quarta-feira, 31 de março de 2010

Pros amigos que pediram mais contos meus, no post de hoje tem um chamado "Dani"..e um outro conto que recebi por email, de um autor desconhecido, um conto muito excitante.

G.

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DANIELA ( DANI)

Conto de Gabriel

narcisosantos@hotmail.com


 

Daniela era amiga do meu filho Ricardo.. Ela estava sempre em casa, fazendo trabalhos da faculdade ou por algum outro pretexto.

Eu acho que ela era apaixonada por ele, mas ele não gostava dela . Os olhares dela, o jeito como o tratava revelavam que ela estava realmente apaixonada.

Daniela era um gordinha muito bonita, de coxas grossas e ombros largos.,alem dos seios fartos. O meu filho Ricardo nao gosta de mulheres fofinhas, mas parece que Dani não entendia isso, sempre se fazendo presente.

Um dia, Ricardo, Daniela e mais alguns amigos foram para uma balada e lá, todos beberam muito..

Trouxeram Ricardo e Daniela meio bebados , os dois moles.

Depois de uma pequena reunião familiar decidimos que Dani ia dormir lá em casa

O pequeno escritório, que fica ao lado da sala, foi improvisado pra que ela dormisse lá ..

Colocamos um colchão no chão e ela dormiu logo pois estava tonta da bebida.

Eu confesso que fiquei muito balançado com a presença dela dormindo em casa.

Há muito tempo que eu tinha tesão naquela gordinha e lembrar dela dormindo ali, perto de mim, me deixou excitado.

Dei uma olhadinha e percebi que ela tinha tirado os tenis e a calça, pois eles estavam ao lado da sua cama. Mas ela estava com um cobertor sobre o corpo.

Imaginar que aquela gordinha gostosa estava dormindo só de camiseta e calcinha me deixou de pau duro.

A noite foi passando ;eu sem conseguir dormir , fui até a cozinha.. Estava muito excitado ,passei pela sala e não resisti entrei no escritorio improvisado de quarto. Tirei o pau pra fora e planejei me masturbar olhando para aquela fofinha dormindo.

Acontece que o "quarto" estava muito escuro, não dava pra ver nada, só o vulto deitado.

Eu me ajoelhei , e comecei a me masturbar.

Como não dava pra ver nada, pensei em sentir seu corpo com as mãos ,pelo menos tocar aquela pele macia..

Lentamente, tirei a coberta e senti as coxas grossas, alisei-as, me tocando..

Senti um arrepio de tesão, ela estava dormindo pesadamente, encostei a boca nas coxas, sentindo seu perfume. Estava alucinado de desejo.

Apenas encostei os labios num toque sutil mas aquilo era como um aperitivo que desperta ainda mais o apetite.

Senti ,com as mãos; as coxas, as costas largas ,apesar da camiseta e sem refletir muito, comecei virando-a suavemente, de frente.

Não podia ver seu rosto, mas senti que ela dormia pois sua respiração estava pesada. Provavelmente estava tão bebada que não percebia nada.

Com ela deitada de frente, comecei a fazer caricias nos seus pés. Caricias sutis com a lingua e suaves toques dos dedos.. Me masturbava lentamente, parava..

O pau pulsava quando eu afastava as mãos..Eu não queria gozar logo , mas logo recomeçava a punheta ,subindo a mão suavemente pelas pernas e coxas macias..

Não percebendo nenhuma reação, levantei seus braços, colocando-os acima da cabeça e levantei a camiseta de Daniela , sentindo com a lingua a maciez da barriga proeminente,

Passei a lingua em toda a extensão daquela enorme barriga, lisa e perfumada. Sabia que era perigoso, mas já não podia parar .

Levantei a camiseta até sentir que os seios estavam desnudos. Meus olhos já estavam se acostumando com a escuridão mas não podia distinguir como eram. Toquei um mamilo com a lingua..

Eu estava quase gozando mas queria chegar ao orgasmo sentindo sua xaninha.

Desci a mão e me detive na xaninha, num toque suave. O contato do seio na minha lingua era muito gostoso e comecei a chupar devagar.

Chupei os enormes seios alternadamente, enquanto acariciava sua buceta por cima da calcinha.

Fui ficando mais ousado e decidi que gozaria na punheta chupando a xana dela..

Desci a boca para a virilha, comecei a descer a calcinha dela... nenhuma reação...

Desci a calcinha pelas pernas até tirá-la completamente e ensandecido , comecei a chupá-la intensificando minha punheta..

Nessa hora, senti que ela se mexeu, deu um longo suspiro e percebi que tinha acordado. Fiquei petrificado, parei de chupar , mas não sai do lugar..

Ela falou, ainda com a voz um pouco pastosa : "- o que está acontecendo ? "

": - nada," eu sussurrei, "dorme.."

: - "Ricardo ?," ela perguntou ." É você ?"

Antes que eu tivesse a iniciativa de responder ou de esboçar qualquer reação , ela prosseguiu : "voce é louco, meu ? Sua familia pode perceber . O que tá fazendo comigo ? "

" Nada", eu murmurei sem saber o que dizer. Meu coração palpitava.

Ela continuou falando ,eu sabia que ela não conseguia ver nada, apenas um vulto, como eu.

Ela disse : - "sabia que você queria ficar comigo. Percebi pelo jeito carinhoso com que vc me tratou na balada. Voce é muito atencioso. Só não ficou porque a sua namorada tava lá, não é ?"

"É", eu disse..

" Sabia", ela respondeu ,.." voce sabe que eu tenho o maior tesão por você, Ricardo ? Quando te vejo fico louca de tesão… e me masturbo pensando em você ..meto a mão na minha bucetinha e faço bem gostoso, até gozar. "

-" Eu também tenho o maior tesão por você", eu disse , bem baixinho, disfarçando a voz.

" Adorei a surpresa" ela disse ,tirando a camiseta .." sou sua.

Então pedi pra ela fechar os olhos , peguei a camiseta e vendei os olhos dela. Ela protestou , dizendo que já estava escuro, mas só disse, " fica quietinha" e pedi pra ela apenas sentir...

" faço o que voce quiser, Ricardo.." ela respondeu

Mais tranquilo, eu fui me acalmando. Agora tinha certeza que ela não ia me reconhecer e continuaria pensando que era o meu filho.

Mais relaxado, pude ceder à tentação daqueles peitos macios.

Senti-os com as mãos sedentes e com a boca e então chupei como um desesperado , até os mamilos ficarem durinhos.

Mordisquei os biquinhos durinhos , suguei, suguei, enquanto sugava um, apalpava o outro com a mão .

Daniela estava louca, se contorcia e gemia, falava : "que delicia, que delicia.…"

Continuei na minha viagem : desci a lingua pelo barrigão macio dando beijinhos e mordidinhas e cheguei na sua grutinha, quente, macia e molhada. E beijei. Lambi bem devagar os grandes labios,de baixo pra cima , sentindo o gosto....

lambi rapidamente o grelinho , durinho, delicioso. Sem pressa . Ela gemia de tesão, repetindo : "que delicia,que delicia..que tesão "

Então comecei a chupar… chupar… e ela rebolava…as vezes lambia também seu cuzinho. Enfiei o dedo no seu cuzinho… e ela não se aguentava…Sua buceta estava completamente ensopada, eu sentia o liquido fluindo junto à minha saliva.

Falei: "esfrega esta buceta na minha cara ;… vai… mexe gostoso… goza na minha boca…" e meti a lingua vorazmente em seu sexo, abocanhei com gosto , dando chupões e lambendo seu grelo com fúria , enquanto ia fudendo com o dedo aquele cuzinho apertado e gostoso dela… Ela gemia dizendo : "gostoso,gostoso, "

Isso me deixava mais louco ainda, meu pau pulsava e eu enlouquecia quando ela gemia e apertava meu dedo com o cuzinho . Ela gemia e eu não parava de fazer aquele movimento de vai e vem acompanhado de loucas chupadas no

grelinho. Ela então sussurrou... -vou gozar!!!

Comecei a sugar mais rapido o seu grelinho a esta altura totalmente inchado, até ela gozar na minha boca., com um tranco e um espasmo . Assustei-me, mas continuei chupando todo seu gozo, até ela afastar a minha cabeça, me mandando parar .

Ela ficou deitada, arfante. Eu não podia ver o seu rosto mas imagino que estivesse de olhos fechados. Nesse meio tempo ela havia tirado a venda..

Fiquei receoso que a visão dela tivesse se acostumado com o escuro e ela fosse me reconhecer, mas alguns minutos depois, ela pegou no meu braço e disse :

"- vem, Ricardo, me fode..."

Coloquei ela de quatro, assim ela não poderia ver o meu rosto e porque é a posição em que eu mais gosto de foder a mulher.

Daniela empinou a bundinha e disse : "vem, amor "

Apertei suas nadegas e beijei seus quadris

Ela começou a rebolar e dizer que queria logo sentir meu pau.

Colocou uma mão para trás, pegou meu pau e posicionou bem na entradinha.da buceta . Empurrei bem forte e entrou a cabeça. Ela abriu a boca como se estivesse gritando, mas apenas pediu mais. Enfiei mais um pouco e entrou metade.

Ela começou a gemer e disse que queria tudo lá dentro.

Comecei a me movimentar e num instante o pau entrou por completo, sobrando de fora só as minhas bolas.

O pau entrava e saía alucinadamente daquela bucetinha lubrificada pelo seu gozo, , sem parar.

Ela começou a dizer: "Me fode, gostoso. Mete, mete, me fode...".

Enquanto eu a comia, ela se tocava na bucetinha . Eu dava tapas na bunda dela, e ela pedia pra eu meter mais forte.

Quando ela começou a rebolar a bundinha, da maneira mais sexy possível, não aguentei e gemi : "vou gozar, vou gozar "...

"Goza amor, goza ,me enche de porra "....

Senti o prazer percorrendo meu corpo e esporrei nas costas, nadegas e nos quadris dela, soltando urros de prazer, sentindo meu corpo todinho tremer na mais gostosa metida que já havia dado.

Ela se esticou na cama: " agora preciso tomar um banho," ela disse.

Eu saí rapidamente enquanto ela se virava pra procurar a roupa.

Foi algo maravilhoso, especial.


 

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O COMEÇO DE TODA HISTÓRIA

Autor Desconhecido


 

Ola meu nome é Sandra,

Na última semana um amiguinho "virtual" me perguntou como foi a primeira vez, por isso achei legal falar da minha primeira, no meu, talvez, último conto.

Como esta história é meio curtinha, vou contar duas em uma, a minha primeira vez, e a minha primeira vez com meu irmão.

Bem a minha primeira vez aconteceu quando eu tinha acabado de completar 15 anos, eu estava no último ano do ginásio, e eu estudava de manhã, nesse dia a gente teve uma palestra sobre doenças sexuais transmissiveis, nossa foi no audtório da escola, com todos os alunos, tinha vindo uma mulher do governo , acho que era assistente social, por que eu morava em um bairro muito pobre e a escola idem,

Haviam algumas garotas que já transavam e lembro de uma que havia engravidado, por isso da palestra,

Bem eu era do grupo das "bobinhas", nunca haviamos dormido com ninguem, e eramos super amigas, na escola eramos em quatro, mas eu morava perto da casa da Angela, e as outras duas moravam perto uma da outra, logo, eu tinha mais amizade com a Angela, logico e depois da aula sempre ia na casa dela, por que os pais dela trabalhavam e na minha casa, minha mãe tmabém trabalhava e a minha irmã e meu irmão eram um saco naquela época,

Então a gente ficava fazendo as coisas juntas, naquela época, entre nós quatro eu fui a unica que havia bejado um garoto (tinha beijado pela primeira vez um ano antes),

Bom nesse dia que a gnete teve a palestra eu fui para a casa dela, almoçamos e ficamos no quarto fazenod a lição de casa, depois começamos a falar dos meninos da escola, tinha um bonitinho que nós duas eramos gamadas, até que a gente caiu na conversa sobre a palestra, ficamos fazendo piadas sobre as cenas que mostraram, lembro até hoje (mostrava assim a sombra de um homem e uma mulher e ela colocava a cabeça na altura do penis do homem, (lembro que para mim foi uma surpresa, nunca havia imaginado aquilo) e depois o homem atrás da mulher ...rs.... tudo isso para dizer que se pegava doença em qualquer posição),

Bem rimos bastante, e ela me perguntou como era beijar na boca, para mim aquilo era o auge da minha vida, uma coisa maravilhosa, sem igual, e foi isso que disse para ela, ela ficou com uma cara de estou com vontade até que ela me fez a proposta: me beija? - fiquei meia sem graça, até ri, mas ela repetiu e disse: sério, to falando sério, quero experimentar.

Ainda levando na brincadeira eu deitei de frente para ela na cama, e fitei os olhos dela, fazendo um bico como se fosse beija-la, eu estava brincando, não acreditava que ela faria aquilo, mas então ela se aproximou e deu um "selinho", me assustei mas continuei, abri bem a boca e suguei a lingua dela, ela correspondeu e começou a me beijar de uma forma gostosa, instintivamente nos abraçamos, e nos beijamos muito, ficamos um bom tempo com as bocas juntas, uma saboreando a outra, então me subiu um calor por todo meu corpo, nunca havia sentido aquilo até aquele momento, passamos a nos abraçar forte até nossos peitos se tocarem e se espremerem uma na outra,

Ainda não tinhamos um corpo formado éramos muito novas, nossos seios eram nada mais que um "montinho" ressaltado e nossa cintura era reta, a unica coisa que a Angela tinha era um bum bum bem feitinho, eu nem isso tinha, alias, ainda não tenho..rs,

Bem, nós duas nos abraçamos com força e começamos a cruzar nossas pernas entre nós e apertar as costas uma da outra, ficamos nos massageando e senti um arrepio na espinha, paramos de nos beijar e passamos a roças nossos rostos uma na outra e nos lambiamos, chupavamos o pescoço, até que eu não resisti e passei a mão na cintura dela por baixo do uniforme da escola, nossas respirações estavam ofegantes e o meu coração parecia que iria explodir,

Nos beijamos de novo enquanto tentavamos tirar o uniforme uma da outra, e ficamos só de calça de abrigo e soutien, eu, em seguida, levantei o soutien dela e comecei a beijar e chupar os bicos dela, Angela se contorceu e gemeu, enquanto fiquei chupando ela, nos despimos,

Quando eu ia tirar a calcinha notei que ela estava molhada, enxarcada, eu diria, quando parei de sugar os bicos do seio dela, ela me puxou e passamos a nos beijar na boca de novo, enquanto nossas coxas ficavam roçando no sexo uma da outra, uma sensação nova, estranha, gostosa, mas saber que estavamos fazendo uma coisa errada parecia tornar aquilo mais gostoso, nossas coxas ficavam molhadas com o liqido que nós mesmas deixavamos escorrer de nossas vaginas ainda virgens, foi quando ela desceu com a boca até a minha vagina, e começou a lamber,

A lingua quente, a pressão gostosa sobre o meu sexo, me deram um choque que me deixaram em transe, contorci meu corpo e arqueei minha barriga para cima, levei minhas mãos a cabeça e me descabelei, como era gostoso aquela sensação, .....abri toda a minha perna, a Angela também se empolgou e passou a quase me morder, foi quando ela separou os labios da minha vagina com as mãos, acho que para ver, sei la o que ela queria fazer, mas em seguida enfiou um dedo entre os labios da minha vagina,

Naquela é poca eu olhava e não entendia como alguem poderia me penetrar ali..

A dor foi imediata, soltei um "hmmmm" de dor e me sentei, aquela sensação gostosa parou na hora, e fiquei com medo sentei meio desesperada na cama, tinha sangue, a Angela não sabia o que fazer, e começou a pedir desculpa, manchou o lençol, e ficamos meio desesperadas tanto que não sei direito o que aconteceu depois, só sei que fui mebora correndo chorando para casa, tomei banho e depois com um espelhinho olhei a minha vagina, estava diferente, (com buraquinho...rs),

Bem assim foi que perdi a minha virgindade...idiota né, gente?

Bom depois disso, depois de alguns meses, eu continuava a usar o espelhinho para ver como andava a minha vagina, eu ficava com esperanças de ela voltar a ser como antes, mais idiota ainda, né?

Bem depois daquilo paramos um pouco de ficar indo uma na casa da outra, e por isso fiquei mais tempo em casa, e acabei encontrando revistas, tipo playboy, do meu irmão,

Em uma dessas eu vi a foto de uma menina com um consolo dentro da vagina e ela toda de perna aberta e ela ainda ficava esticando os labios do órgão..fiquei meio pasmada com aquilo, e tontinha do jeito que eu era, tirei a roupa ficando só de camiseta, sentei na cama abri bem as pernas separei os lábios com uma mão, enquanto a outra segurava o espelho para eu ver minha vaginhinha, eu ficava sempre olhando passando o dedo por entre os labios, me masturbando massageando o clitóris, sempre nas segundas, quartas e sextas, dias em que não ficava ninguem em casa a tarde por que meu irmão ia jogar volei,

Bem eu fazia isso, de costas para a porta do quarto que ficava aberta (burra, como eu só eu mesma)

Bem é óbvio que nesse dia, meu irmão voltou por motivos que nem eu mais lembro, mas ele voltou e adivinha, entrou no quarto e me viu daquele jeito,

Não tinhamos uma grande relação entre irmãos, eramos mais amigos do que irmãos, pelo fato de eu ser de pai diferente, e por eu ter sido a causa da separação da nossa mãe e do pai deles,

Bom, ele entrou e fez uma pergunta para lá de besta: o que voce está fazendo?,

Com o susto, tentei me jogar para dentro das cobertas, e com isso rasguei a revista dele...ele ficou braaaaaavoooo... rs, nossa ele ficou vermelho que só vendo, me xingou por ter rasgado a revista e ameaçou de contar para a nossa mãe, Ah lembrei :ele voltou por que ele tinha esquecido a joelheira, bem ele pegou a joelheira p da vida, e saiu de casa xingando, fiquei em casa meio desesperada, o que eu ia fazer????

Voces devem ter pensado... ela vai se oferecer para dormir com ele só para ele não contar, certo???

Errado...eu era tão ingenua e boba que isso nem me passou pela cabeça, a única coisa que pensei foi Oh meu Deus o que vou fazer agora???

Peguei a revista dele que rasgou e colei com durex, de certa forma eu sabia que ele não ia contar, senão a mãe ia ficar sabendo que ele tinha aquelas revistas, acho que por isso não me preocupei tanto, mas quando ele voltou eu quiz explicar que não era nada daquilo que ele viu, que era para ele esquecer, etc, etc, etc.,

ele me ignorou e foi dormir direto, logo em seguida a mãe voltou jantamos e dormimos, tentei conversar com ele no quarto dormiamos no mesmo quarto, mas ele me ignorou,

no dia seguinte fui a escola normal, e voltei para casa, ele também tinha voltado do colégio, almoçamos sem trocar uma palavra, mas depois do almoço ele ficou na sala assistindo tv, e eu trouxe a revista dele toda emendada com durex, sentei do lado dele e estiquei os braços dando a revista toda emendada, ele olhou e deu risada, e eu pedi desculpa e disse, que acho que não tinha ficado muito legal, que eu dava dinheiro para ele comprar outra, ele riu de novo, e pediu desculpas por ter me xingado e gritado comigo no dia anterior, eu disse que tudo bem, ai ele olhou para baixo e falou: - - Eu não estava bravo com voce...o problema sou eu..voce já.......transou? ...pausa..... respondi:

- Não.....sério, nunca transei com ninguém... ...

- então...o que você estava fazendo?..

Bem ai eu contei a história que acabei de contar a voces, e disse que provavelmente eu não era mais virgem, ele prestou atenção em tudo o que eu disse e olhando para mim respondeu:

-Eu tava bravo por que pensei que voce com 15 anos já tava transando por ai e eu nada (ele é 1 ano e tres meses mais velho que eu)

Eu fiquei meia sem jeito, mas respondi que eu nunca havia dormido com ninguém só com minha amiga, ai começamos a conversar sobre sexo, sobre quem ainda era virgem, quem não era....,

Ai eu disse que para os homens o melhor seria que eles não fossem virgens, e as mulheres seriam melhores se ainda não fossem virgens... rs....ai eu disse: é mas para os homens é facil, voces podem dizer que são ou não são, que ninguem vai saber, mas a mulher da pra perceber na hora que é virgem ou não e ele me surpreendeu dizendo que não sabia a diferença,

Ai tentei explicar, dizendo que tinha uma pelizinha que some depois que acontece alguma coisa, ele ficou super interessado, fazia pergunta, do tipo, onde ficava a pelizinha, como era, se era grosso, cor diferente...rs,

Tentei explicar, mas ele não conseguiu entender, eu ficava tentando explicar, meio com vergonha, e meio que dando muitas risadas, ai ele falou : mostra !!

Fiquei sem reação, ai ele disse: ah vai, mostra ai, qual o problema? eu queria ver um pouquinho, eu juro que não conto nada para a mamãe.

- respondi na lata: só se voce me mostar o seu primeiro eu nunca vi um pintinho também ...

Depois que falei fiquei vermelha de vergonha, sei la o que deu em mim naquela hora, mas ele prontamente puxou a calça de moleton dele para a frente e mostrou o penis dele, estava grande, arregalei os olhos, achei bonitinho...rs,

Nunca tinha visto um, e me segurei para não apertar ele, sei la aquele capacetezinho em cima era bonitinho...rs,

Ai ele falou agora é a sua vez,

Eu me levantei e tirei a calça jeans e a calcinha e fiquei de pé, ai ele pediu para eu ficar que nem no dia anterior que ele me pegou ...

Então eu sentei na outra poltrona e abri bem as pernas, e ele veio e se ajoelhou na minha frente com a cara bem na direção da minha vagina, me perguntou se ele podia colocar a mão, e eu fiz um sim com a cabeça, ele passou os dedos por entre os meus pelinhos, o dedo pelo meu clitóris, e sem nenhum aviso ele caiu de boca em minha vagina,

Com o susto eu dei um grito, mas para falar a verdade eu tive um pouco de saudades de sentir uma boquinha ali...rs, e ao invés de impedi-lo eu segurei a cabeça dele e arqueei meu corpo empurrando minha vagina contra a boca quente dele, ele lambia, sugava, pressionava, que me fazia gemer, ter um homem (nem me passava pela minha cabeça que quem estava ali era meu meio irmão, eu sentia um homem mesmo, e isso era muito bom, e acho que ele pensou a mesma coisa) tanto que gozei pela primeira vez na minha vida só com as lambidas dele, talvez, por que o momento foi tão especial e sem programaçào, não sei, mas a única coisa que poss odizer é que foi uma delicia, foi quando ele enfiou um dedo em mim, e foi vindo com a lingua pela minha barriga, meu umbigo ( outro arrepiozinho) levantou totalmente minha camiseta e começou a chupar meus seios, fiquei arrepiada, ele foi subindo subindo, até nossas bocas se tocarem, nos beijamos, seus braços me envolveram, e senti seu penis na entrada da minha vagina, quando a cabeça entrou me proporcionou uma dorzinha mas nada que me tirasse o prazer do momento, ele escorregou para dentro de mim, com enorme facilidade, talvez pelo fato de eu ter gozado, se movimentou gostoso dentro de mim, e ficou estocando, e como era a primeira vez dele ele gozou logo, mas quando ele ia ejacular, acho que aquela sensação nova assustou ele, e ele tirou as pressas o penis de dentro de mim e ejaculou, nossa aquilo me assustou muito, não imaginava que era assim, a primeira vista pensei que ele tinha feito xixi, e aquela coisa gosmenta e quente atingiu meus seios e barriga, para minha surpresa, ele começou a tremer, e eu o abracei e nos beijamos muito, e brinquei um pouquinho com o penis murchinho dele, ele ficou meio sem jeito, mas então eu desci e chupei ele, que experiência, sentir o gostinho daquele pedaço de carne, depois disso tomei um banho e trouxinha do jeito que eu era fui correndo para a casa da Angela contar o que aconteceu.

A noite transamos de novo, eu me sentia a namorada dele, mas como era proibido, diziamos que eramos amantes um para o outro, e prometemso ser assim o resto da vida, seriamos um só, e eu concordei, transamos em silencio, eu em pé apoiada na beliche e ele atrás estocando suavemente, mas de forma muito gostosa, nessas transas noturnas eu nunca consegui gozar, acho que por causa do medo de ser pega pela mãe que dormia no quarto do lado, mas eram transas tão gostosas, que me dão saudades até hoje,

Bem saudades eu também vou sentir de escrever aqui, não sei se esta é a última, mas mesmo assim, já estou sentindo saudades...rs. Beijinhos para todo mundo e muito obrigada pelo carinho.


 


 

domingo, 28 de março de 2010

CUNHADA SAFADA

AUTOR DESCONHECIDO

Meu nome nao interessa, mas as pessoas me chamam de Mê. Eu tinha 24 anos quando o que eu vou contar aconteceu.......................

Eu tenho 1,60m de altura e peso 52 kg, olhos azuis e cabelo loiro, cumprido. ................Um corpinho muito ajeitado e na maioria das vezes muito timida. Morava em SP com a minha irmã e meu cunhado. ...........Meu cunhado é um cara muito simpático e atraente, sempre me tratou com muito carinho e nunca "avançou o sinal". .........Eu que sempre fui assediada pelos meus amigos achava todo aquele respeito pertubador e estava convencida que ele fazia forças prá resistir (cá entre nós, sou muito mais gostosa que a minha irmã). Um dia saí do banho e fui pro meu quarto me trocar. .........Notei pelo espelho do armario que alguem me observava pelo buraco da fechadura. Eu estava de costas para a porta e peladinha.............. Só podia ser o meu cunhado que estava prá chegar em casa há qq momento. Liguei o som e comecei a passar creme no corpo inteiro............... Afastei as pernas e expus o meu cuzinho e xaninha bem na direção da porta. ...............Virei de frente prá porta e comecei a dançar da forma mais sensual possível, morrendo de tesão por estar sendo observada "secretamente" pelo meu cunhadinho gostoso. ...............A minha buceta estava completamente encharcada de tanto tesão. Encostei no armário e comecei a tocar uma siririca de frente para a porta, tomando o cuidado de não olhar diretamente para o buraco da fechadura. Percebia que o meu voyeur continuava ali. .............Quando estava quase gozando decidi olhar fixamente pro buraco da fechadura e aí notei que a sombra desapareceu rapidamente............ Imaginei que o meu cunhado estava morrendo de tesão e imaginando se eu sabia que ele estava ali. ............Troquei de roupa e fui prá sala, onde encontrei-o assistindo tv quase ofegante. Perguntei como havia sido o dia dele e comentei que havia tomado um banho delicioso. ............Ele comentou que a minha irmã chegaria tarde e que éramos só os dois prá jantar e sugeriu que pedissemos algo por telefone. ............Eu sugeri que ele fosse tomar um banho primeiro............ Assim que ele entrou no banheiro, despi-me por inteiro e pensei "'e hoje ou nunca". Entrei no banheiro e abri a porta do box. ..............Meu cunhadinho arregalou os olhos e pediu prá eu sair. ..............Eu disse que percebi que ele me olhava pelo buraco da fechadura e sabia que ele estava morrendo de tesão. ................Ele estendeu a mão e me puxou prá dentro. Fiquei de joelhos e imediatamente botei aquele cacete duríssimo na boca. ..................Mamei até ele gozar na minha bouquinha, o que deve ter demorado uns 60 segundos, tamanho o tesão do meu cunhado durante a sessão preliminar. ................Ele então ficou de joelhos, coloquei uma das minhas pernas sobre o ombro dele e ele chupou a minha xaninha durante uns 10 minutos. .............Foi a melhor chupetinha da minha vida, tinha a impressao que ele estava me comendo com a lingua. .............Saimos do chuveiro e fomos pra minha cama onde continuamos um 69 até ele ficar de pau duro novamente........... Ele disse que queria comecar pelo meu cuzinho e depois de lubrificar o seu pau com a minha vaselina, enterrou a sua pica no meu rabinho, de vagarinho, com muita classe, ele enfiou o pau inteiro. Eu até perdi a voz e só pedia prá ele não parar........... Gozei feito uma louca. Ele me virou de frente prá ele e veio por cima, dessa vez botou na minha xoxotinha melada, e meteu sem parar até gozar pela segunda vez............. Eu gozei inumeras vezes, como nunca havia gozado antes. .............Acabamos adormecendo e fomos acordados pela campainha, era a delivery do nosso jantar. ...........Minha irmã chegou em seguida e foi a nossa sorte o entregador ter chegado um pouco antes. ...........Depois desse dia repetimos a dose várias vezes. Como a minha irmã sai cedo para o trabalho, diversas vezes fui acordada pelo meu cunhado chupando a minha buceta. ............Passei a dormir pelada prá facilitar a surpresa.......... Uma outra noite fui até o quarto deles e enquanto a minha irmã dormia fiz um boquete no meu cunhado até ele gozar. ..........Ele não se conforma com a minha audácia, mas quando o assunto é sexo eu gosto mesmo do que é proibido. ............Hoje moramos a milhares de quilometros de distancia e ainda sonho com aquela trepada com o meu cunhado. ..........Eu estou casada mas o meu marido nunca me comeu como o meu cunhado e espero logo poder repetir a dose.

CUNHADINHA CURIOSA

AUTOR DESCONHECIDO


 


 

"Sou antigo leitor e fã incondicional de contos eróticos, onde me delicio com as experiências dos leitores Acho que o fato de ter tomado conhecimento durante todo este tempo de tais experiências estimulou-me a dividir com todos os leitores esta maravilhosa e excitante aventura, guardada em segredo durante anos

Na época em que começou minha aventura, estava casado ha pouco tempo e habitando a mesma pequena e simples casa de uma cidade do interior de São Paulo onde ainda moro.

Minha mulher, Valquiria, não trabalha fora e é fogosa e ardente, de uma voracidade insaciável. Sempre chego tarde do trabalho e, por isso, preferimos fazer amor pela manha até nos sentirmos exaustos e saciados. Só então vou trabalhar.

Como trabalho o dia inteiro, minha mulher sentia-se muito solitária, sem ninguém para conversar, salvo as visitas que Ihe faziam sua irmã Julia, um brotinho de 18 aninhos.

Numa dessas visitas. minha mulher pediu a irmã para vir morar conosco. Não me opus Achei que seria bom para ela ter com quem conversar e fazer compras. Minha cunhada dormiria no sofá da sala, sem trazer transtomo ao nosso relacionamento,

Certa manhã, depois de fazer amor com minha mulher, fui tomar banho. Valquiria ficou na cama ainda embriagada pelo prazer.

0 banheiro ficava no fim do corredor, e, como a porta estava entreaberta, entrei sem bater. Julia saia do banho. Foi uma surpresa!

Ao ver-me, com um movimento rápido dos braços, cobriu os seios e o triângulo do amor.

Sai do banheiro um pouco sem graça e nervoso com a cena, mas ao mesmo tempo excitado com seu corpinho tesudo.

Imediatamente meu membro ficou duro e indisfarçavel sob o short.

A imagem do corpo novo e molhado ficou gravada em meus olhos. Seus seios, pequenos de mamilos róseos, brilhavam como uma flor orvalhada, pontiagudos, sobressaindo na pele clara. Seu corpo bem feito era uma escultura de cames duras. Ela saiu do banheiro e me encontrou no corredor. Pedi desculpa, e ela deu apenas um sorriso maroto.

Entrei no banheiro e me masturbei. 0 episódio passou sem maior importância. Nem cheguei a comentar com minha mulher, por ter achado o caso banal e possível de ocorrer com qualquer pessoa.

Quando eu chegava tarde do trabalho, as vezes minha mulher ainda estava acordada, mas dormia logo após assistir a ultima novela. Julia, ao contrario, ficava até altas horas da madrugada assistindo aos filmes da televisão em nosso quarto.

Numa dessas vezes, depois do jantar coloquei um short largo sem nada por baixo para ficar mais confortável.

Minha cunhadinha já estava sentada ao pé da cama como de habito Deitei e fiquei assistindo ao filme.

Em dado momento levantei uma das pemas e meu calção ficou meio levantado. Julia mudou de posição. Só então me dei conta de que ela olhava meu membro. que se mostrava por uma das pemas do meu calção, através do reflexo do espelho da penteadeira., onde ficava a televisão. Fiquei louco. Não era um acidente como quando a surpreendi no banheiro.

Ela me olhava propositadamente, Minhas idéias andaram a mil.

Senti o corpo tremer e uma excitação sem precedentes me invadir o corpo, circulando como meu sangue, cada vez mais rápido, fazendo com que meu membro fosse ficando duro, a pulsar e latejar por debaixo do meu short levantada.

Meu membro cresceu até a glande sair do meu calção. Julia estava com o olhar paralisado no espelho. que mostrava também nos seus olhos de menina toda a malícia de mulher.

Por vezes sua língua umedecia os lábios finos e vermelhos, que ela mordia vagarosamente, deixando transparecer todo o seu desejo despertado. Não me movia para evitar que isso desmanchasse a cena.

Valquiria dormia por trás de nós dois sem saber, nem por sonho, a batalha imaginaria que se travava entre mim e sua irmazinha. Ficavamos naquela maravilhosa tortura de tesões até as duas da manhã, quando a televisão saiu do ar. Julia se levantou.

Nos olhamos, seus olhos me devoravam, penetravam em mim com um brilho sedutor de desejo. Desligou a televisão e fomos dormir. Fui trabalhar pensando no que ocorrera a noite. Seu corpo e o episódio não me saiam da cabeça.

Fiquei até com medo de alguém no serviço perceber a mudança. Dei uma desculpa ao meu patrão e voltei para casa mais cedo. Valquiria ainda estava acordada. Julia, mais gostosa do que nunca, vestia uma blusinha branca e um short que deixava transparecer as suas formas bem feitas com o triângulo estufado na frente.

Fomos todos assistir á televisão. Valquiria, como sempre, dormiu antes de terminar a novela. Eu e Julia ficamos a sós.

Meu corpo tremia de excitação. Fiquei na mesma posição da noite anterior, só que puxei a ponta do meu short para deixar de fora a metade do meu membro, que latejava suas veias grossas como um animal arisco.

Julia, aos pés da cama, apoiou-se sobre o cotovelo e virou a cabeça em direção a seu ombro, como se com os dedos procurasse pequenos cravos. Seu olhos fitavam meu membro já em ponto de bala, numa pressão que parecia prestes a explodir de tesão. Valquiria dormia profundamente. Com a ponta dos dedos, puxei a pema do calção, deixando minha lança praticamente de fora.

Era a medida do pecado, como o diabo gosta Podia ver que Julia também já estava completamente alucinada.

Lentamente virou o corpo buscando uma posição melhor e posse a acariciar meu membro.

Suas mãos delicadas e finas, seus dedos longos e indecisos passaram a masturbar-me vagarosamente, enquanto seu corpo, como uma serpente, deslizava sobre a cama até conseguir, num leve bote, abocanhar a presa.

Era um sonho. Um delírio de sussurros silenciosos.

Ao mesmo tempo em que, com a mão, fazia suaves movimentos de vaivém, chupava-me deliciosamente.

Sua língua úmida e quente deslizava sobre a chupeta, até conseguir arrancar de mim um gozo tão alucinado que só tive tempo de levar a mão a boca para calar o grito de satisfação que explodiu dentro de mim. Julia mamou meu liquido até a ultima gota. Sentia me exausto pelo prazer, que jamais alcançara com minha mulher.

Embriagado de felicidade, relaxei o corpo sobre a cama. Julia levantou-se sem barulho e foi para a sala.

No dia seguinte era sábado e eu não trabalhava. Valquiria acordou cedo e foi fazer compras com a mãe.

Logo que saiu Julia levantou-se. Eu fingi que ainda dormia. Vi quando ela passou pela porta do quarto em direção ao banheiro, Imediatamente me desfiz do calção e tirei o lençol de cima, ficando nu, com o membro completamente duro.

Percebi que, ao voltar do banheiro, Julia parou na porta do quarto e por instantes ficou a me olhar.

Em seguida caminhou silenciosamente até a beira da cama, onde se sentou. Fiz que acordei.

Ela estava com uma camisola vermelha de tecido fino por onde eu podia ver dois lindos seios sustentando o tecido. Era hora de agradecer o magnifico prazer que ela me proporcionara.

Puxei-a para mim e beijei-a. Fui beijando-a, vasculhando seu ouvido com minha língua, enquanto a livrava da camisola e da minúscula calcinha que usava. Pus me de joelhos e passei a percorrer seu corpo com a língua, passando do ouvido para os seios tenros, onde fiquei bom tempo chupando e mordiscando os mamilos endurecidos de desejo. Julia soltava gemidos de satisfação enquanto suas mãos apertavam minha cabeça contra seu peito, como se quisesse enfia-los inteiro dentro de minha boca,

Deslizei mais para baixo. Julia delirava. Abri suas pemas roliças, que deixaram descobrir a perfumada gruta rosada.

Introduzi a língua em sua vagina apertadinha e molhada, fazendo Julia entrar em um louco delírio.

Já não abafava mais os gemidos. Arfava e gemia sem medo. Trançou as pemas nas minhas costas e mexia deixando fluir com liberdade o gozo prolongado, enquanto eu sugava, completamente doido de tesão, aquele suco maravilhoso.

Eu estava a ponto de explodir. Mas Julia era virgem e eu não poderia desfrutar as delicias do seu triângulo.

Ela porém queria que eu gozasse dentro. Puxou-me e me pos deitado ao seu lado. Em seguida passou a lamber-me o membro, lubrificando-o com sua língua macia. Deitou se de bruços e pediu-me que metesse em seu orifício.

Rolei para cima dela, que num movimento leve empinou a bundinha para que eu tivesse melhor posição.

Seu corpo de menina guardava dentro de si uma mulher sedutora.

Acomodei meu pênis em suas nádegas rígidas e passei a introduzir no seu buraquinho apertado.

Vagarosamente fui-me afundando. Senti meu grosso membro abrir caminho naquelas cames, que se dilatavam guardando-me todo. Com maestria, Julia ia rebolando e principiava movimentos lentos de vaivém, intercalados com suspiros de dor e prazer.

Seus olhos fechados e suas feições traduziam a satisfação que sentia em ser possuída por mim. Aumentava o ritmo rebolando e fazendo galopar nossos corpos suados. Seus suspiros eram mais fortes quando eu mordia sua nuca. Queria prolongar aquilo o maior tempo possível, até que não agüentei mais e gozei como nunca. Julia também alcançara o orgasmo e caímos cansados.

Ficamos deitados por uns quinze minutos, em silencio. Em seguida levantei-me e fui tomar um banho, Julia voltou para a sala para descansar.

Varias vezes repetimos a cena nos meses que se seguiram, até que os pais de Valquiria se mudaram para o Estado do Paraná e Julia os acompanhou. Mas todos os anos, em suas férias do trabalho, Julia vem para São Paulo e fica em minha casa.

E sempre conseguimos dar um jeito de reviver aqueles lindos momentos."


 


 


 

sexta-feira, 26 de março de 2010

Oi,gente : tenho recebido alguns emails me perguntando porque não tenho postado mais contos meus e alguns reclamando da qualidade dos contos..

Brevemente estarei postando mais contos meus..e os contos que estou publicando aqui ,fazem parte da minha coleção e enviados prá mim por email..

Gostaria que me enviassem mais contos e fantasiais: o meu email é narcisosantos@hotmail.com..


 

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DEBBI

Autor Desconhecido


 

" Dois anos haviam se passado desde aquela vez em que conheci Edvaldo e ele me fez mulher. Tanto tempo sem ter qualquer contato com outro homem começou a me dar aflição e um certo medo que jamais a Debbi seria mulher de alguém novamente, ainda mais porque naquela éopca não existia Internet (pelo menos para mim) e as únicas oprtunidades que eu tinha eram anúncios em revistas e sair as ruas.

Sair as ruas estava se tornando cada vez mais perigoso e os anúncios em revistas demoravam maia de três meses para serem publicados e eu estava num "jejum" de não aguentar mais, passava horas em meu quarto com minhas roupinhas de mulher, mas sentia que me faltava uma companhia que compartilhasse aqueles momentos femininos comigo, além de não ter tido mais oportunidades concretas de uma experiencia feminina.

A minha segunda experiência sexual começou com um belíssimo fim de semana de sol, quando eu já tinha 24 anos. Devo lembrar que todos os nomes e localidades aqui usados são fictícios para preservar a imagem das pessoas que participaram dessa minha história. Bem, voltando ao assunto, eu tinha uma amiga chamada Claudia que me convidou para passar o fim de semana com seu primo e três amigos dela, não sei porque, mas acho que ela estava afim de mim, e eu estava sem namorada na época e poderia aproveitar para satisfazer o meu lado masculino já que o feminino estava em baixa.

Sexta a noite fomos eu, Claudia, seu primo Ricardo e seus amigos Marcelo, Vitor e Márcia para o sítio que ficava no interior de São Paulo.

Após duas horas de viagem chegamos ao belíssimo sítio, com lagoa, barco, campos, uma casa maravilhosa cheia de cômodos e uma cidade encantadora e receptiva.

Logo na chegada fomos recepcionados pelo caseiro que veio de nosso encontro para ajudar a carregar as malas.

Foi nesse momento que eu senti meu cuzinho piscar, aquele homem era simplesmente um deus que aparecia diante de mim, moreno, mais ou menos 1,90m de altura, aparentava uns 40 anos, corpo forte e viril de pessoa do interior acostumada com o trabalho pesado. Mal podia me conter de tanto tesão que senti naquele momento.

Claudia perguntou a ele se estava sozinho e ele respondeu que sua esposa e filhas haviam ido a uma cidade próxima visitar a mãe e só voltariam no domingo a noite. Entramos, nos acomodamos e eu fiquei com um quarto só para mim e que por acaso do destino, a janela dava de frente com a casa do meu tesudo caseiro. Lógico que não passava pela minha cabeça em dar para ele pois estaria me arriscando demais e além disso ele poderia contar tudo a minha amiga e acabar com minha vida, mas as minhas fantasias eram as mais loucas possíveis, imaginava ele me comendo a noite toda.

No dia seguinte, acordei com um tremendo mal estar e minha cabeça doia muito, mal conseguia ficar em pé, talvez devido a friagem que pegara na viagem e acabei perdendo os melhores programas, os meus amigos se preocuparam comigo e se ofereceram para ficar e me fazer companhia, mas não queria estragar o fim de semana de ninguém e falei que podiam ir aonde quisessem, e eu me conheço bem, sabia que logo estaria forte novamente, sempre fui resistente às doenças.

Fiquei deitada até mais ou menos meio dia, quando levantei para ir ao banheiro e passei pelo quarto da Claudia. Vi as roupas dela e da Márcia em cima das camas e não resisti em dar uma olhadinha. Enloqueci com os vestidinhos delas e as mini saias que estavam lá, resolvi aproveitar que elas só voltariam no fim da tarde e fui experimentando tudo, me tranquei em meu quarto com as melhores peças que escolhi e fui me sentindo mulherzinha com aquelas roupas deliciosas.

Num determinado momento resolvi me montar inteira (loucura ?) e fiu buscar mais coisas. Vesti uma blusinha azul celeste de cetim da Márcia, depois coloquei uma calcinha branca da Claudia (que tinha mais ou menos o meu número na época), passei um batom vermelho e por fim vesti uma mini saia de seda rodadinha azul clara que era uma gracinha, depois disso passei uma escova em meu cabelo que estava relativamente grande e pus uma thiara. Só não pus os sapatos porque não cabiam em mim. Me olhei no espelho e me senti uma mulherzinha completa e deliciosa.

Estrava muito absorta em meus pensamentos de mulher e desfilando no quarto quando ouvi um barulho do lado de fora da porta.

Meu coração quase pulou pela boca e imaginei que alguém tinha voltado antes. Fiquei estática e resolvi ouvir se tinha mais algum barulho estranho. Fiquei uns quinze minutos assim e não consegui ouvir mais absolutamente nada, então pensei que fosse algum bichinho do interior, mas de qualquer maneira dei uma abridinha na porta e fui ver se os carros estavam no jardim, deveria estar apenas o meu...

Fui na ponta dos dedos até a porta da cozinha e olhei pela janelinha...me apavorei quando vi o carro do caseiro estacionado ao lado do meu e pensei comigo mesma: "ele deve ter chegado e entrado aqui dentro e depois saiu, mas deve ter visto a bagunça no quarto das meninas, é melhor eu arrumar tudo logo".

Resolvi então voltar ao quarto o mais rápido possível para tirar a roupa, e quando entrei quase tive uma parada cardíaca: o caseiro estava sentado na minha cama e me olhou fixamente para mim e disse com ar de reprovaçãoo:

- Quer dizer então que você se veste de mulher rapaz?

Não sabia o que fazer, como agir, como pensar. Implorei a ele:

- Por favor, pelo amor de Deus, não conte nada a ninguém se não minha vida acaba !!!! (Quase chorando...)

Ele me respondeu:

- Você fica uma delícia de mulherzinha, eu já comi umas bichinhas por aí, mas com esse jeitinho de mulher eu nunca experimentei. Se você fizer o que eu quero, ninguém saberá desse "nosso" segredinho.

Sem pensar duas vezes, ele se levantou e caminhou na minha direção. Chegou bem perto e passou a língua bem de leve em meu pescoço enquanto deslizava a mão por cima da minha sainha e da minha bundinha. O meu tesão começou a vir cada vez mais forte e eu já não sabia o que estava acontecendo, só deixei rolar para ver até onde ele queria chegar.

Me levou até a cama e me colocou sentada elogiando meu rosto e dizendo que eu tinha uma pele de bebê, de mulherzinha virgem. Se colocou na minha frente e tirou a camisa e depois o short, estava sem cuecas. Seu pau estava muito duro, parecia uma pedra e era bem grande, maior do que aquele que me havia comida pela primeira vez. Colocou sua ferramenta na minha frente e balançou ordenando:

- Chupa bem gostoso meu tesãozinho

Peguei aquele pauzão delicioso e comecei a chupar tudinho até onde a minha garganta agüentava; depois lambi toda a sua extensão e lambi seus grossos e vastos pentelhos para depois voltar a chupar com muita vontade enquanto o meu homem gemia de prazer e me dava tapinhas nas costas, eu delirava, adorava ser chamada de mulher e estar chupando um pinto tão gostoso.

Ficamos uma meia hora assim mas em várias posições.

De repente ele me falou:

- Agora eu vou sentir esse rabinho gostoso e vou te comer tanto que você não vai mais conseguir fechar as pernas.

Tirei a calcinha, mas fiquei com a blusinha e a mini saia, depois ele me pegou e me deu um beijo tão gostoso que quase me sufocou. Me colocou de quatro e lambeu meu cuzinho com muita vontade, eu rebolava e gemia implorando para ele me comer logo.

Colocou seu pinto duro e grande bem na entradinha do meu cuzinho que piscava alucinadamente e começou a enfiar bem devagar. Nos dois primeiros centímetros eu já tirei e pedi para parar pois não estava aguentando e ele então tomou uma atitude que mudaria definitivamente alguns rumos de minhas fantasias femininas. Se levantou e foi correndo até o seu carro, eu não entendia nada, voltou com uma corda e me ordenou:

- Coloca tuas mão na cabeceira da cama gatinha !!!

- Não, o que você vai fazer?

- Coloca senão conto tudo aos teus amigos !!!

Com medo de ser desmascarada e ao mesmo tempo com medo de sua atitude eu aceitei e fiz o que ele me pediu. Me amarrou as duas mãos na cabeceira da cama numa posição em que eu ficava com a bunda virada para trás, ou seja, praticamente de quatro, e começou a se aproximar de mim, quando disse:

- Agora você vai levar vara quer você queira ou não

O medo misturado ao tesão é uma sensação indescritível que só quem passou por isso é que sabe.

Com suas mãos ásperas e fortes, começou a colocar o seu pau aos poucos em mim, e eu estava completamente passiva sem poder fazer nada, e nem podia me mexer pois estava tão amarrada que se tentasse me soltar o nó apertava mais e machucava minhas mãos.

Aquele pau enorme começou a entrar e eu não aguentava de dor e tesão.

Ao mesmo tempo que o pinto começou a me penentrar, o meu delicioso amante me dava fortes tapas em minha bundinha que ardia. Aos pouco eu estava completamente tomada por aquele homem delicioso que me comia com força e seu pau já estava todo atolado em mim e socando com mais força ele me batia na bunda e me chamava de puta gostosa. Ai que delícia, como foi bom, eu gozei junto com ele que gemia alto e forte me comendo sempre forte e mais forte e gozando em mim e me fazendo mulher e eu com aquela mini saia, de batom (já borrado é claro), era uma mulher, uma fêmea sendo enrabada pelo seu garanhão....Gozei feliz e meu amante também.

Ele foi a sua casa se lavar e eu arrumei tudo antes que o pessoal voltasse.

No domingo fui com meus amigos aos programas que haviamos planejado e antes de voltarmos para São Paulo, o meu caseiro deu uma leve passada de mão na minha bundinha e disse que me queria de novo por lá.

Eu voltei mais uma vez após 6 meses mas ele havia sido demitido da casa. Sabem por que?

Porque foi flagrado pelos pais da Claudia comendo um garoto da cidade no quintal da casa. ...


 

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DOIS HOMENS UMA MULHER.

AUTOR DESCONHECIDO


 

"Certa vez, em uma empresa em que trabalhei, conheci uma moca de mais ou menos um 38 anos, ela era muito bonita, e madura, nao sei mas as mulheres mais velhas me atraem, ela era casa- da e tinha dois filhos.

O tempo foi passando e nos fomos ficando amigos, e cada vez mais intimos ate que um dia em uma de nossas conversas ela comecou a reclamar do marido, apesar de nao ser casado dei alguns conselhos, e ficou por isto mesmo. Nossas conversas cada vez ficavao mais intimas, ate que comecamos a falar de sexo, ela me falava o que fazia com, o marido o que nao era nada de mais, e eu falava das minhas aventuras.

Um certo dia, ela me pediu para ir em sua casa para trocar um fuzivel, pois o marido havia ido viajar e como ela morava perto da empresa e tinha muito medo de eletricidade, resol- veu me pedir. Aceite ir la de imediato, pois ela me deixava frequentemente exitado e em uma das vezes que eu estava exitado eu a peguei olhando para meu pau, e eu achava que pode- ria rolar algo pois ela frequentemente reclamava do marido e se insinuava para mim.

Era uma sexta feira, os seus filhos nao estavao, ela tinha os mandado para a sogra que morava no interior, em alguns segundos troquei o fuzivel, em seguida ela me ofereceu uma bebida e ficamos conversando. Como eu nao tomava atitude ela sem mais nem menos se sentou do meu lado, pegou no meu pau, que ja estava duro pois nossas conversas estavao um pouco libidinosas, e me beijou, ficamos nos acariciando, ela sem parar de me beijar abriu minha calsa tirou meu pau para fora e depois comecou a xupa-lo.

Fiquei ali jogado na poltrona, com os olhos fechados enquanto ela me chupava, ate que quan- do eu senti que nao ia aguentar mais pedi para ela parar, pois iria gozar em sua boca, mas que nada ela xupou com mais vontade e gozei gostozo em sua boca ela deixou respingar em seus seios e espalhava por seu corpo com a mao, abri os olhos e vi que o marido dela nos olhava, fiquei assustado e sem reacao, mas o proprio marido me esplicou que eles tinhao armado tudo, e que a mulher queria tranzar com dois homens ao mesmo tempo, mas ela nao quiz me contar pois ficou com medo de me afugentar.

Mas tranquilo, disse que nao queria, que aquilo eu nunca tinha feito, e que provavelmente eu nem conseguiria te erecao, pois eu nao gostava muito da ideia. Mas ela me pediu e implorou, e depois de muito tempo conse- guiu me fazer ficar olhando eles transar, e me disse que se na hora me desse vontade eu poderia entrar na festa pois ela estaria me esperando com muita ansiedade.

Ela comecou atirar a roupa, primeiro a camisa, que revelou um sutiem meia taca, branco e transparente que dava para ver os bicos de seus seios, depois deixou a saia cair, ela esta- va com uma calsinha minuscula, ao tira-la vi que estava toda raspadinha, e sua vagina era realmente muito carnuda e gos- tosa, quando percebi o marido ja estava sem roupa e xupava seus seios, seu pau era realmente muito grande ele sentou-se de frente para mim, e ela se sentou por cima de frente para mim tambem, ficando de costas para ele, abriu as pernas de um jeito muito sexy e com as maos colocou o pau do marido na direcao da sua buceta, comecou a rocar e derrepente se sentou com toda a forca, era uma visao maravilhosa, ja havia visto isto em filmes mas nao sabia que ao vivo era muito melhor, meu pau ficou muito duro e sem mais preconceitos, tirei a roupa, quando me virei ela ja estava em outra posi- cao, virada para ele, como nos filmes molhei o meu pau com minha propria saliva e sem cerimonia coloquei em seu cuzinho , era apertado mas quando consegui penetrala totalmente ficou melhor.

Ela ficara louca, e eu pensei ja que estou na chuva vou me molhar, comecei dar umas estocadas, fiquei com receio que ela mandasse parar, mas que nada, cada vez ela pedia com mais forca, o marido por sua vez tambem dava as suas estocadas, eu podia sentir o seu pau dentro do corpo da dela , ate que nao aguentando mais eles gozarao eu demorei um po- uco mais, mas quando gozei ficamos grudados por um bom tempo.

Depois trocamos, senti que aquele pau havia afeito um estra go, mas aquela mulher realmente sabia o que queria, meu pau entrava e saia daquela buceta, e cada vez ela pedia com mais forca ate que gozamos de novo, depois a comi denovo so que agora sozinho, ela subia e descia sentada no meu pau, mas como ela ja estava bem arrombada, resolvi colocar em seu cuzinho, que descepcao!

O cara havia arrobado o cuziho tam- bem, mas mesmo assim gozei gostoso, depois da foda, ela me disse que queria repetir, eu concordei, so que eu tambem que- ria comer duas ao mesmo tempo, ela disse que seria facil, chamaria a suas irmas.

Quando estou na sede eu vou ate a casa deles que me tratao com muito carinho.

Quanto a eu tranzar com duas ao mesmo tempo, e so falar, com a minha amiga, e ela arruma quantas eu quiser, pois ela tem sete irmas e 9 primas, fora as amigas que adorao um tra- nza, em par em trez, em quatro....

Qualquer hora destas eu conto uma foda que eu fiz com suas irmas e primas.


 

quinta-feira, 25 de março de 2010

A OBSSESSÃO DE ESTHER

Autor Desconhecido


 

" Há muito tempo, nos mais variados livros sobre sexo, venho procurando algo que se assemelhe à bizarra forma de satisfação praticada por Ester. Para muitos essa história parecerá extravagante. Mas a atuação dessa mulher levou-me a níveis de excitação inimagináveis. Conheci Esther num desses barzinhos muitos freqüentados. Aproximou-se de mim e pediu que lhe acendesse o cigarro. Morena clara, entrando nos 30 anos, estrutura média, corpo bem-feito, tesudamente valorizado pela justeza da calça que usava, e uma bundinha capaz de trazer as mais indecentes idéias à cabeça de qualquer cristão.

Não era uma mulher digna das páginas de Revista era apenas uma mulher gostosa. E sem dúvida, aquela bundinha mexeu comigo, deixando imediatamente um verdadeiro alvoroço dentro de minhas calças. Acendi-lhe o cigarro e comecei a fazer-lhe perguntas.

Esther era de Belo Horizonte, enfermeira, trabalhava no Hospital das Clínicas e estava em São Paulo há apenas seis meses.

Enquanto falava, sorria com um jeitinho todo especial que lhe dava um ar sacana e moleque. Isso e mais a visão daquele traseiro irresistível, empinadinho, fizeram com que meu membro crescesse tanto que abandonou os limites da cueca e ameaçou botar a cabeça para fora, através da cintura da calça.

Tentando esconder tal situação percebi que Esther não tirava os olhos e minha ereção e, de repente, ignorando todos à nossa volta, ele levou sua mão até o meio de minhas pernas e veio subindo desde meu saco até o ponto extremo de meu membro.

'Escolhi você por causa disso aqui', falou maciamente, enquanto dava um carinhoso aperto em meu pênis. Senti um enorme calor percorreu meu corpo, mas controlei-me com todas as forças para não gozar nas calças.

Afinal de contas, aquela frase mexeu com minha vaidade masculina, mas nem de longe podia imaginar porque ela havia dito aquilo. Combinamos um encontro para a noite seguinte. 'Acho que não vou agüentar e, pensando em você, sou capaz de me masturbar agora à noite', eu disse. Sua reação beirou a fúria: 'Se fizer isso, não terei nada com você e não tente me enganar, pois se você se masturbar, eu saberei'. Não entendi seu comportamento, pensei tratar-se de algum preconceito com relação á masturbação.

Mas com seu sorrisinho sacana tranqüilizou-me, enquanto voltava a acariciar meu membro: 'Guarde-se todo que, amanhã à noite, você será recompensado de uma forma absolutamente desconhecida e deliciosa'. Recebi o beijo mais desconcertante desse mundo como despedida. Anotei seu endereço e sai sem nada entender.

A noite foi uma tortura. Minhas bolas estavam inchadas e completamente doloridas. A bundinha de Esther não me saia da cabeça. Por duas vezes levei a mão ao membro, mas algo me obrigava a respeitar a promessa que fizera. Transpirei feito um louco a noite toda.

Na noite seguinte, por volta das oito, lá estava eu tocando a campainha de seu apartamento. Uma breve claridade no olho-mágico e a porta se abriu. Esther estava completamente nua. Me fez entrar e foi andando pela sala, rebolando sensulamente aquele traseirinho que me havia hipnotizado na noite anterior. Aquela bundinha carnuda era melhor do que eu imaginava.

Atônito com tão bela visão, não consegui mover um músculo, além daquele que tenho entre as pernas e que, imediatamente, se manifestou alto como um poste. Como se estivesse num erótico ritual, Esther abriu um armário, pegou uma taça de cristal e sorrindo quase ordenou: 'Tire a roupa, pois quando eu voltar vou te mostrar um tratamento que não se aprende em escola de enfermagem.'

Saiu para a cozinha balançando aquela bundinha para mim; a cada passo, uma reboladinha mais provocadora que a outra.

Não sei como não rasguei as roupas, tamanha era minha excitação. Alguma coisa com Esther, com seu jeitinho, e não simplesmente com o seu delicioso corpo, estava me deixando alucinado. Em pouco tempo ela voltou: taça de cristal em uma das mãos, o balde de gelo na outra e uma garrafa de champagne, que enfiou no vão das coxas! Eu ia começar a conhecer meu tipo sexual inesquecível... O descontrole tornou conta de mim.

Fui em sua direção, deitei-a no carpete, mordi furiosamente seus seios e como encontrei sua vulva obstruída pela garrafa, enfiei imediatamente meu dedo médio naquele apertadinho e úmido orifício de seu ânus. Esther saiu debaixo de mim e afastou-me bruscamente: 'Calma, garoto!' Tentei nova aproximação, mas a firmeza de seu sorriso não admitia contestações.

Com movimentos sensuais, ela se levantou, lambeu todo o suco de sua vagina que lambuzava o gargalo da garrafa de champagne e nunca apoteose estourou a rolha. Eu assistia a tudo em pé, no meio da sala, com dezenas de centímetros de ereção a minha frente, ofegando como um touro raivoso. Esther abasteceu a taça até a metade com o líquido transparente e colocou a garrafa no balde de gelo.

Depois, de joelhos veio em minha direção. Colocou a glande de meu membro no champagne gelado - - foi como se meu pênis houvesse sido mergulhado num lago elétrico, tocou a ponta da cabecinha congestionada de meu pênis na borda da taça e brindou com um sorriso nos olhos: 'A minhasaúde!" Numa investida abocanhou aquela enormidade em que havia se transformado meu falo.

Senti a glande pressionando as paredes de sua garganta. A pastosidade morna de sua saliva transmitia um prazer indescritível.

Não sei como, mas Esther ainda conseguia com a ponta da língua massagear e percorrer a costura da base de meu pênis, como se sua língua fosse aveludada. Nunca havia sido chupado daquele jeito. Os lentos movimentos de vaivém que iniciou com a boca - tirando devagar até a pontinha e depois engolindo tudo - trouxeram cores brilhantes aos meus olhos apertados. Pressenti que iria gozar.

Segurei sua cabeça, mas ela retirou minhas mãos - queria ficar livre. Quando começei a fazer movimentos, entrando e saindo de sua boca, Esther começou a me masturbar com a mão esquerda e a dizer: 'Va, queridinho, não segure... solta, todo esse leitinho pra mim, solta!' Apertando mais os olhos, gozei e gritei alucinadamente, sentindo como se litros de esperma houvessem saído pelo meu pênis.

Por um minuto trespirei descompassadamente, enquanto sentia a mão macia de Esther indo e vindo por toda a extensão de meu membro. Só depois abri os olhos e pude admirar o espetáculo inesquecível que Esther protagonizava. Embevecida, Esther olhava com fascinação para a cabeça quase roxa de meu pênis e com astúcia colhia as últimas gotas de meu sêmen na taça de cristal. Ela conseguiu colher toda minha ejaculação e uma brilhante camada de esperma boiava sobre o champagne. Olhando para a taça, como que hipnotizada, coxas separadas ao máximo, ajoelhada no chão, começou a se masturbar freneticamente. Gemendo como louca, fazia sua mão entrar e sair de sua vagina. Quatro dedos sumiam por aquela (aparentemente) pequena abertura, que agora expelia uma bonita baba brilhante e generosa. Seus gemidos se tornaram mais intensos, num grito animal Esther gozou, quase desfalecendo. Depois de lamber um a um os próprios dedos, Esther começou a beber o champagne da taça, habilmente evitando engolir o esperma, embora uma faixa branca, que ela logo lambeu com sua lasciava linguinha, tivesse se formado em seu lábio superior. Olhou para mim, repuxou seus carnudos lábios e com voz sensual disse-me: 'Agora, a minha gozada maior'. E com gestos rituais, despejou boca adentro, em goles estudadamente eróticos, todo o esperma que ficara na taça. No último gole Esther deu novo grito e não precisei adivinhar: era visível que havia gozado e desta vez bem mais furiosamente que a primeira. Eu não podia acreditar no que via. Com a ponta do dedo, Esther ainda apanhou o esperma que ficara grudado na taça, levou-o à boca e chupou-o gostosamente. O espetáculo era estremamente erótico.

Atirei-me sobre ela e com selvageria penetrei em todos os orifícios de seu corpo, desta vez generosamente franqueados por ela. Só uma regra ficou: sempre que percebia que ia gozar, Esther abocanhava meu pênis e bebia integralmente minhas ejaculações que foram três naquela noite. Sem dúvida, devidas a ela e sua extraordinária performance.

Depois da batalha, Esther me contou detalhes de sua verdadeira espermofilia. Esther adquirira um verdadeiro fascínio pelo contato direto com o esperma. Deliciava-se em passá-lo por toda extensão de seu corpo. Adorava engoli-lo em qualquer

ocasião.

Contou-me que em seus plantões noturnos no hospital, chegava a masturbar vários doentes anestesiados só para beber-lhes o leite. E nem só dos anestesiados, segundo ela. Sempre que podia levava algumas 'doses' para casa e mantinha um verdadeiro 'banco de esperma' na geladeira para dias solitários. Sua sofisticação ia a tal ponto que até bolos gelados ela recheava com aquele creme.

Por via das dúvidas, nunca comi nada na casa de Esther além dela própria, e evitava seus copos e taças de cristal.

Depois daquela maravilhosa noite transamos muitas vezes sempre com o destaque de sua mania. Aquela taça agora ostentava uma etiqueta com meu nome, outra sofisticação de Esther, ao lado de outras igualmente etiquetadas. Mas não me importava com isso, só queria tê-la mais e mais. Muito antes do filme Caligula aparece por aqui, Esther mostrou-me o que eram banhos de espermas, que ela praticava sempre que podia. Esther reunia um bando de garotos que perambulava por sua rua, levava-se a seu apartamento e fazia com que gozassem sobre seu corpo. Escondido no quarto, pelo buraco da fechadura, assisti uma dessas sessões.

Nunca vi nada tão belo. Impossível descrever com precisão Esther gemendo e se lambuzando com todo aquele leite, engolindo o mais que podia, fazendo com que os que tivesse o pênis maior gozassem diretamente em sua boca.

Alguns meses depois ela voltou para Belo Horizonte e perdi o contato com ela. Agora só me resta morrer de inveja dos mineiros que estejam transando com Esther, que possuam seus nomes etiquetados nas taças de cristal desta mulher."


 

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VERSOS INFALIVEIS"

Autor Desconhecido


 


 

Eu sempre fui metido a poeta. Sempre que batia um papinho com os amigos e amigas, lia para eles os meus versos apaixonados.

E até que tinha alguma coisa que se aproveitava e sempre existia uma gatinha com o coraçãozinho mais frágil, que logo me pedia para repetir as baboseiras. Com o tempo fui ficando conhecido no colégio, e quando surgia uma gatinha apaixonada por um gatão, vinha a mim e pedia para escrever uns versinhos e tal. E nesta de escrever versos, acabei comendo mais de uma dúzia delas. Lembro-me especialmente de Helena, uma loira lindíssima, com tudo em cima. Ela, um pouco tímida, chegou-se a mim e abriu o jogo.

Contou que estava apaixonada por um tal de Serginho - um idiota do terceiro ano - e que precisava da minha ajuda. Gentilmente me prontifiquei em ajuda-la. Antes, porém, de dizer - em versos - que aquele parvo era o que ha de melhor entre os homens, estudei minhas possibilidades de levar Helena até um motel. 0 fato de ter apenas dezoito anos e não trabalhar - faltava grana - dificultava um pouco as coisas, pois eu não tinha aonde levar as moças. Mas, acabo sempre me saindo bem.

Contei a hist6ria - de falta de lugar - para um tio meu, que se aprestou a resolver o problema. E resolveu. Ele me alugou um pequeno apartamento em Bonsucesso e o colocou å minha disposição. (Claro que ele queria também, quando necessário, usar o ape).

Depois de ter comprado uns almofadões e de transportar uma pequena geladeira - que ganhei deste mesmo tio -, me aproximei de Helena e disse que estava pronto a fazer o grande milagre

Escreveria os versos na primeira pessoa e no feminino. Aleguei que o cara ia se sensibilizar com a profundidade de seus sentimentos e que iria cair como um patinho em seus braços angelicais Marquei com ela na Avenida Teixeira de Castro n.' tal e å tal hora. Fissuradissimo, derrubei, garganta abaixo, duas doses de vodca. De imediato, já estava pronto para o meu ato de sedução.

Todo e qualquer movimento no segundo andar fazia meu coração bater forte. Quinze minutos de atraso, vinte, vinte e cinco, meia hora - bate na porta. Abro. É ela Um tanto cansada e assustada, aceita meu simpático convite para entrar.

Fiz com que sentasse e Ihe ofereci um refrigerante; ela aceitou. Afobada, quis logo começar os versos. Pedi calma e fui å cozinha buscar mais vodca. Da porta dei uma sacada, e pela posição em que estava podia ver suas coxas bem torneadas e cobertas por suave penugem dourada. Aquelas pemas maravilhosas se aprofundavam por dentro da saia, que cobria, por sua vez, o doce mistério daquela quase adolescente.

Voltei com o copo na mão, os olhos turvos pelo desejo de possuir aquela pérola. Pensei até em abandonar a idéia de escrever versos, mas isso poderia estragar tudo. Peguei um caderno e uma caneta (o que um homem não faz para transar uma gatinha'?!) e sentei-me ao seu lado. Pousei uma de minhas mãos sobre uma daquelas pemas. Um contato com a carne quente e macia fez com que meu membro latejasse. Escorreguei a mão e Ihe perguntei o nome ao cara. Como se eu não soubesse! Ela, empurrando meus dedos, disse o nome da figura: Sérgio. Um certo ódio passou pela minha cabeça. Como eu, logo eu, escreveria um acråstico para um homem, e o pior, a pedido de uma mulher?!

0 primeiro verso foi escrito com mA vontade, garatujado e sem sentido. 0 segundo, igualmente pobre. Ela, com seu corpo mais próximo do meu, permitiu-me ver bem de perto as formas deliciosas de seus seios. Os mamilos róseos descobertos eram um convite ao amor. Fingi pensar e uma de minhas mãos pousou licenciosa sobre a coxa direita de Helena. Senti os pelinhos se eriçarem com minha leve caricia. Sorvi mais um gole de vodca, e me deliciei com o contato macio daquele rosto encostado ao meu. Por baixo da calça meu pênis se avolumava, e, a medida que ia crescendo, ia esticando meus pelos, de forma que eu sentia uma dor terrível. Tinha que enfiar a mão por debaixo e coloca-lo em posição vertical, rente ao umbigo.

Quando, instintivamente, enfiei a mão, Helena suspirou. Em segundos o agarrou, apertando-o sob o tecido jeans. Automaticamente minhas mãos se aprofundaram no interior de suas coxas até Ihe atingirem o sexo ardente. Sua calcinha não foi empecilho para os meus dedos ágeis. Logo Ihe atingi os pequenos lábios e, numa exploração febril, o seu clit6ris. Aos poucos senti meus dedos molhados por um liquido denso, viscoso. Ela, por sua vez, libertara meu pênis e o masturbava gostosamente. Joguei longe a caderno e, virando um pouco mais o rosto, comecei a beijá-la, Helena, excitadissima, me apertava contra seu corpo e já movia sua pélvis ritmadamente contra meus dedos. Nossas línguas se chupavam e bebíamos o sabor de nossas bocas.

Com delicadeza fui desabotoando a saia de Helena, e, tirando-a, joguei-a sobre os almofadoes. Meus dedos continuaram a se mover no interior de seu sexo. A calcinha estava encharcada dos sucos daquela fêmea. Um puxaõ, e os colchetes de sua blusa cederam e seus seios lindos surgiram diante de meus olhos. Seus mamilos me lembravam duas pérolas e logo os abocanhei - ora um, ora outro - sugando-os com volúpia. Helena sentia a rigidez de meu membro em sua måo e seu rebolado anunciava para breve o seu orgasmo.

Novamente comecei a beija-la enquanto tirava a minha calça e a cueca. Ela, vendo-me nu da cintura para baixo, não hesitou e, num movimento arrebatado, mergulhou sobre meu sexo, introduzindo-o em sua boca voraz. Sugou-o com todas as suas forças, fazendo-me ir ao paraíso, tal era a sensação que sua boca quente produzia em meu membro.

De repente, seus movimentos aumentaram numa intensidade louca e ela começou a gozar. Fiz com que largasse meu membro, o que a deixou louca e, sem perda de tempo preparei-me para penetr1-la. Tomei posição e empurrei a glande. Senti certa dificuldade na penetração. Helena começou a gritar, a apertar meu corpo delirantemente. Fiz mais força e senti perfeitamente o rompimento de seu hímen, ao que ela começou a soluçar. Puxava a pélvis, tentava se libertar, gritava, pedia-me, implorava para tirar. Não Ihe dei ouvidos, e acelerei meus movimentos. Aos poucos ela começou a me acompanhar.

Começou a rebolar alucinadamente, me agarrando o corpo, chamando-me de tesão, de gostoso, e pedindo-me entre lágrimas que enfiasse tudo Obedeci aos seus pedidos e permiti que ela gozasse freneticamente pela primeira vez em sua vida. Esperei que relaxasse e tentei, em breves estocadas, chegar ao orgasmo, porém não consegui. Creio que houve, naquele momento, um bloqueio psicol6gico que evitou que eu ejaculasse. Nos separamos e tratei de me servir mais uma vodca e um outro refrigerante a Helena.

Sobre a almofada em que fizemos amor, via-se uma mancha de sangue, prova inconteste da virgindade que deixara de existir. De pé, nos entregamos a um abraço delicioso e meu membro logo endureceu, atingindo-Ihe o interior das coxas. Simulamos uma dança e Helena começou a se excitar com o roça-roça. Chegou mesmo a ficar molhadinha só pelo fato de meu membro friccionar a superfície de seu sexo. E ficamos mais de meia hora naquela libidinagem gostosa; um preparo para uma nova transa. S6 que eu quis fazer diferente: pedi que ficasse de quatro sobre os almofadões e expliquei que iria Ihe fazer uma caricia anal.

Comecei a passar a cabeça do meu falo na abertura daquela bundinha deliciosa, e, aproveitando o fato de já estar lubrificado - com os sucos daquela vagina -, fui enfiando devagarinho no buraquinho. Tive dificuldades, mas com muito tato fui insistindo, insistindo, até que de repente meu membro foi tragado por inteiro.

Acelerei imediatamente minhas investidas, e ela, esfregando meus dedos contra seu clitóris, começou a gozar. Assim que ouvi seus primeiros gemidos de gozo, entrei num ritmo louco e atingi a um clímax delirante, alucinado; despejei todo o meu esperma no mais profundo de suas entranhas. Que delicia fora aquele orgasmo, que espetacular ver aquela mulher rebolando feito doida em cima do meu p0nis duríssimo.

Percebi que não era a primeira vez que Helena tivera uma relação anal. Foi então, sem que eu pedisse, que ela me explicou, durante o banho, que o Serginho nunca representara nada para ela, que fora um simples pretexto para se aproximar de mim. Esclareceu também que j5 havia transado relacionamento anal muitas vezes, e isso explicava o fato de não ter dado um ai, mas que era a mim que queria se entregar.

Disse também que me paquerava desde os tempos do gin5sio, que lia todos os meus versos e coisa e tal. Saímos do chuveiro e.ela, consultando o relógio, falou que tinha que ir, mas que voltaria no dia seguinte, pois não se enganou a meu respeito.

Sabia que eu era maravilhoso, um homem e tanto. Aquelas palavras fizeram um efeito mágico no meu ego de macho ainda adolescente. Me senti o maior entre todos os mortais,

No outro dia ela voltou, e ai transamos loucamente. Durante todo aquele ano eu e ela trans5vamos quase todos os dias. Hoje, casado, apaixonado por minha mulher, tudo o que tenho em relação a helena - e muitas outras que passaram sob o crivo do poeta - são apenas recordações. Não sei por onde ela anda, mas sei que, se acaso ela ler este relato, se lembrará de mim."


 


 

domingo, 21 de março de 2010


CONSORTE DE POMPOARISTA COM SORTE"

 

 
Até o sol brilhante numa manhã fria de final de outono parecia diferente. Tinha sido assim toda a estrada. Os 230 quilômetros, que havíamos percorrido, pareceram muito mais curtos devido a emoção do encontro a que nos dirigíamos.
Foram meses e meses de vontade e medo, até que tomássemos a decisão. A partir daí tudo foi muito rápido.
Do primeiro contato, em que expúnhamos os motivos que nos levava a desejar encontrá-lo, até o último em que o mestre definiu data e local, foram poucos dias. Poucos, mas longos, pela ansiedade do novo mundo que se descortinaria para nós. "Especialmente o último contato, através do telefone que lhe havíamos indicado em nosso último telegrama foi marcante.
Quando cheguei em casa, à noite, o semblante de Bela dizia tudo. Só de vê-la eu percebi que algo diferente tinha acontecido. Ela me disse que estava no trânsito quando o celular tocou. A surpresa pela pronta resposta do mestre e a excitação que a voz dele lhe proporcionava, obrigou-a a parar o carro para falar com ele.
Confidenciou-me ter ficado molhadinha pelo tesão que sentiu ao falar com ele e marcar o encontro definitivo. A forma como fizemos amor, foi a expressão maior de como aquela ligação havia deixado-a transtornadamente excitada.
Os dias seguintes foram de intensa ansiedade, mas agora estávamos ali, aguardando que ele se apresentasse. "No hall do grande e movimentado shopping, somente a anteninha peculiar, que ele mantinha na mão direita, permitiu-nos identificá-lo de imediato.
A magia se restabeleceu assim que ele beijou o rosto de minha esposa, dos dois lados, e sensualmente perguntou se ela estava pronta para ingressar em um novo mundo...
A caminho do motel, agora em seu carro, ele foi muito mais expansivo. Disse-nos que tinha certeza que a química estabelecida faria com que aquele encontro resultasse em grande sucesso e mais uma pompoarista florescesse. "O motel foi escolhido muito apropriadamente. Permitia a entrada de um terceiro integrante, sem questionamentos, embora com cobrança de diária extra. As acomodações comportavam tudo o que mestre necessitava. Seu trânsito pelo local era claro.
Conhecia cada um dos recantos e a todos descrevia associando imagens de outras iniciações que ali havia praticado. Dentro do quarto, a tensão que existia em todos nós pairava com uma presença quase física.
O mestre realizou uma preleção objetiva em que buscava introduzir minha amada nos segredos históricos do pompoarismo.
Ao mesmo tempo em que a relaxava, instruía sobre o código não-verbal que utilizariam daí para frente. "Enquanto Bela, no banheiro se despia e esvaziava completamente a bexiga a pedido do mestre, nós pedíamos algumas cervejas e fingíamos desconhecer a ansiedade que estava mais que presente. Tomei meu lugar no sofazinho, na penumbra, quando Bela desceu as escadas enrolada na toalha branca. Sentou-se na cama, com todo cuidado para que a toalha, firmemente apertada sobre os seios, não se abrisse.
O mestre se aproximou e iniciou o ritual de relaxamento. Sua técnica aprimorada conseguiu em pouco tempo desinibi-la completamente e ganhar sua confiança. Ele a guiava para um relaxamento total e um estágio pré-hipnótico que lhe permitisse quebrar todos os grilhões que tolhiam seu prazer total. "Com carinho deitou-a sobre o lençol macio, com cuidado para não abrir a toalha que ela havia mantido fechada com tanto cuidado. Com voz pausada e envolvente, começou a desenhar, na mente dela, uma cena que ao mesmo tempo a envolvesse e criasse um estado de tesão contido.
Com carinho perguntou a ela se podia retirar a toalha e, desfazendo o nó sobre os seios, retirou-a. A surpresa dele, embora bem contida, foi visível. O corpo dela, brilhante de excitação, era uma maravilhosa paisagem para nossos olhos sedentos.
"A voz do mestre soou trêmula quando ele disse "Belazinha, você está deliciosa!". Continuou seu trabalho de persuasão para encaminhá-la à excitação necessária para permitir-lhe abrir as portas do mundo mágico do pompoarismo para ela.
Disse-lhe que o treinamento era muito íntimo e que precisava de toda a confiança e de todo o desejo dela de que o mesmo acontecesse.
Perguntou a ela se ela queria, intensamente, que ele continuasse o treinamento e a voz dela, quase sussurrante disse "quero...".
Ele então começou uma carícia muito sensual nos seus seios, que incluía alguns amassos carinhosos nos mamilos, enquanto sussurrava que queria que ela fosse umedecendo sua xoxotinha para que ele pudesse inserir os dedos nela. Era perceptível o tesão tomando conta dela e, da minha posição, eu podia quase sentir a umidade indo se estendendo por cada fibra de sua intimidade. O meu tesão, neste ponto era tanto que, silenciosamente, me desloquei para os pés da cama, e fiquei a fitar o brilho que ia surgindo da xoxotinha dela na medida em que, a pedido dele, ia afastando lentamente suas pernas e expondo toda sua feminilidade lindamente intumescida.
"Com carinho, passeando por todo o ventre, ele encaminhou a mão direita para a xoxota dela, enquanto a mão esquerda mantinha as carícias sobre os seios. Com leves toques em seu clitóris perguntou-lhe se ela queria que ele introduzisse o dedo nela. A resposta, mais uma vez sussurrante de desejo foi "queroooo....". Colocando o dedo ele começou a incitá-la a executar os movimentos, através do código gestual que haviam estabelecido.
Da minha posição privilegiada era possível ver toda a musculatura vaginal de minha amada sendo exercitada. O seu púbis se contraia e era possível ver a virilha se movimentar quando o conjunto de anéis circunvaginais mais internos era exigidos. Na medida em que o exercício continuava e os elogios do mestre iam se sucedendo a excitação dela ia se aprofundando.
Sua xoxotinha, linda e totalmente exposta, ia mais e mais se lubrificando, chegando o líquido seminal a escorrer fartamente sobre o períneo. A excitação minha e do mestre era também visível, mas ele continuava a guiá-la com todo carinho e dedicação, na busca da perfeição no sincronizado movimento de exercitar isoladamente cada anel muscular de sua vagina.
"Esse idílio pareceu durar séculos até que, se sentindo seguro, o mestre retirou o dedo da xoxotinha dela e com grande facilidade devido à farta lubrificação introduziu o ben-wa. A partir daí a tensão foi subindo aceleradamente, na medida em que ela prendia o ben-wa e o mestre o puxava. Era claro o movimento de movê-lo dentro da vagina. Cada vez que ele caminhava lá dentro eu acompanhava pelo rosto dela o prazer incontido que isto proporcionava. Em nenhum instante ela se apercebia de minha presença. O momento era somente dos dois e um misto de tesão incontido e ciúme se apoderava de mim. O voyeur que existia em minha alma estava solto e fazendo loucuras com meu sexo, que latejava furiosamente.
Ao comando do mestre ela se preparou para expelir o ben-wa. Com facilidade, ao comando dos anéis corretos, a primeira esfera apontou no fundo da vagina exposta em sua plenitude e foi expelida, seguida por uma grande quantidade do muco que a lubrificava intensamente. A segunda esfera veio rapidamente a seguir e foi expelida com força para longe. O mistério estava revelado. O mais maravilhoso cenário estava exposto ante meus olhos. A xoxotinha estava vermelha, pulsante e maravilhosamente brilhante pela umidade. "O mestre colocou um tubinho de vidro transparente entre os lábios vaginais e comandou-a no movimento do mesmo para cima e para baixo, utilizando os músculos, nunca dantes exercitados, de forma completamente excitante.
A respiração dela cada vez mais se tornava cissiante e extasiada. Cada movimento, orquestradamente executado, conduziu-a um pouco mais perto do êxtase absoluto. Percebendo isto o mestre tomou do pepino que ela havia lavado previamente quando tinha se preparado e o introduziu até o fundo do canal, tocando-lhe o útero. Com isso, metade do pepino ficou para fora. O contraste entre o verde forte do pepino e o rosado daquela xoxotinha era maravilhosamente sensual. O movimento de sucção e expulsão iniciado tornava ainda mais extasiante o momento. Aparentemente calmo, o mestre ia dando as suas instruções, mas a marca úmida que estava se espalhando pela sua calça demonstrava que seu tesão era tão forte quanto o que eu estava sentindo. O movimento do pepino se acelerava cada vez mais e com isso fazia que ela caminhasse sobre o fio da navalha de um orgasmo avassalador que, entretanto, se negava a se completar.
Foram minutos de delicioso martírio, até que o mestre lhe pedisse para expelir com força o pepino. Ver aquela peça pesada sair literalmente voando da vagina fez com que eu intensamente acreditasse no poder daquela mulher fantástica. Imaginar aquela loucura sendo executada com o meu membro tornou quase impossível conter o meu orgasmo.
"Não satisfeito, por não tê-la visto gozar, o mestre incitou-a a um sono profundo e reparador. Foi incrível vê-la, ao comando da voz dele, assumir a sua posição preferida para dormir. O sono, na posição fetal era profundo e total. A voz dela pareceu-me vir de muito longe ao responder ao mestre - "querooo....." - quando ele lhe questionou se queria que ele recolocasse o pepino dentro dela.
Feito isso o mestre comandou-lhe um sonho maravilhoso e sensual que a conduzisse a um orgasmo profundo e total.
Deixando-a totalmente entregue ao sono, e ao sonho que se delineava, nos dirigimos para o sofá e nos servimos de uma cerveja enquanto a assistíamos no caminho do prazer. Foi indescritivelmente belo ver o prazer se aproximando na medida em que o sonho ia se desenrolando. Ao meu lado, estático e alucinado, o mestre ia dizendo que o sonho deveria estar maravilhoso para ela estar tendo todas as reações que estava apresentando. O pepino praticamente saía de sua vagina, que víamos privilegiadamente por trás, e era novamente chupitado de volta quando o movimento do pubococígeno era comandado. Os gemidos roucos que minha amada emitia colocavam-nos no mesmo êxtase dela. Os movimentos iam se acelerando e o seu corpo se cobrindo de uma camada fina de suor, como ocorria em nossos instantes de paroxismo.
Meu membro latejava violentamente e molhava totalmente minha sunga e calça na medida que a excitação dela prosseguia. Os gemidos, cada vez mais altos e roucos, se tornavam também mais freqüentes. Pela minha cabeça só passava o desejo louco de saber o que ela estava sonhando, enquanto o mestre dizia "ela está trepando.... olha os movimentos da xoxota dela .... como é maravilhoso ver o tubo de músculo perineal que ela forma ... olha a maravilha que é o pepino sair e entrar... Ela vai ter um orgasmo absurdo. Nunca vi alguém se distender tanto .... a pele dela está brilhando de tesão! Olha como o ânus também se contrai! Ela vai gozar agora....".
Sem agüentar mais ele se dirige para os pés da cama e tomando da ponta exposta do pepino inicia uma masturbação sincronizada com os movimentos dela, como se estivessem copulando. Vai o tempo todo perguntando-lhe se o sonho está gostoso, se ela está gozando... se é bom trepar enquanto nós estamos assistindo...! "A tudo ela responde com voz embargada pelo tesão crescente, até que ele lhe pergunta se ela está pronta para gozar.... se ela quer ter um orgasmo brutal... A sua resposta é um grito animal de "QUEROOOOO....." que nos deixa paralisados com a força do desejo. Ele então diz a ela "então goza, belezinha, goza muito ...." enquanto inicia um movimento acelerado com o pepino. O orgasmo vem avassalador, como ele nunca assistiu. Todos os músculos dela se retesam, o suor explode nos poros... a respiração ofegante se torna um sussurro enquanto os gemidos roucos, animalescamente sensuais vão se transformando em gritos até a explosão final. O corpo parece levitar. os braços esticados prendem as barras da cama. As pernas estão esticadas ao limite. Tudo nela é músculo tenso até o limite máximo da exaustão.... Os seios arfam com os mamilos saltados... O púbis se eleva loucamente e na explosão definitiva se contrai com tal intensidade que o pepino sai voando de sua xoxota seguido por uma cascata de líquidos que compõem o gozo mais alucinado que pudemos presenciar em nossas vidas.
"O tempo parou neste orgasmo. Para nós ele foi um personagem a mais neste quarto.
Estamos paralisados pela intensidade dele e maravilhados pela expressão que se apodera dela. O mestre em profundo êxtase, comanda a volta ao mundo real.... "vamos belezinha, está na hora de você acordar.... na hora que eu contar até cinco você vai acordar.... um... e nos contar sobre o sonho maravilhoso, ... dois... que você teve e ... três ... que lhe deu este orgasmo alucinante ... quatro ... e que agora você será capaz de repetir sempre que quiser.... cinco... Acorde!" "A expressão do rosto dela é absolutamente maravilhosa e plena.
Com voz apaixonada e de um tesão incontrolável ela pergunta "vocês viram o que aconteceu?"....
A incredulidade da expressão torna tudo mais apaixonante e sensual. Ela se levanta e como esperávamos de dirige para nós. É tempo de nossa recompensa por tudo que ela está vivendo. Como havíamos combinado que ela está livre para escolher aquele que deseja levar à loucura com o novo e maravilhoso mundo que descobriu, com o tesão tomando de assalto cada célula de meu corpo.

 

 
CRISTINA E SEU AMIGO

 

 
"Me chamo Cristina , tenho 18 anos e sou estudante. Eu sou branquinha tenho cabelos pretos e olhos claros , o que chama a atenção de muitos homens. Tenho um corpo bem atraente, as coxas grossas,bunda bem redonda e arrebitada e uma cintura fininha. Eu tenho um amigo bem bonito ele se chama Ruan, tem 23 anos e um corpo bem definido.
O que mais chama atenção no corpo dele são as coxas.Ele tem namorada , mais tem um caso comigo. Ia fazer um ano que nos conhecemos , e resolvemos comemorar. Eu estava na casa dele e ele me propôs sairmos para dar uma "voltinha". Eu entendi a mensagem , fui pra casa , tomei um banho coloquei um jogo de calcinha e sutiã preto e passei um perfume delicioso. Logo escutei a buzina do carro, desci as escadas e fui ao seu encontro.
Ele estava lindo e com uma cara super safada. Ele parou num bar e comprou 12 lata de cerveja. Nós paramos num estacionamento escuro e começamos a beber . Na terceira latinha eu já estava começando a ficar tonta. E ele ainda estava lúcido. O álcool estava me subindo a cabeça, e entre risos eu estava imaginando mil e uma coisas e esse clima me excitava .
O calor do ambiente estava tomando conta da gente , então Ruan tirou a camisa.Foi quando resolvi fazer um brinde a nossa amizade ,ele começou a me beijar, passar a língua na minha orelha e me falar coisas obcenas, eu já estava sentada no colo dele e mesmo ele estando de calça jeans eu sentia seu pau entre minhas pernas,pois estava de saia.
Estavam passando algumas pessoas na rua , mais nós não estávamos nem aí pra elas . Isso só excitava mais a gente. Tinha um cara nos observando , Ruan vendo isso me sugeriu darmos um show pro cara , foi aí que ele abaixou minha blusa e começou a chupar meus seios, o cara assistia tudo de dentro do seu carro. Já devia ser quase 1:00hs da manhã não havia mais ninguém na rua , só o cara que estava dentro do carro.
Nos descemos do carro , Ruan encostou no carro e eu fiquei de frente pra ele ele tirou minha calcinha e eu fiquei só de blusa e saia, ele passou a mão na minha bunda até achar meu cú,depois enfiou o dedo , nisso minha saia já estava no chão e eu semi nua no estacionamento e o cara do carro estava vendo tudo.Eu ajoelhei no chão e começei a chupá-lo enquanto ele me masturbava com o dedo do pé.
Nós gozamos e eu engoli toda sua porra. O cara do carro estava batendo uma punheta. Ruan me deitou no capu e abriu bem minha pernas, e enfiou a cara no meio delas, me fazendo gozar de novo. Depois me colocou de quatro no chão e enfiou sua pica de 22cm na minha buceta, dando estocadas fortes em mim. Nisso o cara do carro já estava em pé do lado de fora vendo tudo descaradamente . Eu e Ruan parecíamos dois animais no cio . Ruan gozou novamente.
O cara do outro carro estava perto da gente, Ruan pegou uma lata de cerveja , derramou em cima de mim e mandou o cara me chupar eu fui ao delírio de ser chupada por outro homem. Esse cara estava com a pica latejando , então virei de costas para que ele me enrrabasse , abri minha bunda com minha mãos e deixei que ele cuidasse do resto.
Eu nunca vi pica do tamanho desse cara era imensa eu chorava de dor e prazer, ele era violento mais isso me excitava, Ruan já estava ereto de novo e decidiu que fizessemos uma penetração dupla eu aceitei na hora , então nós três gozamos juntos. E depois fomos embora. Essa foi uma das melhores transas que já tive.