quinta-feira, 4 de março de 2010

Bancária Safada

Autor Desconhecido


 


 

Olá sou Toy, vou relatar algo que se passou comigo há 3 anos atras. Certo dia fui ao banco em companhia de um amigo levantar um cheque, entramos na instituição e logo nos deparamos com a senhora que passo a tratar de Linda. Veio logo ao nosso encontro para nos atender, pediu-me a identificação, olhou para mim deixando-me encabulado, e implicou com a minha idade, dizendo que era garoto. Depois de tanta conversa fui para outro balcão e notei que não tirava os olhos de mim. Peguei o dinheiro e, ao sair, ela nos travou na porta com conversas banais. Meu amigo notou que ela queria alguma coisa e começou a fazer perguntas sobre a sua vida. Ela disse que vivia sozinha e que o namorado vivia em outra cidade e que só vinha de 3 em 3 meses, então combinamos um encontro para o mesmo dia, à noite.

Fomos para a casa de Linda, encontramo-la sozinha, usava uma saia comprida que dava para perceber aquelas pernas grossas, peito de uma trintona que só de olhar já morria de tesão. Depois de algum tempo o meu amigo nos deixou a sós e ficamos num papo desinteressado por uns 10 min. Praticamente eu não prestava atenção no que ela dizia, apenas me imaginava a chupar aqueles seios, a vontade que tinha de lamber a sua buceta

Quando em determinado momento ela se levantou para observar não sei o quê, eu a acompanhei. Naquele momento os nossos rostos se cruzaram e eu de pronto avancei com um beijo e ela correspondeu.

Levei-a para o cadeirão, arranquei a sua blusa - ela já sem soutien - e comecei a chupar os seios.

Ela gemia e gritava o meu nome, que acabara de saber através da minha identificação. Vi que era uma mulher muito carente, apertava-me chupava-me o pescoço, foi ai que rebentou a calcinha de tanto tesão.

Comecei a chupar aquela xana gostosa, toda molhadinha e ela não parava de gemer, de dizer o meu nome. Ai ela passou a mão na minha calça e notou que eu já estava pronto para tudo.

Tirou meu pau da calça e começou a chupa-lo como uma esfomeada. Lambia-me as bolas e gritava de prazer. Foi assim que abri aquelas pernas e a penetrei. Ela gemeu de prazer, ficamos no vai-e-vem, ela gemendo, gritando de prazer com aquela cara de safada, carente.

A fodi ate dizer chega, pedindo para gozar na sua cara. Desde esta data transamos como loucos, numa outra oportunidade contarei


 


 

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A Puta da Minha Esposa

Autor Desconhecido


 


 

Minha esposa tem seios médios e bundinha pequena. Ela adora usar calcinhas tipo tanguinha, enterrada na bundinha e queria realizar uma fantasia. Ela queria transar com outro homem na minha frente, obedecendo-o totalmente, virando uma putinha vadia, a mais putinha. Obedecendo, bem submissa, sendo inteiramente "abusada", virar um objeto para o outro.

Após muitas conversas e tentativas encontramos o homem certo e realizamos: Nos encontramos em um bar e eu disse "Esta garota custa R$ 1000,00 a noite, mas hoje está em promoção, por R$ 250,00"

O homem disse que só se ela fizesse tudo que ele mandasse.

Eu respondi: "Como ela gostou da sua cara, aceita! Ela é toda tua, faça o que desejar, ela não vai negar nada". Entramos no carro, eu na frente e vocês atras, a nossa casa ficava a 15 minutos.

Ele manda a você passar a mão no pau. Olho pelo retrovisor. Você passa a mão bem devagar, sentindo a dureza e calor, fica acariciando. Eu olho, mas não falo nada, só dou um sorriso.

Ele pega e abre tua camisa, rasgando os botões, teus seios ficam a mostra, você estava sem sutiã, os bicos já estão duros. Ele passa a mão em teus peitos, com um pouco de violência, você geme de prazer.

Passa os dedos na boca e molhados, com saliva, começa a passar nos teus bicos, dando leves beliscões. Ele tira o pau para fora da calça e o esfrega em teu rosto, força o pau entrar um pouco na tua boca.

Eu aviso: estamos chegando, estamos na garagem do prédio. O motor do carro desliga.

Você arruma a roupa e sai do carro.

Entramos no elevador e chegamos ao nosso andar. Abro a porta do apartamento e entramos. Vou a adega, escolher um vinho, vocês ficam na sala. Voltou, vocês estão sentados no sofá, ele com as mãos em seus seios, acariciando lentamente.

Eu falo: Vou sentar no sofá e apreciar a sessão, aproveita esta puta é toda sua, e quer ser usada de todas as maneiras. (A partir de agora, ela relata)

Eu adorei quando o Marcos aceitou realizar minha fantasia. No bar, no carro foram só um aquecimento para o que viria. No sofá, com a blusa semi aberta, ele apertava os bicos dos meus seios. Sentia seus lábios nos meus. Ele me deitou, pediu que ficasse quieta e começou a me dar um banho de língua, começando pela minha boca, minha orelha, passou suavemente no meu peito, até chegar na minha xotinha, molhadinha e carente.

Começou a chupar, e ao mesmo tempo que me mamava, passava seu dedinho no cuzinho. Gritei: Vou gozar. Ele continuou me acariciando, me olhou e disse: Goza tudinho na minha boquinha. Quero lamber toda sua xotinha, todo seu néctar. Explodi, parecia que ia desmaiar.

Dei-lhe um beijo na boca e procurei seu cacete e comecei a masturba-lo. Ele baixou a minha cabeça em direção a seu cacete e gemia sem parar, estava morrendo de tesão de sentir minha chupada.

De repente, ele me virou de bruços, abriu minha bundinha e meteu a língua bem no fundo do meu cu. Eu fiquei toda arrepiada e disse: "Meu marido nunca fez isso comigo", só que ele falou: "Agora você é minha puta. Eu faço com você o que eu quiser".

E dando um sorriso para o Marcos, lambuzou bem o meu pau na minha boceta e enfiou, de uma só vez, no meu cuzinho. Com dor, eu quis fugir, mas ele não deixou. Dava estocadas cada vez mais fortes, eu acabei me acostumando e gostando.

Comecei a rebolar, e gritar: " Mete mais, fode meu cu, deixa ele rasgado. Quero ficar sem prega alguma" Colocou me de quatro, colocou o pau na porta da xotinha e enfiou. De uma só vez, entrou rasgando, abrindo toda minha xota. Eu rebolava, mexia, gritava. Ele aumentava e diminuía as estocadas na bocetinha. Tirava e colocava, enfiava com força e depois devagarinho.

Eu olhava para trás e dizia: Me fode, fode a tua putinha, sou todinha tua, me come, come essa cachorrinha. Olhava para o Marcos e repetia tudo: Sou uma putinha, vadia, que esta sendo arrombada e fodida.

Para fechar a noite, comecei a mamar no seu pau até ganhar uma gozada na cara, a qual espalhei por todo o corpo. Marcos que ate este momento estava sentado, levantou me beijou no rosto e disse "Feliz? Agora você é a mais puta das putas, toda rasgada e arrombada. ".

Eu sorri e disse : "Obrigada, por realizar meu desejo, meu sonho".

Marcos levou o rapaz ate um taxi e voltou para dormir a noite bem juntinho a sua putinha amada


 

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Minha Experiência com Fisting Fucking

By Sue


 


 

Conheci Fê num congresso de Marketing, em São Paulo, há alguns anos. O saguão do hotel onde se realizava o evento estava lotado e, como eu chegara tarde, acabei por sentar numa das últimas fileiras, ao lado de Fê.

Com o passar do tempo e das palestras, acabamos por nos conhecer e nos tornamos grandes amigas. Fomos almoçar juntas e, nos dias que se seguiram, não nos separamos mais.

Como ela morava em São Paulo mesmo, acabou sendo minha cicerone. Levou-me à noite a alguns restaurantes legais e nisso fomos nos tornando íntimas. Numa das noites em que saímos, junto com outros congressistas, acabamos em um barzinho divertido com música ao vivo e com muita gente. Aos poucos, muitos daqueles que nos acompanhavam foram embora para o hotel. E Fê pediu para que eu ficasse, pois me levaria depois.

Acabamos ficando apenas nós duas e, com o vinho que estávamos bebendo, já conversávamos sobre tudo e, como já era de se esperar, sobre sexo e intimidades. Fê me pareceu muito desinibida, com uma personalidade forte e muito determinada em suas decisões. Trabalhava em uma multinacional, num cargo de chefia e disse que era solteira por opção, com seus trinta e poucos anos, em ótima forma. Decidimos ir embora e no caminho convidou-me para conhecer seu apartamento. Não vi nenhum problema, pois simpatizei-me muito com ela e aceitei o convite. No carro continuamos falando de sexo, namorados e coisas afins. E, num momento, ela confessou que já experimentara tudo em matéria de sexo. Eu, surpresa, perguntei se era verdade. Ela confirmou com naturalidade. Chegou a confessar que já estivera na Alemanha e participara de um filme pornô hardcore. Intrigada perguntei o que era hardcore. O que ela respondeu imediatamente, que era um filme com sexo mais pesado, anal, fisting, dupla penetração e outras coisas. Eu estava incrédula, achando que ela estava brincando. Chegamos no seu apto. e me surpreendi com o luxo, a beleza e o requinte. Era a cara dela. Fiz menção de comentar algo, mas fui interrompida com sua fala, dizendo que tudo fora trabalho de uma amiga arquiteta e decoradora. Ela perguntou se eu queria mais um pouco de vinho, já que estávamos bebendo no bar. Eu aceitei. Ela me levou até a sala de vídeo. Colocou um filme e me deixou assistindo, enquanto disse que ia tomar banho. O filme era aquele em que ela tinha participado. Eram cenas que eu jamais tinha visto. Fiquei vidrada assistindo. Mas não a reconhecia em nenhuma cena. Quase todos os atores usavam máscaras. Vi dupla penetração e até uma mulher enfiando toda a mão na vagina de outra. Um homem com um pau enorme fazendo sexo anal, que deixava a mulher com o ânus todo aberto. E, quando ele tirava o pau, outra mulher enviava a língua lá dentro. As mulheres gemiam. Nisso, após uns vinte minutos, Fê voltou e, me vendo petrificada assistindo, perguntou o que eu estava achando. Respondi que parecia uma loucura. Jamais tinha visto cenas assim. Ela serviu-se de um pouco de vinho também e começou a dar uma aula sobre sexo. A cada pergunta, ela respondia imediatamente com uma naturalidade que me surpreendia. Eu perguntei onde estava ela no filme. Ela respondeu dizendo que era aquela que agüentou aquele enorme pau. Ou seja ela era a gata do cuzinho arregaçado. Comecei a perguntar muitas coisas. Ela foi dizendo que as atrizes faziam lavagem intestinal, usavam plugs anais para dilatar e bastante lubrificante, mas que não doía, era só um questão de se acostumar. A essa altura eu não agüentava mais ver aquelas cenas, estava super excitada. Ela perguntou se eu nunca fizera sexo anal. Disse que não e sempre achava que seria dolorido. Fê, como uma doutora no assunto, chamou-me até o seu quarto e mostrou-me uma coleção de apetrechos de sexo, como vibradores, plugs anais, bolinhas tailandesas e de pompoarismo e outros. Fiquei curiosa e perguntava tudo. Ela ria da minha ingenuidade e inexperiência. Mas eu estava gostando e acho que ela também. Até que ela pegou um plug anal para dilatação, como ela disse, lubrificou e me deu, dizendo: - coloca em mim! Seguindo suas ordens, vi ela tirar seu roupão, nua, com uma pela muito alva, uma linda bunda e toda depilada, abriu suas nádegas e eu introduzi o plug. Viu, não doeu; Quer experimentar? Já tonta de vinho e super excitada, disse que sim. Ela começou passando um pouco de gel lubrificante, massageando meu ânus, que me deu uma sensação muito gostosa. Logo depois, enfiou um pequeno plug, menor do que eu colocara nela. Aguardamos um tempo conversando, até que ela veio até mim, após uns vinte minutos, pedindo-me para ficar de quatro no sofá para ela tirar o plug. Ela tirou devagar, e quase gozei, depois ela introduziu um outro maior e, enquanto introduzia, passou sua outra mão na minha vagina toda molhada. Eu gemi e ela riu, dizendo: meu deus você está encharcada e isso é bom. Por mais incrível que parecesse, eu estava gostando do que fazíamos. Sem fôlego, sentei no sofá e percebi que ela estava trocando o plug dela por outro maior. Devia ter uns 4 cm de diâmetro. Eu, pasma, perguntei se ela ia agüentar. No que ela respondeu que já experimentara maiores. Passados mais uns vinte minutos, ela perguntou se eu queria experimentar uma sensação inédita. Qual? Perguntei. Então fica de quatro nessa poltrona, disse; Atendi. Ela pediu para eu relaxar. Foi tirando o plug do meu cuzinho bem devagar. Eu apertava o plug e ela dizia para eu relaxar o ânus. Atendi. Ela ficou um pouco no vai-e-vem e eu quase gozei. Retirado o plug, eu a olhei de relance e a vi lambendo o plug que acabara de tirar de dentro de mim. Sem demora, ela com as suas hábeis mãos separou bem minhas nádegas, abriu bem meu cuzinho já arregaçado e introduziu sua língua quente e molhada bem fundo. Meu Deus! Devo ter visto estrelas! Não me contive e gemi como nunca. Ela deve ter ficado ali brincando mais de meia hora. Eu devo ter gozado várias vezes. Foi maravilhoso ter aquela língua gostosa circulando dentro de mim. Ouvia ela gemer e dizer que era uma delícia meu cuzinho. Quando ela parou, eu sentei e a olhei, sem vergonha alguma. Acho que era o vinho, ou a forma como me tratara. Ela perguntou: - quer saber como é o gosto? Não respondi, apenas a empurrei e repeti o que tinha me proporcionado. Fê, que já tinha o esfíncter mais relaxado, deixou seu cuzinho bem aberto e eu introduzi minha língua lá dentro e fundo, ouvindo seu gemido forte. Adorei o gostinho salgado das paredes do seu reto. Ela ficou gemendo e dizendo que eu era maravilhosa. Pedindo para eu não parar. Jamais imaginei que ia fazer tal coisa. Mas perdi meus falsos pudores. Não via aquilo como uma perversão, mas alguém que queria prazer. Após aquilo tudo, fomos para sua cama e fizemos 69, usamos vibradores de vários tipos, bolas tailandesas e, por fim, quando estávamos exaustas, apenas nos beijamos levemente. No dia seguinte, bem cedo, tomamos banho juntas, sem muita intimidade, como se a noite anterior não tivesse acontecido. Mas, na hora de nos vestirmos, ela me alcançou um dos maiores plugs anais que tinha, mais ou menos 4 cm de diâmetro, e pediu para que eu colocasse. Achei que era nela, mas ela disse que era para mim. Eu disse que não ia entrar. Pediu para eu virar de quatro, lubrificou e enfiou. Doeu só um pouquinho. Mas passou. E ela disse que usaria o de 6 cm, o que eu não acreditei, mas a vi introduzindo tudo naturalmente. Ela disse: - pronto; ficaremos o dia todo com eles. Quero te mostrar outra coisa hoje à noite. Me acostumei com o plug logo em seguida e parecia que não tinha nada lá. Nossos casacos escondiam qualquer coisa. E o que é o corpo e como se adapta bem, comentei. Chegando à noite, saímos do seminário e fomos direto para o seu apartamento. Vêm, disse me puxando para o banheiro. Você vai ter que forçar um pouco. Doeu um pouco, mas saiu. Ela disse que precisaríamos fazer uma lavagem intestinal para o que íamos fazer. Achei meio estranho, mas atendi. Tomamos banho e fomos para a sala de tevê e começamos a assistir um filme, era só com mulheres. No início, nada de diferente, mas muito excitante, uma lambendo a boceta da outra. Até que começou algo que eu também jamais vira. Algumas mulheres começaram a introduzir a mão toda na vagina de outras e, em outras, no ânus. Fiquei, mais uma vez, petrificada e excitada, imaginando o que Fê queria fazer comigo. A essa altura já estávamos bastante excitadas e muito juntinhas no sofá só assistindo. E num momento percebi os dedos ágeis de Fê na minha vagina toda molhada. Extasiada, perguntei o que ela ia fazer comigo. Vou te dar prazer, disse. Apanhou um pouco de lubrificante que trouxera do quarto, lubrificou sua mão e primeiro introduziu alguns dedos na minha vagina. Primeiro um, dois, três, quatro, mas quando eu estava quase gozando ela parou e pediu para eu ficar de quatro. Meu coração disparou, quando eu imaginei o que ia acontecer. Mas fui, não podia parar agora. Ela lubrificou meu cuzinho e começou uma gostosa massagem no esfíncter. Introduziu um, depois dois, três dedos e fez um vai e vem gostoso, parava por uns instantes e colocava sua língua dentro de mim. Acabei gozando e gemi alto. Ela parou fez um carinho na minha cabeça e perguntou o que eu tinha achado. Disse que ela era maluca, mas maravilhosa. Então agora é a sua vez. Deu-me uma luva preta, longa que ia ate meu ombro. Pediu para eu lubrificar os dedos com o gel e fazer uma massagem no seu cu. Tentei repetir o que ela me tinha feito. Vi que meus dedos entravam facilmente, um, dois, três, quatro, todos. Num momento ela pediu para que eu fizesse um vai-e-vêm e fosse forçando até entrar toda a mão. Eu estava atordoada com o que estava fazendo, mas obedeci. Depois de alguns minutos, minha mão começou a entrar toda e eu fui colocando e tirando, num vai e vêm que a fez gozar e ela gemeu. Senti as contrações do seu esfíncter apertarem meus dedos. E, enquanto ela gozava, tirei a mão e enfiei minha língua num impulso de tanto prazer. Acho que eu e ela gozamos juntas. Que experiência que estava tendo! Logo depois, ela me disse, num sussurro, que eu acabara de fazer um fisting fucking maravilhoso. Ficamos brincando juntas algumas horas e fomos dormir. A semana do seminário estava acabando e eu teria que ir embora. Na sexta feira, Fê pediu para que eu ficasse no fim de semana, pois me mostraria algumas pessoas interessantes, que ia adorar conhecer. Titubeei, mas concordei. Não sabia o que estava por vir, mas isso é história, para outro dia. Sue

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