sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010


FESTA A FANTASIA
Conto de Mimoso - mimoso@especial.com.br




" O elevador parou no meu andar, o sexto, e eu desci. Um pouco antes de abrir a porta, olhei no meu re1ógio... duas e meia da tarde. Eu estava morrendo de fome e supercansado de mais uma manha na faculdade. Graças a Deus que ja era sexta-feira. Entrei em casa parecendo um morto-vivo de tão cansado. Meu cachorro se enroscou na minha perna para brincar, mas eu sequer conseguia falar direito. Só deixei meu corpo cair no sofá e dormi. Perdido entre nuvens de sonhos pornográficos (eu ja não trepava havia uns três meses), deixei as horas se passarem e quando acordei ja era quase noite.

Levantei subitamente, liguei a secretaria eletrónica para verificar as mensagens e peguei as correspondências que estavam perto da porta, provavelmente deixadas pelo carteiro durante o meu prolongado sono. Contas... contas... contas... mas enfim algo que valia a pena ser visto: um convite para uma festa a fantasia numa mansão! Empolgado, enquanto lia o convite, deixei as mensagens das secretarias correrem, na maior parte, sem recados, exceto por uma. "Falai mano, beleza? Sou eu, o Ricardinho, da facu! Bom, é o seguinte: te enviei ai um convite para uma festa muito louca, numa mansão de um carinha ai. Vai ser muito dez. 0, o lance: não é uma festa a fantasia comum, como essas de Halloween, sacou? Vai ser uma festa de fantasias eróticas, beleza? Estarei la na festa, no bar provavelmente. A gente se ve la. Abraço!"
Achei estranho o convite não falar nada sobre fantasia erótica. Vai ver era so um disfarce, para não dar rolo na casa de ninguém, caso a mãe de alguém tipo lesse o convite. 0 único problema é que a festa seria dali a algumas horas, e eu não tinha sequer uma fantasia de super-herói pra ir. 0 jeito seria improvisar. Como era uma festa erótica, resolvi aproveitar uma idéia de uma fantasia que eu tinha ha muito tempo. Coloquei uma cueca, meias, sapatos, sem blusa ou calça. Dai, coloquei por cima um casaco de'inverno, tipo sobretudo. "Jack, o estuprador" estava pronto para a festa.
Havia ja muitos carros parados na frente da mansão. Estacionei meu carrinho popular bem longe, para não ser visto, uma vez que a maior parte dos carros ali eram importados, e segui para a festa.
Logo na porta, fui medido da cabeça aos pés. Todo mundo olhava e logo percebi por que.
Realmente aquela era uma festa a fantasia, mas não erótica! 0 puto do Ricardo havia pregado uma peça em mim. Porém, era tarde demais para voltar atras. Vermelho de vergonha, resolvi encarar os rostos curiosos que tentavam olhar no vão do sobretudo pra ver se eu estava usando algo. Ali estava a nata da sociedade.
Eu nem sabia por que havia sido convidado, exceto (provavelmente) por ser o mais bonitinho da minha sala. Sem nem ousar me sentar, fui até o bar e encontrei o tratante responsável por tamanha proeza, vestido bem a caráter: de palhaço! - Você não presta cara, olha so o que me aprontou! - reclamei, enquanto ele gargalhava.
- Tem alguma coisa ai por baixo? - perguntou ele jocosamente.
- Claro que tem... vamos ali no cantinho que eu te mostro. Babaca!!!
Vendo que eu estava um pouco irritado, ele me estendeu um copo de bebida e uma bolinha branca.
- Toma isso que você vai ver a brincadeira de forma diferente...
- Ta brincando? Você acha que eu sou louco? Não curto drogas, po.
- Não é droga, meu! Vamos la, cara, é tudo festa!! Peguei o copo de bebida e coloquei a pilulinha no bolso.
Em seguida lancei um olhar para uma garota maravilhosa que estava do outro lado do bar, vestida de diabinha. Me aproximei dela com um sorriso estampado no rosto, mas ela nem olhou pra mim.
Resolvi arriscar uma brincadeirinha. - Quem te colocou esses chifrinhos? Seu namorado?
Ela pegou o copo de bebida e saiu de perto de mim, de nariz e bundinha empinados. Eu não entendi o que eu havia dito de tão ruim. Mas que gente estranha era aquela! Ja estava no quarto copo de uisque e ja tinha tomado três foras, até que me bateu uma súbita insanidade e eu enfiei aquela bolinha branca na boca e bebi em cima.
De inicio eu achei que fosse algum alucinógeno ou anfetamina. Mas como se passaram uns 20 minutos e nada aconteceu, comecei a achar que talvez fosse mais uma brincadeira daquele idiota amigo meu.
No patio inferior da mansão, havia uma danceteria improvisada, tocando ' techno, com muitas luzes piscando. A casa estava cheia e eu adorava aquilo. Resolvi então dançar. Em meio a tanta gente se esfregando, suor e bebida, comecei a entender o que realmente era aquela pilula era um estimulante! Meu pau ja estava duro como uma tora e não havia meios de esconder aquilo.
Algumas garotas faziam questão de dançar bem pertinho, so pra me sentir esfregar, outras chegavam até a virar a bunda pra mim e se esfregavam de leve. Eu estava ficando louco. Bateu então a vontade de ir ao banheiro, depois de seis doses de uisque. Sai então da pista (com o pau ainda ereto como um poste) e entrei no primeiro banheiro que vi. Tonto, suado, quase sem visão, nem olhei para a cara de quem estava la dentro, mas creio que todos olharam pra mim. Foi so eu abrir o sobretudo e colocar meu pinto pra fora que começaram os gritos de euforia.
Eu estava no banheiro feminino! Uma garota esfregou sua coxa por trás da minha perna e ja veio direto ao assunto.
- Quer uma chupadinha nessa pica gostosa, bonitão? Apesar de bêbado, eu ainda estava um tanto constrangido com aquilo tudo e fiquei um pouco sem palavras com a pergunta daquela morena, vestida de coelhinha, com os biquinhos dos seios ouriçados para mim.
Ela se virou para as amigas e se empolgou: - Gente, acho que ele é muito ingênuo... vamos dar umas aulinhas pra ele? A morena de coelhinha me fez sentar no vaso sanitário, foi pra trás de mim e desabotoou meu sobretudo do começo até os pés, beijando meu peito suado e incentivando as amigas a fazerem fila na porta do box do banheiro. Devia ter umas cinco ou seis mulheres ali. A "coelhinha" passou a língua varias vezes na cabeça do meu pau, me provocando, deixando-o cada vez mais duro.
Eu sentia que ia explodir, e de fato quase o fiz, quando ela o colocou goela abaixo, acariciando-me o corpo com as mãos. Duas garotas, atras dela, começaram a se beijar e a se masturbar. Uma outra, também morena, levantou o rabinho de algodão da coelhina e enfiou a língua em sua bundinha atrevida.
Duas garotas se assustaram demais com a cena e saíram do banheiro, mas quem ficou ali acabou, de um jeito ou de outro, entrando na suruba.
A garota que estava la no fundo, sozinha se masturbando, também se manifestou, passando por cima das amigas
- Da licença, queridinhas, esse pão é meu também! Era a garota do bar, a putinha do inferno, que chegou ja colocando moral em todas elas. Puxou a morena que abocanhava meu pau pelo cabelo e sentou com força sobre meu membro melado de saliva, deixando-o entrar em sua bocetinha suada enquanto obrigava a coelhinha a lamber sua vagina.
- Chupa, sua quadrúpede, me come com essa língua tesuda que você tem...
- Chupo sim, minha mestra... abre suas pernas maravilhosas para eu faze-la gozar! Eu não acreditava no que estava acontecendo comigo. Não era possível que uma mulher tão gostosa e bonita estivesse rebolando sobre minha pica. - Me fode gostoso, seu estuprador... me come que nem homem!
Eu sentia a língua da coelhinha passando no meu saco e na base do meu pau, me excitando mais ainda.
A visão das duas gatas rolando no chão, devorando-se em beijos e caricias, me servia como uma alavanca para as estocadas que eu dava na putinha que estava no meu colo.
A diabinha começou a gemer cada vez mais alto e então senti seu liquido fervente escorrer em minhas coxas.
Depois de gozar, indiferente e autoritária, ela se levantou, colocou a calcinha e saiu do banheiro, deixando-me para ser devorado por aquela doce coelinha. Passando a língua nos lábios grossos e manchados de batom verme1ho, a morena se virou com seu rabinho todo ensopado e passou a esfrega-lo em minha perna enquanto eu, com meu pinto de pedra, me acariciava sob o olhar provocativo da sua amiguinha, que lhe lambuzou o cuzinho.
Ela passava o dedo em seu rego, pedindo em silencio para ser devorada por mim, mexendo no botaozinho com a unha. Logo começou a chupar a vagina da amiga.
Sem hesitar, excitado como estava, enterrei minha lingüiça em seu reto, fazendo-a se contorcer de tanta dor, gemendo e babando. A amiga quase gozou com aquela cena. A garota se masturbava velozmente e gemia, enquanto eu comia minha "quadrúpede" morena, esfolando seu reto com tamanha voracidade que ja chegava a temer os efeitos daquela bolinha branca.
- Ah, que delicia... Fode com força, fode com força... Aaahhh, fode mais - pedia ela rebolando gostoso em minha jeba.


Sua amiga, sem nos deixar pra trás, também clamava pelo prazer da língua da minha enrabada servil.
- Me chupa... me chupa, quadrúpede... me chupa...
Sua voz não era tão autoritária quanto a da putinha do inferno, mas seu jeito inocente e desajeitado de pedir era tão excitante quanto. Em meio a todo aquele êxtase, ouvimos os gemidos das duas garotas que se engalfinhavam, mostrando que iam gozar maravilhosamente, e foram se arrastando em nossa direção, gemendo cada vez mais alto, assim como nos, que íamos nos excitando mais e mais, a ponto de explodir de dentro pra fora.
- Goza, amorzinho... goza no meu rabinho...
- Aaaaahhhhhh.... - gritaram as duas em unissono.
E seguida, a minha coelhinha também começou a gemer alto, incentivando sua amiguinha a gozar em sua boca. Dei estocadas mais fortes. Meu pau não arriava de jeito nenhum, duro como uma tora, e eu o enfiava todo naquele rego gostoso. Minha coelhinha e sua mestra começaram a gozar, gritando e se esfregando como loucas.
Elas cairam no chão, exaustas e suadas de tanto dançar, beber e trepar, mas eu ainda estava a fim de catar mais uma vitima. Afinal, eu era Jack, o estuprador. mimoso@especial.com.br

*

FLAGREI MINHA ESPOSA COM MEU IRMÃO
Conto enviado por Carlos







Ola amigos leitores, meu nome e Carlos 41 anos, 1,80m 88kg moreno claro, não sou de se jogar fora pois continuo fazendo  muito sucesso com as mulheres. O fato que vou aqui narrar e absolutamente verídico. Nos finais de semanas sempre viajávamos, ora na casa de parentes ou para a praia onde temos casa junto com meu irmão.


Sou casado com Ângela há cinco anos, morena clara, olhos verdes, 1,65m, 24anos, 60kg muito bem distribuído, num corpo perfeito. Uma bunda que e de parar o transito, enfim um verdadeiro monumento. Seu jeito alegre, seu sorriso cativante me fez apaixonar por ela desde o momento que a conheci. Ângela sempre foi muito recatada por ser de uma família muito religiosa, as vezes meio tímida com as pessoas que não conhece muito bem, mas na hora de transar ela se transforma completamente , ela vira uma leoa quando fazemos amor. Quando estou em casa, transamos quase todos os dias, as vezes duas, ate três vezes quando estamos inspirados. Todos os dias digo a ela que a amo e ela diz que não conseguiria viver sem mim. Minha vida e um mar de rosas, tenho um bom emprego, uma boa casa, um bom carro e casado com a mulher dos meus sonhos.

Então estávamos sempre juntos, meu irmão minha cunhada eu e minha esposa. Minha cunhada se chama Cristina ela e a segunda mulher do meu irmão, loira mesma idade da Ângela, 24 anos, 1,70m, 61kg e um corpo tão perfeito como o da minha esposa.
Confesso que mesmo amando minha mulher sempre transava com ela pensando na minha cunhada, mas só ficava no pensamento por respeitar demais eles. Meu irmão tem quatro anos a mais que eu, mas sempre manteve a forma física por sempre praticar esportes. Sempre foi o mais responsável da família, talvez por ser o mais velho. Eu me dou muito bem com ele e ele comigo, sempre o admirei por ser um cara muito legal e responsável. Enfim nossa amizade tanto com ele como com a minha cunhada era muito boa.
Trabalho em uma empresa que as vezes tenho que viajar a negocio e ficar uns dias fora, mas encarávamos como normal pois já faz muitos anos que estou na mesma empresa.
Numa destas viagens um cliente desmarcou uns compromissos por motivo de morte na família e então pude retornar dois dias antes.
No caminho de volta, ia pensando em como era bom voltar pra casa tomar um bom banho e cair nos braços da minha mulher e fazer amor a noite toda. Ela adorava quando colocava a língua no seu grelinho e sugava seu néctar, quando mordia levemente o bico dos seus seios, quando ela implorava para ser penetrada, e eu ficava brincando na porta da sua bucetinha, ate que enfiava meu pau de uma vez na sua bucetinha, ela chorava de prazer quando chegava ao orgasmo, com uma voz rouca sussurrava palavras desconexas no meu ouvido.
Meus pensamentos foram se dissipando a maneira que ia me aproximando do bairro onde morava, já se passava da meia noite quando dobrei a esquina de casa. Chegando em casa achei estranho que o carro do meu irmão estivesse estacionado na frente da casa do meu vizinho, pois se ele e minha cunhada foram fazer uma visita porque não estacionaram na garagem de casa?
Parei o carro no estacionamento de um posto de gasolina que fica quase de frente para minha casa.
Como não temos cachorros, minha casa e cercado por um muro bem alto e portão totalmente fechado de modo que não da para ver o que se passa do lado de fora.
Abri o portão pequeno sem fazer barulho e pude notar que a luz do nosso quarto estava acesa.
Me aproximei devagarinho da janela e pude ouvir uns gemidos inconfundível que eu conhecia muito bem, meu coração começou a bater mais forte, tentei achar um lugar para ver o que se passava no interior de casa e quase tive um enfarto quando vi pela fresta da janela minha esposa de quatro na cama sendo enrrabada pelo meu irmão.
Meu irmão a segurava pela cintura e castigava sem piedade sua buceta. Os dois continuava num vai e vem alucinado, de fora ouvia a batida dos seus corpos tamanha a violência que meu irmão a possuía.
Minha esposa estava transtornada, cada vez que meu irmão atolava todo seu pau na sua buceta ela virava o rosto e gritava, dizia frases sem sentido, coisas que pensava que ela só dizia para mim. O ritmo das estocadas se aceleravam e num urro de prazer do meu irmão percebi que tinha gozado, minha esposa gritava não para, não para eu vou gozaaaarrrrr!!!!! Aaaaiiiiiiiiii!! Que tesão, como você tem um pau gostoso e desfaleceu na cama.
Meu irmão tirou o pau da buceta da minha esposa e vi muita porra escorrendo pelas suas pernas.
Ficaram um pouco abraçados em silencio, sem trocarem palavras, minha esposa se virou pegou o pau do meu irmão pois na boca e limpou toda a porra que tinha ficado no seu pau, e lentamente começou fazer uma chupeta, logo o pau do meu irmão foi dando sinal de vida, e pude ver o quanto era enorme o seu pau , dava quase o dobro do meu e muito grosso, na roda de amigos ele era conhecido como cavalo.
Conforme minha esposa ia chupando, aquilo ia crescendo ate que mal cabia na sua boca, ela passava a língua naquela cabecorra e descia ate suas bolas. Minha esposa segurava aquela tora com as duas mãos e ainda sobrava pau para ela chupar.
Naquele momento ate eu estava com tesão, confesso já que tinha imaginado minha esposa trepando com outro mas era só uma fantasia, nunca pensei que isto fosse acontecer, ate porque nunca desconfiei da fidelidade dela.
Meu irmão se levantou deitou minha esposa de costa abriu suas pernas e caiu de boca na sua buceta ainda toda melada com a sua porra. Pelo que notei ele gostava disso porque sugava com tanta vontade que parecia que ele queria entrar com a cabeça e tudo na buceta da Ângela.
Ficou chupando minha esposa por uns dez minutos, depois se ajoelhou na sua frente pegou-a pelos cabelos e botou o pau na boca dela para mais uma chupada, coisa que ela sabia fazer muito bem.
Após uns cinco minutos de chupacao, meu irmão colocou minha esposa de quatro abriu com as duas mãos aquela bunda maravilhosa deixando o seu cuzinho livre para meter a língua, minha esposa gemia de tesão, eu a esta altura mesmo com raiva da traição da minha esposa e meu irmão me acabava numa punheta, tamanho era o tesão que estava sentindo no momento vendo aquela cena.
De vez em quando meu irmão molhava o dedo e enfiava no cuzinho da minha esposa, ela dava uns gritinhos e rebolava na boca do meu irmão, ele deu uma cuspida no cuzinho dela e outra no seu cacete e pincelou na entrada do cuzinho dela, ela percebendo sua intenção disse - você sabe que não agüento seu pau no meu cuzinho, mal agüento com o do seu irmão que por sinal e bem menor! E era verdade pois ela sempre reclamava de dor quando fazíamos sexo anal.
Meu irmão continuou esfregando aquela tora no cu da minha esposa, ate que num momento ele forcou a entrada ela deu um grito, e foi pra frente escapando da investida do meu irmão, ela olhou pra ele e disse "para; se você insistir acaba tudo aqui agora mesmo,"
Meu irmão mesmo chateado por não conseguir comer seu cuzinho olhou para ela e disse: "Angela me perdoa, sei que você já disse que não agüenta no cuzinho, mais eu fico com um tesão danado de enfiar meu pau nesta sua bundinha deliciosa, te prometo que não vou mais insistir",
Deu um beijo na boca da minha esposa e disse: "vamos continuar, não vamos deixar que isso acabe por um momento de bobeira! "
Minha esposa continuou de quatro na cama meu irmão pincelou aquela vara na bucetinha da minha esposa e foi enfiando devagar ate suas bolas baterem na sua bunda, e continuaram num vai e vem bem devagar, quando meu irmão ia tirando o seu pau parecia que nunca ia sair tamanho era o pau dele, minha esposa fazia movimentos leves para receber aquela tora, quando ele enfiava ela vinha com o corpo para trás bem devagar para receber toda aquela vara na buceta.
Aos poucos foram aumentando o ritmo e minha esposa gemia como uma louca cada vez que meu irmão estocava forte sua bucetinha. Ela rebolava alucinada gritando "eu vou gozar, mete tudo, aiii eu vou gozar, goza comigo por favor, aiiiii eu não vou agüentar que tesão aiiiiiiiii"..
meu irmão ouvindo isso aumentou mais o ritmo das estocadas e num urro gritou: "- Também vou gozar, como você e gostosa uuuiiiii, "
E os dois acabaram gozando junto naquela foda alucinante.
Caíram na cama ficaram um tempinho abraçados e meu irmão disse: "já são quase três da manha tenho que ir pra casa, disse pra Cristina que tinha um jogo de futebol com os amigos e depois íamos tomar umas cervejas, já era pra estar em casa a essas horas; Quando o Carlos vai chegar?"
- Depois de amanha disse a minha esposa,
- ele desconfia de alguma coisa?
- Que eu perceba não!
- Amanha vamos nos encontrar de novo? Melhor não deixa para outra oportunidade. Não e certo o que estamos fazendo com seu irmão e com a Cristina, disse minha esposa.
- Nos temos que acabar com isto, ou se não, contar tudo pra eles
- Vamos dar um tempo antes de tomar qualquer decisão precipitada, eu amo a Cristina e você eu sei que ama o Carlos, pra que estragar tudo se podemos ir levando, o que sentimos um pelo outro e uma atração incontrolavel que faz a gente cometer estas loucuras, Puro tesão.
Meu irmão se levantou foi se limpar, mais que depressa fui ate o portão sai tranquei o portão por fora sem fazer barulho e fui para meu carro.
Procurei um barzinho que sempre ficava aberto a noite toda. Chegando lá, pedi uma cerveja fiquei bebericando pensando no que ia fazer em relação ao meu irmão e minha esposa. Era uma situação difícil pois eu amava os dois, pensei comigo" não quero me separar da minha esposa, se e pra ela me trair que seja com meu irmão".
Esperei uma hora e voltei pra casa, minha esposa estava saindo do banho, ela ficou meio sem jeito tentando disfarçar seu espanto por me ver aquela hora em casa. - Já em casa amor? - Porque não ligou que chegaria antes?
Me abraçou e me deu um beijo bem demorado. " Que bom que você voltou antes amor, estava com saudades, não estava conseguindo dormir, então resolvi ler um livro ate que o sono chegasse como esta fazendo muito calor fui tomar um banho para refrescar."
- Já jantou amor?
- Comi algo no caminho respondi. Como era cara de pau pensei.
_ Vai deitar amor vou tomar um banho e vou deitar também pois estou muito cansado.
Peguei uma calcinha que ela tinha deixado no banheiro estava toda encharcada por seu suco, levei ao nariz que cheiro bom ela tinha, passei a língua aonde estava molhado e que gosto bom era o da minha mulher.
Enquanto tomava banho lembrava dela sendo enrrabada por meu irmão, e meu pau ficou duro que nem ferro.
Pensei em qual seria a desculpa que ela ia me dar para não transar-mos, pelo tanto que eles fuderam devia estar exausta.
Terminei meu banho, fui para a cama e ela estava deitada de costa para mim, abracei- a por trás esfreguei meu pau na sua bunda e ela resmungou: - Você não esta cansado amor?
- Estou sim respondi mais louco de vontade de fuder este cuzinho gostoso quem você tem.
Comecei bolinando seus seios percorrendo a mão por sua bunda ate chegar no cuzinho, fiz ela deitar-se de bruço arreganhei sua bunda meti a língua no seu cuzinho salivei bastante meu pau coloquei na entrada do seu cu e forcei a entrada, ela tentou se esquivar mas não deixei ela escapar,
Ela gritou ", aiii amor você esta me machucando!"
Lembrei de como ela estava fodendo com meu irmão, segurei firmei em sua cintura e dei uma estocada forte que entrou mais da metade no seu cuzinho, ela deu outro grito e sem dar chance atolei tudo de uma vez o que faltava.
Ela soluçava baixinho enquanto eu desesperadamente fodia aquele cuzinho apertadinho que meu irmão não conseguiu comer.
Agora ela não reclamava mais que estava doendo pois seu cu já tinha acostumado com o calibre do meu pau.
Ela rebolava na medida que ia arregaçando aquele cuzinho, enquanto metia no seu cuzinho enfiava o dedo na sua bucetinha que estava toda arrombada pelo pau do meu irmão.
Quando estava para gozar aumentei o ritmo das estocadas, metia com toda minha forca naquele cuzinho ate que ela me disse:" amor eu vou gozar aaaiiiii que delicia"
E numa descarga elétrica descarreguei um litro de porra naquele cu maravilhoso da minha esposa que ate então tinha certeza que era só meu. Nunca gozei tanto na minha vida.
Tirei meu pau do seu cuzinho e fiquei admirando como era bela minha esposa naquela posição. Como ela podia fazer isso comigo?
Se eu a amava tanto? Deitamos e ela logo pegou no sono, fiquei pensando se contaria para minha cunhada ou não.
Qual seria sua reação? Pensei em falar pro meu irmão que sabia de tudo, e armar o maior barraco, mas daí tanto o meu casamento como o dele ia desabar, e eu não queria isso.
Então tomei uma decisão, não fazer nada ate contar tudo para a minha cunhada.
Gostaria das opiniões dos leitores se devo contar para minha cunhada ou não. Se for bem votado escrevo o que rolar quando contar para minha cunhada.
Se alguém passou por essa experiência e quer comentar a respeito entre em contato comigo pelo meu e-mail :aventura.ctba@ig.com.br .Responderei a todos. Um abraço a todos e ate o próximo conto.

Um comentário:

  1. eu quero dar o cu para gabriel para ele gozar la dentro de mim.
    meu telefone é 6299024133.
    por favor mi liga estou esperando.

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