segunda-feira, 15 de março de 2010

Carioca por Conveniência

AUTOR DESCONHECIDO


 

Tudo que diz respeito a sexo - heterossexual - me interessa. Até o fato de escrever a respeito me agrada, e foi por isso que resolvi contar uma de minhas historias

Sou vendedor. Trabalho em uma sapataria no centro da cidade. Diariamente atendo uma média de oito a doze mulheres. Elas vem å nossa loja - meu pai é um dos proprietários -, procurando pelos lançamentos. Fico fissurado quando algumas gatinhas, de minissaia, experimentam alguns modelos. Meus olhos, inquietos nas órbitas, procuram fotografar, entre as coxas de minhas freguesas, o que elas tem de mais maravilhoso: seu sexo. Muitas das vezes, vejo os p6los de suas coisas sobrando fora das calcinhas.

É um espetáculo visual fascinante e tentador. E por mais que eu tente evitar - independente do meu controle -, meu pênis cresce sob o tecido da calça. Elas, dissimulando e fingindo não perceber a minha excitação, cruzam as pemas, enfeitiçando-me ainda mais.

Uma quinta-feira, entraram na loja duas gatinhas ótimas. Uma loira e alta, pemas roliças e compridas; a outra, também loira, era um pouco menor mas com um corpo muito bem esculpido. Todas duas muito bonitas e insinuantes.

A alta, vamos chama-la de Vanda, veio ao meu encontro e me perguntou se tinha - no seu numero - uma sandália assim-assim que ela vira na vitrina. Imediatamente me informei com o pessoal do estoque e eles confirmaram que sim. Ela, sorrindo-me, disse que iria experimentar. A outra gatinha - devo lembrar que as duas não passavam de vinte aninhos cada - sentou-se ao lado da amiga que esperava pela sandália. Um minuto e meio depois já vinha eu, sorridente, com o calçado na mão.

Tive o maior prazer de descalçar aquela garota, e seu pé, bem feito, pousou suave em minha mão. Aquele contato me provocou arrepios. Coloquei a sandália e ela, satisfeita, deu uma voltinha pra ver como Ihe caia. Gostou e mandou embrulhar. Sei que enquanto a sandália era embrulhada, ouvi sua amiga faiar algo a respeito de sua casa. Do jeito que falava parecia que não eram cariocas.

Descobri em seguida que eram mineiras. Cara-de-pau, entrei na conversa e fiz o maior elogio a Minas. Elas gostaram do meu papo e deram corda. Chegaram a me convidar - e eu aceitei - para tomar um refrigerante.

No bar, Vanda me confessou que estava meio perdida. Não entendi o que ela quis dizer, o que a fez me explicar. Disse-me que ela e sua amiga não conheciam bem o Rio e que estavam desenturmadas, sem saber direito aonde ir e o que fazer.

Educadamente me prontifiquei em resolver-Ihes este problema. Elas então, agradecidas, me deram o nome do hotel no qual estavam hospedadas. Assim que se foram, revivi na memória aquelas coxas deliciosas, os seios generosos, os lábios belos, em suma, passei o resto do dia visualizando mentalmente a beleza daquelas duas mulheres.

Dois dias depois, fui encontra-las em um hotel de Copacabana. Estavam lindas e ambas muito bem vestidas. De seus corpos frescos desprendia-se um delicioso perfume que me envolvia por inteiro. Fomos para o bar do hotel e depois de servidos de vodca e martinis doces conversamos sobre o que faríamos, ou melhor, aonde iríamos naquela noite.

Conversa vai, conversa vem, o tempo foi passando e nada de a gente sair. Sei que começamos a trocar caricias ali mesmo. As duas já estavam meio altas e visivelmente dispostas para uma seção de fomicaçao. Pensei em leva-las ao meu apartamento, mas Vanda, sem me dar tempo, pediu a conta e anunciou que nos três iríamos para o quarto.

Disseram - ai falaram em uníssono - que queriam por que queriam fazer amor com um carioca. Pegamos o elevador e descemos no décimo terceiro andar. Entramos no 1.303. Vanda sentou-se na beirada da cama e fez sinal para que me aproximasse. Assim que estava ao alcance de suas mãos, ela não hesitou em me puxar para si. Agarrou-me com vontade e nos entregamos a um longo e intimo beijo. Solange, por detrás, foi desabotoando minhas calças, enquanto Vanda se desnudava å minha frente.

Em segundos seu corpo escultura! estava diante dos meus olhos. Agarrei-me nele e, pênis já ereto, Ihe atingi as coxas. Ela, deitando seu corpo na cama, me puxou, e colamos um no outro. Meus lábios famintos mordiscaram, um a um, seus seios, que logo se tornaram úmidos. Solange, num esforço louco, terminava de tirar toda a minha roupa. Minhas mãos, inquietas, percorriam tordo o corpo de Vanda. Comecei então a acaricia-la entre as coxas, sobre sua vulva.

Aos poucos ela estava molhadinha. Solange., já sem suas roupas, ostentava a nudez do outro lado da cama. Meu dedo médio se enterrou na vagina quente de Vanda, o que a fez suspirar de prazer. Enquanto o movia dentro dela, fiz com que meu polegar Ihe atingisse o clitóris. Ela não resistiu por muito tempo e pediu-me que entrasse todinho em suas entranhas. Solange, perto de mim, posicionou-se de tal maneira que seu sexo ficou å altura de minha boca. Diabolicamente minha língua penetrou-Ihe os pequenos lábios e, em movimentos ousados, agitou-se sobre seu clitóris embrasado. Ao mesmo tempo, centímetro a centímetro, ia penetrando em Vanda.

Ela dava pequenos gritinhos. soluçava, choramingava até que entrei todinho. Solange rebolava sua pélvis contra minha boca e com suas mãos se auto acariciava nos seios. Acelerei meus movimentos e Vanda. desvairada, começou a gozar. Gritou, gemeu, disse frases que não consegui entender. Depois de relaxada. pediu-me para continuar. Controlei minha ejaculação o máximo que pude. Solange já anunciava seu gozo. Agarrando minha cabeça, se esfregava freneticamente contra mim.

Chamava-me de gostoso, confessava, com voz amansada, que nunca tinha sido tão bem chupada. Novamente Vanda se acabava debaixo de meu corpo. Só que agora me implorava para que eu gozasse. Resisti mais umas oito penetradas e Ihe despejei todo o meu esperma. Foi um orgasmo quase que triplo.

Quando nos separamos, estávamos todos muito suados, e Solange sugeriu que tomássemos uma boa ducha. Nos metemos os três embaixo do chuveiro, e eu, feliz da vida, ensaboava e lavava tudo a que tinha direito. Minha mão deslizava sobre as grutas, as nádegas, os umbigos, as coxas, e percorriam todos os espaços eróticos daqueles dois corpos em flor. Recuperado, ensaboei um pouco meu pênis e o enfiei, quase de uma só vez, no anus apertado e quente de Salange.

Ela gritou, tentou se livrar, mais foi segura por Vanda. Ajudados pela espuma, meus dedos deslizaram ágeis sobre o clitóris de Vanda, e em pouco tempo de insistente massagem, fiz com que ela gozasse loucamente. Com o corpo levemente curvado, Solange agüentava - agora com prazer - toda a envergadura de meu membro. Por baixo dela Vanda iniciou-Ihe uma caricia oral. Solange, louca de prazer, confessava aos gritos e gemidos que não estava agüentando, que iria explodir de tanto gozo.

Cada vez mais eu aumentava o ritmo das estocadas e não demorei muito a gozar, inundando aquele aconchegante anus com o meu leite viscoso. Mais uma sessão de ensaboadas e saímos. Vanda teve o cuidado de me servir uma dose de uísque - daqueles de miniatura de hotel - e eu me alegrei, pois conheço muito bem as propriedades afrodisíacas do malte. Bebi em dois tragos a primeira dose - cowboy Elas também beberam e em seguida nos deitamos.

Um sozinho suave e leves caricias fizeram com que nos excitássemos novamente. Vanda começou a percorrer meu corpo com sua língua. Aos poucos foi se aproximando de meu pênis. Mal ela o tocou com sua boca mágica e ele latejou. Com muito tato ela começou a chupa-lo. Engoliu-o todo, até que foi crescendo e sobrando em sua boca. Solange, num arroubo de tesão, puxou a amiga e meteu meu membro - com violência - no interior de sua boca faminta. Sugou, lambeu, mordiscou até senti-lo duro feito pedra.

Quando percebeu que eu já estava pronto, trepou sobre mim, devorando meu sexo por inteiro. Sua vagina, estreita. provocava em meu pênis um contato delicioso, e seus movimentos - rápidos - fizeram com que eu gozasse em pouco tempo Ela, que já não se agüentava também, gozou feito cadela no cio. Tal foi seu prazer que chegou a me machucar. Seu corpo grudou no meu, fazendo-me ficar inteiramente sob o seu jugo. Relaxamos. Senti seus músculos intravaginais apertarem meu membro, tomarem para si a ultima gota do meu esperma.

Com uma ansiedade que me inquietava, elas aguardaram o tempo regulamentar para poderem novamente me devorar. Pela primeira vez na minha vida me s6nti usado como objeto pelas mulheres.

Quando me recuperei e elas perceberam que meu pênis já estava pronto pra outra, deitaram-se lado a lado e sugeriram que eu as penetrasse alienadamente. Achei a idéia ótima e comecei com Solange. Enfiava, tirava, enfiava, tirava. Passei para Vanda e repeti a operação sob os olhares maravilhados das duas mulheres. Solange foi a primeira que gozou.

Foi um gozo silencioso, espasmódico. Depois foi a vez de Vanda, que não conteve os gritos, gemidos e soluços de prazer. Foi nela, em Vanda, que ejaculei pela quarta vez. Da minha parte também foi delicioso. Agarrei-me naquela fêmea como se ela fosse única na mundo.

Depois descansei. As duas, com fome, pediram a ceia.

Em pouco tempo estávamos saboreando um delicioso pato com laranjas, um vinho rose acompanhou nossa ceia, e ligamos a televisão. Assistimos parte da sessão coruja.

Feita a digestão, reiniciamos novas fumigações por dentro da madrugada. Só um detalhe elas não ficaram sabendo a meu respeito: sou mineiro (tenho dez anos de Rio) e da mesma cidade que elas


 


 

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CORRIDA AO GUARUJA

Autor Desconhecido


 

Eu estava com meu taxi rodando pelos lados de Santo Amaro. Foi quando aquela morena deu sinal para eu parar.

De perto, ela era uma perdição.

'Esta livre pra fazer uma viagenzinha comigo?', ela me perguntou.

Sem pensar duas vezes, respondi que sim. A viagem era para o Guarujá. Combinamos o preço, ela entrou no carro e explicou que teria de passar em casa para pegar a bagagem.

Carregamos o que tinha para levar, ela embarcou novamente e deu as ordens;

'Podemos ir.' Isto me surpreendeu, pois eu imaginava que iria mais gente no carro. 0 marido, a måe, a tia, sei la. Não é muito comum uma pessoa desacompanhada fazer uma viagem de taxi. Por mim eu estava gostando.

Durante a viagem começamos a conversar, ela contou que estava de férias do trabalho e que vinha com o noivo para o Guarujá, mas tinha havido um problema com o pai dele e ele tivera que viajar para Minas. Só chegaria no Guaruja no domingo.

Estávamos numa quarta-feira Chegamos ao destino já umas sete da noite. Descarreguei o carro e ela pagou a corrida. 0 jeito era ir embora, que eu não tinha mais nada pra fazer por ali. Mas eu estava com uma tremenda sede. Pedi um copo d'água.

Ai, sede abençoada! Não fosse ela e talvez a morena não tivesse me convidado para entrar nem me oferecido uma cerveja.

Entrei pela cozinha, ela me serviu um copo e encheu outro para ela 'Pra te fazer companhia', disse. Só ai me toquei que a mulher já estava na minha, EIa tomava um gole de cerveja e me dava aquelas encaradas de fazer tremer por dentro. 'Você é casado?', ela perguntou. Respondi que não, que era desquitado Se ela pergunta é porque esta interessada, pensei.

Ela me olhava de alto a baixo e me media como que avaliando o material. Modéstia å parte, eu não sou mal como macho, não sou um tarzan mas tenho um bom corpo, e as mulheres não costumam se queixar. A cerveja foi embora e eu estava louco de vontade de tomar outra e de ir ficando. Ela abriu uma segunda e me serviu.

Nestas alturas não dava mais para esconder o tesão que aquela mulher me dava. Ela desceu os olhos e percebeu o que tinha causado. Subiu os olhos e me olhou na cara moIhando os lábios, me fazendo imaginar como seria se ela estivesse passando aquela linguinha no meu membro. 'Mas por que é que vock perguntou se sou casado?', eu quis saber

Ela deu uma risadinha e desconversou: por nada, é só para saber. E acabou me convidando paia ficar pelo menos uns dois dias.

Nem dei resposta, parti para cima dela com um beijo demorado, ela foi me puxando para o quarto, eu agarrava aquele traseiro espetacular que ela tinha e suspendia por cima do meu membro, esfregando. Nos ainda de roupa e tudo.

Depois ela se ajoelhou e, me libertando da cueca, abocanhou meu sexo, que parecia querer engolir. Arranquei a roupa dela, atirei-a na cama e dei-lhe um tremendo banho de língua. Ela tremia todinha por dentro e por fora. Rolava de um lado para o outro dizendo palavras proibidas. Ficou enlouquecida quando a virei na cama e comecei também a chupar-Ihe energicamente o clitóris, com o dedo metido no seu anus. Aquilo piscava mais do que pisca-alerta. Quando senti que ela ia gozar na minha boca, decidi enfiar-Ihe o membro. Sua fendinha era tão apertada paia o meu calibre que ela urrava de dor e gosto. Mas estava tão molhadinha que consegui entrar todo, entrar e sair muitas vezes até gozarmos juntinhos, numa explosão tão gostosa que nunca vou esquecer.

Tomamos mais uma cerveja e só então nos apresentamos. Ela se chama Angélica, e eu disse que me chamo Hélio.

Ficamos conversando deitados no chão, ela de bruços, e logo eu estava outra vez em ponto de bala, beijando aquele corpinho todo, desta vez a retaguarda, sem desprezar nada, desde o calcanhar até o pescocinho, com direito a retomo.

Beijei a espinha dorsal inteirinha até o cóccix e ali estacionei, Umedeci bem com a língua aquele anus carnudo e quando ela percebeu já estava agasalhando meu mastro no traseirinho. Ela gemia e gritava: 'Meu macho, me rasga, sou toda sua, faz tudo que você quiser.' Só fui embora no domingo, mesmo assim porque não tinha outro jeito. Nunca mais a vi Mas continuo sempre na praça."


 

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