domingo, 21 de março de 2010


CONSORTE DE POMPOARISTA COM SORTE"

 

 
Até o sol brilhante numa manhã fria de final de outono parecia diferente. Tinha sido assim toda a estrada. Os 230 quilômetros, que havíamos percorrido, pareceram muito mais curtos devido a emoção do encontro a que nos dirigíamos.
Foram meses e meses de vontade e medo, até que tomássemos a decisão. A partir daí tudo foi muito rápido.
Do primeiro contato, em que expúnhamos os motivos que nos levava a desejar encontrá-lo, até o último em que o mestre definiu data e local, foram poucos dias. Poucos, mas longos, pela ansiedade do novo mundo que se descortinaria para nós. "Especialmente o último contato, através do telefone que lhe havíamos indicado em nosso último telegrama foi marcante.
Quando cheguei em casa, à noite, o semblante de Bela dizia tudo. Só de vê-la eu percebi que algo diferente tinha acontecido. Ela me disse que estava no trânsito quando o celular tocou. A surpresa pela pronta resposta do mestre e a excitação que a voz dele lhe proporcionava, obrigou-a a parar o carro para falar com ele.
Confidenciou-me ter ficado molhadinha pelo tesão que sentiu ao falar com ele e marcar o encontro definitivo. A forma como fizemos amor, foi a expressão maior de como aquela ligação havia deixado-a transtornadamente excitada.
Os dias seguintes foram de intensa ansiedade, mas agora estávamos ali, aguardando que ele se apresentasse. "No hall do grande e movimentado shopping, somente a anteninha peculiar, que ele mantinha na mão direita, permitiu-nos identificá-lo de imediato.
A magia se restabeleceu assim que ele beijou o rosto de minha esposa, dos dois lados, e sensualmente perguntou se ela estava pronta para ingressar em um novo mundo...
A caminho do motel, agora em seu carro, ele foi muito mais expansivo. Disse-nos que tinha certeza que a química estabelecida faria com que aquele encontro resultasse em grande sucesso e mais uma pompoarista florescesse. "O motel foi escolhido muito apropriadamente. Permitia a entrada de um terceiro integrante, sem questionamentos, embora com cobrança de diária extra. As acomodações comportavam tudo o que mestre necessitava. Seu trânsito pelo local era claro.
Conhecia cada um dos recantos e a todos descrevia associando imagens de outras iniciações que ali havia praticado. Dentro do quarto, a tensão que existia em todos nós pairava com uma presença quase física.
O mestre realizou uma preleção objetiva em que buscava introduzir minha amada nos segredos históricos do pompoarismo.
Ao mesmo tempo em que a relaxava, instruía sobre o código não-verbal que utilizariam daí para frente. "Enquanto Bela, no banheiro se despia e esvaziava completamente a bexiga a pedido do mestre, nós pedíamos algumas cervejas e fingíamos desconhecer a ansiedade que estava mais que presente. Tomei meu lugar no sofazinho, na penumbra, quando Bela desceu as escadas enrolada na toalha branca. Sentou-se na cama, com todo cuidado para que a toalha, firmemente apertada sobre os seios, não se abrisse.
O mestre se aproximou e iniciou o ritual de relaxamento. Sua técnica aprimorada conseguiu em pouco tempo desinibi-la completamente e ganhar sua confiança. Ele a guiava para um relaxamento total e um estágio pré-hipnótico que lhe permitisse quebrar todos os grilhões que tolhiam seu prazer total. "Com carinho deitou-a sobre o lençol macio, com cuidado para não abrir a toalha que ela havia mantido fechada com tanto cuidado. Com voz pausada e envolvente, começou a desenhar, na mente dela, uma cena que ao mesmo tempo a envolvesse e criasse um estado de tesão contido.
Com carinho perguntou a ela se podia retirar a toalha e, desfazendo o nó sobre os seios, retirou-a. A surpresa dele, embora bem contida, foi visível. O corpo dela, brilhante de excitação, era uma maravilhosa paisagem para nossos olhos sedentos.
"A voz do mestre soou trêmula quando ele disse "Belazinha, você está deliciosa!". Continuou seu trabalho de persuasão para encaminhá-la à excitação necessária para permitir-lhe abrir as portas do mundo mágico do pompoarismo para ela.
Disse-lhe que o treinamento era muito íntimo e que precisava de toda a confiança e de todo o desejo dela de que o mesmo acontecesse.
Perguntou a ela se ela queria, intensamente, que ele continuasse o treinamento e a voz dela, quase sussurrante disse "quero...".
Ele então começou uma carícia muito sensual nos seus seios, que incluía alguns amassos carinhosos nos mamilos, enquanto sussurrava que queria que ela fosse umedecendo sua xoxotinha para que ele pudesse inserir os dedos nela. Era perceptível o tesão tomando conta dela e, da minha posição, eu podia quase sentir a umidade indo se estendendo por cada fibra de sua intimidade. O meu tesão, neste ponto era tanto que, silenciosamente, me desloquei para os pés da cama, e fiquei a fitar o brilho que ia surgindo da xoxotinha dela na medida em que, a pedido dele, ia afastando lentamente suas pernas e expondo toda sua feminilidade lindamente intumescida.
"Com carinho, passeando por todo o ventre, ele encaminhou a mão direita para a xoxota dela, enquanto a mão esquerda mantinha as carícias sobre os seios. Com leves toques em seu clitóris perguntou-lhe se ela queria que ele introduzisse o dedo nela. A resposta, mais uma vez sussurrante de desejo foi "queroooo....". Colocando o dedo ele começou a incitá-la a executar os movimentos, através do código gestual que haviam estabelecido.
Da minha posição privilegiada era possível ver toda a musculatura vaginal de minha amada sendo exercitada. O seu púbis se contraia e era possível ver a virilha se movimentar quando o conjunto de anéis circunvaginais mais internos era exigidos. Na medida em que o exercício continuava e os elogios do mestre iam se sucedendo a excitação dela ia se aprofundando.
Sua xoxotinha, linda e totalmente exposta, ia mais e mais se lubrificando, chegando o líquido seminal a escorrer fartamente sobre o períneo. A excitação minha e do mestre era também visível, mas ele continuava a guiá-la com todo carinho e dedicação, na busca da perfeição no sincronizado movimento de exercitar isoladamente cada anel muscular de sua vagina.
"Esse idílio pareceu durar séculos até que, se sentindo seguro, o mestre retirou o dedo da xoxotinha dela e com grande facilidade devido à farta lubrificação introduziu o ben-wa. A partir daí a tensão foi subindo aceleradamente, na medida em que ela prendia o ben-wa e o mestre o puxava. Era claro o movimento de movê-lo dentro da vagina. Cada vez que ele caminhava lá dentro eu acompanhava pelo rosto dela o prazer incontido que isto proporcionava. Em nenhum instante ela se apercebia de minha presença. O momento era somente dos dois e um misto de tesão incontido e ciúme se apoderava de mim. O voyeur que existia em minha alma estava solto e fazendo loucuras com meu sexo, que latejava furiosamente.
Ao comando do mestre ela se preparou para expelir o ben-wa. Com facilidade, ao comando dos anéis corretos, a primeira esfera apontou no fundo da vagina exposta em sua plenitude e foi expelida, seguida por uma grande quantidade do muco que a lubrificava intensamente. A segunda esfera veio rapidamente a seguir e foi expelida com força para longe. O mistério estava revelado. O mais maravilhoso cenário estava exposto ante meus olhos. A xoxotinha estava vermelha, pulsante e maravilhosamente brilhante pela umidade. "O mestre colocou um tubinho de vidro transparente entre os lábios vaginais e comandou-a no movimento do mesmo para cima e para baixo, utilizando os músculos, nunca dantes exercitados, de forma completamente excitante.
A respiração dela cada vez mais se tornava cissiante e extasiada. Cada movimento, orquestradamente executado, conduziu-a um pouco mais perto do êxtase absoluto. Percebendo isto o mestre tomou do pepino que ela havia lavado previamente quando tinha se preparado e o introduziu até o fundo do canal, tocando-lhe o útero. Com isso, metade do pepino ficou para fora. O contraste entre o verde forte do pepino e o rosado daquela xoxotinha era maravilhosamente sensual. O movimento de sucção e expulsão iniciado tornava ainda mais extasiante o momento. Aparentemente calmo, o mestre ia dando as suas instruções, mas a marca úmida que estava se espalhando pela sua calça demonstrava que seu tesão era tão forte quanto o que eu estava sentindo. O movimento do pepino se acelerava cada vez mais e com isso fazia que ela caminhasse sobre o fio da navalha de um orgasmo avassalador que, entretanto, se negava a se completar.
Foram minutos de delicioso martírio, até que o mestre lhe pedisse para expelir com força o pepino. Ver aquela peça pesada sair literalmente voando da vagina fez com que eu intensamente acreditasse no poder daquela mulher fantástica. Imaginar aquela loucura sendo executada com o meu membro tornou quase impossível conter o meu orgasmo.
"Não satisfeito, por não tê-la visto gozar, o mestre incitou-a a um sono profundo e reparador. Foi incrível vê-la, ao comando da voz dele, assumir a sua posição preferida para dormir. O sono, na posição fetal era profundo e total. A voz dela pareceu-me vir de muito longe ao responder ao mestre - "querooo....." - quando ele lhe questionou se queria que ele recolocasse o pepino dentro dela.
Feito isso o mestre comandou-lhe um sonho maravilhoso e sensual que a conduzisse a um orgasmo profundo e total.
Deixando-a totalmente entregue ao sono, e ao sonho que se delineava, nos dirigimos para o sofá e nos servimos de uma cerveja enquanto a assistíamos no caminho do prazer. Foi indescritivelmente belo ver o prazer se aproximando na medida em que o sonho ia se desenrolando. Ao meu lado, estático e alucinado, o mestre ia dizendo que o sonho deveria estar maravilhoso para ela estar tendo todas as reações que estava apresentando. O pepino praticamente saía de sua vagina, que víamos privilegiadamente por trás, e era novamente chupitado de volta quando o movimento do pubococígeno era comandado. Os gemidos roucos que minha amada emitia colocavam-nos no mesmo êxtase dela. Os movimentos iam se acelerando e o seu corpo se cobrindo de uma camada fina de suor, como ocorria em nossos instantes de paroxismo.
Meu membro latejava violentamente e molhava totalmente minha sunga e calça na medida que a excitação dela prosseguia. Os gemidos, cada vez mais altos e roucos, se tornavam também mais freqüentes. Pela minha cabeça só passava o desejo louco de saber o que ela estava sonhando, enquanto o mestre dizia "ela está trepando.... olha os movimentos da xoxota dela .... como é maravilhoso ver o tubo de músculo perineal que ela forma ... olha a maravilha que é o pepino sair e entrar... Ela vai ter um orgasmo absurdo. Nunca vi alguém se distender tanto .... a pele dela está brilhando de tesão! Olha como o ânus também se contrai! Ela vai gozar agora....".
Sem agüentar mais ele se dirige para os pés da cama e tomando da ponta exposta do pepino inicia uma masturbação sincronizada com os movimentos dela, como se estivessem copulando. Vai o tempo todo perguntando-lhe se o sonho está gostoso, se ela está gozando... se é bom trepar enquanto nós estamos assistindo...! "A tudo ela responde com voz embargada pelo tesão crescente, até que ele lhe pergunta se ela está pronta para gozar.... se ela quer ter um orgasmo brutal... A sua resposta é um grito animal de "QUEROOOOO....." que nos deixa paralisados com a força do desejo. Ele então diz a ela "então goza, belezinha, goza muito ...." enquanto inicia um movimento acelerado com o pepino. O orgasmo vem avassalador, como ele nunca assistiu. Todos os músculos dela se retesam, o suor explode nos poros... a respiração ofegante se torna um sussurro enquanto os gemidos roucos, animalescamente sensuais vão se transformando em gritos até a explosão final. O corpo parece levitar. os braços esticados prendem as barras da cama. As pernas estão esticadas ao limite. Tudo nela é músculo tenso até o limite máximo da exaustão.... Os seios arfam com os mamilos saltados... O púbis se eleva loucamente e na explosão definitiva se contrai com tal intensidade que o pepino sai voando de sua xoxota seguido por uma cascata de líquidos que compõem o gozo mais alucinado que pudemos presenciar em nossas vidas.
"O tempo parou neste orgasmo. Para nós ele foi um personagem a mais neste quarto.
Estamos paralisados pela intensidade dele e maravilhados pela expressão que se apodera dela. O mestre em profundo êxtase, comanda a volta ao mundo real.... "vamos belezinha, está na hora de você acordar.... na hora que eu contar até cinco você vai acordar.... um... e nos contar sobre o sonho maravilhoso, ... dois... que você teve e ... três ... que lhe deu este orgasmo alucinante ... quatro ... e que agora você será capaz de repetir sempre que quiser.... cinco... Acorde!" "A expressão do rosto dela é absolutamente maravilhosa e plena.
Com voz apaixonada e de um tesão incontrolável ela pergunta "vocês viram o que aconteceu?"....
A incredulidade da expressão torna tudo mais apaixonante e sensual. Ela se levanta e como esperávamos de dirige para nós. É tempo de nossa recompensa por tudo que ela está vivendo. Como havíamos combinado que ela está livre para escolher aquele que deseja levar à loucura com o novo e maravilhoso mundo que descobriu, com o tesão tomando de assalto cada célula de meu corpo.

 

 
CRISTINA E SEU AMIGO

 

 
"Me chamo Cristina , tenho 18 anos e sou estudante. Eu sou branquinha tenho cabelos pretos e olhos claros , o que chama a atenção de muitos homens. Tenho um corpo bem atraente, as coxas grossas,bunda bem redonda e arrebitada e uma cintura fininha. Eu tenho um amigo bem bonito ele se chama Ruan, tem 23 anos e um corpo bem definido.
O que mais chama atenção no corpo dele são as coxas.Ele tem namorada , mais tem um caso comigo. Ia fazer um ano que nos conhecemos , e resolvemos comemorar. Eu estava na casa dele e ele me propôs sairmos para dar uma "voltinha". Eu entendi a mensagem , fui pra casa , tomei um banho coloquei um jogo de calcinha e sutiã preto e passei um perfume delicioso. Logo escutei a buzina do carro, desci as escadas e fui ao seu encontro.
Ele estava lindo e com uma cara super safada. Ele parou num bar e comprou 12 lata de cerveja. Nós paramos num estacionamento escuro e começamos a beber . Na terceira latinha eu já estava começando a ficar tonta. E ele ainda estava lúcido. O álcool estava me subindo a cabeça, e entre risos eu estava imaginando mil e uma coisas e esse clima me excitava .
O calor do ambiente estava tomando conta da gente , então Ruan tirou a camisa.Foi quando resolvi fazer um brinde a nossa amizade ,ele começou a me beijar, passar a língua na minha orelha e me falar coisas obcenas, eu já estava sentada no colo dele e mesmo ele estando de calça jeans eu sentia seu pau entre minhas pernas,pois estava de saia.
Estavam passando algumas pessoas na rua , mais nós não estávamos nem aí pra elas . Isso só excitava mais a gente. Tinha um cara nos observando , Ruan vendo isso me sugeriu darmos um show pro cara , foi aí que ele abaixou minha blusa e começou a chupar meus seios, o cara assistia tudo de dentro do seu carro. Já devia ser quase 1:00hs da manhã não havia mais ninguém na rua , só o cara que estava dentro do carro.
Nos descemos do carro , Ruan encostou no carro e eu fiquei de frente pra ele ele tirou minha calcinha e eu fiquei só de blusa e saia, ele passou a mão na minha bunda até achar meu cú,depois enfiou o dedo , nisso minha saia já estava no chão e eu semi nua no estacionamento e o cara do carro estava vendo tudo.Eu ajoelhei no chão e começei a chupá-lo enquanto ele me masturbava com o dedo do pé.
Nós gozamos e eu engoli toda sua porra. O cara do carro estava batendo uma punheta. Ruan me deitou no capu e abriu bem minha pernas, e enfiou a cara no meio delas, me fazendo gozar de novo. Depois me colocou de quatro no chão e enfiou sua pica de 22cm na minha buceta, dando estocadas fortes em mim. Nisso o cara do carro já estava em pé do lado de fora vendo tudo descaradamente . Eu e Ruan parecíamos dois animais no cio . Ruan gozou novamente.
O cara do outro carro estava perto da gente, Ruan pegou uma lata de cerveja , derramou em cima de mim e mandou o cara me chupar eu fui ao delírio de ser chupada por outro homem. Esse cara estava com a pica latejando , então virei de costas para que ele me enrrabasse , abri minha bunda com minha mãos e deixei que ele cuidasse do resto.
Eu nunca vi pica do tamanho desse cara era imensa eu chorava de dor e prazer, ele era violento mais isso me excitava, Ruan já estava ereto de novo e decidiu que fizessemos uma penetração dupla eu aceitei na hora , então nós três gozamos juntos. E depois fomos embora. Essa foi uma das melhores transas que já tive.

 

 

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