domingo, 14 de março de 2010

A NINFETINHA DE DALI

Autor Desconhecido


 


 

"Desde pequeno sempre gostei muito de artes, inclusive de quadros de pintores modernos, como Monet, Renoir e Salvador Dalí.

Como poucos, tive a chance de conhecer grandes quadros dessas celebridades em Paris, no Museu D'orsay e no Louvre.

Bem, isso não vem bem ao caso. Tenho 18 anos, sou moreno, olhos e cabelos castanhos, e o fato que irei narrar, ocorreu há alguns meses. Tenho uma colega que, assim como eu, gosta muito de quadros de pintores modernos. Com o passar do tempo, fomos nos aproximando cada vez mais e ela me disse que o seu pintor favorito era Salvador Dalí.

Ela era uma garota muito bonita, peitos salientes, morena, de tamanho médio, uma bundinha durinha e deliciosa, e tinha 18 anos. Certo dia, ela me convidou para ir até a sua casa para ver alguns livros de pintura que ela tinha. Eu não pensei duas vezes e, então, combinamos o encontro.

Na hora marcada toquei a campainha da casa de Mariane(nome fictício, para evitar complicações)e ela atendeu. Disse que estava sozinha em casa e me levou até o seu quarto. Estava com um babylook e uma minissaia. Não consegui tirar os olhos daquelas coxas por nenhum instante. Quando subimos a escada, ela fez questão de ir na frente. Assim eu poderia ver as calcinha agarradinhas naquela bunda fenomenal.

No quarto dela, eu aspirava o cheiro de uma ninfetinha virgem, cheia de amor pra dar. Ela mostrou-me os livros de pintura e, vistos estes, ela me perguntou se eu não gostaria ver outros tipo de livros. Senti o olhar malicioso dela. Nem pensei muito para responder.

Ela subiu num banquinho para pegar os "livros", que estavam na parte de cima do armário. Fiquei admirando aquela bundinha outra vez. Ela desceu com os livros e mostrou-me. Como eu suspeitava, eram livros de sacanagem. Ela perguntou-me se eu também gosta desse tipo de artes. Respondi apenas com o olhar. Nos ajoelhamos na beirada da cama dela e ela abriu o livro.

Era excitante ver aquelas fotos do lado de uma garota tão gostosa como Mariane. Ela disse que se eu quisesse poderia me masturbar. Aceitei na hora e comecei a bater uma punheta dentro das calças. Ela mandou que eu tirasse pra fora. Obedeci na hora.

Ela abaixou as calcinha e também começou a se masturbar. Disse a ela que ia gozar e ela pediu para eu gozar no rosto dela.

Nem acreditava no que ouvia! Começamos a fazer um 69. Ela tinha uma xotinha pequena e peludinha. Chupei aquele grelinho e ela só se contorcia. Começou a gozar igual a uma égua no cio e chupava a minha pica cada vez mais rápido. Gozei naquela boquinha quentinha e gostosa, ela engoliu tudinho. Coloquei ela de quatro e encostei a cabeça do meu pênis naquela pequena abertura da sua vagina.

Ela deu um salto pra frente. Agarrei-a pelas cadeiras para que ela não fugisse e fui metendo naquela xana. Ela gritava e se contorcia muito. Meu caralho já doía. Ela berrava palavrões. Comecei a fazer um vai-e-vem devagar e ela logo entrou no ritmo. Estourei num gozo incrível dentro daquela bucetinha, que sangrava por ela estar perdendo o cabacinho. Tirei de sua xaninha e ela, meio desmaiada, começou a limpar meu pênis com a língua dela.

Não resisti e gozei outra vez dentro daquela boquinha linda. Ela desmaiou. Abri as gavetas de sua cômoda e peguei alguns lençóis para amarrar ela na cama. Como ela estava dormindo, cumpri a tarefa com imensa facilidade, deixando-a com a bundinha aberta virada pra mim. Meti a cabeça e ela acordou. Tentou escapar mas não deu pra ela. Fui metendo tudinho.

Ela chorava e pedia para eu continuar. Gozei quatro vezes naquele cuzinho gostoso e desamarrei ela.

Nos despedimos com um delicioso beijo na boca e fui pra casa. Sempre que podíamos, repetíamos a dose...


 

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ALUNA APLICADA NAS QUADRAS E NA CAMA

Autor Desconhecido


 


 

"Meu professor de tênis é um tesão. Escrevo isso pensando naquelas pernas musculosas que um dia tocaram as minhas e me fizeram conhecer a paixão. Estava sem namorado e Cláudio passou a ser o meu objeto de desejo mais próximo.

Nos encontrávamos quatro vezes por semana e a aproximação foi inevitável. Ele sabia que eu estava carente e não teve muito trabalho para conquistar meu coração. Era mais velho e tinha a determinação dos homens de verdade.

Estava treinando para um torneio e o empenho dele foi fundamental para o meu sucesso. Na véspera da partida final, vendo meu estado de tensão, me levou até a casa dele, onde preparou um jantar divino, com uma receita italiana.

Na sobremesa, contou histórias divertidas e, entre um relato e outro, pousava os olhos nas minhas coxas. As mesmas coxas que ele estava acostumado a ver nas quadras. O detalhe é que estávamos sentados bem próximos, com as mãos dele ao alcance das minhas pernas.

Quando Cláudio tocou uma delas, fiquei toda arrepiada. Senti um calor por dentro e a vontade descontrolada de beijá-lo, experimentar aquela boca maravilhosa. Quando notei, ele já me beijava e agarrava meu corpo com toda força. Transpirava nervosa e com vontade de dar para aquele homem gostoso. Cláudio sabia disso mas me instigava, adiando o ataque.

Já sentia meus pelinhos molhados quando ele alcançou minha bocetinha com os dedos, por cima da calcinha. Meio sem querer comecei a rebolar em cima da mão dele, louca para ser penetrada com força e com vontade. A mão de Cláudio era uma raquete, hábil e precisa.

Os dedos foram afastando a calcinha e, em pouco tempo, deixando meu grelinho mais duro ainda. Eu gemia baixinho, pedindo pica, implorando por um caralho. Aí ele surgiu em flor, na altura da minha boca, pronto para ser chupado como um pirulito de cereja.

Esqueci a ansiedade da partida final e me entreguei por completo ao prazer daquela chupação. Nas bolas, nas veias, em toda a extensão do mastro, na cabeça inchada de tesão... A minha língua não poupava nada, nem um centímetro daquele músculo pulsante.

Meu professor de tênis se retorcia no sofá, com o pau mais grosso que no início. Estava a ponto de gozar e aquilo tudo ia encher minha boca. Não desisti, continuei a postos, esperando o rio caudaloso. Quando veio, recebi tudo com vontade. Nunca tinha feito aquilo, mas Cláudio merecia.

Depois de alguns segundos admirando os olhos da minha paixão, levantamos e começamos a dançar, ao som de uma música suave e romântica. Com os corpos bem coladinhos, o pau dele foi dando sinais de reação e a minha excitação cresceu. Queria ser penetrada e não agüentava mais esperar.

Cláudio arriou a calcinha e passou a roçar o pau na minha vulva. Eu já ia me ajoelhando para um novo boquete, mas ele me segurou e me jogou no sofá. Veio por cima, esfregando o pau na bundinha. Pensei que fosse se engraçar por ali, só que ele estava procurando mesmo era a rachinha, pronta para ser comida.

Não demorou a encontrá-la e muito menos a invadí-la. Foi ótimo sentir tudo aquilo dentro. Queria gritar mas tinha medo de acordar a vizinhança. O jeito foi chupar meus dedos, lembrando do gosto do cacete de Cláudio. À medida que ele aumentava o volume da trepada, eu mordia as unhas, fora de órbita.

Aquilo me machucava a xota apertadinha mas eu gostava muito. E posso dizer a vocês que não há melhor sensação para uma fêmea do que ver a porra escorrendo pelas pernas depois do gozo do macho.

No dia seguinte, ganhei o jogo por três a zero. Mas o melhor game foi disputado entre a minha xoxota e a pica de Cláudio. Um duelo de amor e muito gozo."


 


 

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