quarta-feira, 3 de março de 2010

A INSACIAVEL"

Autor Desconhecido


 

No final de janeiro, fui com minha namoradinha a uma festa na Floresta, um bairro classe média aqui de Belo Horizonte Sei que acabei me excedendo na bebida e amarrei o maior porre.

Susete minha garota, resolveu me levar para sua casa, onde eu ficaria até melhorar. Proibindo-me de pegar no volante, ela guiou o carro até Cidade Jardim Chegando a porta de sua residência, apoiando-me em seu ombro, entrei

Ela tez com que me sentasse no sofá da sala, enquanto me fazia um café bem for te e amargo Pediu que não fizesse barulho, pois os pais estavam dormindo. Assim que terminou de falar, surgiu na sala sua irmã Ana.

Eu já a conhecia, mas fiquei surpreso ao vê-la coberta por um transparente baby doll que me deixava ver as formas perfeitas de seu corpo adorável. Susete pediu que ela me fizesse companhia enquanto fervia a água e conseguia um comprimido para eu tomar. 0 meu estado não era dos melhores eu via Ana meio desfocada e sentia um mal-estar horrível.

Ela, carinhosamente sentou se ao meu lado no sofá e colocou uma almofada sob a minha cabeça. Mesmo zonzo, eu conseguia ver, e não parava de olhar para suas pemas bem-feitas, sua vulva coberta por uma minúscula calcinha, que deixava a mostra parte de seus pêlos.

Seus seios também não escapavam ao meu olhar e se ofereciam tenros debaixo daquele tecido levíssimo Uma porção de coisas passava por minha cabeça Entre elas, a vontade de pegar Ana e trepar com ela ali mesmo, na sala. Porém, a chegada de Susete dissipou todas aquelas idéias de bêbado. Tomei o café e minha namorada voltou å cozinha para buscar o comprimido. Ana, levantando-se, foi até o aparelho de televisão e o ligou.

Quando se abaixou, deixou a vista sua bundinha arrebitada e carnuda. Apesar de estar com os reflexos entorpecidos, meu membro latejou sob a roupa. Ela, com o corpo ainda levemente curvado, virou-se para mim, proporcionando-me a visão de seus seios fartos e bem delineados e de mamilos pontudos e róseos. Susete me faz tomar o remédio e novamente me recostei no sofá. Um filme de bangue bangue gritava no vídeo e eu quase morria com o barulho detestável dos tiros. Aos poucos fui melhorando.

0 mal estar passou e com ele a dor de cabeça. Susete pediu-me licença para tomar um banho e mais uma vez fiquei a sós com Ana. Assim que sua irmã saiu da sala, ela veio em minha direção e sentou-se ao meu lado. Num movimento instintivo, passei a mão em tomo de sua cabeça e a encostei em meu peito. Ela, um pouco surpresa, levantou-se e ai trocamos um olhar temo, que acabou encorajando-me a beija-la. Nossas bocas se colaram sem pressa e nos entregamos a um beijo longo, molhado e gostoso.

Assim que ouvimos barulho no corredor, nos separamos e logo Susete chegou a sala, com uma toalha em volta do corpo. Acenou que esperássemos, pois iria vestir uma roupa. Mais alguns minutos e minha garota voltou. Eu, alegando ter melhorado, disse que ia embora. Mas Susete argumentou que eu não deveria ir, que podia dormir aquela noite em sua casa. Simulei hesitar, fiz que não,. porém ela insistiu, ajudada por Ana.

Claro, acabei ficando. Enquanto Susete foi arrumar um quarto para mim, tentei dar uma sarrada em Ana, mas ela se esquivou, dizendo que era cedo para tal coisa. Beijou-me e foi se deitar. Deitado, não consegui dormir. A imagem do corpo de Ana não me saia da cabeça.

Meia hora, creio, se passou e ouvi barulho na maçaneta da porta. Em segundos ela se abriu e Ana entrou. Fez sinal para que não fizesse barulho. Só de cueca, me levantei e fui ao seu encontro. Nem precisamos de palavras, nos abraçamos apertado. Meu pênis - que não é dos menores - automaticamente endureceu e parte dele ficou para fora da cueca, atingindo as coxas de Ana. Seus seios se comprimiram contra meu peito e nossas línguas famintas novamente se encontraram. Ela pediu-me para não fazer barulho, pois sua irmã poderia acordar.

Concordei e logo minhas mãos apertaram suas nádegas e foram abaixando a sumaria calcinha que mal lhe cobria o sexo. Por sua vez, sem perda de tempo, ela desceu sua mão até o meu sexo, agarrando-o com volúpia. Meus dedos lhes atingiram o interior da vagina, arrancando-Ihe gemidos de prazer.

A cada movimento deles, ela vibrava mais. Devagar, fomos nos chegando até a cama e lentamente nos deitamos. Sem parar os movimentos sobre seu clitóris embrasado, esperei que ela tirasse o baby doll, ficando inteiramente nua. Um perfume silvestre se desprendia daquele corpo fresco, jovem. Agradecida, Ana apertava forte meu pênis, que latejava em sua mão. Nossos beijos eram dados com sofreguidão e ela já me pedia para penetra-la. Atirei minha cueca ao acaso e meu pênis se arremessou contra a abertura de sua vagina.

Um empurraozinho e a glande entrou. Ana estremeceu, engoliu um gemido e pediu-me para enfiar. Fui, devagar. Seus olhos estavam fechados, e a boca entreaberta não continha os gritos -abafados - daquela fêmea alucinada. Acelerei os movimentos e um grito mais alto fugiu de sua boca. Ela suspirou, gemeu, disse coisas que eu não conseguia entender.

Seu corpo se grudou ao meu e sua boca mordeu meu ombro. Anunciou com a voz quebrada que estava gozando. Chorando convulsamente, pediu-me que gozasse; queria sentir meu esperma quente em suas entranhas. Em movimentos ágeis, gozei, despejando-Ihe o que me pedira. Ela afrouxou os braços em tomo de meu peito e relaxou. Poucos minutos depois de nos separarmos, aquela potra insaciável já queria mais. Enxugou-se com o lençol e, puxando-me, fez com que minha cabeça fosse encontrar seu sexo. Comecei a chupa-la. Minha língua se agitou sobre seu clitóris, que se tomou intumescido dentro de minha boca. Ela, suspirando, curtia deliciosamente aquela caricia. Escorreguei a língua do clitóris e saboreei os sucos que se desprendiam de sua vagina. Ela, ao mesmo tempo que arfava, mexia ritmadamente sua pélvis contra minha boca.

Um pouco mais e ela puxou meu corpo para cima e com uma das mãos guiou meu pênis - já ereto para sua gruta. Bem lubrificada, não tive dificuldades para penetra-la e, em três firmes movimentos, estava todinho dentro dela. Suas pemas, suspensas no ar, acompanhavam os meus movimentos até que se entrelaçaram em tomo do meu corpo - ela estava começando a gozar. Não parei de me movimentar dentro daquela mulher. Obtive absoluto controle da ejaculação e fiz com que chegasse a vários orgasmos. Tive um certo receio de - a qualquer momento - Susete, ou quem quer que fosse, ouvir os gemidos, o palavreado de Ana. Só muito depois, rodando com ela na cama em posições as mais acrobáticas, é que me permiti o gozo, que aconteceu aos solavancos, tal era a minha excitação.

Acendi um cigarro e conversamos um pouco.

Disse-Ihe que estava com sede e ela foi até a geladeira e me trouxe água. Bebi. Voltamos ao papo - sobre a primeira vez dela - e novamente nos acariciamos. Ana, com a voz mais tema deste mundo, disse-me que queria que eu fizesse algo com ela. incentivei-a a levar adiante e então pediu-me para ejacular em seu rosto. A principio não entendi direito, mas ela me fez calar. e iniciou uma deliciosa chupada em meu membro.

Sua boca quente e escolada logo realizou o grande milagre e meu pênis, em poucos segundos, endureceu. Deitada de costas, comigo ajoelhado sobre a parte superior de seu corpo, prosseguiu a falação. Pelas minhas expressões de prazer ela ia controlando meu orgasmo, que se prolongou por alguns minutos. Mais um pouco e comecei a ejacular, o que a fez tirar meu instrumento de sua boca, colocando-o a altura de seu rosto. Em golfadas, meu sêmen atingiu seus olhos, nariz e boca, Ela o apertava e me agradecia o favor que Ihe fizera.

Imaginei, feliz, que tantas vezes que ela quisesse poderia abusar destes meus favores. Cuidei de tomar um banho - rápido - e quando voltei para a cama não encontrei mais Ana. Era inútil qualquer tentativa de procura-la.

Mas o sono não demorou a pintar e dormi como um anjo.

No outro dia, sai bem cedo. Susete me levou a porta e marcamos um encontro para mais tarde, na faculdade. Quanto ao que ocorrera durante aquela noite, ela não se tocou de nada."


 

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AMANTE PERFEITO

Autor Desconhecido


 


 

"Quando minha mãe se casou pela segunda vez, além de um padrasto ganhei um tio-torto, 18 anos mais velho que eu. Minha infância era feliz e minha relação com o novo tio não era nem próxima nem distante: ele simplesmente ignorava a minha existência. Fui crescendo e passei a olha-lo com olhar comprido de namorar moço bonito, até me transformar numa bela moça, o que, claro, não iria passar despercebido pelas pessoas mais indiferentes, que tivessem me visto crescer. Logo arranjei um na morado e fui perdendo os meus jeitos de donzela.

Isso teria me deixado muito feliz, não fosse o meu descabaçador casado e pai de quatro filhos.

Agora que já passou tanto tempo acho até engraçado, mas na época fiquei francamente decepcionada, descrente dos homens, e fui chorar no ombro do tio Toni, que se mostrou muito compreensivo e amigo, com palavras apenas, pois me lembro que em dado momento, em que ia me dando um braço, me afastou bruscamente, arranjou uma desculpa qualquer e foi embora.

Depois desse episódio, vivi bem uns dois anos sem pensar em namorado nem em transar, até que comecei a entrar num cio que não estava dando mais para agüentar. Eu acordava de noite morrendo de desejo e não adiantava me masturbar que não passava: era pior ainda. Eu andava com vontade de subir pelas paredes Precisava fazer sexo e n5o sabia com quem. Ou sabia?

A imagem do Toni sempre pintava nas minhas fantasias. Mas nunca pensei que pudesse me atrever.

Mas pude, e quando vi estava defronte ao apartamento dele, tocando a campainha. 'Não vai me mandar entrar?' - perguntei para Toni, que me atendeu com uma cara de quem não estava entendendo o que uma moça como eu estava querendo aquela hora. Deviam ser umas dez da noite

No apartamento de um homem sozinho! 'Aconteceu alguma coisa? Tudo bem na sua casa,.?' - ele quis saber. Eu disse que não era nada disso, estava tudo bem. E fui entrando, antes que me arrependesse. Minhas pemas começaram a tremer e eu disse de supetão, porque do contrario não conseguiria: 'Eu vim aqui porque quero ir pra cama com você.' Assim de cara.

Ele ficou surpreso, abobado, levou um tempo para me agarrar, cor., o rosto afogueado, e me beijou a boca com sofreguidão. Só depois começou a me fazer roçar com os peitinhos no seu tórax; ele ficou enlouquecido pois eram quentinhos e macios como paes-de-lo recém-saidos do forno.

Apertou com força e eu deixei, sem medo de que ele pudesse estragar os meus troféus tamanha tesão eu tinha. 0 Toni era muito mais gostoso do que eu tinha imaginado, ainda mais assim pegando fogo, com a pele macia do rosto se esfregando na minha, com os lábios roçando de mansinho meu pescoço e mordiscando, lambendo e descendo para a minha cintura Os seios esperando ansiosos, ele maltratando meu desejo, assim de propósito para ficar mais gostoso. Minha blusa no chão.

Ele rodeando minha cintura, meu dorso, e finalmente chupando os bicos eriçados dos meus seios, eu sentindo um prazer infinito, de ser o Toni a estar me chupando os seios, de ver meu tio, tão sério e tão distante, ali ajoelhado diante de mim, me tirando a roupa. bestificado com o que estava acontecendo.

Ali no hall de entrada mesmo, ele me tirou a saia e depois a calcinha, lambeu o meu umbigo, meus p0los, e depois enfiou a língua pontuda na minha fenda até sentir o meu brotinho endurecer.

Então ele afastou os lábios e começou a mamar aquela coisinha dura até me fazer gozar Sem agüentar mais, ele me tomou nos braços e me carregou para o seu ninho, para me comer melhor, pois chegara o momento supremo de meter aquela doce maravilha em mim.

Tive vontade de cantar uma opera, da mais pura alegria. 0'membro dele estava duro como algo, não vou dizer que não doeu pois eu era quase virgem, mas até a dor era gostosa.

Ele ficou por cima de mim sem largar o peso todo, suspenso pelos braços. E assim ele entrava e saia, me arrancando a cada vez uma sensação de precipício, o que me fazia gemer e grunhir; eu estava fora de mim.

Não sentia a cama por debaixo do corpo, me sentia nas nuvens, ele gozava e continuava dentro sem arrefecer.

Gozou desse jeito três vezes e eu, calculo, umas nove. No intervalo entre o primeiro e o segundo ato, eu e o Toni conversamos muito e ele me confessou que hå muito tempo me desejava como louco.

Disse que queria me comer de cabeça pra baixo, de tudo quanto era jeito, que queria o meu anus. Me deu muito medo, mas concordei. Afinal não poderia negar nada ao homem que estava amando com paixão. Fiquei de quatro na cama, ele passou vaselina no meu anus e no membro dele, da cabeça até a raiz, e empurrou no meu buraquinho virgem. Entrou fácil, fácil. Doeu horrivelmente, mas eu não queria que ele tirasse. Ele gozou muito IA dentro.

Foi assim que partimos para o terceiro ato, onde ele me compensaria do sofrimento para me ensinar uma coisa que eu não tinha imaginado que pudesse ser tão bom: o meu primeiro sessenta-e-nove. Pôs-me aquela fantástica peça, bem lavadinha, dentro da boca e começou a chupar com sofreguidão a minha 'bela-adormecida', que imediatamente se assanhou. Ter o membro dele na minha boca era uma delicia. Eu procurava acariciå-lo de todos os modos que sabia e imaginava, e de tanto passear a minha língua e sugar arranquei-Ihe a seiva que me inundou a boca. Bebi ao mesmo tempo que gozava. Durante toda a noite Toni acabou mais umas seis vezes dentro de mim, mas antes dava-me uma chupada gostosa. Gozei demais naquela noite. Tio Toni é o amante perfeito. Para sempre."


 

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