terça-feira, 16 de março de 2010


Olà, no post de hoje , mais três contos e uma gozada...Espero seus comentários

A VIZINHA DO 12º.
Autor Desconhecido


"Por várias vezes, ao descer no elevador de meu prédio, encontrei uma linda mulher, moreníssima, alta, dona de um corpo maravilhoso em suas curvas caprichosas. Através de uma conversa entre um morador e um porteiro, ouvida por acaso, fiquei sabendo ser desquitada há mais de ano. Por um tempo deixei de vê-la e cheguei a esquecer a morena.
Certo dia, ao tomar o elevador, deparei com uma cena bastante doméstica, mas que, dado à protagonista, me fez enlouquecer de tesão: lá estava a desquitada trajando um diminuto shortinho de nailon e uma blusa frouxa que deixava facilmente á mostra os peitinhos angelicais. Nas mãos, um chuveiro desatarraxado. Ao entrar no elevador cumprimentei-a com um 'boa-noite' gaguejante. Do terceiro para o quarto andar criei coragem e, antes do sexto, lhe perguntei aonde iria com aquele chuveiro.
Ela me responder que iria pedir para o zelador, que mora na cobertura, instalá-la em seu apartamento. Foi a deixa: prontamente me ofereci para fazer o serviço o que, ao que me parece, a agradou bastante. Aceitou com um largo sorriso, deixando à mostra seus lindos dentes de nácar. Entramos em seu apartamento e me pus a trabalhar. Acabei o serviço e voltei para a sala onde encontrei Marina sentada no sofá, vestindo apenas uma camisola transparente que mal escondia seu corpo magnífico.
Logo após, com a maior sem-cerimônia, convidou-me a sentar ao seu lado, no que, um pouco timidamente ainda, aquiesci. Sem pronunciar uma só palavra, Marina encostou-se em mim, enlaçou meu tronco com os braços e começou a aplicar deliciosos chupões em meu pescoço, escorrendo a língua por sobre meus ombros até os meus mamilos que alcançou ao abrir os dois primeiros botões de minha camisa. Mantive-me passivo enquanto pude, mas logo comecei a ficar enlouquecido de prazer e levei minha mão ao biquinho eriçado de seu fenomenal. Ela arfava e gemia em convulsões desesperadas. Fomos para o tapete e ela abaixou minha calça, com cueca e tudo, em uma fração de segundos. Meu membro saltou, vigoroso, ansioso pelo corpo que se revelava à minha frente. Ela o tomou, carinhosa, e passou a apalpar os relevos de minha glande avantajada.
De um só golpe, introduziu-a em sua boca e passou a sugar com volúpia e mestria. Lentamente fui me posicionando de modo que pudesse alcançar com a lingua sua adorável rachinha que, a essa altura, rescendia aos humores do desejo, encharcada de seiva e tesão. Rapidamente encontrei seu detonador e passei a rápidas titilações que quase a levaram à loucura.
Ela gemia, a voz abafada pela carne pulsante que mantinha na boca. Após perceber que minha companheira já havia gozado um par de vezes, resolvi partir para algo mais ousado: me desvencilhei de seus lábios, virei-a de quatro e a penetrei violentamente, de um só golpe, sentindo aquela xoxotinha quase que ferver de frison. Movimentei-me com violência e rapidez, admirando a bela cinturinha que eu enlaçava de modo a penetrar com maior profundidade.
Deite-me por sobre as suas costas e passei a mordiscar sua nuca. Depois de penetrá-la desta forma procedemos a várias outras posições: sentados, de frente, de lado, de pé. Ao sentir que estávamos prestes a gozar, acelerei os movimentos enquanto a inundava com o suco do meu amor. A vizinha gemia a arfava, como uma égua desesperada de gozo e tesão. Sob o chuveiro recém-instalado (ela elogiou muito o trabalho), passamos a nos ensaboar mutuamente, numa orgia de espuma.
Nossos corpos lustrosos, molhados, nossos movimentos sensuais e o toque delicado dos dedos do parceiro em nossos corpos reacenderam a chama do nosso desejo. Parti para algo mais ousado. Sob a ducha, enquanto ela se apoiava nas torneiras da banheira, untei seu anel mais est5reito com um pouco de óleo de coco. Encostei o membro naquele olhinho pisca-piscante e este o engoliu como um autêntico buraco negro. A sensação maravilhosa e o relevo diferente daquele canal que penetrava me levaram a um estado de excitação e euforia nunca sentido. Ao mesmo tempo em que sentia o membro formigar de tesão e excitação, conseguia prender o orgasmo iminente.
Cada estocada era uma amostra do paraíso. Ela gemia e gemia, pedindo que a penetrasse com mais força. Gritava palavrões, sacanagens gostosas, palavras xulas.
Quando gozamos acho que acordamos todo o prédio. Gritávamos como loucos, extravasando todas as nossas energias naquele momento supremo.
Jamsi esquecerei da morena do 12º que se mudou há um mês sem deixar rastro nem pista além de uma bela calcinha de renda (usada) que deixou na minha caixa de correio.
Dentro do envelope encontrei também um bilhete que dizia 'não se esqueça de mim' em letras caprichosas escritas com o lápis de sobrancelha. Não me esquecerei."
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AÇÃO CONJUGADA
Autor Desconhecido


"Eu estava em Maceió, a serviço. Num bar, no centro da cidade, encontrei a mulher que procurava: bonita, inteligente e liberal, com toda a capacidade de me levantar o moral, abalado por uma recente desilusão amorosa. Era linda: seu nome, Ângela.
Com singular meiguice, ela se aproximou de mim e perguntou por que eu estava cabisbaixo, em meio àquele clima de euforia. Convidei-a a sentar-se á minha mesa e trocamos idéias até sentirmos que nos identificávamos. Depois, fomos dar um passeio de carro pela orla marítima, paramos na praia de Jatiúca, no lugar que dizem para os turistas chamar-se Canoa Quebrada.
Angela usava um vestido fino, que evidenciava suas formas. De repente, me vi alisando seu lindo e macio par de coxas, sem que Angela resistisse. Apenas advertiu que transar no desconforto de um carro 'é coisa para adolescentes'. No entanto, o envolvimento do cenário nos encorajou a uma mútua masturbação. Isto foi o início de uma maratona sexual. Daí, rumamos para um motel, entre beijos e bolinações. Ao chegarmos, fomos direto para o banheiro, e Angela iniciou um strip-tease alucinante.
Foi a gota d´água: fiquei extasiado; todo aquele corpo seria meu! Parti para cima, porém ela, toda molhadinha, exigiu que eu a enxugasse; mas - advertiu - 'nada de toalhas'. Deveríamos nos secar apenas com a boca. É incrível como, nessas horas, só precisamos da boca para estimular e dos ouvidos para escutar gemidos e palavras de amor.
Quando alcancei o clitóris de minha parceira, ouvi um gemido tão profundo que pensei que ela fosse desfalecer; pois, neste instante, ela explodiu num gozo louco, a ponto de morder-me o falo, enterrado na sua garganta.
Eu gozei dois minutos depois, vendo a felicidade estampada em seu rosto. Então, ela levantou-se subitamente e passou a cavalgar-me com todo o ímpeto, como uma verdadeira amazonas.
Eu me mantinha estático, atormentado pela estreiteza de sua vagina e receoso de gozar antes dela. Tive tempo apenas para abocanhar-lhe um dos seios, manusear-lhe o outro e massagear-lhe brevemente as nádegas. Não aguentei mais...
Detonei o canhão, simultaneamente com a última aterrissagem de seu corpo sobre o meu. Desta vez, gozamos juntos, com uma precisão uma precisão perfeita.
Enquanto Ângela tomava uma ducha, planejei levá-la ao melhor motel da região, o Tahiti. Pedi que vestisse rapidamente, pretextando que a levaria para o seu hotel. Recompostos, saímos; segui por um caminho totalmente diferente. Ela não se surpreendeu, demonstrando confiança em mim. Quando chegamos, fomos fazer uma hidromassagem, que ressuscita qualquer defunto.
Caímos n´água, enlaçamo-nos e nem foi preciso nos mexermos. A posição em que ficamos eu não sei descrever; só me lembro de que, para pararmos de gozar, foi necessário desligar o interruptor da piscina.
Depois, pedimos um jantar à base de carne-de-sol. Na bandeja veio até manteiga em garrafa, que se derretia ao contato coma carne tépida. Não, pensei em imitarmos o casal do Ultimo Tango.
Nem precisamos estimularmo-nos com a fita porno-erótica do videocassete. Já conhecíamos todas aquelas posições. Cabia-nos inovar na matéria.
Quase, mas não totalmente extenuados, iniciamos uma nova série de carícias. Angela, mestre na arte, conseguia excitar-me facilmente.
E, para deixá-la em ponto de bala, novamente recorri ao meu maior artifício; colei de leve a boca ao seu pescoço e, aspirando e expirando ritmadamente, senti que seu pêlos da nuca eriçavam-se, no mesmo compasso; repeti a operação na sua orelha e num dos seios e - é óbvio - a tive novamente entre a cama e as nuvens.
Dei a volta para sugar-lhe as costas e, sem querer (acreditem?), marquei o melhor 'cartão' da minha vida. Angela ficou, a principio, receosa, mas depois, decididamente murmurou:
'Já é tempo de experimentar a única coisa que ainda não conheço.' Sinal verde, portanto.
Não precisei de nenhum aditivo, pois as minhas glândulas produtoras de muco lubrificante não paravam de funcionar; desbravei aquele tesouro, com a ajuda da sua sensualidade, ficando provado para nós que, quando há interação física e espiritual, até a dor desaparece ou, quando não, serve até de tempero.
Gozamos como dois condenados, como se aquela fosse a última ceia do enforcado.
Era muito tarde, ou talvez muito cedo, quando nos separamos; porém, combinamos: na próxima vez em que nos encontrarmos, se é que isto vai acontecer, reservaremos um tempinho para fazer amor na Praça dos Martírios, defronte ao palácio do mesmo nome. Enfim, deixei-a no Hotel Beiriz, em cujo saguão a vi pela última vez."
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AJUDA DO GUARDA
Autor Desconhecido


"" "Gostaria de ver publicada esta minha história. Sou leitora ha algum tempo e curto muito esta seção. Peço que meu nome seja trocada para evitar dissabores Sempre fui uma garota liberada. do tipo que tem mais de dois namorados ao mesmo tempo, de cabeça feita e muito bem informada sobre sexo e sobre os homens. Aos 18 anos comecei a trabalhar numa agencia de caderneta de poupança onde havia um rapaz que se interessou por mim Tivemos um conhecimento rápido e ousado, pois em pouco tempo ele já estava sarreando nas minhas coxas, em pleno trabalho
Várias foram as vezes em que ele, atrás da mesa do chefe, me bolinando, ejaculou entre minhas pemas quentes. Eu vibrava muito com aquela bolina, no entanto queria me preservar virgem até o casamento.
Ao mesmo tempo, å noite, era castigada por meu noivo que não me dava folga e fazia em mim, com exceção da penetração vaginal, tudo o que fosse possível em termos de libidinagem. Sei que, com essas caricias, eu me acabava de tanto gozar, Mal ele me deixava, o vizinho, pulando a janela do meu quarto, me chupava, colocava seu membro enorme entre meus seios e fazia com que eu o chupasse. Era uma loucura naqueles tempos Eu me sentia ótima, sempre muito bem saciada. Havia noites em que eu tinha uma média de dez orgasmos Porém, como era de esperar, acabei me casando e maneirei um pouco de tudo aquilo. Fiquei mais numa de transar somente com meu marido. Minha vida, agora doméstica, se limitava aos afazeres do lar. Deixei por imposição do meu marido, meu emprego na caderneta.
Dois anos se passaram e acabei ficando grávida. Nasceu então um menino, loirinho e com os meus olhos azuis. Aos quatro meses ele abandonou o peito (que estava duríssimo de tanto leite. Em grande parte esse comportamento se justificava pelo fato de eu ter voltado a trabalhar e não poder amamentá-lo nas horas certas. A dor que eu sentia nos mamilos era insuportável.
Um dia, comentando com Jorge um guarda de segurança da caderneta ele me sugeriu que se meu marido mamasse em mim, sugando o meu leite a dor desapareceria. Seguindo a orientação de Jorge, pedi a Paulo que mamasse, pois assim aliviaria minhas dores. Porém meu marido não quis alegando que isso era ridículo e que tinha nojo. Voltei a falar com Jorge e ele, parecendo revoltado com a atitude de meu marido. disse que, se eu permitisse, teria prazer em me ajudar. Pensei alguns dias na oferta de Jorge e acabei concordando em me encontrar com ele para que me ajudasse. Esperei que meu marido viajasse. Uma noite recebi Jorge em meu apartamento
Depois de conversarmos um pouco e bebermos uma cerveja, fomos para o quarto. Sobre a cama e diante dos olhos famintos de Jorge, puxei a parte superior do meu vestido, o elástico cedeu e meus seios ficaram de fora. Senti que seus olhos brilharam quando olhou para meus mamilos pontudos.
Acenei para que se aproximasse devagar, ele veio. Deitou-se ao meu lado e começou a mamar Meus mamilos, ainda mais intumescidos pela excitação, tomaram um aspecto agressivo. Ele, visivelmente excitado, começou a sugar mais intensamente arrancando farta quantidade do meu leite Uma imatura de prazer e alivio tomou conta de mim. Meu desejo fora despertado e eu estava a fim de engolir seu membro, que já fazia pressão sob o tecido da calça. Ele., percebendo do que eu queria, tocou sua mão sobre meu sexo.
Suspirei e o agarrei, dando-lhe um profundo e ardente beijo. Meu corpo estava incendiando de tanto tesão. Senti as mãos de Jorge puxando minha calcinha, fechei um pouco as pemas para facilitar a sua ação. Agora - sem ela seus dedos tinham absoluta liberdade e tiraram o melhor proveito disso. Eu, que sempre adorei ser bolinada, em menos de um minuto de massagem em tomo dos pequenos lábios e do clitóris, gozei logo. Enquanto me contorcia freneticamente, cuidava de libertar o membro enorme do meu parceiro.
De repente, seu mastro avermelhado e cabeçudo ficou submetido aos meus desejos. Louca, me deixei fascinar por aquele instrumento, e quando percebi que ia gozar novamente, pedi a Jorge, que enfiasse tudo dentro de mim, Ele abaixou um pouco mais as calças, tirou rapidamente a camisa e, posicionando seu membro, apontou-o para minha sedenta vulva. Gritei desvairadamente quando senti aquele pênis me rasgando as carnes, se afundando dolorosamente na minha vagina embrasada.
Súbito, ele empurrou tudo, fazendo-me urrar e gozar alucinadamente. Rebolei o mais que pude sobre aquele mastro maravilhoso e tive, simultaneamente, uns quatro orgasmos. Meu corpo vibrava e meu coração batia agitadamente Tive a impressão de que iria desmaiar de prazer e ele, com uma expressão de calma, mexia, mexia e mexia. Seus movimentos de vaivém se intensificaram, e quando ele jorrou dentro de mim, fez com que eu gozasse pela quinta vez. Nos separamos e eu fui ao banheiro, onde tomei uma ducha demorada.
Sedenta de novos prazeres, corri para o quarto. Me joguei na cama, de bruços, e fechei os olhos. Quase que automaticamente, senti sua língua passear ao longo de meu corpo, despertando novamente meu apetite. Quando ele, endiabrado, rodopiou em minha abertura anal, provocou uma verdadeira convulsão no meu esfíncter e eu gemi de prazer. Subindo o corpo, seu pênis se projetou ereto entre as minhas nádegas. Ao mesmo tempo que sentia aquele mastro na superfície de meu corpo, era beijada e chupada deliciosamente na nuca.
Eu quase não conseguia me controlar, sentindo a rigidez de seu sexo nas proximidades de meu anus. Minha mão direita se enfiou debaixo de meu corpo e meus dedos alisaram ritmicamente o meu clitóris intumescido e molhado.
Sem me consultar, Jorge levantou um pouco meu corpo, untou seu pênis com saliva, colocou sua glande no meu buraquinho e foi enfiando devagar.
Eu, louca, estava próxima do orgasmo, e a cada centímetro que ele me penetrava, eu acelerava meus movimentos. Comecei a chorar quando ele empurrou violentamente seu poderoso instrumento dentro de mim e a dor se misturou ao prazer, pois cheguei ao clímax Foi uma loucura aquele orgasmo.
Ele não se perturbava com meus gritos, gemido e lagrimas, simplesmente movimentava firme e forte seu pênis descomunal. Eletrizada com aquele orgasmo (nunca havia sentido um tão intenso), pedi que não parasse e meus dedos fizeram com que gozasse mais. Sentia-me feliz por saber que aquele homem estava todinho dentro de mim.
Mais um pouco e um jato forte e quente de seu sêmen me inundou fartamente as entranhas.
Ambos relaxados, bebendo uma cervejinha ultragelada, começamos a falar de nossas vidas e decidimos, em pouco tempo, que iríamos nos encontrar muitas outras vezes.
Meia hora se passou, e depois de exibir para ele minhas pemas, que ele achou divinas, comecei a acariciá-lo de leve. Minhas mãos correram pelo seu tórax colossal, foram até o umbigo e, terreamente, o bolinei no sexo. Aos pouco vi seu pênis crescendo diante de meus olhos e, em pouco tempo, ele atingiu proporções gigantescas.
Desci então minha boca até o encontro daquele colosso e comecei a chupá-lo. Jorge se contorcia de prazer, gemia feito doido e dizia que eu era uma mulher maravilhosa.
E eu, já ensopadinha de tesão, estava pronta para receber seu badalo novamente. 0 meu estado de excitação era tal que parei de chupá-lo e me sentei - com toda a violência - sobre seu sexo, que se enterrou de uma só vez nas minhas carnes. Ele gritou de dor, levantou seu corpo, mas logo foi dominado por meus movimentos selvagens; pulando sobre seu membro, gozei alucinadamente.
Mais um pouco, ele virou meu corpo e encestou várias estocadas. Cada movimento seu me preparava para outro orgasmo, até que ele começou a gozar. Convulso, ejaculou dentro de mim, e nos abraçamos com toda a força de nossos corpos. Assim, fundidos, ficamos por mais de quinze minutos.
Quando nos separamos, já era noite; eu tinha gozado pra lá de oito vezes e ele umas cinco - isso é que é homem.
De lá para cá, temos nos encontrado várias vezes, e a dose é cada vez maior e mais gostosa."


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