quinta-feira, 25 de março de 2010

A OBSSESSÃO DE ESTHER

Autor Desconhecido


 

" Há muito tempo, nos mais variados livros sobre sexo, venho procurando algo que se assemelhe à bizarra forma de satisfação praticada por Ester. Para muitos essa história parecerá extravagante. Mas a atuação dessa mulher levou-me a níveis de excitação inimagináveis. Conheci Esther num desses barzinhos muitos freqüentados. Aproximou-se de mim e pediu que lhe acendesse o cigarro. Morena clara, entrando nos 30 anos, estrutura média, corpo bem-feito, tesudamente valorizado pela justeza da calça que usava, e uma bundinha capaz de trazer as mais indecentes idéias à cabeça de qualquer cristão.

Não era uma mulher digna das páginas de Revista era apenas uma mulher gostosa. E sem dúvida, aquela bundinha mexeu comigo, deixando imediatamente um verdadeiro alvoroço dentro de minhas calças. Acendi-lhe o cigarro e comecei a fazer-lhe perguntas.

Esther era de Belo Horizonte, enfermeira, trabalhava no Hospital das Clínicas e estava em São Paulo há apenas seis meses.

Enquanto falava, sorria com um jeitinho todo especial que lhe dava um ar sacana e moleque. Isso e mais a visão daquele traseiro irresistível, empinadinho, fizeram com que meu membro crescesse tanto que abandonou os limites da cueca e ameaçou botar a cabeça para fora, através da cintura da calça.

Tentando esconder tal situação percebi que Esther não tirava os olhos e minha ereção e, de repente, ignorando todos à nossa volta, ele levou sua mão até o meio de minhas pernas e veio subindo desde meu saco até o ponto extremo de meu membro.

'Escolhi você por causa disso aqui', falou maciamente, enquanto dava um carinhoso aperto em meu pênis. Senti um enorme calor percorreu meu corpo, mas controlei-me com todas as forças para não gozar nas calças.

Afinal de contas, aquela frase mexeu com minha vaidade masculina, mas nem de longe podia imaginar porque ela havia dito aquilo. Combinamos um encontro para a noite seguinte. 'Acho que não vou agüentar e, pensando em você, sou capaz de me masturbar agora à noite', eu disse. Sua reação beirou a fúria: 'Se fizer isso, não terei nada com você e não tente me enganar, pois se você se masturbar, eu saberei'. Não entendi seu comportamento, pensei tratar-se de algum preconceito com relação á masturbação.

Mas com seu sorrisinho sacana tranqüilizou-me, enquanto voltava a acariciar meu membro: 'Guarde-se todo que, amanhã à noite, você será recompensado de uma forma absolutamente desconhecida e deliciosa'. Recebi o beijo mais desconcertante desse mundo como despedida. Anotei seu endereço e sai sem nada entender.

A noite foi uma tortura. Minhas bolas estavam inchadas e completamente doloridas. A bundinha de Esther não me saia da cabeça. Por duas vezes levei a mão ao membro, mas algo me obrigava a respeitar a promessa que fizera. Transpirei feito um louco a noite toda.

Na noite seguinte, por volta das oito, lá estava eu tocando a campainha de seu apartamento. Uma breve claridade no olho-mágico e a porta se abriu. Esther estava completamente nua. Me fez entrar e foi andando pela sala, rebolando sensulamente aquele traseirinho que me havia hipnotizado na noite anterior. Aquela bundinha carnuda era melhor do que eu imaginava.

Atônito com tão bela visão, não consegui mover um músculo, além daquele que tenho entre as pernas e que, imediatamente, se manifestou alto como um poste. Como se estivesse num erótico ritual, Esther abriu um armário, pegou uma taça de cristal e sorrindo quase ordenou: 'Tire a roupa, pois quando eu voltar vou te mostrar um tratamento que não se aprende em escola de enfermagem.'

Saiu para a cozinha balançando aquela bundinha para mim; a cada passo, uma reboladinha mais provocadora que a outra.

Não sei como não rasguei as roupas, tamanha era minha excitação. Alguma coisa com Esther, com seu jeitinho, e não simplesmente com o seu delicioso corpo, estava me deixando alucinado. Em pouco tempo ela voltou: taça de cristal em uma das mãos, o balde de gelo na outra e uma garrafa de champagne, que enfiou no vão das coxas! Eu ia começar a conhecer meu tipo sexual inesquecível... O descontrole tornou conta de mim.

Fui em sua direção, deitei-a no carpete, mordi furiosamente seus seios e como encontrei sua vulva obstruída pela garrafa, enfiei imediatamente meu dedo médio naquele apertadinho e úmido orifício de seu ânus. Esther saiu debaixo de mim e afastou-me bruscamente: 'Calma, garoto!' Tentei nova aproximação, mas a firmeza de seu sorriso não admitia contestações.

Com movimentos sensuais, ela se levantou, lambeu todo o suco de sua vagina que lambuzava o gargalo da garrafa de champagne e nunca apoteose estourou a rolha. Eu assistia a tudo em pé, no meio da sala, com dezenas de centímetros de ereção a minha frente, ofegando como um touro raivoso. Esther abasteceu a taça até a metade com o líquido transparente e colocou a garrafa no balde de gelo.

Depois, de joelhos veio em minha direção. Colocou a glande de meu membro no champagne gelado - - foi como se meu pênis houvesse sido mergulhado num lago elétrico, tocou a ponta da cabecinha congestionada de meu pênis na borda da taça e brindou com um sorriso nos olhos: 'A minhasaúde!" Numa investida abocanhou aquela enormidade em que havia se transformado meu falo.

Senti a glande pressionando as paredes de sua garganta. A pastosidade morna de sua saliva transmitia um prazer indescritível.

Não sei como, mas Esther ainda conseguia com a ponta da língua massagear e percorrer a costura da base de meu pênis, como se sua língua fosse aveludada. Nunca havia sido chupado daquele jeito. Os lentos movimentos de vaivém que iniciou com a boca - tirando devagar até a pontinha e depois engolindo tudo - trouxeram cores brilhantes aos meus olhos apertados. Pressenti que iria gozar.

Segurei sua cabeça, mas ela retirou minhas mãos - queria ficar livre. Quando começei a fazer movimentos, entrando e saindo de sua boca, Esther começou a me masturbar com a mão esquerda e a dizer: 'Va, queridinho, não segure... solta, todo esse leitinho pra mim, solta!' Apertando mais os olhos, gozei e gritei alucinadamente, sentindo como se litros de esperma houvessem saído pelo meu pênis.

Por um minuto trespirei descompassadamente, enquanto sentia a mão macia de Esther indo e vindo por toda a extensão de meu membro. Só depois abri os olhos e pude admirar o espetáculo inesquecível que Esther protagonizava. Embevecida, Esther olhava com fascinação para a cabeça quase roxa de meu pênis e com astúcia colhia as últimas gotas de meu sêmen na taça de cristal. Ela conseguiu colher toda minha ejaculação e uma brilhante camada de esperma boiava sobre o champagne. Olhando para a taça, como que hipnotizada, coxas separadas ao máximo, ajoelhada no chão, começou a se masturbar freneticamente. Gemendo como louca, fazia sua mão entrar e sair de sua vagina. Quatro dedos sumiam por aquela (aparentemente) pequena abertura, que agora expelia uma bonita baba brilhante e generosa. Seus gemidos se tornaram mais intensos, num grito animal Esther gozou, quase desfalecendo. Depois de lamber um a um os próprios dedos, Esther começou a beber o champagne da taça, habilmente evitando engolir o esperma, embora uma faixa branca, que ela logo lambeu com sua lasciava linguinha, tivesse se formado em seu lábio superior. Olhou para mim, repuxou seus carnudos lábios e com voz sensual disse-me: 'Agora, a minha gozada maior'. E com gestos rituais, despejou boca adentro, em goles estudadamente eróticos, todo o esperma que ficara na taça. No último gole Esther deu novo grito e não precisei adivinhar: era visível que havia gozado e desta vez bem mais furiosamente que a primeira. Eu não podia acreditar no que via. Com a ponta do dedo, Esther ainda apanhou o esperma que ficara grudado na taça, levou-o à boca e chupou-o gostosamente. O espetáculo era estremamente erótico.

Atirei-me sobre ela e com selvageria penetrei em todos os orifícios de seu corpo, desta vez generosamente franqueados por ela. Só uma regra ficou: sempre que percebia que ia gozar, Esther abocanhava meu pênis e bebia integralmente minhas ejaculações que foram três naquela noite. Sem dúvida, devidas a ela e sua extraordinária performance.

Depois da batalha, Esther me contou detalhes de sua verdadeira espermofilia. Esther adquirira um verdadeiro fascínio pelo contato direto com o esperma. Deliciava-se em passá-lo por toda extensão de seu corpo. Adorava engoli-lo em qualquer

ocasião.

Contou-me que em seus plantões noturnos no hospital, chegava a masturbar vários doentes anestesiados só para beber-lhes o leite. E nem só dos anestesiados, segundo ela. Sempre que podia levava algumas 'doses' para casa e mantinha um verdadeiro 'banco de esperma' na geladeira para dias solitários. Sua sofisticação ia a tal ponto que até bolos gelados ela recheava com aquele creme.

Por via das dúvidas, nunca comi nada na casa de Esther além dela própria, e evitava seus copos e taças de cristal.

Depois daquela maravilhosa noite transamos muitas vezes sempre com o destaque de sua mania. Aquela taça agora ostentava uma etiqueta com meu nome, outra sofisticação de Esther, ao lado de outras igualmente etiquetadas. Mas não me importava com isso, só queria tê-la mais e mais. Muito antes do filme Caligula aparece por aqui, Esther mostrou-me o que eram banhos de espermas, que ela praticava sempre que podia. Esther reunia um bando de garotos que perambulava por sua rua, levava-se a seu apartamento e fazia com que gozassem sobre seu corpo. Escondido no quarto, pelo buraco da fechadura, assisti uma dessas sessões.

Nunca vi nada tão belo. Impossível descrever com precisão Esther gemendo e se lambuzando com todo aquele leite, engolindo o mais que podia, fazendo com que os que tivesse o pênis maior gozassem diretamente em sua boca.

Alguns meses depois ela voltou para Belo Horizonte e perdi o contato com ela. Agora só me resta morrer de inveja dos mineiros que estejam transando com Esther, que possuam seus nomes etiquetados nas taças de cristal desta mulher."


 

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VERSOS INFALIVEIS"

Autor Desconhecido


 


 

Eu sempre fui metido a poeta. Sempre que batia um papinho com os amigos e amigas, lia para eles os meus versos apaixonados.

E até que tinha alguma coisa que se aproveitava e sempre existia uma gatinha com o coraçãozinho mais frágil, que logo me pedia para repetir as baboseiras. Com o tempo fui ficando conhecido no colégio, e quando surgia uma gatinha apaixonada por um gatão, vinha a mim e pedia para escrever uns versinhos e tal. E nesta de escrever versos, acabei comendo mais de uma dúzia delas. Lembro-me especialmente de Helena, uma loira lindíssima, com tudo em cima. Ela, um pouco tímida, chegou-se a mim e abriu o jogo.

Contou que estava apaixonada por um tal de Serginho - um idiota do terceiro ano - e que precisava da minha ajuda. Gentilmente me prontifiquei em ajuda-la. Antes, porém, de dizer - em versos - que aquele parvo era o que ha de melhor entre os homens, estudei minhas possibilidades de levar Helena até um motel. 0 fato de ter apenas dezoito anos e não trabalhar - faltava grana - dificultava um pouco as coisas, pois eu não tinha aonde levar as moças. Mas, acabo sempre me saindo bem.

Contei a hist6ria - de falta de lugar - para um tio meu, que se aprestou a resolver o problema. E resolveu. Ele me alugou um pequeno apartamento em Bonsucesso e o colocou å minha disposição. (Claro que ele queria também, quando necessário, usar o ape).

Depois de ter comprado uns almofadões e de transportar uma pequena geladeira - que ganhei deste mesmo tio -, me aproximei de Helena e disse que estava pronto a fazer o grande milagre

Escreveria os versos na primeira pessoa e no feminino. Aleguei que o cara ia se sensibilizar com a profundidade de seus sentimentos e que iria cair como um patinho em seus braços angelicais Marquei com ela na Avenida Teixeira de Castro n.' tal e å tal hora. Fissuradissimo, derrubei, garganta abaixo, duas doses de vodca. De imediato, já estava pronto para o meu ato de sedução.

Todo e qualquer movimento no segundo andar fazia meu coração bater forte. Quinze minutos de atraso, vinte, vinte e cinco, meia hora - bate na porta. Abro. É ela Um tanto cansada e assustada, aceita meu simpático convite para entrar.

Fiz com que sentasse e Ihe ofereci um refrigerante; ela aceitou. Afobada, quis logo começar os versos. Pedi calma e fui å cozinha buscar mais vodca. Da porta dei uma sacada, e pela posição em que estava podia ver suas coxas bem torneadas e cobertas por suave penugem dourada. Aquelas pemas maravilhosas se aprofundavam por dentro da saia, que cobria, por sua vez, o doce mistério daquela quase adolescente.

Voltei com o copo na mão, os olhos turvos pelo desejo de possuir aquela pérola. Pensei até em abandonar a idéia de escrever versos, mas isso poderia estragar tudo. Peguei um caderno e uma caneta (o que um homem não faz para transar uma gatinha'?!) e sentei-me ao seu lado. Pousei uma de minhas mãos sobre uma daquelas pemas. Um contato com a carne quente e macia fez com que meu membro latejasse. Escorreguei a mão e Ihe perguntei o nome ao cara. Como se eu não soubesse! Ela, empurrando meus dedos, disse o nome da figura: Sérgio. Um certo ódio passou pela minha cabeça. Como eu, logo eu, escreveria um acråstico para um homem, e o pior, a pedido de uma mulher?!

0 primeiro verso foi escrito com mA vontade, garatujado e sem sentido. 0 segundo, igualmente pobre. Ela, com seu corpo mais próximo do meu, permitiu-me ver bem de perto as formas deliciosas de seus seios. Os mamilos róseos descobertos eram um convite ao amor. Fingi pensar e uma de minhas mãos pousou licenciosa sobre a coxa direita de Helena. Senti os pelinhos se eriçarem com minha leve caricia. Sorvi mais um gole de vodca, e me deliciei com o contato macio daquele rosto encostado ao meu. Por baixo da calça meu pênis se avolumava, e, a medida que ia crescendo, ia esticando meus pelos, de forma que eu sentia uma dor terrível. Tinha que enfiar a mão por debaixo e coloca-lo em posição vertical, rente ao umbigo.

Quando, instintivamente, enfiei a mão, Helena suspirou. Em segundos o agarrou, apertando-o sob o tecido jeans. Automaticamente minhas mãos se aprofundaram no interior de suas coxas até Ihe atingirem o sexo ardente. Sua calcinha não foi empecilho para os meus dedos ágeis. Logo Ihe atingi os pequenos lábios e, numa exploração febril, o seu clit6ris. Aos poucos senti meus dedos molhados por um liquido denso, viscoso. Ela, por sua vez, libertara meu pênis e o masturbava gostosamente. Joguei longe a caderno e, virando um pouco mais o rosto, comecei a beijá-la, Helena, excitadissima, me apertava contra seu corpo e já movia sua pélvis ritmadamente contra meus dedos. Nossas línguas se chupavam e bebíamos o sabor de nossas bocas.

Com delicadeza fui desabotoando a saia de Helena, e, tirando-a, joguei-a sobre os almofadoes. Meus dedos continuaram a se mover no interior de seu sexo. A calcinha estava encharcada dos sucos daquela fêmea. Um puxaõ, e os colchetes de sua blusa cederam e seus seios lindos surgiram diante de meus olhos. Seus mamilos me lembravam duas pérolas e logo os abocanhei - ora um, ora outro - sugando-os com volúpia. Helena sentia a rigidez de meu membro em sua måo e seu rebolado anunciava para breve o seu orgasmo.

Novamente comecei a beija-la enquanto tirava a minha calça e a cueca. Ela, vendo-me nu da cintura para baixo, não hesitou e, num movimento arrebatado, mergulhou sobre meu sexo, introduzindo-o em sua boca voraz. Sugou-o com todas as suas forças, fazendo-me ir ao paraíso, tal era a sensação que sua boca quente produzia em meu membro.

De repente, seus movimentos aumentaram numa intensidade louca e ela começou a gozar. Fiz com que largasse meu membro, o que a deixou louca e, sem perda de tempo preparei-me para penetr1-la. Tomei posição e empurrei a glande. Senti certa dificuldade na penetração. Helena começou a gritar, a apertar meu corpo delirantemente. Fiz mais força e senti perfeitamente o rompimento de seu hímen, ao que ela começou a soluçar. Puxava a pélvis, tentava se libertar, gritava, pedia-me, implorava para tirar. Não Ihe dei ouvidos, e acelerei meus movimentos. Aos poucos ela começou a me acompanhar.

Começou a rebolar alucinadamente, me agarrando o corpo, chamando-me de tesão, de gostoso, e pedindo-me entre lágrimas que enfiasse tudo Obedeci aos seus pedidos e permiti que ela gozasse freneticamente pela primeira vez em sua vida. Esperei que relaxasse e tentei, em breves estocadas, chegar ao orgasmo, porém não consegui. Creio que houve, naquele momento, um bloqueio psicol6gico que evitou que eu ejaculasse. Nos separamos e tratei de me servir mais uma vodca e um outro refrigerante a Helena.

Sobre a almofada em que fizemos amor, via-se uma mancha de sangue, prova inconteste da virgindade que deixara de existir. De pé, nos entregamos a um abraço delicioso e meu membro logo endureceu, atingindo-Ihe o interior das coxas. Simulamos uma dança e Helena começou a se excitar com o roça-roça. Chegou mesmo a ficar molhadinha só pelo fato de meu membro friccionar a superfície de seu sexo. E ficamos mais de meia hora naquela libidinagem gostosa; um preparo para uma nova transa. S6 que eu quis fazer diferente: pedi que ficasse de quatro sobre os almofadões e expliquei que iria Ihe fazer uma caricia anal.

Comecei a passar a cabeça do meu falo na abertura daquela bundinha deliciosa, e, aproveitando o fato de já estar lubrificado - com os sucos daquela vagina -, fui enfiando devagarinho no buraquinho. Tive dificuldades, mas com muito tato fui insistindo, insistindo, até que de repente meu membro foi tragado por inteiro.

Acelerei imediatamente minhas investidas, e ela, esfregando meus dedos contra seu clitóris, começou a gozar. Assim que ouvi seus primeiros gemidos de gozo, entrei num ritmo louco e atingi a um clímax delirante, alucinado; despejei todo o meu esperma no mais profundo de suas entranhas. Que delicia fora aquele orgasmo, que espetacular ver aquela mulher rebolando feito doida em cima do meu p0nis duríssimo.

Percebi que não era a primeira vez que Helena tivera uma relação anal. Foi então, sem que eu pedisse, que ela me explicou, durante o banho, que o Serginho nunca representara nada para ela, que fora um simples pretexto para se aproximar de mim. Esclareceu também que j5 havia transado relacionamento anal muitas vezes, e isso explicava o fato de não ter dado um ai, mas que era a mim que queria se entregar.

Disse também que me paquerava desde os tempos do gin5sio, que lia todos os meus versos e coisa e tal. Saímos do chuveiro e.ela, consultando o relógio, falou que tinha que ir, mas que voltaria no dia seguinte, pois não se enganou a meu respeito.

Sabia que eu era maravilhoso, um homem e tanto. Aquelas palavras fizeram um efeito mágico no meu ego de macho ainda adolescente. Me senti o maior entre todos os mortais,

No outro dia ela voltou, e ai transamos loucamente. Durante todo aquele ano eu e ela trans5vamos quase todos os dias. Hoje, casado, apaixonado por minha mulher, tudo o que tenho em relação a helena - e muitas outras que passaram sob o crivo do poeta - são apenas recordações. Não sei por onde ela anda, mas sei que, se acaso ela ler este relato, se lembrará de mim."


 


 

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