfiar o seu pau nela, quer me fuder como um garanhão fode uma égua?? Faz isso para mim, faz, me chupa mais... ai, eu vou gozar, não pára que eu vou gozar, eu tô gozaaaaaaaaaaaando.... aí, ai, aiiiiiiiiiiiiiii". Ela estremeceu, esticou todo corpo e depois amoleceu.


 

Não quis dar tempo para ela se recompor e enfiei um dedo na buceta para lubrificar e, em seguida, coloquei na portinha do cu. Foi como seu eu tivesse acendido um isqueiro no pé dela. De um pulo ela estava em pé na cama: "Não, pelo amor de Deus, aí não. Nunca fiz e nunca vou fazer. Nem o Iuri tenta porque ele sabe que eu não quero. Atrás não". Nào me contive: "Não me venha com esta história que eu sei bem que você morre de vontade de ser enrabada. E eu vou comer o seu cu, nem que seja à força, sua piranha".


 

Ela saltou da cama e correu para a sala. Corri atrás e consegui alcançá-la quando tentava se vestir. Puxei-a pelos cabelos e a joguei sobre o braço do sofá. Aquela bunda empinada ficou a minha mercê. Ela tentava se levantar, mas eu não deixei. Ajoelhei-me atrás dela e me pus a lamber delicadamente aquele buraquinho marrom. O cu de Marcela começou a piscar sem parar. Ela gemia e quase chorava. Disse-me depois que tinha medo. Lambi interminavelmente, depois molhei um dedo no suco do gozo que escorria da xana dela e enfiei devagarinho, bem lentamente. Ela dava gritinhos, dizia que estava doendo, que era para eu tirar. Mas não parei. Quando todo o dedo estava dentro ela passou a gemer mais alto e eu, a tirar e pôr. Ordenei-lhe: "Pede!". Ela: "Não". Eu retruquei: "Pede, vagabunda, senão nunca mais eu apareço na sua vida". Ela aquiesceu: "Põe atrás". Fiquei puto da vida: "Assim não. Fale como uma putana que você é". E disse isso na hora em que enfiei dois dedos no cu de Marcela:


 

"Aiii... Tim, por favor, coma o meu cu, enfie este seu pau delicioso no meu rabo que eu não aguento mais de vontade de dar o meu cabacinho traseiro para você".


 

Com o que ela disse me recordei que Marcela era virgem atrás, que nunca ninguém, nem o Iuri, havia tirado o selinho da bunda dela. Isso me enlouqueceu ainda mais. Agora eu queria mais que nunca ter a chance de enrabar aquela mulher maravilhosa, de apenas 20 anos. Arranquei o resto da minha roupa e procurei na minha carteira uma camisinha. Vesti o pau, passei na entrada da buça dela para molhar bem, o que fez ela gemer profundamente, e fui colocando bem devagar. Meu pau é pqueno, tem 15 cm quando duro, mas quando fico excitado ela parece que adquiri proporções além disso, principalmente a cabeça, que fica parecendo um tomate de bom tamanho. Quando a cabeça passou ela começou a chorar. Não quis parar. Sabia que se eu tirasse naquela hora tudo iria por água abaixo e não teria mais aquela deusa de formas impressionantes. Doeu além do que esperava e Marcela deu um pulo para escapar. Só que eu já havia passado o meu braço direito pela frente da cintura dela para alcançar o clitóris. Ela pulo, mas eu segurei e neste solavanco o meu pinto entrou todo dentro dela e dois dedos da minha mão direita entraram na buceta. Ela virou o rosto na minha direção, a boa aberta e babando e os olhos revirados, um misto de dor e prazer, uma loucura. Ela não havia gozado. Era apenas o reflexo da minha entrada desajeitada pela retaguarda dela.


 

Quando ela saiu deste transe pude ver duas lágrimas rolando em sua face e ela passou a rebolar e a falar coisas que jamais pensaria que ela falasse: "Isso mesmo, me come o cu... arregaça bem a minha bunda... põe todo o seu cacete lá no fundo do meu rabo, me arranque bosta do cu, se quiser, mas me faça uma mulher sem rodeios... vamos, come com força... me faz sangrar... come esta noivinha... Tim, isso te excita... saber que eu sou noiva de um amigo seu e que vou me casar?... Tim, você tá comendo uma mulher comprometida... todo homem sonha com isso... quer comer uma mulher que já tem dono... Isso... põe chifre naquele safado... você é muito mais homem que ele... vai. Tim... me estupra....aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii".


 

Nesta hora a massagem que eu vinha fazendo no fundo da buceta dela fez efeito e Marcela gozou como uma cadela no cio. Gemia e arfava. Alguns minutos depois eu não aguentei, saquei o pau do cu dela. Ficou um grande buraco no rabo dela, que voltaria ao normal em pouco tempo. Senti ganas de gozar dentro dele, mas o meu juízo e responsabilidade me fizeram gozar nas costas dela. Ela apagou. Dormiu por mais de meia hora.


 

Eu fiu até o banheiro, tomei banho e esperei ela acordar. Ela foi ao banheiro em seguida, se banhou e voltou. Pensei em comer a buceta dela, mas tinha que voltar ao trabalho urgentemente. Acredito que nem ela aguentaria outra sessão como aquela. Mas quando ela estava por me levar até a porta, já que permaneceria na casa para arrumar toda a bagunça que que havíamos feito, o telefone tocou. Ela estremeceu da cabeça aos pés. Ficou branca. Atendeu e confirmou suas expectativas.


 

Era Iuri, que havia chegado em Salvador e resolvera ligar. Ela conversou com ele a princípio engasgando um pouco, mas depois se soltou. Disse que eu estava ali e que viera para abrir a porta. Marcela estava sentada e de pernas cruzadas. Pela minha cabeça passou uma loucura e eu não resisti. Subi no sofá ao lado da cabeça dela, tirei o pau já latejando de dentro. Ela ficou branquíssima, mas não teve jeito. Enquanto era Iuri quem falava com ela, Marcela me chupava. Quando tinha que responder ficava me punhetando. Ao terminar de falar com ele me passou o telefone. Ficou me chupando o tempo todo.


 

Desliguei e avisei que ia gozar. Ela tirou da boca - para minha frustração - e eu gozei no tapete. Fui embora em seguida. Marcela e eu transamos outras vezes, sempre em locais malucos, como a sala da minha casa enquanto Tânia tomava banho, no meu escritório depois do expediente, no banheiro da casa dela durante um churrasco, mas principalmente no apartamento de Sandra. Eu até quis envolvê-la na transa, mas Marcela ficou puta. Não admitia isso e quase acabou com nosso caso.


 

Ela se casou um mês depois. Fui ao casamento. Na tradicional sessão de cumprimentos aos recém-casados, na porta da igreja, ao me dar um beijo no rosto Marcela me disse: "Espere eu voltar da lua-de-mel...". Eu esperei, mas Marcela nunca mais quis transar como antes. Acredito que ficou com medo do risco que correria, maior que aquele quando ainda não era casada. Ainda bato gostosas punhetas pensando nela.


 


 

terça-feira, 27 de abril de 2010

MINHA ESPOSA NO DRIVE-IN


 

Para sair da rotina, eu e minha esposa costumamos freqüentar um famoso Drive-in na Marginal Tietê em São Paulo. É um lugar bem tranqüilo, onde você entra com o carro em um Box e fecha a cortina, deita os bancos da frente e curte a vontade. Sempre tive um grande tesão de vê-la transando com outro, mas sentia muito medo de conversar a respeito, mas o destino acelerou a fantasia. Certo dia de fevereiro de 2003, aqui em São Paulo, fazia um calorão daqueles e resolvemos depois de uma festa, dar uma trepadinha no Drive-in, pois ela quando transa, adora ouvir os gemidos dos Boxes vizinhos, pois são todos encostados uns ao outros. Chegamos, pedimos uma caipirinha e depois de bebê-la, começamos com os carinhos íntimos, ela ouvia gemidos nos boxes vizinhos, então ela começou a ficar com a bocetinha molhada, pois ao passar meu dedo médio sentia aquele líquido pegajoso molhá-lo. Joguei-a no banco deitado e comecei a lamber seu grelo molhado e cheirando a sexo, enquanto ela urrava cada vez mais alto. Aquilo certamente chamou a atenção de alguém. Como estava calor, abrimos as portas do nosso carro e eu então, sentado no banco do motorista, puxei sua cabeça em direção ao meu pau, que latejava de tesão, ela então chupava deliciosamente e vagarosamente minha pica, ficando de quatro no banco dianteiro, com sua maravilhosa bundinha em direção a porta do automóvel que estava aberta. Ela chupava e gemia ao mesmo tempo de tanto tesão, quando de repente ela dá um grito de prazer tão alto que até assustei e, do nada, aparece um rapaz de uns 25/30 anos (provavelmente de um Box vizinho) com um mastro enorme, enraba minha esposinha por trás e ela, apesar de assustada, não consegue esboçar nenhuma reação contra, (muito menos eu). Automaticamente de quatro com um baita pauzão na boceta, ela tira meu pau da boca e começa a masturbar-me rapidamente. O que me assustava era o tanto que ela gritava de prazer, nunca tinha ouvido ela gritar nesta altura!! O rapaz, não soltava do quadril dela, enfiando e tirando freneticamente aquele mastro em sua vagina. Não me contive, gozei em seu peito enquanto ela era enrabada . Ficamos trepando na mesma posição sem parar por quase 1 hora. Ela gozou quatro vezes, foi um recorde. Só paramos, quando o atrevido rapaz gozou pela terceira vez, a vagina dela pegava fogo, ensopada, ainda gozei pela última vez esfregando meu pênis em seu grelinho. Depois de tudo, nos apresentamos e ficamos surpresos em saber que a namorada dele estava assistindo tudo no canto do Box, se masturbando é claro. Eles estavam no carro do Box ao lado nosso e com os gemidos de minha esposa, ele brincando com a namorada que era extremamente liberal, foi para o nosso Box. Eu nunca tinha notado, mas os Box daquele drive-in tem uma passagem entre eles. Enfim, trocamos nossos telefones e de vez em quando, nos encontramos nos Boxes daquele Drive-in ( conto de autor desconhecido )

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COMO EU VIREI UMA PUTA

(conto de autor desconhecido)


 

Oi, meu nome é Nicole Avelin, sou carioca e moro na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Sou de família de classe média alta e sempre fui criada com todos os confortos do mundo, tipo assim, meu daddy era um executivo bem empregado e tinha um salário milionário.

Eu sou filha única, a princesinha do meu daddy! E realmente eu sou gata, tenho a pele bem branquinha, olhos e cabelos negros e um corpinho bem gostosinho com seios BEM grandes.

Desde os treze anos eu já tinha uns peitões que eram maiores que a maioria das mulheres adultas, quando fiz 15 já usava soutien tamanho 60 e depois passei a usar só soutiens importados dos States. Eles são bem mais confortáveis para garotas muito peitudas como eu, só que eles usam outro sistema, chamado 'cup size' e o meu peito é um 'E-cup', para ter idéia, 'D-cup'já é considerado grandão!

Mas a minha vida mudou um bocado nessa mesma época...

minha mãe se divorciou do meu pai, depois soubemos que ela tinha um caso com o chefe dele.

O papai praticamente quebrou, começou a beber e tudo mais, acabou, é claro, perdendo o emprego e tentou montar uma firma de consultoria que não está rendendo quase nada, nosso padrão de vida caiu MUITO!

Ainda tínhamos um bom apartamento e a minha mão pagava minhas despesas com cursos, academia e colégio, mas ela nunca me dá dinheiro de verdade e meu pai não tem condições de me dar mais as roupas que eu quero nem pagar as minhas 'nights' na Nuth, Six e outras boates caras...

Não que eu seja mimadinha, mas como eu vou andar com minhas amigas sem estar no mesmo nível delas? Todas tem bolsa da Mr. Officer e eu não? E tipo assim, eu tenho que ficar repetindo roupa o tempo todo... uma vergonha! O pior é não poder ir dançar na sexta e no sábado nas boates que minhas amigas vão porque eu não tenho dinheiro pra ir! Como eu vou poder ter uma vida social assim? Eu tenho 16 anos, estou na flor da idade para viver!

Um dia eu estava na escola e vi uma amiga minha chamada Roberta vindo com um vestido LIN-DO que eu tinha visto para vender no shopping Rio Sul, ele era caríssimo! A Beta estava em uma situação quase igual à minha... a mãe estava com problemas de saúde e o pai estava gastando tudo com ela, eu não entendia como ela conseguia continuar indo pra 'night' direto com as meninas e ainda estar sempre com roupas novas das melhores marcas... Resolvi ir falar com ela! A Beta ficou meio sem graça no começo, achei esquisito mas insisti, disse que queria saber a fórmula dela e que faria qualquer coisa para poder voltar a ter dinheiro como antes.

Ela olhou para mim e sorriu meio safada. "Qualquer coisa Nica?" ela perguntou. "Claro... qualquer coisa... eu estou louca para renovar meu guarda roupa... e quanto tempo que eu não vou nem no Le Village! Ninguém merece" eu respondi rindo."Tá bom... então faz o seguinte... vai me encontrar hoje de noite no Shenanighans para a gente conversar."

Ela respondeu misteriosa, eu até gostei, o lugar é um 'pub' irlandês bem legal, onde muitos gringos frequentam, é engraçado ver os caras dando em cima da gente, especialmente os coroas!

Eu falo inglês muito bem e vejo como eles ficam loucos com as patricinhas cariocas como eu que ficam por lá. O único problema é que tem umas meninas que são, digamos, de vida mais fácil!

Não é uma coisa aberta, mas eu já saquei que tem umas putas que vão lá para ficar com os gringos...

De noite eu fui bem bonita, um vestido decotado que mostra bem meus peitões e que tem um rasgo lateral bem alto, deixando à mostra a perna direita até lá em cima, quase aparecendo a calcinha, botei um saltinho para arrebitar ainda mais a bundinha e uns brincos grandes para chamar atenção para meu rosto bonito.

Roberta já estava lá, ela é uma loira de 1,65 , mais ou menos, com um rostinho de anjo e cabelo encaracolado longo lindo, ela é magrinha mas tem pernas longas e uma bundinha bonita, além de seios pontudos e médios para grandes. Ela estava com uma saia curtinha e uma calcinha bem enfiada no rabo... e o top quase transparente deixava os homens loucos, era óbvio que ela estava sem soutien!

Não me entendam errado ela estava LINDA, mas eu achei que estava à beira do vulgar... chamativo demais! A Beta logo me chamou e nós sentamos em uma mesinha de quatro lugares e ficamos conversando.

"Nica, sabe... aquele vestido que nós vimos depois do cinema ia ficar perfeito no seu corpo! Valoriza bem essas tetas durinhas que você tem!" ela disse rindo... ela e as meninas sempre chamam meus seios de tetas, acho que meio de despeito.

"E se usar aquele sapatinho do conjunto então... você ia arrasar!"

"Eu bem que gostaria de poder comprar os dois!" eu ri meio sonhadora. "Mas só o sapato é mais de 100 reais e o vestido estava a uns 300!"

"Não se preocupe! Essa dureza passa!" ela me garantiu piscando um olho. "É só saber como fazer... ser esperta..." eu fiquei olhando sem entender.

"Dois 'dry martinis' para nós!" ela falou para a garçonete.

"Beta... eu não tenho dinheiro!" eu falei meio envergonhada, "Não vou poder beber nada!"

"Você é boba mesmo hein?" ela riu na minha cara. "Com uns peitões deliciosos desses você acha que precisa pagar alguma coisa?"

Eu olhei meio sem entender mas logo percebi que ela estava olhando para dois gringos, daqueles meio coroas, barrigudos e grandões, super bem vestidos ao estilo deles, mas já meio carecas e com cabelos brancos. Beta estava sorrindo... flertando MUITO!

Eu fiquei meio sem graça e perguntei o que ela estava fazendo, ela só riu outra vez para mim e falou para eu me acalmar... estava garantindo que nossa noite ia ser legal... e nós não iríamos pagar nada... Rapidinho os dois gringos chegaram na nossa mesa e, como nós duas falamos inglês, eles começaram a conversar... pedimos tudo na conta deles, bebemos um bocado!

Eles até que eram bem engraçados... ficavam nos cantando e falando como as cariocas são bonitas.. tipo assim, meio bobões mas legal!

Uma hora um deles falou que os dois estavam em um apartamento alugado para temporada e perguntaram se não queríamos ir continuar a conversar lá...

Beta riu e perguntou o que eles queriam fazer, ficou dando papo para os caras e eles acabaram falando que queriam tirar umas fotos da gente. Eu fiquei calada, morrendo de vergonha... minha cara tava toda vermelha!

A Roberta riu e agarrou o braço de um deles como que numa brincadeira carinhosa, roçando bem os seios dela no braço do gringo e disse: "Que legal eu sempre quis ser modelo! Mas modelos ganham bem... Nós vamos ganhar bem se posarmos para vocês?"

Eles logo começaram a brincar e ofereceram 100 dólares para cada se a gente posasse para eles! Era muito dinheiro mas eu fiz que ia dizer não.

A Roberta logo me pegou pelo braço e levou para o banheiro, dizendo que já voltaríamos. "E aí Nicole?" a Roberta me perguntou enquanto passava mais batom. "Vamos lá?"

"V-você tá louca!" eu respondi de olhos arregalados. "Com 100 dólares você compra seu vestido... já pensou nisso?"

"Sei lá... eu fico com vergonha..." eu falei meio cabreira, mas já imaginando o vestido no meu corpo!

"Não sei se conseguiria!"

"Você é boba mesmo hein!" ela riu e pegou uma pilulazinha, partiu ao meio e engoliu.

"Pega... vai te acalmar!" Eu peguei e engoli, achei que fosse algum calmante, ela terminou de passar o batom e me puxou de volta para a mesa.

"Nós vamos!" ela logo falou e eles comemoraram muito e, em menos de dez minutos, nós estávamos no apartamento dos gringos. Era até bem arrumadinho, e eles brincando muito com a gente.

Eu senti uma energia enorme! Estava elétrica, logo percebí que a Roberta não tinha me dado um calmante...

Um dos gringos armou uma câmera para filmar a gente e outro pegou uma câmera fotográfica toda moderna, eles colocaram uma música meio dance meio techno e eu comecei a dançar a Roberta pegou os nossos 200 dólares e colocou na bolsa dela, eu já estava rindo e mexendo o corpo, doidona!

Logo notei que eles estavam olhando cheios de tesão... isso me excitou e eu comecei a dançar ainda mais sensualmente, balançando bem o corpo. Fazendo meus seios grandes quicarem no meu corpo!

Um deles mandou a Beta dançar comigo e ela se aproximou, dançando bem sensual, toda se roçando em mim.

Um deles filmava enquanto o outro tirava um monte de fotos. Isso estava muito engraçado!

Muito doida com o ecstase que tinha tomado eu comecei a agarrar ela, nunca fui atraída por mulheres, mas era o máximo me sentir toda desejada e gostosa, uma verdadeira superstar para aqueles coroas!

A Roberta não perdeu tempo e começou a passar a mão em mim, dizendo que isso deixava eles doidos, eu ria muito e também pegava nela, passava a mão na bunda e tudo.

Uma hora ela pegou minhas tetas nas mãos e olhou para câmera levantado elas, como que oferecendo, eu sorri bem safada para o gringo.

De surpresa ela abaixou as alças e colocou meus peitos para fora! Ao invés de ficar com raiva eu achei aquilo engraçado, e balancei os ombros fazendo as mamas enormes dançarem, de um lado para o outro! Um deles, John, colocou a câmera fixa em um tripé e sentou no sofá atrás da gente, nos mandando sentar com ele.

A Roberta riu e falou que aí ele tinha que pagar mais 50 dólares para cada uma.

Ele nem pensou... tirou uma nota de 100 e colocou na bolsa dela. Eu ria loucamente e me oferecia para a câmera do outro, o Bob.

A Beta me puxou e eu me virei para ver que ela estava de joelhos no sofá virada para o John, uma perna dela para cada lado de uma das pernas grandes e grossas do coroa gordinho, como se ela estivesse cavalgando o cara.

Eu estava me divertindo muito por efeito da droga e resolvi fazer a mesma coisa.

O gringo parecia que estava no paraíso, nós duas roçando na perna dele, Beta, muito safada, ficava acariciando o peito dele e falando no ouvido do cara ela ia desabotoando a camisa dele e se roçando toda no corpo dele, eu ria muito mas não fazia muita coisa, só ficava esfregando as tetas no peito já desnudo dele.

Rapidinho ela já estava sem o top, que não escondia mesmo muita coisa... Eu fiquei meio sem ação, só olhando, até que ele colocou a mão nas nossas bundas e nos puxou para ele, eu fiquei paralisada do susto! Eu só voltei a entender o que estava acontecendo quando senti ele botando o bico do meu peito na boca! Meu decote já estava debaixo das minhas tetas e o gringo mamava gostosamente nos meus peitões... americano adora peito e ele estava se deliciando com os meus! Meus biquinhos são curtos, não são grandes, mas o mamilo é E-NOR-ME tem mais de cinco cm de um lado ao outro!

Eu sentia um tesão LOUCO e fiquei gemendo e olhando o John chupar e brincar com minha tetas.

Já a Roberta foi se roçando toda no corpo dele indo mais para baixo até ficar ajoelhada no meio das pernas do coroa, eu via com tesão ela abrindo o zíper do cara e tirando o pau pra fora.

Eu segurava com força a cabeça dele e o coroa não só mamava como começou a brincar com a minha bocetinha por cima da calcinha também. Beta já estava com a pica dele na mão, não era grande mas era MUITO grossa, dessas que tem a cabeça meio pequena mas é bem largona abaixo dela!

O gringo pedia para ela chupar, quase implorava de tanto tesão que sentia e ela só torturando o velho, esfregando o pinto no rosto... botando ele no meio dos peitos... lambendo e perguntando o tempo todo se ele queria que ela chupasse. Ele quase gritava que sim!

"Então vai ter que me pagar mais 100 dólares... se pagar eu chupo sua pica bem gostoso!"

Ela respondeu olhando para cima... no olho dele com uma cara de putinha safada. O gringo não pensou duas vezes... deu o dinheiro e ela começou a chupar.

Eu estava louca de tesão, minha calcinha já de lado e minha xaninha toda molhada, uma mão dele e uma minha brincando juntas perto do grelinho. Foi demais para o coroa... ele gozou muito rápido.

E deve ter sido muita porra porque a Roberta parecia estar engolindo tudo, mas ainda assim caia um monte de porra quente da boca dela, escorrendo pelo queixo até cair nos peitinhos durinhos da minha amiga. Ela não parou de mamar! Só tirou a boca quando ele estava já quase desmaiado de tanto prazer. Eu mesma senti um orgasmo gostoso no dedo do gringo, fiquei meio molinha também.. e o pior é que depois de gozar bateu uma culpa enorme... eu tinha me prostituído!

Bob tinha tirado foto de tudo e estava com um volume enorme dentro da calça... todo duro!

Ele estava de pé do meu lado o John todo mole embaixo de mim e eu cheia de vergonha.

Quando eu viro de novo pro Bob ele tinha posto o pau pra fora! Eu olhei para cima e vi o gringo sorrindo... todo crente que eu ia chupar o caralho dele como a Roberta fez com o John. Bob era o mais alto, devia ter pelo menos um metro e noventa e era também o mais barrigudo, tinha uma pança de chopp horrível! Mas apesar disso ele tinha um pauzão grande... bonito... tipo de ator de filme pornô... eu fiquei olhando mas não ia botar a pica daquele desconhecido na boca de jeito nenhum!

"Vai Nica... eu sei que você gosta de chupar uma pica... você mesma me contou..." A Roberta falou chegando perto de mim. O gringo notou que eu não queria chupar ele e perguntou se eu já tinha feito isso.

A Roberta tomou a dianteira e ficou falando pra ele que eu nunca tinha chupado, que era a primeira vez que estava fazendo programa - gente! Só nessa hora eu me dei conta que estava fazendo um programa... eu era uma garota de programa! Eu fiquei toda vermelha!

O Bob ficou ainda mais excitado ouvindo isso e ofereceu ainda mais dinheiro para mim... eu fiquei de boca aberta, era MUITA grana! "Beta... eu não quero.. eu tô com muita vergonha!!!" eu falei MUITO encabulada, mas pensando na oferta do coroa.

"Nicole Avelin! Deixa de ser boba! Esses gringos são cheios da grana!" ela virou pra ele e falou que eu só chupava se ele me desse 300 dólares. Eu quis dizer que não, mas... pô, são 300 dólares! È muito dinheiro!

Fiquei calada, quase querendo que ele recusasse. Mas ele olhou para mim e sorriu. Parece que ter uma gatinha peituda e novinha, que ele achava que era inexperiente, o deixou ainda mais excitado! Bob aceitou! "Agora amiga..." A Roberta virou para mim, "...chupa a pica desse gringo!" eu peguei meio sem jeito no pau dele e comecei a punhetar aquela pica grande e dura do coroa, ela viu que eu estava meio indecisa e continuou, "Ninguém vai saber, boba! E você vai ganhar um dinheirão para poder sair na night o quanto quiser..."

Eu sorri, já faz muito tempo que eu estou nessa dureza! Eu mereço umas roupitchas novas! E poder ir numa boate legal de vez em quando não é? Ninguém vai saber mesmo... o daddy não tem como me dar o que eu preciso... então, por que não? Tipo assim, Eu sempre gostei de chupar o pau dos meus namorados... não é TÃO diferente assim!

Roberta pegou os 300 dólares e colocou na minha calcinha e eu abri a boquinha logo a cabeçona entrou nos meus lábios e eu senti o gosto de homem na minha língua. Tá bom eu sou uma puta, estou chupando pica por dinheiro... e daí? Ninguém tá sabendo... tipo assim, só eu e a Beta sabemos... e ela é mais puta ainda que eu! Ninguém do colégio nem do inglês e nem da galera da praia vai saber.

"Isso, chupa gostoso Nica... eu sabia que você não ia resistir" A Beta falou no meu ouvido. "Agora você sabe como eu tô sempre com dinheiro... é só você querer que tem um monte de caras loucos para comer a gente e pagar muito bem... os coroas adoram patricinhas gatinhas como nós!"

"Eu estava ainda no efeito do Ecstasy e comecei a achar tudo o máximo.. era engraçado... eu me sentia o máximo o cara estava gemendo que nem criança de tanto prazer e a Roberta ainda de quebra ajoelhou atrás de mim e começou a levantar meu vestido, eu nem tentei reclamar... estava muito gostoso aquele monte de sensações estranhas! Mais estranho ainda foi quando ela começou a bincar com minhas tetas com uma mão e com minha xaninha com a outra! Foi bizarro! Tipo assim... meio videoclip do T.A.T.U.!

Eu mamava como uma boqueteira louca! Estava outra vez morrendo de tesão, o Bob me pegou pela cabeça e me fazia engolir muito, quase engasgava... ele era muito grande! Mas eu gosto de chupar e sei como fazer, levei o gringo à loucura.

A Roberta ria e me chamava de putinha boqueteira, vadiazinha peituda e não parava de me masturbar de jeito nenhum! Ela sabia como brincar com o meu grelinho! Quando Bob começou a gemer e eu quis tirar a cabeça ela segurou meus cabelos junto dele e me forçou a ficar com a pica enterrada nos meus lábios."Engole sua piranha peituda... vai vaquinha, engole a porra toda" A Roberta falava aumentando a velocidade do dedinho na minha boceta. "... eu quero ver você gozando com a boca cheia do leitinho do coroa, vai deixar de ser metidinha sua vadia!"

Eu nem sei por que, mas isso me deu um tesão louco! Gozei como uma louca enquanto o gringo jorrava sua porra quente na minha boca! Engoli tudinho... eu nunca tinha engolido, mas nessa situação não tinha como fazer outra coisa. O gosto nem é ruim...Um pouco do gozo caiu no meu vestido um monte escorreu pelo meio dos meus peitões... O Bob olhava todo bobo... a maior cara de feliz, eu até sorri pra ele, tinha gozado duas vezes!

Depois disso nós nos limpamos com calma, eles nos trataram super bem, foram carinhosérrimos e nós fomos embora cheias da grana!

Rimos MUITO, foi uma aventura louca, mas eu não sabia se queria fazer isso de novo.

No dia seguinte, adivinha... lá estávamos nós duas no shopping para comprar meu vestido! Gastei a maior grana! Me senti de volta aos bons tempos... quando o daddy tinha dinheiro para me dar. Eu passei a andar mais com a Beta e ela me levou para um monte de lugares legais. A garota tinha um monte de conhecidos, a gente entrava como VIP nas boates, muito chique! Beta era muito amiga de uma garota chamada Márcia, a mais patricinha de todas as nossas amigas, a garota era MUITO metidinha, o pai era industrial separado da mãe, muito rico, mas a mãe era meio maluca e não estava nem aí ara ela e a irmã mais velha. O pai pagava tudo para elas, mas por algum motivo que na época eu não sabia não dava dinheiro direto para a Márcia nem a irmã, só o bastante. A mãe é que dava a grana que ela gastava na night, que sempre era bem pouco.

Durante um mês eu acompanhei elas, o dinheiro ia que nem água eu nunca soube guardar nada!

Comprei um monte de roupas, saí todo dia que quis... fiz tudo que queria... o maior paraíso!

A Roberta me convidou várias vezes para outros programas, mas eu não tinha coragem, fiquei morrendo de vergonha, mas ela não se importava, continuava oferecendo e saindo comigo.

Eu gostava de sair com a Márcia e a Beta porque não só a Roberta sempre dava um jeitinho da gente entrar de graça e beber por conta de uns coroas que ela conhecia, como ela sempre tinha e para a gente. Eu tinha adorado e estava usando ecstasy direto... gastei muito com isso também.

No fim do mês já estava praticamente dura de novo! Foi nessa época e junto dessas duas que eu tive minha segunda experiência como garota de programa. Mas isso fica para o próximo capítulo


 

segunda-feira, 26 de abril de 2010

MEUS TRÊS SONHOS

Conto de autor desconhecido


 

Olá a todos, o que vou contar aconteceu comigo há pouco tempo atras, mas já era meu sonho ha muito tempo.

Vamos do inicio, quando jovem eu havia tido algumas experiências com rapazes, mas como ativo e foi meio sem graça. Hoje tenho 40 anos e sou casado com uma mulher especial de 30 anos 1,55 m 57 kg e muito atraente.

Logo depois que conheci minha esposa, nas nossas transas sempre muito doidas, ela me confessou que adorava ver dois homens transando e me obrigou a confessar minhas antigas experiências. A partir daí nossas transas começaram a ter um homem entre nos em pensamento, com isso ela foi reacendendo em mim os antigos desejos.

Foi quando não agüentando mais decidimos que um amigo nosso, que embora com namoradas sempre teve um jeitinho delicado seria a nossa vitima. Uma noite após algumas cervejas em um bar começamos o ataque e dissemos a ele nossas fantasias.

Ele tremia todo de excitação e tesão, porem nada aconteceu naquele dia e fomos todos para casa.

A partir de então nossas conversas por telefone sempre acabavam neste assunto e num desses dias sem mais agüentar, nosso amigo disse que no sábado era seu aniversario íamos sair num grupo de amigos para comemorarmos e que depois disso ele queria estar com a gente e que seria seu presente de aniversario. Para encurtar, quando saímos do Karaoke estávamos altos e cheios de tesão e mal podíamos esperar chegar em casa, a partir daí comecei a beijar minha Linda (nome fictício) e ela a pegar no meu pau, Roberto (vamos chama-lo assim) no banco de trás e de pica dura só observava e esperava sua vez a Linda caiu de boca na minha pica e os quinze minutos ate em casa foram só sacanagem.

Quando chegamos já fomos tirando nossas roupas e ficamos somente de roupas íntimas. Foi quando minha mulher foi ate o banheiro tomar um banho, ai ficamos só nos dois de cuecas, então não resisti e comecei a acariciar a pica do Rô, a principio por cima da cueca logo depois estava com ela na mão e finalmente na boca. Me deliciava com aquela pica que era muito gostosa, eu chupava com prazer e sentia todo o gosto do tesão do meu homem na minha boca. Logo estávamos num delicioso 69 e foi quando Linda voltou e nos pegou naquela situação e adorou, tanto que começou a se tocar e logo estava melada.

Percebendo isto peguei a mão do Rô e pus na boceta da Linda e falei para ele sentir minha esposinha gostosa, então ele largou minha pica e caiu de boca na bocetinha da Linda. Ela rebolava e gemia como só ela consegue, enquanto isso eu matava minha sede com aquela deliciosa pica na boca.

A partir daí alternávamos eu e o Rô comendo minha mulher e chupando-nos um ao outro, mas o melhor estava por vir.

Em certo momento eu e a Linda estávamos juntos chupando a pica do Rô então ela falou,

- Está na hora, meu viadinho, quero ver você com esta pica enterrada no cu.

Tremi. Porem, quem quer algo tem que ir para cima, então fui. Ele deitado com a pica ereta eu passei um creme nela e no meu cu e fui sentando nela. Meu cu, ainda virgem, a não ser pôr um consolo pequeno que minha mulher comprou para me comer, ia engolindo vagarosamente aquela coisa deliciosa ate que senti ela todinha dentro de mim, estava delirante e rebolava feito doido e orgulhoso por agüentar aquele mastro que havia acabado de comer a minha esposa.

Nesta hora olhei para a Linda e ela estava com seu consolo amarrado na cintura e veio pro nosso lado se ajeitou atras do Roberto e enfiou tudinho no seu cu, que era pequeno mais e, por isso, ele não agüentou muito tempo, mas o suficiente para a Linda gozar como louca no cu dele.

Daí ele partiu para cima de mim talvez para descontar em mim sua dor, me colocou na posição de frango assado e enterrou sua rola inteirinha dentro de mim e estocava com vontade e gosto.

Foi quando me aconteceu algo incrível, vejam a situação: eu deitado de costas com o Rô dentro de mim, cruzando minhas pernas na sua cintura e ele com o peso do seu corpo jogado sobre mim e pressionando minha pica com a sua barriga, me senti a própria puta e não agüentei mais e gozei muito como nunca.

Foram muito mais aquela noite e em outras noites, mas meu "cabacinho" quebrado e aquela gozada me deixaram muito feliz, e agradeço ao meu amor por ter realizado meus três maiores sonhos, "comer minha mulher como homem, vê-la nos braços de outro como um corno e dar o cu como um viadinho"


 

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TADINHA DE MIM

Conto de autor desconhecido


 

Tadinha mesmo. Bem que dizem que a curiosidade matou o gato. Mas vamos do começo. Sou uma garota de corpo fino, 1,68m, 50 kg, e pelo que dizem muito sexy. Tenho cabelos pretos e pele bem clara, 21 anos, estudo comunicação e minha turma é super legal e unida. Fazemos muitos programas juntos e costumamos ir a um barzinho próximo da faculdade para papear.

Muitas vezes o tema descamba para sacanagem e, um belo dia, o tema foi o tamanho do pênis. Foi um colega nosso que perguntou a queima roupa a todas as garotas do grupo se achávamos isso importante. Umas disseram que não, aquele papo de importante é ser competente, enquanto outras diziam que volume era muito bom, inclusive eu, apesar de não ser tão experiente assim.

Meu noivo aliás não é muito bem dotado assim como os poucos que o precederam, e eu sempre morri de curiosidade e desejo em saber como seria transar com um pau bem grande. Renato então disse que mesmo as gulosas do grupo correriam do seu primo, que tinha uma coisa enorme, entre 25 a 30 cm, além de ser tala larga. Quase engasguei ao ouvir isso e, entre gargalhadas e exclamações de espanto, todas pularam fora. O papo acabou mas aquilo ficou na minha cabeça, pois desde garota tinha sonhos eróticos envolvendo superdotados.

Quase um mês depois, estava só eu e Renato conversando, quando tomei coragem e perguntei a ele como ia seu primão. Ele sorriu e perguntou se tinha ficado curiosa. Gaguejei mas disse que sim, que nunca tinha visto um muito grande e morria de vontade de pelo menos ver. Renato achou graça e disse que poderia arranjar uma maneira daquilo acontecer sem me comprometer ou ao meu noivado. Fiquei logo excitada com a idéia, e passei a ouvir o seu plano, que concordei imediatamente.

No sábado seguinte, disse ao meu noivo que faria um trabalho com colegas pela manhã e fui para a casa do Renato buscar um "livro". Coloquei uma roupa super sensual e, cúmulo da ousadia, dispensei as peças íntimas, apesar de não planejar fazer nada além de ver. Eram 9:00 da manhã quando cheguei, e encontrei os dois de calção voltando da praia.

Renato foi tomar banho e disse para eu ficar a vontade pois depois me daria o livro. Danilo era muito bonito e amável e enquanto me fazia companhia, notei que ele se deliciava com minha blusa, que por ser super cavada, deixava ver parte dos meus seios.

Vi que ele foi ficando excitado mas logo Renato o chamou. Ele foi tomar banho e Renato apareceu secando os cabelos apenas com uma bermuda larga. Ficamos conversando e estávamos ambos visivelmente excitados.

Foi quando reparei no volume bastante grande na sua bermuda, e ele meio sem graça percebendo meu olhar, perguntou se eu queria ver. Engoli em seco e disse que sim. Renato abaixou a bermuda que foi ao chão e eu me deparei com algo enorme e lindo.

O danado falava do primo mas o seu pênis tinha uns 23 cm contra uns 16 do meu noivo. Fiquei maravilhada com aquilo e com a permissão do dono resolvi segurá-lo. Sentia sua consistência rija e macia e seu calor nas minhas mãos.

Coloquei as duas mãos em volta da coisa e ainda assim sobrava pau pra muita coisa. Puxei a pele para trás liberando a cabeçona brilhante e convidativa, e comecei a masturbá-lo quando apareceu Danilo.

Eu e ele ficamos sem jeito, mas Renato o chamou dizendo que eu estava apenas fazendo uma pesquisa científica e disse que eu precisava de mais material. Danilo riu muito e se aproximou, deixando cair a toalha. Quase tive um troço, aquilo era maior do que podia imaginar. Minha curiosidade me colocara frente a frente com dois superdotados, sendo que o segundo caralho tinha 28,5 cm além de super grosso. Era muito maior do que eu poderia imaginar e pensava se seria possível ter aquilo tudo dentro da bocetinha.

Eu manipulava ao mesmo tempo aquelas duas picas com carinho, e me senti simplesmente poderosa ao constatar que eu os tinha sob meu poder de fêmea. Julguei que podia fazer o que quisesse e abocanhei Danilo, que mau cabia em minha boca.

Troquei para Renato e mamava os dois um pouquinho de cada vez. Se me deixassem ficaria mamando a manhã inteira, mas Renato ficou de pernas bambas e se sentou no sofá, o que me obrigou a ficar de quatro para continuar mamando.

Ele puxou minha blusa, soltando meus seios, enquanto Danilo levantava minha sainha e manipulava minha bunda macia. Ficamos nisso um bom tempo, até que me percebi toda nua. Senti Danilo manipulando meu clitóris e minha xaninha até que com um dedo foi me penetrando, depois dois, até que um terceiro me penetrou, sabia eu, para me preparar para o que eu já não negaria, dado ao meu grau de tesão e curiosidade.

Senti a cabeçona me alargando toda e passando, depois a veio aquela coisa grossa, imensa, lentamente, abrindo espaço e me invadindo, numa foda para mim incalculável. Eu já não chupava, só gemia e me contorcia pedindo piedade e cuidado. Estava toda entupida de pica, que entrava e saia lentamente para não me machucar muito.

Quando Danilo gozou quase tive um troço sentindo as esguichadas no meu útero. Ele se retirou e botou seu pintão na minha boca para eu lavá-lo na base da chupada, enquanto Renato rapidamente tomou seu lugar. Renato reclamou do primo que ele tinha me alargado e que aquilo estava um pântano, e tomou outro caminho dizendo que queria algo mais apertado. Ele aproveitou que eu estava com a boceta e a bunda toda lambrecada e enfiou ou dedo no meu ânus.

Como já fazia sexo anal com meu noivo e simplesmente adorava isso, resolvi deixá-lo aproveitar, já que não era o gigante, e foi o que ele fez. Mesmo assim doeu bastante quando entrou, afinal era bem maior do que o eu estava acostumada, mas fui acomodando e curtindo aquela gostosa enrabada enquanto o caralhão de Danilo já endurecia em minha boca de novo.

Danilo me puxava para cima dele, e eu fui sentando na sua verga sem tirar o pau de Renato do meu cu. Foi uma loucura.

Os dois metiam com força e eu me sentia uma puta sendo estuprada. Eles me chamavam de puta, cadela e perguntavam como é que eu agüentava aquilo com um sorriso na cara. Gozava sem parar e estava tonta, tão tonta e enlouquecida de tesão que resolvi fazer a loucura suprema e completar minhas fantasias, dizendo simplesmente: "troquem de lugar".

Danilo não acreditou e disse que eu não agüentaria, que nem com puta ele tinha conseguido fazer sexo anal na vida. Disse que queria pelo menos tentar, que eu me esforçaria, e que queria e lhe dar essa primeira vez, já que ele tinha feito o favor de realizar meus desejos.

Renato tirou de mim lentamente e depois de alguns preparativos pensando na melhor forma de acolher aquela picona, colocamos dois travesseiros sobre a cama onde me deitei de bruços colocando-os sob a bunda. Apesar de estar melada, Renato pegou vaselina e colocou um bom tanto nos dedos e enfiou no meu cuzinho que já estava alargado por ele.

Ainda passou bastante por fora do cu, e deu uma enfiada funda e forte com o próprio cacete, preparatória para o bruto que viria.

Aí veio Danilo. Ele esfregava, tentava, e eu sentia a ponta da cabeça me alargando o traseiro. Eu relaxava ouvindo palavras doces e sendo acariciada por Renato e, de repente, senti a cabeça entrando naquele terreno pantanoso.

Juro que vi estrelas e tentei desistir, mas Danilo foi mais rápido e disse: "agora que cheguei até aqui sua puta, eu vou comer sua bunda gostosa até rasgar o teu cu".

Dizendo isso me segurou pelos ossos da bacia, me imobilizando e meteu "metros" de pica no meu rabo, me encaixando e impedindo minha fuga. Perdi o fôlego enquanto ele afundava mais e mais, e me surpreendi quando descobri que atrás, ao contrario da bocetinha, era possível enterrar tudo, já que cu não tem fundo.

Depois de me comer um bocado e satisfazer seus anos de secura, ele me colocou de quatro e Renato entrou por baixo de mim para meter na minha boceta ao mesmo tempo, comprimindo ainda mais os meus dutos internos.

Deram então início ao bombardeio, que foi impiedosamente cumprido pelos dois tarados até que entre jorros de porra me largaram prostrada na cama.

Nunca tinha gozado tanto na minha vida.

Eles, bestificados e saciados, diziam que nunca imaginaram também que uma mulher pudesse suportar o que agüentei e que aquilo tudo era superior a qualquer filme de putaria já visto pelos dois.

Quando me levantei, estava quebrada, com o corpo literalmente moído e a bunda em frangalhos, mas morta de felicidade.

Tomei um banho, onde pude analisar o tamanho do estrago no meu traseiro e nos despedimos. Nem é preciso dizer que retornei outras vezes ao apartamento de Renato, inclusive levando outra colega "muito curiosa" para quem sigilosamente contei o lance e que tive o enorme prazer de assistir sendo dilacerada pelos monstros, antes de me submeter também aos seus caprichos.

Hoje sou uma mulher realizada, pois tenho a sorte de poder aplacar minha fome sempre que tenho vontade